Skip to content

Seguro-Desemprego: Governo estuda pagar parcelas extras

O Ministério do Trabalho estuda conceder duas parcelas adicionais do seguro-desemprego aos demitidos sem justa causa no primeiro semestre deste ano. Segundo nota técnica do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo aos Trabalhadores (Codefat), a estimativa é que meio milhão de pessoas sejam beneficiadas, a um custo total de R$ 500 milhões.
A crise econômica e a demora para conseguir voltar ao mercado de trabalho é a justificativa da proposta, encabeçada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e endossada pelos representantes das outras centrais no Codefat. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, confirmou ao GLOBO que a medida está em estudo. Ele tratará do assunto com as entidades sindicais no próximo dia 20:
— Estamos estudando o pleito das centrais. Mas, na verdade, o que nós temos que fazer é combater o desemprego.
EM 2008, MEDIDA FOI USADA
A medida foi adotada na crise financeira internacional em 2008. Agora, seriam beneficiados trabalhadores dos 43 subsetores da economia que mais demitiram. Entre eles,
telecomunicações por satélite; siderurgia; fabricação de automóveis, caminhões e ônibus; transporte aéreo de passageiros; fabricação e refino de açúcar. A lista foi elaborada em colaboração com o Dieese, e os ramos incluídos respondem por 28% do emprego total e 24% dos demitidos sem justa causa, segundo dados oficiais.
As parcelas do seguro-desemprego variam entre três e cinco salários mínimos, dependendo do tempo no serviço. Caso a proposta tenha o aval da equipe econômica, quem recebeu três, por exemplo, ganharia mais duas; quem ganhou cinco chegaria a sete. Quem for beneficiado com a medida será notificado pelo governo.
Para ter direito ao benefício adicional, o trabalhador não pode ter sido contratado e precisa estar inscrito nas agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Também será necessário se matricular em curso de formação gratuito na área de atuação profissional, caso haja essa possibilidade, num raio máximo de 20 quilômetros do local de moradia.
O documento destaca que o prazo médio de busca de emprego subiu de 22 semanas, em média, em abril de 2014 para 34 semanas em 2016. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, no primeiro semestre do ano, o país perdeu 531.765 empregos com carteira assinada.
A estimativa de gasto com o auxílio neste ano é de R$ 37,679 bilhões — de acordo com o Boletim Financeiro do FAT. O Fundo é deficitário e depende de aportes do Tesouro Nacional para fechar as contas.

Fonte: O Globo / Jornal Contábil
Link: http://www.jornalcontabil.com.br/seguro-desemprego-governo-estuda-pagar-parcelas-extras/

Posts relacionados que você pode gostar

Abrir empresa no bairro Grajaú

COMO ABRIR CNPJ NO BAIRRO GRAJAÚ: GUIA COMPLETO E DICAS ESSENCIAIS

Se você está pensando em abrir seu próprio negócio no Grajaú e quer saber como abrir o CNPJ de forma rápida, segura e sem complicação, criamos este guia especialmente para
ABRIR EMPRESA EM SANTO AMARO

Como Abrir CNPJ no Bairro Santo Amaro: Guia Completo e Dicas Essenciais

Abrir um CNPJ no bairro Santo Amaro pode ser um passo estratégico para quem deseja formalizar seu negócio. Afinal, a regularização traz diversas vantagens, como acesso a crédito e emissão
Como abrir CNPJ em São Paulo

Como Abrir CNPJ no Bairro Veleiros: Guia Completo e Dicas Essenciais

Abrir um CNPJ no Bairro Veleiros pode ser um passo decisivo para quem busca iniciar um negócio ou formalizar uma atividade em São Paulo. Aliás, esse processo exige atenção para

Fale com um dos nossos Especialistas

Olá! Preencha os campos abaixo para iniciar a conversa no WhatsApp