Tributação para e-commerce: Simples, Lucro Presumido ou Real? Guia Definitivo para Escolher o Melhor Regime

como ter sucesso sendo dono de e-commerce

Tributação para e-commerce é um dos temas que mais geram dúvidas entre donos de lojas virtuais. Muitos empreendedores iniciam no e-commerce com foco exclusivo em vendas, tráfego pago e operação logística, e deixam o tema “impostos” para depois. Só que esse “depois” costuma chegar em forma de DAS pesado, notificações da Receita, dificuldades para crescer e uma sensação constante de que o negócio fatura, mas não sobra dinheiro no caixa.

Escolher entre Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real não é apenas uma questão burocrática. Trata-se de uma decisão estratégica que pode reduzir ou aumentar sua carga tributária em dezenas de milhares de reais por ano. Uma escolha feita com base em achismo ou “o contador da esquina disse que é assim para todo mundo” costuma sair cara. Já uma decisão amparada em análise real de faturamento, margem e operação pode transformar totalmente a rentabilidade da loja virtual.

Neste guia, você vai entender em profundidade:

  • como funciona a tributação específica para e-commerce;
  • o que diferencia Simples, Lucro Presumido e Lucro Real;
  • em quais cenários cada regime tende a ser mais vantajoso;
  • riscos de uma escolha inadequada;
  • impactos da Reforma Tributária (IBS e CBS, a partir de 2026);
  • como estruturar um planejamento tributário;
  • e por que contar com a AEXO Contabilidade Digital faz diferença real para o seu e-commerce.

A ideia é que, ao final da leitura, você tenha condições de dialogar em alto nível com o contador, tomar decisões conscientes e alinhar a tributação à estratégia de crescimento do seu negócio.

tributação para e-commerce

Por que falar de tributação é tão importante para lojas virtuais | Tributação para e-commerce

O e-commerce brasileiro se profissionalizou. Hoje, uma loja virtual:

  • vende em diversos canais (loja própria, marketplaces, social commerce);
  • aceita múltiplos meios de pagamento;
  • trabalha com frete, logística reversa e fulfillment;
  • negocia com fornecedores nacionais e, muitas vezes, internacionais;
  • precisa emitir nota fiscal em todos os pedidos.

Nesse cenário, os impostos não são apenas uma obrigação legal. Constituem parte do custo direto da operação. Uma alíquota mal encaixada pode consumir boa parte da margem. Uma classificação fiscal errada derruba a competitividade. Uma escolha equivocada de regime tributário rouba capital que deveria estar sendo investido em estoque, tráfego ou tecnologia.

Além disso, o e-commerce é um dos segmentos mais monitorados pelo Fisco. Plataformas de marketplace, gateways de pagamento, bancos e operadores logísticos compartilham dados com a Receita Federal e com as Secretarias de Fazenda estaduais. Vender sem contabilidade estruturada deixou de ser uma opção.

Por isso, compreender se o seu negócio deve estar no Simples Nacional, migrar para Lucro Presumido ou, em casos específicos, operar no Lucro Real é uma decisão que impacta diretamente o lucro líquido e a sustentabilidade da loja.

Leia também: Tributação para Afiliados Hotmart, Monetizze e Eduzz: Guia Completo


Como funciona a tributação básica do e-commerce

Antes de mergulhar em cada regime, é fundamental entender o que está sendo tributado.

Uma loja virtual que vende produtos físicos lida, em geral, com:

  • ICMS – imposto estadual sobre circulação de mercadorias;
  • PIS e COFINS – tributos federais incidentes sobre o faturamento;
  • IRPJ e CSLL – impostos sobre o lucro da pessoa jurídica;
  • eventualmente ISS, quando presta serviços agregados (instalação, personalização, montagem).

Quando a empresa se enquadra no Simples Nacional, tudo isso é recolhido de forma unificada em uma única guia, o DAS. No Lucro Presumido e Lucro Real, cada imposto é apurado separadamente, com regras específicas de alíquota, base de cálculo e forma de recolhimento.

Para complicar ainda mais, o e-commerce realiza vendas:

  • dentro do mesmo estado (apenas alíquota interna de ICMS);
  • para outros estados (operações interestaduais, DIFAL, substituição tributária em alguns casos);
  • via marketplaces que retêm comissões e, às vezes, parte dos impostos.

Sem uma contabilidade que domine esses detalhes, os impostos podem ser calculados duas vezes, recolhidos a maior ou, o que é pior, recolhidos a menor, gerando passivo fiscal.


Simples Nacional para e-commerce: quando vale a pena

O Simples Nacional é o ponto de partida da maioria das lojas virtuais. Esse regime foi criado para simplificar a vida de micro e pequenas empresas, e realmente facilita a rotina tributária.

Características principais | Tributação para e-commerce

No Simples, o e-commerce:

  • paga uma guia única (DAS) que reúne vários impostos;
  • se enquadra, em regra, no Anexo I, destinado ao comércio;
  • enfrenta alíquotas progressivas, que variam conforme o faturamento acumulado nos últimos 12 meses;
  • tem limite de faturamento anual de até R$ 4,8 milhões para permanecer no regime.

As alíquotas começam baixas, próximas de 4%, e podem alcançar patamares superiores a 10% à medida que o faturamento cresce. Essa alíquota não é simplesmente a coluna da tabela, mas a chamada alíquota efetiva, calculada por uma fórmula que considera parcela a deduzir e faturamento acumulado.

Em negócios com faturamento ainda modesto, o Simples costuma ser bem vantajoso. A carga tributária é competitiva, a burocracia é reduzida e o empresário consegue focar em vendas e marketing.


Pontos fortes do Simples Nacional no varejo online

Alguns benefícios se destacam:

  • estrutura simplificada de apuração;
  • boa relação custo x benefício para lojas em estágio inicial;
  • integração relativamente simples com sistemas de emissão de nota fiscal;
  • menor risco de erros formais em comparação com regimes mais complexos.

Empresas em fase de validação de produto, construção de público e estabilização de operação encontram no Simples um regime que entrega previsibilidade e facilidade operacional.


Quando o Simples começa a pesar para e-commerce

O problema surge quando o negócio cresce. À medida que o faturamento se aproxima de patamares mais altos, a alíquota efetiva aumenta, e o Simples pode deixar de ser, de fato, “simples”.

Alguns sinais de alerta aparecem:

  • o DAS representa uma fatia cada vez maior do faturamento;
  • a empresa fatura bem, mas a rentabilidade não acompanha;
  • o lojista percebe que concorrentes conseguem praticar preços melhores;
  • a operação exige investimentos contínuos, porém o caixa vive apertado.

Nessa fase, muitos e-commerces descobrem que estão pagando uma carga tributária maior do que pagariam em um regime como o Lucro Presumido, especialmente quando a margem de lucro é consistente e o ticket médio é elevado.

É aqui que entra a importância de simulações bem feitas. Não basta olhar apenas para a alíquota da tabela do Simples. É necessário comparar, na prática, quanto se paga em cada regime, considerando tributos federais, ICMS, ISS (quando houver) e contribuições previdenciárias.


Lucro Presumido para e-commerce: quando o ganho de escala pede outro regime

O Lucro Presumido é um regime tributário que, em muitos casos, representa um “segundo estágio” de maturidade para lojas virtuais. A partir de determinado nível de faturamento e margem, pode ser financeiramente mais interessante que o Simples.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

Tributação para e-commerce

Como funciona o Lucro Presumido no comércio | Tributação para e-commerce

No Lucro Presumido, o governo presume que a empresa tem uma determinada margem de lucro sobre o faturamento. Para atividades de comércio, essa presunção costuma ser de:

  • 8% do faturamento para IRPJ;
  • 12% do faturamento para CSLL.

Sobre essa base presumida, aplicam-se as alíquotas de:

  • 15% de IRPJ (mais adicional de 10% sobre a parcela do lucro presumido que exceder R$ 60 mil por trimestre);
  • 9% de CSLL.

Além desses tributos, as empresas no Lucro Presumido recolhem:

  • PIS e COFINS, normalmente pelo regime cumulativo, com alíquota conjunta de 3,65%;
  • ICMS, conforme a legislação estadual;
  • ISS, caso a empresa também preste serviços.

Ao fazer as contas, a carga total costuma ficar entre 11% e 16% do faturamento, dependendo da combinação de impostos e da realidade de cada negócio.


Vantagens do Lucro Presumido para lojas virtuais

Esse regime se torna atraente quando:

  • o e-commerce já atingiu um patamar de faturamento relevante;
  • a margem de lucro real costuma ser maior que a margem presumida;
  • a alíquota efetiva do Simples ultrapassou níveis entre 12% e 14%;
  • a empresa precisa de uma tributação mais previsível e estável;
  • a operação envolve vendas interestaduais intensas, com forte peso de ICMS.

Outra vantagem é que o Lucro Presumido não trabalha com faixas progressivas do mesmo jeito que o Simples. A alíquota não “explode” conforme o faturamento cresce, o que dá mais previsibilidade para negócios em ritmo de expansão.


Pontos de atenção

Nem tudo é vantagem. O Lucro Presumido exige:

  • contabilidade completa e bem estruturada;
  • apuração trimestral de IRPJ e CSLL;
  • prestação de diversas obrigações acessórias;
  • maior disciplina financeira e documental.

Quando a gestão financeira é frágil ou o empreendedor não está disposto a organizar a casa, esse regime pode se tornar um problema. Por isso, a migração do Simples para o Presumido deve ser feita com acompanhamento próximo de uma contabilidade especializada em e-commerce, como a AEXO Contabilidade Digital, que está acostumada a simular cenários para lojas virtuais de diferentes portes.


Lucro Real para e-commerce: quando faz sentido adotar o regime mais complexo

O Lucro Real é o regime tributário mais técnico e aprofundado. Nele, os impostos sobre o lucro (IRPJ e CSLL) são calculados com base no lucro líquido contábil, ajustado por adições e exclusões previstas em lei.

Para a maioria das lojas virtuais de pequeno e médio porte, o Lucro Real não é necessário. Porém, em algumas situações específicas, ele se torna uma opção estratégica.


Quando o Lucro Real começa a fazer sentido | Tributação para e-commerce

Esse regime pode ser interessante quando:

  • o faturamento atinge patamares muito elevados;
  • a operação trabalha com margens mais apertadas;
  • há grande volume de custos e despesas dedutíveis;
  • opera em alguns meses com prejuízo fiscal;
  • a empresa busca aproveitar créditos de PIS/COFINS no regime não cumulativo;
  • o negócio trabalha fortemente com importação e cadeias mais complexas.

Nessas situações, a possibilidade de deduzir despesas efetivas e utilizar créditos pode reduzir significativamente a carga tributária, em especial quando o lucro contábil é proporcionalmente menor que as presunções do Lucro Presumido.


Desafios do Lucro Real

O regime exige:

  • contabilidade extremamente organizada;
  • controles avançados de estoque, custos, despesas e receitas;
  • equipe contábil e fiscal especializada;
  • rigor na entrega de obrigações acessórias;
  • preparo para auditorias e fiscalização mais intensas.

Por isso, o Lucro Real, na prática, é mais adequado a grandes operações, com estrutura administrativa robusta e apoio contábil de alto nível.


Comparando Simples x Presumido x Real para e-commerce

Para facilitar, vale organizar as características principais em uma visão comparativa conceitual:

  • Simples Nacional: ideal para empresas em fase inicial ou com faturamento menor, buscando simplicidade operacional. Carga tributária competitiva no início, mas com potencial de aumento conforme a empresa cresce.
  • Lucro Presumido: recomendado para e-commerces em crescimento, com boa margem e faturamento consistente. Tende a ser vantajoso quando a alíquota efetiva do Simples supera determinado patamar.
  • Lucro Real: indicado para grandes operações ou negócios com margens reduzidas e muitas despesas dedutíveis. Exige alta maturidade de gestão.

Em vez de tratar o regime tributário como algo “fixo para sempre”, o ideal é encarar essa escolha como uma decisão dinâmica. À medida que seu e-commerce cresce, muda de modelo (por exemplo, entra em novos marketplaces, começa a importar ou abre centros de distribuição em outros estados), pode fazer sentido revisar o regime e migrar de forma planejada.

É justamente aqui que o papel da contabilidade consultiva se torna essencial.


Erros comuns na escolha do regime tributário do e-commerce

Alguns problemas se repetem em muitos negócios online:

  • permanecer no Simples apenas por medo de complexidade, mesmo já pagando alíquotas altíssimas;
  • migrar para o Lucro Presumido sem simulações detalhadas;
  • acreditar que “todo e-commerce grande deve ir para o Real”, sem analisar dados concretos;
  • escolher CNAE de forma aleatória, sem alinhamento com o planejamento tributário;
  • comparar regimes olhando só para uma alíquota isolada, sem considerar encargos, ICMS, PIS/COFINS e ISS;
  • não revisar a tributação quando a loja muda de porte ou passa a vender em novos canais.

Esses erros consomem caixa, reduzem competitividade e, em muitos casos, travam o crescimento do negócio justamente quando ele está em fase de escala.


Reforma Tributária, IBS, CBS e Split Payment: o que muda para o e-commerce

A partir de 2026, a realidade tributária brasileira começa a mudar em direção ao chamado IVA Dual, formado por:

  • IBS – Imposto sobre Bens e Serviços, de competência compartilhada entre estados e municípios;
  • CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços, de competência federal.

Tanto o ICMS quanto o ISS, além de PIS e COFINS, serão gradualmente substituídos por esses novos tributos. Na prática, o e-commerce terá uma tributação mais unificada sobre o consumo, com regras padronizadas e foco na transparência.

Outro ponto extremamente relevante será o Split Payment. Com esse mecanismo, o imposto será retido automaticamente no momento da transação, antes do dinheiro chegar à conta da empresa. Isso significa:

  • fim do “pago depois” com relação a parte dos tributos;
  • menor espaço para erros de cálculo manual;
  • fiscalização ainda mais automatizada;
  • necessidade de adequação de sistemas e integrações.

O Simples Nacional permanecerá, mas com ajustes. Parte da carga de IBS e CBS pode ser tratada “por dentro” do DAS em alguns casos, enquanto outros modelos terão uma lógica híbrida, em que determinados tributos serão calculados fora do Simples.

Empresas que já tiverem contabilidade organizada e planejamento tributário ativo vão atravessar essa transição com bem menos dor de cabeça.


Como escolher, na prática, entre Simples, Lucro Presumido ou Real para sua loja virtual

Não existe resposta universal, mas é possível criar um roteiro prático:

  1. Mapeie o faturamento atual e projetado.
    Leve em conta tanto o histórico quanto as expectativas realistas de crescimento.
  2. Entenda a margem líquida do seu negócio.
    Não basta olhar para a margem bruta. Despesas com frete, logística, tráfego, comissões e estrutura consomem resultado.
  3. Simule a carga tributária em cada regime.
    Compare não apenas alíquotas nominais, mas a tributação total, considerando IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ICMS e ISS.
  4. Analise o impacto da burocracia.
    Avalie se sua empresa está preparada, em termos de processos, para suportar regimes mais complexos.
  5. Considere as mudanças da Reforma Tributária.
    Decisões tomadas hoje precisam estar alinhadas ao cenário de 2026 em diante.
  6. Converse com uma contabilidade especialista em e-commerce.
    Uma análise feita por quem conhece profundamente o setor traz insights que não aparecem em simulações genéricas.

A AEXO Contabilidade Digital atua exatamente nesse ponto: simula cenários, identifica o melhor regime para cada momento do negócio e acompanha a evolução tributária ao longo do tempo.


Por que a AEXO Contabilidade é a parceira ideal para o seu e-commerce

A AEXO não é apenas mais um escritório tradicional. Trata-se de uma contabilidade digital especializada em negócios online, com foco em tributação para e-commerce:

  • e-commerce próprio;
  • operações em marketplaces;
  • negócios híbridos (físico + online);
  • empresas que vendem para todo o Brasil;
  • lojas em expansão que querem reduzir impostos sem correr riscos.

Além do atendimento humanizado e consultivo, a AEXO:

  • analisa faturamento, margem e operação em detalhes;
  • simula, com números, a diferença entre Simples, Lucro Presumido e Lucro Real;
  • orienta sobre o melhor CNAE e regime para cada modelo de negócio;
  • cuida da emissão de notas fiscais;
  • oferece suporte em obrigações acessórias;
  • prepara sua empresa para as mudanças da Reforma Tributária;
  • ajuda a estruturar a gestão financeira, com relatórios claros e úteis.

A AEXO foi escolhida por grandes players do mercado digital e fintechs para produzir conteúdo e orientação técnica, o que demonstra a confiança e a autoridade construída no segmento.


Chegou a hora de pagar menos imposto e profissionalizar a tributação do seu e-commerce

Tributação para e-commerce é um tema indispensável para quem quer ter sucesso com a sua loja virtual. Se você leu até aqui, provavelmente sabe que o regime tributário não pode mais ser tratado como detalhe. Ele é um dos pilares da saúde financeira do seu e-commerce.

Talvez hoje sua loja esteja no Simples e já sinta o peso da alíquota. Pode ser que o negócio tenha crescido e você desconfie que o Lucro Presumido traria uma economia importante. Em alguns casos, o Lucro Real pode ser um caminho estratégico. Independentemente do cenário, a decisão precisa ser técnica, estruturada e acompanhada por quem entende profundamente de e-commerce e tributos.

A AEXO Contabilidade Digital pode ajudar a:

  • descobrir qual regime é de fato o mais vantajoso para sua loja;
  • reduzir legalmente a carga tributária;
  • organizar a contabilidade para crescer com segurança;
  • preparar seu negócio para o novo cenário com IBS, CBS e Split Payment.

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Dê o próximo passo para transformar a tributação em aliada do crescimento do seu e-commerce.

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Tributação para e-commerce

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Contabilidade para E-commerce: Tudo o que Você Precisa Saber (Guia Definitivo para 2026)

como ter sucesso sendo dono de e-commerce

Contabilidade para e-commerce: Gerenciar um e-commerce envolve muito mais do que vender produtos pela internet. O setor cresce de forma acelerada no Brasil, mas o número de empreendedores que enfrentam problemas fiscais, multas e inconsistências tributárias também aumenta. Um dos motivos é simples: muitos lojistas digitais ignoram a importância de uma contabilidade especializada.

Além de ser uma exigência legal, a contabilidade se tornou um diferencial competitivo para lojas virtuais. Empresas que controlam corretamente suas finanças pagam menos impostos, evitam riscos e aproveitam oportunidades que passam despercebidas por quem tenta operar “no escuro”.

Neste guia completo, você vai entender tudo sobre contabilidade para e-commerce, desde a escolha do regime tributário até a emissão de notas fiscais, gestão fiscal, obrigações acessórias e como se preparar para a Reforma Tributária que começa a impactar o mercado a partir de 2026.

Ao final do artigo, você vai descobrir como a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar seu e-commerce a pagar menos impostos, crescer com segurança e se manter à frente da concorrência.

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Por que o e-commerce exige uma contabilidade especializada?

A estrutura tributária de lojas virtuais é completamente diferente de negócios físicos tradicionais. Além da venda digital, existe circulação de mercadorias, emissão de notas, gateways de pagamento, antecipação de recebíveis, marketplace retendo comissões e outras particularidades operacionais que mudam a forma como a contabilidade deve ser feita.

A complexidade do e-commerce aumenta conforme o negócio cresce, especialmente quando há:

  • uso de marketplaces como Mercado Livre, Amazon e Shopee
  • importação de produtos
  • logística terceirizada (fulfillment)
  • vendas interestaduais
  • múltiplos meios de pagamento
  • operações com dropshipping
  • emissão de notas para cada pedido

Cada um desses elementos muda a forma como os impostos são calculados e como o e-commerce deve se estruturar.

Uma contabilidade tradicional, que não entende as especificidades digitais, raramente consegue entregar clareza financeira e, pior ainda, pode gerar erros que se transformam em multas pesadas.


A contabilidade certa reduz custos, aumenta o lucro e protege o e-commerce

Quando o empresário entende como sua empresa realmente funciona financeiramente, ele toma decisões mais inteligentes. E isso é crucial no setor digital, que se caracteriza por margens apertadas e custos variáveis (frete, anúncios, embalagens, plataformas e comissões).

Uma boa gestão contábil permite:

  • pagar menos impostos de forma legal
  • reduzir custos operacionais
  • identificar produtos mais lucrativos
  • prever sazonalidade
  • eliminar gargalos financeiros
  • entender fluxo de caixa real
  • organizar estoque e CMV (Custo de Mercadoria Vendida)
  • evitar problemas com marketplace e Receita Federal

Por isso, quem tem um e-commerce precisa de um contador que fale a mesma língua que o negócio. E é exatamente isso que a AEXO Contabilidade Digital entrega.


O que muda no e-commerce a partir de 2026 com a Reforma Tributária

A Reforma Tributária é uma das maiores transformações fiscais já feitas no Brasil. E o e-commerce está no centro dessa mudança. A transição entre o sistema atual e o novo modelo começa em 2026 e só será concluída em 2033, mas os ajustes precisam começar agora.

Os principais impactos para lojas virtuais incluem:

1. Criação do IVA Dual (IBS + CBS)

O e-commerce passará a pagar impostos unificados, substituindo ICMS, PIS, COFINS e ISS; através do IVA DUAL.

2. Fim da guerra fiscal entre estados

Vendas interestaduais ficarão mais simples, porém ajustadas por um novo sistema.

3. Regra de destino

O imposto será recolhido no estado do consumidor final.

4. Maior rastreabilidade fiscal

Nota fiscal, meios de pagamento e movimentações financeiras estarão totalmente integradas.

5. Split Payment obrigatório

O imposto será descontado automaticamente na transação antes mesmo de o lojista receber a venda.

E isso, sem dúvida, muda completamente a dinâmica tributária do e-commerce. Entenda tudo sobre o Split Payment clicando aqui.

Como funciona a tributação para e-commerce no Brasil (explicação completa e atualizada)

O e-commerce possui uma das tributações mais específicas do país. Isso acontece porque as vendas envolvem circulação de mercadorias, logística interestadual, plataformas digitais e repasses financeiros feitos por intermediadores. Cada detalhe interfere diretamente no cálculo dos impostos.

Para um e-commerce operar corretamente, o empreendedor precisa compreender três pilares fundamentais:

  1. Modelo de negócio (loja própria, marketplace, dropshipping etc.)
  2. Tributação aplicável (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real)
  3. Origem e destino das mercadorias (mesmo estado ou interestadual)

Esses fatores determinam como a empresa pagará impostos e qual regime será o mais vantajoso financeiramente.

A seguir, você entenderá como cada etapa impacta na tributação.


Seu modelo de e-commerce determina seus impostos

O tipo de operação interfere diretamente nas obrigações fiscais. Veja algumas diferenças importantes.


E-commerce tradicional (venda de estoque próprio)

A empresa compra mercadorias, armazena e envia ao cliente.
Nesse caso, incidem:

  • ICMS (imposto estadual sobre circulação de mercadorias)
  • PIS/COFINS (impostos federais sobre receita)
  • ISS somente se houver serviços complementares, como montagem ou instalação
  • DAS, se estiver no Simples Nacional

O estoque precisa ser contabilizado mensalmente, assim como o CMV (Custo de Mercadoria Vendida), fundamental para apurar lucro real.


E-commerce em marketplaces

Plataformas como Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu fazem retenção automática de comissões.

Mas o vendedor continua responsável por:

  • emitir nota fiscal
  • declarar receita integral
  • registrar custo das vendas
  • recolher ICMS conforme origem/destino
  • pagar DAS ou impostos do regime escolhido

Muitos lojistas cometem o erro de declarar o valor líquido recebido do marketplace. Isso causa divergências graves na Receita Federal e gera malha fina digital.


Dropshipping nacional

A loja vende, mas quem envia é o fornecedor brasileiro.

Nesse caso:

  • a nota fiscal deve ser emitida pela loja que vendeu
  • há incidência de ICMS normalmente
  • a contabilidade registra CMV conforme contrato com fornecedor

Dropshipping internacional

É a operação fiscal mais arriscada. Sem contabilidade adequada, a empresa fica sujeita a:

  • apreensão de mercadorias
  • multa por intermediação irregular
  • tributação retroativa

A legislação brasileira exige comprovação fiscal de origem. Por isso, quem trabalha com dropshipping precisa de uma contabilidade experiente no digital.

A AEXO Contabilidade tem uma equipe especializada em modelos híbridos e multicanais.


Regimes Tributários para e-commerce: qual é o melhor?

O regime tributário é o coração da estratégia fiscal de qualquer e-commerce. A escolha certa reduz drasticamente os impostos. A errada aumenta custos e prejudica o lucro líquido.

A seguir, veja como cada regime funciona na prática.


Simples Nacional para e-commerce | Contabilidade para e-commerce

É o regime mais usado por lojas virtuais iniciantes. Ele unifica diversos impostos em uma única guia (DAS), porém exige atenção especial ao Anexo I, que possui alíquotas progressivas.

No e-commerce, a alíquota costuma variar entre 4% e 19%, dependendo:

  • do faturamento dos últimos 12 meses
  • do fator redutor do ICMS
  • da faixa do Anexo I

Apesar de parecer simples, o Simples Nacional pode se tornar caro quando:

  • o faturamento supera R$ 50.000 por mês
  • há muitos custos com logística
  • margens são reduzidas
  • vendas são majoritariamente interestaduais

Lojas com faturamento crescente tendem a migrar para o Lucro Presumido.


Lucro Presumido para e-commerce | Contabilidade para e-commerce

Nesse regime, presume-se um lucro sobre o faturamento. Para comércio, a presunção é de 8% para IRPJ e 12% para CSLL.

O e-commerce paga:

  • ICMS
  • PIS/COFINS (alíquota aproximada de 3,65%)
  • IRPJ/CSLL sobre base presumida

Para lojas com margem real acima de 20% ou faturamento mensal acima de R$ 150 mil, o Lucro Presumido costuma ser financeiramente mais vantajoso que o Simples Nacional.


Lucro Real para e-commerce | Contabilidade para e-commerce

É o regime mais complexo, porém o mais elegante para e-commerces que:

  • importam produtos
  • possuem margens muito variáveis
  • investem pesado em estrutura
  • faturam mais de R$ 78 milhões
  • trabalham com produtos de baixa margem
  • precisam aproveitar créditos fiscais (PIS/COFINS)

No Lucro Real, os impostos são calculados sobre o lucro líquido contábil, permitindo otimização tributária inteligente.

ICMS no e-commerce: interestadual, DIFAL e substituição tributária

O ICMS é o imposto que mais confunde quem vende pela internet. Isso ocorre porque cada estado possui regras próprias, alíquotas diferentes e obrigações acessórias exclusivas.

Quando a venda é interestadual, o cenário fica ainda mais complexo.

🔸 Vendas dentro do mesmo estado | Contabilidade para e-commerce

O e-commerce paga ICMS pela alíquota interna estadual.

🔸 Vendas para outros estados | Contabilidade para e-commerce

Entra em cena:

  • ICMS interestadual
  • DIFAL (Diferença de Alíquota)
  • Regra de destino para consumidor final

Com a Reforma Tributária, boa parte disso será substituída pelo IBS, simplificando tudo, mas apenas após o período de transição.


Emissão de Nota Fiscal no e-commerce

Toda venda online exige emissão de nota fiscal eletrônica (NF-e). Mesmo nos marketplaces, o vendedor é o responsável pela emissão.

Existem três modelos que podem ser exigidos:

  • NF-e — Nota Fiscal de Produto
  • NFS-e — Nota Fiscal de Serviço
  • CT-e — Conhecimento de Transporte (quando aplicável)

A Receita Federal, marketplaces e gateways de pagamento cruzam informações automaticamente. Por isso, inconsistências geram notificações rápidas.

Na AEXO, todos os clientes recebem suporte para emissão fiscal correta.

Gestão Financeira no E-commerce: o que muda na contabilidade digital

O e-commerce exige uma gestão financeira mais precisa que negócios físicos tradicionais. Isso ocorre porque a operação digital envolve:

  • grande volume de pedidos
  • recebimentos fracionados por intermediadores
  • taxas variáveis (gateway, marketplace, antifraude)
  • múltiplos canais de venda
  • repasses em datas diferentes
  • devoluções e chargebacks

Sem uma organização financeira sólida, a empresa perde a capacidade de:

  • controlar fluxo de caixa
  • identificar produtos lucrativos
  • precificar corretamente
  • prever impostos
  • calcular margem real
  • tomar decisões estratégicas

A seguir, você entenderá os pilares essenciais dessa gestão financeira.


Controle de entradas — O dinheiro que realmente cai na conta | Contabilidade para e-commerce

No e-commerce, existe diferença entre:

  • Receita bruta (valor total da venda)
  • Receita líquida recebida (valor após comissões e taxas)
  • Repasse financeiro (quando o valor é efetivamente pago ao lojista)

A contabilidade trabalha com a receita bruta, pois é sobre ela que incidem os impostos. Muitos lojistas se confundem ao considerar apenas o valor líquido, o que cria inconsistências fiscais.

O ideal é integrar:

  • plataforma de vendas
  • sistema de gestão
  • conciliação de pagamentos
  • relatório contábil

Controle de custos — CMV, logística e fulfillment

O CMV (Custo de Mercadorias Vendidas) é o indicador mais importante para medir a lucratividade de um e-commerce. Ele considera:

  • custo de compra
  • frete de entrada
  • impostos de aquisição
  • embalagens
  • despesas de armazenagem

Além disso, gastos como:

  • logística de envio
  • processamento
  • SAC
  • fulfillment

precisam ser distribuídos corretamente no custo operacional.

É exatamente esse controle que evita prejuízos silenciosos.


Precificação estratégica — como calcular preço certo no e-commerce

Precificar produtos no e-commerce vai muito além de colocar margem sobre o custo. Uma boa estratégia leva em conta:

  • custo fixo por venda
  • custo variável por canal
  • comissão do marketplace
  • percentual de devolução
  • tributos sobre faturamento
  • ICMS interno ou interestadual
  • custo logístico
  • preço médio dos concorrentes

Uma fórmula simples, mas poderosa:

Preço mínimo = (CMV + custos variáveis + custos fixos unitários) / (1 – margem desejada – tributação aplicável)

A contabilidade especializada ajuda a prever o preço ideal por produto, plataforma e volume de vendas.


Estoque, CMV e logística: como isso afeta seus impostos

O estoque é parte essencial da estrutura contábil e tributária de um e-commerce. Uma gestão inadequada gera:

  • divergências no livro-caixa
  • inconsistência entre compras e vendas
  • dificuldade para apurar lucro
  • fiscalização automática pelo Fisco

Além disso, o CMV determina:

  • lucro líquido
  • base de cálculo no Lucro Real
  • margem tributável
  • precificação
  • estratégias de expansão

Um estoque bem organizado reduz até 40% dos erros fiscais.


Riscos Fiscais no E-commerce: o que pode colocar sua empresa na mira da Receita

Por ser um setor totalmente digital, o e-commerce está entre os mercados mais monitorados. A Receita Federal e as SEFAZ estaduais cruzam dados diariamente de:

  • marketplaces
  • gateways de pagamento
  • bancos
  • transportadoras
  • emissão de nota fiscal
  • plataformas de ERP

O menor indício de inconsistência pode gerar:

  • notificações automáticas
  • cobrança de imposto retroativo
  • multas altas
  • bloqueio de emissão de notas
  • exclusão do Simples Nacional
  • fiscalização presencial

Os erros mais comuns incluem:

  • não emitir nota fiscal
  • declarar faturamento líquido em vez de bruto
  • não recolher DIFAL corretamente
  • usar CNAE incorreto
  • trabalhar com estoque desorganizado
  • declarar valores diferentes dos marketplaces

Por isso, e-commerces que crescem rápido precisam de uma contabilidade especializada.


A Reforma Tributária e o e-commerce em 2026: o que vai mudar

O varejo digital será um dos setores mais afetados pela Reforma Tributária. A transformação ocorrerá em quatro grandes áreas:

1. Fim do ICMS, PIS e COFINS

Eles serão substituídos por:

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) — gestão estadual
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — gestão federal

2. Redução da complexidade interestadual

O IBS elimina boa parte das regras estaduais de ICMS, como:

  • DIFAL
  • substituição tributária
  • alíquotas diferenciadas
  • benefícios unilaterais

Isso simplifica operações que hoje são extremamente burocráticas.

3. Split Payment obrigatório

O Split Payment significa que:

O imposto será cobrado automaticamente no momento do pagamento.

Isso acaba com:

  • inadimplência fiscal
  • divergência entre emissão e pagamento
  • cálculo manual de impostos

4. Fiscalização digital mais rígida

Com a automação total, o Fisco terá acesso:

  • ao valor da venda
  • ao meio de pagamento
  • ao destino
  • ao imposto recolhido automaticamente

Empresas sem conformidade fiscal serão identificadas imediatamente.

E-commerces que quiserem crescer precisam se preparar desde agora.

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Como reduzir impostos no e-commerce de forma legal e estratégica | Contabilidade para e-commerce

Existem várias estratégias fiscais para e-commerce, como:

  • escolha correta do regime tributário
  • CNAEs específicos para reduzir alíquotas
  • descontos de ICMS por crédito acumulado
  • revisão de períodos anteriores (recuperação de crédito)
  • redução de PIS/COFINS por insumos
  • incentivos estaduais
  • mudança do local de operação
  • blindagem societária
  • planejamento tributário personalizado

A AEXO Contabilidade é especialista justamente nisso: reduzir custos fiscais e aumentar o lucro líquido das lojas virtuais.


Como a AEXO Contabilidade ajuda e-commerces a crescerem de forma organizada

Você não precisa lidar com tributação, emissão de nota, Simples, ICMS, DIFAL, marketplaces, split payment e reforma tributária sozinho.

A AEXO oferece:

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  • escolha do melhor regime tributário
  • gestão fiscal completa
  • cálculo de impostos automatizado
  • emissão de notas
  • integração com marketplaces
  • folha de pagamento
  • planejamento tributário
  • redução de impostos
  • consultoria estratégica 1:1
  • suporte premium no WhatsApp

A AEXO é referência nacional em contabilidade para e-commerce, infoprodutores e negócios digitais.


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contabilidade para e-commerce

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.