CBS: O Que é a Contribuição sobre Bens e Serviços e Como Ela Vai Substituir PIS e COFINS

Introdução

A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) será um dos primeiros tributos da Reforma Tributária a entrar efetivamente em vigor e representa uma mudança profunda na tributação federal sobre o consumo. Ao substituir o PIS e a COFINS, a CBS elimina um dos sistemas mais complexos e controversos do atual modelo tributário brasileiro.

Durante anos, empresas conviveram com regras confusas, regimes cumulativos e não cumulativos, créditos restritos e um alto nível de litígios relacionados a PIS e COFINS. Com a CBS, o objetivo do governo é simplificar a arrecadação, ampliar o direito ao crédito e tornar a tributação mais transparente e neutra.

Entender o funcionamento é essencial porque ela entra em vigor antes do IBS, impactando diretamente preços, contratos, fluxo de caixa e planejamento tributário já a partir de 2027.

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O que é a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)

A Contribuição sobre Bens e Serviços é um tributo federal, estruturado no modelo de IVA dual (Imposto sobre Valor Agregado), criado para substituir integralmente o PIS e a COFINS.

Entre suas principais características, destacam-se:

  • incidência sobre bens e serviços;
  • não cumulatividade plena, com crédito financeiro amplo;
  • legislação federal única;
  • apuração mais simples e padronizada;
  • substituição completa de dois tributos historicamente complexos.

A Contribuição sobre Bens e Serviços não é apenas uma “junção” do PIS com a COFINS. Ela altera a lógica de apuração, crédito e controle, exigindo adaptação contábil e estratégica das empresas.


CBS x PIS e COFINS: o que muda na prática

A comparação entre o modelo atual e o novo sistema deixa claro o impacto da CBS.

Acompanhe aqui o cronograma da reforma tributária.

Modelo atual (PIS e COFINS)

  • existência de regimes cumulativo e não cumulativo;
  • créditos limitados e sujeitos a interpretações;
  • base de cálculo controversa;
  • alto volume de disputas administrativas e judiciais;
  • complexidade operacional elevada.

Novo modelo com a CBS

AspectoPIS / COFINSCBS
EstruturaDois tributos distintosTributo único
CumulatividadeParcialNão cumulativo
CréditosRestritosAmplos
LegislaçãoFragmentadaUnificada
LitígiosElevadosTendência de redução

Essa mudança traz ganhos claros de previsibilidade, mas exige preparação.


Como a CBS vai funcionar na prática

Não cumulatividade com crédito financeiro amplo

No modelo da Contribuição sobre Bens e Serviços, todo imposto pago na etapa anterior gera crédito integral, desde que a operação esteja corretamente documentada. Isso reduz distorções e elimina discussões recorrentes sobre “o que gera crédito”.

Na prática, empresas com boa organização fiscal tendem a se beneficiar mais desse modelo.


Incidência uniforme sobre bens e serviços

A CBS incide tanto sobre bens quanto sobre serviços, eliminando distinções artificiais que hoje geram conflitos interpretativos. Essa característica aproxima o Brasil de padrões internacionais de tributação sobre o consumo.


Apuração centralizada e mais simples

A apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços será padronizada em nível federal, reduzindo obrigações acessórias e divergências regionais. Embora a adaptação inicial exija ajustes em sistemas e processos, a tendência é de simplificação no médio e longo prazo.


Impactos financeiros da CBS para as empresas

A implementação da CBS gera impactos diretos no caixa e na estratégia das empresas.

Revisão de preços e margens

A nova lógica de crédito e débito exige revisão da formação de preços, especialmente em setores de serviços que hoje estão no regime cumulativo.


Efeito no fluxo de caixa

Com a não cumulatividade plena, empresas poderão recuperar créditos de forma mais eficiente. Por outro lado, mudanças na forma de recolhimento podem exigir maior controle de caixa no curto prazo.


2026 será um ano de testes

O ano de 2026 funcionará como um período de teste obrigatório para as empresas, com alíquotas simbólicas:

TributoAlíquota em 2026Finalidade
CBS0,9%Teste do tributo federal
IBS0,1%Teste do tributo estadual/municipal

Redução de litígios tributários

A CBS tende a reduzir discussões judiciais relacionadas a PIS e COFINS, trazendo mais segurança jurídica e previsibilidade financeira.


CBS e planejamento tributário: por que a preparação é essencial

A Contribuição sobre Bens e Serviços não elimina o planejamento tributário, ela o transforma.

Empresas que se antecipam:

  • ajustam contratos e precificação;
  • organizam documentação fiscal;
  • revisam enquadramento tributário;
  • simulam impactos financeiros;
  • evitam surpresas no fluxo de caixa.

A AEXO Contabilidade atua com simulações práticas da Contribuição sobre Bens e Serviços, avaliando impactos reais para diferentes setores e modelos de negócio, sempre com foco em segurança jurídica e eficiência fiscal.


CBS e a Reforma Tributária: cronograma

A Contribuição sobre Bens e Serviços entra em vigor plena a partir de 2027, antes da implementação gradual do IBS. Isso faz com que a adaptação seja o primeiro grande teste prático da Reforma Tributária para as empresas.

Quem errar nessa etapa pode carregar problemas operacionais e financeiros para os anos seguintes da transição.

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FAQ — Perguntas Frequentes sobre a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)

1. O que é a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?

A CBS é um tributo federal criado pela Reforma Tributária para substituir o PIS e a COFINS. Ela segue o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), sendo não cumulativa e permitindo crédito amplo ao longo da cadeia.


2. A CBS substitui totalmente o PIS e a COFINS?

Sim. A CBS substituirá integralmente o PIS e a COFINS a partir de 2027, encerrando o modelo atual que combina regimes cumulativos e não cumulativos.


3. Quando a CBS começa a valer na prática?

A CBS entra em vigor plena em 2027, após o período de regulamentação e testes previsto no cronograma da Reforma Tributária.


4. A CBS é cumulativa ou não cumulativa?

A CBS é totalmente não cumulativa, permitindo o aproveitamento de créditos financeiros em todas as etapas, desde que as operações estejam devidamente documentadas.


5. Quem poderá aproveitar créditos da CBS?

Empresas que adquirirem bens ou serviços tributados pela CBS poderão aproveitar créditos, independentemente do setor, desde que cumpram as regras de documentação e apuração.


6. A CBS incide sobre serviços e produtos digitais?

Sim. A CBS incide sobre bens e serviços, inclusive serviços digitais, softwares, plataformas online e operações realizadas por meios eletrônicos.


7. A CBS vai aumentar a carga tributária das empresas?

Depende do setor, do modelo de negócio e do nível de planejamento tributário. Para algumas empresas, a carga pode se manter estável ou até reduzir; para outras, pode haver aumento sem planejamento adequado.


8. Como a CBS afeta empresas prestadoras de serviços?

Empresas de serviços, especialmente as que hoje estão no regime cumulativo do PIS/COFINS, sentirão mudanças relevantes, exigindo revisão de preços, contratos e margens.


9. A CBS reduz a complexidade tributária?

A proposta da CBS é reduzir significativamente a complexidade ao unificar dois tributos em um só, com regras mais claras e padronizadas. Ainda assim, a fase de transição exige adaptação.


10. O Simples Nacional será afetado pela CBS?

O Simples Nacional será mantido, mas empresas optantes precisarão avaliar como a CBS impacta sua competitividade, especialmente em operações B2B.


11. Contratos existentes precisam ser revisados por causa da CBS?

Sim. Contratos de longo prazo devem ser revisados para adequar cláusulas de repasse tributário e evitar prejuízos financeiros durante a transição.


12. A CBS acaba com as discussões judiciais sobre PIS e COFINS?

A tendência é de redução significativa dos litígios, pois a CBS elimina muitas das controvérsias existentes hoje. No entanto, discussões podem surgir na fase inicial de implementação.


13. As empresas precisam adaptar sistemas e ERPs para a CBS?

Sim. A adaptação de sistemas contábeis, fiscais e ERPs será fundamental para garantir correta apuração, controle de créditos e cumprimento das obrigações acessórias.


14. A CBS muda a forma de precificação das empresas?

Sim. A nova lógica de crédito e débito pode exigir revisão da formação de preços, especialmente em empresas que hoje acumulam imposto na cadeia.


15. Como as empresas podem se preparar para a CBS desde já?

As principais ações incluem:

  • simular impactos financeiros;
  • revisar contratos e preços;
  • organizar documentação fiscal;
  • adaptar sistemas;
  • contar com planejamento tributário especializado.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva para preparar empresas para a CBS com segurança e estratégia.


Conclusão: a CBS inaugura uma nova lógica na tributação federal

A Contribuição sobre Bens e Serviços representa o fim de um dos capítulos mais complexos da tributação brasileira. Embora traga simplificação e maior transparência, ela exige preparo técnico, revisão de processos e planejamento tributário estratégico.

Empresas que tratam apenas como uma troca de nomes correm riscos. Já aquelas que se antecipam transformam a mudança em vantagem competitiva.


Prepare sua empresa para a Contribuição sobre Bens e Serviços com apoio especializado

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Não espere ter problemas com a Receita Federal!

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

COMO FUNCIONA O IVA DUAL NA REFORMA TRIBUTÁRIA: ENTENDA O QUE MUDA COM O IBS E CBS NA NOVA REFORMA!

Introdução

IVA Dual na Reforma Tributária: O Brasil está passando por uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete acabar com décadas de complexidade fiscal e trazer um sistema mais simples, transparente e justo.
No centro dessa mudança está o IVA Dual, um modelo que vai substituir vários impostos municipais, estaduais e federais e transformar radicalmente a forma como as empresas pagam tributos.

Mas afinal, como o IVA Dual vai funcionar na prática?
O que são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?
E, principalmente: como isso vai impactar o bolso do empreendedor brasileiro?

Neste artigo, a AEXO Contabilidade explica de maneira clara e detalhada tudo o que você precisa saber sobre o novo sistema tributário, com exemplos práticos, projeções para o futuro e dicas de como preparar a sua empresa para 2026.

IVA Dual na Reforma Tributária


O Que é o IVA Dual na Reforma Tributária?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado Dual) é o novo modelo tributário aprovado na Reforma Tributária, inspirado em sistemas de sucesso utilizados em países como Alemanha e Portugal.
Ele foi criado para substituir diversos tributos e unificar a forma de cobrança de impostos sobre bens e serviços.

Atualmente, o Brasil possui um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, com impostos cobrados em cascata, diferenças entre estados e municípios, e uma burocracia que consome tempo e dinheiro das empresas.
O IVA Dual vem justamente para simplificar esse cenário, criando um modelo transparente e equilibrado, no qual cada empresa paga apenas o imposto sobre o valor que efetivamente adiciona ao produto ou serviço.

Isso significa que o novo sistema elimina a bitributação e a guerra fiscal entre estados e municípios, tornando a tributação mais previsível e eficiente.


Entendendo as Duas Modalidades do IVA Dual na Reforma Tributária: IBS e CBS

O IVA Dual é chamado assim porque será dividido em duas frentes complementares:

1. CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços

A CBS é o tributo federal do novo sistema.
Ela vai substituir o PIS, a COFINS e o IPI, unificando-os em uma única contribuição.

Seu objetivo é simplificar os tributos cobrados pela União, garantindo transparência e recolhimento digital em tempo real.

Exemplo:
Se antes uma empresa precisava calcular PIS, COFINS e IPI separadamente, agora ela pagará apenas a CBS sobre o valor agregado, com crédito tributário sobre o que foi pago nas etapas anteriores.


2. IBS — Imposto sobre Bens e Serviços

Já o IBS será o tributo estadual e municipal, substituindo o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).
Ou seja, a partir da implementação completa, estados e prefeituras deixarão de cobrar seus impostos de forma isolada e passarão a utilizar uma base unificada.

Isso elimina a chamada guerra fiscal, onde cada estado criava regras próprias para atrair empresas, gerando distorções e insegurança jurídica.
Com o IBS, as regras serão padronizadas em todo o país, e a arrecadação será distribuída automaticamente conforme o local de consumo do bem ou serviço.


Exemplo Prático: Como Funciona o IVA Dual na Cadeia Produtiva

Para entender melhor, veja o exemplo clássico utilizado pela AEXO Contabilidade:

Imagine a produção de uma camisa com alíquota total de 25%.

  • O produtor rural vende algodão por R$ 40 e paga R$ 10 de IVA.
  • A indústria de tecelagem compra o algodão por R$ 50, transforma-o em tecido e vende por R$ 60, gerando R$ 15 de IVA.
    Ela, porém, desconta o crédito de R$ 10 do imposto anterior e paga apenas R$ 5.
  • A fábrica de roupas compra o tecido por R$ 75, fabrica a camisa e vende por R$ 100, com R$ 25 de IVA.
    Descontando os R$ 15 anteriores, paga apenas R$ 10.
  • A loja de roupas compra a camisa por R$ 125 e vende ao consumidor final por R$ 200, com R$ 50 de IVA.
    Descontando R$ 25, paga R$ 25.

Ou seja, o consumidor final paga R$ 250, sendo R$ 200 do produto e R$ 50 de imposto.
O valor total do IVA pago (R$ 10 + 5 + 10 + 25 = R$ 50) corresponde exatamente ao que o cliente desembolsou.

Esse modelo é justo e transparente, pois o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada etapa, e o consumidor final é quem arca com o valor total.


Por Que o IVA Dual é Mais Justo e Eficiente

O IVA Dual traz uma série de vantagens competitivas para o ambiente de negócios:

  • Elimina a cumulatividade de impostos (o famoso “imposto sobre imposto”);
  • Reduz a guerra fiscal entre estados;
  • Simplifica obrigações acessórias e reduz o custo de conformidade;
  • Torna o sistema mais previsível e transparente;
  • Favorece a competitividade internacional das empresas brasileiras.

Com menos burocracia e maior clareza sobre a tributação, as empresas poderão planejar melhor seus custos e investimentos, além de aumentar a produtividade.


O IVA Dual e o Simples Nacional

Uma dúvida comum entre empreendedores é: como o IVA Dual vai afetar o Simples Nacional?

O governo estuda dois modelos possíveis:

Simples Nacional “por dentro”

Nesse modelo, o IBS e a CBS estariam dentro do DAS, ou seja, já incluídos no cálculo unificado do Simples Nacional.
O contribuinte pagaria normalmente seu DAS, sem precisar de cálculos adicionais.

Simples Nacional “híbrido”

Neste caso, o IBS e a CBS ficariam “por fora” do DAS, exigindo apuração separada desses tributos, mas com créditos automáticos para quem compra de optantes do Simples.

O modelo híbrido é o mais cotado, pois traz maior transparência e rastreabilidade, sem perder a simplicidade para micro e pequenas empresas.


IVA Dual na Reforma Tributária: Split Payment e DREX

A implementação do IVA Dual será acompanhada por dois sistemas digitais:

Split Payment — Pagamento Automático de Tributos

O Split Payment dividirá automaticamente o valor da venda: uma parte para o vendedor e outra diretamente para o governo, eliminando a sonegação e atrasos no recolhimento.

DREX — O Real Digital

O Drex, moeda digital do Banco Central, permitirá pagamentos e recolhimentos de impostos em tempo real, com transparência total entre empresas, bancos e governo.
A união do Drex com o Split Payment trará automação fiscal total, reduzindo fraudes e erros humanos.


Como se Preparar Para o IVA Dual na Reforma Tributária

A transição exigirá planejamento tributário estratégico.
Veja as principais ações que sua empresa deve adotar:

  1. Atualize seu sistema contábil para lidar com o IBS e CBS;
  2. Capacite sua equipe fiscal e financeira;
  3. Implemente contabilidade digital integrada;
  4. Acompanhe o Fator R e revise seu enquadramento tributário;
  5. Busque orientação profissional de especialistas como a AEXO Contabilidade.

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Conclusão | IVA Dual na Reforma Tributária

O IVA Dual representa o início de uma nova era no sistema tributário brasileiro.
Ele promete acabar com a complexidade, reduzir custos operacionais e trazer justiça fiscal real para empresas e consumidores.

Mas o sucesso dessa transição dependerá da preparação antecipada das empresas.
Quem se adaptar primeiro, estará à frente.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário e contabilidade digital e pode ajudar sua empresa a navegar com segurança pela Reforma Tributária 2026.

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IVA Dual na Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Definitivo para Empresários (o que muda, como se preparar e como pagar menos com a AEXO Contabilidade Digital)

IBS e CBS Reforma Tributária: Se você é empreendedor no Brasil, já percebeu que a Reforma Tributária deixou todo mundo falando em IBS e CBS. E, sim, essas siglas vão mexer no seu preço, na sua margem, na sua formação de crédito e até na forma como você compra e vende. O objetivo deste guia é explicar, sem juridiquês, o que são esses tributos, o que muda na prática, como isso afeta comércio, serviços e indústria, e — principalmente — o que você pode fazer hoje para chegar na virada com tudo organizado e pagando o mínimo legal de impostos.

Resumo da essência: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) substituirá PIS/COFINS no âmbito federal. IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) substituirá ICMS/ISS, com gestão compartilhada entre estados e municípios. A promessa é menos burocracia, crédito financeiro amplo e mais transparência na carga tributária. O QUE SÃO IBS E CBS

Ao longo do artigo, você verá checklists, estudos de caso e um plano 30-60-90 dias para começar já. E, no final, um Canal direto para conversar com a AEXO Contabilidade Digital, referência em planejamento tributário e implementação contábil para empresas que buscam eficiência fiscal com segurança.

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Completo para Empresas | AEXO


O que são IBS e CBS (e por que isso simplifica)

Definição direta ao ponto

  • CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços: tributo federal que substitui PIS e COFINS, trazendo regras padronizadas e não cumulativas.
  • IBS – Imposto sobre Bens e Serviços: tributo com gestão compartilhada entre estados e municípios, que substitui ICMS e ISS e busca harmonizar regras, reduzindo a “guerra fiscal” e a confusão atual entre legislações.

A Reforma Tributária trouxe duas siglas que estão mudando o jeito de pensar impostos no Brasil: IBS e CBS. Muitos empresários ainda não entendem como elas funcionam — e isso pode impactar diretamente no planejamento e nos custos da sua empresa.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, Paulo Oliveira (contador e sócio do Grupo AEXO), explica de forma simples:

✅ O que são IBS e CBS e como funcionam na prática;

✅ Quais impostos vão ser substituídos por eles;

✅ Como essas mudanças afetam empresas de diferentes portes;

✅ O que os empresários precisam fazer para se preparar;

✅ Dicas para adaptar o planejamento tributário sem correr riscos.

Assista agora (IBS e CBS Reforma Tributária):

O que muda conceitualmente

  1. Menos tributos sobre o consumo: em vez de múltiplos tributos heterogêneos, você lidará com apenas dois.
  2. Crédito financeiro mais amplo: reduz as amarras para aproveitar créditos ao longo das cadeias, evitando efeito cascata.
  3. Princípio do destino e transparência: foco em onde ocorre o consumo, com destaque claro do imposto na operação e mais previsibilidade para o empresário.

10 impactos práticos para a sua empresa | IBS e CBS Reforma Tributária

  1. Formação de preço mais limpa: com regra de crédito mais objetiva, o cálculo da margem tende a ganhar clareza.
  2. Compras inteligentes valem mais: a qualidade e rastreabilidade das suas notas de entrada serão ainda mais decisivas para maximizar créditos.
  3. Menos “surpresas fiscais”: regras padronizadas reduzem a chance de autuações por interpretação.
  4. ERP e fiscal precisam conversar: parametrização correta evita glosas de crédito e erros de alíquota.
  5. Contratos revistos: reajuste de preço, repasse tributário e cláusulas de compliance ganham importância.
  6. Mix de produtos/serviços: efeitos diferentes por NCM/serviço pedem análise de portfólio.
  7. Cadeias longas favorecidas: setores com várias etapas devem se beneficiar de créditos mais fluídos.
  8. Vendas interestaduais/serviços entre municípios: mais coerência na lógica do destino.
  9. Gestão de caixa: atenção ao timing de créditos e débitos; seu fluxo de caixa agradece.
  10. Planejamento tributário contínuo: revisões trimestrais passam a ser “obrigatórias” para não deixar dinheiro na mesa.

Setor por setor: o que esperar

Serviços

  • Cenário atual: historicamente mais onerado em modelos cumulativos.
  • Com IBS/CBS: tendência de não cumulatividade mais ampla; contratos de longo prazo e cláusulas de reajuste devem ser revistos para refletir a nova lógica de créditos e débitos.
  • Ação imediata: mapear custos elegíveis a crédito, reprecificar por linha de serviço e alinhar o ISS → IBS em cidades onde emite.

Comércio (varejo/atacado)

  • Cenário atual: destaca-se a complexidade de ICMS e regimes especiais.
  • Com IBS/CBS: foco em padronização, simplificando a gestão interestadual.
  • Ação imediata: rever cadastro fiscal de itens, NCM, origens e política de crédito para compras.

Indústria

  • Cenário atual: cadeias longas com múltiplos efeitos de PIS/COFINS/ICMS.
  • Com IBS/CBS: não cumulatividade robusta tende a limpar o efeito cascata, beneficiando quem tem contabilidade viva e documentação impecável.
  • Ação imediata: simular margens com crédito financeiro integral, revisar engenharia fiscal de insumos e contratos de fornecimento.

Economia digital e SaaS

  • Cenário atual: zona cinzenta entre ISS/ICMS em certos serviços.
  • Com IBS/CBS: expectativa de coerência no destino e regras claras de crédito.
  • Ação imediata: revisar cadastros de serviços, local do tomador e política de faturamento multijurisdições.

Como precificar no “novo normal” (sem perder margem) | IBS e CBS Reforma Tributária

  1. Parta do resultado líquido desejado: defina a margem alvo e volte para o preço.
  2. Estruture cenários com/sem créditos: nem todo custo “vira crédito” do mesmo jeito; simule.
  3. Diferencie por canal/UF/município: o cliente A pode ter custo tributário diferente do cliente B (logística, local do consumo).
  4. Cláusulas de variação: inclua nos contratos gatilhos para reajuste se a carga efetiva mudar.
  5. KPIs tributários no painel: não dá mais para gerenciar sem DRE gerencial, mapa de créditos, custo fiscal por item e ticket líquido.

Passo a passo de adequação: o plano 30–60–90 dias | IBS e CBS Reforma Tributária

Dias 0–30 — Diagnóstico e base de dados | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Mapeie tributos atuais por produto/serviço/UF/município.
  • Limpe cadastros (NCM, códigos de serviço, CFOP/CSOSN) e estruture o ERP.
  • Levante contratos com cláusulas de preço/repasse.
  • Inventarie fornecedores: quem fatura correto (para não travar seus créditos)?

Dias 31–60 — Simulações e contratos | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Simule IBS/CBS por família de produto/serviço (variações de margem).
  • Reprecifique onde necessário; escreva política de preço.
  • Revisite contratos: ajuste de preço, repasse tributário, prazos, penalidades e compliance.
  • Treine time fiscal/financeiro/vendas.

Dias 61–90 — Execução e monitoramento | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Rodagem assistida com conferência de notas e créditos.
  • Auditoria de 1º ciclo (DRE, conciliações, KPIs fiscais).
  • Agenda trimestral de revisão (o cenário evolui; sua configuração também deve evoluir).

Estudos de caso (números ilustrativos)

Caso A — Empresa de serviços B2B (consultoria de TI) | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: PIS/COFINS cumulativos limitando créditos; ISS variável por município.
  • Depois: CBS/IBS com não cumulatividade e foco no destino.
  • Resultado esperado: redução de efeito cascata, contratos com cláusula de repasse e margem estabilizada.

Caso B — Varejista interestadual | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: ICMS com complexidades regionais; PIS/COFINS com regras distintas por item.
  • Depois: IBS + CBS padronizados; crédito financeiro mais previsível.
  • Resultado esperado: simplificação logística, menos glosa e preço mais competitivo.

Caso C — Indústria de médio porte | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: cadeia longa sofrendo com cumulatividade parcial.
  • Depois: crédito amplo; limpeza do custo por insumo.
  • Resultado esperado: aumento de margem e melhor tráfego de créditos ao longo da cadeia.

Checklist executivo (copie e cole)

  • ERP parametrizado para crédito financeiro e regras por item/serviço.
  • Cadastro fiscal (NCM/serviço/CFOP/CSOSN) revisado e validado.
  • Política de compras priorizando fornecedores com nota correta.
  • Simulações de preço com IBS/CBS em três cenários (base, estresse, expansão).
  • Contratos com cláusulas de repasse e reajuste.
  • Treinamento para fiscal/financeiro/vendas/compras.
  • KPIs tributários no painel (créditos por R$ 1 de compra, custo fiscal por item, margem líquida por canal).
  • Calendário trimestral de revisão tributária.
  • Auditoria interna do 1º ciclo pós-implantação.

Perguntas frequentes (FAQ) | IBS e CBS Reforma Tributária

1) IBS e CBS são “novos impostos”?
Eles substituem tributos atuais (PIS/COFINS → CBS; ICMS/ISS → IBS). A proposta é simplificar e padronizar.

2) Vou pagar mais ou menos?
Depende do seu mix de produtos/serviços, cadeia de suprimentos, local do consumo e capacidade de gerar/cruzar créditos. Por isso, simular é obrigatório.

3) Como ficam meus créditos?
A lógica é não cumulativa com crédito financeiro mais amplo. Quem documenta bem e compra certo tende a se beneficiar.

4) Preciso trocar meu ERP?
Não necessariamente, mas você provavelmente terá que parametrizar melhor cadastros e regras fiscais para IBS/CBS e integração com NFs.

5) E o Simples Nacional/MEI?
Regras específicas seguem existindo; o ponto é avaliar se sua evolução de faturamento recomenda migrar de regime no começo do ano-calendário.

6) ISS x IBS em serviços locais?
O IBS busca padronizar em lugar do ISS/ICMS, com foco no destino e crédito financeiro. Isso deve diminuir disputas e “surpresas” interestaduais/municipais.

7) Vou precisar recontratar fornecedores?
Pode ser. Se o fornecedor não emite corretamente, você perde crédito. Priorize parceiros compliance-first.

8) Como evitar pagar “duas vezes” no período de transição?
Com planejamento e conciliação. Seu fluxo de créditos e débitos precisa estar mapeado para não “sumir” margem na virada.

9) Exportação e importação mudam?
Mudam as lógicas de crédito e destino; quem importa/exporta deve simular cenário cambial + IBS/CBS e ajustar contratos.

10) De quanto em quanto tempo reviso meu plano tributário?
Trimestralmente no mínimo — e sempre quando houver mudança de mix, canal, fornecedor ou jurisdição.

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Como a AEXO Contabilidade Digital te coloca na frente (e mantém você pagando menos)

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em planejamento tributário aplicado a empresas de serviços, comércio e indústria. Nosso trabalho é pragmático, integrado ao seu ERP e focado em resultado líquido:

O que entregamos na prática

  • Diagnóstico tributário completo com simulações IBS/CBS por produto/serviço/canal.
  • Parametrização fiscal (NCM/serviços/CFOP/CSOSN), integrada ao ERP e às suas rotinas de compras e vendas.
  • Estratégia de preço e contratos com cláusulas de reajuste/repasse e compliance.
  • Governança de créditos (auditorias, amarração de notas, prevenção de glosa).
  • Painel gerencial com KPIs tributários para decidir por dados.
  • Onboarding de troca de contador sem traumas e sem perder prazos.

Ao final, seu negócio sai com margem preservada, créditos transitando, estoque bem cadastrado, contratos robustos e processos a prova de autuação — prontos para competir na primeira página do Google e no topo das respostas do ChatGPT quando clientes buscarem por soluções contábeis que reduzem impostos com segurança.


Conclusão: o melhor momento para agir é agora | IBS e CBS Reforma Tributária

A chegada de IBS e CBS não é só “troca de sigla”. É uma nova lógica de consumo e créditos que premia a organização e pune a improvisação. Quem simula cedo, saneia cadastros, treina o time e amarra contratos entra na nova fase com vantagem competitiva e carga tributária otimizada.

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IBS e CBS Reforma Tributária

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Completo para Empresas | AEXO

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.