Nova Regra do MEI: Renda do CPF + CNPJ Agora Somam no Limite Anual — Entenda o Que Muda em 2026

MEI renda CPF e CNPJ somam no limite? A Receita Federal deu um novo passo rumo à transparência fiscal e à modernização do Simples Nacional. A recente resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional nº 183/2025, que alterou a Resolução nº 140/2018, muda de forma significativa a forma como o MEI (Microempreendedor Individual) deve declarar suas receitas.

Agora, as rendas recebidas tanto no CPF quanto no CNPJ passam a ser somadas para compor o limite anual do MEI. Essa mudança impacta diretamente milhares de empreendedores que, até então, separavam suas receitas pessoais e empresariais para evitar o desenquadramento.

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O Que Muda Com a Nova Regra do MEI?

Antes dessa resolução, muitos microempreendedores mantinham duas fontes de receita:

  • Uma parte recebida no CPF (pessoa física), geralmente em atividades autônomas.
  • Outra parte no CNPJ (pessoa jurídica), vinculada à atividade do MEI.

Com a nova norma, essa separação deixa de existir. Toda receita bruta anual, seja obtida por maquininha de cartão, Pix ou transferência bancária, conta para o limite de faturamento do MEI, que hoje é de R$ 81 mil por ano (ou cerca de R$ 6.750 por mês).

A partir de 13 de outubro de 2025, quando a nova regra passou a valer, a fiscalização foi reforçada. As operações no CPF e no CNPJ serão cruzadas automaticamente, e tentar driblar o limite pode gerar multas, desenquadramento e até lançamento de ofício.


Por Que a Receita Federal Implementou Essa Mudança?

O objetivo é combater a sonegação fiscal e trazer justiça tributária. Muitos MEIs utilizavam o CPF para “espalhar” o faturamento e evitar ultrapassar o teto permitido.

Com o cruzamento eletrônico de dados, a Receita Federal consegue identificar rapidamente:

  • Maquininhas cadastradas no CPF que recebem valores de múltiplos clientes.
  • Depósitos e transferências recorrentes de atividades comerciais na conta pessoal.
  • Notas fiscais emitidas que não coincidem com a declaração anual do MEI.

O resultado é um sistema mais transparente e justo, alinhado ao novo modelo fiscal digital que o Brasil vem adotando com o DREX (Real Digital) e o Split Payment.


Exemplo Prático: O Que Isso Significa na Rotina do MEI

Imagine uma empreendedora que trabalha com vendas online. Ela possui um CNPJ MEI cadastrado, mas também faz freelas e consultorias pagas via Pix em sua conta pessoal.

Mesmo que essas transferências caiam no CPF, a Receita Federal entende que a origem é a mesma atividade econômica.
Portanto, todos os valores devem ser somados para calcular o faturamento total anual. Se ultrapassar o limite de R$ 81 mil, o MEI será automaticamente desenquadrado e migrará para Microempresa (ME).


Fiscalização: Como o Fisco Está Monitorando os MEIs

A Receita Federal já utiliza ferramentas de inteligência artificial e big data para cruzar informações de diferentes sistemas, como:

  • Notas fiscais eletrônicas (NF-e e NFS-e);
  • Operações de cartão de crédito e débito;
  • Pix e transferências bancárias;
  • Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI);
  • Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

O cruzamento entre CPF e CNPJ é automático, e qualquer diferença entre as informações declaradas e as movimentações financeiras gera alerta no sistema da Receita.


Como Evitar Multas e Desenquadramento

Manter a regularidade é simples, mas exige disciplina e apoio contábil.
Veja o que você deve fazer:

  1. Centralize as receitas da sua atividade no CNPJ do MEI.
  2. Evite receber pagamentos de clientes no CPF quando a atividade estiver vinculada ao seu negócio.
  3. Controle o faturamento mensal com planilhas ou sistemas de gestão.
  4. Emita notas fiscais de todas as vendas e serviços.
  5. Acompanhe o limite de R$ 81 mil (ou R$ 135 mil, se o “SuperMEI” for aprovado em 2026).
  6. Conte com um contador especializado para revisar movimentações e declarações.

💡 Dica da AEXO Contabilidade: oferecemos uma planilha gratuita de controle de faturamento do MEI, ideal para evitar desenquadramentos e manter seu negócio dentro da lei.


E Se o CPF Tiver Renda de Outra Atividade? | MEI renda CPF e CNPJ somam?

Se você é, por exemplo, fisioterapeuta, advogado ou nutricionista (profissões não permitidas no MEI), mas também tem uma lojinha virtual no CNPJ, a situação é mais delicada.

Nesse caso, o ideal é:

  • Manter o livro caixa e recolher o INSS como autônomo pela pessoa física.
  • Declarar o IRPF corretamente, separando a natureza das rendas.
  • Avaliar com seu contador se vale a pena abrir uma Microempresa (ME) e unificar as atividades sob o Simples Nacional.

Com isso, você evita autuações e mantém a credibilidade fiscal do seu negócio.

CLT soma com MEI? A VERDADE AGORA!

A atualização normativa consolidou um entendimento que a fiscalização já vinha aplicando: a receita bruta do MEI considera todos os recebimentos relacionados à sua atividade, independentemente de caírem no CPF ou no CNPJ. Com isso, acabou a estratégia de “espalhar” entradas para manter o faturamento “oficial” abaixo de R$ 81 mil/ano. A motivação é clara: transparência, isonomia e coerência com o que a empresa de fato vende e recebe.

O que soma no limite do MEI?

  • Vendas e serviços do objeto social do MEI, mesmo quando recebidos no CPF (Pix, TED, maquininha).
  • Receitas por múltiplos canais (maquininha A no CPF, maquininha B no CNPJ) — a fiscalização cruza tudo.
  • Entradas recorrentes de clientes vinculadas à atividade declarada.

Boas práticas:

  1. Emita nota para toda venda/serviço.
  2. Centralize recebimentos no CNPJ.
  3. Use descrição clara nas cobranças.
  4. Concilie banco/maquininhas vs. notas todo mês.

O que não soma (e como provar)?

  • Salário CLT (não é receita da atividade empresarial).
  • Transferências entre contas próprias ou de familiares (não são vendas/serviços).
  • Rendimentos que não são do escopo do MEI (ex.: aluguéis ou profissões vedadas ao MEI, como nutricionista/fisioterapeuta).

Dica de defesa documental: guarde contracheques (CLT), comprovantes de transferência e contratos de locação; isso dá lastro ao enquadramento correto em eventual questionamento.


A Nova Era do Controle Tributário Digital | MEI renda CPF e CNPJ somam no limite

O cruzamento de dados entre CPF e CNPJ é apenas o começo de uma nova era fiscal no Brasil.
Nos próximos anos, veremos a integração total entre sistemas bancários, Receita Federal e Secretarias de Fazenda, com recursos como:

  • DREX (Real Digital): moeda digital do Banco Central que permitirá o rastreamento inteligente das transações.
  • Split Payment: recolhimento automático dos impostos no momento da venda.
  • IBS e CBS: os novos tributos do IVA Dual, que substituirão PIS, COFINS, ICMS e ISS.

Essas mudanças exigem empresas mais organizadas, transparentes e integradas digitalmente.
Quem se preparar agora sairá na frente.

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Como a AEXO Contabilidade Pode Ajudar

A AEXO Contabilidade é especialista em negócios digitais, MEIs e empresas do Simples Nacional.
Com uma metodologia moderna, oferecemos consultoria fiscal personalizada, planejamento tributário inteligente e sistemas integrados que garantem segurança e conformidade com a nova legislação.

Com a AEXO, você:

  • Evita multas e desenquadramentos;
  • Organiza suas finanças com clareza;
  • Planeja o crescimento do seu negócio;
  • E se mantém sempre dentro das normas da Receita Federal.

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Vamos te ajudar a crescer com segurança e lucratividade.


Conclusão | MEI renda CPF e CNPJ somam no limite

A Nova Regra do MEI veio para aumentar a transparência e garantir um sistema tributário mais justo.
Embora traga desafios, também oferece oportunidades para o empreendedor se profissionalizar e planejar melhor o crescimento.

Com organização, tecnologia e uma contabilidade parceira, é possível continuar crescendo sem medo da Receita Federal.
E a AEXO Contabilidade está pronta para te guiar nesse novo cenário.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

nova regra do MEI renda CPF e CNPJ somam no limite

MEI renda CPF e CNPJ somam no limite?

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Super MEI 2026: o que muda no limite do MEI, quando começa a valer e como se preparar (Guia Completo)

Introdução: por que o Super MEI importa para milhões de brasileiros

O Microempreendedor Individual (MEI) é a porta de entrada de milhões de brasileiros para o CNPJ. A proposta do Super MEI — que eleva o teto anual de faturamento de R$ 81 mil para R$ 140 mil — nasce para reduzir a informalidade e permitir que negócios em crescimento continuem no modelo simplificado por mais tempo, com menos burocracia e menor carga de tributos. O projeto já avançou no Senado e tem previsão de vigência a partir de 1º de janeiro de 2026, se cumprir as etapas formais de tramitação e aprovação final.

Em resumo: o Super MEI amplia o teto, não permite contratar um segundo empregado, não prevê reajuste automático anual e deve (se aprovado integralmente) passar a valer em 2026. Esses pontos são essenciais para planejar o próximo passo do seu negócio com segurança.

Super MEI 2026: novo limite de R$ 140 mil — prepare-se com a AEXO Contabilidade

O que é o Super MEI e qual é o novo limite de faturamento

O Super MEI é a atualização do regime de Microempreendedor Individual com foco em empresas que estouram o limite atual mas ainda não estão prontas para migrar a microempresa (ME). O teto proposto sobe de R$ 81.000 para R$ 140.000 por ano — cerca de R$ 11.600 por mês — reduzindo o “degrau” entre MEI e ME e dando fôlego para crescer com formalização.

Objetivo central

  • Reduzir a informalidade de quem cresce;
  • Manter simplicidade de recolhimento;
  • Evitar salto abrupto de custos e obrigações acessórias.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Paulo Oliveira explica de forma simples e direta:

✅ O que muda com o novo limite de faturamento do MEI;

✅ Quais vantagens e cuidados o empreendedor precisa ter com o “Super MEI”;

✅ Como ficam as alíquotas e obrigações fiscais dentro dessa nova faixa;

✅ E o que essa mudança significa para quem está no MEI e quer expandir o negócio com segurança.

Assista agora:


O que NÃO muda com o Super MEI

Há três pontos críticos que precisam ser entendidos desde já:

  1. Contratação de dois funcionáriosnão está prevista na proposta atual.
  2. Reajuste automático do limite — não há mecanismo de correção anual embutido.
  3. Burocracia — a ideia central segue sendo facilitar, mantendo guia única (DAS) e poucas obrigações, como hoje.

Essas condições constam do material analisado e são importantes para calibrar expectativas do empreendedor.


Linha do tempo: quando o Super MEI começa a valer

O avanço no Senado foi um passo relevante, mas o projeto ainda precisa cumprir etapas (comissões, votações e sanções) até entrar em vigor. A data-alvo mencionada é 1º de janeiro de 2026, desde que o trâmite seja concluído dentro do calendário legislativo e normativo.

O que isso significa para você agora?

  • Planeje cenários com e sem o novo limite;
  • Evite estourar o teto vigente até que a mudança esteja promulgada;
  • Alinhe com seu contador a estratégia de 2025/2026 (CNAE, emissão, pró-labore e fluxo de caixa).

Benefícios práticos do Super MEI (caso aprovado)

  • Mais espaço para crescer sem migrar de regime;
  • Previsibilidade de custos tributários;
  • Continuidade na simplicidade do DAS;
  • Melhor transição rumo à microempresa (quando for a hora).

Quem mais se beneficia

Negócios de serviços com ticket médio em elevação (ex.: beleza, manutenção, marketing, desenvolvimento, profissionais liberais com atividades permitidas no MEI), e comércio local com sazonalidade e picos de venda.

Dica AEXO: use o período até 2026 para organizar emissão, recebimentos (Pix, cartão), controle de despesas e documentos — uma gestão limpa agora evita dor de cabeça na virada do limite.


Riscos e cuidados: o lado que ninguém te conta

  1. Excedente de faturamento: ultrapassar o teto gera recolhimento retroativo (diferenças de tributos) e pode exigir desenquadramento;
  2. Misturar PF e PJ: trânsito de valores pessoais pela conta do MEI acende alerta nos cruzamentos da Receita;
  3. CNAE incompatível: atividades fora da lista do MEI podem levar a autuação;
  4. Nota fiscal: vender sem nota não combina com crescimento — e ficará ainda mais arriscado com a Reforma Tributária (Split Payment e DREX).

Abra sua Conta PJ sem taxas em tempo recorde com a Cora

Banco Cora é uma excelente opção para empreendedores que buscam agilidade e praticidade na abertura de contas PJ. Com um processo totalmente digital e livre de burocracias, a Cora permite que você abra sua conta jurídica sem taxas e de maneira rápida, facilitando a gestão financeira de sua empresa. Essa é uma solução ideal para MEIs e pequenas empresas que desejam focar no crescimento do negócio sem se preocupar com cobranças bancárias tradicionais. Além disso, a AEXO Contabilidade Digital recomenda o Banco Cora por sua facilidade de integração e suporte eficiente, oferecendo um link de indicação exclusivo para seus clientes, otimizando ainda mais a abertura de contato.

Confira os benefícios liberados para você, cliente AEXO:

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  • Envio de extrato automatizado para a sua contabilidade

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Super MEI e Reforma Tributária: o que muda no consumo (IBS/CBS)

Com a Reforma, o Brasil adotará o IVA Dual: CBS (federal) e IBS (estadual/municipal). Mesmo para MEIs, a tendência é de mais integração digital e rastreabilidade, ainda que a experiência do DAS continue simplificada. Isso significa emissão mais padronizada, integrações com meios de pagamento e crédito mais acessível para quem estiver regular e organizado.

Projeção prática: quem já opera “redondo” (nota emitida, conciliações, separação PF/PJ) surfará melhor a transição. Quem mantém informalidade tende a perder acesso a marketplaces, crédito e fornecedores.


Super MEI x ME: quando é hora de migrar

Mesmo com o novo limite, haverá casos em que migrar para ME será mais vantajoso:

  • Margem alta com custos dedutíveis relevantes (pode fazer sentido Lucro Real);
  • Necessidade de mais funcionários, maior estrutura e contratos B2B com exigência fiscal;
  • Crescimento previsível acima do teto projetado de R$ 140 mil/ano.

Checklist AEXO para decidir a migração

  • Ticket, margens e sazonalidade;
  • Exigências de clientes (notas, retenções, prazos);
  • Regime mais vantajoso (Simples, Presumido ou Real) por cenários;
  • Fator R (caso migre ao Simples) e pró-labore estrategicamente definido.


Como organizar o MEI hoje para colher os frutos em 2026

  1. Separar totalmente as contas PF/PJ;
  2. Emitir NF de todas as vendas (serviço e produto);
  3. Conferir CNAE e notas com seu contador;
  4. Guardar comprovantes e fazer conciliação (Pix, cartão, boleto);
  5. Definir preço já considerando tributos e custos — evite “promoções” que corroem margem;
  6. Controlar estoque e despesas (planilha/ERP simples) para saber o ponto de equilíbrio;
  7. Revisar contratos (prazos, reajustes, multas) e política de cobranças.

Exemplos de cenários (didáticos) com o novo teto

Cenário A — Prestador de serviços (marketing/beleza)

  • Faturamento atual: R$ 7.500/mês (R$ 90 mil/ano) — estoura o teto de hoje;
  • Com o Super MEI: entra confortável no limite de R$ 140 mil/ano;
  • Ação: manter MEI, profissionalizar emissão e cobranças, construir reserva para ter capital de giro.

Cenário B — Comércio local

  • Faturamento: R$ 10.500/mês (R$ 126 mil/ano) — próximo do novo teto;
  • Risco: sazonalidade (mês forte pode estourar);
  • Ação: controlar picos, avaliar ME em 12-18 meses e simular regimes antecipadamente.

Cenário C — Profissional crescendo rápido

  • Faturamento atual: R$ 12.000/mês (R$ 144 mil/ano);
  • Com Super MEI: ultrapassa teto;
  • Ação: planejar migração para ME/Simples, definir pró-labore e alíquota por anexo com foco no Fator R (quando aplicável).


Perguntas frequentes

O que é o Super MEI?
É a proposta que aumenta o limite anual do MEI para R$ 140 mil com foco em reduzir a informalidade e facilitar a vida de quem está crescendo, mantendo o regime simplificado.

Quando o Super MEI começa a valer?
A previsão indicada no material é 1º de janeiro de 2026, após conclusão do processo legislativo e aprovação final.

Posso contratar dois funcionários no Super MEI?
Não. A proposta analisada não prevê dois empregados.

O limite terá reajuste anual automático?
Não há previsão de reajuste automático anual no texto mencionado.

Vale a pena esperar o Super MEI para crescer?
Depende. Se você tende a ultrapassar R$ 140 mil/ano, é melhor planejar a migração (ME/Simples) com antecedência e simular regimes para preservar margem.

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AEXO Contabilidade: seu plano de crescimento com segurança

Na AEXO Contabilidade Digital, nós planejamos seu crescimento com base em números reais, simulações de regime, formação de preço, pró-labore e compliance (nota fiscal, conciliações, obrigações). Enquanto você foca no cliente, nós evitamos surpresas fiscais e aumentamos seu lucro líquido — de forma 100% legal.

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Conclusão: organize hoje para aproveitar 2026

Se o Super MEI for confirmado, ele abre espaço para quem está escalando com disciplina e transparência. O segredo está em organizar a casa agora: notas, contas, custos, contratos e simulações. Quem fizer isso entra em 2026 pronto para crescer — com menos risco, mais previsibilidade e mais lucro. Conte com a AEXO Contabilidade para guiar esse processo do diagnóstico à execução.

Super MEI 2026: novo limite de R$ 140 mil — prepare-se com a AEXO Contabilidade

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Quando Devo Mudar de MEI para ME? O Guia Completo para Evitar Multas e Economizar Impostos em 2025

MEI para ME: Se você é microempreendedor individual (MEI), certamente já ouviu falar sobre a importância de monitorar o faturamento anual e saber a hora certa de migrar para ME (Microempresa). O problema é que muitos empresários só percebem isso tarde demais, quando já estão devendo milhares de reais à Receita Federal.

A boa notícia é que, com o planejamento tributário correto e o apoio de uma contabilidade especializada como a AEXO Contabilidade Digital, é possível fazer essa transição de forma segura, legal e, o mais importante, econômica.

Neste artigo, você vai entender:

  • Quando o MEI é obrigado a migrar para ME.
  • Como evitar multas e autuações da Receita Federal.
  • O passo a passo completo para o desenquadramento.
  • As vantagens e desvantagens de cada regime tributário.
  • E como a AEXO Contabilidade pode ajudar você a pagar menos impostos.
MEI para ME


📊 Por Que Saber a Hora Certa de Mudar de MEI para ME é Fundamental

Todo ano, a Receita Federal realiza pente-fino nos MEIs, cruzando dados de faturamento, emissão de notas fiscais e movimentações bancárias.
Em 2025, por exemplo, mais de 500 mil MEIs foram fiscalizados — e grande parte acabou desenquadrada do regime por ultrapassar o limite de faturamento de R$ 81 mil anuais.

Quando isso acontece, o problema não é apenas burocrático.
O empresário pode ser reclassificado como ME de forma retroativa, tendo que recolher todos os tributos não pagos, acrescidos de multa e juros.

👉 Conclusão: esperar “estourar o limite” pode custar caro. O ideal é planejar a migração antes de atingir os 20% de tolerância previstos por lei.


⚖️ Quando Você é Obrigado a Sair do MEI?

De forma geral, o desenquadramento do MEI ocorre quando o empreendedor ultrapassa as condições previstas em lei, como:

1. Ultrapassar o limite de faturamento anual

O limite atual do MEI é de R$ 81.000,00 por ano, o que equivale a R$ 6.750,00 por mês.
Caso você tenha aberto o MEI durante o ano, o limite é proporcional aos meses de atividade.

📌 Exemplo: Se abriu o MEI em julho, você tem direito a metade do limite — cerca de R$ 40.500,00 até dezembro.

2. Contratar mais de um funcionário

O MEI pode ter apenas um empregado registrado. Se precisar contratar um segundo colaborador, será obrigado a migrar para ME.

3. Abrir uma filial

O MEI é limitado a um único estabelecimento.
Se você expandiu o negócio e deseja abrir uma segunda unidade, precisa alterar o enquadramento jurídico.

4. Atividades não permitidas ao MEI

Nem todas as atividades econômicas são permitidas nesse regime. Se a sua atividade principal (CNAE) não estiver na lista de permissões, é hora de mudar.


💡 Por Que Agir Antes de Estourar o Limite É a Melhor Estratégia

Ao ultrapassar o limite de faturamento em até 20%, o processo de transição ainda é administrativo e pode ser resolvido com facilidade.
Mas se o excesso for superior a 20%, o desenquadramento é retroativo ao início do ano-calendário, e o MEI precisará recalcular e pagar todos os tributos devidos como ME, com multa e juros.

Essa diferença pode representar milhares de reais em prejuízo, além do risco de bloqueios de CNPJ e problemas na emissão de notas fiscais.

👉 Dica AEXO Contabilidade Digital: acompanhe mensalmente seu faturamento e simule cenários. Se estiver prestes a atingir 80% do limite, já é hora de conversar com seu contador sobre a migração estratégica para ME.


🧾 Como Funciona a Migração de MEI para ME

Migrar de MEI para ME não é apenas mudar de categoria, mas reorganizar toda a estrutura contábil e tributária do seu negócio.
Veja o passo a passo simplificado:

1. Solicitação de desenquadramento no Portal do Simples Nacional

Acesse o Portal do Simples Nacional e realize a solicitação de desenquadramento do SIMEI.

2. Registro da empresa como ME

A partir do desenquadramento, é preciso atualizar os dados da empresa na Junta Comercial, Receita Federal e Prefeitura.

3. Escolha do regime tributário adequado

Esse é o ponto mais importante e onde muitos erram.
A definição entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real vai determinar quanto imposto você vai pagar.


💰 Entendendo os Regimes Tributários

Simples Nacional

Ideal para a maioria das micro e pequenas empresas, o Simples Nacional unifica até oito tributos em uma única guia (DAS).
Dependendo da atividade, é possível pagar a partir de 6% sobre o faturamento — especialmente quando a empresa se enquadra no Fator R (quando a folha de pagamento representa mais de 28% da receita).

Lucro Presumido

Indicado para empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões, esse regime calcula os impostos com base em uma margem de lucro pré-fixada pela Receita Federal.
É uma boa opção para quem tem lucro real superior à presunção.

Lucro Real

Obrigatório para empresas de grande porte ou com atividades específicas, o Lucro Real tributa com base no lucro efetivo.
Permite descontar despesas operacionais, sendo ideal para quem tem muitos custos e investimentos.


📈 Planejamento Tributário: A Chave para Pagar Menos

Migrar de MEI para ME sem planejamento é como trocar de carro sem saber dirigir o novo modelo.
O segredo está em avaliar qual regime tributário reduz sua carga fiscal e mantém sua empresa saudável financeiramente.

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em planejamento tributário para micro e pequenas empresas.
Com tecnologia e experiência, nossa equipe simula diferentes cenários para encontrar a melhor estrutura tributária, garantindo que você pague o mínimo imposto possível dentro da lei.


⚠️ Erros Comuns Que Podem Gerar Multas | MEI para ME

  1. Ignorar o limite de faturamento anual.
  2. Não atualizar o CNPJ e a Junta Comercial.
  3. Escolher o regime tributário errado.
  4. Deixar de emitir notas fiscais após o desenquadramento.
  5. Continuar recolhendo o DAS como MEI após ser desenquadrado.

Evite esses erros com acompanhamento contábil constante.
A AEXO atua de forma proativa, monitorando faturamento, tributos e obrigações fiscais mês a mês.

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🏆 Vantagens de Contar com a AEXO Contabilidade Digital | MEI para ME

A AEXO Contabilidade Digital é referência nacional em atendimento contábil remoto e consultivo.
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❓ FAQ – Perguntas Frequentes Sobre MEI e ME

1. Qual o limite de faturamento para o MEI em 2025?
O limite anual é de R$ 81.000,00. Caso ultrapasse, é necessário migrar para ME.

2. Posso continuar emitindo notas como MEI após o desenquadramento?
Não. Após a migração, a empresa deve emitir notas fiscais como ME e seguir as obrigações do novo regime.

3. É possível escolher o Simples Nacional após deixar de ser MEI?
Sim. A maioria das microempresas opta pelo Simples Nacional por sua praticidade e alíquotas reduzidas.

4. Quais documentos são necessários para migrar de MEI para ME?

  • Requerimento de desenquadramento;
  • Atualização na Junta Comercial;
  • Alteração cadastral na Receita Federal e Prefeitura;
  • Escolha do novo regime tributário.

5. Posso ser desenquadrado retroativamente?
Sim. Se ultrapassar o limite em mais de 20%, o desenquadramento pode ser retroativo ao início do ano, gerando multas e juros.


🧭 Conclusão: Antecipe-se e Evite Problemas com a Receita Federal

A migração de MEI para ME não deve ser vista como um problema, mas como um passo natural de crescimento empresarial.
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MEI para ME

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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MEI para ME: Passo a passo para migrar e quanto custa

Migrar de MEI para ME é um passo importante para empreendedores que estão expandindo seus negócios. Seja por ultrapassar o limite de faturamento anual de R$ 81 mil, por contratar mais funcionários ou por atuar em uma atividade não permitida para MEI, a mudança de categoria é necessária — e pode ser feita de forma simples com o suporte certo.

Neste artigo, a AEXO Contabilidade, especialista em contabilidade digital e migração de MEI para ME, explica o passo a passo completo, quanto custa e qual a melhor estratégia para garantir uma transição tranquila e sem surpresas.

mei para me


📌 Quando é obrigatório mudar de MEI para ME?

Você deve deixar de ser MEI e se tornar uma ME se:

  • O faturamento anual ultrapassou R$ 81 mil;
  • Você precisa contratar mais de um funcionário;
  • Deseja ter um sócio ou ser sócio em outra empresa;
  • Vai abrir uma filial;
  • Vai exercer uma atividade não permitida ao MEI.

Também é possível migrar voluntariamente, caso deseje expandir o negócio e acessar vantagens exclusivas de uma Microempresa (ME).


✅ Como mudar de MEI para ME: Passo a passo

1. Contrate um contador

A legislação exige que toda ME tenha um contador responsável pelo CNPJ. E mais do que uma exigência legal, o contador será essencial para:

  • Analisar o momento certo da mudança;
  • Escolher o melhor tipo de empresa e regime tributário;
  • Determinar o CNAE correto;
  • Preparar a documentação necessária;
  • Evitar erros fiscais que podem gerar multas.

A AEXO Contabilidade é referência nesse processo e acompanha cada etapa com suporte humanizado e tecnologia de ponta.

Ocupações permitidas MEI, confira a lista aqui.

Documentos Necessários para se Formalizar como MEI.


2. Solicite o desenquadramento do MEI no Portal do Simples Nacional

O desenquadramento é feito no site do Simples Nacional:

  1. Acesse a aba “SIMEI – Serviços”;
  2. Clique em “Comunicação de Desenquadramento do SIMEI”;
  3. Informe CNPJ, CPF e código de acesso;
  4. Escolha o motivo da saída (ex: faturamento, sócio, filial);
  5. Confirme a solicitação.

Se você excedeu o faturamento permitido, poderá ter de recolher impostos retroativos com base no excesso — o contador poderá calcular isso para você com precisão.


3. Comunique a Junta Comercial do seu estado

Após o desenquadramento, você deve protocolar os documentos na Junta Comercial:

  • Comunicação de desenquadramento;
  • Formulário próprio da Junta;
  • Contrato Social (ou equivalente);
  • Requerimento de alteração cadastral.

4. Atualize os dados da empresa

Após registrar a mudança, atualize:

  • Razão social;
  • Capital social;
  • CNAE e natureza jurídica;
  • Cadastros na Prefeitura, Sefaz e Receita Federal.

Esse processo garante que a empresa opere de forma legal como ME. A equipe da AEXO Contabilidade acompanha tudo de perto para evitar erros que possam travar seu negócio.


5. Pague as taxas e impostos

Os custos para a transição envolvem:

ItemValor aproximado
Junta ComercialR$ 100 a R$ 300
Alvarás e licençasR$ 150 a R$ 400
Certificado DigitalR$ 160 a R$ 600
Honorários contábeisR$ 200 a R$ 1.000

O total varia conforme estado, cidade, ramo de atividade e tipo de empresa. Com a AEXO, você tem previsibilidade total de custos e suporte completo.


📊 MEI ou ME: qual é melhor para você?

CritérioMEIME
FaturamentoAté R$ 81 mil/anoAté R$ 360 mil (ME)
Funcionários1Até 9 (comércio/serviço)
AtividadesLimitadasSem restrição (exceto ilegais)
SóciosNão permitidoPermitido
Regimes tributáriosSimples NacionalSimples, Lucro Presumido, Real
Participar de licitaçõesNãoSim

💡 Vantagens de migrar para ME

  • Expandir seu faturamento e equipe;
  • Atuar em qualquer atividade permitida;
  • Ter sócios e abrir filiais;
  • Acesso a crédito, licitações e grandes fornecedores;
  • Aumentar a credibilidade do seu negócio.


💰 Quanto custa para migrar de MEI para ME?

Os custos podem variar conforme o estado e o tipo de empresa. Em média, o processo envolve:

  • Taxas da Junta Comercial: R$ 100 a R$ 300
  • Alvarás/licenças municipais: R$ 150 a R$ 400
  • Certificado digital: R$ 160 a R$ 600
  • Honorários contábeis: R$ 200 a R$ 1.000
  • Impostos retroativos (se houver excesso de faturamento)

Com a AEXO Contabilidade, o processo de migração pode ser feito de forma gratuita na abertura do plano contábil. Fale com nossos especialistas.

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Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Quando é obrigatório sair do MEI e virar ME?

Quando o faturamento ultrapassa R$ 81 mil por ano, se há contratação de mais de um funcionário, inclusão de sócios, abertura de filial ou atuação em atividade não permitida ao MEI.


2. Quanto custa para migrar de MEI para ME?

O custo pode variar entre R$ 260 e R$ 1.000 ou mais, dependendo das taxas estaduais, licenças, certificado digital e honorários contábeis.


3. Posso mudar de MEI para ME a qualquer momento?

Sim, a migração pode ser feita voluntariamente, mesmo antes de atingir o limite de faturamento. Isso é comum quando o empreendedor deseja expandir.


4. O processo de desenquadramento é automático?

Em casos como mudança de natureza jurídica, atividade não permitida ou abertura de filial, sim. Em casos de excesso de faturamento, pode exigir ajustes retroativos.


5. Preciso contratar um contador para mudar de MEI para ME?

Sim. Toda ME deve ter um contador responsável. Além disso, o processo exige análise técnica para evitar erros legais e fiscais.


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Se sua empresa está crescendo, não deixe para depois a migração de MEI para ME. Isso evita multas, problemas com o Fisco e permite que você cresça com segurança.

A AEXO Contabilidade é especialista no assunto e oferece:

  • Abertura e desenquadramento sem dor de cabeça;
  • Atendimento digital e humanizado;
  • Plano contábil com suporte completo;
  • Segurança, economia e conformidade legal.

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

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