Simples Nacional 2026: O Que Muda, Quais os Riscos e Como as Empresas Devem se Preparar Agora

Introdução | Simples Nacional 2026

Simples Nacional 2026: O Simples Nacional sempre foi apresentado como o regime tributário mais acessível, previsível e amigável para micro e pequenas empresas. Durante anos, empreendedores acreditaram que optar pelo Simples significava estar protegido de grandes mudanças fiscais, burocracias complexas e surpresas desagradáveis com impostos. No entanto, esse cenário muda de forma significativa a partir de 2026.

Com a implementação progressiva da Reforma Tributária, o Simples Nacional entra em uma nova fase. Embora o regime não seja extinto, ele passa por transformações profundas, indiretas e estratégicas, que afetam preços, margens, competitividade e até a sobrevivência de muitos negócios.

Neste artigo, você vai entender tudo sobre o Simples Nacional em 2026: definições, importância, impactos financeiros reais, análise técnica das mudanças, erros comuns, tendências até 2033, estudo de caso prático e recomendações claras de como se preparar. Ao final, você verá por que contar com a AEXO Contabilidade é decisivo para atravessar esse novo cenário com segurança.

simples nacional 2026


O que é o Simples Nacional (conceito atualizado)

O Simples Nacional é um regime tributário criado para unificar a arrecadação de impostos federais, estaduais e municipais em uma única guia, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Ele é destinado a empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.

Nesse regime, estão incluídos tributos como:

  • IRPJ
  • CSLL
  • PIS
  • COFINS
  • IPI
  • CPP (INSS patronal)
  • ICMS ou ISS (dependendo da atividade)

A grande vantagem histórica sempre foi a simplicidade operacional. Contudo, simplicidade não significa, necessariamente, vantagem econômica permanente.

FONTE: LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006


O “Sublimite” do Simples Nacional 2026: O que muda acima de R$ 3,6 milhões?

Muitos empreendedores acreditam que as regras são as mesmas até o teto de R$ 4,8 milhões, mas existe um “pedágio” no meio do caminho. Quando a receita bruta anual ultrapassa R$ 3,6 milhões, a forma de recolher o ICMS (comércio/indústria) e o ISS (serviços) muda drasticamente.

Entenda as faixas de transição:

  • Até R$ 3,6 milhões: Tudo segue simplificado dentro da guia única (DAS).
  • Entre R$ 3,6 mi e R$ 4,32 mi: A partir do ano seguinte, o ICMS e o ISS devem ser pagos em guias separadas, como se a empresa fosse de regime normal para esses impostos.
  • Entre R$ 4,32 mi e R$ 4,8 mi: O pagamento separado desses impostos começa quase imediatamente (no mês seguinte ao excesso).
  • Acima de R$ 4,8 milhões: A empresa é “expulsa” do regime, ocorrendo o desenquadramento obrigatório.

Essa regra serve como uma “rampa de saída”, preparando o negócio para a complexidade do Lucro Presumido ou Real.


Raio-X dos Anexos e Alíquotas (Valores Atualizados) | Simples Nacional 2026

As alíquotas do Simples não são fixas; elas variam conforme o ramo de atuação e o faturamento acumulado. Confira as faixas aproximadas de cada setor:

SetorAtividadeAlíquota InicialAlíquota Máxima
Anexo IComércio4%19%
Anexo IIIndústria4,5%30%
Anexo IIIServiços Gerais6%33%
Anexo IVAdvocacia e Obras4,5%33%
Anexo VTecnologia e Ciência15,5%30,5%

Dica Estratégica: O Fator R é a salvação de muitos prestadores de serviços. Se a sua folha de pagamento atingir 28% do faturamento, você pode migrar do Anexo V para o III, reduzindo a alíquota inicial de 15,5% para apenas 6%.


Vale a pena? Prós e Contras do Regime Simplificado

Principais Benefícios:

  1. Guia Única: Menos tempo gasto gerando boletos e mais tempo focando no negócio.
  2. Compliance Simplificado: Redução no volume de declarações acessórias exigidas pelo fisco.
  3. Custo Operacional: Geralmente, os honorários contábeis para empresas do Simples são mais acessíveis.
  4. Facilitação de Débitos: Mais opções de parcelamento e regularização de dívidas fiscais.

Pontos de Atenção (Desvantagens):

  1. Créditos Fiscais: A empresa não gera crédito de ICMS, PIS ou COFINS para seus clientes, o que pode ser um barreira para vender para indústrias ou grandes redes.
  2. Carga Progressiva: Em alguns setores, ao chegar perto do teto, o Simples fica mais caro que o Lucro Presumido.
  3. Teto de Exportação: Existe uma trava de R$ 3,6 milhões para vendas internacionais.

A importância do Simples Nacional para a economia brasileira

O Simples Nacional é responsável por abrigar:

  • mais de 90% das empresas ativas no Brasil;
  • a maior parte da geração de empregos formais;
  • grande parte da inovação em serviços, comércio e tecnologia.

Por esse motivo, qualquer mudança que afete o Simples tem impacto sistêmico. Em 2026, esse impacto não virá de um aumento direto de alíquotas, mas de uma mudança estrutural no ambiente tributário em que essas empresas operam.


Por que 2026 é um ano crítico para o Simples Nacional

O ano de 2026 marca o início da transição prática da Reforma Tributária, mesmo que a cobrança plena dos novos tributos ocorra a partir de 2027. Na prática, 2026 é o ano das decisões estratégicas, especialmente para empresas do Simples que vendem para outras empresas (B2B).

A partir desse período, o empresário precisará decidir:

  • se permanece no Simples Nacional tradicional;
  • ou se adota o Simples Nacional Híbrido, modelo criado para coexistir com IBS e CBS.

Essa decisão impacta diretamente:

  • precificação;
  • competitividade;
  • relação com clientes;
  • margem de lucro;
  • fluxo de caixa.


Simples Nacional Tradicional x Simples Nacional Híbrido

Simples Nacional Tradicional

  • Todos os tributos continuam sendo pagos via DAS
  • Não gera crédito tributário para clientes PJ
  • Modelo mais simples operacionalmente
  • Interessante no B2C
  • Tende a perder competitividade no mercado B2B

Simples Nacional Híbrido

  • IRPJ, CSLL e CPP permanecem no DAS
  • IBS e CBS passam a ser apurados fora do Simples
  • Permite geração de crédito tributário ao cliente
  • Exige maior controle contábil e financeiro
  • Tende a ganhar competitividade no mercado B2B

Essa nova possibilidade muda completamente o jogo para empresas que fornecem produtos ou serviços a outras empresas.


Impactos financeiros reais do Simples Nacional em 2026

1. Pressão sobre preços

Empresas que não gerarem crédito tributário podem ser vistas como menos atrativas por clientes PJ, que passam a preferir fornecedores que permitam aproveitamento de crédito de IBS e CBS.

2. Margem de lucro reduzida

Para manter contratos, muitas empresas podem ser forçadas a:

  • reduzir preços;
  • absorver parte do imposto;
  • operar com margens menores.

3. Fluxo de caixa mais apertado

Com retenções, compensações e ajustes tributários, empresas despreparadas podem enfrentar desequilíbrio financeiro.


Análise técnica: o Simples não acaba, mas muda de função

Tecnicamente, o Simples Nacional:

  • deixa de ser apenas um regime “vantajoso por padrão”;
  • passa a ser um regime estratégico e situacional;
  • exige análise individualizada por empresa.

A ideia de que “o Simples sempre é melhor” deixa de ser verdadeira em 2026.

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CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


Principais erros cometidos por empresas do Simples Nacional

  • achar que a Reforma Tributária não afeta o Simples;
  • não analisar o perfil dos clientes;
  • ignorar a formação de preços;
  • misturar finanças pessoais e empresariais;
  • não controlar custos e despesas;
  • decidir sem simulações.

Esses erros, quando combinados, podem comprometer a saúde do negócio em poucos meses.


Tendências para o Simples Nacional até 2033

  • maior exigência de organização contábil;
  • redução da informalidade;
  • crescimento do Simples Híbrido;
  • migração gradual para Lucro Presumido ou Real;
  • fortalecimento do planejamento tributário estratégico;
  • empresas desorganizadas perdendo espaço.

Estudo de caso prático Simples Nacional 2026

Uma empresa de serviços no Simples Nacional, atendida pela AEXO Contabilidade, faturava cerca de R$ 3 milhões por ano e vendia majoritariamente para outras empresas.

Com a análise da Reforma Tributária:

  • identificou perda de competitividade futura;
  • simulou o Simples Híbrido;
  • reorganizou custos e preços;
  • manteve contratos estratégicos;
  • preservou margem de lucro.

Sem planejamento, o impacto seria negativo e silencioso.


Recomendações práticas para empresas do Simples em 2026

  • faça simulações tributárias ainda em 2025;
  • entenda o perfil dos seus clientes;
  • organize despesas com nota fiscal;
  • separe conta PF e PJ;
  • revise preços com base em crédito tributário;
  • busque apoio contábil estratégico.

A AEXO Contabilidade atua exatamente nesse ponto, oferecendo análises personalizadas, simulações reais e orientação segura.


Comparativo: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real

O cenário tributário brasileiro é fundamentado em três modelos principais de tributação. A escolha entre eles depende diretamente do faturamento, do porte e da organização interna de cada negócio, já que cada modalidade possui exigências e benefícios fiscais distintos.

1. Simples Nacional

Este modelo foi desenhado para facilitar a vida de Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) que faturam até R$ 4,8 milhões ao ano. A grande vantagem é a centralização de diversos impostos em um boleto único, o DAS.

  • Vantagens: Unifica a tributação sobre a receita bruta, reduzindo drasticamente a carga burocrática para quem está começando.
  • Atenção: Conforme a empresa escala, a alíquota cresce progressivamente, podendo perder a competitividade. Outro ponto crítico é a impossibilidade de transferir créditos de impostos como PIS/COFINS, o que pode afastar parceiros comerciais de grande porte.

2. Lucro Presumido

O Lucro Presumido é destinado a negócios com receita anual de até R$ 78 milhões, este regime é popular entre empresas que possuem margens de lucro elevadas. Aqui, o governo não olha para o que você realmente lucrou, mas utiliza uma tabela de presunção baseada no seu ramo de atividade.

  • Funcionamento: Os impostos são calculados sobre uma estimativa de lucro pré-definida pela Receita. Se o seu lucro real for maior que a estimativa, você economiza.
  • Desvantagem: Se a empresa passar por um período de crise ou tiver margens apertadas (lucro menor que a presunção), ela acabará pagando impostos sobre um rendimento que, na prática, não existiu.

3. Lucro Real

O Lucro Real é o regime de maior rigor contábil, sendo obrigatório para quem fatura mais de R$ 78 milhões anuais, além de instituições do setor financeiro. Diferente dos outros, o cálculo é feito sobre o lucro líquido real apurado após a dedução de todas as despesas permitidas por lei.

  • Ponto Forte: Em cenários de prejuízo ou margens muito baixas, o imposto cai proporcionalmente. É ideal para empresas com altos custos operacionais e contabilidade impecável.
  • Ponto Fraco: Exige uma gestão financeira extremamente detalhada e um suporte contábil robusto, pois qualquer erro na dedução de despesas pode gerar multas pesadas.

FAQ – Simples Nacional 2026

O Simples Nacional vai acabar em 2026?
Não, mas muda profundamente.

Empresas do Simples serão obrigadas a sair do regime?
Não, a decisão continua sendo do empresário.

O imposto vai aumentar automaticamente?
Não necessariamente, mas a competitividade muda.

O que é Simples Nacional Híbrido?
É o modelo que permite recolher IBS e CBS fora do DAS.

Empresas B2B serão mais afetadas?
Sim, principalmente.

Empresas B2C sentem menos impacto?
Em geral, sim.

Vale a pena planejar agora?
É essencial.

Quem não planejar corre risco?
Risco alto de perda de margem e mercado.

O contador decide sozinho?
Não, a decisão é empresarial.

AEXO Contabilidade ajuda nesse processo?
Sim, com planejamento completo.


Conclusão: Simples Nacional 2026

O Simples Nacional em 2026 deixa de ser apenas um regime simplificado e passa a ser uma decisão estratégica. A Reforma Tributária não extingue o Simples, mas transforma o ambiente em que ele opera. Empresas que se anteciparem, organizarem dados e tomarem decisões conscientes atravessarão esse período com segurança. As demais correm o risco de perder margem, clientes e competitividade.

A AEXO Contabilidade se posiciona como parceira estratégica nesse novo cenário, ajudando empresários a entender regras complexas e transformá-las em decisões claras, legais e sustentáveis.


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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária: 2026 Será o Ano Mais Difícil para as Empresas do Simples Nacional

Introdução

Reforma Tributária Simples Nacional 2026: Durante anos, o Simples Nacional foi visto como o regime mais seguro, previsível e “tranquilo” para micro e pequenas empresas. Contudo, a Reforma Tributária muda completamente esse cenário. Embora muitos empresários acreditem que o impacto maior recairá apenas sobre empresas do Lucro Presumido ou Lucro Real, a realidade é bem diferente.

Na prática, 2026 será o ano mais crítico da história recente para empresas optantes pelo Simples Nacional. Não porque os impostos aumentarão automaticamente, mas porque decisões estratégicas irreversíveis precisarão ser tomadas, muitas vezes sem preparo, dados ou organização suficiente.

Este artigo explica por que 2026 é o ano mais difícil, o que muda na prática, quais erros podem comprometer a sobrevivência do negócio e como se preparar com antecedência para atravessar esse novo cenário com segurança, contando com a expertise da AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária: 2026 Será o Ano Mais Difícil para as Empresas do Simples Nacional

O que é a Reforma Tributária e por que ela atinge o Simples Nacional

A Reforma Tributária brasileira cria um novo modelo de tributação sobre o consumo, substituindo tributos antigos por dois grandes impostos:

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – substitui ICMS e ISS
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – substitui PIS e COFINS

Embora o Simples Nacional permaneça formalmente existindo, ele deixa de ser um sistema “fechado”. A partir da reforma, surgem dois caminhos possíveis dentro do Simples, o que muda completamente a lógica atual.


2026: o ano da decisão (e não da adaptação)

Um dos maiores erros dos empresários é acreditar que a Reforma Tributária só começa em 2027. Tecnicamente, a cobrança plena inicia em 2027, mas as decisões precisam ser tomadas em 2026, especialmente a partir do segundo semestre.

👉 Setembro de 2026 será um marco decisivo.

Nesse período, o empresário precisará definir:

  • se permanece no Simples Nacional tradicional (DAS);
  • ou se adota o Simples Nacional Híbrido.

Essa escolha impactará:

  • formação de preços;
  • competitividade;
  • margem de lucro;
  • fluxo de caixa;
  • relação com clientes pessoa jurídica.

E o mais importante: não será uma decisão facilmente reversível.


O que é o Simples Nacional Tradicional (DAS)

No modelo atual, o Simples Nacional:

  • concentra tributos em uma única guia (DAS);
  • calcula impostos sobre o faturamento;
  • não permite aproveitamento de créditos de ICMS, ISS, PIS e COFINS;
  • funciona bem para quem atende majoritariamente pessoa física.

Esse modelo continuará existindo, porém com perda de competitividade em muitos setores, especialmente no B2B.


O que é o Simples Nacional Híbrido

Com a reforma, surge o Simples Nacional Híbrido, no qual:

  • IRPJ, CSLL e INSS continuam no Simples;
  • tributos sobre consumo passam a ser recolhidos via IBS e CBS;
  • a empresa passa a gerar crédito tributário para seus clientes PJ;
  • a apuração se aproxima do modelo do Lucro Real no consumo.

Esse modelo pode ser vantajoso para empresas organizadas, com controle financeiro e alto volume de despesas com nota fiscal.


Por que essa decisão é tão difícil para o empresário do Simples

A grande dificuldade não está apenas na escolha do regime, mas na falta de informações reais do próprio negócio.

Muitas empresas do Simples:

  • não têm controle de custos;
  • misturam conta PF com PJ;
  • não registram todas as despesas corretamente;
  • não analisam margem por produto ou serviço.

Sem dados confiáveis, qualquer decisão vira um chute.


Impactos financeiros diretos da Reforma Tributária no Simples Nacional

1. Formação de preços

Empresas que não recolherem IBS/CBS podem:

  • perder contratos com clientes PJ;
  • ser pressionadas a reduzir preços;
  • perder margem de lucro.

2. Fluxo de caixa

Com retenção de impostos na fonte:

  • o valor líquido recebido será menor;
  • empresas despreparadas podem sofrer estrangulamento financeiro.

3. Margem de lucro

Negócios com margem apertada podem:

  • deixar de ser viáveis;
  • precisar rever modelo de negócio;
  • migrar de regime tributário.

Por que empresas desorganizadas sofrerão mais | Reforma Tributária Simples Nacional 2026

A Reforma Tributária premia:

  • organização;
  • controle;
  • compliance;
  • planejamento.

Empresas que:

  • não guardam notas;
  • pagam despesas no CPF;
  • não controlam faturamento real;

perdem créditos e pagam mais imposto do que deveriam.


Erro comum: “deixar o contador decidir”

Embora o contador seja essencial, a decisão é empresarial, não apenas contábil. Sem informações completas do negócio, nenhum profissional consegue escolher o melhor caminho.

A AEXO Contabilidade atua justamente preenchendo essa lacuna, transformando dados financeiros em decisões estratégicas.


Tendências para 2026 e 2027

  • fim da informalidade dentro do Simples;
  • maior exigência de organização financeira;
  • redução da vantagem competitiva de empresas “desorganizadas”;
  • crescimento do planejamento tributário estratégico;
  • maior integração entre gestão e contabilidade.

Estudo de caso prático

Uma empresa do Simples atendida pela AEXO Contabilidade:

  • atendia majoritariamente PJ;
  • não tinha controle de despesas;
  • praticava preços defasados.

Com simulações da Reforma:

  • ajustou processos;
  • organizou documentação;
  • decidiu pelo modelo híbrido;
  • preservou margem e competitividade.

Recomendações práticas para empresas do Simples em 2026

  • organize contas bancárias;
  • separe PF de PJ;
  • controle todas as despesas com nota;
  • analise margem real do negócio;
  • simule cenários tributários;
  • não espere 2027 para agir.

FAQ – Reforma Tributária Simples Nacional 2026

O Simples Nacional vai acabar?
Não, mas muda profundamente.

2026 já tem impacto financeiro?
Sim, é o ano da decisão estratégica.

Posso escolher o modelo híbrido?
Sim, a opção será do empresário.

Empresas desorganizadas serão prejudicadas?
Fortemente.

Quem atende PJ deve considerar IBS/CBS?
Na maioria dos casos, sim.

Vai aumentar imposto automaticamente?
Não necessariamente.

A decisão pode ser revertida depois?
Com dificuldade.

O contador decide sozinho?
Não deveria.

Vale a pena planejar agora?
É essencial.

AEXO Contabilidade pode ajudar?
Sim, com simulações e planejamento completo.


Conclusão | Reforma Tributária Simples Nacional 2026

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança de impostos. Ela representa uma mudança de mentalidade. Para empresas do Simples Nacional, 2026 será o ano mais difícil justamente porque exige decisão, organização e visão estratégica.

Quem se preparar agora atravessará 2027 com segurança. Quem ignorar os sinais pode enfrentar perda de margem, competitividade e até inviabilidade do negócio.

A AEXO Contabilidade atua como parceira estratégica nesse processo, oferecendo análise técnica, planejamento tributário e suporte completo para decisões seguras e legais.


AEXO a Sua Contabilidade

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Simples Nacional Híbrido: Como Vai Funcionar na Reforma Tributária e Quando Vale a Pena Optar

Introdução

O Simples Nacional não será extinto pela Reforma Tributária, mas passará por uma das mudanças mais relevantes desde sua criação. Com a implementação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), surge o chamado Simples Nacional Híbrido, um modelo que exige decisões estratégicas por parte das empresas optantes.

Na prática, o Simples deixa de ser apenas um regime “simplificado” e passa a oferecer duas formas distintas de recolhimento dos novos tributos, cada uma com impactos diretos sobre competitividade, precificação, geração de crédito tributário e relacionamento com clientes.

Entender como funcionará o Simples Nacional Híbrido é fundamental, especialmente para empresas que vendem para outras empresas (B2B) ou que atuam em cadeias produtivas mais complexas.

simples nacional híbrido


O que é o Simples Nacional Híbrido

O Simples Nacional Híbrido é a possibilidade de a empresa optante pelo Simples escolher como recolher o IBS e a CBS, após a implementação da Reforma Tributária.

Essa escolha ocorrerá entre duas opções:

  1. Recolher IBS e CBS dentro do DAS
  2. Recolher IBS e CBS fora do DAS

Cada alternativa possui efeitos práticos muito diferentes.


Opção 1: IBS e CBS recolhidos dentro do DAS

Nessa modalidade, o funcionamento se assemelha ao modelo atual do Simples Nacional.

Principais características

  • IBS e CBS integrados ao DAS
  • Apuração simplificada
  • Menor complexidade operacional
  • Não gera crédito tributário para o cliente

Essa opção tende a ser mais adequada para empresas que vendem majoritariamente para pessoas físicas (B2C), nas quais o crédito tributário não é um fator relevante na decisão de compra.


Opção 2: IBS e CBS recolhidos fora do DAS

Aqui está o ponto mais estratégico do Simples Nacional Híbrido.

Principais características

  • IBS e CBS recolhidos separadamente
  • Maior complexidade operacional
  • Geração de crédito tributário para o cliente
  • Maior aderência ao modelo de IVA

Essa opção será decisiva para empresas que atuam no B2B, pois permite que seus clientes aproveitem créditos de IBS e CBS, mantendo a competitividade frente a empresas fora do Simples.


Por que o Simples Nacional Híbrido muda a lógica do regime

Historicamente, o Simples Nacional sempre foi visto como um regime vantajoso por reduzir burocracia. Com a Reforma Tributária, a simplicidade deixa de ser o único critério, e a competitividade passa a ser central.

Empresas do Simples que vendem para outras empresas podem perder contratos se não gerarem crédito tributário. Nesse contexto, o Simples Híbrido surge como uma forma de evitar exclusão do mercado B2B.


Impactos financeiros do Simples Nacional Híbrido

Competitividade no mercado B2B

Empresas que não gerarem crédito podem:

  • perder espaço para concorrentes fora do Simples
  • sofrer pressão por redução de preços
  • ter margens comprimidas

Impacto na formação de preços

A escolha do modelo influencia diretamente:

  • preço final
  • margem de lucro
  • poder de negociação

Empresas precisarão recalcular preços considerando o crédito que o cliente poderá ou não aproveitar.


Aumento da necessidade de controle fiscal

Optar pelo recolhimento fora do DAS exige:

  • sistemas fiscais mais robustos
  • controle de créditos e débitos
  • acompanhamento contábil constante

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CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


Quando o Simples Nacional Híbrido vale a pena

O modelo híbrido tende a ser vantajoso quando a empresa:

  • vende predominantemente para outras empresas (B2B)
  • atua em cadeias produtivas
  • fornece serviços ou produtos recorrentes
  • precisa manter competitividade em licitações ou contratos corporativos
  • possui estrutura contábil minimamente organizada

Por outro lado, empresas B2C puras podem se beneficiar mais da simplicidade do recolhimento dentro do DAS.


Riscos de escolher o modelo errado

A escolha inadequada pode gerar:

  • perda de competitividade
  • aumento indireto da carga tributária
  • dificuldade de negociação com clientes
  • retrabalho operacional
  • impacto negativo no fluxo de caixa

Por isso, a decisão não deve ser automática.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o Simples Nacional Híbrido

1. O que é o Simples Nacional Híbrido?

O Simples Nacional Híbrido é o modelo criado pela Reforma Tributária que permite às empresas optantes pelo Simples escolherem como recolher o IBS e a CBS: dentro do DAS ou fora do DAS, conforme sua estratégia de negócio.


2. O Simples Nacional vai acabar com a Reforma Tributária?

Não. O Simples Nacional será mantido, porém adaptado ao novo sistema tributário, passando a operar com opções de recolhimento híbridas para IBS e CBS.


3. O que muda no Simples Nacional com a criação do IBS e da CBS?

A principal mudança é que o IBS e a CBS poderão ser recolhidos de forma separada do DAS, permitindo a geração de crédito tributário para os clientes, algo que hoje não ocorre no Simples tradicional.


4. Qual a diferença entre recolher IBS/CBS dentro ou fora do DAS?

Dentro do DAS, o recolhimento é mais simples, mas não gera crédito para o cliente. Fora do DAS, o recolhimento é separado, mais complexo, porém permite que o cliente aproveite créditos tributários.


5. Empresas do Simples serão obrigadas a recolher IBS e CBS fora do DAS?

Não. A escolha será opcional, devendo ser feita com base no perfil dos clientes, no tipo de operação e na estratégia de competitividade da empresa.


6. O Simples Nacional Híbrido é vantajoso para empresas B2B?

Sim. Empresas que vendem para outras empresas tendem a se beneficiar do modelo híbrido fora do DAS, pois seus clientes poderão aproveitar créditos de IBS e CBS.


7. Empresas que vendem para pessoa física precisam optar pelo modelo híbrido?

Em geral, não. Empresas B2C costumam se beneficiar mais da simplicidade do recolhimento dentro do DAS, já que o cliente final não aproveita crédito tributário.


8. O Simples Nacional Híbrido aumenta a carga tributária?

Não necessariamente. O impacto depende da forma de recolhimento escolhida, do setor de atuação e do nível de planejamento tributário realizado.


9. O Simples Nacional Híbrido exige mudanças nos sistemas e ERPs?

Sim. Especialmente para quem optar pelo recolhimento fora do DAS, será necessário adaptar sistemas contábeis, fiscais e de faturamento.


10. O Simples Nacional Híbrido impacta o fluxo de caixa?

Pode impactar, principalmente no modelo fora do DAS, exigindo maior controle financeiro e planejamento de capital de giro.


11. Como escolher a melhor opção no Simples Nacional Híbrido?

A escolha deve considerar:

  • perfil dos clientes (B2B ou B2C);
  • faturamento;
  • margens de lucro;
  • estrutura operacional;
  • impacto na competitividade.

12. Empresas do Simples poderão gerar crédito tributário para clientes?

Sim, desde que optem pelo recolhimento do IBS e da CBS fora do DAS, conforme previsto no modelo híbrido.


13. O Simples Nacional Híbrido afeta contratos já existentes?

Sim. Contratos de médio e longo prazo devem ser revisados para adequar cláusulas de preço e repasse tributário.


14. A escolha do Simples Nacional Híbrido pode ser alterada posteriormente?

As regras específicas ainda serão detalhadas na regulamentação, mas a tendência é que a opção tenha critérios e prazos definidos para alteração.


15. Como a AEXO Contabilidade pode ajudar no Simples Nacional Híbrido?

A AEXO Contabilidade atua com análise personalizada, simulações práticas, adaptação de sistemas e planejamento tributário para garantir que sua empresa escolha a opção mais vantajosa e segura.


Simples Nacional Híbrido e planejamento tributário

Com o Simples Híbrido, o planejamento tributário passa a ser essencial mesmo para pequenas e médias empresas.

As principais análises envolvem:

  • perfil dos clientes (B2B x B2C)
  • volume de faturamento
  • margem de lucro
  • capacidade operacional
  • impacto no fluxo de caixa

A AEXO Contabilidade atua com simulações práticas do Simples Nacional Híbrido, avaliando cenários reais e indicando a melhor opção para cada empresa.


Relação do Simples Nacional Híbrido com o cronograma da Reforma Tributária

O Simples Nacional Híbrido passa a ser relevante a partir da entrada em vigor da CBS (2027) e ganha ainda mais importância com a implementação gradual do IBS entre 2029 e 2033.

Empresas que não se prepararem podem ser surpreendidas em plena transição.

Saiba tudo sobre o cronograma da reforma tributária clicando aqui.


Conclusão: o Simples Nacional deixa de ser apenas “simples”

A Reforma Tributária transforma o Simples Nacional em um regime estratégico, e não apenas simplificado. O modelo híbrido exige decisões conscientes, baseadas em dados, simulações e planejamento.

Empresas que analisarem corretamente suas opções manterão competitividade e segurança. Já aquelas que ignorarem o impacto do Simples Híbrido poderão enfrentar perda de mercado e redução de margens.


Escolha o melhor caminho no Simples Nacional Híbrido

👉 Sua empresa está no Simples Nacional e quer saber se o modelo híbrido é vantajoso?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e receba uma análise estratégica personalizada.

simples nacional híbrido

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.