O Que a Receita Federal Realmente Monitora nas Contas Bancárias: A Verdade Sobre a “Taxação do Pix”

Introdução

O Que a Receita Federal Realmente Monitora nas Contas Bancárias: Nos últimos anos, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil. Simples, rápido e gratuito, ele passou a fazer parte da rotina de pessoas físicas, autônomos, empresas e profissionais liberais. No entanto, junto com a popularização do Pix, surgiram também boatos alarmistas sobre uma suposta “taxação do Pix” e sobre a ideia de que a Receita Federal estaria monitorando cada transferência bancária em tempo real.

Essas informações, amplamente divulgadas em redes sociais e vídeos sensacionalistas, geraram medo, insegurança e decisões equivocadas, como a tentativa de esconder movimentações financeiras ou abandonar meios digitais. A realidade, porém, é bem diferente — e, paradoxalmente, mais perigosa para quem não entende como o sistema realmente funciona.

Neste artigo, você vai entender o que a Receita Federal realmente monitora nas contas bancárias, qual é a verdade sobre a fiscalização do Pix, o que é fato, o que é fake, quais são os impactos financeiros reais e como se proteger legalmente com apoio da AEXO Contabilidade, referência em planejamento tributário e conformidade fiscal.

o que a receita monitora nas contas bancárias


O maior mito: a Receita Federal “espiona” sua conta bancária

Um dos mitos mais difundidos é o de que a Receita Federal:

  • vê seu extrato bancário completo;
  • acompanha cada Pix recebido;
  • monitora transferências em tempo real;
  • acessa livremente sua conta bancária.

👉 Isso é fake.

A Receita Federal não tem acesso ao extrato bancário detalhado do contribuinte, nem acompanha movimentações individualmente. O sigilo bancário é protegido por lei e só pode ser quebrado mediante ordem judicial em casos específicos.


O que a Receita Federal realmente recebe dos bancos

O que a Receita Federal recebe não é um extrato detalhado, mas sim um relatório consolidado de movimentações financeiras, enviado periodicamente pelas instituições financeiras. Esse sistema se chama e-Financeira.

O que é a e-Financeira?

A e-Financeira é uma obrigação acessória criada em 2001, ampliada ao longo dos anos, que obriga bancos, corretoras e instituições financeiras a informarem à Receita Federal, de forma consolidada:

  • total movimentado no período;
  • tipo de operação (crédito, débito, investimento);
  • CPF ou CNPJ do titular.

Esse relatório não mostra cada Pix individual, nem o destino detalhado de cada transação, conforme esclarecido no material de referência.


Pix não é tributado: isso é fato | O Que a Receita Monitora nas Contas Bancárias e no Pix

Vamos ser absolutamente objetivos:

Não existe imposto sobre Pix
Não existe taxa automática por transferência
Não existe cobrança por movimentar dinheiro via Pix

O Pix é apenas um meio de pagamento, assim como dinheiro, TED, DOC ou cartão. A Receita Federal não tributa meios de pagamento, ela tributa renda.

Para que o Pix fosse tributado, seria necessária:

  • aprovação de uma lei específica;
  • debate no Congresso Nacional;
  • sanção presidencial.

Nada disso ocorreu.


Então por que tanta gente fala em “fiscalização do Pix”?

A confusão surgiu porque:

  • fintechs e bancos digitais passaram a enviar dados à Receita;
  • os limites de comunicação (R$ 5.000 PF e R$ 15.000 PJ) foram divulgados sem contexto;
  • conteúdos sensacionalistas misturaram fiscalização com tributação.

Na prática, o Pix apenas entra no relatório consolidado, assim como outras formas de recebimento.


O que realmente gera alerta para a Receita Federal

A Receita Federal não se interessa pelo meio de pagamento, mas sim pela incompatibilidade entre renda declarada e movimentação financeira.

Exemplo prático: O Que a Receita Monitora nas Contas Bancárias e no Pix

  • Contribuinte declara renda mensal de R$ 3.000;
  • Movimenta R$ 15.000 por mês na conta bancária;
  • Não emite nota fiscal nem declara outra atividade.

Nesse caso, não é o Pix que gera problema, mas a renda não declarada. O sistema cruza dados de:

  • e-Financeira;
  • declarações de imposto de renda;
  • notas fiscais;
  • maquininhas de cartão;
  • plataformas digitais.

Quando os números não batem, acende um alerta fiscal.


Fiscalização não é punição automática

Outro erro comum é acreditar que:

  • movimentar valores altos gera multa automática;
  • receber Pix leva direto à malha fina;
  • o sistema “cobra imposto sozinho”.

Isso também é fake.

A fiscalização funciona em etapas:

  1. cruzamento de dados;
  2. identificação de inconsistência;
  3. notificação para esclarecimento;
  4. eventual autuação, se não houver regularização.

Quem se organiza não precisa ter medo da Receita. Agora, se você está sonegando ou recebendo valores em suas contas bancárias de renda informal, o risco é alto e real!


Impactos financeiros reais da desinformação

Acreditar em fake news sobre o Pix pode gerar consequências sérias:

  • omissão de rendimentos;
  • informalidade prolongada;
  • dificuldade de comprovar renda;
  • autuações futuras;
  • pagamento de imposto com multa e juros.

Ou seja, o medo do Pix aumenta o risco fiscal, em vez de reduzir.


Erros comuns que levam problemas com a Receita (não o Pix)

  • misturar conta pessoal com atividade profissional;
  • não declarar renda recorrente;
  • não emitir nota fiscal;
  • não formalizar empresa;
  • confiar em “dicas” de redes sociais;
  • ignorar orientação contábil.

Tendência: fiscalização cada vez mais inteligente

Com a digitalização, a Receita Federal utiliza:

  • inteligência artificial;
  • cruzamento automático de bases;
  • análise de comportamento financeiro.

Isso não significa aumento de impostos, mas sim maior eficiência na fiscalização.


Como se proteger legalmente

As melhores práticas são simples:

  • declarar corretamente a renda;
  • separar CPF e CNPJ;
  • manter organização financeira;
  • formalizar atividades recorrentes;
  • contar com contabilidade especializada.

A AEXO Contabilidade atua exatamente nesse ponto: organização, prevenção e planejamento, para que o contribuinte pague apenas o imposto justo, dentro da lei.


Estudo de caso real

Um profissional liberal recebia pagamentos recorrentes via Pix e acreditava que “o Pix seria taxado”. Por isso, deixou de declarar rendimentos.

Com apoio da AEXO Contabilidade:

  • regularizou a situação;
  • organizou a movimentação bancária;
  • passou a declarar corretamente;
  • evitou autuação futura.

Resultado: tranquilidade fiscal e segurança financeira.


FAQ – Receita Federal e Pix

A Receita vê meu extrato bancário?
Não.

A Receita vê cada Pix recebido?
Não.

Pix é tributado?
Não.

Movimentar acima de R$ 5.000 gera imposto?
Não.

O que gera fiscalização?
Renda incompatível com movimentação.

Fintechs enviam dados à Receita?
Sim, dados consolidados.

Isso é novo?
Não, existe desde 2001.

Autônomos devem declarar Pix recebido?
Sim, se for renda.

Posso cair na malha fina por Pix?
Somente por renda não declarada.

AEXO Contabilidade ajuda a regularizar?
Sim.


Conclusão: O Que a Receita Monitora nas Contas Bancárias e no Pix

A chamada “taxação do Pix” é uma fake news. O que existe é fiscalização de renda, algo que sempre fez parte do sistema tributário brasileiro. O Pix é apenas um meio de pagamento e não gera imposto por si só.

Entender o que a Receita Federal realmente monitora é fundamental para evitar medo desnecessário e, principalmente, para manter a vida fiscal organizada. Com orientação adequada, é possível usar o Pix com tranquilidade, segurança e conformidade.

A AEXO Contabilidade atua como parceira estratégica para quem quer clareza, organização e proteção fiscal em um cenário cada vez mais digital.


AEXO a Sua Contabilidade

👉 Recebe valores via Pix e quer ter certeza de que está tudo certo com a Receita Federal?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e organize sua vida fiscal sem medo e sem fake news.

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Fiscalização do Pix: O Que é Fato e o Que é Fake Segundo a Receita Federal

Introdução

Fiscalização do Pix: Nos últimos meses, milhares de brasileiros passaram a demonstrar medo de utilizar o Pix. Mensagens em redes sociais, vídeos alarmistas e publicações sensacionalistas espalharam a ideia de que a Receita Federal estaria “taxando o Pix”, monitorando transferências individuais ou cobrando imposto automaticamente sobre movimentações bancárias.

Esse cenário gerou insegurança especialmente entre autônomos, pequenos empreendedores, profissionais informais e trabalhadores que recebem pagamentos digitais no dia a dia. Contudo, quando analisamos tecnicamente a legislação, as instruções normativas e os esclarecimentos oficiais da Receita Federal, a realidade é muito diferente.

Neste artigo, você vai entender o que é fato e o que é fake sobre a fiscalização do Pix, como funciona o monitoramento financeiro no Brasil, o que realmente muda com as normas recentes e por que não existe tributação sobre o Pix. Além disso, explicamos como se proteger legalmente e manter sua vida fiscal regularizada com apoio da AEXO Contabilidade.


Fiscalização do Pix: O Que é Fato e o Que é Fake Segundo a Receita Federal


O que gerou o boato da “fiscalização do Pix”

O principal gatilho das fake news foi a divulgação fora de contexto de instruções normativas da Receita Federal, especialmente:

  • uma norma recente (2024/2025);
  • e outra já existente desde 2001, ampliada em 2015.

Essas normas tratam da obrigação de instituições financeiras enviarem informações consolidadas à Receita, algo que sempre existiu, mas que passou a incluir fintechs e bancos digitais.

Segundo esclarecimento oficial da Receita Federal, não houve criação de imposto, nem nova taxação sobre Pix ou cartão de crédito.


FATO: o Pix NÃO é tributado

Vamos ser absolutamente claros:

Não existe imposto sobre Pix
Não existe taxa automática por transferência
Não existe cobrança por movimentação bancária

O Pix é apenas um meio de pagamento, assim como TED, DOC, dinheiro ou cartão. A Receita Federal não tributa meios, ela tributa renda.

Se fosse criado um imposto sobre Pix, isso exigiria:

  • lei aprovada pelo Congresso Nacional;
  • sanção presidencial;
  • ampla divulgação oficial.

Nada disso aconteceu.


FAKE: “movimentar Pix acima de R$ 5.000 gera imposto”

Essa é uma das maiores distorções.

O valor de R$ 5.000 para pessoas físicas e R$ 15.000 para pessoas jurídicas não é limite de tributação, mas sim limite de comunicação de dados agregados pelas instituições financeiras à Receita Federal.

Esse mecanismo existe desde 2001 para bancos tradicionais e foi estendido às fintechs e bancos digitais, conforme esclarecido pela Receita.

O Pix por si só não gera imposto, o que gera imposto é a renda! Então se você recebe valores de renda informal, fale agora com a AEXO Contabilidade e não corra mais riscos.


Então o que a Receita Federal realmente fiscaliza?

A Receita Federal não analisa Pix por Pix, nem compra por compra. O que ocorre é:

  • as instituições financeiras enviam dados consolidados através da e-Financeira;
  • a Receita cruza essas informações com a declaração de renda;
  • se houver incompatibilidade evidente, o contribuinte pode ser chamado para esclarecer.

Isso é chamado de cruzamento de dados fiscais, algo que sempre existiu, mas agora está mais eletrônico e rastreável com a ajuda da inteligência artificial.

Leia também: Qual valor o banco informa para a Receita Federal?


Fiscalização não é tributação

Aqui está um ponto central que precisa ser compreendido:

ConceitoSignificado
FiscalizaçãoVerificar se a renda declarada é compatível
TributaçãoCobrança de imposto
PixMeio de pagamento
ImpostoIncide sobre renda, não sobre Pix

Confundir fiscalização com tributação é o que alimenta o pânico desnecessário.


Exemplo prático: quando a Receita pode chamar alguém

Imagine uma pessoa que:

  • declara renda mensal de R$ 2.000;
  • movimenta R$ 12.000 por mês via Pix;
  • não declara nenhuma outra atividade.

Nesse caso, não é o Pix que gera imposto, mas a renda não declarada. A Receita pode solicitar esclarecimentos, pois há incompatibilidade entre renda e movimentação financeira.

Esse mecanismo sempre existiu, inclusive antes do Pix.


Impactos financeiros reais da desinformação

A disseminação de fake news gera consequências sérias:

  • pessoas deixam de usar meios digitais;
  • autônomos permanecem na informalidade;
  • empreendedores deixam de crescer;
  • contribuintes deixam de declarar corretamente.

Paradoxalmente, isso aumenta o risco fiscal, em vez de reduzir.


Por que fintechs passaram a enviar informações à Receita

A ampliação da obrigação para bancos digitais ocorreu por um motivo claro:

  • combate à lavagem de dinheiro;
  • fraudes estruturadas;
  • uso indevido de fintechs por organizações criminosas.

Ou seja, a norma protege a sociedade e não tem como objetivo prejudicar trabalhadores formais ou informais, conforme esclarecido pela Receita Federal.


Erros comuns que levam à malha fina com a Fiscalização do Pix

  • omitir rendimentos;
  • não declarar atividades informais e aluguéis;
  • misturar conta pessoal com atividade profissional;
  • não formalizar negócio;
  • não declarar renda de aplicativos e plataformas digitais;
  • confiar em informações de não especialistas nas redes sociais.

Tendência: fiscalização digital e cruzamento inteligente

Com o avanço da tecnologia, a Receita Federal atua cada vez mais com:

  • inteligência artificial;
  • cruzamento automatizado de dados;
  • análise de comportamento financeiro.

Isso não significa aumento de impostos, mas sim maior eficiência na fiscalização.


Como se proteger legalmente da Fiscalização do Pix

As melhores práticas são:

  • declarar corretamente a renda;
  • formalizar atividades recorrentes;
  • manter organização financeira;
  • buscar orientação contábil especializada.

A AEXO Contabilidade atua exatamente nesse ponto: prevenção, regularização e planejamento, evitando sustos futuros.


Estudo de caso real: Fiscalização do Pix

Um profissional autônomo recebia valores recorrentes via Pix e não declarava por acreditar na fake news de “imposto sobre Pix”.

Com orientação da AEXO Contabilidade:

  • regularizou sua situação;
  • declarou corretamente os rendimentos;
  • evitou autuação futura;
  • passou a atuar com tranquilidade fiscal.

FAQ – Fiscalização do Pix

O Pix é tributado?
Não.

Existe imposto sobre Pix?
Não.

A Receita monitora Pix individualmente?
Não.

Movimentar acima de R$ 5.000 gera imposto?
Não.

Fintechs enviam dados à Receita?
Sim, dados consolidados.

Isso é novo?
Não, apenas ampliado.

Autônomos devem declarar Pix recebido?
Sim, se for renda.

Posso cair na malha fina por Pix?
Apenas por renda não declarada.

O Pix será taxado no futuro?
Somente com lei específica.

AEXO Contabilidade ajuda na regularização?
Sim.


Conclusão Fiscalização do Pix

A chamada “fiscalização do Pix” é, na prática, uma mistura de fatos reais com desinformação. O Pix não é tributado, não há imposto sobre transferências e não existe cobrança automática por movimentação financeira.

O que existe é fiscalização de renda, algo que sempre fez parte do sistema tributário brasileiro. Entender essa diferença é essencial para evitar medo desnecessário e, principalmente, para manter a vida fiscal organizada.

Com apoio especializado da AEXO Contabilidade, é possível atuar com segurança, clareza e tranquilidade, sem cair em fake news.


AEXO a Sua Contabilidade!

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Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e tenha segurança fiscal sem medo ou desinformação.

Fiscalização do Pix: O Que é Fato e o Que é Fake Segundo a Receita Federal

Como Declarar Pix no Imposto de Renda

Declarar o Imposto de Renda sempre gera dúvidas, mesmo para quem já está acostumado com esse processo anual. Uma das maiores preocupações dos contribuintes é: Como Declarar Pix no Imposto de Renda Pessoa Física?

Essa dúvida é extremamente válida, afinal o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento e transferência no Brasil, superando TED, DOC e até mesmo o uso de cartões em algumas situações. Por sua praticidade, ele se tornou parte da vida financeira de milhões de brasileiros — e, naturalmente, passou a chamar a atenção da Receita Federal.

Neste artigo completo, você vai entender tudo sobre:

  • A obrigatoriedade de declarar transações via Pix.
  • Como diferenciar a natureza dos valores recebidos.
  • Exemplos práticos de lançamento no sistema da Receita.
  • Os riscos de não declarar corretamente.
  • Vantagens de abrir um CNPJ quando as operações são frequentes.
  • Como a AEXO Contabilidade pode ajudar você a pagar menos imposto e evitar problemas com o Fisco.
Como Declarar Pix no Imposto de Renda Pessoa Física?

🔎 O que é o Pix para a Receita Federal?

Antes de tudo, é importante compreender que Pix não é rendimento em si. O Pix é apenas um meio de transferência bancária, assim como foi o TED e o DOC no passado.

O que realmente importa para a Receita Federal é a origem do valor transferido:

  • Foi um salário?
  • Uma prestação de serviço?
  • Venda de produto?
  • Um empréstimo?
  • Uma doação?

Cada uma dessas situações tem tratamento fiscal diferente, e é isso que vai determinar como lançar o Pix na sua declaração.

Você recebeu ou enviou PIX e está em dúvida sobre como declarar esses valores no Imposto de Renda? Andrius Dourado, contador, sócio da AEXO Contabilidade Digital e youtuber no canal Os Três Contadores, vai te mostrar de forma simples e direta:

✅ Quando o PIX precisa ser declarado

✅ Quem é obrigado a declarar valores recebidos

✅ O que acontece se você não declarar corretamente

✅ Como evitar problemas com a Receita Federal

Assista agora e aprenda na prática:

Como Declarar Pix no Imposto de Renda


💰 Como declarar Pix dependendo da origem

1. Empréstimos recebidos via Pix

Se você recebeu um valor como empréstimo, é necessário registrar isso na ficha Dívidas e Ônus Reais.

  • Se o empréstimo foi feito em banco: Código 11.
  • Se foi em sociedade de crédito, financiamento ou investimento: Código 12.
  • Se foi com pessoa física (um amigo, parente etc.): Código 14.

Você deve informar:

  • Nome e CPF/CNPJ do credor.
  • Valor recebido.
  • Valor pago durante o ano-calendário.
  • Saldo devedor no final do ano.

Assim, evita problemas de confusão entre empréstimo x rendimento tributável.


2. Doações recebidas via Pix

Doações têm tratamento especial. São consideradas rendimentos isentos, mas é preciso cuidado com os limites estaduais do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação).

Exemplo: em São Paulo, em 2025 o limite de isenção é cerca de R$ 90 mil. Acima disso, há tributação de 4%.

Na declaração:

  • Vá em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.
  • Selecione “Transferências Patrimoniais – Doações e Heranças”.
  • Informe CPF ou CNPJ do doador e o valor recebido.

3. Vendas de produtos ou serviços recebidos via Pix

Se você vende produtos pela internet, presta serviços ou recebe qualquer tipo de remuneração via Pix na pessoa física, atenção: esses valores são considerados renda tributável.

Aqui existe um grande risco: movimentar grandes valores sem abrir um CNPJ.

  • Como pessoa física, você entra na tabela progressiva, com alíquotas de até 27,5%.
  • Como pessoa jurídica (via Simples Nacional), a tributação pode cair para 4% a 6%.

Ou seja, abrir um CNPJ pode gerar uma redução tributária de até 80%.


⚠️ Riscos de não declarar corretamente o Pix

  • Malha fina: a Receita cruza informações bancárias eletrônicas. Movimentações via Pix são rastreáveis.
  • Multas e juros: omissões podem gerar cobrança retroativa de até 5 anos, com multa de 75% sobre o imposto devido.
  • Autuação criminal: em casos de sonegação intencional, pode haver processo judicial.

Ou seja, ignorar o Pix na sua declaração pode custar caro.


🏢 Por que abrir um CNPJ pode ser mais vantajoso?

Se você movimenta valores significativos por Pix como vendedor, autônomo ou prestador de serviços, abrir um CNPJ é quase sempre a melhor escolha:

  • Redução da alíquota de até 27,5% para algo em torno de 4% a 6%.
  • Mais credibilidade para o negócio.
  • Possibilidade de emitir notas fiscais.
  • Maior segurança jurídica.

Além disso, o lucro distribuído pela empresa ao sócio pode ser declarado como rendimento isento na pessoa física — ou seja, você recebe esse dinheiro de forma legal e sem nova tributação.


📋 Exemplo prático de declaração

Imagine que em 2024 você recebeu via Pix:

  • R$ 10.000 de empréstimo de um parente.
  • R$ 20.000 de vendas online sem CNPJ.
  • R$ 5.000 de doação.

Na declaração 2025, você faria assim:

  • Empréstimo: ficha Dívidas e Ônus, código 14, informando dados do parente e saldo devedor.
  • Vendas: ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de PF/Exterior, lançando os R$ 20.000.
  • Doação: ficha Rendimentos Isentos, código 14, informando o doador.

Se tivesse aberto um CNPJ e operado de forma formalizada, o imposto sobre os R$ 20.000 de vendas poderia cair de até R$ 5.500 (27,5%) para menos de R$ 1.200 (6%).

Como Declarar Pix no Imposto de Renda
Como Declarar Pix no Imposto de Renda

📈 Como a AEXO Contabilidade pode ajudar

A AEXO Contabilidade é especialista em Imposto de Renda Pessoa Física e em tributação para empreendedores. Nossa equipe pode:

  • Fazer sua declaração completa de IRPF sem risco de erros.
  • Orientar sobre como declarar corretamente movimentações via Pix.
  • Ajudar você a abrir um CNPJ e migrar sua atividade para o Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real reduzindo drasticamente a carga tributária.
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Com mais de 15 anos de experiência, nossa missão é ajudar pessoas e empresas a pagarem menos impostos de forma 100% legal.


❓ FAQ | Como Declarar Pix no Imposto de Renda

O Pix precisa ser declarado no Imposto de Renda? | Como Declarar Pix no Imposto de Renda?

Sim. O Pix é um meio de transferência, mas os valores recebidos via Pix devem ser declarados de acordo com a sua origem (empréstimo, doação, venda, serviço etc.).

Como declarar empréstimos recebidos por Pix?

Em “Dívidas e Ônus Reais”, utilizando os códigos corretos: 11 (bancos), 12 (sociedades de crédito) ou 14 (pessoa física).

Preciso pagar imposto sobre Pix de doação?

Depende. Até o limite de isenção do seu estado (exemplo: R$ 90 mil em SP) não há imposto. Acima disso, há incidência de ITCMD.

E se eu vender produtos e receber via Pix?

Esses valores são considerados rendimentos tributáveis. O ideal é abrir um CNPJ para pagar menos impostos e evitar multas.

Abrir CNPJ ajuda a pagar menos imposto sobre Pix?

Sim. Enquanto pessoa física pode pagar até 27,5%, com CNPJ (Simples Nacional) a tributação pode ser de apenas 4% a 6%.


✅ Conclusão | Como Declarar Pix no Imposto de Renda

O Pix revolucionou a forma como lidamos com dinheiro no Brasil. Mas junto com a praticidade, veio também a obrigação de prestar contas à Receita Federal. Ignorar transações ou declarar de forma incorreta é arriscado e pode custar caro.

A boa notícia é que, com informação e apoio especializado, é possível não só se manter em dia com o Fisco, mas também economizar muito em impostos.

E é aqui que entra a AEXO Contabilidade: nossa equipe está pronta para ajudar você a declarar seu Imposto de Renda 2025 de forma correta, segura e estratégica.


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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!