IBS: O Que é o Imposto sobre Bens e Serviços e Como Ele Vai Substituir ICMS e ISS

Introdução

O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) será um dos principais pilares da Reforma Tributária brasileira e representa uma ruptura definitiva com o modelo atual de tributação sobre o consumo. Ao substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), o IBS coloca fim a décadas de fragmentação legislativa, conflitos de competência e insegurança jurídica que impactam diretamente empresas de todos os portes.

Na prática, essa mudança altera profundamente a forma como as empresas apuram, recolhem, planejam e projetam seus tributos, exigindo uma nova mentalidade contábil e fiscal. O que antes dependia de regras estaduais e municipais distintas passará a seguir um único padrão nacional, com efeitos diretos sobre preços, contratos, fluxo de caixa e competitividade.

Entender o que é o IBS, como ele funcionará e quais impactos ele trará não é apenas uma questão de atualização tributária — trata-se de uma decisão estratégica para a sobrevivência e o crescimento dos negócios nos próximos anos.

imposto sobre bens e serviços IBS

O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)

O IBS é um tributo do tipo IVA (Imposto sobre Valor Agregado), modelo amplamente utilizado em países desenvolvidos e considerado um dos mais eficientes do mundo em termos de neutralidade econômica e transparência.

De forma objetiva, o IBS possui as seguintes características centrais:

  • é não cumulativo, eliminando o efeito cascata dos impostos;
  • incide sobre bens e serviços, sem distinções artificiais;
  • é cobrado no destino, ou seja, onde ocorre o consumo, e não na origem;
  • possui legislação única nacional, válida para todo o país;
  • será gerido de forma centralizada, substituindo regras estaduais e municipais.

Ao longo do período de transição, que se estende até 2033, o IBS substituirá de forma definitiva o ICMS e o ISS, encerrando um dos capítulos mais complexos da tributação brasileira.

Acompanhe clicando aqui o cronograma da Reforma Tributária.


Como o IBS vai funcionar na prática

Embora o IBS represente uma grande mudança estrutural, seu funcionamento segue uma lógica mais simples e previsível do que o sistema atual.

Crédito amplo em todas as etapas

No modelo do IBS, o imposto pago na etapa anterior gera crédito integral, que pode ser compensado na etapa seguinte. Isso significa que o tributo incide apenas sobre o valor agregado, e não sobre o faturamento bruto acumulado ao longo da cadeia.

Na prática, isso reduz distorções, melhora a transparência e evita que o imposto “se esconda” no preço final.


Alíquota uniforme por tipo de operação

O IBS terá alíquotas uniformes, definidas por lei complementar, aplicáveis de forma padronizada em todo o território nacional. Embora existam previsões de regimes diferenciados e reduções para setores específicos, a lógica geral será a uniformidade, substituindo o atual mosaico de regras estaduais e municipais.

Esse ponto traz maior previsibilidade para empresas que atuam em diferentes estados ou prestam serviços nacionalmente.


Gestão centralizada por um Comitê Gestor

A arrecadação e a distribuição do IBS serão coordenadas por um Comitê Gestor nacional, composto por representantes dos estados e municípios. Esse modelo elimina a necessidade de múltiplos cadastros, legislações conflitantes e interpretações divergentes.

Para as empresas, isso significa menos litígios, menos disputas administrativas e maior segurança jurídica.


Fim da guerra fiscal entre estados e municípios

Com a tributação no destino e a gestão centralizada, o IBS encerra a chamada guerra fiscal, em que estados e municípios concediam benefícios para atrair empresas, muitas vezes gerando insegurança e passivos tributários futuros.

A neutralidade passa a ser a regra.

2029 a 2032: transição ICMS e ISS para IBS

Essa é a fase mais complexa da reforma.

AnoIBSICMS/ISS remanescentes
202910%90%
203020%80%
203130%70%
203240%60%

Durante essa fase de transição, as empresas lidarão simultaneamente com:

  • CBS
  • IBS parcial
  • ISS e ICMS reduzidos

👉 O Planejamento tributário e sistemas bem parametrizados serão indispensáveis nessa fase!


Impactos financeiros do IBS para as empresas

A implementação do IBS não é neutra do ponto de vista financeiro. Ela traz ganhos importantes, mas também exige ajustes estratégicos.

Redução de litígios tributários

A unificação das regras reduz significativamente disputas judiciais e administrativas relacionadas a ICMS e ISS, que hoje representam uma das maiores fontes de contencioso tributário no Brasil.

Menos litígio significa menos custos ocultos e maior previsibilidade.


Maior previsibilidade de custos

Com regras mais claras e uniformes, as empresas conseguem projetar com mais precisão sua carga tributária, facilitando:

  • formação de preços;
  • planejamento financeiro;
  • negociação com clientes e fornecedores;
  • decisões de investimento.

Necessidade de revisão de preços e contratos

A mudança na lógica de tributação exige revisão de:

  • contratos de prestação de serviços;
  • cláusulas de repasse tributário;
  • políticas de precificação;
  • margens de lucro.

Empresas que não revisarem seus contratos podem sofrer impactos negativos de caixa ou perda de competitividade.


Mudança na lógica do planejamento tributário

Com o IBS, o planejamento tributário deixa de ser baseado em “localização do estabelecimento” e passa a focar em:

  • estrutura da cadeia de valor;
  • aproveitamento eficiente de créditos;
  • organização contábil e documental;
  • gestão de fluxo de caixa (especialmente com o split payment).

Leia também:

Como Abrir uma Empresa: APRENDA DE FORMA RÁPIDA E PRÁTICA

COMO GANHAR DINHEIRO COM DROPSHIPPING

COMO TROCAR DE CONTADOR

COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

O QUE É O SIMPLES NACIONAL

TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)

1. O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)?

O IBS é um imposto criado pela Reforma Tributária para substituir o ICMS e o ISS. Ele segue o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), sendo não cumulativo, com crédito amplo e regras unificadas em todo o país.


2. O IBS vai substituir totalmente o ICMS e o ISS?

Sim. O IBS substituirá de forma definitiva o ICMS e o ISS ao final do período de transição, que se encerra em 2033. Até lá, haverá uma convivência gradual entre os tributos antigos e o novo imposto.


3. Quando o IBS começa a valer na prática?

O IBS entra em fase de testes em 2026, com alíquota simbólica. A transição efetiva ocorre entre 2029 e 2032, e a aplicação integral passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2033.


4. O IBS será cobrado no local da empresa ou do cliente?

O IBS será cobrado no destino, ou seja, no local onde ocorre o consumo do bem ou serviço. Essa mudança encerra a lógica atual de tributação na origem e reduz a guerra fiscal entre estados e municípios.


5. O IBS é cumulativo ou não cumulativo?

O IBS é totalmente não cumulativo, permitindo o aproveitamento de créditos em todas as etapas da cadeia. Isso elimina o efeito cascata e torna a tributação mais transparente.


6. Todas as empresas poderão aproveitar créditos do IBS?

Em regra, sim. O modelo do IBS prevê crédito amplo, desde que as operações estejam devidamente documentadas e registradas. Por isso, a organização contábil será essencial no novo sistema.


7. O IBS vai aumentar a carga tributária das empresas?

Depende do setor, do tipo de operação e do nível de planejamento tributário. Para algumas empresas, a carga pode se manter estável ou até reduzir. Para outras, pode haver aumento se não houver preparação adequada.


8. Como o IBS afeta empresas do Simples Nacional?

O Simples Nacional será mantido, mas as empresas poderão optar por recolher o IBS dentro ou fora do DAS. Essa escolha impacta diretamente a possibilidade de gerar crédito para clientes e deve ser analisada estrategicamente.


9. O que muda no planejamento tributário com a chegada do IBS?

O planejamento deixa de focar em localização geográfica e passa a considerar cadeia de valor, aproveitamento de créditos, estrutura de custos, precificação e impacto no fluxo de caixa.


10. O IBS acaba com a guerra fiscal entre estados e municípios?

Sim. Como o imposto é cobrado no destino e possui legislação única nacional, estados e municípios deixam de competir por arrecadação por meio de benefícios fiscais.


11. As empresas precisarão mudar seus sistemas e ERPs por causa do IBS?

Sim. A adaptação de sistemas, ERPs e processos fiscais será obrigatória para apuração correta, controle de créditos e cumprimento das novas obrigações acessórias.


12. O IBS impacta contratos já existentes?

Sim. Contratos de longo prazo precisarão ser revisados para adequar cláusulas de repasse tributário, preços e responsabilidades, evitando prejuízos financeiros durante a transição.


13. O IBS vale para bens e serviços digitais?

Sim. O IBS incide sobre bens e serviços, inclusive operações digitais, prestação de serviços online e atividades realizadas por meios eletrônicos.


14. O IBS reduz a burocracia tributária?

A proposta é reduzir significativamente a burocracia ao unificar regras, eliminar legislações conflitantes e centralizar a gestão do imposto, embora a transição exija adaptação inicial.


15. Como as empresas podem se preparar para o IBS desde já?

As principais ações incluem:

  • simular impactos financeiros;
  • revisar contratos e preços;
  • organizar documentação fiscal;
  • adaptar sistemas;
  • contar com planejamento tributário especializado.

A AEXO Contabilidade atua justamente nesse processo de preparação estratégica para o IBS.


IBS e planejamento tributário: por que a preparação antecipada é decisiva

Empresas que se anteciparem à implementação do IBS terão vantagens claras durante a transição e após 2033.

Quem se prepara antes:

  • aproveita melhor os créditos tributários, evitando perdas financeiras;
  • reduz impactos no fluxo de caixa, especialmente com novos mecanismos de recolhimento;
  • ajusta sistemas e ERPs com antecedência, evitando erros operacionais;
  • revê contratos e preços de forma estratégica, e não reativa;
  • ganha vantagem competitiva frente a concorrentes despreparados.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva nesse processo, realizando simulações práticas do IBS para diferentes setores, avaliando impactos financeiros, operacionais e estratégicos de forma personalizada.


Conclusão: o IBS não é apenas um novo imposto é uma nova lógica tributária

O IBS representa muito mais do que a substituição do ICMS e do ISS. Ele inaugura uma nova forma de pensar a tributação sobre o consumo no Brasil, baseada em transparência, neutralidade e padronização.

Para as empresas, o desafio não está apenas em entender a regra, mas em adaptar sua estrutura, seus processos e seu planejamento tributário a esse novo cenário. Quem tratar o IBS como um detalhe técnico corre o risco de perder margem, competitividade e eficiência.

Por outro lado, quem se antecipa transforma mudança em oportunidade.


Prepare sua empresa para o IBS com apoio especializado

👉 Quer entender, na prática, como o IBS vai afetar sua empresa e seu planejamento tributário?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e receba uma análise estratégica personalizada para o seu negócio.

IBS O Que é o Imposto sobre Bens e Serviços e Como Ele Vai Substituir ICMS e ISS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

COMO FUNCIONA O IVA DUAL NA REFORMA TRIBUTÁRIA: ENTENDA O QUE MUDA COM O IBS E CBS NA NOVA REFORMA!

Introdução

IVA Dual na Reforma Tributária: O Brasil está passando por uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete acabar com décadas de complexidade fiscal e trazer um sistema mais simples, transparente e justo.
No centro dessa mudança está o IVA Dual, um modelo que vai substituir vários impostos municipais, estaduais e federais e transformar radicalmente a forma como as empresas pagam tributos.

Mas afinal, como o IVA Dual vai funcionar na prática?
O que são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?
E, principalmente: como isso vai impactar o bolso do empreendedor brasileiro?

Neste artigo, a AEXO Contabilidade explica de maneira clara e detalhada tudo o que você precisa saber sobre o novo sistema tributário, com exemplos práticos, projeções para o futuro e dicas de como preparar a sua empresa para 2026.

IVA Dual na Reforma Tributária


O Que é o IVA Dual na Reforma Tributária?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado Dual) é o novo modelo tributário aprovado na Reforma Tributária, inspirado em sistemas de sucesso utilizados em países como Alemanha e Portugal.
Ele foi criado para substituir diversos tributos e unificar a forma de cobrança de impostos sobre bens e serviços.

Atualmente, o Brasil possui um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, com impostos cobrados em cascata, diferenças entre estados e municípios, e uma burocracia que consome tempo e dinheiro das empresas.
O IVA Dual vem justamente para simplificar esse cenário, criando um modelo transparente e equilibrado, no qual cada empresa paga apenas o imposto sobre o valor que efetivamente adiciona ao produto ou serviço.

Isso significa que o novo sistema elimina a bitributação e a guerra fiscal entre estados e municípios, tornando a tributação mais previsível e eficiente.


Entendendo as Duas Modalidades do IVA Dual na Reforma Tributária: IBS e CBS

O IVA Dual é chamado assim porque será dividido em duas frentes complementares:

1. CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços

A CBS é o tributo federal do novo sistema.
Ela vai substituir o PIS, a COFINS e o IPI, unificando-os em uma única contribuição.

Seu objetivo é simplificar os tributos cobrados pela União, garantindo transparência e recolhimento digital em tempo real.

Exemplo:
Se antes uma empresa precisava calcular PIS, COFINS e IPI separadamente, agora ela pagará apenas a CBS sobre o valor agregado, com crédito tributário sobre o que foi pago nas etapas anteriores.


2. IBS — Imposto sobre Bens e Serviços

Já o IBS será o tributo estadual e municipal, substituindo o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).
Ou seja, a partir da implementação completa, estados e prefeituras deixarão de cobrar seus impostos de forma isolada e passarão a utilizar uma base unificada.

Isso elimina a chamada guerra fiscal, onde cada estado criava regras próprias para atrair empresas, gerando distorções e insegurança jurídica.
Com o IBS, as regras serão padronizadas em todo o país, e a arrecadação será distribuída automaticamente conforme o local de consumo do bem ou serviço.


Exemplo Prático: Como Funciona o IVA Dual na Cadeia Produtiva

Para entender melhor, veja o exemplo clássico utilizado pela AEXO Contabilidade:

Imagine a produção de uma camisa com alíquota total de 25%.

  • O produtor rural vende algodão por R$ 40 e paga R$ 10 de IVA.
  • A indústria de tecelagem compra o algodão por R$ 50, transforma-o em tecido e vende por R$ 60, gerando R$ 15 de IVA.
    Ela, porém, desconta o crédito de R$ 10 do imposto anterior e paga apenas R$ 5.
  • A fábrica de roupas compra o tecido por R$ 75, fabrica a camisa e vende por R$ 100, com R$ 25 de IVA.
    Descontando os R$ 15 anteriores, paga apenas R$ 10.
  • A loja de roupas compra a camisa por R$ 125 e vende ao consumidor final por R$ 200, com R$ 50 de IVA.
    Descontando R$ 25, paga R$ 25.

Ou seja, o consumidor final paga R$ 250, sendo R$ 200 do produto e R$ 50 de imposto.
O valor total do IVA pago (R$ 10 + 5 + 10 + 25 = R$ 50) corresponde exatamente ao que o cliente desembolsou.

Esse modelo é justo e transparente, pois o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada etapa, e o consumidor final é quem arca com o valor total.


Por Que o IVA Dual é Mais Justo e Eficiente

O IVA Dual traz uma série de vantagens competitivas para o ambiente de negócios:

  • Elimina a cumulatividade de impostos (o famoso “imposto sobre imposto”);
  • Reduz a guerra fiscal entre estados;
  • Simplifica obrigações acessórias e reduz o custo de conformidade;
  • Torna o sistema mais previsível e transparente;
  • Favorece a competitividade internacional das empresas brasileiras.

Com menos burocracia e maior clareza sobre a tributação, as empresas poderão planejar melhor seus custos e investimentos, além de aumentar a produtividade.


O IVA Dual e o Simples Nacional

Uma dúvida comum entre empreendedores é: como o IVA Dual vai afetar o Simples Nacional?

O governo estuda dois modelos possíveis:

Simples Nacional “por dentro”

Nesse modelo, o IBS e a CBS estariam dentro do DAS, ou seja, já incluídos no cálculo unificado do Simples Nacional.
O contribuinte pagaria normalmente seu DAS, sem precisar de cálculos adicionais.

Simples Nacional “híbrido”

Neste caso, o IBS e a CBS ficariam “por fora” do DAS, exigindo apuração separada desses tributos, mas com créditos automáticos para quem compra de optantes do Simples.

O modelo híbrido é o mais cotado, pois traz maior transparência e rastreabilidade, sem perder a simplicidade para micro e pequenas empresas.


IVA Dual na Reforma Tributária: Split Payment e DREX

A implementação do IVA Dual será acompanhada por dois sistemas digitais:

Split Payment — Pagamento Automático de Tributos

O Split Payment dividirá automaticamente o valor da venda: uma parte para o vendedor e outra diretamente para o governo, eliminando a sonegação e atrasos no recolhimento.

DREX — O Real Digital

O Drex, moeda digital do Banco Central, permitirá pagamentos e recolhimentos de impostos em tempo real, com transparência total entre empresas, bancos e governo.
A união do Drex com o Split Payment trará automação fiscal total, reduzindo fraudes e erros humanos.


Como se Preparar Para o IVA Dual na Reforma Tributária

A transição exigirá planejamento tributário estratégico.
Veja as principais ações que sua empresa deve adotar:

  1. Atualize seu sistema contábil para lidar com o IBS e CBS;
  2. Capacite sua equipe fiscal e financeira;
  3. Implemente contabilidade digital integrada;
  4. Acompanhe o Fator R e revise seu enquadramento tributário;
  5. Busque orientação profissional de especialistas como a AEXO Contabilidade.

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Conclusão | IVA Dual na Reforma Tributária

O IVA Dual representa o início de uma nova era no sistema tributário brasileiro.
Ele promete acabar com a complexidade, reduzir custos operacionais e trazer justiça fiscal real para empresas e consumidores.

Mas o sucesso dessa transição dependerá da preparação antecipada das empresas.
Quem se adaptar primeiro, estará à frente.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário e contabilidade digital e pode ajudar sua empresa a navegar com segurança pela Reforma Tributária 2026.

👉 Entre agora em contato com a AEXO Contabilidade e receba um diagnóstico gratuito sobre o impacto do IVA Dual no seu negócio.
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IVA Dual na Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária: O que é IBS, CBS e como esses impostos vão impactar sua empresa

IBS e CBS na Reforma Tributária: Com o objetivo de simplificar e modernizar o sistema de arrecadação de impostos, reduzindo a complexidade que há décadas desafia empresários, contadores e até mesmo o consumidor final. Dois pontos centrais da reforma são a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Mas, afinal, o que isso significa na prática para as empresas e como se preparar para esse novo cenário?

Neste artigo completo, você vai entender em detalhes como funcionam esses novos tributos, quais os impactos para micro, pequenas e grandes empresas, e quais cuidados adotar desde já para não ser pego de surpresa.

IBS e CBS na Reforma Tributária


O que é o IBS?

O IBS será um imposto de competência compartilhada entre União, estados e municípios, com alíquota uniforme. Ele substituirá tributos como ICMS (estadual) e ISS (municipal), unificando a cobrança e reduzindo a guerra fiscal entre estados. A ideia é que o imposto seja não cumulativo, ou seja, só incida sobre o valor agregado em cada etapa da cadeia.

Isso traz mais transparência, previsibilidade e reduz distorções históricas do sistema atual.


O que é a CBS?

A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), por sua vez, será administrada pela União e substituirá as contribuições PIS e Cofins, também com a lógica de alíquota única e não cumulatividade. Esse imposto incidirá sobre bens e serviços em todo o território nacional.

Na prática, empresas terão mais facilidade no cálculo e recolhimento, mas será necessário adaptar sistemas contábeis e revisar contratos para evitar surpresas no momento da transição.


IBS x CBS: quais as diferenças?

Embora ambos tenham foco na simplificação, o IBS terá gestão compartilhada (Estados e municípios) e incidirá em substituição a tributos estaduais e municipais, enquanto a CBS será restrita à União. Essa separação mantém a autonomia de arrecadação, mas traz uniformidade e elimina sobreposições.


Impactos para empresas | IBS e CBS na Reforma Tributária

A mudança não afetará apenas a forma de calcular tributos, mas também a estratégia fiscal e contábil das empresas. Alguns pontos de atenção:

  • Adaptação tecnológica: ERPs e softwares de gestão precisarão ser atualizados.
  • Revisão de contratos: cláusulas tributárias devem ser atualizadas para refletir os novos impostos.
  • Gestão de créditos tributários: será preciso acompanhar de perto os créditos do IBS e CBS para não perder benefícios.
  • Planejamento tributário: empresas precisarão reavaliar seu enquadramento e estratégias de otimização fiscal.
  • Fim da sonegação fiscal: O governo junto com a Receita Federal promete acabar com a sonegação fiscal

Cronograma de implementação

A Reforma Tributária prevê um período de transição, em que antigos tributos e os novos impostos conviverão. Esse modelo híbrido permitirá adaptação gradual, mas exigirá das empresas acompanhamento técnico constante. Implementada em janeiro de 2026, de maneira progressiva, a estimativa é de que todas as alterações propostas passem a valer, de forma definitiva, em 2033.


A importância da contabilidade especializada

Nessa transição, contar com um escritório de contabilidade que entenda as regras e acompanhe de perto as mudanças é fundamental. A AEXO Contabilidade Digital já está preparada para orientar empresas de diversos segmentos, ajudando a reduzir riscos, garantir conformidade e identificar oportunidades de economia tributária.

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FAQ – Perguntas frequentes sobre IBS e CBS na Reforma Tributária

1. O que é o IBS na Reforma Tributária?
O IBS é o Imposto sobre Bens e Serviços que substituirá o ICMS e o ISS, com alíquota única e cobrança simplificada.

2. O que é a CBS?
A CBS é a Contribuição sobre Bens e Serviços que substituirá PIS e Cofins, também com alíquota uniforme e não cumulativa.

3. Quando a Reforma Tributária começa a valer?
A implementação será gradual, com período de transição para adaptação de empresas e governos. Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a reforma tributária começa em janeiro de 2026, de maneira gradual e progressiva. Estima-se que todas as alterações propostas passem a valer, de forma definitiva, em 2033.

4. IBS e CBS aumentam a carga tributária?
A promessa é de neutralidade, mas o impacto final dependerá do setor/segmento e da estratégia de gestão tributária adotada.

5. Como se preparar para a Reforma Tributária?
O ideal é buscar apoio de contadores especializados, como os da AEXO Contabilidade, atualizar sistemas e revisar contratos desde já.


Conclusão | IBS e CBS na Reforma Tributária

A Reforma Tributária com o IBS e a CBS é um marco histórico que promete simplificar a vida de empresas e empreendedores, mas também traz grandes desafios. A adaptação será inevitável e exigirá planejamento.

Se você quer manter sua empresa preparada para essa transformação e garantir que não pagará mais impostos do que o necessário, conte com a AEXO Contabilidade Digital. Nossa equipe já está estudando todas as mudanças da reforma para oferecer soluções personalizadas para o seu negócio.

👉 Entre em contato agora com a AEXO Contabilidade e saiba como podemos ajudar sua empresa a se preparar para a Reforma Tributária!

IBS e CBS na Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Definitivo para Empresários (o que muda, como se preparar e como pagar menos com a AEXO Contabilidade Digital)

IBS e CBS Reforma Tributária: Se você é empreendedor no Brasil, já percebeu que a Reforma Tributária deixou todo mundo falando em IBS e CBS. E, sim, essas siglas vão mexer no seu preço, na sua margem, na sua formação de crédito e até na forma como você compra e vende. O objetivo deste guia é explicar, sem juridiquês, o que são esses tributos, o que muda na prática, como isso afeta comércio, serviços e indústria, e — principalmente — o que você pode fazer hoje para chegar na virada com tudo organizado e pagando o mínimo legal de impostos.

Resumo da essência: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) substituirá PIS/COFINS no âmbito federal. IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) substituirá ICMS/ISS, com gestão compartilhada entre estados e municípios. A promessa é menos burocracia, crédito financeiro amplo e mais transparência na carga tributária. O QUE SÃO IBS E CBS

Ao longo do artigo, você verá checklists, estudos de caso e um plano 30-60-90 dias para começar já. E, no final, um Canal direto para conversar com a AEXO Contabilidade Digital, referência em planejamento tributário e implementação contábil para empresas que buscam eficiência fiscal com segurança.

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Completo para Empresas | AEXO


O que são IBS e CBS (e por que isso simplifica)

Definição direta ao ponto

  • CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços: tributo federal que substitui PIS e COFINS, trazendo regras padronizadas e não cumulativas.
  • IBS – Imposto sobre Bens e Serviços: tributo com gestão compartilhada entre estados e municípios, que substitui ICMS e ISS e busca harmonizar regras, reduzindo a “guerra fiscal” e a confusão atual entre legislações.

A Reforma Tributária trouxe duas siglas que estão mudando o jeito de pensar impostos no Brasil: IBS e CBS. Muitos empresários ainda não entendem como elas funcionam — e isso pode impactar diretamente no planejamento e nos custos da sua empresa.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, Paulo Oliveira (contador e sócio do Grupo AEXO), explica de forma simples:

✅ O que são IBS e CBS e como funcionam na prática;

✅ Quais impostos vão ser substituídos por eles;

✅ Como essas mudanças afetam empresas de diferentes portes;

✅ O que os empresários precisam fazer para se preparar;

✅ Dicas para adaptar o planejamento tributário sem correr riscos.

Assista agora (IBS e CBS Reforma Tributária):

O que muda conceitualmente

  1. Menos tributos sobre o consumo: em vez de múltiplos tributos heterogêneos, você lidará com apenas dois.
  2. Crédito financeiro mais amplo: reduz as amarras para aproveitar créditos ao longo das cadeias, evitando efeito cascata.
  3. Princípio do destino e transparência: foco em onde ocorre o consumo, com destaque claro do imposto na operação e mais previsibilidade para o empresário.

10 impactos práticos para a sua empresa | IBS e CBS Reforma Tributária

  1. Formação de preço mais limpa: com regra de crédito mais objetiva, o cálculo da margem tende a ganhar clareza.
  2. Compras inteligentes valem mais: a qualidade e rastreabilidade das suas notas de entrada serão ainda mais decisivas para maximizar créditos.
  3. Menos “surpresas fiscais”: regras padronizadas reduzem a chance de autuações por interpretação.
  4. ERP e fiscal precisam conversar: parametrização correta evita glosas de crédito e erros de alíquota.
  5. Contratos revistos: reajuste de preço, repasse tributário e cláusulas de compliance ganham importância.
  6. Mix de produtos/serviços: efeitos diferentes por NCM/serviço pedem análise de portfólio.
  7. Cadeias longas favorecidas: setores com várias etapas devem se beneficiar de créditos mais fluídos.
  8. Vendas interestaduais/serviços entre municípios: mais coerência na lógica do destino.
  9. Gestão de caixa: atenção ao timing de créditos e débitos; seu fluxo de caixa agradece.
  10. Planejamento tributário contínuo: revisões trimestrais passam a ser “obrigatórias” para não deixar dinheiro na mesa.

Setor por setor: o que esperar

Serviços

  • Cenário atual: historicamente mais onerado em modelos cumulativos.
  • Com IBS/CBS: tendência de não cumulatividade mais ampla; contratos de longo prazo e cláusulas de reajuste devem ser revistos para refletir a nova lógica de créditos e débitos.
  • Ação imediata: mapear custos elegíveis a crédito, reprecificar por linha de serviço e alinhar o ISS → IBS em cidades onde emite.

Comércio (varejo/atacado)

  • Cenário atual: destaca-se a complexidade de ICMS e regimes especiais.
  • Com IBS/CBS: foco em padronização, simplificando a gestão interestadual.
  • Ação imediata: rever cadastro fiscal de itens, NCM, origens e política de crédito para compras.

Indústria

  • Cenário atual: cadeias longas com múltiplos efeitos de PIS/COFINS/ICMS.
  • Com IBS/CBS: não cumulatividade robusta tende a limpar o efeito cascata, beneficiando quem tem contabilidade viva e documentação impecável.
  • Ação imediata: simular margens com crédito financeiro integral, revisar engenharia fiscal de insumos e contratos de fornecimento.

Economia digital e SaaS

  • Cenário atual: zona cinzenta entre ISS/ICMS em certos serviços.
  • Com IBS/CBS: expectativa de coerência no destino e regras claras de crédito.
  • Ação imediata: revisar cadastros de serviços, local do tomador e política de faturamento multijurisdições.

Como precificar no “novo normal” (sem perder margem) | IBS e CBS Reforma Tributária

  1. Parta do resultado líquido desejado: defina a margem alvo e volte para o preço.
  2. Estruture cenários com/sem créditos: nem todo custo “vira crédito” do mesmo jeito; simule.
  3. Diferencie por canal/UF/município: o cliente A pode ter custo tributário diferente do cliente B (logística, local do consumo).
  4. Cláusulas de variação: inclua nos contratos gatilhos para reajuste se a carga efetiva mudar.
  5. KPIs tributários no painel: não dá mais para gerenciar sem DRE gerencial, mapa de créditos, custo fiscal por item e ticket líquido.

Passo a passo de adequação: o plano 30–60–90 dias | IBS e CBS Reforma Tributária

Dias 0–30 — Diagnóstico e base de dados | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Mapeie tributos atuais por produto/serviço/UF/município.
  • Limpe cadastros (NCM, códigos de serviço, CFOP/CSOSN) e estruture o ERP.
  • Levante contratos com cláusulas de preço/repasse.
  • Inventarie fornecedores: quem fatura correto (para não travar seus créditos)?

Dias 31–60 — Simulações e contratos | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Simule IBS/CBS por família de produto/serviço (variações de margem).
  • Reprecifique onde necessário; escreva política de preço.
  • Revisite contratos: ajuste de preço, repasse tributário, prazos, penalidades e compliance.
  • Treine time fiscal/financeiro/vendas.

Dias 61–90 — Execução e monitoramento | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Rodagem assistida com conferência de notas e créditos.
  • Auditoria de 1º ciclo (DRE, conciliações, KPIs fiscais).
  • Agenda trimestral de revisão (o cenário evolui; sua configuração também deve evoluir).

Estudos de caso (números ilustrativos)

Caso A — Empresa de serviços B2B (consultoria de TI) | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: PIS/COFINS cumulativos limitando créditos; ISS variável por município.
  • Depois: CBS/IBS com não cumulatividade e foco no destino.
  • Resultado esperado: redução de efeito cascata, contratos com cláusula de repasse e margem estabilizada.

Caso B — Varejista interestadual | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: ICMS com complexidades regionais; PIS/COFINS com regras distintas por item.
  • Depois: IBS + CBS padronizados; crédito financeiro mais previsível.
  • Resultado esperado: simplificação logística, menos glosa e preço mais competitivo.

Caso C — Indústria de médio porte | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: cadeia longa sofrendo com cumulatividade parcial.
  • Depois: crédito amplo; limpeza do custo por insumo.
  • Resultado esperado: aumento de margem e melhor tráfego de créditos ao longo da cadeia.

Checklist executivo (copie e cole)

  • ERP parametrizado para crédito financeiro e regras por item/serviço.
  • Cadastro fiscal (NCM/serviço/CFOP/CSOSN) revisado e validado.
  • Política de compras priorizando fornecedores com nota correta.
  • Simulações de preço com IBS/CBS em três cenários (base, estresse, expansão).
  • Contratos com cláusulas de repasse e reajuste.
  • Treinamento para fiscal/financeiro/vendas/compras.
  • KPIs tributários no painel (créditos por R$ 1 de compra, custo fiscal por item, margem líquida por canal).
  • Calendário trimestral de revisão tributária.
  • Auditoria interna do 1º ciclo pós-implantação.

Perguntas frequentes (FAQ) | IBS e CBS Reforma Tributária

1) IBS e CBS são “novos impostos”?
Eles substituem tributos atuais (PIS/COFINS → CBS; ICMS/ISS → IBS). A proposta é simplificar e padronizar.

2) Vou pagar mais ou menos?
Depende do seu mix de produtos/serviços, cadeia de suprimentos, local do consumo e capacidade de gerar/cruzar créditos. Por isso, simular é obrigatório.

3) Como ficam meus créditos?
A lógica é não cumulativa com crédito financeiro mais amplo. Quem documenta bem e compra certo tende a se beneficiar.

4) Preciso trocar meu ERP?
Não necessariamente, mas você provavelmente terá que parametrizar melhor cadastros e regras fiscais para IBS/CBS e integração com NFs.

5) E o Simples Nacional/MEI?
Regras específicas seguem existindo; o ponto é avaliar se sua evolução de faturamento recomenda migrar de regime no começo do ano-calendário.

6) ISS x IBS em serviços locais?
O IBS busca padronizar em lugar do ISS/ICMS, com foco no destino e crédito financeiro. Isso deve diminuir disputas e “surpresas” interestaduais/municipais.

7) Vou precisar recontratar fornecedores?
Pode ser. Se o fornecedor não emite corretamente, você perde crédito. Priorize parceiros compliance-first.

8) Como evitar pagar “duas vezes” no período de transição?
Com planejamento e conciliação. Seu fluxo de créditos e débitos precisa estar mapeado para não “sumir” margem na virada.

9) Exportação e importação mudam?
Mudam as lógicas de crédito e destino; quem importa/exporta deve simular cenário cambial + IBS/CBS e ajustar contratos.

10) De quanto em quanto tempo reviso meu plano tributário?
Trimestralmente no mínimo — e sempre quando houver mudança de mix, canal, fornecedor ou jurisdição.

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Conclusão: o melhor momento para agir é agora | IBS e CBS Reforma Tributária

A chegada de IBS e CBS não é só “troca de sigla”. É uma nova lógica de consumo e créditos que premia a organização e pune a improvisação. Quem simula cedo, saneia cadastros, treina o time e amarra contratos entra na nova fase com vantagem competitiva e carga tributária otimizada.

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IBS e CBS Reforma Tributária

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Completo para Empresas | AEXO

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.