Quanto um psicólogo paga de imposto? Quando um psicólogo atinge um faturamento mensal de R$ 10.000, surge uma das decisões mais importantes da carreira: como estruturar corretamente os impostos para não perder dinheiro. Esse nível de faturamento já exige organização, planejamento e atenção às regras fiscais, pois pequenos erros podem gerar perdas significativas ao longo do ano.
Muitos profissionais continuam atuando como autônomos por comodismo ou desconhecimento, enquanto outros abrem CNPJ sem estratégia. Em ambos os casos, o resultado costuma ser o mesmo: pagamento excessivo de impostos.
Neste artigo, você vai entender quanto um psicólogo paga de imposto faturando R$ 10 mil por mês, comparando a atuação como autônomo (pessoa física) e como pessoa jurídica no Simples Nacional, com análise técnica da AEXO Contabilidade, especialista em contabilidade para psicólogos.
Quanto um psicólogo paga de imposto como autônomo faturando R$ 10.000
O psicólogo autônomo atua como pessoa física e precisa declarar seus rendimentos mensalmente por meio do Carnê-Leão, além de recolher contribuição ao INSS.
Principais tributos pagos | Quanto um Psicólogo Paga de Imposto?
Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) – alíquota progressiva que pode chegar a 27,5%
INSS como contribuinte individual
Declaração anual de ajuste do IR
Embora seja possível deduzir algumas despesas, as deduções são limitadas e não eliminam o impacto da tributação nessa faixa de renda.
Exemplo prático — psicólogo autônomo com faturamento de R$ 10.000
Considerando:
Faturamento mensal: R$ 10.000
Despesas dedutíveis moderadas
O valor pago em impostos pode facilmente ultrapassar R$ 2.500 por mês, somando IRPF e INSS.
📉 Resultado prático: mais de R$ 30.000 por ano em impostos, com pouca previsibilidade e maior risco fiscal.
Quanto um psicólogo paga de imposto como PJ no Simples Nacional faturando R$ 10.000
Ao abrir um CNPJ e optar pelo Simples Nacional, o psicólogo passa a recolher seus tributos por meio de uma guia única (DAS), com alíquotas mais previsíveis e, quando bem planejadas, menores.
Tributos incluídos no Simples Nacional | Quanto um Psicólogo Paga de Imposto?
IRPJ
CSLL
PIS
COFINS
ISS
CPP (INSS patronal)
O ponto-chave está no enquadramento correto do anexo, definido pelo Fator R.
Anexo V do Simples Nacional — R$ 10.000 de faturamento
Quando o psicólogo não atinge o Fator R mínimo de 28%, a tributação ocorre pelo Anexo V.
Alíquota inicial: 15,5%
Imposto mensal: R$ 1.550
Esse cenário é comum quando não há planejamento de pró-labore.
Anexo III do Simples Nacional — R$ 10.000 de faturamento
Com planejamento adequado, o psicólogo pode atingir o Fator R ≥ 28% e migrar para o Anexo III.
Alíquota inicial: 6%
Imposto mensal: R$ 600
📉 Economia mensal: R$ 950 📈 Economia anual: R$ 11.400
👉 Esse resultado é viabilizado por meio da estruturação correta do pró-labore, realizada de forma legal pela AEXO Contabilidade.
Psicólogos que faturam R$ 10 mil precisarão de contabilidade para psicólogos estratégica para evitar aumento de impostos no futuro.
A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:
Erros comuns de psicólogos que faturam R$ 10.000
permanecer como autônomo por desconhecimento
abrir CNPJ sem planejamento
não utilizar o Fator R corretamente
definir pró-labore muito baixo
misturar finanças pessoais e profissionais
Esses erros custam milhares de reais por ano.
Como a AEXO Contabilidade atua para reduzir impostos
Para psicólogos com faturamento mensal de R$ 10.000, a escolha entre atuar como autônomo ou como pessoa jurídica faz uma diferença financeira significativa. Com planejamento tributário adequado, é possível reduzir impostos de forma legal, previsível e segura.
Com a AEXO Contabilidade, o psicólogo transforma números em decisões estratégicas e protege sua renda no presente e no futuro.
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Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
O Simples Nacional para psicólogos é, na prática, o regime tributário mais utilizado e, quando bem planejado, um dos mais vantajosos para quem atua na área da psicologia. No entanto, apesar do nome “simples”, esse regime exige atenção técnica, especialmente quando falamos de anexos, alíquotas e do Fator R, que pode reduzir drasticamente a carga tributária.
Muitos psicólogos abrem CNPJ acreditando que automaticamente pagarão pouco imposto, mas acabam enquadrados no anexo errado e pagando mais do que deveriam. Por isso, entender como o Simples funciona na psicologia é fundamental para proteger sua renda e garantir crescimento sustentável.
Neste guia completo, você vai entender:
se psicólogo pode optar pelo Simples Nacional;
quais anexos se aplicam à psicologia;
o que é o Fator R e como ele reduz impostos;
quanto um psicólogo paga de imposto no Simples;
erros comuns que aumentam a carga tributária;
como a AEXO Contabilidade atua para garantir economia legal.
Sim. Psicólogos pessoa jurídica podem optar pelo Simples Nacional, desde que respeitem o limite de faturamento anual e estejam corretamente enquadrados na atividade permitida.
O Simples Nacional é permitido para atividades intelectuais, como a psicologia, desde que:
o faturamento anual não ultrapasse o limite legal;
a empresa esteja regularizada;
o CNAE esteja corretamente definido;
as obrigações fiscais sejam cumpridas.
A escolha do Simples costuma ser vantajosa, mas não é automática. É preciso analisar o enquadramento correto.
Quais anexos do Simples Nacional se aplicam aos psicólogos
A atividade de psicologia pode ser tributada em dois anexos diferentes do Simples Nacional, e essa escolha impacta diretamente o valor do imposto pago.
👉 É exatamente aqui que entra o papel estratégico da AEXO Contabilidade, que estrutura o pró-labore corretamente, respeitando a lei e maximizando a economia tributária.
Quanto um psicólogo paga de imposto no Simples Nacional
O valor exato depende de:
faturamento mensal;
anexo de enquadramento;
planejamento do Fator R;
crescimento ao longo do tempo.
Valores aproximados
Anexo III: a partir de 6%
Anexo V: a partir de 15,5%
Com o crescimento do faturamento, as alíquotas aumentam gradualmente, reforçando a importância do acompanhamento contínuo.
possibilidade de recolher novos tributos (IBS e CBS) dentro ou fora do DAS;
impacto maior no planejamento tributário;
necessidade de avaliar se gera ou não crédito para clientes (especialmente em atendimentos corporativos).
A tendência é que o planejamento deixe de ser opcional, mesmo para pequenos consultórios.
A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:
Principais erros que psicólogos cometem no Simples Nacional
Entre os erros mais comuns, destacam-se:
não planejar o Fator R;
definir pró-labore muito baixo ou inexistente;
usar CNAE inadequado;
confundir faturamento com lucro;
acreditar que o Simples sempre é barato automaticamente;
contratar contabilidade sem especialização em saúde.
Esses erros levam ao pagamento indevido de impostos e a riscos fiscais.
Por que contar com uma contabilidade especializada faz diferença
Psicólogo pode optar pelo Simples Nacional? | Simples Nacional para Psicólogos
Sim, desde que atue como pessoa jurídica e esteja regularizado.
Qual anexo do Simples é melhor para psicólogo?
O Anexo III, pois possui alíquota inicial menor.
Todo psicólogo pode ficar no Anexo III?
Não. É necessário atingir o Fator R mínimo de 28%.
O Fator R é obrigatório? | Simples Nacional para Psicólogos
Sim, para definir o anexo correto.
Psicólogo no Simples paga INSS?
Sim, por meio do pró-labore.
O Simples Nacional acaba com a Reforma Tributária?
Não, mas será adaptado.
Vale a pena migrar de autônomo para Simples?
Na maioria dos casos, sim.
O Simples é sempre o melhor regime?
Nem sempre. Depende do faturamento e do planejamento.
Quem define o pró-labore ideal?
A contabilidade, com base em estratégia e legalidade.
AEXO Contabilidade atende psicólogos de todo o Brasil?
Sim, com atendimento digital e especializado.
Conclusão | Simples Nacional para Psicólogos
O Simples Nacional para psicólogos pode ser um grande aliado financeiro — ou um vilão silencioso — dependendo de como é utilizado. Com planejamento correto, especialmente do Fator R, é possível reduzir impostos de forma totalmente legal e segura.
A diferença entre pagar 6% ou 15,5% está na estratégia contábil, e a AEXO Contabilidade atua exatamente nesse ponto: transformar números em decisões inteligentes.
AEXO a Sua Contabilidade | Simples Nacional para Psicólogos
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Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido? Escolher o regime tributário certo é uma das decisões mais importantes da vida de uma empresa. No começo, quase todo empreendedor escuta que “Simples Nacional é sempre o melhor”. Durante algum tempo isso pode ser verdade. Porém, à medida que o faturamento cresce, a realidade muda: a alíquota sobe, o DAS fica cada vez mais pesado e, silenciosamente, o imposto começa a consumir boa parte do lucro.
De um lado, existem empresas que permanecem no Simples Nacional apenas por hábito e acabam pagando muito mais tributos do que deveriam. De outro, estão as que analisam com calma os números, migram para o Lucro Presumido no momento certo e passam a economizar de 15% a 40% da carga tributária anual. A diferença entre esses dois grupos não é sorte; é planejamento tributário profissional.
Este guia foi escrito para explicar, de forma didática e estratégica:
O que é o Lucro Presumido e quando ele se torna mais vantajoso
Quais sinais mostram que chegou a hora de estudar a migração
Como comparar, na prática, os dois regimes
Erros que fazem muitas empresas pagar imposto a mais sem perceber
O papel da Reforma Tributária e da Receita Federal nesse cenário
E como a AEXO Contabilidade Digital pode conduzir essa transição com segurança
Se o seu DAS está pesado, se o faturamento cresceu e a margem não acompanha, este artigo é para você.
1. Entendendo o Simples Nacional por dentro
O Simples Nacionalfoi criado para facilitar a vida das micro e pequenas empresas. Em vez de emitir várias guias, o empresário paga apenas um documento mensal, o DAS, que reúne vários tributos:
IRPJ
CSLL
PIS
COFINS
CPP (previdência patronal)
ICMS
ISS
Além dessa unificação, o Simples organiza as empresas em anexos, de acordo com o tipo de atividade:
Anexo I – Comércio
Anexo II – Indústria
Anexo III – Serviços em geral
Anexo IV – Serviços com encargos previdenciários específicos
Anexo V – Serviços em que a carga costuma ser mais alta
Anexo I – Comércio (ICMS, ISS e Tributos Federais)
Faixa
Receita Bruta em 12 meses (R$)
Alíquota
Parcela a Deduzir (R$)
Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1
Até 180.000,00
4,00%
0,00
4,00%
2
De 180.000,01 a 360.000,00
7,30%
5.940,00
5,94%
3
De 360.000,01 a 720.000,00
9,50%
13.860,00
7,63%
4
De 720.000,01 a 1.800.000,00
10,70%
22.500,00
9,39%
5
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00
14,30%
87.300,00
11,90%
6
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00
19,00%
378.000,00
15,75%
Anexo II – Indústria (ICMS, ISS e Tributos Federais)
Faixa
Receita Bruta em 12 meses (R$)
Alíquota
Parcela a Deduzir (R$)
Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1
Até 180.000,00
4,50%
0,00
4,50%
2
De 180.000,01 a 360.000,00
7,80%
5.940,00
6,17%
3
De 360.000,01 a 720.000,00
10,00%
13.860,00
8,08%
4
De 720.000,01 a 1.800.000,00
11,20%
22.500,00
9,83%
5
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00
14,70%
85.500,00
12,33%
6
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00
30,00%
720.000,00
22,50%
Anexo III – Serviços de Locação de Bens Móveis, Construção de Imóveis e Outros (ISS e Tributos Federais)
Faixa
Receita Bruta em 12 meses (R$)
Alíquota
Parcela a Deduzir (R$)
Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1
Até 180.000,00
6,00%
0,00
6,00%
2
De 180.000,01 a 360.000,00
11,20%
9.360,00
7,00%
3
De 360.000,01 a 720.000,00
13,50%
17.640,00
8,55%
4
De 720.000,01 a 1.800.000,00
16,00%
35.640,00
10,20%
5
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00
21,00%
125.640,00
14,50%
6
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00
33,00%
648.000,00
20,50%
Anexo IV – Prestadores de Serviços (ISS e Tributos Federais)
Faixa
Receita Bruta em 12 meses (R$)
Alíquota
Parcela a Deduzir (R$)
Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1
Até 180.000,00
4,50%
0,00
4,50%
2
De 180.000,01 a 360.000,00
9,00%
8.100,00
6,75%
3
De 360.000,01 a 720.000,00
10,20%
16.380,00
8,45%
4
De 720.000,01 a 1.800.000,00
12,50%
29.280,00
10,34%
5
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00
16,30%
66.960,00
12,75%
6
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00
22,00%
201.960,00
16,50%
Anexo V – Serviços de Engenharia, Medicina, Advocacia, entre outros (ISS e Tributos Federais)
Faixa
Receita Bruta em 12 meses (R$)
Alíquota
Parcela a Deduzir (R$)
Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1
Até 180.000,00
15,50%
0,00
15,50%
2
De 180.000,01 a 360.000,00
18,00%
5.940,00
14,90%
3
De 360.000,01 a 720.000,00
19,50%
9.360,00
15,70%
4
De 720.000,01 a 1.800.000,00
20,50%
12.960,00
16,75%
5
De 1.800.000,01 a 3.600.000,00
23,00%
21.600,00
18,40%
6
De 3.600.000,01 a 4.800.000,00
30,50%
78.000,00
24,00%
Outro ponto decisivo é que a alíquota não é fixa. Ela depende do faturamento acumulado dos últimos 12 meses. Quanto maior a receita bruta nesse período, maior será a alíquota efetiva. No início, quando a empresa fatura pouco, o Simples tende a ser bem vantajoso. Com o crescimento, o imposto sobe de faixa e passa a pesar cada vez mais.
Além disso, empresas no Simples não aproveitam créditos de PIS/COFINS. Quem compra de fornecedores que estão no regime não cumulativo paga mais imposto embutido no preço e, mesmo assim, não consegue recuperar esse valor. Para negócios com grande volume de compras, esse detalhe faz enorme diferença.
Resumindo: o Simples é excelente para começar e para empresas com faturamento menor. Porém, em determinado momento, ele pode deixar de ser o regime ideal.
Se você é empreendedor e precisa entender a fundo como calcular o Simples Nacional para empresas com menos de 12 meses, este vídeo é indispensável. Calcular os impostos do Simples parece simples, mas basta errar a alíquota, não considerar o fator R ou usar a tabela incorreta para gerar um prejuízo enorme para a empresa e até multas pesadas:
2. Fator R: o divisor de águas para empresas de serviços
Para muitos prestadores de serviços, o Fator R é o ponto que separa uma carga tributária saudável de uma tributação sufocante.
Esse indicador compara:
Folha de pagamento (pró-labore + salários + INSS) ÷ Faturamento dos últimos 12 meses
Se o resultado for maior ou igual a 28%, a empresa de serviços migra para o Anexo III do Simples, que possui alíquotas muito mais baixas. Se o resultado for menor que 28%, ela permanece no Anexo V, onde a carga tributária é significativamente maior.
Na prática, negócios com estrutura de pessoal mais robusta tendem a pagar menos imposto no Simples. Já empresas enxutas, com pouca folha e alto faturamento, acabam sendo penalizadas.
Monitorar o Fator R mês a mês é fundamental para:
Entender se a empresa está em risco de subir de anexo
Planejar aumentos de pró-labore ou contratações estratégicas
Avaliar se ainda faz sentido permanecer no Simples ou se é hora de simular o Lucro Presumido
3. Como funciona o Lucro Presumido
O Lucro Presumido é um regime tributário em que o governo “presume” uma margem de lucro sobre o faturamento. Em vez de apurar o lucro real da empresa, aplica-se um percentual de presunção, definido em lei, para calcular IRPJ e CSLL.
Exemplos típicos de presunção:
Comércio: 8% para IRPJ e 12% para CSLL
Prestação de serviços em geral: 32% para IRPJ e CSLL
Sobre essa base presumida aplicam-se as alíquotas de:
15% de IRPJ (+ adicional de 10% se a base trimestral exceder R$ 60 mil)
9% de CSLL
Além disso, as empresas no Lucro Presumido recolhem:
PIS e COFINS no regime cumulativo, com alíquotas menores (0,65% + 3%)
ISS ou ICMS, conforme o tipo de atividade e o município/estado
A apuração costuma ser trimestral, o que dá previsibilidade ao caixa e ajuda no planejamento financeiro.
Esse regime costuma ser muito atrativo quando:
A margem de lucro real é maior do que a margem presumida
O faturamento é mais alto e estável
A empresa não se beneficia do Simples (por causa de anexos ou Fator R)
Há pouca folha de pagamento e altos resultados
Por isso, clínicas, consultorias, empresas de tecnologia, engenharia, escritórios e prestadores de serviços em geral frequentemente encontram no Lucro Presumido uma combinação interessante entre carga tributária menor e previsibilidade.
A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:
Para decidir se vale a pena migrar, não basta “gostar” mais de um regime. É preciso comparar números.
Uma forma prática é analisar:
Alíquota efetiva do Simples (valor do DAS ÷ faturamento)
Carga total do Lucro Presumido, considerando IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ISS/ICMS e encargos
Tabela comparativa simplificada
Aspecto
Simples Nacional
Lucro Presumido
Forma de cálculo
Faixas progressivas por faturamento
Presunção fixa sobre o faturamento
Apuração
Mensal (DAS)
Trimestral
Créditos de PIS/COFINS
Não aproveita
Não cumulativo? Não; cumulativo, mas com alíquota menor
Burocracia
Mais simples
Exige contabilidade mais detalhada
Melhor fase
Negócios menores ou em início
Empresas em crescimento, com boa margem
Risco de subir alíquota
Alto, conforme crescimento
Baixo: alíquota não tem faixas progressivas
Folha de pagamento
Ajuda via Fator R em serviços
Usada para planejamento de pró-labore
A escolha correta depende de cada caso. Em muitos cenários, a alíquota efetiva do Simples ultrapassa 15% ou até 18%, enquanto o Lucro Presumido se mantém em torno de 11%–13%. Quando isso ocorre, o Simples deixa de fazer sentido.
5. O ponto de virada: quando o Simples começa a pesar
Na prática, o Simples se torna perigoso para o caixa da empresa quando:
O DAS passa de 13% ou 14% do faturamento
A empresa de serviços está travada no Anexo V, sem chance de Fator R
O negócio tem margem alta, porém não consegue aproveitar créditos
O faturamento cresce, mas o lucro parece “estacionado”
A concorrência cobra preços menores porque está em outro regime
Esse é o momento em que muitos empresários vêm à tona com a mesma sensação:
“Minha empresa fatura bem, mas eu não vejo o dinheiro.”
Em diversos casos, não é problema de venda, e sim de regime tributário mal escolhido.
6. Exemplos práticos: quando o Lucro Presumido começa a ganhar do Simples
Para tornar a análise mais concreta, veja alguns cenários típicos.
Cenário 1 – Empresa de serviços no Anexo V
Imagine uma empresa de consultoria que fatura R$ 80 mil por mês e possui folha de pagamento muito baixa, o que a mantém no Anexo V.
Alíquota efetiva no Simples: algo entre 17% e 19%
Imposto mensal aproximado: R$ 13.600 a R$ 15.200
Se essa mesma empresa migrar para o Lucro Presumido, considerando presunção de 32% e carga total entre 13,33% e 16,33%:
Imposto mensal estimado: R$ 10.664,00 a R$ 13.064,00
A diferença anual pode superar R$ 50 mil. Nesse cenário, permanecer no Simples apenas “porque é mais simples” pode custar muito caro.
Cenário 2 – Comércio com faturamento robusto
Agora considere um comércio faturando R$ 150 mil por mês.
No Simples, a alíquota efetiva pode ficar entre 8% e 11%
Isso gera impostos entre R$ 12 mil e R$ 16.500 por mês
No Lucro Presumido, com presunção de 8% e carga global em torno de 5,93% de impostos federais.
Os tributos giram entre R$ 7.050 e R$ 9.000 por mês
A economia anual pode passar tranquilamente de R$ 50 mil também. Esse é um dos motivos pelos quais muitas empresas de comércio migram para o Presumido assim que ganham escala. Principalmente para utilizarem a estratégia do regime não cumulativo do ICMS.
Cenário 3 – Serviços com folha forte (Fator R favorável)
Em uma empresa de serviços que investe em equipe, mantêm pró-labore e salários representativos, o Fator R pode colocar o negócio no Anexo III, com alíquotas iniciais de 6%.
Nesse caso:
Se o faturamento estiver em torno de R$ 60 mil/mês
E a alíquota efetiva ficar entre 7% e 11%
O Simples ainda pode ser mais vantajoso que o Lucro Presumido, principalmente quando a margem não é tão alta.
Esse exemplo mostra que não existe solução única. A análise precisa ser sempre numérica e personalizada.
7. Sinais de que você deve estudar a migração agora| Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?
Alguns alertas indicam que está na hora de marcar uma reunião com a contabilidade e simular o Lucro Presumido:
O DAS ultrapassou 12% ou 13% do faturamento
Sua empresa está presa no Anexo V há meses
A folha de pagamento é pequena e dificilmente alcançará o Fator R
O faturamento cresce, mas o lucro não acompanha
Você sente que pratica preços no limite e, mesmo assim, o caixa aperta
Já ouviu concorrentes comentarem que estão no Lucro Presumido e pagam menos tributos
As projeções para o próximo ano indicam crescimento de receita
Quando vários desses pontos aparecem ao mesmo tempo, não é exagero dizer que ficar parado sai mais caro do que contratar um bom contador consultivo.
Por outro lado, migrar sem necessidade também pode sair caro. Não vale a pena deixar o Simples quando:
A empresa ainda está em fase inicial, com faturamento instável, operando com alíquota baixa de impostos
O negócio se beneficia muito do Fator R e paga alíquotas reduzidas no Anexo III
A gestão financeira ainda é frágil, com dificuldades para organizar documentos
O empreendedor não está pronto para lidar com um regime com mais obrigações acessórias
A simulação mostra economia pequena ou inexistente
Nessas situações, a estratégia mais inteligente é organizar a casa, fortalecer a gestão, aumentar o controle de custos e se preparar para migrar somente quando os números mostrarem vantagem real.
9. Erros Comuns ao Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido
Empresas que percebem que o Simples está caro nem sempre fazem a transição da forma correta. Entre os erros mais frequentes, estão:
Comparar apenas a alíquota nominal, sem considerar base de cálculo, presunções e ISS/ICMS.
Ignorar o histórico de 12 meses de faturamento, que influencia fortemente as faixas do Simples.
Não revisar o CNAE, mantendo códigos incompatíveis com a nova realidade.
Esquecer do pró-labore e das contribuições previdenciárias do sócio.
Desconsiderar o impacto do PIS/COFINS cumulativo no Presumido.
Tomar decisões por “achismo”, baseando-se apenas na experiência de outras empresas.
Migrar em um trimestre de faturamento atípico, distorcendo os cálculos.
Esses deslizes podem transformar uma migração que deveria gerar economia em um movimento que aumenta o imposto e a burocracia. Por isso, qualquer decisão precisa ser sustentada em análise técnica.
10. Checklist prático: Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?
Use o checklist a seguir como filtro inicial. Se a maioria das respostas for “sim”, a probabilidade de o Lucro Presumido ser vantajoso é grande:
Minha alíquota efetiva no Simples ultrapassa 13%–14% do faturamento?
Minha empresa está no Anexo V e dificilmente conseguirá melhorar o Fator R?
Minha folha de pagamento é baixa em relação à receita?
Tenho boa margem de lucro e faturamento estável ou crescente?
Preciso ganhar competitividade de preço no meu mercado?
Sinto que pago muito imposto e ainda assim não vejo o lucro crescer?
Desejo expandir a empresa nos próximos anos, aumentando fortemente o faturamento?
Se você marcou quatro ou mais itens, é praticamente obrigatório pedir uma simulação comparativa entre Simples e Presumido.
11. E a Reforma Tributária? Como IBS e CBS entram nessa equação
A partir de 2026, a tributação no Brasil passará por uma transformação profunda com a implantação do IVA Dual, composto por:
IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – substitui ICMS e ISS
CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – substitui PIS e COFINS
O Simples Nacional continuará existindo, mas tende a ficar mais técnico. Parte das empresas poderá ter o IBS/CBS “por dentro” do DAS; outras conviverão com um Simples “híbrido”, onde certas operações serão tributadas por fora.
Já o Lucro Presumido, no médio prazo, deverá conviver com:
Nova forma de apuração de créditos e débitos de IBS/CBS
Possível integração com mecanismos como Split Payment
Aumento do cruzamento automático de dados fiscais
Nesse cenário, as empresas que já acompanham de perto seus números, têm contabilidade organizada e revisam o regime tributário de forma periódica sairão na frente.
Migrar agora, com planejamento, permite que você chegue em 2026 com a casa arrumada, em vez de tomar decisões de última hora com base em medo ou pressão.
12. Como a AEXO Contabilidade Digital conduz esse tipo de migração
A decisão de trocar de regime tributário não deveria ser tomada apenas com base em tabelas da internet. Ela precisa de:
Estudo do histórico de faturamento
Análise de margens e custos
Revisão de CNAEs e contratos
Projeções para os próximos anos
Simulações detalhadas de Simples x Presumido por cenário
A AEXO é uma contabilidade especializada em empresas prestadoras de serviços, negócios digitais, profissionais liberais, consultorias, clínicas, agências, escritórios e empresas de tecnologia. Além de atuar de forma 100% online, a AEXO foi escolhida por grandes players do mercado, como fintechs e empresas de meios de pagamento, para produzir conteúdo técnico e educacional – prova concreta da credibilidade e da profundidade técnica da equipe.
Com a AEXO, você não recebe apenas guias prontas. Você recebe:
Planejamento tributário sob medida
Simulação comparativa profissional entre Simples e Lucro Presumido
Apoio na decisão do melhor momento para migrar
Organização de toda a transição, sem dor de cabeça com o Fisco
Acompanhamento estratégico mês a mês
13. FAQ – Perguntas frequentes sobre migração do Simples para o Lucro Presumido
1. Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido é obrigatório em algum momento?
Não. A migração não é automática por faturamento (exceto em casos de desenquadramento por limite de receita do Simples). Ela é uma escolha estratégica, feita quando o Lucro Presumido passa a gerar economia tributária em relação ao Simples.
2. Toda empresa que fatura alto deve sair do Simples?
Nem sempre. Empresas com folha de pagamento robusta e Fator R favorável podem continuar com alíquotas competitivas, mesmo faturando valores elevados. Por isso a resposta depende dos números reais da empresa.
3. Posso voltar para o Simples depois de migrar para o Lucro Presumido?
Sim, é possível retornar, desde que a empresa cumpra os requisitos legais do regime, não tenha impedimentos específicos e faça a opção no prazo correto (normalmente em janeiro de cada ano). No entanto, ir e voltar sem planejamento pode gerar instabilidade tributária.
4. O Lucro Presumido sempre tem menos burocracia que o Lucro Real?
Sim. O Lucro Presumido é mais simples do que o Lucro Real, porque não exige apuração detalhada de todas as receitas e despesas para determinar o lucro contábil. Ainda assim, possui mais obrigações acessórias do que o Simples Nacional.
5. O que acontece se eu permanecer no Simples mesmo pagando caro?
Nada muda do ponto de vista legal; você continua regular. O problema é financeiro. A empresa perde competitividade, reduz margem de lucro e pode ficar sem espaço para investir em crescimento – enquanto concorrentes com regime mais adequado pagam menos e conseguem praticar preços melhores.
6. Preciso de contador para migrar para o Lucro Presumido?
Sim. A mudança de regime envolve diversas etapas formais, ajustes cadastrais e nova rotina de obrigações. Sem uma contabilidade especializada, o risco de erros aumenta, assim como o risco de autuações.
14. Conclusão: Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?
Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido pode ser uma das melhores decisões financeiras da sua empresa – desde que seja feita na hora certa e com base em números concretos. Em muitos casos, a mudança libera dezenas de milhares de reais por ano, que voltam para o caixa da empresa na forma de lucro, investimento e crescimento.
Por outro lado, migrar sem estudo, apenas por modismo ou opinião de terceiros, pode elevar a carga tributária e trazer frustração. A decisão ideal não é emocional, é técnica.
É aqui que entra a importância de ter ao seu lado uma contabilidade realmente consultiva.
Fale com a AEXO Contabilidade e descubra, com números, se já passou da hora de migrar
Se você desconfia que está pagando imposto demais no Simples, não precisa continuar no escuro.
Descubra se o Lucro Presumido pode ser o próximo passo para sua empresa pagar menos impostos, lucrar mais e se preparar para a Reforma Tributária com tranquilidade.
Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?
Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Abrir um CNPJ para loja virtual deixou de ser apenas um requisito burocrático e se tornou um diferencial competitivo. O comércio digital cresceu de forma acelerada nos últimos anos e, por consequência, as exigências fiscais, tributárias e legais aumentaram significativamente. O empreendedor que começa sem estrutura costuma enfrentar problemas que vão muito além da falta de formalização, como penalidades da Receita Federal, perda de acesso a marketplaces e restrições bancárias.
Neste guia definitivo, você vai entender como abrir CNPJ para loja virtual da forma correta, quais atividades escolher, quanto custa, como funciona a tributação e como se preparar para a Reforma Tributária 2026, que muda tudo para quem vende online.
A AEXO Contabilidade, referência nacional em contabilidade para e-commerce, preparou um conteúdo técnico, profundo e totalmente atualizado para que você abra sua empresa com segurança e pague o menor imposto possível.
Por que abrir CNPJ para vender online?
Embora muitos empreendedores iniciem suas operações como pessoas físicas, rapidamente percebem que a informalidade limita o crescimento. Quando uma loja virtual funciona sem CNPJ, surgem barreiras como:
restrições para abrir contas PJ e obter maquininhas com taxas melhores;
impedimento para contratar funcionários;
falta de acesso a crédito empresarial;
risco de ser enquadrado como atividade econômica irregular, gerando multas e fiscalização;
pagamento de imposto maior como pessoa física.
Além disso, dados de marketplaces e gateways de pagamento são enviados diretamente à Receita Federal. A monetização digital deixou de ser invisível, e a formalização passou a ser obrigatória para quem deseja crescer.
Vantagens de ter um CNPJ para loja virtual
A formalização traz benefícios imediatos:
🔹 1. Aumento do limite de faturamento
Com CNPJ, a empresa pode faturar muito mais sem pagar imposto excessivo.
🔹 2. Tributação mais inteligente
No Simples Nacional, a loja virtual paga imposto sobre a receita bruta, com alíquotas menores que as de pessoa física.
🔹 3. Liberdade para emitir nota fiscal
A emissão de NF é essencial para marketplaces, fornecedores e clientes corporativos.
🔹 4. Acesso a fornecedores melhores
Distribuidores e fabricantes exigem CNPJ para vender produtos com preços competitivos.
🔹 5. Credibilidade e confiança
O consumidor confia mais em lojas legalizadas.
🔹 6. Possibilidade de contratar funcionários
A empresa passa a ter estrutura profissional para crescer com segurança.
🔹 7. Proteção jurídica
A pessoa física não responde mais diretamente pelas dívidas do negócio (no caso de LTDA).
Passo a passo: como abrir CNPJ para loja virtual
A formalização depende de algumas etapas importantes que precisam estar alinhadas com o planejamento do negócio.
A seguir, você verá como abrir sua empresa da forma correta, evitando erros que podem gerar impostos altos ou travar sua operação.
Definição do Tipo de Empresa
Antes de abrir o CNPJ, é necessário definir o porte empresarial.
As opções mais comuns são:
🟩 MEI – Microempreendedor Individual
O MEI é a forma mais simples e barata de começar. No entanto, não é adequada para todos os tipos de loja virtual.
Limitações do MEI para lojas virtuais:
limite de faturamento anual de R$ 81.000
não pode ter sócio
não emite nota fiscal de importação
não pode vender produtos proibidos na lista do MEI
não atende a requisitos de marketplaces maiores
Mesmo assim, para quem está começando e vende pouco, pode ser uma porta de entrada.
🟧 ME — Microempresa ou EPP – Empresa de Pequeno Porte
A ME pode faturar até R$ 360 mil ao ano. É o modelo ideal para quem planeja crescer, vender em marketplaces ou operar com estoque.
🟥 LTDA, Empresário Individual (EI) ou Sociedade Limita Unipessoal
Para lojas virtuais que têm mais de um sócio, a sociedade limitada (LTDA) é a melhor escolha. Ela traz:
proteção patrimonial;
divisão clara de responsabilidades;
segurança jurídica sólida;
flexibilidade tributária.
Empresas EI não oferecem a mesma proteção ao patrimônio pessoal. A melhor opção para quem quer empreender sozinho é abrir uma SLU.
Escolha do CNAE correto para lojas virtuais
Este é um dos pontos mais importantes. Um CNAE incorreto pode:
aumentar a tributação;
impedir entrada em marketplaces;
gerar desenquadramento do Simples Nacional;
limitar atividades futuras.
Os CNAEs mais utilizados por lojas virtuais de roupas e acessórios é:
Principal (necessário):
📌 CNAE 4781-4/00 – Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios.
Compreende:
– Comércio varejista de artigos do vestuário novos de qualquer material, tais como: vestidos, blusas, calças, roupas íntimas, uniformes escolares e similares – Comércio varejista de acessórios e complementos do vestuário de qualquer material – gravatas, cintos, lenços, meias, sombrinha e guarda-chuvas, chapéus, luvas e similares
A AEXO Contabilidade define exatamente quais CNAEs reduzem seu imposto e garantem mais flexibilidade.
Escolha do regime tributário ideal
Essa decisão é determinante para pagar menos impostos.
Os três regimes possíveis:
📘 Simples Nacional
O Simples Nacional é o regime tributário mais utilizado por lojas virtuais, com alíquotas reduzidas e cálculo simplificado. A empresa paga tudo em uma única guia (DAS).
Vantagens:
imposto unificado;
menor burocracia;
enquadramento automático para empresas até R$ 4,8 milhões.
Desvantagem:
alíquotas podem subir conforme o faturamento;
substituição tributária de ICMS pode aumentar custos.
📙 Lucro Presumido
O Lucro Presumido é indicado para e-commerces maiores com margens altas.
Vantagens:
alíquota fixa
previsibilidade
possibilidade de crédito de PIS/COFINS em alguns casos
Desvantagens:
apuração mais complexa
obrigação de contabilidade completa
📗 Lucro Real
O Lucro Real é indicado apenas para operações muito grandes ou com margens baixas.
Exige auditoria contábil detalhada.
A AEXO realiza simulação completa para identificar o melhor regime para sua loja virtual.
Emissão de notas fiscais no e-commerce
A emissão correta da nota fiscal é indispensável para lojas virtuais. Existem três modalidades comuns:
NF-e para produtos físicos
NFC-e (em alguns estados)
Nota de remessa (envio de estoque)
Nota de devolução (cancelamentos ou trocas)
A forma de tributação muda com:
endereço do cliente
regime tributário
origem do produto
uso de marketplace
volume de vendas
A AEXO integra a contabilidade com sua plataforma para que a emissão seja automática sempre que possível.
Inscrição Estadual: é obrigatória?
A maioria das lojas virtuais precisa de Inscrição Estadual porque comercializa produtos físicos sujeitos a ICMS.
Sem ela, não é possível:
emitir nota fiscal de produto
vender via Shopee, Mercado Livre, Magalu etc.
participar de operações interestaduais
evitar multas e bloqueios da SEFAZ
A única exceção são empresas que vendem serviços ou produtos que não são tributados pelo ICMS.
Como funciona a tributação em marketplaces
Quando a loja vende através de marketplaces, surgem elementos específicos como:
comissões (10% a 25%)
taxas de frete
antecipação
recebimento por ciclo
split de pagamentos
responsabilidade pelo imposto (ST, substituição tributária)
retenção de taxas específicas
Além disso, alguns marketplaces cobram partes do imposto de ICMS automaticamente, dependendo do estado.
Com o Split Payment o imposto será retido automaticamente na venda, impossibilitando atraso ou inadimplência fiscal.
🟩 Fim de complexidades interestaduais
DIFAL, ST e guerra fiscal deixarão de existir gradualmente.
🟨 Risco para lojas que não emitem nota
Como o pagamento do imposto será automático, vendas sem NF serão bloqueadas ou denunciadas.
A AEXO já prepara seus clientes para essa transição.
Como a AEXO Contabilidade ajuda lojas virtuais
A AEXO oferece um modelo completo, especializado e integrado para e-commerce:
abertura do CNPJ
escolha do CNAE ideal
cálculo de impostos
emissão de notas
orientação tributária
regularização de marketplaces
consultoria para redução de impostos
suporte via WhatsApp
planejamento tributário estratégico
acompanhamento mensal completo
É a contabilidade que realmente entende o varejo digital.
🚀AEXO – A Sua Contabilidade!
Se você deseja abrir sua loja virtual de forma segura, pagando o menor imposto possível e se preparando para a nova Reforma Tributária, a AEXO é a parceira ideal para o seu crescimento.
A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:
Como Abrir CNPJ para Loja Virtual: Guia Completo!
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
A Reforma Tributária de 2026 está prestes a transformar completamente o sistema de arrecadação no Brasil. A partir dela, o governo passará a controlar em tempo real o faturamento das empresas, eliminando de vez o antigo modelo baseado em declarações mensais. Esse novo cenário exige organização, tecnologia e contabilidade estratégica — e quem não se adaptar rapidamente poderá sentir o peso no caixa.
Neste artigo, a AEXO Contabilidadeexplica como funcionará o novo sistema de cobrança automática, o que muda na fiscalização da Receita Federal, e principalmente, como preparar sua empresa para não perder dinheiro.
Prepare-se para um conteúdo completo e atualizado, feito para colocar sua empresa na frente da concorrência e fora da mira do Fisco.
⚖️ O Que Muda com a Reforma Tributária de 2026
A grande virada da Reforma Tributária está na forma como os impostos serão cobrados e controlados. Atualmente, o empresário recebe o pagamento de suas vendas e depois — geralmente no mês seguinte — repassa os tributos devidos ao governo.
Com a nova regra, isso deixará de existir. O pagamento dos tributos ocorrerá automaticamente no momento da transação, por meio do sistema de Split Payment, integrado à Receita Federal.
O Split Payment (ou pagamento dividido) é um mecanismo que separa automaticamente o valor do imposto na hora da venda. Imagine que sua empresa vende um produto por R$ 100,00. Com o novo sistema, o comprador paga esse valor, mas a Receita Federal já retém automaticamente a parte correspondente ao imposto (IBS ou CBS).
Assim, o empresário recebe apenas o valor líquido, sem a necessidade de recolher o imposto posteriormente. Isso traz transparência total e acaba com a sonegação, mas também exige planejamento contábil de alto nível para manter o fluxo de caixa saudável.
🧮 Como o Governo Vai Saber Tudo o Que Sua Empresa Faz
Com a implementação da nota fiscal 4.0, a Receita Federal passa a ter acesso instantâneo a cada operação comercial. O sistema cruza dados de:
Notas fiscais eletrônicas (NF-e);
Transações via PIX e maquininhas;
Boletos bancários e transferências empresariais;
Operações de cartão de crédito e débito;
Registros de e-commerce, aplicativos e plataformas digitais.
Na prática, tudo será cruzado automaticamente — faturamento, pagamentos, folha de salários, estoque e fluxo financeiro. Quem tentar “dar um jeitinho” e omitir informações vai ser identificado em segundos.
🧠 A Inteligência Artificial da Receita Federal
O Brasil está entre os países com maior capacidade de cruzamento de dados fiscais do mundo. A Receita utiliza algoritmos baseados em Big Data e Inteligência Artificial para analisar milhões de informações em tempo real.
Esses sistemas detectam padrões e comportamentos atípicos, como:
aumento repentino no faturamento sem emissão de notas,
transferências pessoais vinculadas à conta da empresa,
despesas incompatíveis com o regime tributário,
divergências entre o valor declarado e o movimentado.
A IA fiscal identifica automaticamente possíveis fraudes e inconsistências, emitindo alertas para auditoria e bloqueio preventivo de CNPJ.
Por isso, o controle contábil passa a ser estratégico — não basta apenas declarar, é preciso declarar com precisão e coerência digital.
📉 Fim da “Venda Sem Nota” e do “Jeitinho Fiscal”
Durante décadas, a venda sem nota foi vista como uma “brecha” para economizar imposto. Mas, com o novo modelo da reforma, essa prática se torna impossível.
As notas fiscais agora serão integradas às movimentações financeiras. Se uma empresa realizar uma venda e não emitir nota, o sistema vai identificar a diferença entre entrada de dinheiro e ausência de documento fiscal. O resultado será multa automática e perda do direito a créditos tributários.
Em resumo, comprar ou vender sem nota sairá muito mais caro do que cumprir a lei.
Empresas que mantiverem transparência e organização serão beneficiadas com redução de carga tributária e acesso facilitado a créditos fiscais.
🧾 O Novo IVA DUAL — A Base da Reforma
O IVA DUAL é o coração da nova tributação. Ele unifica diversos tributos atuais em dois grandes blocos:
Essa estrutura simplifica o sistema e reduz disputas entre estados e municípios. Mas exige que as empresas tenham sistemas contábeis atualizados para lidar com créditos e débitos automáticos.
Empresas que se organizarem para aproveitar os créditos do IVA poderão pagar menos imposto de forma legal, enquanto as despreparadas verão a carga aumentar.
💼 E o Simples Nacional, Como Fica?
O Simples Nacional continuará existindo, mas passará por ajustes estruturais. O sistema poderá operar de duas formas:
🔹 Simples “Por Dentro” (IBS e CBS dentro do DAS)
Nesse formato, o IBS e CBS serão incorporados ao cálculo do DAS mensal, mantendo a simplicidade atual. O empresário continua pagando uma única guia, mas com base nas novas alíquotas unificadas.
🔹 Simples “Por Fora” (IBS e CBS separados)
Já o modelo híbrido prevê a separação dos tributos, em que parte do imposto é recolhida automaticamente no Split Payment. Nesse caso, o Simples se torna um sistema misto, com pagamento direto ao governo e controle digital.
Ambos os modelos estão em análise, e a decisão final será anunciada em 2026. Enquanto isso, ter uma contabilidade especializada como a AEXO Contabilidade será essencial para acompanhar cada mudança sem riscos.
Outro pilar da transformação é o DREX, a versão digital do Real. Ele permitirá transações totalmente integradas com o Banco Central e a Receita Federal.
Com o DREX, cada pagamento será rastreado, garantindo transparência e eliminando circulação paralela de dinheiro. Essa integração tornará a evasão fiscal praticamente impossível, reforçando o conceito de economia digital rastreável.
🧩 O Papel da Contabilidade | Reforma Tributária 2026
A contabilidade moderna deixou de ser apenas um suporte fiscal. Hoje, ela é uma ferramenta estratégica de sobrevivência e crescimento.
A AEXO Contabilidade atua com o conceito de Contabilidade 5.0, que combina:
tecnologia de automação e inteligência artificial;
gestão tributária personalizada;
monitoramento preventivo de inconsistências;
planejamento financeiro e fiscal estratégico.
Em vez de apenas “fechar balanços”, a AEXO antecipará erros, corrigirá gargalos e otimizará tributos, mantendo sua empresa um passo à frente da Receita Federal.
📚 Como Se Preparar para 2026 — Checklist Prático Reforma Tributária 2026
Revise seu regime tributário — veja se sua empresa está no enquadramento ideal.
Implemente um ERP integrado à contabilidade — automatize o envio de notas e transações.
Evite contas pessoais para transações empresariais.
Formalize todos os contratos e recibos.
Monitore seu faturamento em tempo real.
Treine sua equipe sobre compliance fiscal.
Mantenha relatórios mensais revisados pela contabilidade.
Essas práticas formam o tripé da blindagem fiscal inteligente. Empresas que adotarem essa postura sairão fortalecidas — e ainda ganharão credibilidade no mercado.
🚀 Conclusão — O Futuro da Tributação Já Começou | Reforma Tributária 2026
A Reforma Tributária de 2026 não é apenas uma mudança de regras, mas uma revolução completa na forma de fazer negócios no Brasil. O tempo do improviso acabou. O governo terá visibilidade total sobre cada transação, e apenas as empresas que entenderem esse novo modelo prosperarão.
A boa notícia é que você não precisa enfrentar isso sozinho.
💼 A AEXO Contabilidade é especialista em estratégia tributária e contabilidade digital, ajudando empresas de todos os portes a pagar menos imposto de forma 100% legal e a crescer com segurança.
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Objeções em Vendas: Você já esteve prestes a fechar uma venda e, de repente, ouviu do cliente frases como “vou pensar”, “está caro” ou “agora não posso”? Essas respostas parecem negativas, mas a verdade é que toda objeção é uma dúvida disfarçada — uma oportunidade de provar valor e conquistar a confiança do cliente.
Neste artigo completo, você vai descobrir como lidar com objeções em vendas usando estratégias práticas e psicológicas que realmente funcionam. E mais: entenderá como a AEXO Contabilidade aplica essas técnicas para ajudar empresas a vender mais e crescer de forma sustentável — inclusive com redução legal de impostos.
🧠 O Que São Objeções em Vendas?
As objeções surgem quando o cliente ainda não está totalmente convencido do valor do seu produto ou serviço. Elas são manifestações de insegurança, desconfiança ou falta de clareza sobre o que está sendo oferecido.
Em vez de enxergar isso como um problema, o vendedor inteligente vê como um sinal de interesse. Afinal, se o cliente está questionando, é porque está considerando comprar — ele só precisa de mais confiança para dar o próximo passo.
As objeções mais comuns incluem:
“Está caro.”
“Vou pensar.”
“Não tenho dinheiro agora.”
“Preciso falar com meu sócio.”
“Não tenho certeza se preciso disso.”
Essas frases escondem dúvidas legítimas. E é papel do vendedor identificar o real motivo e mostrar valor de forma clara e estratégica.
No vídeo abaixo do canal Os Três Contadores, o contador Andrius Dourado revela 7 técnicas comprovadas para quebrar objeções e transformar um “não” em um “sim” com confiança e estratégia:
Na AEXO Contabilidade, nosso trabalho vai muito além de gerar guias. Geramos estratégias, crescimento e segurança para o futuro do seu negócio. Com suporte e consultoria nas áreas de marketing e comercial! Clique no botão abaixo e fale com os nossos especialistas.
Quando o cliente diz “não tenho dinheiro”, geralmente o que ele quer dizer é: “ainda não percebi o valor do que você está me oferecendo.” Isso muda completamente o jogo.
O segredo está em investigar a origem da dúvida. Faça perguntas como:
“Entendo, posso te perguntar o que te faz pensar isso?”
“Se o preço não fosse um problema, você compraria hoje?”
“O que falta para você sentir confiança de seguir em frente?”
Essas perguntas revelam o que realmente impede o fechamento — e te permitem personalizar a resposta de forma assertiva.
🎯 Dica da AEXO Contabilidade: Aqui na AEXO, entendemos que objeções são oportunidades de mostrar o valor real do serviço. Ao ajudar empreendedores a pagar menos impostos e aumentar o lucro, transformamos dúvidas em resultados concretos.
2. Ofereça Condições de Pagamento Flexíveis
Um dos motivos mais frequentes de objeção é o financeiro. Por isso, facilitar o pagamento pode ser o diferencial que transforma um “não” em um “sim”.
Algumas estratégias eficazes incluem:
Parcelar sem juros;
Oferecer pagamento via Pix, boleto ou cartão;
Criar planos recorrentes com descontos;
Conceder bônus para pagamento à vista.
Ao apresentar opções acessíveis, você tira o foco do preço e coloca o foco no valor entregue.
💡 Lembre-se: quem vê valor, encontra uma forma de pagar. Quem não vê, sempre dirá que está caro.
3. Mostre Valor, Não Preço
Uma das maiores lições em vendas é: quem não vê valor, só vê preço. Por isso, antes de apresentar números, apresente resultados, depoimentos e histórias reais de sucesso.
Use dados, imagens e cases de clientes satisfeitos para gerar confiança. Mostre como seu produto ou serviço transforma a realidade de quem compra.
Na AEXO Contabilidade, por exemplo, empreendedores de todo o Brasil reduzem legalmente a carga tributária, aumentam seus lucros e escapam de erros fiscais que poderiam gerar prejuízos sérios.
Essa percepção de valor é o que transforma o preço em investimento.
4. Demonstre Autoridade e Tradição
Autoridade gera confiança — e confiança fecha vendas. Compartilhe sua história, conquistas e experiência de mercado.
📍 Exemplo real: A AEXO Contabilidade Digital atua há mais de 10 anos com uma equipe de profissionais com mais de 30 anos de experiência. Ajudamos milhares de empresas a otimizar seus resultados contábeis, financeiros e fiscais, tudo de forma digital e descomplicada.
Quando o cliente percebe que está falando com uma marca sólida, ele baixa a guarda e se sente seguro para decidir.
Entregar mais do que o cliente espera é uma forma poderosa de quebrar objeções. Pode ser um brinde, uma consultoria gratuita, um diagnóstico personalizado ou um bônus exclusivo.
Esse gesto ativa o gatilho da reciprocidade — o cliente se sente valorizado e tende a retribuir comprando.
💬 Na AEXO, oferecemos um diagnóstico contábil gratuito, onde identificamos como o empresário pode pagar menos impostos de forma 100% legal. Resultado: mais confiança, mais valor percebido e mais conversões.
6. Venda Soluções, Não Produtos
Muitos vendedores falham porque falam de características, e não de benefícios. Mas o cliente não compra um serviço de contabilidade, ele compra tranquilidade, economia e crescimento.
Vender solução é ligar o que você oferece ao problema que o cliente quer resolver. Fale de resultados, não de processos.
“Você não vende consultoria, vende lucro. Você não vende serviço contábil, vende paz fiscal.”
Esse é o tipo de comunicação que quebra objeções na hora.
7. Use Gatilhos de Urgência e Escassez
A procrastinação é o maior inimigo da decisão de compra. Por isso, use gatilhos mentais de urgência e escassez para estimular ação imediata.
Exemplos práticos:
“Essa condição é válida apenas até amanhã.”
“Restam apenas 3 vagas disponíveis para esse plano.”
“Clientes que fecharem até hoje ganham uma consultoria bônus.”
Esses elementos despertam o senso de perda iminente, levando o cliente a agir rapidamente.
Como Treinar Sua Equipe Para Superar Objeções em Vendas
Ter uma equipe bem treinada é o segredo para transformar objeções em oportunidades. Invista em roleplays (simulações de vendas), feedbacks personalizados e análise de métricas de conversão.
Empresas com treinamento recorrente em vendas chegam a aumentar suas taxas de fechamento em até 60%.
Na AEXO Contabilidade, os times comerciais são capacitados com técnicas de neurovendas, PNL e comunicação estratégica, criando uma experiência de alto valor para o cliente.
Psicologia das Objeções: O Que o Cliente Pensa Antes de Dizer “Não”
Estudos em neurovendas mostram que o “não” do cliente é, muitas vezes, uma reação instintiva de autoproteção. Ele teme perder dinheiro, errar na escolha ou ser enganado.
A função do vendedor é reduzir esse medo com provas, empatia e autoridade. A conversa deve girar em torno de segurança, resultado e clareza.
Por exemplo:
“Entendo sua preocupação. Nosso objetivo é justamente evitar que você perca dinheiro com impostos pagos a mais. Podemos te mostrar como?”
Esse tipo de frase muda a percepção do cliente — ele deixa de sentir que está sendo vendido e passa a sentir que está sendo ajudado.
FAQ – Perguntas Frequentes sobre Objeções em Vendas
O que é objeção de vendas? É uma dúvida ou resistência que o cliente apresenta antes de decidir comprar.
Como superar objeções de preço? Mostrando o valor do produto, oferecendo opções de pagamento e conectando o benefício ao problema resolvido.
Por que os clientes dizem que vão pensar? Porque ainda não têm clareza ou segurança suficiente para decidir. Falta autoridade, prova ou urgência.
Como a AEXO Contabilidade ajuda empresas a vender mais? Oferecendo consultorias estratégicas que unem contabilidade, gestão e vendas, ajudando empresários a crescer com segurança financeira e tributária.
Qual a melhor técnica para contornar objeções? Ouvir com empatia, entender o motivo real e mostrar como a sua solução entrega valor além do preço.
🚀 Conclusão: Transforme Objeções em Vendas em Oportunidades
As objeções não são o fim de uma venda — são o início de um diálogo mais profundo com o cliente. Quando bem trabalhadas, elas se tornam o gatilho que transforma interesse em decisão.
Dominar essa arte é o que separa um vendedor comum de um profissional de alta performance. E se você é empreendedor, lembre-se: suas vendas só serão realmente sustentáveis quando sua gestão financeira e contábil estiver alinhada.
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A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Comprar um carro no CNPJ parece uma ótima ideia, especialmente quando o vendedor promete um desconto de até 30%. No entanto, por trás dessa aparente vantagem, existem detalhes fiscais e jurídicos que podem transformar o “negócio dos sonhos” em uma dor de cabeça tributária.
Com o aumento das compras corporativas e o crescimento do número de micro e pequenas empresas, é comum que empresários utilizem o CNPJ para adquirir veículos, buscando economia. Contudo, é fundamental compreender como essa operação funciona na prática, seus riscos, obrigações legais e impactos contábeis.
A AEXO Contabilidade, especialista em gestão tributária inteligente e planejamento fiscal, explica neste guia tudo o que você precisa saber antes de comprar um carro no nome da sua empresa, de forma 100% legal, segura e vantajosa.
🚘 Por que tantas pessoas compram carro no CNPJ?
O principal atrativo é o desconto concedido por montadoras e concessionárias. Empresas conseguem comprar veículos com redução média de 20% a 30% sobre o valor de tabela, pois as montadoras consideram que a compra será destinada a uso comercial (entregas, transporte, frota, etc.) e não pessoal.
Esse desconto é possível devido à isenção parcial de impostos e à política de vendas corporativas, que busca fidelizar empresas como clientes recorrentes.
Contudo, o que muitos não sabem é que esse benefício vem acompanhado de obrigações contábeis e fiscais, e usá-lo de forma indevida pode gerar multas e problemas com a Receita Federal.
No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Samuel Lira explica de forma simples e direta quando realmente compensa comprar carro no CNPJ, quais são os riscos de usar o veículo para fins pessoais e o que a Receita Federal pode entender como uso indevido. 👇
⚠️ As 5 armadilhas de comprar carro no CNPJ (e como evitá-las)
1️⃣ Garantia reduzida
Ao comprar no CNPJ, o veículo é considerado uso comercial, e, por isso, a garantia da montadora costuma ser menor. Enquanto pessoas físicas recebem, por exemplo, 3 a 5 anos de garantia, empresas podem ter apenas 1 ano. Isso acontece porque os fabricantes presumem que o uso será mais intenso (como frota de entrega ou transporte de funcionários).
💡 Dica AEXO: Sempre confirme na concessionária se o prazo de garantia é o mesmo para pessoa física e jurídica antes de fechar o negócio.
2️⃣ Seguro mais caro e restrições no uso pessoal
As seguradoras também veem veículos corporativos como de maior risco. Afinal, pressupõem que o carro será utilizado por diversas pessoas, em diferentes situações. Com isso, o valor do seguro aumenta e se o veículo for utilizado de forma pessoal, a seguradora pode recusar o pagamento da indenização em caso de sinistro.
⚠️ Se você comprou o carro em nome da empresa, mas o usa exclusivamente para fins pessoais, informe isso à seguradora para evitar problemas futuros.
3️⃣ Revenda desvalorizada
Um dos pontos mais ignorados é que veículos registrados em nome de empresas têm menor valor de revenda. A maioria dos avaliadores presume que o carro foi usado por diversas pessoas e em condições mais intensas, o que reduz o preço na tabela Fipe.
🚙 Mesmo que o carro tenha sido usado apenas pelo dono da empresa, o simples fato de estar registrado como CNPJ já causa desvalorização média de 10% a 20% no mercado de revenda.
4️⃣ Restrição de revenda em 12 meses
Alguns contratos de compra com desconto para CNPJ incluem cláusula de permanência mínima de 12 meses. Isso significa que a empresa não pode revender o veículo antes desse período, sob pena de multa contratual.
Embora não exista uma lei federal impondo essa restrição, ela é comum em acordos comerciais entre montadoras e empresas.
💬 AEXO alerta: antes de fechar a compra, verifique se há cláusula de permanência obrigatória no contrato com a concessionária.
5️⃣ Ganho de capital e tributação na venda
Quando o veículo é adquirido no CNPJ, ele é registrado como ativo imobilizado da empresa e sofre depreciação contábil. Na hora da revenda, a diferença entre o valor de venda e o valor contábil é considerada ganho de capital, sujeita à tributação de 15% de Imposto de Renda.
Exemplo: se a empresa compra o carro de R$ 100 mil por R$ 70 mil (com desconto) e o vende por R$ 85 mil, haverá ganho de R$ 15 mil, sobre o qual incide IRPJ de 15%.
Portanto, nem sempre o desconto compensa quando se consideram todos os custos fiscais da operação.
Explicação Técnica:
Taxa de Depreciação: Para veículos de uso administrativo, a taxa padrão é 20% ao ano (vida útil de 5 anos).
Despesa de Depreciação: É lançada mensalmente na conta de resultado, reduzindo o lucro tributável da empresa.
Valor Residual: Representa o valor estimado que o veículo ainda tem após a vida útil.
Depende do objetivo. Para empresas que realmente utilizam o veículo nas operações, como transportadoras, prestadores de serviço e comércios que fazem entregas, sim, vale a pena. Nesses casos, é possível lançar a depreciação como despesa contábil, aproveitar créditos tributários e deduzir parte dos custos operacionais.
No entanto, se o carro for usado para fins pessoais, a compra no CNPJ pode gerar mais custos do que economia.
🧾 Impactos tributários e contábeis ao comprar carro no CNPJ
Comprar um carro no CNPJ muda completamente a natureza do bem. Ele passa a integrar o ativo imobilizado da empresa, sendo depreciado ao longo do tempo (geralmente em 5 anos).
Além disso:
Deve constar no livro de bens e direitos da empresa;
Precisa estar registrado corretamente na contabilidade;
Gera lançamentos de depreciação mensais;
E afeta o balanço patrimonial.
🔎 AEXO Contabilidade recomenda que o empresário avalie o enquadramento tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) antes de incluir veículos no patrimônio da empresa, pois o tratamento contábil e as vantagens fiscais variam em cada regime.
🏢 Empresas que realmente se beneficiam com a compra de carro no CNPJ
Transportadoras e serviços de logística – por usarem veículos como parte essencial da operação;
Empresas de manutenção e assistência técnica – com deslocamento constante de equipes;
Construtoras e prestadores de serviço – que podem depreciar veículos de obra;
Empresas com frotas – que podem negociar grandes descontos e deduzir custos de manutenção.
⚖️ Riscos legais e fiscais de comprar carro no CNPJ de forma indevida
Utilizar o CNPJ apenas para obter desconto em um carro de uso pessoal é um erro grave. A Receita Federal pode caracterizar desvio de finalidade, enquadrando o ato como omissão de rendimentos ou benefício pessoal indevido, sujeitando o contribuinte a multas e autuações.
Além disso, caso o veículo seja vendido sem contabilização correta, a empresa pode sofrer sanções fiscais e ter problemas na apuração do IRPJ e CSLL.
💡 O uso indevido do CNPJ em compras pessoais pode até comprometer a regularidade da empresa em futuras fiscalizações.
✅ Como comprar carro no CNPJ de forma correta
Defina o uso real do veículo: comercial, operacional ou logístico;
Comprove a necessidade empresarial: documente a vinculação do bem à atividade da empresa;
Registre o veículo corretamente no ativo imobilizado;
Acompanhe a depreciação contábil;
Evite uso pessoal do bem.
💬 A AEXO Contabilidade oferece assessoria completa para orientar empresários sobre como adquirir bens no CNPJ sem riscos fiscais.
Comprar um carro no CNPJ pode parecer uma boa ideia à primeira vista, mas sem o devido acompanhamento contábil, o desconto pode se transformar em prejuízo tributário. Empresas precisam avaliar todas as implicações legais, fiscais e contratuais antes de tomar essa decisão.
A AEXO Contabilidade, especialista em planejamento fiscal e gestão de ativos empresariais, auxilia empresas de todo o Brasil a economizar com segurança, garantindo conformidade total com a legislação vigente.
📞 AEXO Contabilidade – A Sua Contabilidade
Está pensando em comprar um carro no nome da sua empresa? Fale com a AEXO Contabilidade e descubra como fazer isso de forma 100% legal e vantajosa, sem correr riscos fiscais. 🌐 www.aexocontabil.com.br | ☎️ Atendimento em todo o Brasil – WhatsApp.
A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Recuperação Tributária para Empresas: O cenário tributário brasileiro em 2026 está repleto de novas oportunidades para redução de carga fiscal e recuperação de valores pagos indevidamente. Com a implementação gradual da Reforma Tributária e a consolidação do IVA Dual (IBS + CBS), muitas empresas estão revendo seus recolhimentos, reestruturando centros de custos e descobrindo créditos tributários esquecidos.
Neste guia completo, a AEXO Contabilidade, referência nacional em recuperação tributária e planejamento fiscal estratégico, apresenta as melhores oportunidades de recuperação de tributos para empresas em 2026, explicando quais setores podem se beneficiar mais, como aplicar cada tese com segurança e de que forma garantir que o Fisco reconheça seus créditos sem riscos jurídicos.
Por que 2026 será o ano da recuperação tributária
O ano de 2026 marca uma virada importante no sistema tributário brasileiro. A consolidação da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) cria um ambiente mais transparente, mas também abre espaço para ajustes retroativos, compensações indevidas e revisões contábeis.
Empresas que revisarem os últimos cinco anos de recolhimentos podem encontrar milhares de reais em créditos recuperáveis. Além disso, novas decisões judiciais e administrativas vêm ampliando o escopo das teses tributárias válidas, beneficiando setores como comércio, indústria, tecnologia e serviços.
💡 Segundo a AEXO Contabilidade, o potencial médio de recuperação tributária em 2026 pode chegar a 10% do total de tributos pagos nos últimos cinco anos, dependendo do porte e do regime da empresa.
O que é recuperação tributária (e por que toda empresa deve avaliar seus créditos)
A recuperação tributária consiste em identificar valores pagos indevidamente ou a maior em impostos federais, estaduais e municipais, com base na legislação vigente e nas decisões do STF e STJ. Esses valores podem ser compensados administrativamente ou ressarcidos em dinheiro, fortalecendo o fluxo de caixa da empresa sem recorrer a novos empréstimos.
Empresas de todos os portes podem se beneficiar — desde pequenas e médias do Simples Nacional até grandes corporações do Lucro Real. O segredo está em detectar as oportunidades certas e contar com o suporte técnico de uma contabilidade especializada, como a AEXO Contabilidade.
As 6 melhores oportunidades de recuperação tributária para empresas em 2026
Com base em tendências fiscais, jurisprudências atualizadas e observações do mercado, a AEXO identificou seis oportunidades prioritárias para este ano:
🥇 1. Crédito de PIS e COFINS sobre Insumos – A tese mais sólida de 2026
Continuando como uma das principais fontes de recuperação, a tese de crédito sobre insumos permite recuperar valores pagos indevidamente em PIS e COFINS sobre despesas essenciais à atividade-fim.
O diferencial em 2026 é que a CBS unificada mantém o caráter não cumulativo, o que exige reclassificação de insumos e ajuste nas bases históricas de cálculo. Essa reclassificação abre uma nova janela para revisão retroativa dos últimos cinco anos.
⚙️ Exemplo prático: empresas do setor alimentício e de serviços industriais que atualizarem o conceito de insumo conforme o novo IVA podem recuperar entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão.
🥈 2. Exclusão do ICMS da Base de Cálculo do PIS/Cofins e CBS – A “Tese do Século” com nova vida
Mesmo consolidada judicialmente, a tese da exclusão do ICMS da base do PIS/Cofins ainda gera créditos significativos, especialmente com a transição para o IVA Dual.
Muitas empresas não aplicaram corretamente a decisão do STF ou não ajustaram as bases de cálculo da CBS, criando novos saldos a recuperar em 2026.
💡 AEXO recomenda: revisar todas as apurações de 2021 a 2025 para identificar inconsistências entre ICMS destacado e ICMS recolhido. Essa diferença pode gerar créditos imediatos, com baixo risco e alta liquidez.
🥉 3. Recuperação de Créditos Previdenciários – INSS sobre Verbas Indenizatórias
Em 2026, o tema INSS sobre verbas indenizatórias ganha nova força após decisões do STJ e TRFs que ampliam a lista de rubricas não tributáveis. Empresas podem restituir valores pagos indevidamente sobre férias indenizadas, aviso prévio e auxílio-alimentação em cartão.
Essa tese é uma das mais seguras para compensação administrativa via eSocial e PER/DCOMP Web, sendo ideal para grandes empregadores.
🏅 4. Revisão do Fator R no Simples Nacional – Redução Legal de Carga Tributária
Empresas de serviços optantes pelo Simples Nacional que ultrapassam o fator R de 28% (folha de pagamento sobre receita bruta) podem migrar do Anexo V para o Anexo III, reduzindo a tributação de até 15,5% para 6%.
Com as alterações na base da CBS e as atualizações da Lei Complementar 199/2023, o cálculo do Fator R em 2026 passou a permitir ajustes retroativos. Isso significa que empresas que deixaram de se enquadrar por erro de cálculo podem reaver diferenças significativas.
🎯 5. Recuperação de Tributos sobre Mercadorias Monofásicas – Simples Nacional
Setores como cosméticos, bebidas, autopeças, medicamentos e alimentos industrializados são os mais beneficiados. Essas empresas podem ter pagado PIS e COFINS em duplicidade sobre produtos que já tiveram a tributação recolhida na origem.
A recuperação é administrativa, sem necessidade de ação judicial, e a AEXO Contabilidade possui metodologia exclusiva para executar esse processo com total segurança e transparência.
💼 6. Créditos de ICMS sobre Energia Elétrica e Comunicação
A ampliação do conceito de insumos energéticos e o uso intensivo de tecnologia nas operações empresariais criam oportunidades inéditas em 2026.
Empresas que utilizam energia elétrica para produção, refrigeração, armazenamento ou sistemas de TI podem recuperar créditos de ICMS sobre esses gastos, conforme decisões recentes dos tribunais estaduais e o Convênio ICMS 178/2025.
Setores que mais se beneficiarão em 2026
Setor
Potencial Médio de Recuperação
Principais Teses Aplicáveis
Indústria
10% a 15%
PIS/COFINS sobre insumos, IPI, ICMS energia
Comércio
6% a 12%
Monofásicos, ICMS, CBS base errada
Serviços
8% a 10%
Fator R, verbas previdenciárias
Tecnologia
5% a 9%
Créditos de inovação e energia
Turismo e eventos
8% a 14%
PERSE e CBS retroativa
Por que as empresas negligenciam a recuperação tributária
Apesar do potencial, muitas empresas não revisam suas apurações por falta de conhecimento técnico ou por acreditarem que o custo é alto. Na realidade, a maior parte das recuperações é feita sem ações judiciais e o investimento em diagnóstico é rapidamente compensado.
A AEXO Contabilidade destaca que mais de 70% das empresas analisadas em 2025 apresentaram créditos tributários recuperáveis.
Como começar a recuperar tributos com segurança
Solicite um diagnóstico fiscal completo;
Organize notas fiscais e livros contábeis dos últimos cinco anos;
Identifique possíveis teses aplicáveis;
Elabore o laudo técnico com suporte contábil e jurídico;
Protocole a compensação administrativa via PER/DCOMP;
Acompanhe o deferimento e atualize a escrituração fiscal digital (EFD).
A AEXO Contabilidade é referência nacional em planejamento tributário inteligente, recuperação de créditos e gestão fiscal estratégica. Com atuação em todo o Brasil, o escritório combina tecnologia contábil, análise preditiva e consultoria personalizada para maximizar o resultado das empresas.
Mais de R$ 120 milhões recuperados em créditos tributários nos últimos anos;
Equipe formada por especialistas em direito tributário e contabilidade digital;
Atendimento 100% online e acompanhamento em tempo real.
📞 WhatsApp Descubra quanto sua empresa pode recuperar em 2026! A AEXO Contabilidade oferece um diagnóstico gratuito e personalizado com análise detalhada de até 5 anos de tributos. 🌐 www.aexocontabil.com.br | Atendimento em todo o Brasil.
A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
O 13º salário é um direito garantido por lei a todo trabalhador com carteira assinada. Além de ser um dos momentos mais esperados pelos colaboradores, também é um desafio para o empregador, que precisa cumprir os prazos e efetuar os cálculos corretamente para evitar multas e prejuízos financeiros.
Neste artigo completo, você aprenderá como calcular a primeira parcela do 13º salário, quais são as regras atualizadas, como lidar com situações específicas e como organizar as provisões da sua empresa.
Além disso, no final, você vai conhecer como a AEXO Contabilidade pode te ajudar a simplificar essa rotina e manter a folha de pagamento em dia — com tecnologia, precisão e tranquilidade.
📅 O que é o 13º salário e por que ele existe?
Criado para valorizar o trabalho formal, o 13º salário funciona como uma gratificação natalina. Ele representa o equivalente a um mês de salário por ano, pago em até duas parcelas — a primeira até 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro.
Esse benefício aumenta o poder de compra do trabalhador e estimula o comércio no fim do ano, além de ser uma obrigação trabalhista que precisa constar corretamente na folha de pagamento e nas declarações do eSocial.
No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Andrius Dourado explica de forma prática e descomplicada como funciona o cálculo do 13º, quem tem direito e quais são os erros mais comuns que os empregadores e colaboradores cometem nessa época do ano.
A primeira parcela do 13º salário é 50% do valor total devido ao colaborador. Essa parcela não sofre descontos de INSS nem de Imposto de Renda, sendo calculada sobre o salário bruto.
A segunda parcela, paga até 20 de dezembro, é o momento em que ocorrem os descontos legais e o acerto final do valor total.
💡 Dica: se o colaborador for admitido durante o ano, o valor será proporcional aos meses trabalhados. Cada mês completo equivale a 1/12 do salário.
🧩 Passo a passo para calcular a primeira parcela do 13º
Veja como calcular de forma simples, sem precisar ser um expert em contabilidade:
1. Determine o salário base
Use o salário bruto atual do colaborador como base de cálculo. Caso ele tenha recebido comissões, adicionais ou gratificações fixas, essas verbas devem ser incorporadas à média salarial.
2. Calcule os avos trabalhados
O 13º é calculado na proporção de 1/12 do salário para cada mês trabalhado. 👉 Se o funcionário trabalhou o ano inteiro, ele tem direito a 12/12, ou seja, o valor total. 👉 Se ele trabalhou 6 meses, tem direito a 6/12 do salário.
3. Multiplique o salário pelo número de avos
Fórmula: (Salário ÷ 12) × meses trabalhados
4. Aplique 50% sobre o resultado
Esse é o valor da primeira parcela, sem descontos.
🧮 Exemplos práticos de cálculo | Primeira Parcela 13º Salário
Exemplo 1 — funcionário com 12/12 avos
Salário: R$ 3.000
Meses trabalhados: 12
13º integral: R$ 3.000
Primeira parcela: R$ 1.500
Exemplo 2 — funcionário com 6/12 avos
Salário: R$ 2.400
Meses trabalhados: 6
13º proporcional: (2.400 ÷ 12) × 6 = R$ 1.200
Primeira parcela: R$ 600
⏰ Prazos obrigatórios e penalidades
1ª parcela: até 30 de novembro
2ª parcela: até 20 de dezembro
Empresas que descumprem os prazos podem ser autuadas pelo Ministério do Trabalho e sofrer multas administrativas, além de gerar insatisfação e desconfiança nos colaboradores.
⚙️ Casos especiais: admissões, férias e desligamentos
Admitidos durante o ano: cálculo proporcional conforme os meses completos.
Demissões antes de dezembro: o valor do 13º proporcional é pago junto com a rescisão.
Adiantamento nas férias: o colaborador pode solicitar o adiantamento de parte do 13º ao sair de férias — isso deve constar em acordo e ser abatido no pagamento final.
💼 O que entra e o que não entra no cálculo
Entram:
Salário fixo
Comissões habituais
Adicionais de insalubridade, periculosidade e noturno
Horas extras
Não entram:
Auxílio-transporte
Vale-alimentação
Reembolsos de despesas
Benefícios não salariais
📊 Como organizar o caixa da empresa para pagar o 13º
Empresas que se preparam antecipadamente evitam sufoco no fim do ano.
Confira um plano financeiro preventivo:
Faça provisões mensais — separe 1/12 do valor da folha a cada mês.
Use planilhas de controle integradas com o sistema contábil.
Revise contratações e demissões no último trimestre.
Calcule o impacto de comissões e horas extras.
Simule o fluxo de caixa considerando os prazos legais.
Incluir descontos da 1ª parcela (ela é sempre bruta).
Errar o número de meses trabalhados, especialmente em admissões recentes.
Não considerar aumentos salariais ocorridos no ano.
Ignorar a média de comissões e adicionais fixos.
Não provisionar caixa, gerando atrasos em dezembro.
Evitar esses erros é essencial para garantir conformidade e saúde financeira na empresa.
Perguntas Frequentes sobre a primeira parcela do 13º salário
1. Até quando devo pagar a primeira parcela do 13º salário? A primeira parcela do 13º salário deve ser paga até o dia 30 de novembro de cada ano. Já a segunda parcela precisa ser quitada até 20 de dezembro. Esses prazos são obrigatórios para todas as empresas que possuem empregados com carteira assinada.
2. A primeira parcela do 13º tem desconto de INSS e Imposto de Renda? Não. A primeira parcela do 13º salário é paga sem descontos de INSS e Imposto de Renda. Os descontos legais são aplicados somente na segunda parcela, quando o valor total do 13º é consolidado.
3. Como calcular a primeira parcela do 13º salário? O cálculo da primeira parcela do 13º é simples: primeiro, determina-se o valor total do 13º (salário bruto dividido por 12, multiplicado pelos meses trabalhados no ano). Em seguida, aplica-se 50% sobre esse valor. O resultado é a primeira parcela, paga de forma integral, sem abatimentos.
4. Como funciona o 13º proporcional para quem foi admitido no meio do ano? Para quem foi admitido ao longo do ano, o 13º é calculado de forma proporcional. Cada mês completo trabalhado corresponde a 1/12 do salário. Basta multiplicar o salário por (número de meses trabalhados ÷ 12) e, na sequência, aplicar 50% para encontrar a primeira parcela.
5. O 13º salário é obrigatório para todos os empregados? Sim. Todo empregado com carteira assinada (CLT) tem direito ao 13º salário. Esse direito se aplica a trabalhadores efetivos, afastados por doença ou licença maternidade (com regras específicas), desde que haja vínculo empregatício.
6. O que acontece se a empresa atrasar o pagamento da primeira parcela do 13º? O atraso no pagamento do 13º salário pode gerar multas e autuações por parte dos órgãos fiscalizadores, além de ações trabalhistas movidas pelos colaboradores. Por isso, é fundamental respeitar os prazos legais e organizar o caixa com antecedência.
7. Comissões e adicionais entram no cálculo do 13º? Sim. Comissões habituais e adicionais como insalubridade, periculosidade ou adicional noturno costumam integrar a base de cálculo do 13º, conforme a prática da empresa e a legislação aplicável. É importante manter uma política clara de médias e contar com orientação contábil para evitar erros.
8. Como a contabilidade pode ajudar no cálculo do 13º salário? Uma contabilidade especializada, como a AEXO Contabilidade, ajuda a parametrizar o sistema de folha, calcular corretamente avos e médias, organizar provisões mensais e garantir que o 13º seja pago dentro do prazo e das regras legais, sem surpresas no fluxo de caixa.
🚀 Como a AEXO Contabilidade pode ajudar | Primeira Parcela 13º Salário
Com um sistema integrado e consultoria personalizada, você tem:
Controle mensal do 13º e provisões automáticas.
Checklists inteligentes para cada etapa da folha.
Orientação sobre prazos e legislação atualizada.
Atendimento humano e rápido, com foco em pequenas e médias empresas.
💬 Fale agora com a AEXO Contabilidade e receba um diagnóstico gratuito da sua folha de pagamento. Descubra como reduzir erros, economizar tempo e garantir que seus colaboradores recebam o 13º com segurança e pontualidade.
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
IVA Dual Reforma Tributária: A Reforma Tributária de 2026 é uma das maiores transformações do sistema de arrecadação já vistas no Brasil. Seu objetivo é claro: simplificar, unificar e modernizar a cobrança de tributos, tornando-a mais justa e transparente.
Se você é empreendedor, contador ou gestor financeiro, precisa entender que o novo modelo — com o IVA Dual, composto por CBS, IBS e complementado pelo Imposto Seletivo (IS) — mudará completamente a forma como sua empresa emite notas, calcula impostos e gerencia o fluxo de caixa.
Este guia da AEXO Contabilidade, especialista em planejamento tributário e assessoria fiscal, explica tudo o que você precisa saber para se preparar para o novo sistema, aproveitar oportunidades e evitar armadilhas financeiras.
O Que É a Reforma Tributária e Por Que Ela É Necessária | IVA Dual Reforma Tributária
O sistema tributário brasileiro é, historicamente, um dos mais complexos do mundo. Com tributos cobrados em diferentes esferas — federal, estadual e municipal — e regras que variam entre estados e municípios, o resultado é burocracia, custos elevados e insegurança jurídica.
A Reforma Tributária vem justamente para corrigir esse caos, substituindo tributos sobre o consumo por um modelo unificado e simplificado, conhecido como IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado).
Além de reduzir custos administrativos, a nova estrutura promete:
Facilitar a vida do empreendedor, com menos declarações e guias;
Evitar bitributação e créditos tributários travados;
Reduzir a sonegação com automação e fiscalização digital;
Aumentar a competitividade das empresas brasileiras.
O IVA Dual: A Espinha Dorsal da Reforma Tributária
O Que é o IVA Dual?
O IVA Dual é um sistema de tributação sobre o consumo que será dividido em duas esferas de competência — federal e subnacional (estados e municípios).
Essa divisão cria dois novos tributos principais:
CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — substitui PIS, COFINS e IPI (federal);
IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) — substitui ICMS e ISS (estadual e municipal).
Ambos seguem a mesma lógica de apuração, o que simplifica o recolhimento e reduz conflitos tributários.
Como o IVA Funciona na Prática | IVA Dual Reforma Tributária
O IVA é cobrado em cada etapa da cadeia produtiva, mas permite o crédito dos impostos pagos anteriormente — ou seja, evita a tributação em cascata. Com isso, o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada operação.
Por exemplo:
Uma fábrica paga imposto sobre a matéria-prima. Ao vender o produto acabado, ela desconta o valor pago e recolhe apenas sobre o acréscimo de valor.
Essa dinâmica reduz distorções e favorece empresas produtivas e formais.
CBS: Contribuição sobre Bens e Serviços
A CBS é o novo tributo federal que substituirá o PIS, COFINS e o IPI, unificando e simplificando a arrecadação.
Principais Características:
Alíquota estimada: 9,25%;
Cobrança sobre receitas de venda de bens e serviços;
Direito a crédito financeiro amplo, reduzindo custos acumulados;
Gestão e arrecadação pela União.
A CBS representa um avanço significativo, pois reduz litígios e padroniza regras de creditamento, algo que sempre foi um problema no antigo sistema PIS/COFINS.
IBS: Imposto sobre Bens e Serviços
O IBS é o tributo estadual e municipal que substituirá o ICMS e o ISS, dois dos impostos mais complexos e litigiosos do país.
Características do IBS:
Arrecadação compartilhada entre estados e municípios;
Regra única para base de cálculo, crédito e fato gerador;
Alíquota uniforme, definida nacionalmente;
Incidência no destino do consumo, e não na origem.
Essa última mudança — tributação no destino — é essencial para corrigir distorções regionais e fortalecer estados consumidores, como São Paulo e Rio de Janeiro.
Imposto Seletivo (IS): O “Imposto do Pecado”
Além do IVA Dual, a Reforma cria o Imposto Seletivo (IS), conhecido como “imposto do pecado”, que incidirá sobre produtos nocivos à saúde ou ao meio ambiente, como:
Cigarros e derivados do tabaco;
Bebidas alcoólicas e açucaradas;
Combustíveis fósseis e poluentes.
O objetivo do IS é desestimular o consumo de produtos prejudiciais e compensar impactos ambientais e sociais.
Regras Unificadas e Simplificação
Mesmo com administrações separadas (CBS federal e IBS subnacional), as regras serão padronizadas:
Mesma base de cálculo;
Mesmo critério de crédito;
Mesmo fato gerador.
Isso garante transparência, eficiência e previsibilidade, reduzindo a necessidade de contestações jurídicas.
Impactos da Reforma Tributária nas Empresas
A mudança no modelo tributário afetará diretamente o preço dos produtos e serviços, a precificação e o fluxo de caixa das empresas.
Empresas que não se adaptarem podem:
Pagar mais impostos do que o devido;
Perder competitividade no mercado;
Sofrer penalidades por erros no novo modelo de apuração.
Por isso, é fundamental se antecipar. A transição será gradual, mas exige planejamento desde já.
Como o Simples Nacional Será Impactado
O Simples Nacional continuará existindo, mas precisará se adaptar às novas regras do IVA Dual. Os estudos indicam dois cenários possíveis:
🔹 Simples Nacional “Por Dentro” (IBS e CBS dentro do DAS)
Nesse modelo, o DAS já incluiria as novas contribuições (IBS e CBS), mantendo a simplicidade e a centralização do pagamento.
🔹 Simples Nacional “Híbrido” (IBS e CBS fora do DAS)
Aqui, o empreendedor do Simples pagaria o DAS normalmente, mas teria que recolher IBS e CBS separadamente, conforme sua atividade e faturamento.
Ambos os modelos estão sendo avaliados para garantir competitividade às micro e pequenas empresas, sem quebrar a lógica de simplificação do Simples.
DREX e o Split Payment: A Tributação do Futuro | IVA Dual Reforma Tributária
O DREX, moeda digital oficial do Banco Central, e o sistema de Split Payment (pagamento dividido) são pilares tecnológicos da nova era tributária.
Com o Split Payment, o imposto é automaticamente separado no momento da transação, e o valor é direcionado aos cofres públicos em tempo real. Isso elimina fraudes, aumenta a transparência e reduz custos de compliance.
O DREX, por sua vez, integrará esse processo com pagamentos digitais instantâneos e rastreáveis, tornando o sistema tributário 100% digital e seguro.
O Papel da AEXO Contabilidade na Nova Era Tributária | IVA Dual Reforma Tributária
A AEXO Contabilidade Digital está na vanguarda dessa transformação. Com mais de 15 anos de experiência, a AEXO ajuda milhares de empresários a reduzir impostos legalmente, otimizar o fluxo de caixa e adaptar-se às constantes mudanças fiscais.
A empresa oferece:
Planejamento tributário personalizado;
Simulações e comparativos entre regimes fiscais;
Implantação de automação contábil e fiscal;
Treinamentos e suporte contínuo para equipes financeiras.
A Reforma Tributária é inevitável e trará impactos profundos. Empresas que se anteciparem, buscando assessoria contábil estratégica, estarão preparadas para reduzir custos, evitar riscos e crescer com segurança.
Transforme a Reforma Tributária em oportunidade de crescimento!
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!