2026: Alerta Máximo! Como Preparar Sua Empresa para o Primeiro Ano da Reforma Tributária

A Reforma Tributária deixou de ser uma discussão teórica e passou a ser uma realidade concreta para as empresas brasileiras. O ano de 2026 marca o início prático dessa transformação, funcionando como um verdadeiro divisor de águas entre empresas que vão crescer e empresas que vão enfrentar sérias dificuldades.

Nesse cenário, não basta apenas ter um contador operacional. A Reforma exige planejamento tributária, gestão financeira e decisões estratégicas, e é exatamente aqui que a AEXO Contabilidade se posiciona como parceira essencial para empresários que querem segurança, previsibilidade e vantagem competitiva.

primeiro ano reforma tributária


2026: o primeiro grande teste da Reforma Tributária

O ano de 2026 será um ano de testes obrigatórios, com impactos diretos na rotina das empresas:

  • Destaque de IBS e CBS nas notas fiscais
  • Validação dos sistemas do Fisco
  • Ajustes operacionais, fiscais e financeiros

Mesmo sendo chamado de “ano teste”, não participar corretamente significa ficar fora do jogo. Empresas despreparadas podem sofrer autuações, problemas de fluxo de caixa e perda de competitividade.

👉 É exatamente nesse momento que a atuação estratégica da AEXO Contabilidade faz a diferença, antecipando riscos e estruturando a empresa antes que os problemas apareçam.


O cronograma oficial da Reforma Tributária (o que realmente importa)

Antes de falar de planejamento, é fundamental entender as fases da transição e o cronograma da Reforma Tributária, conforme já definido na legislação:

🗓️ 2026 – Ano de Testes (o início real)

  • Início dos testes nas notas fiscais
  • Destaque de CBS e IBS apenas para validação
  • Ajustes nos sistemas do Fisco, validadores e empresas
    ➡️ Mesmo sendo “teste”, a participação será obrigatória

🗓️ 2027 – Fim do PIS e da COFINS

  • Substituição definitiva por CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)

🗓️ 2029 a 2032 – Transição do ICMS e ISS

  • Início gradual da substituição por IBS
  • Convivência entre sistemas antigo e novo

🗓️ 2033 – Reforma Tributária plena

  • Sistema antigo extinto
  • IBS e CBS consolidados

👉 Ou seja: quem espera 2033 para se organizar já perdeu tempo demais.

primeiro ano reforma tributária


O grande erro dos empresários diante da Reforma Tributária

Muitos empresários estão olhando apenas para o futuro, perguntando:

  • “Quanto vou pagar de imposto depois da Reforma?”
  • “Qual será o melhor regime tributário lá na frente?”

Essas perguntas são importantes, mas existe algo ainda mais crítico:

Antes de pensar no futuro, é preciso corrigir o presente.

E o principal ponto de correção é a organização financeira — um dos pilares centrais do método de trabalho da AEXO Contabilidade.


Organização financeira: o pilar da sobrevivência na Reforma Tributária

A Reforma Tributária não perdoa desorganização. Empresas que hoje sobrevivem com:

  • Mistura de finanças pessoais e empresariais
  • Compras e serviços sem nota fiscal
  • Falta de controle real de lucro

Sentirão o impacto imediatamente.

A AEXO Contabilidade atua justamente nesse ponto crítico, ajudando empresários a estruturar uma gestão financeira sólida, alinhada com a nova lógica tributária.

📌 Organização financeira hoje não é opção. É questão de sobrevivência.


Split Payment: o imposto não passa mais pela sua empresa

Um dos maiores choques da Reforma Tributária será o split payment.

Na prática:

  • O cliente paga via PIX, cartão de crédito ou débito
  • O imposto é retido automaticamente pelo Fisco
  • A empresa recebe apenas o valor líquido

Isso muda tudo:

  • O “dinheiro do imposto” não reforça mais o caixa
  • Margens mal calculadas viram prejuízo
  • Empresas sem controle financeiro quebram rapidamente

👉 A AEXO Contabilidade prepara sua empresa para esse novo cenário, ajustando fluxo de caixa, precificação e estratégia tributária antes que o impacto aconteça.

primeiro ano reforma tributária

Simples Nacional: o fim da falsa sensação de simplicidade

Empresas do Simples Nacional serão algumas das mais impactadas.

Com a Reforma:

  • Surge o regime híbrido
  • Em alguns casos, será vantajoso recolher IBS e CBS fora do DAS
  • Clientes CNPJ podem exigir geração de crédito tributário

Sem organização:

  • Falta crédito
  • A carga tributária aumenta
  • A empresa perde competitividade

A AEXO Contabilidade orienta empresários do Simples Nacional a agir como empresa grande, com gestão, controle e planejamento de alto nível.


Comprar sem nota vira prejuízo direto

Na lógica da Reforma Tributária:

  • Compra sem nota = crédito perdido
  • Crédito perdido = imposto maior
  • Imposto maior = menos lucro

Empresas assessoradas pela AEXO passam por:

  • Revisão completa de fornecedores
  • Regularização de processos
  • Estratégias para maximizar créditos tributários

O resultado é claro: menos imposto pago legalmente e mais competitividade no mercado.


Créditos tributários: oportunidade estratégica para quem se antecipa

Empresas do Lucro Presumido e Lucro Real podem ir além.

Existe a possibilidade de:

  • Revisar os últimos 60 meses
  • Identificar créditos tributários não aproveitados
  • Estruturar esses créditos para uso na nova sistemática

A AEXO Contabilidade atua de forma estratégica nessa revisão, preparando seus clientes para entrar na Reforma Tributária com ativos fiscais, e não apenas obrigações.

Leia também: Qual é o melhor regime tributário?


Reforma Tributária não é ameaça para empresas bem assessoradas

Quando a empresa conta com:

A Reforma Tributária deixa de ser um problema e passa a ser uma oportunidade de crescimento.

👉 É esse o papel da AEXO Contabilidade: transformar mudanças complexas em decisões seguras para o empresário.

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O que sua empresa precisa fazer agora

Checklist estratégico recomendado pela AEXO:

✔ Organizar finanças e fluxo de caixa
✔ Separar pessoa física de pessoa jurídica
✔ Exigir nota fiscal em todas as operações
✔ Revisar regime tributário atual
✔ Simular cenários com IBS e CBS
✔ Criar planejamento tributário de médio e longo prazo

Leia também: Quando migrar de Simples Nacional para Lucro Presumido.


Conclusão: quem se prepara agora sai na frente

A Reforma Tributária não será gentil com empresas improvisadas.

Mas será extremamente favorável para quem:

  • Se organiza com antecedência
  • Conta com orientação especializada
  • Toma decisões baseadas em números reais

📌 A AEXO Contabilidade não é apenas uma contabilidade. É uma parceira estratégica para atravessar a Reforma Tributária com segurança e vantagem competitiva.

primeiro ano reforma tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Simples Nacional Híbrido: Como Vai Funcionar na Reforma Tributária e Quando Vale a Pena Optar

Introdução

O Simples Nacional não será extinto pela Reforma Tributária, mas passará por uma das mudanças mais relevantes desde sua criação. Com a implementação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), surge o chamado Simples Nacional Híbrido, um modelo que exige decisões estratégicas por parte das empresas optantes.

Na prática, o Simples deixa de ser apenas um regime “simplificado” e passa a oferecer duas formas distintas de recolhimento dos novos tributos, cada uma com impactos diretos sobre competitividade, precificação, geração de crédito tributário e relacionamento com clientes.

Entender como funcionará o Simples Nacional Híbrido é fundamental, especialmente para empresas que vendem para outras empresas (B2B) ou que atuam em cadeias produtivas mais complexas.

simples nacional híbrido


O que é o Simples Nacional Híbrido

O Simples Nacional Híbrido é a possibilidade de a empresa optante pelo Simples escolher como recolher o IBS e a CBS, após a implementação da Reforma Tributária.

Essa escolha ocorrerá entre duas opções:

  1. Recolher IBS e CBS dentro do DAS
  2. Recolher IBS e CBS fora do DAS

Cada alternativa possui efeitos práticos muito diferentes.


Opção 1: IBS e CBS recolhidos dentro do DAS

Nessa modalidade, o funcionamento se assemelha ao modelo atual do Simples Nacional.

Principais características

  • IBS e CBS integrados ao DAS
  • Apuração simplificada
  • Menor complexidade operacional
  • Não gera crédito tributário para o cliente

Essa opção tende a ser mais adequada para empresas que vendem majoritariamente para pessoas físicas (B2C), nas quais o crédito tributário não é um fator relevante na decisão de compra.


Opção 2: IBS e CBS recolhidos fora do DAS

Aqui está o ponto mais estratégico do Simples Nacional Híbrido.

Principais características

  • IBS e CBS recolhidos separadamente
  • Maior complexidade operacional
  • Geração de crédito tributário para o cliente
  • Maior aderência ao modelo de IVA

Essa opção será decisiva para empresas que atuam no B2B, pois permite que seus clientes aproveitem créditos de IBS e CBS, mantendo a competitividade frente a empresas fora do Simples.


Por que o Simples Nacional Híbrido muda a lógica do regime

Historicamente, o Simples Nacional sempre foi visto como um regime vantajoso por reduzir burocracia. Com a Reforma Tributária, a simplicidade deixa de ser o único critério, e a competitividade passa a ser central.

Empresas do Simples que vendem para outras empresas podem perder contratos se não gerarem crédito tributário. Nesse contexto, o Simples Híbrido surge como uma forma de evitar exclusão do mercado B2B.


Impactos financeiros do Simples Nacional Híbrido

Competitividade no mercado B2B

Empresas que não gerarem crédito podem:

  • perder espaço para concorrentes fora do Simples
  • sofrer pressão por redução de preços
  • ter margens comprimidas

Impacto na formação de preços

A escolha do modelo influencia diretamente:

  • preço final
  • margem de lucro
  • poder de negociação

Empresas precisarão recalcular preços considerando o crédito que o cliente poderá ou não aproveitar.


Aumento da necessidade de controle fiscal

Optar pelo recolhimento fora do DAS exige:

  • sistemas fiscais mais robustos
  • controle de créditos e débitos
  • acompanhamento contábil constante

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Quando o Simples Nacional Híbrido vale a pena

O modelo híbrido tende a ser vantajoso quando a empresa:

  • vende predominantemente para outras empresas (B2B)
  • atua em cadeias produtivas
  • fornece serviços ou produtos recorrentes
  • precisa manter competitividade em licitações ou contratos corporativos
  • possui estrutura contábil minimamente organizada

Por outro lado, empresas B2C puras podem se beneficiar mais da simplicidade do recolhimento dentro do DAS.


Riscos de escolher o modelo errado

A escolha inadequada pode gerar:

  • perda de competitividade
  • aumento indireto da carga tributária
  • dificuldade de negociação com clientes
  • retrabalho operacional
  • impacto negativo no fluxo de caixa

Por isso, a decisão não deve ser automática.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o Simples Nacional Híbrido

1. O que é o Simples Nacional Híbrido?

O Simples Nacional Híbrido é o modelo criado pela Reforma Tributária que permite às empresas optantes pelo Simples escolherem como recolher o IBS e a CBS: dentro do DAS ou fora do DAS, conforme sua estratégia de negócio.


2. O Simples Nacional vai acabar com a Reforma Tributária?

Não. O Simples Nacional será mantido, porém adaptado ao novo sistema tributário, passando a operar com opções de recolhimento híbridas para IBS e CBS.


3. O que muda no Simples Nacional com a criação do IBS e da CBS?

A principal mudança é que o IBS e a CBS poderão ser recolhidos de forma separada do DAS, permitindo a geração de crédito tributário para os clientes, algo que hoje não ocorre no Simples tradicional.


4. Qual a diferença entre recolher IBS/CBS dentro ou fora do DAS?

Dentro do DAS, o recolhimento é mais simples, mas não gera crédito para o cliente. Fora do DAS, o recolhimento é separado, mais complexo, porém permite que o cliente aproveite créditos tributários.


5. Empresas do Simples serão obrigadas a recolher IBS e CBS fora do DAS?

Não. A escolha será opcional, devendo ser feita com base no perfil dos clientes, no tipo de operação e na estratégia de competitividade da empresa.


6. O Simples Nacional Híbrido é vantajoso para empresas B2B?

Sim. Empresas que vendem para outras empresas tendem a se beneficiar do modelo híbrido fora do DAS, pois seus clientes poderão aproveitar créditos de IBS e CBS.


7. Empresas que vendem para pessoa física precisam optar pelo modelo híbrido?

Em geral, não. Empresas B2C costumam se beneficiar mais da simplicidade do recolhimento dentro do DAS, já que o cliente final não aproveita crédito tributário.


8. O Simples Nacional Híbrido aumenta a carga tributária?

Não necessariamente. O impacto depende da forma de recolhimento escolhida, do setor de atuação e do nível de planejamento tributário realizado.


9. O Simples Nacional Híbrido exige mudanças nos sistemas e ERPs?

Sim. Especialmente para quem optar pelo recolhimento fora do DAS, será necessário adaptar sistemas contábeis, fiscais e de faturamento.


10. O Simples Nacional Híbrido impacta o fluxo de caixa?

Pode impactar, principalmente no modelo fora do DAS, exigindo maior controle financeiro e planejamento de capital de giro.


11. Como escolher a melhor opção no Simples Nacional Híbrido?

A escolha deve considerar:

  • perfil dos clientes (B2B ou B2C);
  • faturamento;
  • margens de lucro;
  • estrutura operacional;
  • impacto na competitividade.

12. Empresas do Simples poderão gerar crédito tributário para clientes?

Sim, desde que optem pelo recolhimento do IBS e da CBS fora do DAS, conforme previsto no modelo híbrido.


13. O Simples Nacional Híbrido afeta contratos já existentes?

Sim. Contratos de médio e longo prazo devem ser revisados para adequar cláusulas de preço e repasse tributário.


14. A escolha do Simples Nacional Híbrido pode ser alterada posteriormente?

As regras específicas ainda serão detalhadas na regulamentação, mas a tendência é que a opção tenha critérios e prazos definidos para alteração.


15. Como a AEXO Contabilidade pode ajudar no Simples Nacional Híbrido?

A AEXO Contabilidade atua com análise personalizada, simulações práticas, adaptação de sistemas e planejamento tributário para garantir que sua empresa escolha a opção mais vantajosa e segura.


Simples Nacional Híbrido e planejamento tributário

Com o Simples Híbrido, o planejamento tributário passa a ser essencial mesmo para pequenas e médias empresas.

As principais análises envolvem:

  • perfil dos clientes (B2B x B2C)
  • volume de faturamento
  • margem de lucro
  • capacidade operacional
  • impacto no fluxo de caixa

A AEXO Contabilidade atua com simulações práticas do Simples Nacional Híbrido, avaliando cenários reais e indicando a melhor opção para cada empresa.


Relação do Simples Nacional Híbrido com o cronograma da Reforma Tributária

O Simples Nacional Híbrido passa a ser relevante a partir da entrada em vigor da CBS (2027) e ganha ainda mais importância com a implementação gradual do IBS entre 2029 e 2033.

Empresas que não se prepararem podem ser surpreendidas em plena transição.

Saiba tudo sobre o cronograma da reforma tributária clicando aqui.


Conclusão: o Simples Nacional deixa de ser apenas “simples”

A Reforma Tributária transforma o Simples Nacional em um regime estratégico, e não apenas simplificado. O modelo híbrido exige decisões conscientes, baseadas em dados, simulações e planejamento.

Empresas que analisarem corretamente suas opções manterão competitividade e segurança. Já aquelas que ignorarem o impacto do Simples Híbrido poderão enfrentar perda de mercado e redução de margens.


Escolha o melhor caminho no Simples Nacional Híbrido

👉 Sua empresa está no Simples Nacional e quer saber se o modelo híbrido é vantajoso?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e receba uma análise estratégica personalizada.

simples nacional híbrido

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

IBS: O Que é o Imposto sobre Bens e Serviços e Como Ele Vai Substituir ICMS e ISS

Introdução

O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) será um dos principais pilares da Reforma Tributária brasileira e representa uma ruptura definitiva com o modelo atual de tributação sobre o consumo. Ao substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), o IBS coloca fim a décadas de fragmentação legislativa, conflitos de competência e insegurança jurídica que impactam diretamente empresas de todos os portes.

Na prática, essa mudança altera profundamente a forma como as empresas apuram, recolhem, planejam e projetam seus tributos, exigindo uma nova mentalidade contábil e fiscal. O que antes dependia de regras estaduais e municipais distintas passará a seguir um único padrão nacional, com efeitos diretos sobre preços, contratos, fluxo de caixa e competitividade.

Entender o que é o IBS, como ele funcionará e quais impactos ele trará não é apenas uma questão de atualização tributária — trata-se de uma decisão estratégica para a sobrevivência e o crescimento dos negócios nos próximos anos.

imposto sobre bens e serviços IBS

O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)

O IBS é um tributo do tipo IVA (Imposto sobre Valor Agregado), modelo amplamente utilizado em países desenvolvidos e considerado um dos mais eficientes do mundo em termos de neutralidade econômica e transparência.

De forma objetiva, o IBS possui as seguintes características centrais:

  • é não cumulativo, eliminando o efeito cascata dos impostos;
  • incide sobre bens e serviços, sem distinções artificiais;
  • é cobrado no destino, ou seja, onde ocorre o consumo, e não na origem;
  • possui legislação única nacional, válida para todo o país;
  • será gerido de forma centralizada, substituindo regras estaduais e municipais.

Ao longo do período de transição, que se estende até 2033, o IBS substituirá de forma definitiva o ICMS e o ISS, encerrando um dos capítulos mais complexos da tributação brasileira.

Acompanhe clicando aqui o cronograma da Reforma Tributária.


Como o IBS vai funcionar na prática

Embora o IBS represente uma grande mudança estrutural, seu funcionamento segue uma lógica mais simples e previsível do que o sistema atual.

Crédito amplo em todas as etapas

No modelo do IBS, o imposto pago na etapa anterior gera crédito integral, que pode ser compensado na etapa seguinte. Isso significa que o tributo incide apenas sobre o valor agregado, e não sobre o faturamento bruto acumulado ao longo da cadeia.

Na prática, isso reduz distorções, melhora a transparência e evita que o imposto “se esconda” no preço final.


Alíquota uniforme por tipo de operação

O IBS terá alíquotas uniformes, definidas por lei complementar, aplicáveis de forma padronizada em todo o território nacional. Embora existam previsões de regimes diferenciados e reduções para setores específicos, a lógica geral será a uniformidade, substituindo o atual mosaico de regras estaduais e municipais.

Esse ponto traz maior previsibilidade para empresas que atuam em diferentes estados ou prestam serviços nacionalmente.


Gestão centralizada por um Comitê Gestor

A arrecadação e a distribuição do IBS serão coordenadas por um Comitê Gestor nacional, composto por representantes dos estados e municípios. Esse modelo elimina a necessidade de múltiplos cadastros, legislações conflitantes e interpretações divergentes.

Para as empresas, isso significa menos litígios, menos disputas administrativas e maior segurança jurídica.


Fim da guerra fiscal entre estados e municípios

Com a tributação no destino e a gestão centralizada, o IBS encerra a chamada guerra fiscal, em que estados e municípios concediam benefícios para atrair empresas, muitas vezes gerando insegurança e passivos tributários futuros.

A neutralidade passa a ser a regra.

2029 a 2032: transição ICMS e ISS para IBS

Essa é a fase mais complexa da reforma.

AnoIBSICMS/ISS remanescentes
202910%90%
203020%80%
203130%70%
203240%60%

Durante essa fase de transição, as empresas lidarão simultaneamente com:

  • CBS
  • IBS parcial
  • ISS e ICMS reduzidos

👉 O Planejamento tributário e sistemas bem parametrizados serão indispensáveis nessa fase!


Impactos financeiros do IBS para as empresas

A implementação do IBS não é neutra do ponto de vista financeiro. Ela traz ganhos importantes, mas também exige ajustes estratégicos.

Redução de litígios tributários

A unificação das regras reduz significativamente disputas judiciais e administrativas relacionadas a ICMS e ISS, que hoje representam uma das maiores fontes de contencioso tributário no Brasil.

Menos litígio significa menos custos ocultos e maior previsibilidade.


Maior previsibilidade de custos

Com regras mais claras e uniformes, as empresas conseguem projetar com mais precisão sua carga tributária, facilitando:

  • formação de preços;
  • planejamento financeiro;
  • negociação com clientes e fornecedores;
  • decisões de investimento.

Necessidade de revisão de preços e contratos

A mudança na lógica de tributação exige revisão de:

  • contratos de prestação de serviços;
  • cláusulas de repasse tributário;
  • políticas de precificação;
  • margens de lucro.

Empresas que não revisarem seus contratos podem sofrer impactos negativos de caixa ou perda de competitividade.


Mudança na lógica do planejamento tributário

Com o IBS, o planejamento tributário deixa de ser baseado em “localização do estabelecimento” e passa a focar em:

  • estrutura da cadeia de valor;
  • aproveitamento eficiente de créditos;
  • organização contábil e documental;
  • gestão de fluxo de caixa (especialmente com o split payment).

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COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

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FAQ — Perguntas Frequentes sobre o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)

1. O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)?

O IBS é um imposto criado pela Reforma Tributária para substituir o ICMS e o ISS. Ele segue o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), sendo não cumulativo, com crédito amplo e regras unificadas em todo o país.


2. O IBS vai substituir totalmente o ICMS e o ISS?

Sim. O IBS substituirá de forma definitiva o ICMS e o ISS ao final do período de transição, que se encerra em 2033. Até lá, haverá uma convivência gradual entre os tributos antigos e o novo imposto.


3. Quando o IBS começa a valer na prática?

O IBS entra em fase de testes em 2026, com alíquota simbólica. A transição efetiva ocorre entre 2029 e 2032, e a aplicação integral passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2033.


4. O IBS será cobrado no local da empresa ou do cliente?

O IBS será cobrado no destino, ou seja, no local onde ocorre o consumo do bem ou serviço. Essa mudança encerra a lógica atual de tributação na origem e reduz a guerra fiscal entre estados e municípios.


5. O IBS é cumulativo ou não cumulativo?

O IBS é totalmente não cumulativo, permitindo o aproveitamento de créditos em todas as etapas da cadeia. Isso elimina o efeito cascata e torna a tributação mais transparente.


6. Todas as empresas poderão aproveitar créditos do IBS?

Em regra, sim. O modelo do IBS prevê crédito amplo, desde que as operações estejam devidamente documentadas e registradas. Por isso, a organização contábil será essencial no novo sistema.


7. O IBS vai aumentar a carga tributária das empresas?

Depende do setor, do tipo de operação e do nível de planejamento tributário. Para algumas empresas, a carga pode se manter estável ou até reduzir. Para outras, pode haver aumento se não houver preparação adequada.


8. Como o IBS afeta empresas do Simples Nacional?

O Simples Nacional será mantido, mas as empresas poderão optar por recolher o IBS dentro ou fora do DAS. Essa escolha impacta diretamente a possibilidade de gerar crédito para clientes e deve ser analisada estrategicamente.


9. O que muda no planejamento tributário com a chegada do IBS?

O planejamento deixa de focar em localização geográfica e passa a considerar cadeia de valor, aproveitamento de créditos, estrutura de custos, precificação e impacto no fluxo de caixa.


10. O IBS acaba com a guerra fiscal entre estados e municípios?

Sim. Como o imposto é cobrado no destino e possui legislação única nacional, estados e municípios deixam de competir por arrecadação por meio de benefícios fiscais.


11. As empresas precisarão mudar seus sistemas e ERPs por causa do IBS?

Sim. A adaptação de sistemas, ERPs e processos fiscais será obrigatória para apuração correta, controle de créditos e cumprimento das novas obrigações acessórias.


12. O IBS impacta contratos já existentes?

Sim. Contratos de longo prazo precisarão ser revisados para adequar cláusulas de repasse tributário, preços e responsabilidades, evitando prejuízos financeiros durante a transição.


13. O IBS vale para bens e serviços digitais?

Sim. O IBS incide sobre bens e serviços, inclusive operações digitais, prestação de serviços online e atividades realizadas por meios eletrônicos.


14. O IBS reduz a burocracia tributária?

A proposta é reduzir significativamente a burocracia ao unificar regras, eliminar legislações conflitantes e centralizar a gestão do imposto, embora a transição exija adaptação inicial.


15. Como as empresas podem se preparar para o IBS desde já?

As principais ações incluem:

  • simular impactos financeiros;
  • revisar contratos e preços;
  • organizar documentação fiscal;
  • adaptar sistemas;
  • contar com planejamento tributário especializado.

A AEXO Contabilidade atua justamente nesse processo de preparação estratégica para o IBS.


IBS e planejamento tributário: por que a preparação antecipada é decisiva

Empresas que se anteciparem à implementação do IBS terão vantagens claras durante a transição e após 2033.

Quem se prepara antes:

  • aproveita melhor os créditos tributários, evitando perdas financeiras;
  • reduz impactos no fluxo de caixa, especialmente com novos mecanismos de recolhimento;
  • ajusta sistemas e ERPs com antecedência, evitando erros operacionais;
  • revê contratos e preços de forma estratégica, e não reativa;
  • ganha vantagem competitiva frente a concorrentes despreparados.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva nesse processo, realizando simulações práticas do IBS para diferentes setores, avaliando impactos financeiros, operacionais e estratégicos de forma personalizada.


Conclusão: o IBS não é apenas um novo imposto é uma nova lógica tributária

O IBS representa muito mais do que a substituição do ICMS e do ISS. Ele inaugura uma nova forma de pensar a tributação sobre o consumo no Brasil, baseada em transparência, neutralidade e padronização.

Para as empresas, o desafio não está apenas em entender a regra, mas em adaptar sua estrutura, seus processos e seu planejamento tributário a esse novo cenário. Quem tratar o IBS como um detalhe técnico corre o risco de perder margem, competitividade e eficiência.

Por outro lado, quem se antecipa transforma mudança em oportunidade.


Prepare sua empresa para o IBS com apoio especializado

👉 Quer entender, na prática, como o IBS vai afetar sua empresa e seu planejamento tributário?
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IBS O Que é o Imposto sobre Bens e Serviços e Como Ele Vai Substituir ICMS e ISS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

COMO FUNCIONA O IVA DUAL NA REFORMA TRIBUTÁRIA: ENTENDA O QUE MUDA COM O IBS E CBS NA NOVA REFORMA!

Introdução

IVA Dual na Reforma Tributária: O Brasil está passando por uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete acabar com décadas de complexidade fiscal e trazer um sistema mais simples, transparente e justo.
No centro dessa mudança está o IVA Dual, um modelo que vai substituir vários impostos municipais, estaduais e federais e transformar radicalmente a forma como as empresas pagam tributos.

Mas afinal, como o IVA Dual vai funcionar na prática?
O que são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?
E, principalmente: como isso vai impactar o bolso do empreendedor brasileiro?

Neste artigo, a AEXO Contabilidade explica de maneira clara e detalhada tudo o que você precisa saber sobre o novo sistema tributário, com exemplos práticos, projeções para o futuro e dicas de como preparar a sua empresa para 2026.

IVA Dual na Reforma Tributária


O Que é o IVA Dual na Reforma Tributária?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado Dual) é o novo modelo tributário aprovado na Reforma Tributária, inspirado em sistemas de sucesso utilizados em países como Alemanha e Portugal.
Ele foi criado para substituir diversos tributos e unificar a forma de cobrança de impostos sobre bens e serviços.

Atualmente, o Brasil possui um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, com impostos cobrados em cascata, diferenças entre estados e municípios, e uma burocracia que consome tempo e dinheiro das empresas.
O IVA Dual vem justamente para simplificar esse cenário, criando um modelo transparente e equilibrado, no qual cada empresa paga apenas o imposto sobre o valor que efetivamente adiciona ao produto ou serviço.

Isso significa que o novo sistema elimina a bitributação e a guerra fiscal entre estados e municípios, tornando a tributação mais previsível e eficiente.


Entendendo as Duas Modalidades do IVA Dual na Reforma Tributária: IBS e CBS

O IVA Dual é chamado assim porque será dividido em duas frentes complementares:

1. CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços

A CBS é o tributo federal do novo sistema.
Ela vai substituir o PIS, a COFINS e o IPI, unificando-os em uma única contribuição.

Seu objetivo é simplificar os tributos cobrados pela União, garantindo transparência e recolhimento digital em tempo real.

Exemplo:
Se antes uma empresa precisava calcular PIS, COFINS e IPI separadamente, agora ela pagará apenas a CBS sobre o valor agregado, com crédito tributário sobre o que foi pago nas etapas anteriores.


2. IBS — Imposto sobre Bens e Serviços

Já o IBS será o tributo estadual e municipal, substituindo o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).
Ou seja, a partir da implementação completa, estados e prefeituras deixarão de cobrar seus impostos de forma isolada e passarão a utilizar uma base unificada.

Isso elimina a chamada guerra fiscal, onde cada estado criava regras próprias para atrair empresas, gerando distorções e insegurança jurídica.
Com o IBS, as regras serão padronizadas em todo o país, e a arrecadação será distribuída automaticamente conforme o local de consumo do bem ou serviço.


Exemplo Prático: Como Funciona o IVA Dual na Cadeia Produtiva

Para entender melhor, veja o exemplo clássico utilizado pela AEXO Contabilidade:

Imagine a produção de uma camisa com alíquota total de 25%.

  • O produtor rural vende algodão por R$ 40 e paga R$ 10 de IVA.
  • A indústria de tecelagem compra o algodão por R$ 50, transforma-o em tecido e vende por R$ 60, gerando R$ 15 de IVA.
    Ela, porém, desconta o crédito de R$ 10 do imposto anterior e paga apenas R$ 5.
  • A fábrica de roupas compra o tecido por R$ 75, fabrica a camisa e vende por R$ 100, com R$ 25 de IVA.
    Descontando os R$ 15 anteriores, paga apenas R$ 10.
  • A loja de roupas compra a camisa por R$ 125 e vende ao consumidor final por R$ 200, com R$ 50 de IVA.
    Descontando R$ 25, paga R$ 25.

Ou seja, o consumidor final paga R$ 250, sendo R$ 200 do produto e R$ 50 de imposto.
O valor total do IVA pago (R$ 10 + 5 + 10 + 25 = R$ 50) corresponde exatamente ao que o cliente desembolsou.

Esse modelo é justo e transparente, pois o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada etapa, e o consumidor final é quem arca com o valor total.


Por Que o IVA Dual é Mais Justo e Eficiente

O IVA Dual traz uma série de vantagens competitivas para o ambiente de negócios:

  • Elimina a cumulatividade de impostos (o famoso “imposto sobre imposto”);
  • Reduz a guerra fiscal entre estados;
  • Simplifica obrigações acessórias e reduz o custo de conformidade;
  • Torna o sistema mais previsível e transparente;
  • Favorece a competitividade internacional das empresas brasileiras.

Com menos burocracia e maior clareza sobre a tributação, as empresas poderão planejar melhor seus custos e investimentos, além de aumentar a produtividade.


O IVA Dual e o Simples Nacional

Uma dúvida comum entre empreendedores é: como o IVA Dual vai afetar o Simples Nacional?

O governo estuda dois modelos possíveis:

Simples Nacional “por dentro”

Nesse modelo, o IBS e a CBS estariam dentro do DAS, ou seja, já incluídos no cálculo unificado do Simples Nacional.
O contribuinte pagaria normalmente seu DAS, sem precisar de cálculos adicionais.

Simples Nacional “híbrido”

Neste caso, o IBS e a CBS ficariam “por fora” do DAS, exigindo apuração separada desses tributos, mas com créditos automáticos para quem compra de optantes do Simples.

O modelo híbrido é o mais cotado, pois traz maior transparência e rastreabilidade, sem perder a simplicidade para micro e pequenas empresas.


IVA Dual na Reforma Tributária: Split Payment e DREX

A implementação do IVA Dual será acompanhada por dois sistemas digitais:

Split Payment — Pagamento Automático de Tributos

O Split Payment dividirá automaticamente o valor da venda: uma parte para o vendedor e outra diretamente para o governo, eliminando a sonegação e atrasos no recolhimento.

DREX — O Real Digital

O Drex, moeda digital do Banco Central, permitirá pagamentos e recolhimentos de impostos em tempo real, com transparência total entre empresas, bancos e governo.
A união do Drex com o Split Payment trará automação fiscal total, reduzindo fraudes e erros humanos.


Como se Preparar Para o IVA Dual na Reforma Tributária

A transição exigirá planejamento tributário estratégico.
Veja as principais ações que sua empresa deve adotar:

  1. Atualize seu sistema contábil para lidar com o IBS e CBS;
  2. Capacite sua equipe fiscal e financeira;
  3. Implemente contabilidade digital integrada;
  4. Acompanhe o Fator R e revise seu enquadramento tributário;
  5. Busque orientação profissional de especialistas como a AEXO Contabilidade.

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Conclusão | IVA Dual na Reforma Tributária

O IVA Dual representa o início de uma nova era no sistema tributário brasileiro.
Ele promete acabar com a complexidade, reduzir custos operacionais e trazer justiça fiscal real para empresas e consumidores.

Mas o sucesso dessa transição dependerá da preparação antecipada das empresas.
Quem se adaptar primeiro, estará à frente.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário e contabilidade digital e pode ajudar sua empresa a navegar com segurança pela Reforma Tributária 2026.

👉 Entre agora em contato com a AEXO Contabilidade e receba um diagnóstico gratuito sobre o impacto do IVA Dual no seu negócio.
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IVA Dual na Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária: Tudo o Que Você Precisa Saber

A reforma tributária no Brasil tem sido um tema de debate há muitos anos, mas recentemente ganhou mais força com propostas concretas sendo discutidas no Congresso. Esta mudança visa simplificar o complexo sistema de tributação brasileiro, melhorar o ambiente de negócios, e gerar um sistema mais justo tanto para empresas quanto para cidadãos.

Se você está considerando abrir uma empresa ou trocar de contador, é essencial entender o impacto da reforma tributária para que possa tomar decisões informadas e estratégicas. A AEXO Contabilidade Digital, com sua expertise em contabilidade, pode ser a parceira ideal para te guiar por essas transformações, garantindo que você esteja sempre em conformidade e aproveite ao máximo as oportunidades fiscais.

Reforma Tributária

O que é a Reforma Tributária?

A reforma tributária consiste em mudanças estruturais no sistema de cobrança de impostos, que tem como objetivo modernizar e simplificar a forma como os tributos são recolhidos no Brasil. O atual sistema é notoriamente complicado, com uma diversidade de impostos federais, estaduais e municipais, o que muitas vezes dificulta a vida do empreendedor.

A principal proposta envolve a substituição de uma série de impostos por um imposto único, conhecido como Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), inspirado em modelos internacionais de IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Essa simplificação pode representar grandes vantagens para quem quer abrir uma empresa, especialmente no setor de comércio e serviços.

Impactos para Empreendedores e Empresas

Se você já tem uma empresa ou está pensando em abrir uma, a reforma tributária pode trazer mudanças significativas para a maneira como você paga impostos.

  • Redução da Complexidade: Com a unificação de impostos, a expectativa é que a burocracia seja consideravelmente reduzida. Hoje, empresas precisam lidar com múltiplas guias de tributos, como ICMS, ISS, PIS, e Cofins. A reforma propõe unificar esses impostos, simplificando o cálculo e recolhimento.
  • Foco na Produtividade: Menos tempo gasto com burocracia tributária significa mais tempo para focar em estratégias de crescimento e eficiência operacional. Empresas poderão gastar menos com sistemas e consultorias apenas para lidar com a carga tributária.
  • Competitividade Internacional: O novo sistema também poderá facilitar a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional, já que as práticas tributárias seriam mais alinhadas com as de outros países.

Reforma Tributária: Como Impacta Diferentes Regimes de Tributação

Os regimes de tributação como Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real podem sofrer alterações significativas. Por isso, é essencial que empresários e profissionais de contabilidade entendam essas mudanças para garantir que a empresa esteja enquadrada no regime mais vantajoso.

  • Simples Nacional: Para pequenas e médias empresas, o Simples Nacional já oferece um sistema simplificado de tributação. No entanto, com a reforma, pode haver ajustes na forma de cálculo e na alíquota. Será crucial contar com uma assessoria contábil para garantir o enquadramento correto e evitar surpresas na carga tributária.
  • Lucro Presumido e Lucro Real: Empresas de médio e grande porte que operam nesses regimes precisarão estar atentas às mudanças nos critérios de cálculo dos impostos. A reforma pode impactar diretamente a base de cálculo dos tributos e a forma como as empresas realizam suas obrigações acessórias.

Reforma Tributária: Principais Propostas

A reforma em discussão atualmente engloba alguns pontos chave que impactarão a todos, desde empreendedores individuais até grandes corporações. Aqui estão as principais mudanças:

  1. Unificação de Tributos: Como mencionado, a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS) substituiria tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Isso eliminaria a cumulatividade de impostos e reduziria as complexidades das apurações tributárias.
  2. Imposto Seletivo: A reforma também propõe a criação de um imposto seletivo para produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas alcoólicas. O objetivo é que esses produtos continuem sendo taxados de maneira diferenciada.
  3. Tributação de Lucros e Dividendos: A reforma prevê a volta da tributação de lucros e dividendos, algo que pode afetar principalmente sócios e acionistas de empresas. Para compensar essa medida, a alíquota do Imposto de Renda para Pessoa Jurídica (IRPJ) pode ser reduzida.

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O Que é a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária refere-se a um conjunto de mudanças propostas na legislação tributária brasileira com o objetivo de simplificar e unificar impostos, reduzir a burocracia e melhorar o ambiente de negócios no país. As propostas em discussão buscam substituir diversos tributos federais, estaduais e municipais por impostos mais simples e menos onerosos. Entre as principais mudanças está a criação de um imposto sobre valor agregado (IVA), que promete unificar tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS em uma única alíquota.

Como a Reforma Tributária Impacta Sua Empresa?

As mudanças propostas pela Reforma Tributária têm um impacto significativo na forma como as empresas calculam, recolhem e pagam seus impostos. Para as empresas, isso pode significar uma redução na carga tributária, maior previsibilidade financeira e um ambiente de negócios mais competitivo. No entanto, a transição para as novas regras também exige um planejamento estratégico cuidadoso, pois a adaptação às novas normas pode gerar desafios operacionais e administrativos.

Como Fica a Tributação Com a Reforma Tributária?

Cinco tributos atuais, PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS, serão substituídos por três novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). O IBS será uma contribuição partilhada entre estados e municípios, substituindo o ICMS e o ISS. A CBS substituirá o PIS, Cofins e IPI, enquanto o IS será aplicado a produtos que impactam negativamente a saúde ou o meio ambiente. A CBS e o IS serão tributos federais, e o IBS e a CBS serão unificados no IVA (Imposto sobre Valor e Consumo). O governo estima que o IVA terá uma alíquota total de 26,5%, sendo 17,7% atribuídos ao IBS e 8,8% ao CBS. SERÁ UMA DAS MAIORES CARGAS TRIBUTÁRIAS DO MUNDO!

O que é a CBS?

A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) é uma das principais propostas da Reforma Tributária e visa substituir dois tributos federais atualmente vigentes: o PIS, a Cofins e o IPI. A CBS tem como objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro, reunindo essas contribuições em um único imposto que incidiria sobre o consumo de bens e serviços de forma mais transparente e menos complexa.

Ao contrário do modelo atual, que possui várias alíquotas dependendo do setor, a CBS traria uma alíquota única de 12%, mais ou menos, sendo aplicável tanto para o mercado interno quanto para operações de importação. Essa mudança facilitaria o processo de apuração dos tributos e tornaria o sistema mais eficiente para as empresas. Para os contribuintes do Simples Nacional, há a previsão de alíquotas diferenciadas. Esse imposto é considerado não cumulativo, ou seja, os créditos de insumos usados no processo de produção ou prestação de serviços poderão ser abatidos.

O que é o IBS?

O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) é uma proposta que faz parte da ampla reestruturação tributária e tem como objetivo substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), em um único tributo. Inspirado no modelo do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) internacional, o IBS incidiria sobre o consumo, buscando simplificar a arrecadação e distribuição de tributos no Brasil.

Esse imposto seria dividido entre Estados e Municípios, de acordo com o destino do bem ou serviço consumido. A proposta do IBS é considerada uma grande mudança no sistema tributário brasileiro porque promete unificar as alíquotas de diversos tributos, simplificar a vida das empresas e acabar com a cumulatividade de impostos ao longo da cadeia produtiva. A não cumulatividade é um dos principais pontos, pois permite que os créditos de impostos pagos em etapas anteriores sejam abatidos na fase final.

O que é o Imposto Seletivo (IS)?

O Imposto Seletivo (IS) é outro elemento importante da Reforma Tributária, proposto para incidir sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas, cigarros, combustíveis fósseis, entre outros. O objetivo principal do IS é atuar como um imposto regulatório, incentivando a redução do consumo desses produtos e também compensando, em parte, os custos sociais que eles acarretam.

Ao contrário do IBS, que se aplicaria de forma generalizada sobre bens e serviços, o IS seria cobrado apenas sobre itens específicos. A ideia é que as alíquotas do Imposto Seletivo sejam mais altas para determinados produtos, gerando uma arrecadação adicional ao governo e, ao mesmo tempo, desincentivando o consumo. Assim, além de uma função arrecadatória, o IS teria uma função social e ambiental, influenciando o comportamento de consumidores e empresas.

Reforma Tributária: O que é o IVA?

O Imposto sobre Valor Agregado (IVA) é um modelo de tributação amplamente utilizado em vários países, especificamente para o IBS e a CBS. O IVA é um imposto sobre o consumo, cobrado em cada etapa da cadeia de produção e comercialização de bens e serviços, mas de forma não cumulativa, o que significa que os impostos pagos nas etapas anteriores são descontados em cada fase subsequente.

A principal vantagem do IVA é a sua simplicidade e transparência, além de reduzir a incidência de distorções econômicas. No Brasil, a implementação de um IVA no formato do IBS unificaria diversos tributos e facilitaria o processo de arrecadação. Com um sistema de IVA, o imposto final pago pelo consumidor seria apenas sobre o valor agregado em cada etapa da produção e comercialização, evitando o acúmulo de impostos que é uma das principais críticas ao sistema atual.

Essas mudanças propostas na reforma tributária visam criar um sistema mais justo e eficiente, que reduza a burocracia e os custos associados ao cumprimento das obrigações fiscais para empresas e indivíduos.

Dicas Importantes ao Escolher um Contador em Meio à Reforma Tributária

Em tempos de mudança, escolher um contador que seja atualizado e especializado em reforma tributária é fundamental. Aqui estão algumas dicas para te ajudar a escolher o melhor profissional:

  1. Experiência e Conhecimento Técnico: A legislação tributária no Brasil é complexa e está em constante mudança. Certifique-se de que o contador escolhido tenha experiência com a reforma e entenda como aplicar as mudanças em seu benefício.
  2. Capacidade de Planejamento Tributário: Um contador experiente, como a equipe da AEXO Contabilidade Digital, pode oferecer um planejamento tributário eficiente, ajustando sua empresa às mudanças da reforma para minimizar a carga tributária e evitar riscos fiscais.
  3. Proatividade: O contador ideal deve ser proativo, informando sobre mudanças relevantes e como elas impactam seu negócio. Ele deve agir como um parceiro estratégico para seu crescimento.
  4. Uso de Tecnologia: Com as novas obrigações acessórias e relatórios exigidos, ter um contador que utiliza sistemas modernos de contabilidade digital facilita a adaptação às exigências da reforma. A AEXO Contabilidade Digital já opera com sistemas de ponta, o que garante que seus clientes estejam sempre em conformidade.

Como a AEXO Contabilidade Digital Pode Ajudar

Na AEXO Contabilidade Digital, estamos preparados para te auxiliar em todas as fases da adaptação à reforma tributária. Nossa equipe de contadores especializados e com vasta experiência pode te oferecer um atendimento personalizado, garantindo que sua empresa esteja bem posicionada para enfrentar as mudanças no sistema tributário.

Além disso, oferecemos soluções de contabilidade digital que facilitam a gestão do seu negócio, eliminando burocracias e proporcionando mais tempo para você focar no crescimento da sua empresa.

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e CEO da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 4 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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