Simples Nacional Híbrido: Como Vai Funcionar na Reforma Tributária e Quando Vale a Pena Optar

Introdução

O Simples Nacional não será extinto pela Reforma Tributária, mas passará por uma das mudanças mais relevantes desde sua criação. Com a implementação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), surge o chamado Simples Nacional Híbrido, um modelo que exige decisões estratégicas por parte das empresas optantes.

Na prática, o Simples deixa de ser apenas um regime “simplificado” e passa a oferecer duas formas distintas de recolhimento dos novos tributos, cada uma com impactos diretos sobre competitividade, precificação, geração de crédito tributário e relacionamento com clientes.

Entender como funcionará o Simples Nacional Híbrido é fundamental, especialmente para empresas que vendem para outras empresas (B2B) ou que atuam em cadeias produtivas mais complexas.

simples nacional híbrido


O que é o Simples Nacional Híbrido

O Simples Nacional Híbrido é a possibilidade de a empresa optante pelo Simples escolher como recolher o IBS e a CBS, após a implementação da Reforma Tributária.

Essa escolha ocorrerá entre duas opções:

  1. Recolher IBS e CBS dentro do DAS
  2. Recolher IBS e CBS fora do DAS

Cada alternativa possui efeitos práticos muito diferentes.


Opção 1: IBS e CBS recolhidos dentro do DAS

Nessa modalidade, o funcionamento se assemelha ao modelo atual do Simples Nacional.

Principais características

  • IBS e CBS integrados ao DAS
  • Apuração simplificada
  • Menor complexidade operacional
  • Não gera crédito tributário para o cliente

Essa opção tende a ser mais adequada para empresas que vendem majoritariamente para pessoas físicas (B2C), nas quais o crédito tributário não é um fator relevante na decisão de compra.


Opção 2: IBS e CBS recolhidos fora do DAS

Aqui está o ponto mais estratégico do Simples Nacional Híbrido.

Principais características

  • IBS e CBS recolhidos separadamente
  • Maior complexidade operacional
  • Geração de crédito tributário para o cliente
  • Maior aderência ao modelo de IVA

Essa opção será decisiva para empresas que atuam no B2B, pois permite que seus clientes aproveitem créditos de IBS e CBS, mantendo a competitividade frente a empresas fora do Simples.


Por que o Simples Nacional Híbrido muda a lógica do regime

Historicamente, o Simples Nacional sempre foi visto como um regime vantajoso por reduzir burocracia. Com a Reforma Tributária, a simplicidade deixa de ser o único critério, e a competitividade passa a ser central.

Empresas do Simples que vendem para outras empresas podem perder contratos se não gerarem crédito tributário. Nesse contexto, o Simples Híbrido surge como uma forma de evitar exclusão do mercado B2B.


Impactos financeiros do Simples Nacional Híbrido

Competitividade no mercado B2B

Empresas que não gerarem crédito podem:

  • perder espaço para concorrentes fora do Simples
  • sofrer pressão por redução de preços
  • ter margens comprimidas

Impacto na formação de preços

A escolha do modelo influencia diretamente:

  • preço final
  • margem de lucro
  • poder de negociação

Empresas precisarão recalcular preços considerando o crédito que o cliente poderá ou não aproveitar.


Aumento da necessidade de controle fiscal

Optar pelo recolhimento fora do DAS exige:

  • sistemas fiscais mais robustos
  • controle de créditos e débitos
  • acompanhamento contábil constante

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Quando o Simples Nacional Híbrido vale a pena

O modelo híbrido tende a ser vantajoso quando a empresa:

  • vende predominantemente para outras empresas (B2B)
  • atua em cadeias produtivas
  • fornece serviços ou produtos recorrentes
  • precisa manter competitividade em licitações ou contratos corporativos
  • possui estrutura contábil minimamente organizada

Por outro lado, empresas B2C puras podem se beneficiar mais da simplicidade do recolhimento dentro do DAS.


Riscos de escolher o modelo errado

A escolha inadequada pode gerar:

  • perda de competitividade
  • aumento indireto da carga tributária
  • dificuldade de negociação com clientes
  • retrabalho operacional
  • impacto negativo no fluxo de caixa

Por isso, a decisão não deve ser automática.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o Simples Nacional Híbrido

1. O que é o Simples Nacional Híbrido?

O Simples Nacional Híbrido é o modelo criado pela Reforma Tributária que permite às empresas optantes pelo Simples escolherem como recolher o IBS e a CBS: dentro do DAS ou fora do DAS, conforme sua estratégia de negócio.


2. O Simples Nacional vai acabar com a Reforma Tributária?

Não. O Simples Nacional será mantido, porém adaptado ao novo sistema tributário, passando a operar com opções de recolhimento híbridas para IBS e CBS.


3. O que muda no Simples Nacional com a criação do IBS e da CBS?

A principal mudança é que o IBS e a CBS poderão ser recolhidos de forma separada do DAS, permitindo a geração de crédito tributário para os clientes, algo que hoje não ocorre no Simples tradicional.


4. Qual a diferença entre recolher IBS/CBS dentro ou fora do DAS?

Dentro do DAS, o recolhimento é mais simples, mas não gera crédito para o cliente. Fora do DAS, o recolhimento é separado, mais complexo, porém permite que o cliente aproveite créditos tributários.


5. Empresas do Simples serão obrigadas a recolher IBS e CBS fora do DAS?

Não. A escolha será opcional, devendo ser feita com base no perfil dos clientes, no tipo de operação e na estratégia de competitividade da empresa.


6. O Simples Nacional Híbrido é vantajoso para empresas B2B?

Sim. Empresas que vendem para outras empresas tendem a se beneficiar do modelo híbrido fora do DAS, pois seus clientes poderão aproveitar créditos de IBS e CBS.


7. Empresas que vendem para pessoa física precisam optar pelo modelo híbrido?

Em geral, não. Empresas B2C costumam se beneficiar mais da simplicidade do recolhimento dentro do DAS, já que o cliente final não aproveita crédito tributário.


8. O Simples Nacional Híbrido aumenta a carga tributária?

Não necessariamente. O impacto depende da forma de recolhimento escolhida, do setor de atuação e do nível de planejamento tributário realizado.


9. O Simples Nacional Híbrido exige mudanças nos sistemas e ERPs?

Sim. Especialmente para quem optar pelo recolhimento fora do DAS, será necessário adaptar sistemas contábeis, fiscais e de faturamento.


10. O Simples Nacional Híbrido impacta o fluxo de caixa?

Pode impactar, principalmente no modelo fora do DAS, exigindo maior controle financeiro e planejamento de capital de giro.


11. Como escolher a melhor opção no Simples Nacional Híbrido?

A escolha deve considerar:

  • perfil dos clientes (B2B ou B2C);
  • faturamento;
  • margens de lucro;
  • estrutura operacional;
  • impacto na competitividade.

12. Empresas do Simples poderão gerar crédito tributário para clientes?

Sim, desde que optem pelo recolhimento do IBS e da CBS fora do DAS, conforme previsto no modelo híbrido.


13. O Simples Nacional Híbrido afeta contratos já existentes?

Sim. Contratos de médio e longo prazo devem ser revisados para adequar cláusulas de preço e repasse tributário.


14. A escolha do Simples Nacional Híbrido pode ser alterada posteriormente?

As regras específicas ainda serão detalhadas na regulamentação, mas a tendência é que a opção tenha critérios e prazos definidos para alteração.


15. Como a AEXO Contabilidade pode ajudar no Simples Nacional Híbrido?

A AEXO Contabilidade atua com análise personalizada, simulações práticas, adaptação de sistemas e planejamento tributário para garantir que sua empresa escolha a opção mais vantajosa e segura.


Simples Nacional Híbrido e planejamento tributário

Com o Simples Híbrido, o planejamento tributário passa a ser essencial mesmo para pequenas e médias empresas.

As principais análises envolvem:

  • perfil dos clientes (B2B x B2C)
  • volume de faturamento
  • margem de lucro
  • capacidade operacional
  • impacto no fluxo de caixa

A AEXO Contabilidade atua com simulações práticas do Simples Nacional Híbrido, avaliando cenários reais e indicando a melhor opção para cada empresa.


Relação do Simples Nacional Híbrido com o cronograma da Reforma Tributária

O Simples Nacional Híbrido passa a ser relevante a partir da entrada em vigor da CBS (2027) e ganha ainda mais importância com a implementação gradual do IBS entre 2029 e 2033.

Empresas que não se prepararem podem ser surpreendidas em plena transição.

Saiba tudo sobre o cronograma da reforma tributária clicando aqui.


Conclusão: o Simples Nacional deixa de ser apenas “simples”

A Reforma Tributária transforma o Simples Nacional em um regime estratégico, e não apenas simplificado. O modelo híbrido exige decisões conscientes, baseadas em dados, simulações e planejamento.

Empresas que analisarem corretamente suas opções manterão competitividade e segurança. Já aquelas que ignorarem o impacto do Simples Híbrido poderão enfrentar perda de mercado e redução de margens.


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simples nacional híbrido

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O que é Split Payment na Reforma Tributária? Como funciona e como vai impactar as empresas?

(Guia Completo e Atualizado — AEXO Contabilidade)

A Reforma Tributária de 2026 trouxe uma das maiores mudanças já vistas na forma como os impostos serão cobrados no Brasil. Entre todas as novidades, uma se destaca por transformar completamente a relação entre empresas, consumidores, meios de pagamento e governo: o Split Payment.

Apesar de ser pouco comentado pela mídia geral, o Split Payment é considerado pelos especialistas a “peça secreta” da reforma. Ele promete reduzir fraudes fiscais, acabar com a sonegação estruturada e transformar radicalmente a maneira como as empresas recolhem seus tributos.

Este artigo foi desenvolvido com profundidade técnica, mas com linguagem acessível, para que empresários, gestores, contadores e consultores entendam exatamente como essa mudança afetará o mercado brasileiro.

O que é Split Payment na Reforma Tributária


Introdução: o que é o Split Payment e por que ele é tão importante?

O Split Payment, na prática, é um mecanismo automatizado que divide o pagamento realizado por um consumidor em dois fluxos distintos:

  • uma parte vai direto para o caixa da empresa (receita líquida),
  • outra parte é enviada automaticamente para o governo, representando a tributação daquela operação.

Essa divisão ocorre no exato momento do pagamento — seja cartão, Pix, boleto, carteira digital ou qualquer outro meio. Nenhuma ação adicional da empresa será necessária para calcular, gerar guia ou pagar tributos sobre aquela venda. Quando o consumidor paga, a tributação é capturada na origem.

O objetivo principal é impedir que empresas deixem de recolher o imposto devido, eliminando completamente a etapa de “confiar que o empresário vai pagar depois”, como ocorre hoje. Além disso, o governo passa a receber os tributos em tempo real, reduzindo inadimplência, sonegação e litígios.

Esse modelo é inspirado em práticas utilizadas em países europeus e faz parte da onda global de digitalização dos sistemas tributários.


Por que o Split Payment foi criado?

Existem razões claras pelas quais o Split Payment se tornou prioridade dentro da Reforma Tributária:

1. Reduzir a sonegação fiscal estrutural

Estudos do governo apontam que mais de R$ 600 bilhões deixam de ser arrecadados anualmente por conta de fraudes, empresas de fachada, inconsistências e erros operacionais. O Split Payment promete “fechar essa torneira”.

2. Modernizar o sistema tributário

Com a criação do IBS e CBS (IVA Dual), tornou-se necessária uma forma mais eficiente de arrecadação, especialmente para o ICMS e ISS, historicamente complexos e fragmentados.

3. Simplificar a rotina empresarial

Embora pareça trazer mais controle, o modelo tende a diminuir tarefas como:

  • emissão de guias,
  • conferência de notas fiscais,
  • cálculos manuais,
  • acompanhamento de vencimentos,
  • risco de multa por atraso.

4. Tornar operações mais transparentes

Com o imposto recolhido automaticamente, haverá maior segurança jurídica e menor margem para divergências entre empresas e o fisco.


Como o Split Payment vai funcionar na prática?

O funcionamento do Split Payment dependerá do tipo de operação e da forma de pagamento utilizada. No entanto, a lógica geral será sempre a mesma: antes do dinheiro chegar à empresa, o sistema separa a parte do tributo e a envia ao governo.

Para compreender melhor, veja um exemplo prático.


Exemplo prático realista

Imagine que uma empresa venda um produto por R$ 1.000,00.

Hoje, o fluxo é assim:

  1. O cliente paga R$ 1.000,00.
  2. A empresa recebe o valor cheio.
  3. No fim do mês, ela calcula o imposto devido e paga via guia.

Com o Split Payment, o fluxo será completamente diferente:

  1. O cliente paga R$ 1.000,00.
  2. O sistema calcula automaticamente a tributação do IVA (IBS + CBS).
  3. Se o imposto daquela operação for de 28%, por exemplo, o governo recebe R$ 280,00 instantaneamente.
  4. A empresa recebe R$ 720,00, já líquido de tributos.

O cálculo ocorre:

  • sem intervenção humana,
  • sem risco de erro,
  • sem atraso,
  • sem guia manual.

Por isso, muitos especialistas afirmam que o Split Payment é a “maior mudança operacional dos últimos 20 anos”.


Quem fará o cálculo do Split Payment?

O cálculo não será responsabilidade da empresa. Ele será feito automaticamente por:

  • instituições financeiras,
  • adquirentes de cartão,
  • plataformas de pagamento,
  • fintechs,
  • bancos digitais,
  • Pix,
  • sistemas de cobrança autorizados pelo governo.

Essas instituições serão obrigadas a seguir regras estabelecidas pelo Comitê Gestor do IBS / CBS e pela Receita Federal, que definirá bases de cálculo, alíquotas e exceções.


Split Payment e o Pix: um casamento inevitável

O Brasil já possui um dos sistemas de pagamentos instantâneos mais eficientes do mundo: o Pix. Segundo o Banco Central, ele é utilizado por mais de 150 milhões de pessoas e movimenta volumes superiores aos cartões de crédito.

Com o Split Payment, o Pix ganhará novas funcionalidades, como:

  • divisão instantânea do valor pago,
  • envio automático ao governo da parte tributária,
  • rastreamento total da operação.

É exatamente por isso que muitos economistas dizem que o Pix foi o “primeiro passo” para implantação do Split Payment.

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Split Payment será obrigatório?

Sim.
Assim que a Reforma Tributária estiver completamente implementada, o Split Payment será obrigatório para praticamente todas as operações sujeitas à cobrança do IVA Dual (IBS e CBS).

Isso significa que:

  • comércios físicos,
  • lojas online,
  • prestadores de serviços,
  • plataformas,
  • marketplaces,
  • profissionais autônomos com CNPJ,

todos passarão a utilizar o mecanismo de recolhimento automático.


O Split Payment vale para o Simples Nacional?

O Simples Nacional continuará existindo, mas sofrerá adaptações importantes.

Como fica o Simples Nacional no Split Payment?

  • Empresas do Simples poderão continuar pagando o DAS unificado,
  • porém certas atividades terão parte dos impostos recolhidas no Split Payment automaticamente.

Isso dará origem a dois modelos:

✔️ Simples por Dentro (IBS/CBS dentro do DAS)

O imposto unificado continua como é hoje.

✔️ Simples Híbrido (IBS/CBS por Fora do DAS)

O DAS permanece, mas parte do IVA será recolhida na transação via Split Payment.

A definição ficará a cargo do Comitê Gestor do IBS e CBS.

Essa será uma das maiores mudanças da história do Simples.


Split Payment será obrigatório para MEI?

Sim, mas de forma simplificada.
Sempre que um MEI emitir nota fiscal com tributação de IBS ou CBS, o imposto será retido automaticamente pela plataforma de pagamento. O MEI não precisará fazer cálculos.


Quais são as vantagens do Split Payment para pequenas empresas?

Apesar do controle maior, vários benefícios foram projetados:

1. Adeus guias e vencimentos complicados

O empreendedor não precisará mais se preocupar com datas, cálculos e multas por atraso.

2. Diminuição de erros humanos

Hoje, grande parte das autuações ocorre por falhas simples. Isso deixará de ser problema.

3. Simplificação contábil

Com impostos recolhidos automaticamente, a contabilidade poderá trabalhar focada em planejamento tributário, não em tarefas repetitivas.

4. Menor inadimplência tributária

O sistema reduz drasticamente riscos fiscais.


E quais são as desvantagens do Split Payment?

1. Menor fluxo de caixa imediato

Empresas que utilizam o dinheiro dos impostos para financiar operações sentirão impacto imediato.

2. Possível necessidade de reorganização financeira

Com menos capital de giro disponível, algumas empresas precisarão rever preços e margens.

3. Ajustes tecnológicos obrigatórios

Softwares, ERPs e plataformas precisarão se adequar ao novo modelo.


Split Payment vai acabar com a sonegação?

A sonegação tradicional não acabará totalmente, mas a sonegação estruturada, que envolve empresas de fachada, triangulações e créditos frios, será drasticamente reduzida.

Segundo especialistas, o Split Payment:

  • limita fraudes,
  • reduz brechas,
  • aumenta a rastreabilidade,
  • impede o não pagamento do IVA.

O Brasil passará a ter um sistema mais seguro, com menor concorrência desleal.


Como o Split Payment afeta marketplaces e plataformas digitais?

Essa será uma das áreas mais impactadas.

Marketplaces atuarão como “responsáveis tributários”

Eles serão obrigados a:

  • realizar o cálculo do imposto,
  • reter o valor devido,
  • enviar a parte da empresa,
  • entregar ao governo a parcela tributária.

Essa mudança afetará Hotmart, Shopee, Mercado Livre, Amazon, iFood, Rappi e dezenas de outras plataformas.

As empresas precisarão adaptar seus modelos de repasse.


Impactos do Split Payment por setor

Comércio varejista

Varejistas sentirão impacto no fluxo de caixa e na necessidade de readequação de preços.

Prestadores de serviço

Serviços devem se adaptar rapidamente, mas se beneficiarão da simplificação operacional.

Indústria

Indústrias lidam com créditos e débitos de IVA, então o Split Payment garantirá maior segurança no sistema de créditos.

Economia digital

Será um dos setores com mais mudanças, especialmente no repasse automático de impostos.


FAQ — Perguntas Frequentes

1. O Split Payment é obrigatório?

Sim. Entrará em vigor gradualmente a partir de 2027.

2. A empresa pode recusar pagamentos sujeitos ao Split Payment?

Não. O sistema será centralizado via instituições financeiras.

3. O imposto será calculado sobre a Nota Fiscal?

Não. Será calculado sobre a transação bancária.

4. O Split Payment acaba com a nota fiscal?

Não. Ela continua sendo obrigação acessória.

5. A alíquota de 28% é definitiva?

Não, mas é a estimativa atual do governo.

6. PIX será afetado?

Sim. Será necessário informar a natureza da transação.

7. Empresas do Simples serão impactadas?

Sim. Apesar de regras específicas ainda em definição.

8. Vou receber menos no caixa?

Sim. O líquido passa a ser creditado já descontado.

9. Posso ser autuado se identificar errado a operação?

Sim. Erros de classificação podem gerar penalidades.

10. Como evitar riscos?

Com suporte especializado da AEXO Contabilidade.


Split Payment: dúvidas frequentes (FAQ estruturado)

(Formato otimizado para Rich Snippets do Google)

O que é o Split Payment na Reforma Tributária?

É o mecanismo que divide automaticamente o pagamento realizado por um cliente, enviando parte à empresa e parte ao governo como imposto.

O Split Payment será obrigatório?

Sim. Todos os contribuintes sujeitos ao IBS e CBS utilizarão o modelo.

O Split Payment vale para o Simples Nacional?

Sim, mas com variações: algumas atividades recolherão IVA por dentro do DAS e outras terão recolhimento automático.

O Split Payment reduz sonegação?

Sim. Ele impede fraudes estruturadas e aumenta o controle fiscal.

O MEI será afetado?

Sim, porém de modo simplificado, com recolhimento automático nas vendas com nota.


Conclusão: o Split Payment é o maior divisor de águas da Reforma Tributária

O Split Payment representa a digitalização completa da cobrança de tributos no Brasil. Ele mudará profundamente a rotina das empresas, mas também simplificará processos e trará mais segurança jurídica. Negócios que se prepararem desde já terão grandes vantagens competitivas.

Nesse cenário, contar com uma contabilidade especializada é absolutamente essencial — e a AEXO Contabilidade está pronta para ajudar empreendedores, lojistas e empresas digitais a entender, aplicar e se beneficiar da Reforma Tributária.


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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária: Como se Proteger e Pagar Menos Impostos

5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária: O Intervalo de 2026 à 2033 está entre as maiores mudanças no sistema de arrecadação do Brasil nos últimos anos. Empresas que não se adaptarem às novas regras podem literalmente desaparecer do mercado. Se você é empreendedor e deseja manter sua empresa competitiva, lucrativa e em conformidade com a Receita Federal, este guia é para você.

Ao longo deste artigo, você vai descobrir quais são os cinco tipos de empresas que correm risco de “morrer” com a reforma, entender os impactos práticos e conhecer as soluções que a AEXO Contabilidade Digital oferece para proteger o seu negócio e até reduzir impostos de forma totalmente legal.

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1. Empresas que não emitem notas fiscais

A Receita Federal está cada vez mais conectada ao Banco Central e já recebe relatórios de movimentações financeiras através da e-Financeira. Se sua empresa ainda realiza vendas sem nota fiscal, saiba que isso coloca seu CNPJ em risco. A fiscalização cruza dados bancários com a emissão de notas, e valores acima de R$ 2.000 em contas de pessoa física e acima de R$ 6.000 em contas jurídicas já são monitorados.

Empresas que insistirem em vender sem nota estarão cada vez mais expostas a multas, autuações e até fechamento compulsório.


2. Empresas sem controle de estoque e operações

A falta de organização é outro ponto crítico. O SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) já permite à Receita cruzar entradas e saídas de produtos. Negócios que não controlam seu estoque ou não registram corretamente suas operações correm sério risco de inconsistência fiscal.

Na prática, isso significa que sua empresa pode ser autuada mesmo sem ter cometido fraude, apenas por não manter relatórios confiáveis.


3. Empresas que não fazem DRE

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um relatório obrigatório que mostra o lucro, prejuízo e rentabilidade do negócio. Empresas que não elaboram esse documento ficam no escuro quanto à sua real situação financeira.

Além disso, a ausência da DRE dificulta o planejamento tributário, aumenta a chance de pagar mais impostos do que deveria e compromete decisões estratégicas.


4. Empresas enquadradas no regime tributário errado

Muitos empresários ainda acreditam que abrir vários CNPJs para dividir faturamento é uma boa prática. No entanto, isso pode ser um tiro no pé. Estar no regime tributário inadequado gera pagamento excessivo de impostos ou enquadramento indevido que pode resultar em penalidades.

Os três principais regimes são:

  • Simples Nacional: indicado para pequenas empresas e médias empresas, com possibilidade de alíquotas reduzidas.
  • Lucro Presumido: útil para empresas com margens de lucros maiores, mas geralmente com carga média de 16,33%.
  • Lucro Real: ideal para negócios maiores ou com muitas despesas dedutíveis e margens de lucro apertadas.

A escolha errada pode representar a diferença entre sobreviver ou “morrer” na reforma tributária.

O sistema tributário brasileiro oferece três principais regimes para empresas: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. A escolha correta pode fazer toda a diferença no valor pago de impostos e na saúde financeira do seu negócio.

O Simples Nacional é o regime mais utilizado por micro e pequenas empresas, com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Ele simplifica a arrecadação ao reunir vários tributos em uma única guia, conhecida como DAS. Outro benefício é o Fator R, que pode reduzir a alíquota para apenas 6%, desde que a folha de pagamento represente pelo menos 28% do faturamento. É um regime indicado para quem busca praticidade e economia tributária no início de sua jornada empreendedora.

Já o Lucro Presumido é voltado para empresas com faturamento de até R$ 78 milhões por ano. Nesse modelo, a Receita Federal presume a margem de lucro da empresa conforme a atividade exercida e aplica uma base fixa de cálculo para tributos. Em média, a carga tributária fica em torno de 16,33%, mas pode variar. Esse regime é vantajoso para empresas que possuem margens de lucro reais maiores do que as presumidas, pois conseguem pagar menos impostos.

O Lucro Real, por sua vez, é obrigatório para empresas que faturam acima de R$ 78 milhões anuais. Nesse regime, a tributação é feita sobre o lucro líquido contábil da empresa, exigindo maior organização e controles mais rígidos. Embora seja o regime mais burocrático, pode ser altamente vantajoso para empresas que possuem margens pequenas ou muitas despesas dedutíveis, já que os impostos incidem apenas sobre o lucro efetivo.


5. Empresas sem processos e organização interna

A falta de processos é o último e talvez o mais grave erro. Sem rotinas bem definidas, controles financeiros e registros organizados, a empresa perde competitividade, paga mais impostos e corre risco de ser eliminada pelo novo modelo tributário.

Organização é a base para sobrevivência. Empresas que não se estruturarem para atender às novas exigências terão dificuldades não apenas fiscais, mas também operacionais.


Como se proteger e preparar sua empresa

  1. Formalize todas as vendas com nota fiscal.
  2. Implemente controle de estoque e fluxo de caixa digital.
  3. Mantenha relatórios contábeis atualizados, como a DRE.
  4. Reveja seu regime tributário com um contador especialista.
  5. Crie processos internos claros para evitar falhas.

É aqui que entra o apoio da AEXO Contabilidade Digital.

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Por que escolher a AEXO Contabilidade Digital?

A AEXO Contabilidade Digital já ajudou centenas de empresas a reduzirem seus impostos de forma 100% legal. Fomos contratados por fintechs de destaque no Brasil, como a InfinitePay, para produzir conteúdos oficiais sobre contabilidade e gestão. Nossa expertise vai muito além da contabilidade básica: oferecemos planejamento tributário estratégico, sistemas digitais integrados e suporte consultivo para garantir que sua empresa não apenas sobreviva, mas prospere após a reforma tributária.

Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

Quais empresas mais sofrem com a reforma tributária?
As que não emitem notas fiscais, não têm controles, não elaboram DRE, estão no regime errado ou não possuem processos internos.

Se minha empresa estiver no Simples Nacional, devo me preocupar?
Sim. Mesmo no Simples, é fundamental revisar se o regime é o mais vantajoso e se a empresa está em conformidade.

É possível pagar menos impostos de forma legal?
Sim. Com um planejamento tributário eficiente, é possível reduzir impostos e manter a regularidade fiscal.

Como a AEXO Contabilidade pode ajudar?
Oferecemos diagnóstico completo do seu negócio, apontamos riscos e apresentamos soluções práticas para reduzir custos e impostos.


Conclusão | Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

A Reforma Tributária vai transformar o ambiente de negócios no Brasil. Empresas despreparadas estão com os dias contados, mas aquelas que se adaptarem terão mais competitividade e segurança.

👉 Não deixe sua empresa entrar para a lista das que vão “morrer” com a reforma. Fale agora com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como pagar menos impostos de forma legal e garantir o crescimento sustentável do seu negócio.

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5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Simples Nacional na Reforma Tributária: O Que Muda com o IBS e a CBS?

A Reforma Tributária está em curso no Brasil e promete alterar significativamente a forma como empresas recolhem impostos. Entre os temas mais debatidos está a manutenção do Simples Nacional e como ele se adaptará à criação de dois novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Mas afinal, o que realmente muda para micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional?

Neste artigo completo e atualizado, você vai entender:

  • O que são IBS e CBS
  • Como esses impostos impactam o Simples Nacional
  • As opções para recolhimento dos novos tributos
  • O que muda na prática para quem vende B2B ou B2C
  • Como a AEXO Contabilidade pode te ajudar a tomar a melhor decisão

Simples Nacional na Reforma Tributária

Simples Nacional na Reforma Tributária: Entenda o Impacto do IBS e CBS

Introdução: O Simples Nacional Está em Risco?

Não. O Simples Nacional não será extinto com a Reforma Tributária, segundo a Receita Federal. Essa é uma dúvida comum entre empresários e contadores. A proposta de Reforma mantém o Simples Nacional como regime simplificado, mas traz novas possibilidades de escolha para o recolhimento do IBS e CBS, que terão implicações estratégicas sobre o fluxo de caixa e a competitividade.


O Que São IBS e CBS? | Simples Nacional na Reforma Tributária

Com a proposta de unificação tributária, dois novos tributos surgem:

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): tributo de competência estadual e municipal.
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): tributo de competência federal.

O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) são os dois principais tributos criados pela Reforma Tributária com o objetivo de simplificar o sistema tributário brasileiro. O IBS substituirá tributos como o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), enquanto a CBS unificará a cobrança do PIS e da Cofins (federais). Ambos terão como base de cálculo o valor agregado nas operações e serão cobrados no destino, ou seja, no local onde ocorre o consumo final. Essa mudança busca eliminar a cumulatividade e distorções atuais do sistema, promovendo maior transparência e neutralidade tributária. Além disso, eles permitirão uma estrutura mais moderna e adaptável ao cenário digital e ao comércio entre estados e municípios.


Simples Nacional com IBS e CBS: Por Dentro ou Por Fora?

As micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional terão duas formas de lidar com IBS e CBS:

✅ 1. IBS e CBS por Dentro do DAS

  • Os tributos serão incluídos na guia única (DAS), como já ocorre atualmente.
  • Vantagem: simplicidade e facilidade operacional.
  • Desvantagem: não gera crédito tributário para os clientes da empresa.

✅ 2. IBS e CBS por Fora do DAS (Apuração Separada)

  • A empresa pode escolher recolher IBS e CBS separadamente.
  • Vantagem: possibilita geração de crédito tributário para quem compra.
  • Desvantagem: exige controle fiscal e contábil mais detalhado.

Essa escolha será estratégica, especialmente para empresas que vendem para outras empresas (modelo B2B).


Impactos na Competitividade: B2B vs B2C | Simples Nacional na Reforma Tributária

📈 Empresas B2B (Venda para Empresas)

Empresas que vendem para outras empresas poderão aumentar sua competitividade caso optem pelo recolhimento separado de IBS e CBS, já que seus clientes passarão a preferir fornecedores que permitem aproveitamento de crédito.

🛒 Empresas B2C (Venda para o Consumidor Final)

Nesse caso, manter o recolhimento por dentro do DAS pode ser mais vantajoso, pois o consumidor final não aproveita créditos tributários. O foco continua sendo a simplificação.


Exemplo Prático: Indústria x Prestador de Serviço | Simples Nacional na Reforma Tributária

Imagine que uma pequena indústria do Simples Nacional vende insumos para uma grande empresa tributada no Lucro Real. Se essa indústria optar por recolher IBS e CBS separadamente, a compradora poderá utilizar esses tributos como crédito, o que torna o fornecedor mais atrativo.

Por outro lado, um prestador de serviços como um personal trainer que atende o consumidor final não se beneficiará da opção por fora do DAS, pois seu cliente não poderá aproveitar os créditos.


AEXO Contabilidade Digital: Análise Estratégica para Seu Negócio

Cada decisão tributária impacta diretamente o fluxo de caixa, a precificação e até mesmo a competitividade da sua empresa. A AEXO Contabilidade Digital oferece:

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Considerações Finais: O Simples Nacional Está Mais Estratégico do que Nunca

Com a Reforma Tributária, o Simples Nacional ganha novos caminhos para gestão tributária. A opção por manter os novos tributos dentro do DAS ou recolhê-los separadamente exigirá planejamento, acompanhamento e orientação técnica.

Empresas que souberem explorar bem essa flexibilidade poderão reduzir custos, aumentar a competitividade e crescer de forma sustentável.

A AEXO Contabilidade está preparada para conduzir seu negócio nesse novo cenário.


FAQ – Perguntas Frequentes | Simples Nacional na Reforma Tributária

1. O Simples Nacional vai acabar com a Reforma Tributária? Não. Ele será mantido.

2. Terei que pagar mais impostos? Depende da sua escolha entre recolher por dentro ou por fora do DAS. Em alguns casos, pode haver economia ou vantagem competitiva.

3. Vale a pena recolher IBS e CBS separadamente? Para quem vende para empresas (B2B), sim. Para vendas ao consumidor final (B2C), talvez não compense.

4. A AEXO pode me orientar na melhor escolha? Sim. Fazemos análise completa e gratuita.

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Conclusão: Prepare Sua Empresa para o Novo Cenário Tributário

A chegada do IBS e da CBS com a Reforma Tributária representa uma das maiores transformações no sistema tributário brasileiro das últimas décadas. Embora o Simples Nacional continue existindo, os empresários agora terão a responsabilidade — e a oportunidade — de decidir entre manter os novos tributos dentro do DAS ou optar pelo recolhimento separado para gerar créditos tributários.

Essa decisão pode parecer técnica, mas seus efeitos são profundamente estratégicos. Para empresas que atuam no B2B, a geração de crédito pode ser um diferencial competitivo essencial. Já para negócios B2C, a simplicidade continua sendo o maior ativo.

Por isso, contar com uma contabilidade consultiva e atualizada, como a AEXO Contabilidade Digital, é o melhor caminho para garantir segurança tributária, eficiência fiscal e crescimento sustentável. Nós estamos prontos para analisar o seu cenário específico e te orientar na melhor escolha.

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Aproveite esse momento de mudança para transformar sua gestão fiscal em uma vantagem competitiva real. A AEXO é a parceira ideal para te conduzir com segurança no novo Brasil tributário.

Simples Nacional na Reforma Tributária

Simples Nacional na Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Contabilidade Especializada em Reforma Tributária Segundo o ChatGPT: O Que Sua Empresa Precisa Saber

Reforma Tributária: A tão aguardada Reforma Tributária está deixando de ser apenas pauta política e se tornando realidade concreta para empresas de todos os portes. Com mudanças estruturais no sistema de tributos sobre consumo, como a criação do IBS e da CBS, além da extinção de tributos como PIS, Cofins e ICMS da forma como conhecemos, o papel da contabilidade torna-se ainda mais estratégico e imprescindível.

Neste artigo, vamos explorar — com o apoio da inteligência artificial do ChatGPT — como a contabilidade especializada pode ajudar sua empresa a se preparar para esse novo cenário fiscal. Você vai entender os principais impactos das mudanças, os riscos de não se adaptar a tempo e as vantagens competitivas que uma atuação contábil consultiva pode trazer durante a transição tributária.

Se você quer manter sua empresa em conformidade, reduzir riscos e até encontrar oportunidades no meio da complexidade fiscal brasileira, este conteúdo foi feito para você.

Reforma Tributária Segundo o ChatGPT: Contabilidade Estratégica

O Que o ChatGPT Diz Sobre a Reforma Tributária no Brasil?

As principais inteligências artificiais (ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot) são treinadas com milhares de dados e fontes confiáveis, identificam a Reforma Tributária brasileira como uma das mudanças mais profundas já propostas no sistema fiscal nacional. Prevista para começar a valer em 2026, ela promete transformar a forma como as empresas apuram, calculam e pagam impostos.

“A Reforma Tributária exigirá das empresas um nível de organização contábil e planejamento fiscal nunca antes visto.” — ChatGPT


Principais Pontos da Reforma Tributária, Segundo o ChatGPT

  • Unificação de tributos federais, estaduais e municipais;
  • Criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços);
  • Substituição de PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI;
  • Novo Imposto Seletivo para produtos específicos;
  • Maior transparência na cadeia de consumo;
  • Crédito tributário mais amplo, mas com maior controle e fiscalização.

Conclusão da IA: A complexidade inicial da transição exigirá contabilidade estratégica e acompanhamento contínuo por especialistas.


Por Que Ter Uma Contabilidade Especializada na Reforma Tributária?

Segundo o ChatGPT, as empresas que não contarem com uma contabilidade atualizada e orientada por especialistas correm sérios riscos de:

  • Pagarem impostos indevidamente;
  • Perderem créditos fiscais legítimos;
  • Cometerem erros na escrituração e apuração;
  • Serem autuadas por descumprimento das novas regras.

A importância de um contador preparado:

  • Interpretação técnica da nova legislação;
  • Adaptação de sistemas de gestão e emissão fiscal;
  • Análise de impacto tributário;
  • Planejamento de transição segura;
  • Estratégias de economia fiscal de curto, médio e longo prazo.

“A Reforma não é apenas sobre impostos. Ela exige transformação contábil, tecnológica e estratégica.” — ChatGPT


Quem Será Mais Afetado Pela Reforma?

O ChatGPT destaca os segmentos mais sensíveis às mudanças:

  • Prestadores de serviços: potencial aumento de carga tributária;
  • Comércio e Indústria: tendência de simplificação e crédito mais amplo;
  • Economia digital: necessidade urgente de adequação fiscal e contábil;
  • Simples Nacional: impacto indireto, mas possível reformulação futura.

Dica da IA: simule cenários antes da entrada em vigor da reforma.
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Como a AEXO e a Visão do ChatGPT se Complementam

Enquanto o ChatGPT oferece uma visão técnica e abrangente com base em dados públicos e modelos legislativos, a AEXO Contabilidade aplica esse conhecimento na prática, com soluções concretas para:

  • Diagnóstico fiscal atual;
  • Planejamento tributário para o novo modelo;
  • Simulações realistas de impacto e economia;
  • Implementação gradual das mudanças;
  • Treinamento e acompanhamento estratégico.

Conheça o plano de transição da AEXO para a Reforma Tributária


Dúvidas Frequentes (FAQ) | Reforma Tributária

O que muda na contabilidade com a reforma?

A escrituração passará a ser ainda mais digital, integrada e fiscalizada. A lógica dos tributos muda completamente.

ChatGPT pode substituir meu contador?

Não. A IA orienta, mas apenas contadores certificados e atualizados podem atuar legalmente na execução contábil.

Vai ser preciso mudar o regime tributário?

Em muitos casos, sim. A transição exigirá análise para manter ou adaptar o regime atual.

O que fazer agora?

Fazer um diagnóstico tributário com um contador especializado é o primeiro passo. Antecipar-se é essencial.

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Conclusão (Reforma Tributária): A Tecnologia Já Avisou. Agora é Sua Hora de Agir.

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Reforma Tributária Segundo o ChatGPT: Contabilidade Estratégica

Simples Nacional na Reforma Tributária: Principais Pontos de Atenção

simples nacional

O Simples Nacional é um dos regimes tributários mais populares no Brasil, sendo uma escolha frequente para micro e pequenas empresas devido à sua simplicidade e menor carga tributária. No entanto, com a proposta da Reforma Tributária, o Simples Nacional está passando por uma série de discussões que podem impactar profundamente a maneira como esse regime funciona.

Neste artigo, vamos explorar em detalhes o que a Reforma Tributária pode trazer de mudanças para o Simples Nacional, os principais pontos de atenção e como você pode se preparar para essas mudanças. Se você está pensando em abrir uma empresa ou está considerando trocar de contador, a AEXO Contabilidade Digital está aqui para te guiar nesse processo de transição e planejamento tributário.

Reforma Tributária

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado que foi criado para desburocratizar e reduzir a carga tributária das microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Ele permite o recolhimento de vários impostos em uma única guia, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

Atualmente, o limite de faturamento anual para optar pelo Simples Nacional é de R$ 4,8 milhões. Empresas que se enquadram nesse regime têm a vantagem de recolher tributos federais, estaduais e municipais de forma unificada, com alíquotas progressivas que variam de acordo com a receita bruta da empresa.

A Reforma Tributária e o Simples Nacional

A Reforma Tributária proposta pelo governo tem como principal objetivo simplificar o sistema de tributos no Brasil. Entre as principais mudanças, está a substituição de impostos como o PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS por um único tributo sobre bens e serviços, o Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Embora o Simples Nacional tenha sido preservado nas discussões iniciais da Reforma, há alguns pontos de atenção que as empresas precisam considerar:

  1. Mudanças nas Alíquotas: A unificação dos tributos pode resultar em uma revisão das alíquotas do Simples Nacional. Embora o regime continue existindo, há a possibilidade de que algumas faixas de faturamento passem a recolher um percentual maior ou menor de impostos.
  2. Impacto nas Empresas de Serviços: Empresas de serviços que optam pelo Simples Nacional podem ser mais afetadas, principalmente aquelas que pagam alíquotas mais altas dentro do regime. Com a nova estrutura de impostos, pode haver uma migração para outros regimes, como o Lucro Presumido, dependendo da atividade e do faturamento.
  3. Aumento da Fiscalização: A Reforma também visa aumentar a eficiência na arrecadação e fiscalização, o que pode resultar em uma maior rigidez nas exigências fiscais para empresas que optam pelo Simples Nacional. Ter uma contabilidade organizada e em conformidade será ainda mais importante nesse cenário.

Principais Pontos de Atenção na Escolha do Regime Tributário: Simples Nacional | Lucro Presumido | Lucro Real

Com as mudanças propostas pela Reforma Tributária, a escolha do regime tributário se tornará ainda mais crítica para os empresários. Aqui estão alguns dos principais pontos que você deve considerar:

  1. Faturamento Anual e Margem de Lucro: O Simples Nacional é indicado para empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões por ano, mas se o seu negócio está próximo desse limite, pode ser interessante avaliar se o Lucro Presumido ou o Lucro Real não seriam mais vantajosos, dependendo das margens de lucro e dos custos operacionais.
  2. Atividade da Empresa: Empresas que prestam serviços, como consultorias e advocacia, podem encontrar dificuldades no Simples Nacional devido às alíquotas mais altas que incidem sobre essas atividades. Nesses casos, a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar a avaliar qual regime trará mais benefícios fiscais.
  3. Crescimento Futuro: Se você está em um momento de expansão ou pretende crescer nos próximos anos, é essencial planejar sua estrutura tributária com cuidado. A migração para o Lucro Presumido ou Lucro Real pode ser necessária à medida que a sua empresa ultrapassa os limites de faturamento do Simples Nacional.

O que é a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária em discussão no Brasil é uma das mais abrangentes propostas de mudanças no sistema de tributos nas últimas décadas. Seu principal objetivo é reduzir a complexidade da atual estrutura tributária, que envolve diversos impostos cobrados em diferentes esferas (federal, estadual e municipal).

A reforma propõe a criação de dois novos tributos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, e o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros e bebidas alcoólicas.

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O que muda com a Reforma Tributária e por que contar com um contador especializado?

A Reforma Tributária vai impactar todas as empresas, independentemente do regime tributário escolhido. No entanto, empresas que estão no Simples Nacional precisam de atenção redobrada, pois podem enfrentar novas regras e exigências.

Entre as mudanças mais significativas, podemos destacar:

  • Unificação de Impostos: A simplificação dos tributos pode facilitar o processo de recolhimento, mas também exigirá uma adaptação no planejamento fiscal das empresas. Um contador especializado pode ajudar a garantir que sua empresa esteja em conformidade com as novas exigências.
  • Impacto na Precificação de Produtos e Serviços: A mudança na forma de tributação pode influenciar o custo final dos produtos e serviços oferecidos pelas empresas. Contar com um contador especializado permitirá ajustar a precificação de maneira estratégica, evitando surpresas no caixa da empresa.
  • Aumento da Fiscalização: Com a nova estrutura tributária, a fiscalização deverá ser mais eficiente e rigorosa, especialmente em relação ao Simples Nacional. Ter um contador ao seu lado é fundamental para evitar autuações e multas.

Como Fica a Tributação com a Reforma Tributária?

Com a Reforma Tributária, haverá uma grande simplificação no sistema atual de tributos. Cinco impostos hoje em vigor — PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS — serão substituídos por três novos tributos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS).

  • O IBS será um imposto de competência compartilhada entre os estados e municípios, substituindo o ICMS e o ISS.
  • A CBS substituirá o PIS, Cofins e IPI e será um tributo federal.
  • O Imposto Seletivo (IS) será aplicado exclusivamente sobre produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros e bebidas alcoólicas.

Uma das principais inovações é a unificação do IBS e da CBS em um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA). O governo estima que a alíquota total do IVA será de 26,5%, sendo 17,7% destinados ao IBS e 8,8% ao CBS. Este percentual coloca o Brasil entre os países com uma das maiores cargas tributárias para o consumo do mundo.

Portanto, essas mudanças visam simplificar o sistema e garantir uma arrecadação mais eficiente e transparente, mas também trarão novos desafios para as empresas, especialmente no que diz respeito à adaptação às novas regras e ao aumento da carga tributária. Contar com um contador especializado será crucial para que sua empresa consiga ajustar-se de forma estratégica a esse novo cenário.

Se precisar de orientação personalizada sobre como a Reforma Tributária impactará sua empresa, a AEXO Contabilidade Digital está aqui para te auxiliar!

Como acontece a transição para a nova Reforma Tributária?

A Reforma Tributária aprovada no Brasil em 2023 prevê uma transição gradual ao longo de 10 anos, dividida em três fases principais:

  • 2024 e 2025: Serão anos dedicados à regulamentação e a debates sobre as novas regras, com aplicação prática prevista para começar em 2026.
  • 2026 a 2028: Início da unificação dos impostos, com a criação do IVA Federal (CBS) e o IVA Estadual/Municipal (IBS), além da extinção gradual de tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Neste período, as alíquotas iniciais dos novos impostos começarão a ser aplicadas.
  • 2029 a 2032: Haverá uma redução gradual das alíquotas de ICMS e ISS, com a substituição completa por IBS até 2032. Empresas que possuem benefícios fiscais sobre esses tributos também passarão por reduções proporcionais.

A partir de 2033, o novo sistema tributário estará em vigor plenamente. Durante o período de transição, não está previsto aumento da carga tributária, mas as empresas precisarão recolher as contribuições em diferentes guias de pagamento, exigindo maior controle e planejamento.

É essencial que as empresas comecem a se preparar desde já para evitar problemas de adaptação e garantir que aproveitem ao máximo os novos regimes.

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Como a AEXO Contabilidade Digital pode te ajudar?

Aqui na AEXO Contabilidade Digital, estamos prontos para ajudar você a navegar pelas mudanças trazidas pela Reforma Tributária. Com mais de 10 anos de experiência, nossa equipe está preparada para oferecer o suporte que sua empresa precisa, desde a escolha do melhor regime tributário até a adaptação às novas regras de fiscalização.

Nosso compromisso é garantir que sua empresa esteja sempre em conformidade com as leis fiscais e que você pague o menor imposto possível, dentro da legalidade. Se você está considerando abrir uma empresa ou trocar de contador, entre em contato conosco hoje mesmo e descubra como podemos ajudar seu negócio a crescer de forma sustentável.

Conclusão

A Reforma Tributária trará grandes mudanças para o sistema tributário brasileiro, impactando diretamente o Simples Nacional e os outros regimes tributários. Portanto, para garantir que sua empresa esteja preparada para essas mudanças, contar com um contador especializado é fundamental.

A AEXO Contabilidade Digital oferece toda a expertise necessária para te ajudar a entender como essas mudanças vão afetar seu negócio e como você pode se beneficiar delas. Fale conosco e descubra como podemos ajudar sua empresa a crescer com segurança e eficiência no novo cenário tributário.

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Escrito por :

Andrius Dourado

Fundador e CEO da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 4 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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