O que é Split Payment na Reforma Tributária? Como funciona e como vai impactar as empresas?

(Guia Completo e Atualizado — AEXO Contabilidade)

A Reforma Tributária de 2026 trouxe uma das maiores mudanças já vistas na forma como os impostos serão cobrados no Brasil. Entre todas as novidades, uma se destaca por transformar completamente a relação entre empresas, consumidores, meios de pagamento e governo: o Split Payment.

Apesar de ser pouco comentado pela mídia geral, o Split Payment é considerado pelos especialistas a “peça secreta” da reforma. Ele promete reduzir fraudes fiscais, acabar com a sonegação estruturada e transformar radicalmente a maneira como as empresas recolhem seus tributos.

Este artigo foi desenvolvido com profundidade técnica, mas com linguagem acessível, para que empresários, gestores, contadores e consultores entendam exatamente como essa mudança afetará o mercado brasileiro.

O que é Split Payment na Reforma Tributária


Introdução: o que é o Split Payment e por que ele é tão importante?

O Split Payment, na prática, é um mecanismo automatizado que divide o pagamento realizado por um consumidor em dois fluxos distintos:

  • uma parte vai direto para o caixa da empresa (receita líquida),
  • outra parte é enviada automaticamente para o governo, representando a tributação daquela operação.

Essa divisão ocorre no exato momento do pagamento — seja cartão, Pix, boleto, carteira digital ou qualquer outro meio. Nenhuma ação adicional da empresa será necessária para calcular, gerar guia ou pagar tributos sobre aquela venda. Quando o consumidor paga, a tributação é capturada na origem.

O objetivo principal é impedir que empresas deixem de recolher o imposto devido, eliminando completamente a etapa de “confiar que o empresário vai pagar depois”, como ocorre hoje. Além disso, o governo passa a receber os tributos em tempo real, reduzindo inadimplência, sonegação e litígios.

Esse modelo é inspirado em práticas utilizadas em países europeus e faz parte da onda global de digitalização dos sistemas tributários.


Por que o Split Payment foi criado?

Existem razões claras pelas quais o Split Payment se tornou prioridade dentro da Reforma Tributária:

1. Reduzir a sonegação fiscal estrutural

Estudos do governo apontam que mais de R$ 600 bilhões deixam de ser arrecadados anualmente por conta de fraudes, empresas de fachada, inconsistências e erros operacionais. O Split Payment promete “fechar essa torneira”.

2. Modernizar o sistema tributário

Com a criação do IBS e CBS (IVA Dual), tornou-se necessária uma forma mais eficiente de arrecadação, especialmente para o ICMS e ISS, historicamente complexos e fragmentados.

3. Simplificar a rotina empresarial

Embora pareça trazer mais controle, o modelo tende a diminuir tarefas como:

  • emissão de guias,
  • conferência de notas fiscais,
  • cálculos manuais,
  • acompanhamento de vencimentos,
  • risco de multa por atraso.

4. Tornar operações mais transparentes

Com o imposto recolhido automaticamente, haverá maior segurança jurídica e menor margem para divergências entre empresas e o fisco.


Como o Split Payment vai funcionar na prática?

O funcionamento do Split Payment dependerá do tipo de operação e da forma de pagamento utilizada. No entanto, a lógica geral será sempre a mesma: antes do dinheiro chegar à empresa, o sistema separa a parte do tributo e a envia ao governo.

Para compreender melhor, veja um exemplo prático.


Exemplo prático realista

Imagine que uma empresa venda um produto por R$ 1.000,00.

Hoje, o fluxo é assim:

  1. O cliente paga R$ 1.000,00.
  2. A empresa recebe o valor cheio.
  3. No fim do mês, ela calcula o imposto devido e paga via guia.

Com o Split Payment, o fluxo será completamente diferente:

  1. O cliente paga R$ 1.000,00.
  2. O sistema calcula automaticamente a tributação do IVA (IBS + CBS).
  3. Se o imposto daquela operação for de 28%, por exemplo, o governo recebe R$ 280,00 instantaneamente.
  4. A empresa recebe R$ 720,00, já líquido de tributos.

O cálculo ocorre:

  • sem intervenção humana,
  • sem risco de erro,
  • sem atraso,
  • sem guia manual.

Por isso, muitos especialistas afirmam que o Split Payment é a “maior mudança operacional dos últimos 20 anos”.


Quem fará o cálculo do Split Payment?

O cálculo não será responsabilidade da empresa. Ele será feito automaticamente por:

  • instituições financeiras,
  • adquirentes de cartão,
  • plataformas de pagamento,
  • fintechs,
  • bancos digitais,
  • Pix,
  • sistemas de cobrança autorizados pelo governo.

Essas instituições serão obrigadas a seguir regras estabelecidas pelo Comitê Gestor do IBS / CBS e pela Receita Federal, que definirá bases de cálculo, alíquotas e exceções.


Split Payment e o Pix: um casamento inevitável

O Brasil já possui um dos sistemas de pagamentos instantâneos mais eficientes do mundo: o Pix. Segundo o Banco Central, ele é utilizado por mais de 150 milhões de pessoas e movimenta volumes superiores aos cartões de crédito.

Com o Split Payment, o Pix ganhará novas funcionalidades, como:

  • divisão instantânea do valor pago,
  • envio automático ao governo da parte tributária,
  • rastreamento total da operação.

É exatamente por isso que muitos economistas dizem que o Pix foi o “primeiro passo” para implantação do Split Payment.

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Split Payment será obrigatório?

Sim.
Assim que a Reforma Tributária estiver completamente implementada, o Split Payment será obrigatório para praticamente todas as operações sujeitas à cobrança do IVA Dual (IBS e CBS).

Isso significa que:

  • comércios físicos,
  • lojas online,
  • prestadores de serviços,
  • plataformas,
  • marketplaces,
  • profissionais autônomos com CNPJ,

todos passarão a utilizar o mecanismo de recolhimento automático.


O Split Payment vale para o Simples Nacional?

O Simples Nacional continuará existindo, mas sofrerá adaptações importantes.

Como fica o Simples Nacional no Split Payment?

  • Empresas do Simples poderão continuar pagando o DAS unificado,
  • porém certas atividades terão parte dos impostos recolhidas no Split Payment automaticamente.

Isso dará origem a dois modelos:

✔️ Simples por Dentro (IBS/CBS dentro do DAS)

O imposto unificado continua como é hoje.

✔️ Simples Híbrido (IBS/CBS por Fora do DAS)

O DAS permanece, mas parte do IVA será recolhida na transação via Split Payment.

A definição ficará a cargo do Comitê Gestor do IBS e CBS.

Essa será uma das maiores mudanças da história do Simples.


Split Payment será obrigatório para MEI?

Sim, mas de forma simplificada.
Sempre que um MEI emitir nota fiscal com tributação de IBS ou CBS, o imposto será retido automaticamente pela plataforma de pagamento. O MEI não precisará fazer cálculos.


Quais são as vantagens do Split Payment para pequenas empresas?

Apesar do controle maior, vários benefícios foram projetados:

1. Adeus guias e vencimentos complicados

O empreendedor não precisará mais se preocupar com datas, cálculos e multas por atraso.

2. Diminuição de erros humanos

Hoje, grande parte das autuações ocorre por falhas simples. Isso deixará de ser problema.

3. Simplificação contábil

Com impostos recolhidos automaticamente, a contabilidade poderá trabalhar focada em planejamento tributário, não em tarefas repetitivas.

4. Menor inadimplência tributária

O sistema reduz drasticamente riscos fiscais.


E quais são as desvantagens do Split Payment?

1. Menor fluxo de caixa imediato

Empresas que utilizam o dinheiro dos impostos para financiar operações sentirão impacto imediato.

2. Possível necessidade de reorganização financeira

Com menos capital de giro disponível, algumas empresas precisarão rever preços e margens.

3. Ajustes tecnológicos obrigatórios

Softwares, ERPs e plataformas precisarão se adequar ao novo modelo.


Split Payment vai acabar com a sonegação?

A sonegação tradicional não acabará totalmente, mas a sonegação estruturada, que envolve empresas de fachada, triangulações e créditos frios, será drasticamente reduzida.

Segundo especialistas, o Split Payment:

  • limita fraudes,
  • reduz brechas,
  • aumenta a rastreabilidade,
  • impede o não pagamento do IVA.

O Brasil passará a ter um sistema mais seguro, com menor concorrência desleal.


Como o Split Payment afeta marketplaces e plataformas digitais?

Essa será uma das áreas mais impactadas.

Marketplaces atuarão como “responsáveis tributários”

Eles serão obrigados a:

  • realizar o cálculo do imposto,
  • reter o valor devido,
  • enviar a parte da empresa,
  • entregar ao governo a parcela tributária.

Essa mudança afetará Hotmart, Shopee, Mercado Livre, Amazon, iFood, Rappi e dezenas de outras plataformas.

As empresas precisarão adaptar seus modelos de repasse.


Impactos do Split Payment por setor

Comércio varejista

Varejistas sentirão impacto no fluxo de caixa e na necessidade de readequação de preços.

Prestadores de serviço

Serviços devem se adaptar rapidamente, mas se beneficiarão da simplificação operacional.

Indústria

Indústrias lidam com créditos e débitos de IVA, então o Split Payment garantirá maior segurança no sistema de créditos.

Economia digital

Será um dos setores com mais mudanças, especialmente no repasse automático de impostos.


FAQ — Perguntas Frequentes

1. O Split Payment é obrigatório?

Sim. Entrará em vigor gradualmente a partir de 2027.

2. A empresa pode recusar pagamentos sujeitos ao Split Payment?

Não. O sistema será centralizado via instituições financeiras.

3. O imposto será calculado sobre a Nota Fiscal?

Não. Será calculado sobre a transação bancária.

4. O Split Payment acaba com a nota fiscal?

Não. Ela continua sendo obrigação acessória.

5. A alíquota de 28% é definitiva?

Não, mas é a estimativa atual do governo.

6. PIX será afetado?

Sim. Será necessário informar a natureza da transação.

7. Empresas do Simples serão impactadas?

Sim. Apesar de regras específicas ainda em definição.

8. Vou receber menos no caixa?

Sim. O líquido passa a ser creditado já descontado.

9. Posso ser autuado se identificar errado a operação?

Sim. Erros de classificação podem gerar penalidades.

10. Como evitar riscos?

Com suporte especializado da AEXO Contabilidade.


Split Payment: dúvidas frequentes (FAQ estruturado)

(Formato otimizado para Rich Snippets do Google)

O que é o Split Payment na Reforma Tributária?

É o mecanismo que divide automaticamente o pagamento realizado por um cliente, enviando parte à empresa e parte ao governo como imposto.

O Split Payment será obrigatório?

Sim. Todos os contribuintes sujeitos ao IBS e CBS utilizarão o modelo.

O Split Payment vale para o Simples Nacional?

Sim, mas com variações: algumas atividades recolherão IVA por dentro do DAS e outras terão recolhimento automático.

O Split Payment reduz sonegação?

Sim. Ele impede fraudes estruturadas e aumenta o controle fiscal.

O MEI será afetado?

Sim, porém de modo simplificado, com recolhimento automático nas vendas com nota.


Conclusão: o Split Payment é o maior divisor de águas da Reforma Tributária

O Split Payment representa a digitalização completa da cobrança de tributos no Brasil. Ele mudará profundamente a rotina das empresas, mas também simplificará processos e trará mais segurança jurídica. Negócios que se prepararem desde já terão grandes vantagens competitivas.

Nesse cenário, contar com uma contabilidade especializada é absolutamente essencial — e a AEXO Contabilidade está pronta para ajudar empreendedores, lojistas e empresas digitais a entender, aplicar e se beneficiar da Reforma Tributária.


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split payment reforma tributária

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal no Brasil — Entenda o Que Vai Mudar!

Introdução

Venda sem nota fiscal? A partir de 2026, o Brasil viverá uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete simplificar o sistema de impostos, aumentar a transparência e — talvez o ponto mais importante — acabar definitivamente com as vendas sem nota fiscal.
O novo modelo de arrecadação trará monitoramento digital em tempo real, integração com bancos, e um sistema de pagamento automático de impostos, o chamado Split Payment.

Neste artigo, você vai entender como o governo vai eliminar a informalidade, o impacto do IBS e CBS, o papel do Drex (Real Digital) nesse novo cenário e o que as empresas precisam fazer agora para não correr riscos.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal — Prepare Sua Empresa com a AEXO Contabilidade


O Fim da Venda Sem Nota Fiscal: O Que Está Acontecendo?

Durante anos, muitos empreendedores acreditaram que vender sem nota era uma forma de “aumentar o lucro” e “pagar menos impostos”.
Mas esse cenário está com os dias contados. A partir da Reforma Tributária de 2026, todas as operações financeiras — seja via PIX, TED, boleto ou cartão — serão rastreáveis e cruzadas automaticamente com o sistema da Receita Federal.

Isso significa que cada transação comercial será monitorada em tempo real, e o imposto será retido automaticamente no ato da venda.
A informalidade deixará de ser apenas arriscada — ela se tornará impossível.


O Que São IBS e CBS?

Os novos tributos criados pela Reforma Tributária são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Esses dois impostos substituem vários tributos atuais (como ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS), criando um sistema unificado, digital e automático.

O objetivo é simplificar a cobrança e evitar fraudes fiscais, eliminando a necessidade de cálculos complexos e múltiplos recolhimentos.
Com o IBS e a CBS, o governo terá acesso instantâneo às informações de cada venda, reduzindo drasticamente as chances de sonegação.


Split Payment: O Novo Modelo de Pagamento Fracionado

O Split Payment (pagamento dividido) é uma das peças mais revolucionárias da nova arrecadação tributária.
Ele faz com que, no momento em que o cliente realiza o pagamento, o sistema divida automaticamente o valor da venda, enviando uma parte para o empreendedor e outra diretamente para o governo.

Na prática, isso significa que o imposto será pago instantaneamente, sem depender da emissão de guia, boleto ou cálculo manual.
O Split Payment acaba com o risco de sonegação e garante recolhimento preciso e imediato, tornando o sistema tributário brasileiro mais transparente e eficiente.


Como o Governo Vai Rastrear as Transações?

Com a chegada da digitalização total do sistema fiscal, o governo brasileiro passará a ter integração direta com bancos, operadoras de cartão e plataformas de pagamento.
Todas as operações realizadas via PIX, TED, cartão de crédito, débito, boleto e até aplicativos serão cruzadas com os registros da Receita Federal.

O sistema usará inteligência artificial (IA) para identificar discrepâncias entre faturamento declarado e movimentações financeiras, permitindo fiscalização automática e em tempo real.
Essa automação visa reduzir a evasão, aumentar a arrecadação e premiar empresas que atuam na legalidade.

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O Papel do DREX (Real Digital)

O Drex, o Real Digital criado pelo Banco Central, será o grande facilitador dessa nova estrutura tributária.
Trata-se de uma moeda digital oficial, com lastro no real físico, que permitirá transações automáticas e seguras entre cidadãos, empresas e governo.

Com o Drex, o pagamento de impostos poderá ser tokenizado, permitindo transações instantâneas com dedução automática de tributos — integrando o Split Payment e o sistema de IBS/CBS em tempo real.
O resultado? Menos burocracia, mais transparência e total rastreabilidade financeira.


O Impacto Para Pequenas e Médias Empresas

As PMEs serão diretamente afetadas pela nova estrutura.
Empresas que ainda operam sem nota fiscal terão seus recebimentos bloqueados ou sofrerão autuações automáticas, já que o sistema de pagamento detectará transações sem registro tributário.

Por outro lado, quem estiver regularizado e com contabilidade digital ativa terá benefícios como:

  • Maior credibilidade com bancos e fornecedores
  • Facilidade para obtenção de crédito
  • Acesso simplificado a incentivos fiscais e programas públicos

Empresas que contam com contabilidade digital moderna, como a AEXO Contabilidade, já estão preparadas para essa transição e oferecem suporte completo para adequação ao novo sistema tributário. Não venda sem nota fiscal! Estamos aqui para te ajudar a se adequar ao novo sistema tributário e pagar o menos imposto dentro da lei!

Quer saber como calcular os impostos no Simples Nacional? Aprenda clicando no link abaixo 👇

Como ficará o Simples Nacional com a Reforma Tributária?


Como se Preparar Para 2026

  1. Regularize o CNPJ e garanta que todas as suas vendas tenham nota fiscal.
  2. Implemente um sistema contábil digital integrado a meios de pagamento.
  3. Converse com um contador especializado na Reforma Tributária para revisar seu enquadramento.
  4. Acompanhe o Fator R e o regime tributário ideal (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).
  5. Automatize o pagamento de tributos com ferramentas integradas ao Drex e Split Payment.

AEXO Contabilidade: Seu Parceiro na Nova Era Tributária

A AEXO Contabilidade Digital está na vanguarda da transformação contábil no Brasil.
Com tecnologia de ponta, atendimento especializado e foco em resultados, a AEXO ajuda empresas de todos os portes a se adequarem à Reforma Tributária 2026, garantindo segurança fiscal, economia e conformidade total.

👉 Fale com a AEXO Contabilidade e descubra como preparar sua empresa para o futuro do sistema tributário brasileiro.
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Conclusão | Reforma Tributária 2026 fim da venda sem nota fiscal

O fim da venda sem nota fiscal representa um divisor de águas no cenário empresarial do Brasil.
Com o avanço da Reforma Tributária 2026, a era da informalidade chega ao fim e dá lugar à era da transparência digital.

Empresas que se adaptarem a tempo terão vantagens competitivas, melhor reputação e crescimento sustentável.
As que insistirem na informalidade, por outro lado, ficarão para trás.

A boa notícia é que você ainda tem tempo para se preparar — e a AEXO Contabilidade está pronta para te ajudar a dar esse passo com segurança.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal — Prepare Sua Empresa com a AEXO Contabilidade

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Reforma Tributária: Seria o Fim do Simples Nacional?

A Reforma Tributária de 2025 promete ser uma das maiores transformações econômicas e contábeis já vistas no Brasil. O objetivo do governo é simplificar o sistema de arrecadação, centralizar a cobrança de impostos e reduzir a chamada “guerra fiscal” entre estados e municípios. Mas a grande dúvida entre empreendedores, contadores e gestores é: como isso impactará as empresas e o Simples Nacional?

Neste artigo completo, a AEXO Contabilidade Digital explica, de forma clara e estratégica, tudo o que você precisa saber sobre as novas regras tributárias, o fim da cobrança “por dentro” e o nascimento do sistema de IVA dual com CBS e IBS.

Reforma Tributária 2025 e o impacto no Simples Nacional


O que é a Reforma Tributária e o que muda com ela

A Reforma Tributária, consolidada pela Emenda Constitucional nº 132/2023, substitui o atual conjunto de tributos — PIS, COFINS, ISS e ICMS — por dois novos impostos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal;
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência compartilhada entre estados e municípios.

Esses dois tributos formam o chamado IVA Dual, inspirado em modelos já utilizados na Europa e em países da OCDE.

A principal mudança está na forma de cobrança “por fora”, onde o imposto será destacado na nota fiscal, tornando-se visível para o consumidor. Isso substitui o modelo atual, em que os tributos são embutidos no preço final dos produtos e serviços.


O impacto na contabilidade das empresas

Para as empresas, essa mudança não é apenas estética. Ela altera profundamente a estrutura contábil e fiscal, afetando cálculos de preço, fluxo de caixa e relatórios financeiros.
Agora, cada etapa da cadeia produtiva pagará imposto apenas sobre o valor agregado, eliminando o chamado “efeito cascata”.

No entanto, a transição exigirá:

  • Atualização de sistemas de faturamento;
  • Treinamento de equipes contábeis;
  • Revisão de precificação e margem de lucro;
  • Adequação de softwares e emissão de notas fiscais.


Como será o período de transição

O novo modelo começará a ser implementado gradualmente:

  • 2026 – Alíquota simbólica de 1% para testes;
  • 2027 – CBS substitui PIS e COFINS nas operações entre empresas;
  • 2029 a 2032 – Substituição do ICMS e ISS pelo IBS;
  • 2033 – Novo sistema plenamente em vigor.

Durante esse período, empresas precisarão operar sob dois regimes tributários simultaneamente, o antigo e o novo, o que exigirá um acompanhamento contábil especializado.


Reforma Tributária: O fim (ou não) do Simples Nacional

O Simples Nacional continuará existindo, mas passará por mudanças importantes. Empresas que vendem diretamente ao consumidor final (B2C) seguirão no regime tradicional.
Já aquelas que vendem para outras empresas (B2B) terão que decidir entre:

  1. Permanecer no Simples puro, sem direito a créditos de IBS e CBS;
  2. Optar pelo Simples híbrido, recolhendo os novos tributos separadamente para permitir o crédito fiscal aos clientes.

A escolha errada pode causar perda de competitividade e aumento da carga tributária.


Split Payment: o fim do uso do imposto como capital de giro

Uma das maiores mudanças é a adoção do Split Payment, em que o sistema bancário repassa automaticamente a parte do imposto ao governo no momento da venda.
Isso elimina o uso temporário dos valores de impostos como capital de giro, impactando diretamente o caixa de pequenas e médias empresas.


Novo sistema de fiscalização e o uso de inteligência artificial

A Receita Federal implementará um sistema de fiscalização automatizado, integrando dados de notas fiscais, movimentações bancárias e Pix. O objetivo é reduzir a sonegação fiscal até 2030, tornando praticamente impossível ocultar transações comerciais.

Esse novo modelo exige transparência total e um acompanhamento contábil digital em tempo real, o que reforça a importância de contar com uma contabilidade moderna, como a AEXO Contabilidade Digital.

O que é o Drex?

O Drex é o nome oficial do Real Digital, a moeda digital brasileira emitida pelo Banco Central do Brasil. Ele representa uma versão digital do real que funcionará dentro de um sistema financeiro totalmente integrado, moderno e seguro. Diferente das criptomoedas comuns, o Drex será lastreado pelo real físico e terá controle estatal, garantindo estabilidade, rastreabilidade e segurança nas transações.

Com o Drex, será possível transferir valores instantaneamente, realizar contratos inteligentes (smart contracts) e facilitar operações entre empresas e cidadãos, reduzindo custos e aumentando a eficiência do sistema financeiro. Essa tecnologia faz parte de um movimento global em direção às moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) e promete transformar o jeito como lidamos com dinheiro, crédito e investimentos no Brasil.


O que muda para pequenas empresas e MEIs

A Reforma também cria o conceito de Nanoempreendedor, voltado para quem fatura até R$ 40 mil por ano, isento de IBS e CBS. Essa medida busca formalizar profissionais autônomos e pequenos prestadores de serviços.


O papel da contabilidade na era pós-reforma

Com o novo modelo tributário, o contador deixa de ser apenas um executor de obrigações e passa a ser um consultor estratégico. Ele será responsável por:

  • Simular cenários tributários (Simples, Lucro Presumido, Lucro Real);
  • Otimizar o enquadramento fiscal da empresa;
  • Acompanhar a transição entre regimes;
  • Reduzir riscos e evitar multas.

Empresas que não se anteciparem a essas mudanças poderão enfrentar aumento de custos, perda de clientes e problemas fiscais.


Como se preparar agora

  1. Faça um diagnóstico tributário com especialistas;
  2. Revise sua estrutura societária e regime de tributação;
  3. Atualize seus sistemas contábeis e fiscais;
  4. Treine sua equipe para o novo modelo;
  5. Conte com uma contabilidade digital de confiança.

Conclusão: simplificar para quem?

Apesar da promessa de simplificação, a Reforma Tributária tende a aumentar a burocracia no curto prazo. Empresas terão que se adaptar a novas regras, novos cálculos e novas tecnologias fiscais.
A AEXO Contabilidade Digital está pronta para ajudar sua empresa a atravessar essa transição com segurança, eficiência e planejamento tributário inteligente.

👉 Entre em contato agora com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como reduzir sua carga tributária e manter a saúde financeira do seu negócio em tempos de mudança.

Reforma Tributária 2025 e o impacto no Simples Nacional

Reforma Tributária Simples Nacional


FAQ – Perguntas Frequentes sobre a Reforma Tributária

1. O Simples Nacional vai acabar?
Não. O regime continuará existindo, mas com ajustes, especialmente para quem vende para outras empresas (B2B).

2. O que é o regime híbrido?
É a opção em que o empreendedor do Simples começa a destacar IBS e CBS separadamente para gerar créditos fiscais para seus clientes.

3. Quando a reforma entra em vigor?
A implementação será gradual, com o sistema completo em operação até 2033.

4. O Split Payment afeta o caixa das empresas?
Sim. O valor dos impostos será retido automaticamente no momento da venda, reduzindo o capital de giro disponível.

5. Como se preparar para as mudanças?
Busque orientação contábil com uma empresa especializada em planejamento tributário, como a AEXO Contabilidade Digital.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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