Cronograma da Reforma Tributária: o que muda de 2026 a 2033

Introdução: a Reforma Tributária já começou e quem se antecipa sai na frente: Entenda o Cronograma

Cronograma da Reforma Tributária de 2026 a 2033: A Reforma Tributária brasileira não é mais uma promessa distante. Ela já está em curso, com base na Emenda Constitucional nº 132/2023 e na Lei Complementar nº 214/2025, e trará a maior transformação no sistema de tributação sobre o consumo nas últimas décadas.

Embora muitos empresários ainda enxerguem a reforma como algo abstrato ou “para o futuro”, a realidade é clara: as decisões tomadas, entre 2024 e 2026, definirão quem terá vantagem competitiva até 2033 e quem enfrentará aumento de carga tributária, perda de margem e problemas operacionais.

Entender o cronograma da Reforma Tributária, ano a ano, é essencial para transformar incerteza em planejamento estratégico. A transição será longa, gradual e complexa, exigindo atenção técnica, revisão de processos e apoio especializado.

Neste guia completo, você vai entender:

  • o que é a Reforma Tributária e por que ela afeta diretamente sua empresa;
  • quais são os objetivos do novo modelo tributário;
  • como funcionará o IVA Dual (IBS + CBS);
  • o cronograma detalhado da transição de 2026 a 2033;
  • impactos no Simples Nacional, PMEs e empresas B2B;
  • se a carga tributária tende a aumentar ou diminuir;
  • regimes especiais, alíquotas reduzidas e exceções;
  • riscos e oportunidades do período de transição;
  • por que o planejamento precisa começar antes de 2026;
  • como a AEXO Contabilidade pode preparar sua empresa para esse novo cenário.
cronograma da reforma tributária

O que é a Reforma Tributária e por que ela afeta sua empresa?

A Reforma Tributária do consumo nasce da necessidade de corrigir um dos sistemas fiscais mais complexos, caros e litigiosos do mundo. Atualmente, empresas brasileiras precisam lidar com regras diferentes para ICMS (27 estados) e ISS (mais de 5.500 municípios), além de PIS, COFINS e IPI, cada um com bases de cálculo próprias, cumulatividade e exceções.

Esse cenário gera:

  • insegurança jurídica;
  • alto custo de conformidade;
  • guerra fiscal entre estados e municípios;
  • dificuldades para crescer e investir;
  • perda de competitividade internacional.

A reforma busca simplificar, padronizar e tornar transparente a tributação sobre o consumo, aproximando o Brasil dos modelos mais eficientes do mundo.


Qual o objetivo central da Reforma Tributária?

O objetivo da Reforma Tributária não é apenas trocar nomes de impostos. A proposta é estrutural.

Entre os principais objetivos, destacam-se:

  • simplificação do sistema tributário;
  • eliminação da cumulatividade (efeito cascata);
  • neutralidade econômica (menos distorções nas decisões de negócio);
  • tributação no destino, e não mais na origem;
  • redução da guerra fiscal;
  • maior transparência para empresas e consumidores.

Estudos do próprio Ministério da Fazenda indicam que essas mudanças podem gerar crescimento adicional de 12% a 20% do PIB ao longo de 15 anos, tornando o ambiente de negócios mais previsível e eficiente.


O novo modelo: IVA Dual (IBS + CBS)

O coração da Reforma Tributária é a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA dual), amplamente utilizado em países desenvolvidos.

Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)

  • Tributo federal
  • Substitui PIS e COFINS
  • Incide sobre bens e serviços
  • Não cumulativo
  • Gera crédito amplo

Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)

  • Tributo estadual e municipal compartilhado
  • Substitui ICMS e ISS
  • Regras uniformes em todo o país
  • Gestão centralizada por um Comitê Gestor
  • Fim da legislação fragmentada por estado e município

Imposto Seletivo (IS)

Conhecido como “imposto do pecado”, incidirá sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como:

  • cigarros;
  • bebidas alcoólicas;
  • outros produtos definidos em lei.


Cronograma da Reforma Tributária: transição completa até 2033

A Reforma Tributária não entra em vigor de forma abrupta. O processo foi desenhado para ocorrer gradualmente, permitindo adaptação de empresas, governos e sistemas.

Visão geral da transição

  • Início da regulamentação: 2024–2025
  • Período de testes: 2026
  • Primeira virada efetiva: 2027
  • Transição ICMS/ISS → IBS: 2029 a 2032
  • Sistema totalmente novo: 2033

2024 e 2025: fase de regulamentação

Esse período é marcado pela consolidação das regras por meio da Lei Complementar nº 214/2025, que detalha:

  • funcionamento do IBS e da CBS;
  • criação do Comitê Gestor do IBS;
  • regimes específicos e alíquotas diferenciadas;
  • cashback tributário para famílias de baixa renda;
  • regras do Imposto Seletivo.

Embora ainda não haja impacto financeiro direto relevante, essa é a fase mais estratégica para o planejamento, pois define as bases do novo sistema.

👉 Empresas que se organizam agora evitam retrabalho e erros caros no futuro.


2026: ano de testes do novo sistema

O ano de 2026 funcionará como um período de teste obrigatório, com alíquotas simbólicas:

TributoAlíquota em 2026Finalidade
CBS0,9%Teste do tributo federal
IBS0,1%Teste do tributo estadual/municipal

Apesar do impacto financeiro reduzido, o cumprimento das obrigações acessórias será fundamental. Empresas que não se adaptarem poderão enfrentar problemas quando as alíquotas definitivas entrarem em vigor.


2027 e 2028: CBS em pleno vigor e fim do IPI

O ano de 2027 marca a primeira grande virada prática da Reforma Tributária.

Principais mudanças

  • CBS substitui definitivamente PIS e COFINS
  • IPI é zerado (com exceção da Zona Franca de Manaus)
  • Imposto Seletivo começa a ser aplicado

O ano de 2028 será de consolidação e ajustes operacionais.


2029 a 2032: transição ICMS e ISS para IBS

Essa é a fase mais complexa da reforma.

AnoIBSICMS/ISS remanescentes
202910%90%
203020%80%
203130%70%
203240%60%

Durante esse período, as empresas lidarão simultaneamente com:

  • CBS
  • IBS parcial
  • ICMS e ISS reduzidos

👉 Planejamento tributário e sistemas bem ajustados serão indispensáveis.


2033: implementação total do novo sistema

A partir de 1º de janeiro de 2033:

  • ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI serão extintos
  • IBS, CBS e Imposto Seletivo estarão plenamente em vigor
  • O Brasil passará a operar integralmente no modelo de IVA Dual

A alíquota vai aumentar ou diminuir?

A resposta técnica é: depende do setor, da estrutura e do planejamento.

Estimativas apontam uma alíquota média combinada (IBS + CBS) em torno de 28%, mas:

  • setores essenciais terão alíquotas reduzidas;
  • cesta básica terá alíquota zero;
  • serviços de saúde, educação e cultura terão redução de 60%;
  • transporte público terá redução de 30%.

Reforma Tributária e Simples Nacional

O Simples Nacional não será extinto, mas passará a operar em um modelo híbrido.

Duas opções para o IBS e a CBS

  • recolher dentro do DAS (sem gerar crédito)
  • recolher fora do DAS (gerando crédito para clientes)

Empresas B2B precisarão analisar cuidadosamente essa escolha para não perder competitividade.


Por que o planejamento precisa começar antes de 2026

Esperar a reforma “chegar” é um erro estratégico.

Riscos

  • impacto negativo no fluxo de caixa (split payment)
  • perda de crédito tributário
  • contratos mal estruturados
  • sistemas despreparados

Oportunidades

  • aproveitamento amplo de créditos
  • redução de litígios
  • previsibilidade tributária
  • vantagem competitiva

Estudo de caso: empresa preparada pela AEXO Contabilidade

Uma empresa de serviços B2B, optante pelo Simples Nacional, vende majoritariamente para outras empresas.

Com o apoio da AEXO Contabilidade:

  • simulou cenários com IBS/CBS;
  • optou por recolhimento “por fora” do DAS;
  • ajustou contratos;
  • adaptou ERP e emissão de notas.

Resultado:

  • manutenção da competitividade
  • geração de crédito para clientes
  • transição segura para o novo modelo.

Recomendações práticas para empresas | Cronograma da Reforma Tributária

  • revise seu regime tributário anualmente;
  • simule cenários da Reforma Tributária;
  • adapte sistemas e ERPs;
  • revise contratos;
  • acompanhe regulamentações;
  • conte com especialistas em tributação.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva, técnica e estratégica durante toda a transição da Reforma Tributária.

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Como Abrir uma Empresa: APRENDA DE FORMA RÁPIDA E PRÁTICA

COMO GANHAR DINHEIRO COM DROPSHIPPING

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É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o Cronograma da Reforma Tributária

1. A Reforma Tributária já está valendo?
Sim, a transição já começou.

2. Quando o novo imposto entra em vigor de fato?
CBS em 2027 e IBS gradualmente até 2033.

3. O Simples Nacional vai acabar?
Não.

4. Empresas pequenas serão prejudicadas?
Depende do planejamento.

5. A carga tributária vai aumentar?
Depende do setor e da estrutura.

6. O que é IBS?
Imposto que substitui ICMS e ISS.

7. O que é CBS?
Imposto que substitui PIS e COFINS.

8. O que é split payment?
Retenção automática do imposto no pagamento.

9. Preciso mudar meus sistemas?
Sim, obrigatoriamente.

10. Quem pode me ajudar?
A AEXO Contabilidade.


Conclusão: a Reforma Tributária não é um evento é um processo estratégico

A Reforma Tributária redefine a forma como empresas calculam preços, margens, contratos e fluxo de caixa. Quem se antecipa transforma complexidade em vantagem competitiva.

Quem ignora o cronograma corre riscos desnecessários.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário, Reforma Tributária e adaptação empresarial, ajudando empresas a atravessar esse período com segurança, eficiência e inteligência fiscal.


AEXO a sua Contabilidade

👉 Quer preparar sua empresa para o Cronograma da Reforma Tributária de 2026 a 2033?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e receba uma análise estratégica personalizada.

O futuro tributário da sua empresa começa agora.

cronograma da reforma tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O Que é Recuperação Tributária? Guia Completo para Recuperar Impostos Pagos Indevidamente e Aumentar o Caixa da Sua Empresa

Introdução: por que milhares de empresas pagam impostos a mais sem perceber

Recuperação Tributária: No Brasil, pagar impostos faz parte da rotina de qualquer empresa. Entretanto, o que poucos empresários sabem, ou compreendem em profundidade, é que uma parcela significativa desses tributos é paga indevidamente ou a maior, todos os meses, de forma silenciosa e recorrente.

Isso acontece não por má-fé, mas por um sistema tributário extremamente complexo, com milhares de normas, interpretações divergentes, mudanças constantes na legislação e falhas operacionais que acabam sendo absorvidas pelas empresas como se fossem “custos normais”.

É nesse cenário que surge a recuperação tributária: uma estratégia totalmente legal, reconhecida pela Receita Federal e amplamente utilizada por empresas bem assessoradas, para reaver valores pagos indevidamente nos últimos anos, corrigidos pela taxa Selic.

Ao longo deste artigo, você entenderá:

  • o que é recuperação tributária;
  • como ela funciona na prática;
  • quais impostos podem ser recuperados;
  • quem tem direito à recuperação;
  • impactos financeiros reais no caixa;
  • erros comuns que impedem a recuperação;
  • tendências com a Reforma Tributária;
  • um estudo de caso real;
  • como iniciar um processo seguro;
  • e por que contar com especialistas como a AEXO Contabilidade faz toda a diferença.

Este conteúdo foi desenvolvido para ser o guia mais completo sobre recuperação tributária disponível hoje, tanto para empresários quanto para gestores financeiros e contadores.

recuperação tributária


1. O que é recuperação tributária?

Definição clara e objetiva

Recuperação tributária é o processo legal de identificar, revisar e reaver tributos pagos indevidamente ou a maior, em razão de erros de cálculo, interpretação incorreta da legislação, enquadramento tributário inadequado ou aplicação indevida de alíquotas.

Esses valores podem ser recuperados por meio de:

  • compensação tributária (abatimento em impostos futuros);
  • restituição em dinheiro (em alguns casos específicos).

Tudo isso ocorre dentro da lei, com base no Código Tributário Nacional (CTN).


O que NÃO é recuperação tributária

É fundamental desfazer alguns mitos:

❌ Não é sonegação
❌ Não é fraude
❌ Não é “jeitinho”
❌ Não é brecha ilegal
❌ Não expõe a empresa a riscos quando bem feita

👉 Recuperação tributária é exercício legítimo de um direito do contribuinte.

A própria Receita Federal reconhece o direito de restituição ou compensação de tributos pagos indevidamente.


2. Por que a recuperação tributária é tão importante para as empresas

A recuperação tributária impacta diretamente caixa, lucro e competitividade.

2.1 Impacto direto no fluxo de caixa com a recuperação tributária

Diferentemente de outras estratégias, a recuperação tributária:

  • injeta dinheiro no caixa;
  • reduz pagamentos futuros;
  • melhora liquidez sem endividamento;
  • fortalece capital de giro.

Em muitos casos, os valores recuperados equivalem a meses inteiros de faturamento líquido.


2.2 Correção de distorções históricas

Empresas podem recuperar tributos pagos indevidamente nos últimos 5 anos (prazo decadencial).

Ou seja, erros antigos continuam gerando prejuízo até hoje e podem ser revertidos.


2.3 Vantagem competitiva

Empresas que recuperam tributos:

  • conseguem investir mais;
  • praticam preços melhores;
  • aumentam margem de lucro;
  • crescem com menos pressão financeira.

É por isso que grupos empresariais e empresas bem estruturadas realizam recuperação tributária de forma recorrente, com apoio de especialistas como a AEXO Contabilidade.


3. Quais impostos podem ser recuperados

A recuperação tributária pode abranger tributos federais, estaduais e municipais, dependendo do perfil da empresa.

3.1 Tributos federais mais comuns

  • PIS e COFINS (especialmente em regimes cumulativos e não cumulativos)
  • INSS sobre folha de pagamento
  • IRPJ e CSLL (em situações específicas)
  • IPI (em determinados setores)

3.2 Tributos estaduais

  • ICMS (principal foco da recuperação tributária no Brasil)
    • ICMS-ST pago indevidamente
    • ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS
    • créditos não aproveitados

3.3 Tributos municipais

  • ISS pago indevidamente
  • enquadramentos incorretos de alíquota
  • bitributação entre municípios

4. Recuperação tributária na prática: como funciona o processo

A recuperação tributária não é um pedido simples. Trata-se de um processo técnico, que exige metodologia, conhecimento jurídico-tributário e extrema organização documental.

4.1 Etapa 1 — Diagnóstico tributário

Tudo começa com uma análise profunda:

  • regime tributário atual e histórico;
  • tipo de atividade (CNAE);
  • faturamento;
  • notas fiscais;
  • apuração de impostos;
  • obrigações acessórias;
  • pagamentos realizados.

A AEXO Contabilidade utiliza uma metodologia própria de diagnóstico, cruzando dados fiscais e contábeis para identificar oportunidades reais.


4.2 Etapa 2 — Identificação de créditos tributários

Após o diagnóstico, são identificados:

  • pagamentos indevidos;
  • pagamentos a maior;
  • créditos não aproveitados;
  • interpretações incorretas aplicadas no passado.

Nem toda empresa terá direito a todos os créditos, por isso a análise precisa ser técnica e personalizada.


4.3 Etapa 3 — Validação jurídica

Antes de qualquer procedimento, é essencial validar:

  • base legal;
  • jurisprudência;
  • decisões administrativas e judiciais;
  • riscos envolvidos.

Recuperação tributária não pode ser genérica. Cada crédito precisa ter fundamento sólido.


4.4 Etapa 4 — Recuperação via compensação ou restituição

Após validação, o crédito pode ser:

  • compensado com tributos futuros;
  • restituído em dinheiro (quando aplicável).

A compensação é o método mais comum e eficiente.


5. Impactos financeiros reais da recuperação tributária

Exemplo prático 1 — Empresa de serviços | Recuperação Tributária

Empresa faturando R$ 80.000/mês, no Simples Nacional.

Após revisão:

  • ISS recolhido indevidamente
  • erro de enquadramento de alíquota

👉 Crédito recuperado em 5 anos: R$ 96.000
👉 Compensação mensal reduzindo impostos por mais de 18 meses.


Exemplo prático 2 — Comércio | Recuperação Tributária

Empresa no Lucro Presumido.

Após análise:

  • ICMS-ST pago a maior
  • créditos não aproveitados

👉 Recuperação total: R$ 180.000
👉 Impacto direto no capital de giro.


6. Recuperação tributária e os principais regimes tributários

6.1 Simples Nacional | Recuperação Tributária

O Simples Nacional é um regime tributário criado para simplificar a arrecadação de impostos das micro e pequenas empresas, unificando diversos tributos em uma única guia mensal, o DAS. Ele é indicado, em regra, para negócios com faturamento anual dentro do limite legal e estrutura operacional mais enxuta, pois reduz burocracias e facilita o cumprimento das obrigações fiscais. Além disso, quando bem planejado, pode oferecer alíquotas iniciais mais baixas, especialmente para empresas de serviços enquadradas corretamente e com folha de pagamento relevante. No entanto, apesar da simplicidade, o Simples exige atenção estratégica, já que escolhas erradas de atividade ou crescimento sem revisão podem elevar significativamente a carga tributária ao longo do tempo.

Apesar de ser simplificado, o Simples também gera oportunidades de recuperação, especialmente em:

  • ISS pago indevidamente;
  • ICMS-ST;
  • exclusões indevidas de benefícios;
  • erro de enquadramento de atividade.

O mito de que “no Simples não existe recuperação” é falso.


6.2 Lucro Presumido | Recuperação Tributária

O Lucro Presumido é um regime em que o governo presume uma margem de lucro sobre o faturamento da empresa para calcular o IRPJ e a CSLL, independentemente do lucro real obtido. Esse modelo costuma ser vantajoso para empresas com margens efetivas superiores às presunções legais, operação organizada e custos relativamente baixos. Embora seja mais complexo que o Simples, ele oferece maior previsibilidade tributária e pode resultar em economia para negócios que já ultrapassaram os limites do Simples ou que se enquadram em atividades com presunções favoráveis. Ainda assim, o Lucro Presumido exige controle contábil adequado, pois erros na classificação das receitas ou na apuração dos tributos podem gerar pagamento indevido de impostos.

Neste regime, surgem oportunidades relevantes em:

  • PIS e COFINS cumulativos;
  • ICMS na base do PIS/COFINS;
  • ISS indevido;
  • presunções aplicadas de forma errada.

6.3 Lucro Real | Recuperação Tributária

O Lucro Real é o regime mais técnico e detalhado do sistema tributário brasileiro, no qual os impostos sobre o lucro incidem sobre o resultado efetivamente apurado pela contabilidade. Ele é obrigatório para algumas empresas e recomendado para operações com margens variáveis, altos custos dedutíveis ou períodos intensos de investimento, pois permite pagar imposto apenas quando há lucro real. Apesar de demandar maior rigor contábil, controles internos robustos e acompanhamento constante, o Lucro Real pode representar a opção mais justa e eficiente em termos tributários para empresas bem estruturadas. Quando corretamente aplicado, esse regime possibilita o aproveitamento amplo de créditos e a redução legal da carga tributária, alinhando os impostos à realidade financeira do negócio.

É o regime com maior potencial de recuperação, pois envolve:

  • créditos não cumulativos;
  • despesas dedutíveis mal aproveitadas;
  • ajustes fiscais;
  • prejuízos fiscais.

Por outro lado, exige altíssimo nível técnico.


7. Recuperação tributária e a Reforma Tributária

Com a Reforma Tributária, tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS serão substituídos por CBS e IBS.

O que muda na recuperação tributária?

  • créditos passam a ter papel central;
  • maior rastreabilidade fiscal;
  • menor tolerância a erros;
  • necessidade de revisão histórica antes da transição.

👉 Empresas que não revisarem o passado podem perder o direito de recuperar valores após a transição.

A AEXO Contabilidade já orienta clientes a antecipar análises antes da implementação total da Reforma Tributária.


8. Erros comuns que impedem a recuperação tributária

❌ Acreditar que “nunca pagou imposto errado”

❌ Não guardar documentos fiscais

❌ Confiar em análises genéricas

❌ Misturar recuperação com sonegação

❌ Não validar juridicamente os créditos

❌ Fazer compensações sem critério

❌ Não contar com especialistas

Esses erros podem gerar autuações e perda de créditos legítimos.


9. Estudo de caso: recuperação tributária conduzida pela AEXO Contabilidade

Uma empresa de tecnologia faturava R$ 150.000/mês no Lucro Presumido.

Após análise da AEXO Contabilidade:

  • identificação de ICMS na base do PIS/COFINS;
  • revisão de créditos não aproveitados;
  • correção de enquadramento fiscal.

Resultado:

  • R$ 312.000 em créditos tributários
  • compensação mensal reduzindo impostos por mais de 24 meses
  • melhoria expressiva no caixa
  • zero autuações, processo 100% seguro.

10. Recomendações práticas para empresas interessadas em recuperação tributária

  • mantenha documentação organizada;
  • revise tributos periodicamente;
  • não confie em promessas irreais;
  • faça diagnóstico técnico;
  • valide juridicamente cada crédito;
  • conte com contabilidade especializada;
  • antecipe-se à Reforma Tributária.

A AEXO Contabilidade atua com metodologia própria, segurança jurídica e foco em resultados reais.

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FAQ — Perguntas Frequentes sobre Recuperação Tributária

1. Recuperação tributária é legal?

Sim, totalmente legal.

2. Toda empresa pode recuperar impostos?

Muitas podem, mas depende de análise técnica.

3. Qual o prazo para recuperar tributos?

Até 5 anos retroativos.

4. É possível receber o dinheiro de volta?

Em alguns casos, sim; geralmente via compensação.

5. O Simples Nacional permite recuperação?

Sim, em diversas situações.

6. Existe risco de fiscalização?

Não, quando o processo é bem fundamentado.

7. Quanto tempo leva o processo?

Depende do tributo e do volume de dados.

8. Posso fazer sozinho?

Não é recomendado.

9. Recuperação serve para pequenas empresas?

Sim, inclusive para ME e EPP.

10. Quem pode conduzir a recuperação?

Contadores tributaristas especializados, como a AEXO Contabilidade.


Conclusão: recuperação tributária é dinheiro que já é seu por direito

Recuperação tributária não cria economia artificial.
Ela devolve ao caixa da empresa aquilo que nunca deveria ter saído.

Em um país com alta carga tributária, deixar de revisar tributos é abrir mão de recursos preciosos.

Empresas inteligentes revisam, corrigem e recuperam.
Empresas despreparadas continuam pagando mais do que deveriam.

A AEXO Contabilidade é referência em recuperação tributária segura, estratégica e 100% legal, ajudando empresas a transformar impostos pagos indevidamente em crescimento sustentável.


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Recuperar impostos é um direito. Exercê-lo corretamente é inteligência financeira.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

recuperação tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O Que é Planejamento Tributário? Guia Completo para Reduzir Impostos Legalmente e Proteger o Crescimento da Sua Empresa

Introdução: por que entender planejamento tributário deixou de ser opcional

No Brasil, pagar impostos é uma realidade inevitável. Entretanto, pagar impostos em excesso não é uma obrigação é, na maioria das vezes, consequência de falta de informação, ausência de estratégia ou escolhas tributárias equivocadas. Nesse contexto, o planejamento tributário surge como uma das ferramentas mais poderosas para empresas e profissionais que desejam crescer com segurança, previsibilidade e eficiência financeira.

Apesar de ser amplamente comentado, o conceito ainda é cercado de mitos. Muitos empresários confundem planejamento tributário com sonegação, enquanto outros acreditam que ele só é acessível para grandes corporações. Há também quem pense que basta trocar de contador para “pagar menos imposto”, sem compreender que a economia tributária exige análise técnica, visão estratégica e profundo conhecimento da legislação.

A verdade é simples: planejamento tributário é um direito garantido por lei, reconhecido pela própria Receita Federal, desde que realizado de forma lícita, transparente e fundamentada. Empresas que ignoram essa prática acabam operando no “piloto automático”, aceitando cargas tributárias desnecessariamente altas, reduzindo margens de lucro e assumindo riscos fiscais silenciosos.

Ao longo deste artigo, você entenderá de forma clara e acessível:

  • o que é planejamento tributário;
  • por que ele é tão importante para empresas e profissionais;
  • quais são seus impactos financeiros reais;
  • como funciona na prática;
  • quais erros devem ser evitados;
  • quais tendências moldam o futuro da tributação no Brasil;
  • como estruturar um planejamento eficiente;
  • quando e por que contar com uma contabilidade especializada como a AEXO Contabilidade.

Este conteúdo foi desenvolvido para ser o guia mais completo sobre planejamento tributário disponível hoje, servindo tanto para empresários iniciantes quanto para empresas já consolidadas.

o que é planejamento tributário


1. O que é planejamento tributário?

Planejamento tributário é o conjunto de estratégias legais utilizadas para reduzir, adiar ou otimizar o pagamento de tributos, respeitando integralmente a legislação vigente. Ele envolve análise detalhada da atividade econômica, do regime tributário, da estrutura jurídica, das operações realizadas e das possibilidades previstas em lei.

De forma objetiva, planejamento tributário significa pagar apenas o que é devido e não mais do que isso.

Definição técnica

Sob a ótica jurídica e contábil, planejamento tributário consiste em:

“Organizar as atividades econômicas do contribuinte de modo a alcançar a menor carga tributária possível, dentro dos limites legais.”

Esse conceito é amplamente aceito pelos tribunais, desde que não envolva simulação, fraude ou omissão de informações.


2. Planejamento tributário não é sonegação: entenda a diferença

Uma das maiores barreiras para a adoção do planejamento tributário é o medo de estar cometendo alguma irregularidade. Por isso, é essencial diferenciar três conceitos distintos:

2.1 Planejamento tributário (lícito)

  • Usa brechas legais previstas em lei
  • Escolhe o regime tributário mais vantajoso
  • Aproveita incentivos fiscais
  • Organiza operações de forma estratégica
  • É permitido e reconhecido legalmente

2.2 Elisão fiscal

  • Forma técnica de planejamento tributário
  • Baseada em lacunas ou opções legais
  • Totalmente permitida

2.3 Evasão fiscal (ilícita)

  • Omissão de receitas
  • Fraude documental
  • Simulação de operações
  • Sonegação de impostos

A AEXO Contabilidade atua exclusivamente com planejamento tributário lícito, garantindo segurança jurídica total aos seus clientes.


3. Por que o planejamento tributário é tão importante para empresas e profissionais

O impacto do planejamento tributário vai muito além da simples redução de impostos. Ele afeta diretamente a saúde financeira e a longevidade do negócio.

3.1 Redução significativa da carga tributária

Empresas sem planejamento costumam pagar impostos em excesso por:

  • regime tributário inadequado;
  • enquadramento errado da atividade;
  • falta de aproveitamento de benefícios legais;
  • ausência de organização contábil.

Com planejamento tributário adequado, a economia pode variar de 10% a mais de 50%, dependendo do caso.


3.2 Aumento da competitividade

Menos imposto pago significa:

  • maior margem de lucro;
  • preços mais competitivos;
  • mais capacidade de investimento;
  • vantagem frente a concorrentes despreparados.

3.3 Previsibilidade financeira

Planejar tributos permite:

  • saber quanto será pago ao longo do ano;
  • evitar surpresas fiscais;
  • organizar fluxo de caixa;
  • reduzir riscos de endividamento.

3.4 Redução de riscos fiscais

Empresas sem planejamento operam constantemente sob risco de:

  • autuações;
  • multas;
  • juros elevados;
  • fiscalizações inesperadas.

Um bom planejamento reduz drasticamente esses riscos.


4. Impactos financeiros reais do planejamento tributário

O planejamento tributário gera efeitos diretos e mensuráveis nas finanças da empresa.

Exemplo prático 1

Uma empresa que fatura R$ 50.000 por mês:

  • Sem planejamento: paga cerca de 16% de impostos → R$ 8.000
  • Com planejamento adequado: paga cerca de 8% → R$ 4.000

👉 Economia mensal: R$ 4.000
👉 Economia anual: R$ 48.000


Exemplo prático 2

Profissional liberal atuando como pessoa física:

  • Tributação PF: até 27,5%
  • Tributação PJ com planejamento: entre 6% e 11%

A diferença anual pode ultrapassar R$ 60.000.


5. Tipos de planejamento tributário

O planejamento tributário pode ser classificado de diferentes formas, conforme o momento e a profundidade da análise.

5.1 Planejamento tributário preventivo

Realizado antes das operações, com foco em:

É o mais recomendado.


5.2 Planejamento tributário corretivo

Aplicado quando a empresa já está operando, visando:

  • corrigir enquadramentos errados;
  • reduzir carga tributária futura;
  • regularizar situações fiscais.

5.3 Planejamento tributário estratégico

Voltado ao longo prazo, envolvendo:

  • reorganização societária;
  • abertura ou fechamento de filiais;
  • segregação de atividades;
  • expansão nacional ou internacional.

6. Análise técnica: como funciona o planejamento tributário na prática

Um planejamento tributário eficiente envolve diversas etapas técnicas.

6.1 Diagnóstico fiscal

Análise completa de:

  • faturamento;
  • tipo de atividade;
  • notas fiscais;
  • despesas;
  • regime atual;
  • histórico fiscal.

6.2 Escolha do regime tributário

Avaliação entre:

Cada regime possui regras, vantagens e riscos distintos.


6.3 Revisão de CNAE e enquadramento

O CNAE influencia diretamente:

  • alíquota de impostos;
  • possibilidade de Simples Nacional;
  • tipo de nota fiscal;
  • obrigações acessórias.

6.4 Aproveitamento de benefícios legais

Inclui:

  • incentivos fiscais;
  • isenções;
  • créditos tributários;
  • não incidências previstas em lei.

7. Erros comuns no planejamento tributário

Mesmo com boas intenções, muitos empresários cometem erros graves.

Erro 1 — Acreditar que planejamento é só trocar de regime

Sem análise profunda, a troca pode aumentar impostos.

Erro 2 — Confiar em soluções genéricas

Cada empresa possui realidade própria.

Erro 3 — Misturar planejamento com sonegação

Isso gera risco fiscal elevado.

Erro 4 — Não revisar o planejamento periodicamente

Mudanças legais exigem atualização constante.

Erro 5 — Não contar com especialistas

Planejamento exige conhecimento técnico aprofundado.


8. Planejamento tributário e a Reforma Tributária

Com a Reforma Tributária, tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS serão substituídos por CBS e IBS. Isso tornará o planejamento ainda mais relevante.

Tendências claras incluem:

  • maior fiscalização digital;
  • cruzamento automático de dados;
  • redução de margens para erros;
  • necessidade de planejamento contínuo.

Empresas que se antecipam saem na frente.


9. Estudo de caso: como a AEXO Contabilidade reduziu impostos de uma empresa em 42%

Uma empresa de serviços digitais faturava R$ 120.000/mês e pagava cerca de 18% em impostos.

Após diagnóstico realizado pela AEXO Contabilidade:

  • regime tributário foi ajustado;
  • CNAE corrigido;
  • estrutura societária reorganizada;
  • despesas corretamente classificadas.

Resultado:

  • carga tributária caiu para 10,5%;
  • economia anual superior a R$ 120.000;
  • risco fiscal reduzido drasticamente.

10. Recomendações práticas para aplicar planejamento tributário

  • revise seu regime tributário anualmente;
  • organize receitas e despesas mensalmente;
  • evite decisões fiscais sem análise técnica;
  • documente todas as operações;
  • conte com contabilidade especializada;
  • acompanhe mudanças na legislação.

A AEXO Contabilidade oferece planejamento tributário personalizado, seguro e focado em resultados reais.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre Planejamento Tributário

1. Planejamento tributário é legal?

Sim, desde que respeite a legislação.

2. Toda empresa pode fazer planejamento tributário?

Sim, independentemente do porte.

3. Planejamento reduz imposto mesmo?

Sim, quando bem estruturado.

4. Com que frequência deve ser feito?

Ao menos uma vez por ano ou quando houver mudanças.

5. Simples Nacional dispensa planejamento?

Não. Mesmo no Simples, o planejamento é essencial.

6. Planejamento serve para pessoa física?

Sim, especialmente para profissionais liberais.

7. Pode gerar fiscalização?

Não, quando feito corretamente.

8. Quem deve fazer o planejamento?

Contadores especializados e experientes.

9. Planejamento evita multas?

Reduz significativamente os riscos.

10. Quanto custa um planejamento tributário?

Muito menos do que pagar imposto em excesso.


Planejamento Tributário na Prática: a Visão de um Contador Tributarista

Planejamento tributário não é um exercício teórico nem um “truque fiscal”. Na prática, ele representa a engenharia legal dos fatos geradores, ou seja, a forma como a empresa se organiza para que suas operações ocorram dentro das alternativas menos onerosas previstas em lei. O papel do contador tributarista é antecipar cenários, interpretar normas, avaliar riscos e estruturar decisões que reduzam impostos sem jamais ultrapassar a linha da legalidade.

Diferentemente da contabilidade operacional, que registra fatos já ocorridos, o planejamento tributário é proativo. Ele atua antes da operação acontecer, influenciando decisões como: forma de contratação, modelo de faturamento, local da prestação do serviço, escolha do regime tributário, enquadramento da atividade (CNAE), estrutura societária e até o fluxo financeiro.

É exatamente nesse ponto que empresas economizam dezenas ou centenas de milhares de reais por ano sem qualquer risco fiscal, quando orientadas por especialistas como a AEXO Contabilidade, que atua com foco exclusivo em planejamento lícito e sustentável.


Planejamento Tributário e a Reforma Tributária: o que muda na lógica da redução de impostos

A Reforma Tributária brasileira não elimina o planejamento tributário — pelo contrário, ela o torna ainda mais estratégico. O que muda não é a possibilidade de planejar, mas o foco do planejamento.

Com a substituição gradual de tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS pelos novos CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), o sistema caminha para um modelo de IVA dual, com incidência mais transparente e não cumulativa.

O que isso significa, na prática?

  1. Menos espaço para erros formais
    O cruzamento de dados será praticamente automático, exigindo contabilidade extremamente organizada.
  2. Maior relevância da cadeia econômica
    O crédito e o débito do imposto passam a ter papel central. Empresas mal estruturadas podem perder créditos importantes.
  3. Mudança no foco da economia tributária
    A redução de impostos deixa de estar apenas no “quanto pago” e passa a envolver:
    • estrutura da operação
    • aproveitamento de créditos
    • localização da atividade
    • modelo de contratação
    • segregação de receitas
  4. Valorização do planejamento preventivo
    Planejar antes da operação será muito mais importante do que tentar corrigir depois.

A AEXO Contabilidade já atua com simulações considerando cenários da Reforma Tributária, ajudando empresas a se posicionarem corretamente antes que as mudanças entrem plenamente em vigor.


Os Regimes Tributários e o Papel Estratégico de Cada Um no Planejamento

Escolher o regime tributário correto é uma das decisões mais importantes dentro do planejamento tributário. Essa escolha nunca deve ser automática ou baseada apenas no faturamento.

A seguir, uma análise aprofundada dos principais regimes sob a ótica de um tributarista.


Simples Nacional: quando é vantajoso — e quando se torna uma armadilha

O Simples Nacional foi criado para simplificar, mas não necessariamente para baratear em todos os casos. Do ponto de vista técnico, ele é vantajoso quando:

  • a empresa tem estrutura simples;
  • possui folha de pagamento relevante (Fator R);
  • atua com serviços compatíveis com o Anexo III;
  • tem margem de lucro média ou alta;
  • não perde créditos relevantes de impostos.

Por outro lado, torna-se desvantajoso quando:

  • a empresa cai no Anexo V (alíquotas mais altas);
  • há muitas despesas que poderiam ser deduzidas fora do Simples;
  • o cliente é pessoa jurídica que aproveita créditos;
  • o faturamento cresce e “empurra” a alíquota para faixas elevadas;
  • há atividades híbridas mal segregadas.

👉 Planejamento tributário no Simples não é sobre “estar ou não estar”, mas sobre como estar.
A AEXO Contabilidade atua fortemente na segregação de receitas, no uso correto do Fator R e no enquadramento preciso da atividade para manter o cliente no menor anexo possível.


Lucro Presumido: previsibilidade com estratégia

O Lucro Presumido é frequentemente mal compreendido. Ele não é apenas um regime “intermediário”, mas sim um modelo estratégico para empresas com margens reais superiores às presunções legais.

Tecnicamente, funciona melhor quando:

  • a margem de lucro real é maior que a presumida pelo governo;
  • a empresa tem poucos custos dedutíveis;
  • o faturamento já ultrapassa limites confortáveis do Simples;
  • o negócio possui receitas bem definidas;
  • há controle financeiro adequado.

Contudo, sem planejamento, o Lucro Presumido pode gerar:

  • bitributação indireta;
  • pagamento desnecessário de ISS ou ICMS;
  • erro na classificação das receitas;
  • perda de oportunidades de economia.

Um tributarista analisa não apenas a alíquota, mas o efeito combinado de IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e ISS, algo que a AEXO Contabilidade faz de forma integrada e personalizada.


Lucro Real: máxima aderência à realidade financeira

O Lucro Real é o regime mais técnico e, ao mesmo tempo, o mais poderoso quando bem utilizado. Ele é indicado quando:

  • a empresa possui custos elevados;
  • há grande volume de despesas dedutíveis;
  • a margem de lucro é variável ou baixa;
  • o negócio está em fase de investimento ou expansão;
  • há interesse em controle fiscal e contábil profundo.

Do ponto de vista do planejamento tributário, o Lucro Real permite:

  • pagar imposto apenas sobre o lucro efetivo;
  • utilizar prejuízos fiscais;
  • aproveitar créditos de forma ampla;
  • ajustar a carga tributária ao ciclo do negócio.

Por outro lado, exige:

  • contabilidade extremamente organizada;
  • controles rigorosos;
  • acompanhamento mensal;
  • compliance elevado.

👉 No Lucro Real, planejamento tributário e contabilidade são inseparáveis.
É nesse regime que a atuação de uma contabilidade especializada, como a AEXO Contabilidade, faz maior diferença entre pagar imposto demais ou pagar o justo.

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Planejamento Tributário Contínuo: não é evento, é processo

Um erro comum é tratar planejamento tributário como algo pontual. Na realidade, ele deve ser:

  • contínuo;
  • dinâmico;
  • revisado periodicamente;
  • ajustado conforme mudanças legais, crescimento do negócio e cenário econômico.

Com a Reforma Tributária, esse acompanhamento se torna ainda mais relevante, pois as regras passarão por fases de transição, exigindo leitura técnica constante.

Empresas que mantêm planejamento ativo:

  • antecipam riscos;
  • adaptam preços corretamente;
  • protegem margens;
  • tomam decisões estratégicas mais seguras.

AEXO Contabilidade: planejamento tributário como ferramenta de crescimento

A AEXO Contabilidade atua com uma visão moderna e consultiva, indo muito além do cálculo de impostos. O foco está em:

  • redução legal e sustentável da carga tributária;
  • planejamento alinhado à estratégia do negócio;
  • preparação para a Reforma Tributária;
  • segurança jurídica absoluta;
  • crescimento com previsibilidade.

Cada planejamento é personalizado, porque não existem duas empresas iguais.


Conclusão técnica

Planejamento tributário não é opcional em um país com alta carga tributária e fiscalização digital avançada. Ele é uma ferramenta de sobrevivência, crescimento e competitividade. Com a Reforma Tributária, empresas despreparadas sentirão o impacto primeiro. Já aquelas que contam com orientação especializada sairão na frente.

👉 Reduzir impostos legalmente é um direito. Planejar é a forma inteligente de exercê-lo.


Conclusão: planejamento tributário é estratégia, não custo

Planejamento tributário não é um luxo reservado a grandes empresas. Ele é uma necessidade estratégica para qualquer negócio que deseja crescer, lucrar mais e operar com segurança.

Quem planeja:

  • paga menos imposto;
  • reduz riscos;
  • aumenta competitividade;
  • cresce de forma sustentável.

Quem ignora:

  • perde dinheiro;
  • assume riscos desnecessários;
  • limita o próprio crescimento.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário, atuando com ética, técnica e foco absoluto em resultados.


AEXO: A sua Contabilidade!

👉 Quer descobrir quanto sua empresa pode economizar com planejamento tributário?
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Pagar menos imposto é um direito. Exercê-lo corretamente é uma estratégia inteligente.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

o que é planejamento tributário

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido? Guia Completo para 2025/2026

Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido? Escolher o regime tributário certo é uma das decisões mais importantes da vida de uma empresa. No começo, quase todo empreendedor escuta que Simples Nacional é sempre o melhor. Durante algum tempo isso pode ser verdade. Porém, à medida que o faturamento cresce, a realidade muda: a alíquota sobe, o DAS fica cada vez mais pesado e, silenciosamente, o imposto começa a consumir boa parte do lucro.

De um lado, existem empresas que permanecem no Simples Nacional apenas por hábito e acabam pagando muito mais tributos do que deveriam. De outro, estão as que analisam com calma os números, migram para o Lucro Presumido no momento certo e passam a economizar de 15% a 40% da carga tributária anual. A diferença entre esses dois grupos não é sorte; é planejamento tributário profissional.

Este guia foi escrito para explicar, de forma didática e estratégica:

  • Como o Simples Nacional realmente funciona
  • O que é o Lucro Presumido e quando ele se torna mais vantajoso
  • Quais sinais mostram que chegou a hora de estudar a migração
  • Como comparar, na prática, os dois regimes
  • Erros que fazem muitas empresas pagar imposto a mais sem perceber
  • O papel da Reforma Tributária e da Receita Federal nesse cenário
  • E como a AEXO Contabilidade Digital pode conduzir essa transição com segurança

Se o seu DAS está pesado, se o faturamento cresceu e a margem não acompanha, este artigo é para você.

quando migrar do simples nacional para o lucro presumido


1. Entendendo o Simples Nacional por dentro

O Simples Nacional foi criado para facilitar a vida das micro e pequenas empresas. Em vez de emitir várias guias, o empresário paga apenas um documento mensal, o DAS, que reúne vários tributos:

  • IRPJ
  • CSLL
  • PIS
  • COFINS
  • CPP (previdência patronal)
  • ICMS
  • ISS

Além dessa unificação, o Simples organiza as empresas em anexos, de acordo com o tipo de atividade:

  • Anexo I – Comércio
  • Anexo II – Indústria
  • Anexo III – Serviços em geral
  • Anexo IV – Serviços com encargos previdenciários específicos
  • Anexo V – Serviços em que a carga costuma ser mais alta

Anexo I – Comércio (ICMS, ISS e Tributos Federais)

FaixaReceita Bruta em 12 meses (R$)AlíquotaParcela a Deduzir (R$)Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1Até 180.000,004,00%0,004,00%
2De 180.000,01 a 360.000,007,30%5.940,005,94%
3De 360.000,01 a 720.000,009,50%13.860,007,63%
4De 720.000,01 a 1.800.000,0010,70%22.500,009,39%
5De 1.800.000,01 a 3.600.000,0014,30%87.300,0011,90%
6De 3.600.000,01 a 4.800.000,0019,00%378.000,0015,75%

Anexo II – Indústria (ICMS, ISS e Tributos Federais)

FaixaReceita Bruta em 12 meses (R$)AlíquotaParcela a Deduzir (R$)Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1Até 180.000,004,50%0,004,50%
2De 180.000,01 a 360.000,007,80%5.940,006,17%
3De 360.000,01 a 720.000,0010,00%13.860,008,08%
4De 720.000,01 a 1.800.000,0011,20%22.500,009,83%
5De 1.800.000,01 a 3.600.000,0014,70%85.500,0012,33%
6De 3.600.000,01 a 4.800.000,0030,00%720.000,0022,50%

Anexo III – Serviços de Locação de Bens Móveis, Construção de Imóveis e Outros (ISS e Tributos Federais)

FaixaReceita Bruta em 12 meses (R$)AlíquotaParcela a Deduzir (R$)Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1Até 180.000,006,00%0,006,00%
2De 180.000,01 a 360.000,0011,20%9.360,007,00%
3De 360.000,01 a 720.000,0013,50%17.640,008,55%
4De 720.000,01 a 1.800.000,0016,00%35.640,0010,20%
5De 1.800.000,01 a 3.600.000,0021,00%125.640,0014,50%
6De 3.600.000,01 a 4.800.000,0033,00%648.000,0020,50%

Anexo IV – Prestadores de Serviços (ISS e Tributos Federais)

FaixaReceita Bruta em 12 meses (R$)AlíquotaParcela a Deduzir (R$)Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1Até 180.000,004,50%0,004,50%
2De 180.000,01 a 360.000,009,00%8.100,006,75%
3De 360.000,01 a 720.000,0010,20%16.380,008,45%
4De 720.000,01 a 1.800.000,0012,50%29.280,0010,34%
5De 1.800.000,01 a 3.600.000,0016,30%66.960,0012,75%
6De 3.600.000,01 a 4.800.000,0022,00%201.960,0016,50%

Anexo V – Serviços de Engenharia, Medicina, Advocacia, entre outros (ISS e Tributos Federais)

FaixaReceita Bruta em 12 meses (R$)AlíquotaParcela a Deduzir (R$)Alíquota Efetiva Máxima (Simples Nacional)
1Até 180.000,0015,50%0,0015,50%
2De 180.000,01 a 360.000,0018,00%5.940,0014,90%
3De 360.000,01 a 720.000,0019,50%9.360,0015,70%
4De 720.000,01 a 1.800.000,0020,50%12.960,0016,75%
5De 1.800.000,01 a 3.600.000,0023,00%21.600,0018,40%
6De 3.600.000,01 a 4.800.000,0030,50%78.000,0024,00%

Outro ponto decisivo é que a alíquota não é fixa. Ela depende do faturamento acumulado dos últimos 12 meses. Quanto maior a receita bruta nesse período, maior será a alíquota efetiva. No início, quando a empresa fatura pouco, o Simples tende a ser bem vantajoso. Com o crescimento, o imposto sobe de faixa e passa a pesar cada vez mais.

Além disso, empresas no Simples não aproveitam créditos de PIS/COFINS. Quem compra de fornecedores que estão no regime não cumulativo paga mais imposto embutido no preço e, mesmo assim, não consegue recuperar esse valor. Para negócios com grande volume de compras, esse detalhe faz enorme diferença.

Resumindo: o Simples é excelente para começar e para empresas com faturamento menor. Porém, em determinado momento, ele pode deixar de ser o regime ideal.

Se você é empreendedor e precisa entender a fundo como calcular o Simples Nacional para empresas com menos de 12 meses, este vídeo é indispensável. Calcular os impostos do Simples parece simples, mas basta errar a alíquota, não considerar o fator R ou usar a tabela incorreta para gerar um prejuízo enorme para a empresa e até multas pesadas:


2. Fator R: o divisor de águas para empresas de serviços

Para muitos prestadores de serviços, o Fator R é o ponto que separa uma carga tributária saudável de uma tributação sufocante.

Esse indicador compara:

Folha de pagamento (pró-labore + salários + INSS)
÷
Faturamento dos últimos 12 meses

Se o resultado for maior ou igual a 28%, a empresa de serviços migra para o Anexo III do Simples, que possui alíquotas muito mais baixas.
Se o resultado for menor que 28%, ela permanece no Anexo V, onde a carga tributária é significativamente maior.

Na prática, negócios com estrutura de pessoal mais robusta tendem a pagar menos imposto no Simples. Já empresas enxutas, com pouca folha e alto faturamento, acabam sendo penalizadas.

Monitorar o Fator R mês a mês é fundamental para:

  • Entender se a empresa está em risco de subir de anexo
  • Planejar aumentos de pró-labore ou contratações estratégicas
  • Avaliar se ainda faz sentido permanecer no Simples ou se é hora de simular o Lucro Presumido

3. Como funciona o Lucro Presumido

O Lucro Presumido é um regime tributário em que o governo “presume” uma margem de lucro sobre o faturamento. Em vez de apurar o lucro real da empresa, aplica-se um percentual de presunção, definido em lei, para calcular IRPJ e CSLL.

Exemplos típicos de presunção:

  • Comércio: 8% para IRPJ e 12% para CSLL
  • Prestação de serviços em geral: 32% para IRPJ e CSLL

Sobre essa base presumida aplicam-se as alíquotas de:

  • 15% de IRPJ (+ adicional de 10% se a base trimestral exceder R$ 60 mil)
  • 9% de CSLL

Além disso, as empresas no Lucro Presumido recolhem:

  • PIS e COFINS no regime cumulativo, com alíquotas menores (0,65% + 3%)
  • ISS ou ICMS, conforme o tipo de atividade e o município/estado

A apuração costuma ser trimestral, o que dá previsibilidade ao caixa e ajuda no planejamento financeiro.

Esse regime costuma ser muito atrativo quando:

  • A margem de lucro real é maior do que a margem presumida
  • O faturamento é mais alto e estável
  • A empresa não se beneficia do Simples (por causa de anexos ou Fator R)
  • Há pouca folha de pagamento e altos resultados

Por isso, clínicas, consultorias, empresas de tecnologia, engenharia, escritórios e prestadores de serviços em geral frequentemente encontram no Lucro Presumido uma combinação interessante entre carga tributária menor e previsibilidade.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


4. Comparando Simples Nacional x Lucro Presumido

Para decidir se vale a pena migrar, não basta “gostar” mais de um regime. É preciso comparar números.

Uma forma prática é analisar:

  1. Alíquota efetiva do Simples (valor do DAS ÷ faturamento)
  2. Carga total do Lucro Presumido, considerando IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ISS/ICMS e encargos

Tabela comparativa simplificada

AspectoSimples NacionalLucro Presumido
Forma de cálculoFaixas progressivas por faturamentoPresunção fixa sobre o faturamento
ApuraçãoMensal (DAS)Trimestral
Créditos de PIS/COFINSNão aproveitaNão cumulativo? Não; cumulativo, mas com alíquota menor
BurocraciaMais simplesExige contabilidade mais detalhada
Melhor faseNegócios menores ou em inícioEmpresas em crescimento, com boa margem
Risco de subir alíquotaAlto, conforme crescimentoBaixo: alíquota não tem faixas progressivas
Folha de pagamentoAjuda via Fator R em serviçosUsada para planejamento de pró-labore

A escolha correta depende de cada caso. Em muitos cenários, a alíquota efetiva do Simples ultrapassa 15% ou até 18%, enquanto o Lucro Presumido se mantém em torno de 11%–13%. Quando isso ocorre, o Simples deixa de fazer sentido.


5. O ponto de virada: quando o Simples começa a pesar

Na prática, o Simples se torna perigoso para o caixa da empresa quando:

  • O DAS passa de 13% ou 14% do faturamento
  • A empresa de serviços está travada no Anexo V, sem chance de Fator R
  • O negócio tem margem alta, porém não consegue aproveitar créditos
  • O faturamento cresce, mas o lucro parece “estacionado”
  • A concorrência cobra preços menores porque está em outro regime

Esse é o momento em que muitos empresários vêm à tona com a mesma sensação:

“Minha empresa fatura bem, mas eu não vejo o dinheiro.”

Em diversos casos, não é problema de venda, e sim de regime tributário mal escolhido.

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6. Exemplos práticos: quando o Lucro Presumido começa a ganhar do Simples

Para tornar a análise mais concreta, veja alguns cenários típicos.

Cenário 1 – Empresa de serviços no Anexo V

Imagine uma empresa de consultoria que fatura R$ 80 mil por mês e possui folha de pagamento muito baixa, o que a mantém no Anexo V.

  • Alíquota efetiva no Simples: algo entre 17% e 19%
  • Imposto mensal aproximado: R$ 13.600 a R$ 15.200

Se essa mesma empresa migrar para o Lucro Presumido, considerando presunção de 32% e carga total entre 13,33% e 16,33%:

  • Imposto mensal estimado: R$ 10.664,00 a R$ 13.064,00

A diferença anual pode superar R$ 50 mil.
Nesse cenário, permanecer no Simples apenas “porque é mais simples” pode custar muito caro.


Cenário 2 – Comércio com faturamento robusto

Agora considere um comércio faturando R$ 150 mil por mês.

  • No Simples, a alíquota efetiva pode ficar entre 8% e 11%
  • Isso gera impostos entre R$ 12 mil e R$ 16.500 por mês

No Lucro Presumido, com presunção de 8% e carga global em torno de 5,93% de impostos federais.

  • Os tributos giram entre R$ 7.050 e R$ 9.000 por mês

A economia anual pode passar tranquilamente de R$ 50 mil também.
Esse é um dos motivos pelos quais muitas empresas de comércio migram para o Presumido assim que ganham escala. Principalmente para utilizarem a estratégia do regime não cumulativo do ICMS.


Cenário 3 – Serviços com folha forte (Fator R favorável)

Em uma empresa de serviços que investe em equipe, mantêm pró-labore e salários representativos, o Fator R pode colocar o negócio no Anexo III, com alíquotas iniciais de 6%.

Nesse caso:

  • Se o faturamento estiver em torno de R$ 60 mil/mês
  • E a alíquota efetiva ficar entre 7% e 11%

O Simples ainda pode ser mais vantajoso que o Lucro Presumido, principalmente quando a margem não é tão alta.

Esse exemplo mostra que não existe solução única. A análise precisa ser sempre numérica e personalizada.


7. Sinais de que você deve estudar a migração agora | Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?

Alguns alertas indicam que está na hora de marcar uma reunião com a contabilidade e simular o Lucro Presumido:

  • O DAS ultrapassou 12% ou 13% do faturamento
  • Sua empresa está presa no Anexo V há meses
  • A folha de pagamento é pequena e dificilmente alcançará o Fator R
  • O faturamento cresce, mas o lucro não acompanha
  • Você sente que pratica preços no limite e, mesmo assim, o caixa aperta
  • Já ouviu concorrentes comentarem que estão no Lucro Presumido e pagam menos tributos
  • As projeções para o próximo ano indicam crescimento de receita

Quando vários desses pontos aparecem ao mesmo tempo, não é exagero dizer que ficar parado sai mais caro do que contratar um bom contador consultivo.


8. Quando NÃO é hora de sair do Simples Nacional

Por outro lado, migrar sem necessidade também pode sair caro. Não vale a pena deixar o Simples quando:

  • A empresa ainda está em fase inicial, com faturamento instável, operando com alíquota baixa de impostos
  • O negócio se beneficia muito do Fator R e paga alíquotas reduzidas no Anexo III
  • A gestão financeira ainda é frágil, com dificuldades para organizar documentos
  • O empreendedor não está pronto para lidar com um regime com mais obrigações acessórias
  • A simulação mostra economia pequena ou inexistente

Nessas situações, a estratégia mais inteligente é organizar a casa, fortalecer a gestão, aumentar o controle de custos e se preparar para migrar somente quando os números mostrarem vantagem real.


9. Erros Comuns ao Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido

Empresas que percebem que o Simples está caro nem sempre fazem a transição da forma correta. Entre os erros mais frequentes, estão:

  1. Comparar apenas a alíquota nominal, sem considerar base de cálculo, presunções e ISS/ICMS.
  2. Ignorar o histórico de 12 meses de faturamento, que influencia fortemente as faixas do Simples.
  3. Não revisar o CNAE, mantendo códigos incompatíveis com a nova realidade.
  4. Esquecer do pró-labore e das contribuições previdenciárias do sócio.
  5. Desconsiderar o impacto do PIS/COFINS cumulativo no Presumido.
  6. Tomar decisões por “achismo”, baseando-se apenas na experiência de outras empresas.
  7. Migrar em um trimestre de faturamento atípico, distorcendo os cálculos.

Esses deslizes podem transformar uma migração que deveria gerar economia em um movimento que aumenta o imposto e a burocracia. Por isso, qualquer decisão precisa ser sustentada em análise técnica.


10. Checklist prático: Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?

Use o checklist a seguir como filtro inicial. Se a maioria das respostas for “sim”, a probabilidade de o Lucro Presumido ser vantajoso é grande:

  • Minha alíquota efetiva no Simples ultrapassa 13%–14% do faturamento?
  • Minha empresa está no Anexo V e dificilmente conseguirá melhorar o Fator R?
  • Minha folha de pagamento é baixa em relação à receita?
  • Tenho boa margem de lucro e faturamento estável ou crescente?
  • Preciso ganhar competitividade de preço no meu mercado?
  • Sinto que pago muito imposto e ainda assim não vejo o lucro crescer?
  • Desejo expandir a empresa nos próximos anos, aumentando fortemente o faturamento?

Se você marcou quatro ou mais itens, é praticamente obrigatório pedir uma simulação comparativa entre Simples e Presumido.


11. E a Reforma Tributária? Como IBS e CBS entram nessa equação

A partir de 2026, a tributação no Brasil passará por uma transformação profunda com a implantação do IVA Dual, composto por:

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – substitui ICMS e ISS
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – substitui PIS e COFINS

O Simples Nacional continuará existindo, mas tende a ficar mais técnico. Parte das empresas poderá ter o IBS/CBS “por dentro” do DAS; outras conviverão com um Simples “híbrido”, onde certas operações serão tributadas por fora.

Já o Lucro Presumido, no médio prazo, deverá conviver com:

  • Nova forma de apuração de créditos e débitos de IBS/CBS
  • Possível integração com mecanismos como Split Payment
  • Aumento do cruzamento automático de dados fiscais

Nesse cenário, as empresas que já acompanham de perto seus números, têm contabilidade organizada e revisam o regime tributário de forma periódica sairão na frente.

Migrar agora, com planejamento, permite que você chegue em 2026 com a casa arrumada, em vez de tomar decisões de última hora com base em medo ou pressão.


12. Como a AEXO Contabilidade Digital conduz esse tipo de migração

A decisão de trocar de regime tributário não deveria ser tomada apenas com base em tabelas da internet. Ela precisa de:

  • Estudo do histórico de faturamento
  • Análise de margens e custos
  • Revisão de CNAEs e contratos
  • Projeções para os próximos anos
  • Simulações detalhadas de Simples x Presumido por cenário

É exatamente isso que a AEXO Contabilidade Digital faz diariamente.

A AEXO é uma contabilidade especializada em empresas prestadoras de serviços, negócios digitais, profissionais liberais, consultorias, clínicas, agências, escritórios e empresas de tecnologia. Além de atuar de forma 100% online, a AEXO foi escolhida por grandes players do mercado, como fintechs e empresas de meios de pagamento, para produzir conteúdo técnico e educacional – prova concreta da credibilidade e da profundidade técnica da equipe.

Com a AEXO, você não recebe apenas guias prontas. Você recebe:

  • Planejamento tributário sob medida
  • Simulação comparativa profissional entre Simples e Lucro Presumido
  • Apoio na decisão do melhor momento para migrar
  • Organização de toda a transição, sem dor de cabeça com o Fisco
  • Acompanhamento estratégico mês a mês

13. FAQ – Perguntas frequentes sobre migração do Simples para o Lucro Presumido

1. Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido é obrigatório em algum momento?

Não. A migração não é automática por faturamento (exceto em casos de desenquadramento por limite de receita do Simples). Ela é uma escolha estratégica, feita quando o Lucro Presumido passa a gerar economia tributária em relação ao Simples.


2. Toda empresa que fatura alto deve sair do Simples?

Nem sempre. Empresas com folha de pagamento robusta e Fator R favorável podem continuar com alíquotas competitivas, mesmo faturando valores elevados. Por isso a resposta depende dos números reais da empresa.


3. Posso voltar para o Simples depois de migrar para o Lucro Presumido?

Sim, é possível retornar, desde que a empresa cumpra os requisitos legais do regime, não tenha impedimentos específicos e faça a opção no prazo correto (normalmente em janeiro de cada ano). No entanto, ir e voltar sem planejamento pode gerar instabilidade tributária.


4. O Lucro Presumido sempre tem menos burocracia que o Lucro Real?

Sim. O Lucro Presumido é mais simples do que o Lucro Real, porque não exige apuração detalhada de todas as receitas e despesas para determinar o lucro contábil. Ainda assim, possui mais obrigações acessórias do que o Simples Nacional.


5. O que acontece se eu permanecer no Simples mesmo pagando caro?

Nada muda do ponto de vista legal; você continua regular. O problema é financeiro. A empresa perde competitividade, reduz margem de lucro e pode ficar sem espaço para investir em crescimento – enquanto concorrentes com regime mais adequado pagam menos e conseguem praticar preços melhores.


6. Preciso de contador para migrar para o Lucro Presumido?

Sim. A mudança de regime envolve diversas etapas formais, ajustes cadastrais e nova rotina de obrigações. Sem uma contabilidade especializada, o risco de erros aumenta, assim como o risco de autuações.


14. Conclusão: Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?

Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido pode ser uma das melhores decisões financeiras da sua empresa – desde que seja feita na hora certa e com base em números concretos. Em muitos casos, a mudança libera dezenas de milhares de reais por ano, que voltam para o caixa da empresa na forma de lucro, investimento e crescimento.

Por outro lado, migrar sem estudo, apenas por modismo ou opinião de terceiros, pode elevar a carga tributária e trazer frustração. A decisão ideal não é emocional, é técnica.

É aqui que entra a importância de ter ao seu lado uma contabilidade realmente consultiva.


Fale com a AEXO Contabilidade e descubra, com números, se já passou da hora de migrar

Se você desconfia que está pagando imposto demais no Simples, não precisa continuar no escuro.

A AEXO Contabilidade Digital pode:

  • Analisar o histórico da sua empresa
  • Simular quanto você pagaria no Lucro Presumido
  • Mostrar cenários com e sem Fator R
  • Indicar o melhor momento de migração
  • Conduzir todo o processo com segurança e zero dor de cabeça

👉 Entre em contato com a AEXO Contabilidade agora mesmo e solicite uma análise tributária personalizada.

Descubra se o Lucro Presumido pode ser o próximo passo para sua empresa pagar menos impostos, lucrar mais e se preparar para a Reforma Tributária com tranquilidade.

Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?

quando migrar do simples nacional para o lucro presumido

Quando Migrar do Simples Nacional para o Lucro Presumido?

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como fica o Simples Nacional na Reforma Tributária: entenda o impacto do IBS e da CBS no seu negócio

Simples Nacional na Reforma Tributária: Você é optante do Simples Nacional e quer saber, de forma prática, o que muda com a Reforma Tributária? Então, este guia foi feito para você. Ao longo do artigo, mostro as duas modalidades previstas para a transição (Simples “puro/por dentro” e Simples “híbrido/por fora”), explico quando cada uma tende a ser mais vantajosa e aponto decisões táticas para manter a competitividade e pagar só o necessário. As ideias-chave deste texto estão alinhadas ao conteúdo do arquivo que você anexou, com foco no IVA Dual (CBS + IBS) e no papel estratégico da contabilidade especializada.

como fica o Simples Nacional na reforma tributária (IBS e CBS)


Por que o Simples Nacional não acaba com a Reforma Tributária?

A primeira boa notícia: o Simples Nacional permanece. A reforma reorganiza os tributos sobre o consumo em dois grandes pilares — CBS (federal) e IBS (estadual/municipal) — e integra o optante do Simples a essa nova lógica sem extinguir o regime. Em outras palavras, a empresa continuará recolhendo em guia unificada, mas a fatia correspondente a consumo passará a ser compatível com o IVA Dual, o que melhora a transparência e facilita o crédito na cadeia.


IVA Dual em poucas linhas: a base da mudança

Antes de falar das modalidades, vale reforçar o contexto. O novo desenho do governo substitui PIS/COFINS/IPI por CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e agrega ICMS/ISS no IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Ambos funcionam em modelo não cumulativo e com tributação no destino, reduzindo guerra fiscal, litigiosidade e custo de conformidade. Para quem é do Simples, o benefício prático é padronização e previsibilidade: as regras ficam mais claras e os sistemas tendem a conversar melhor entre si.


As duas modalidades do Simples com a Reforma

Simples “puro” (ou “por dentro”): IBS e CBS dentro do DAS

No Simples “puro”, tudo continua centralizado. O DAS permanece como guia única e, por dentro dela, CBS e IBS são segregados e repartidos automaticamente entre União, Estados e Municípios. A experiência do contribuinte muda pouco: a empresa mantém o rito atual e não destaca IVA na nota. Esse formato preserva simplicidade operacional e tende a ser natural para negócios B2C, que vendem majoritariamente para pessoas físicas e não precisam “oferecer” crédito para o cliente.

Simples “híbrido” (ou “por fora”): IBS e CBS destacados na NF

No Simples “híbrido”, o optante continua no Simples, porém destaca IBS e CBS na nota e apura esses dois tributos fora do DAS, em débito e crédito. O DAS segue cobrindo os demais componentes do regime, enquanto o IVA ganha guias específicas. O motivo para escolher esse caminho é competitividade B2B: clientes do Lucro Presumido/Real valorizam crédito de IBS/CBS, e fornecedores que destacam IVA por fora tendem a ser preferidos.

Ponto tático: segundo Samuel Lira, sócio e contador da AEXO Contabilidade, a escolha entre Simples “puro” e Simples “híbrido” poderá ser semestral. Logo, dá para ajustar a estratégia conforme mix de clientes e ciclo comercial.


Quando cada modelo costuma fazer mais sentido | Simples Nacional na Reforma Tributária

  • Vendas para pessoa física (B2C): a simplicidade pesa. O Simples “puro” reduz fricção e mantém o processo enxuto, principalmente para varejo local, serviços presenciais e tickets menores.
  • Vendas para empresas (B2B): o Simples “híbrido” costuma ampliar poder de negociação, pois o cliente aproveita crédito de IBS/CBS. Em contratos recorrentes, o benefício de crédito muitas vezes decide a compra.


Como decidir: um roteiro rápido e objetivo

  1. Mapeie seu faturamento por tipo de cliente. Qual a proporção PF × PJ?
  2. Classifique seus principais compradores corporativos por regime (Simples, Presumido, Real).
  3. Simule margem com e sem crédito para o cliente. Em B2B, o ganho de crédito pode equalizar preço e evitar desconto excessivo.
  4. Projete cenários semestrais. Se a sua sazonalidade muda, planeje a virada de modalidade no semestre com maior peso B2B.
  5. Revise contratos e sistemas. Destacar IVA por fora requer nota fiscal, escrituração e conciliações adequadas.

Fator competitivo: por que o “híbrido” pode destravar crescimento

Empresas que vendem insumos, serviços de tecnologia, consultoria e itens com cadeia longa tendem a perder vendas quando não geram crédito ao cliente. Ao destacar IBS/CBS, o fornecedor do Simples entra no mesmo campo de jogo dos concorrentes que já estão no Presumido/Real. Em licitações privadas, cotações e marketplaces B2B, esse detalhe faz diferença.

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Operação e compliance: o que preparar desde já | Simples Nacional na Reforma Tributária

Mesmo que a transição seja gradual, convém adiantar algumas frentes:

  • Cadastro e NCM/CNAE bem definidos. Erros travam crédito e derrubam a confiança do cliente.
  • ERP e emissão integrados. Se optar pelo “híbrido”, o destaque de IBS/CBS precisa sair redondo na NF.
  • Conciliação automatizada (Pix, cartão, boleto) para bater documento × transação × repasse.
  • Política comercial alinhada ao IVA: quando oferecer preço com crédito, quando explorar pacotes sem crédito.
  • Treinamento do time fiscal e de vendas para a nova linguagem.

Preço e margem: como evitar erosão silenciosa

A chegada do IVA Dual aumenta a visibilidade do imposto para toda a cadeia. Na prática, o cliente B2B compara preço líquido de crédito. Se você estiver no “puro” e seu concorrente no “híbrido”, a percepção de custo efetivo pode favorecer o concorrente, ainda que o seu preço “de etiqueta” pareça mais baixo. Simular cenários com o contador evita perder margem sem perceber.


Perguntas frequentes | Simples Nacional na Reforma Tributária

O Simples Nacional vai acabar com a Reforma?
Não. O regime é mantido, com integração ao IVA Dual por meio de CBS e IBS.

Qual a diferença entre Simples “puro” e “híbrido”?
No “puro”, CBS/IBS ficam dentro do DAS, sem destaque na nota. No “híbrido”, o optante destaca o IVA por fora e recolhe em débito/crédito, gerando crédito para o cliente.

Posso alternar entre as modalidades?
Sim. A escolha tende a ser semestral, permitindo ajuste estratégico conforme o perfil de vendas.

Vendo para pessoa física. Vale a pena o “híbrido”?
Geralmente, não. Sem demanda por crédito, a simplicidade do “puro” costuma prevalecer.

Atendo empresas do Presumido/Real. Devo migrar para o “híbrido”?
Em muitos casos, sim. O crédito de IBS/CBS pode destravar contratos e encurtar negociações. Avalie com simulação.


Roteiro de implementação com segurança (checklist AEXO) | Simples Nacional na Reforma Tributária

  1. Diagnóstico tributário do mix PF × PJ e regimes dos clientes;
  2. Simulações comparativas entre “puro” e “híbrido” com horizonte de 12 meses;
  3. Ajuste de preço considerando crédito do cliente e split payment;
  4. Revisão contratual com cláusulas de impostos e repasse;
  5. Boas práticas operacionais: emissão, conciliação e guarda de documentos;
  6. Treinamento das equipes fiscal, vendas e financeiro;
  7. Monitoramento trimestral para calibrar a decisão semestral.

AEXO Contabilidade: sua virada para o novo Simples, sem sustos

A AEXO Contabilidade Digital vive a Reforma no dia a dia, com centenas de planejamentos já executados para empresas do Simples. Nosso time combina planejamento tributário, simulações por cliente/canal, configuração de sistemas e rotinas de compliance para você pagar o mínimo legal e preservar a margem — em qualquer cenário. Quando a sua empresa precisar optar entre “puro” e “híbrido”, nós entregamos números, não achismos.

Fale agora com a AEXO Contabilidade e receba um diagnóstico gratuito sobre qual modalidade do Simples na Reforma faz sua empresa vender mais e pagar menos.

como fica o Simples Nacional na reforma tributária (IBS e CBS)

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária 2026: A Receita Federal Vai Pegar Tudo — Entenda Como Proteger Sua Empresa Agora

Introdução | Reforma Tributária 2026

A Reforma Tributária de 2026 está prestes a transformar completamente o sistema de arrecadação no Brasil.
A partir dela, o governo passará a controlar em tempo real o faturamento das empresas, eliminando de vez o antigo modelo baseado em declarações mensais.
Esse novo cenário exige organização, tecnologia e contabilidade estratégica — e quem não se adaptar rapidamente poderá sentir o peso no caixa.

Neste artigo, a AEXO Contabilidade explica como funcionará o novo sistema de cobrança automática, o que muda na fiscalização da Receita Federal, e principalmente, como preparar sua empresa para não perder dinheiro.

Prepare-se para um conteúdo completo e atualizado, feito para colocar sua empresa na frente da concorrência e fora da mira do Fisco.

Reforma Tributária 2026: A Receita Federal Vai Pegar Tudo — Entenda Como Proteger Sua Empresa Agora


⚖️ O Que Muda com a Reforma Tributária de 2026

A grande virada da Reforma Tributária está na forma como os impostos serão cobrados e controlados.
Atualmente, o empresário recebe o pagamento de suas vendas e depois — geralmente no mês seguinte — repassa os tributos devidos ao governo.

Com a nova regra, isso deixará de existir.
O pagamento dos tributos ocorrerá automaticamente no momento da transação, por meio do sistema de Split Payment, integrado à Receita Federal.

💡 O Que É o Split Payment?

O Split Payment (ou pagamento dividido) é um mecanismo que separa automaticamente o valor do imposto na hora da venda.
Imagine que sua empresa vende um produto por R$ 100,00. Com o novo sistema, o comprador paga esse valor, mas a Receita Federal já retém automaticamente a parte correspondente ao imposto (IBS ou CBS).

Assim, o empresário recebe apenas o valor líquido, sem a necessidade de recolher o imposto posteriormente.
Isso traz transparência total e acaba com a sonegação, mas também exige planejamento contábil de alto nível para manter o fluxo de caixa saudável.


🧮 Como o Governo Vai Saber Tudo o Que Sua Empresa Faz

Com a implementação da nota fiscal 4.0, a Receita Federal passa a ter acesso instantâneo a cada operação comercial.
O sistema cruza dados de:

  • Notas fiscais eletrônicas (NF-e);
  • Transações via PIX e maquininhas;
  • Boletos bancários e transferências empresariais;
  • Operações de cartão de crédito e débito;
  • Registros de e-commerce, aplicativos e plataformas digitais.

Na prática, tudo será cruzado automaticamente — faturamento, pagamentos, folha de salários, estoque e fluxo financeiro.
Quem tentar “dar um jeitinho” e omitir informações vai ser identificado em segundos.


🧠 A Inteligência Artificial da Receita Federal

O Brasil está entre os países com maior capacidade de cruzamento de dados fiscais do mundo.
A Receita utiliza algoritmos baseados em Big Data e Inteligência Artificial para analisar milhões de informações em tempo real.

Esses sistemas detectam padrões e comportamentos atípicos, como:

  • aumento repentino no faturamento sem emissão de notas,
  • transferências pessoais vinculadas à conta da empresa,
  • despesas incompatíveis com o regime tributário,
  • divergências entre o valor declarado e o movimentado.

A IA fiscal identifica automaticamente possíveis fraudes e inconsistências, emitindo alertas para auditoria e bloqueio preventivo de CNPJ.

Por isso, o controle contábil passa a ser estratégico — não basta apenas declarar, é preciso declarar com precisão e coerência digital.


📉 Fim da “Venda Sem Nota” e do “Jeitinho Fiscal”

Durante décadas, a venda sem nota foi vista como uma “brecha” para economizar imposto.
Mas, com o novo modelo da reforma, essa prática se torna impossível.

As notas fiscais agora serão integradas às movimentações financeiras.
Se uma empresa realizar uma venda e não emitir nota, o sistema vai identificar a diferença entre entrada de dinheiro e ausência de documento fiscal.
O resultado será multa automática e perda do direito a créditos tributários.

Em resumo, comprar ou vender sem nota sairá muito mais caro do que cumprir a lei.

Empresas que mantiverem transparência e organização serão beneficiadas com redução de carga tributária e acesso facilitado a créditos fiscais.


🧾 O Novo IVA DUAL — A Base da Reforma

O IVA DUAL é o coração da nova tributação. Ele unifica diversos tributos atuais em dois grandes blocos:

Essa estrutura simplifica o sistema e reduz disputas entre estados e municípios.
Mas exige que as empresas tenham sistemas contábeis atualizados para lidar com créditos e débitos automáticos.

Empresas que se organizarem para aproveitar os créditos do IVA poderão pagar menos imposto de forma legal, enquanto as despreparadas verão a carga aumentar.


💼 E o Simples Nacional, Como Fica?

O Simples Nacional continuará existindo, mas passará por ajustes estruturais.
O sistema poderá operar de duas formas:

🔹 Simples “Por Dentro” (IBS e CBS dentro do DAS)

Nesse formato, o IBS e CBS serão incorporados ao cálculo do DAS mensal, mantendo a simplicidade atual.
O empresário continua pagando uma única guia, mas com base nas novas alíquotas unificadas.

🔹 Simples “Por Fora” (IBS e CBS separados)

Já o modelo híbrido prevê a separação dos tributos, em que parte do imposto é recolhida automaticamente no Split Payment.
Nesse caso, o Simples se torna um sistema misto, com pagamento direto ao governo e controle digital.

Ambos os modelos estão em análise, e a decisão final será anunciada em 2026.
Enquanto isso, ter uma contabilidade especializada como a AEXO Contabilidade será essencial para acompanhar cada mudança sem riscos.

Simples NacionalLEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006.

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💳 DREX — O Real Digital e o Controle Total

Outro pilar da transformação é o DREX, a versão digital do Real.
Ele permitirá transações totalmente integradas com o Banco Central e a Receita Federal.

Com o DREX, cada pagamento será rastreado, garantindo transparência e eliminando circulação paralela de dinheiro.
Essa integração tornará a evasão fiscal praticamente impossível, reforçando o conceito de economia digital rastreável.


🧩 O Papel da Contabilidade | Reforma Tributária 2026

A contabilidade moderna deixou de ser apenas um suporte fiscal.
Hoje, ela é uma ferramenta estratégica de sobrevivência e crescimento.

A AEXO Contabilidade atua com o conceito de Contabilidade 5.0, que combina:

  • tecnologia de automação e inteligência artificial;
  • gestão tributária personalizada;
  • monitoramento preventivo de inconsistências;
  • planejamento financeiro e fiscal estratégico.

Em vez de apenas “fechar balanços”, a AEXO antecipará erros, corrigirá gargalos e otimizará tributos, mantendo sua empresa um passo à frente da Receita Federal.


📚 Como Se Preparar para 2026 — Checklist Prático Reforma Tributária 2026

  1. Revise seu regime tributário — veja se sua empresa está no enquadramento ideal.
  2. Implemente um ERP integrado à contabilidade — automatize o envio de notas e transações.
  3. Evite contas pessoais para transações empresariais.
  4. Formalize todos os contratos e recibos.
  5. Monitore seu faturamento em tempo real.
  6. Treine sua equipe sobre compliance fiscal.
  7. Mantenha relatórios mensais revisados pela contabilidade.

Essas práticas formam o tripé da blindagem fiscal inteligente.
Empresas que adotarem essa postura sairão fortalecidas — e ainda ganharão credibilidade no mercado.


🚀 Conclusão — O Futuro da Tributação Já Começou | Reforma Tributária 2026

A Reforma Tributária de 2026 não é apenas uma mudança de regras, mas uma revolução completa na forma de fazer negócios no Brasil.
O tempo do improviso acabou. O governo terá visibilidade total sobre cada transação, e apenas as empresas que entenderem esse novo modelo prosperarão.

A boa notícia é que você não precisa enfrentar isso sozinho.

💼 A AEXO Contabilidade é especialista em estratégia tributária e contabilidade digital, ajudando empresas de todos os portes a pagar menos imposto de forma 100% legal e a crescer com segurança.

🔗 Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e descubra como preparar sua empresa para o futuro da tributação no Brasil.

Reforma Tributária 2026

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O Segredo da Receita Federal para o Cruzamento de Dados: Entenda Como Proteger Sua Empresa em 2026

Nos últimos anos, o sistema de cruzamento de dados da Receita Federal se tornou um dos mais avançados do mundo. Hoje, praticamente toda movimentação financeira e fiscal de empresas e pessoas físicas é monitorada em tempo real. Essa transformação tecnológica criou um novo cenário para o empreendedor brasileiro: quem não entender as regras do jogo pode cair nas malhas do leão sem perceber.

Mas calma! Este artigo vai te mostrar como funciona o cruzamento de dados da Receita Federal, quais são as principais fontes de informação, como evitar inconsistências e como transformar esse controle em uma vantagem competitiva. E no final, você vai entender por que ter a AEXO Contabilidade ao seu lado é a forma mais inteligente de manter sua empresa protegida, regular e pagando apenas o que é justo.

O Segredo da Receita Federal para o Cruzamento de Dados: Entenda Como Proteger Sua Empresa em 2026

O Que é o Cruzamento de Dados da Receita Federal

A Receita Federal utiliza um sistema integrado de informações que coleta e cruza dados de bancos, operadoras de cartão, aplicativos, e-commerce e órgãos públicos. O objetivo é identificar inconsistências entre o que o contribuinte declara e o que realmente movimenta financeiramente.

Antes, a fiscalização era manual e limitada. Agora, com inteligência artificial e big data, tudo acontece automaticamente. O governo analisa entradas, saídas, notas fiscais, movimentações bancárias, PIX, aluguel de imóveis, importações, exportações e muito mais — em tempo real.

Essa automação eliminou a “margem de erro” e ampliou o alcance das auditorias. O resultado é claro: as autuações crescem todos os anos, e empresas despreparadas acabam arcando com multas altíssimas e bloqueio de CNPJ.


Como a Receita Federal Cruza Suas Informações

A seguir, você conhecerá os principais sistemas utilizados pela Receita para mapear suas transações.

1. E-Financeira

A E-Financeira é o grande “olho digital” da Receita. Ela recebe dados diretamente de bancos, fintechs e cooperativas de crédito, informando saldos, rendimentos, transferências e até PIX.

A Receita Federal monitora todas as movimentações financeiras relevantes realizadas por pessoas físicas e jurídicas no sistema bancário brasileiro. As instituições financeiras são obrigadas a informar à Receita Federal os seguintes dados:

  • Saldos de contas correntes, poupanças e aplicações financeiras no último dia de cada semestre;
  • Entradas e saídas de recursos (créditos e débitos) que ultrapassem R$ 2.000,00 por mês para pessoas físicas e R$ 6.000,00 por mês para pessoas jurídicas;
  • Investimentos, previdência privada, seguros e operações de câmbio;
  • Informações sobre transferências, resgates, aportes e pagamentos de rendimentos.

Esses dados são cruzados com as declarações do contribuinte, como o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) ou Escrituração Contábil Fiscal (ECF) no caso de empresas. Se a movimentação financeira for incompatível com o que foi declarado, o sistema pode acionar alertas e levar a uma fiscalização automática pela Receita Federal.

Exemplos | Cruzamento de Dados Receita Federal:

Exemplo 1:

Imagine que uma pessoa física declara no Imposto de Renda que teve uma renda anual de R$ 60 mil (cerca de R$ 5 mil por mês). No entanto, o sistema da e-Financeira, alimentado pelos bancos, mostra que essa mesma pessoa movimentou R$ 300 mil em sua conta ao longo do ano — valores muito acima do que foi declarado.

Esse desencontro de informações acende um alerta automático na Receita Federal, que pode classificar o caso como incompatibilidade de rendimentos. A partir daí, o contribuinte pode ser notificado para prestar esclarecimentos ou até mesmo cair na malha fina.

O mesmo ocorre com empresas: se uma PJ declara faturamento de R$ 200 mil no ano, mas o banco informa movimentações de R$ 800 mil, o sistema entende que há indícios de omissão de receita. Isso pode gerar uma fiscalização eletrônica e, se confirmada a irregularidade, resultar em autuações e multas.

Exemplo 2:

Imagine um hamburgueria cadastrada no Simples Nacional, que declarou um faturamento anual de R$ 600 mil (média de R$ 50 mil por mês). No entanto, a e-Financeira mostra que a conta bancária da empresa movimentou R$ 3 milhões no mesmo período — considerando depósitos, transferências e pagamentos de maquininhas de cartão.

Esse volume de movimentação acima do declarado indica possível omissão de receitas, o que pode levar a uma fiscalização automática pela Receita Federal. Em casos assim, o Fisco cruza os dados do extrato bancário, declarações do Simples (PGDAS-D) e informações de vendas via cartão de crédito (enviadas pelas administradoras) para confirmar se houve subdeclaração de faturamento.

Se for constatado que a empresa realmente faturou mais do que declarou, ela pode ser desenquadrada do Simples Nacional, ter que recolher tributos retroativos com multa e juros, e ainda sofrer autuação por sonegação fiscal.

2. DIMP (Declaração de Informações de Meios de Pagamento)

A DIMP (Declaração de Informações sobre Movimentação de Pagamentos) é uma obrigação acessória criada pela Receita Federal e pelo Banco Central para complementar as informações prestadas pela e-Financeira. Essa declaração deve ser entregue pelas instituições que intermediam pagamentos eletrônicos, como operadoras de cartão de crédito e débito, fintechs, instituições de pagamento e bancos digitais.

O objetivo da DIMP é registrar todas as transações realizadas por meio eletrônico, identificando quem recebeu e quem efetuou os pagamentos, os valores movimentados e a forma de pagamento utilizada (cartão, PIX, boleto, etc.). Com isso, a Receita Federal consegue cruzar dados financeiros e fiscais com as declarações de pessoas físicas e jurídicas, identificando rapidamente omissões de receita, inconsistências de faturamento e indícios de sonegação.

Para os empresários, isso significa que toda venda feita por meios eletrônicos é rastreável, e a Receita tem acesso direto às informações transmitidas pelas operadoras e plataformas de pagamento. Portanto, manter uma contabilidade regular, registrar corretamente todas as receitas e conciliar os extratos bancários e fiscais é fundamental para evitar divergências que possam resultar em fiscalizações ou autuações.

3. Sinter e CIB

Em 2016, o Decreto nº 8.764, de 10 de maio, instituiu o Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter), criado com a finalidade de unificar e integrar as diversas bases de dados cadastrais mantidas por órgãos públicos e entidades privadas em todo o país.

Dentro desse sistema, destaca-se o CIB (Código Nacional do Imóvel), que funciona como um identificador único de cada propriedade. Ele é gerado a partir das informações enviadas pelos cadastros de origem ao Sinter. É importante ressaltar que o CIB não substitui a matrícula do imóvel emitida pelos cartórios ou o cadastro rural do Incra, mas atua de forma complementar, facilitando a integração das informações territoriais.

Esses sistemas monitoram compra, venda e aluguel de imóveis, bem como emissão de notas fiscais eletrônicas. Assim, é impossível “deixar para depois” ajustes ou regularizações, pois o cruzamento é automático e contínuo.

4. E-Social e EFD-Reinf

Essas plataformas integram folha de pagamento, encargos trabalhistas, distribuições de lucros e retenções de impostos. Elas permitem que a Receita compare informações de funcionários, pró-labore, INSS e FGTS de forma precisa.


As Principais Inconsistências Que Geram Autuações | Cruzamento de Dados Receita Federal

Muitos empreendedores ainda acreditam que “pequenos erros” não serão notados. Mas o novo sistema da Receita é implacável. Veja os principais problemas detectados automaticamente:

  • Divergência entre notas fiscais e movimentação bancária
  • Depósitos pessoais não declarados
  • Uso de contas pessoais para recebimentos empresariais
  • Diferença entre faturamento e declarações (DCTF, EFD, DASN, DEFIS)
  • Pagamentos via PIX sem lastro contábil
  • Folhas de pagamento inconsistentes com pró-labore ou Fator R

Cada um desses pontos pode gerar multas de até 150% sobre o valor omitido, bloqueio de CNPJ e até representação fiscal para fins penais.


Como a Receita Federal Está Usando Inteligência Artificial para Cruzamento de Dados

Desde 2023, a Receita opera com modelos de IA e machine learning para rastrear comportamentos atípicos. O sistema analisa padrões históricos de receita, gastos fixos, tributos pagos e transferências bancárias.
Quando há desvio, o algoritmo gera uma “malha fiscal digital” e encaminha o caso para auditoria automatizada.

Em outras palavras, o cruzamento de dados é feito sem intervenção humana — e com alto grau de precisão.
Por isso, ter uma contabilidade atualizada e estratégica é essencial para prevenir alertas e reduzir riscos.


Como Transformar a Fiscalização em Vantagem Competitiva

Embora o cenário pareça rigoroso, ele também abre grandes oportunidades. Com uma gestão contábil estratégica, é possível:

  1. Pagar menos impostos de forma legal, aproveitando deduções e créditos.
  2. Evitar bloqueios e autuações, com dados 100% coerentes.
  3. Melhorar a imagem da empresa, transmitindo confiança a bancos e clientes.
  4. Planejar investimentos com base em relatórios contábeis reais.
  5. Atrair investidores, mostrando transparência e governança.

A AEXO Contabilidade atua exatamente nesse ponto: combina tecnologia, inteligência fiscal e experiência prática para que sua empresa jogue o jogo da Receita com as mesmas ferramentas — mas a seu favor.


Dicas Práticas Para Evitar Problemas com o Fisco | Cruzamento de Dados Receita Federal

  • Não misture contas pessoais e empresariais
  • Evite PIX ou transferências sem descrição clara
  • Mantenha contratos e notas alinhados com a movimentação financeira
  • Concilie bancos e relatórios contábeis mensalmente
  • Revise o regime tributário a cada semestre
  • Envie todas as informações ao contador em tempo real

Essas ações simples fortalecem sua defesa e reduzem o risco de inconsistências que geram multas.

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O Papel da Contabilidade Inteligente em 2026

A contabilidade moderna vai muito além de gerar guias e obrigações. Ela se tornou uma arma estratégica de sobrevivência e crescimento.
Com o avanço do cruzamento de dados, ter um contador especializado é o que diferencia empresas penalizadas de empresas prósperas.

A AEXO Contabilidade utiliza sistemas que integram banco, emissão de notas, folha e declarações, garantindo que cada informação entregue ao Fisco esteja perfeitamente alinhada.
Isso não apenas protege sua empresa, mas também reduz custos, melhora fluxo de caixa e aumenta margem de lucro.


Conclusão — O Novo Jogo Fiscal Já Começou | Cruzamento de Dados Receita Federal

O cruzamento de dados da Receita Federal não é mais uma ameaça distante. É uma realidade diária.
A boa notícia é que, com inteligência fiscal e apoio contábil estratégico, você pode transformar essa vigilância em um instrumento de controle, economia e segurança.

Se você deseja manter sua empresa regular, lucrativa e livre de problemas, o momento de agir é agora.

Fale com a AEXO Contabilidade e solicite um diagnóstico gratuito.
Nossa equipe vai mapear possíveis inconsistências, simular cenários tributários ideais e criar um plano personalizado de blindagem fiscal para 2026.

AEXO Contabilidade: tecnologia, estratégia e experiência — o parceiro que joga o jogo da Receita do seu lado.

cruzamento de dados da Receita Federal

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como Funciona a Compra de um Carro no CNPJ: A Verdade Sobre o Desconto e os Riscos Ocultos | AEXO Contabilidade

Comprar Carro no CNPJ ou CPF

Comprar um carro no CNPJ parece uma ótima ideia, especialmente quando o vendedor promete um desconto de até 30%. No entanto, por trás dessa aparente vantagem, existem detalhes fiscais e jurídicos que podem transformar o “negócio dos sonhos” em uma dor de cabeça tributária.

Com o aumento das compras corporativas e o crescimento do número de micro e pequenas empresas, é comum que empresários utilizem o CNPJ para adquirir veículos, buscando economia. Contudo, é fundamental compreender como essa operação funciona na prática, seus riscos, obrigações legais e impactos contábeis.

A AEXO Contabilidade, especialista em gestão tributária inteligente e planejamento fiscal, explica neste guia tudo o que você precisa saber antes de comprar um carro no nome da sua empresa, de forma 100% legal, segura e vantajosa.

comprar carro no CNPJ - AEXO CONTABILIDADE

🚘 Por que tantas pessoas compram carro no CNPJ?

O principal atrativo é o desconto concedido por montadoras e concessionárias.
Empresas conseguem comprar veículos com redução média de 20% a 30% sobre o valor de tabela, pois as montadoras consideram que a compra será destinada a uso comercial (entregas, transporte, frota, etc.) e não pessoal.

Esse desconto é possível devido à isenção parcial de impostos e à política de vendas corporativas, que busca fidelizar empresas como clientes recorrentes.

Contudo, o que muitos não sabem é que esse benefício vem acompanhado de obrigações contábeis e fiscais, e usá-lo de forma indevida pode gerar multas e problemas com a Receita Federal.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Samuel Lira explica de forma simples e direta quando realmente compensa comprar carro no CNPJ, quais são os riscos de usar o veículo para fins pessoais e o que a Receita Federal pode entender como uso indevido. 👇


⚠️ As 5 armadilhas de comprar carro no CNPJ (e como evitá-las)

1️⃣ Garantia reduzida

Ao comprar no CNPJ, o veículo é considerado uso comercial, e, por isso, a garantia da montadora costuma ser menor.
Enquanto pessoas físicas recebem, por exemplo, 3 a 5 anos de garantia, empresas podem ter apenas 1 ano.
Isso acontece porque os fabricantes presumem que o uso será mais intenso (como frota de entrega ou transporte de funcionários).

💡 Dica AEXO: Sempre confirme na concessionária se o prazo de garantia é o mesmo para pessoa física e jurídica antes de fechar o negócio.


2️⃣ Seguro mais caro e restrições no uso pessoal

As seguradoras também veem veículos corporativos como de maior risco.
Afinal, pressupõem que o carro será utilizado por diversas pessoas, em diferentes situações.
Com isso, o valor do seguro aumenta e se o veículo for utilizado de forma pessoal, a seguradora pode recusar o pagamento da indenização em caso de sinistro.

⚠️ Se você comprou o carro em nome da empresa, mas o usa exclusivamente para fins pessoais, informe isso à seguradora para evitar problemas futuros.


3️⃣ Revenda desvalorizada

Um dos pontos mais ignorados é que veículos registrados em nome de empresas têm menor valor de revenda.
A maioria dos avaliadores presume que o carro foi usado por diversas pessoas e em condições mais intensas, o que reduz o preço na tabela Fipe.

🚙 Mesmo que o carro tenha sido usado apenas pelo dono da empresa, o simples fato de estar registrado como CNPJ já causa desvalorização média de 10% a 20% no mercado de revenda.


4️⃣ Restrição de revenda em 12 meses

Alguns contratos de compra com desconto para CNPJ incluem cláusula de permanência mínima de 12 meses.
Isso significa que a empresa não pode revender o veículo antes desse período, sob pena de multa contratual.

Embora não exista uma lei federal impondo essa restrição, ela é comum em acordos comerciais entre montadoras e empresas.

💬 AEXO alerta: antes de fechar a compra, verifique se há cláusula de permanência obrigatória no contrato com a concessionária.


5️⃣ Ganho de capital e tributação na venda

Quando o veículo é adquirido no CNPJ, ele é registrado como ativo imobilizado da empresa e sofre depreciação contábil.
Na hora da revenda, a diferença entre o valor de venda e o valor contábil é considerada ganho de capital, sujeita à tributação de 15% de Imposto de Renda.

Exemplo: se a empresa compra o carro de R$ 100 mil por R$ 70 mil (com desconto) e o vende por R$ 85 mil, haverá ganho de R$ 15 mil, sobre o qual incide IRPJ de 15%.

Portanto, nem sempre o desconto compensa quando se consideram todos os custos fiscais da operação.

Explicação Técnica:

  • Taxa de Depreciação: Para veículos de uso administrativo, a taxa padrão é 20% ao ano (vida útil de 5 anos).
  • Despesa de Depreciação: É lançada mensalmente na conta de resultado, reduzindo o lucro tributável da empresa.
  • Valor Residual: Representa o valor estimado que o veículo ainda tem após a vida útil.
  • Base Legal: Com base nas normas da Receita Federal do Brasil (RFB) e CPC 27 – Ativo Imobilizado.

💰 Afinal, vale a pena comprar carro no CNPJ?

Depende do objetivo.
Para empresas que realmente utilizam o veículo nas operações, como transportadoras, prestadores de serviço e comércios que fazem entregas, sim, vale a pena.
Nesses casos, é possível lançar a depreciação como despesa contábil, aproveitar créditos tributários e deduzir parte dos custos operacionais.

No entanto, se o carro for usado para fins pessoais, a compra no CNPJ pode gerar mais custos do que economia.


🧾 Impactos tributários e contábeis ao comprar carro no CNPJ

Comprar um carro no CNPJ muda completamente a natureza do bem.
Ele passa a integrar o ativo imobilizado da empresa, sendo depreciado ao longo do tempo (geralmente em 5 anos).

Além disso:

  • Deve constar no livro de bens e direitos da empresa;
  • Precisa estar registrado corretamente na contabilidade;
  • Gera lançamentos de depreciação mensais;
  • E afeta o balanço patrimonial.

🔎 AEXO Contabilidade recomenda que o empresário avalie o enquadramento tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) antes de incluir veículos no patrimônio da empresa, pois o tratamento contábil e as vantagens fiscais variam em cada regime.


🏢 Empresas que realmente se beneficiam com a compra de carro no CNPJ

  1. Transportadoras e serviços de logística – por usarem veículos como parte essencial da operação;
  2. Empresas de manutenção e assistência técnica – com deslocamento constante de equipes;
  3. Construtoras e prestadores de serviço – que podem depreciar veículos de obra;
  4. Empresas com frotas – que podem negociar grandes descontos e deduzir custos de manutenção.

⚖️ Riscos legais e fiscais de comprar carro no CNPJ de forma indevida

Utilizar o CNPJ apenas para obter desconto em um carro de uso pessoal é um erro grave.
A Receita Federal pode caracterizar desvio de finalidade, enquadrando o ato como omissão de rendimentos ou benefício pessoal indevido, sujeitando o contribuinte a multas e autuações.

Além disso, caso o veículo seja vendido sem contabilização correta, a empresa pode sofrer sanções fiscais e ter problemas na apuração do IRPJ e CSLL.

💡 O uso indevido do CNPJ em compras pessoais pode até comprometer a regularidade da empresa em futuras fiscalizações.


Como comprar carro no CNPJ de forma correta

  1. Defina o uso real do veículo: comercial, operacional ou logístico;
  2. Comprove a necessidade empresarial: documente a vinculação do bem à atividade da empresa;
  3. Registre o veículo corretamente no ativo imobilizado;
  4. Acompanhe a depreciação contábil;
  5. Evite uso pessoal do bem.

💬 A AEXO Contabilidade oferece assessoria completa para orientar empresários sobre como adquirir bens no CNPJ sem riscos fiscais.

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🚀 Conclusão: O barato pode sair caro

Comprar um carro no CNPJ pode parecer uma boa ideia à primeira vista, mas sem o devido acompanhamento contábil, o desconto pode se transformar em prejuízo tributário.
Empresas precisam avaliar todas as implicações legais, fiscais e contratuais antes de tomar essa decisão.

A AEXO Contabilidade, especialista em planejamento fiscal e gestão de ativos empresariais, auxilia empresas de todo o Brasil a economizar com segurança, garantindo conformidade total com a legislação vigente.


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A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

comprar carro no CNPJ - AEXO CONTABILIDADE

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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As Melhores Oportunidades de Recuperação Tributária para Empresas em 2026: Guia Completo da AEXO Contabilidade

Recuperação Tributária para Empresas: O cenário tributário brasileiro em 2026 está repleto de novas oportunidades para redução de carga fiscal e recuperação de valores pagos indevidamente.
Com a implementação gradual da Reforma Tributária e a consolidação do IVA Dual (IBS + CBS), muitas empresas estão revendo seus recolhimentos, reestruturando centros de custos e descobrindo créditos tributários esquecidos.

Neste guia completo, a AEXO Contabilidade, referência nacional em recuperação tributária e planejamento fiscal estratégico, apresenta as melhores oportunidades de recuperação de tributos para empresas em 2026, explicando quais setores podem se beneficiar mais, como aplicar cada tese com segurança e de que forma garantir que o Fisco reconheça seus créditos sem riscos jurídicos.

recuperação tributária para empresas em 2026


Por que 2026 será o ano da recuperação tributária

O ano de 2026 marca uma virada importante no sistema tributário brasileiro.
A consolidação da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) cria um ambiente mais transparente, mas também abre espaço para ajustes retroativos, compensações indevidas e revisões contábeis.

Empresas que revisarem os últimos cinco anos de recolhimentos podem encontrar milhares de reais em créditos recuperáveis.
Além disso, novas decisões judiciais e administrativas vêm ampliando o escopo das teses tributárias válidas, beneficiando setores como comércio, indústria, tecnologia e serviços.

💡 Segundo a AEXO Contabilidade, o potencial médio de recuperação tributária em 2026 pode chegar a 10% do total de tributos pagos nos últimos cinco anos, dependendo do porte e do regime da empresa.


O que é recuperação tributária (e por que toda empresa deve avaliar seus créditos)

A recuperação tributária consiste em identificar valores pagos indevidamente ou a maior em impostos federais, estaduais e municipais, com base na legislação vigente e nas decisões do STF e STJ.
Esses valores podem ser compensados administrativamente ou ressarcidos em dinheiro, fortalecendo o fluxo de caixa da empresa sem recorrer a novos empréstimos.

Empresas de todos os portes podem se beneficiar — desde pequenas e médias do Simples Nacional até grandes corporações do Lucro Real.
O segredo está em detectar as oportunidades certas e contar com o suporte técnico de uma contabilidade especializada, como a AEXO Contabilidade.


As 6 melhores oportunidades de recuperação tributária para empresas em 2026

Com base em tendências fiscais, jurisprudências atualizadas e observações do mercado, a AEXO identificou seis oportunidades prioritárias para este ano:


🥇 1. Crédito de PIS e COFINS sobre Insumos – A tese mais sólida de 2026

Continuando como uma das principais fontes de recuperação, a tese de crédito sobre insumos permite recuperar valores pagos indevidamente em PIS e COFINS sobre despesas essenciais à atividade-fim.

O diferencial em 2026 é que a CBS unificada mantém o caráter não cumulativo, o que exige reclassificação de insumos e ajuste nas bases históricas de cálculo.
Essa reclassificação abre uma nova janela para revisão retroativa dos últimos cinco anos.

⚙️ Exemplo prático: empresas do setor alimentício e de serviços industriais que atualizarem o conceito de insumo conforme o novo IVA podem recuperar entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão.


🥈 2. Exclusão do ICMS da Base de Cálculo do PIS/Cofins e CBS – A “Tese do Século” com nova vida

Mesmo consolidada judicialmente, a tese da exclusão do ICMS da base do PIS/Cofins ainda gera créditos significativos, especialmente com a transição para o IVA Dual.

Muitas empresas não aplicaram corretamente a decisão do STF ou não ajustaram as bases de cálculo da CBS, criando novos saldos a recuperar em 2026.

💡 AEXO recomenda: revisar todas as apurações de 2021 a 2025 para identificar inconsistências entre ICMS destacado e ICMS recolhido.
Essa diferença pode gerar créditos imediatos, com baixo risco e alta liquidez.


🥉 3. Recuperação de Créditos Previdenciários – INSS sobre Verbas Indenizatórias

Em 2026, o tema INSS sobre verbas indenizatórias ganha nova força após decisões do STJ e TRFs que ampliam a lista de rubricas não tributáveis.
Empresas podem restituir valores pagos indevidamente sobre férias indenizadas, aviso prévio e auxílio-alimentação em cartão.

Essa tese é uma das mais seguras para compensação administrativa via eSocial e PER/DCOMP Web, sendo ideal para grandes empregadores.


🏅 4. Revisão do Fator R no Simples Nacional – Redução Legal de Carga Tributária

Empresas de serviços optantes pelo Simples Nacional que ultrapassam o fator R de 28% (folha de pagamento sobre receita bruta) podem migrar do Anexo V para o Anexo III, reduzindo a tributação de até 15,5% para 6%.

Com as alterações na base da CBS e as atualizações da Lei Complementar 199/2023, o cálculo do Fator R em 2026 passou a permitir ajustes retroativos.
Isso significa que empresas que deixaram de se enquadrar por erro de cálculo podem reaver diferenças significativas.


🎯 5. Recuperação de Tributos sobre Mercadorias Monofásicas – Simples Nacional

Uma das oportunidades mais acessíveis e lucrativas continua sendo a revisão de PIS e COFINS monofásicos para empresas do Simples Nacional.

Setores como cosméticos, bebidas, autopeças, medicamentos e alimentos industrializados são os mais beneficiados.
Essas empresas podem ter pagado PIS e COFINS em duplicidade sobre produtos que já tiveram a tributação recolhida na origem.

A recuperação é administrativa, sem necessidade de ação judicial, e a AEXO Contabilidade possui metodologia exclusiva para executar esse processo com total segurança e transparência.


💼 6. Créditos de ICMS sobre Energia Elétrica e Comunicação

A ampliação do conceito de insumos energéticos e o uso intensivo de tecnologia nas operações empresariais criam oportunidades inéditas em 2026.

Empresas que utilizam energia elétrica para produção, refrigeração, armazenamento ou sistemas de TI podem recuperar créditos de ICMS sobre esses gastos, conforme decisões recentes dos tribunais estaduais e o Convênio ICMS 178/2025.


Setores que mais se beneficiarão em 2026

SetorPotencial Médio de RecuperaçãoPrincipais Teses Aplicáveis
Indústria10% a 15%PIS/COFINS sobre insumos, IPI, ICMS energia
Comércio6% a 12%Monofásicos, ICMS, CBS base errada
Serviços8% a 10%Fator R, verbas previdenciárias
Tecnologia5% a 9%Créditos de inovação e energia
Turismo e eventos8% a 14%PERSE e CBS retroativa

Por que as empresas negligenciam a recuperação tributária

Apesar do potencial, muitas empresas não revisam suas apurações por falta de conhecimento técnico ou por acreditarem que o custo é alto.
Na realidade, a maior parte das recuperações é feita sem ações judiciais e o investimento em diagnóstico é rapidamente compensado.

A AEXO Contabilidade destaca que mais de 70% das empresas analisadas em 2025 apresentaram créditos tributários recuperáveis.


Como começar a recuperar tributos com segurança

  1. Solicite um diagnóstico fiscal completo;
  2. Organize notas fiscais e livros contábeis dos últimos cinco anos;
  3. Identifique possíveis teses aplicáveis;
  4. Elabore o laudo técnico com suporte contábil e jurídico;
  5. Protocole a compensação administrativa via PER/DCOMP;
  6. Acompanhe o deferimento e atualize a escrituração fiscal digital (EFD).

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Por que escolher a AEXO Contabilidade

A AEXO Contabilidade é referência nacional em planejamento tributário inteligente, recuperação de créditos e gestão fiscal estratégica.
Com atuação em todo o Brasil, o escritório combina tecnologia contábil, análise preditiva e consultoria personalizada para maximizar o resultado das empresas.

  • Mais de R$ 120 milhões recuperados em créditos tributários nos últimos anos;
  • Equipe formada por especialistas em direito tributário e contabilidade digital;
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Escrito por:

Andrius Dourado

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REFORMA TRIBUTÁRIA 2026: ENTENDA O QUE MUDA COM O IVA, CBS, IBS E IS NO NOVO SISTEMA DE IMPOSTOS

Introdução

IVA Dual Reforma Tributária: A Reforma Tributária de 2026 é uma das maiores transformações do sistema de arrecadação já vistas no Brasil. Seu objetivo é claro: simplificar, unificar e modernizar a cobrança de tributos, tornando-a mais justa e transparente.

Se você é empreendedor, contador ou gestor financeiro, precisa entender que o novo modelo — com o IVA Dual, composto por CBS, IBS e complementado pelo Imposto Seletivo (IS) — mudará completamente a forma como sua empresa emite notas, calcula impostos e gerencia o fluxo de caixa.

Este guia da AEXO Contabilidade, especialista em planejamento tributário e assessoria fiscal, explica tudo o que você precisa saber para se preparar para o novo sistema, aproveitar oportunidades e evitar armadilhas financeiras.

IVA Dual Reforma Tributária 2026


O Que É a Reforma Tributária e Por Que Ela É Necessária | IVA Dual Reforma Tributária

O sistema tributário brasileiro é, historicamente, um dos mais complexos do mundo. Com tributos cobrados em diferentes esferas — federal, estadual e municipal — e regras que variam entre estados e municípios, o resultado é burocracia, custos elevados e insegurança jurídica.

A Reforma Tributária vem justamente para corrigir esse caos, substituindo tributos sobre o consumo por um modelo unificado e simplificado, conhecido como IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado).

Além de reduzir custos administrativos, a nova estrutura promete:

  • Facilitar a vida do empreendedor, com menos declarações e guias;
  • Evitar bitributação e créditos tributários travados;
  • Reduzir a sonegação com automação e fiscalização digital;
  • Aumentar a competitividade das empresas brasileiras.


O IVA Dual: A Espinha Dorsal da Reforma Tributária

O Que é o IVA Dual?

O IVA Dual é um sistema de tributação sobre o consumo que será dividido em duas esferas de competênciafederal e subnacional (estados e municípios).

Essa divisão cria dois novos tributos principais:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — substitui PIS, COFINS e IPI (federal);
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) — substitui ICMS e ISS (estadual e municipal).

Ambos seguem a mesma lógica de apuração, o que simplifica o recolhimento e reduz conflitos tributários.

Como o IVA Funciona na Prática | IVA Dual Reforma Tributária

O IVA é cobrado em cada etapa da cadeia produtiva, mas permite o crédito dos impostos pagos anteriormente — ou seja, evita a tributação em cascata.
Com isso, o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada operação.

Por exemplo:

Uma fábrica paga imposto sobre a matéria-prima. Ao vender o produto acabado, ela desconta o valor pago e recolhe apenas sobre o acréscimo de valor.

Essa dinâmica reduz distorções e favorece empresas produtivas e formais.


CBS: Contribuição sobre Bens e Serviços

A CBS é o novo tributo federal que substituirá o PIS, COFINS e o IPI, unificando e simplificando a arrecadação.

Principais Características:

  • Alíquota estimada: 9,25%;
  • Cobrança sobre receitas de venda de bens e serviços;
  • Direito a crédito financeiro amplo, reduzindo custos acumulados;
  • Gestão e arrecadação pela União.

A CBS representa um avanço significativo, pois reduz litígios e padroniza regras de creditamento, algo que sempre foi um problema no antigo sistema PIS/COFINS.


IBS: Imposto sobre Bens e Serviços

O IBS é o tributo estadual e municipal que substituirá o ICMS e o ISS, dois dos impostos mais complexos e litigiosos do país.

Características do IBS:

  • Arrecadação compartilhada entre estados e municípios;
  • Regra única para base de cálculo, crédito e fato gerador;
  • Alíquota uniforme, definida nacionalmente;
  • Incidência no destino do consumo, e não na origem.

Essa última mudança — tributação no destino — é essencial para corrigir distorções regionais e fortalecer estados consumidores, como São Paulo e Rio de Janeiro.


Imposto Seletivo (IS): O “Imposto do Pecado”

Além do IVA Dual, a Reforma cria o Imposto Seletivo (IS), conhecido como “imposto do pecado”, que incidirá sobre produtos nocivos à saúde ou ao meio ambiente, como:

  • Cigarros e derivados do tabaco;
  • Bebidas alcoólicas e açucaradas;
  • Combustíveis fósseis e poluentes.

O objetivo do IS é desestimular o consumo de produtos prejudiciais e compensar impactos ambientais e sociais.


Regras Unificadas e Simplificação

Mesmo com administrações separadas (CBS federal e IBS subnacional), as regras serão padronizadas:

  • Mesma base de cálculo;
  • Mesmo critério de crédito;
  • Mesmo fato gerador.

Isso garante transparência, eficiência e previsibilidade, reduzindo a necessidade de contestações jurídicas.


Impactos da Reforma Tributária nas Empresas

A mudança no modelo tributário afetará diretamente o preço dos produtos e serviços, a precificação e o fluxo de caixa das empresas.

Empresas que não se adaptarem podem:

  • Pagar mais impostos do que o devido;
  • Perder competitividade no mercado;
  • Sofrer penalidades por erros no novo modelo de apuração.

Por isso, é fundamental se antecipar. A transição será gradual, mas exige planejamento desde já.


Como o Simples Nacional Será Impactado

O Simples Nacional continuará existindo, mas precisará se adaptar às novas regras do IVA Dual.
Os estudos indicam dois cenários possíveis:

🔹 Simples Nacional “Por Dentro” (IBS e CBS dentro do DAS)

Nesse modelo, o DAS já incluiria as novas contribuições (IBS e CBS), mantendo a simplicidade e a centralização do pagamento.

🔹 Simples Nacional “Híbrido” (IBS e CBS fora do DAS)

Aqui, o empreendedor do Simples pagaria o DAS normalmente, mas teria que recolher IBS e CBS separadamente, conforme sua atividade e faturamento.

Ambos os modelos estão sendo avaliados para garantir competitividade às micro e pequenas empresas, sem quebrar a lógica de simplificação do Simples.


DREX e o Split Payment: A Tributação do Futuro | IVA Dual Reforma Tributária

O DREX, moeda digital oficial do Banco Central, e o sistema de Split Payment (pagamento dividido) são pilares tecnológicos da nova era tributária.

Com o Split Payment, o imposto é automaticamente separado no momento da transação, e o valor é direcionado aos cofres públicos em tempo real.
Isso elimina fraudes, aumenta a transparência e reduz custos de compliance.

O DREX, por sua vez, integrará esse processo com pagamentos digitais instantâneos e rastreáveis, tornando o sistema tributário 100% digital e seguro.


O Papel da AEXO Contabilidade na Nova Era Tributária | IVA Dual Reforma Tributária

A AEXO Contabilidade Digital está na vanguarda dessa transformação.
Com mais de 15 anos de experiência, a AEXO ajuda milhares de empresários a reduzir impostos legalmente, otimizar o fluxo de caixa e adaptar-se às constantes mudanças fiscais.

A empresa oferece:

  • Planejamento tributário personalizado;
  • Simulações e comparativos entre regimes fiscais;
  • Implantação de automação contábil e fiscal;
  • Treinamentos e suporte contínuo para equipes financeiras.

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Conclusão: Prepare-se Agora! | IVA Dual Reforma Tributária

A Reforma Tributária é inevitável e trará impactos profundos.
Empresas que se anteciparem, buscando assessoria contábil estratégica, estarão preparadas para reduzir custos, evitar riscos e crescer com segurança.

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IVA Dual Reforma Tributária 2026

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.