O Que é Recuperação Tributária? Guia Completo para Recuperar Impostos Pagos Indevidamente e Aumentar o Caixa da Sua Empresa

Introdução: por que milhares de empresas pagam impostos a mais sem perceber

Recuperação Tributária: No Brasil, pagar impostos faz parte da rotina de qualquer empresa. Entretanto, o que poucos empresários sabem, ou compreendem em profundidade, é que uma parcela significativa desses tributos é paga indevidamente ou a maior, todos os meses, de forma silenciosa e recorrente.

Isso acontece não por má-fé, mas por um sistema tributário extremamente complexo, com milhares de normas, interpretações divergentes, mudanças constantes na legislação e falhas operacionais que acabam sendo absorvidas pelas empresas como se fossem “custos normais”.

É nesse cenário que surge a recuperação tributária: uma estratégia totalmente legal, reconhecida pela Receita Federal e amplamente utilizada por empresas bem assessoradas, para reaver valores pagos indevidamente nos últimos anos, corrigidos pela taxa Selic.

Ao longo deste artigo, você entenderá:

  • o que é recuperação tributária;
  • como ela funciona na prática;
  • quais impostos podem ser recuperados;
  • quem tem direito à recuperação;
  • impactos financeiros reais no caixa;
  • erros comuns que impedem a recuperação;
  • tendências com a Reforma Tributária;
  • um estudo de caso real;
  • como iniciar um processo seguro;
  • e por que contar com especialistas como a AEXO Contabilidade faz toda a diferença.

Este conteúdo foi desenvolvido para ser o guia mais completo sobre recuperação tributária disponível hoje, tanto para empresários quanto para gestores financeiros e contadores.

recuperação tributária


1. O que é recuperação tributária?

Definição clara e objetiva

Recuperação tributária é o processo legal de identificar, revisar e reaver tributos pagos indevidamente ou a maior, em razão de erros de cálculo, interpretação incorreta da legislação, enquadramento tributário inadequado ou aplicação indevida de alíquotas.

Esses valores podem ser recuperados por meio de:

  • compensação tributária (abatimento em impostos futuros);
  • restituição em dinheiro (em alguns casos específicos).

Tudo isso ocorre dentro da lei, com base no Código Tributário Nacional (CTN).


O que NÃO é recuperação tributária

É fundamental desfazer alguns mitos:

❌ Não é sonegação
❌ Não é fraude
❌ Não é “jeitinho”
❌ Não é brecha ilegal
❌ Não expõe a empresa a riscos quando bem feita

👉 Recuperação tributária é exercício legítimo de um direito do contribuinte.

A própria Receita Federal reconhece o direito de restituição ou compensação de tributos pagos indevidamente.


2. Por que a recuperação tributária é tão importante para as empresas

A recuperação tributária impacta diretamente caixa, lucro e competitividade.

2.1 Impacto direto no fluxo de caixa com a recuperação tributária

Diferentemente de outras estratégias, a recuperação tributária:

  • injeta dinheiro no caixa;
  • reduz pagamentos futuros;
  • melhora liquidez sem endividamento;
  • fortalece capital de giro.

Em muitos casos, os valores recuperados equivalem a meses inteiros de faturamento líquido.


2.2 Correção de distorções históricas

Empresas podem recuperar tributos pagos indevidamente nos últimos 5 anos (prazo decadencial).

Ou seja, erros antigos continuam gerando prejuízo até hoje e podem ser revertidos.


2.3 Vantagem competitiva

Empresas que recuperam tributos:

  • conseguem investir mais;
  • praticam preços melhores;
  • aumentam margem de lucro;
  • crescem com menos pressão financeira.

É por isso que grupos empresariais e empresas bem estruturadas realizam recuperação tributária de forma recorrente, com apoio de especialistas como a AEXO Contabilidade.


3. Quais impostos podem ser recuperados

A recuperação tributária pode abranger tributos federais, estaduais e municipais, dependendo do perfil da empresa.

3.1 Tributos federais mais comuns

  • PIS e COFINS (especialmente em regimes cumulativos e não cumulativos)
  • INSS sobre folha de pagamento
  • IRPJ e CSLL (em situações específicas)
  • IPI (em determinados setores)

3.2 Tributos estaduais

  • ICMS (principal foco da recuperação tributária no Brasil)
    • ICMS-ST pago indevidamente
    • ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS
    • créditos não aproveitados

3.3 Tributos municipais

  • ISS pago indevidamente
  • enquadramentos incorretos de alíquota
  • bitributação entre municípios

4. Recuperação tributária na prática: como funciona o processo

A recuperação tributária não é um pedido simples. Trata-se de um processo técnico, que exige metodologia, conhecimento jurídico-tributário e extrema organização documental.

4.1 Etapa 1 — Diagnóstico tributário

Tudo começa com uma análise profunda:

  • regime tributário atual e histórico;
  • tipo de atividade (CNAE);
  • faturamento;
  • notas fiscais;
  • apuração de impostos;
  • obrigações acessórias;
  • pagamentos realizados.

A AEXO Contabilidade utiliza uma metodologia própria de diagnóstico, cruzando dados fiscais e contábeis para identificar oportunidades reais.


4.2 Etapa 2 — Identificação de créditos tributários

Após o diagnóstico, são identificados:

  • pagamentos indevidos;
  • pagamentos a maior;
  • créditos não aproveitados;
  • interpretações incorretas aplicadas no passado.

Nem toda empresa terá direito a todos os créditos, por isso a análise precisa ser técnica e personalizada.


4.3 Etapa 3 — Validação jurídica

Antes de qualquer procedimento, é essencial validar:

  • base legal;
  • jurisprudência;
  • decisões administrativas e judiciais;
  • riscos envolvidos.

Recuperação tributária não pode ser genérica. Cada crédito precisa ter fundamento sólido.


4.4 Etapa 4 — Recuperação via compensação ou restituição

Após validação, o crédito pode ser:

  • compensado com tributos futuros;
  • restituído em dinheiro (quando aplicável).

A compensação é o método mais comum e eficiente.


5. Impactos financeiros reais da recuperação tributária

Exemplo prático 1 — Empresa de serviços | Recuperação Tributária

Empresa faturando R$ 80.000/mês, no Simples Nacional.

Após revisão:

  • ISS recolhido indevidamente
  • erro de enquadramento de alíquota

👉 Crédito recuperado em 5 anos: R$ 96.000
👉 Compensação mensal reduzindo impostos por mais de 18 meses.


Exemplo prático 2 — Comércio | Recuperação Tributária

Empresa no Lucro Presumido.

Após análise:

  • ICMS-ST pago a maior
  • créditos não aproveitados

👉 Recuperação total: R$ 180.000
👉 Impacto direto no capital de giro.


6. Recuperação tributária e os principais regimes tributários

6.1 Simples Nacional | Recuperação Tributária

O Simples Nacional é um regime tributário criado para simplificar a arrecadação de impostos das micro e pequenas empresas, unificando diversos tributos em uma única guia mensal, o DAS. Ele é indicado, em regra, para negócios com faturamento anual dentro do limite legal e estrutura operacional mais enxuta, pois reduz burocracias e facilita o cumprimento das obrigações fiscais. Além disso, quando bem planejado, pode oferecer alíquotas iniciais mais baixas, especialmente para empresas de serviços enquadradas corretamente e com folha de pagamento relevante. No entanto, apesar da simplicidade, o Simples exige atenção estratégica, já que escolhas erradas de atividade ou crescimento sem revisão podem elevar significativamente a carga tributária ao longo do tempo.

Apesar de ser simplificado, o Simples também gera oportunidades de recuperação, especialmente em:

  • ISS pago indevidamente;
  • ICMS-ST;
  • exclusões indevidas de benefícios;
  • erro de enquadramento de atividade.

O mito de que “no Simples não existe recuperação” é falso.


6.2 Lucro Presumido | Recuperação Tributária

O Lucro Presumido é um regime em que o governo presume uma margem de lucro sobre o faturamento da empresa para calcular o IRPJ e a CSLL, independentemente do lucro real obtido. Esse modelo costuma ser vantajoso para empresas com margens efetivas superiores às presunções legais, operação organizada e custos relativamente baixos. Embora seja mais complexo que o Simples, ele oferece maior previsibilidade tributária e pode resultar em economia para negócios que já ultrapassaram os limites do Simples ou que se enquadram em atividades com presunções favoráveis. Ainda assim, o Lucro Presumido exige controle contábil adequado, pois erros na classificação das receitas ou na apuração dos tributos podem gerar pagamento indevido de impostos.

Neste regime, surgem oportunidades relevantes em:

  • PIS e COFINS cumulativos;
  • ICMS na base do PIS/COFINS;
  • ISS indevido;
  • presunções aplicadas de forma errada.

6.3 Lucro Real | Recuperação Tributária

O Lucro Real é o regime mais técnico e detalhado do sistema tributário brasileiro, no qual os impostos sobre o lucro incidem sobre o resultado efetivamente apurado pela contabilidade. Ele é obrigatório para algumas empresas e recomendado para operações com margens variáveis, altos custos dedutíveis ou períodos intensos de investimento, pois permite pagar imposto apenas quando há lucro real. Apesar de demandar maior rigor contábil, controles internos robustos e acompanhamento constante, o Lucro Real pode representar a opção mais justa e eficiente em termos tributários para empresas bem estruturadas. Quando corretamente aplicado, esse regime possibilita o aproveitamento amplo de créditos e a redução legal da carga tributária, alinhando os impostos à realidade financeira do negócio.

É o regime com maior potencial de recuperação, pois envolve:

  • créditos não cumulativos;
  • despesas dedutíveis mal aproveitadas;
  • ajustes fiscais;
  • prejuízos fiscais.

Por outro lado, exige altíssimo nível técnico.


7. Recuperação tributária e a Reforma Tributária

Com a Reforma Tributária, tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS serão substituídos por CBS e IBS.

O que muda na recuperação tributária?

  • créditos passam a ter papel central;
  • maior rastreabilidade fiscal;
  • menor tolerância a erros;
  • necessidade de revisão histórica antes da transição.

👉 Empresas que não revisarem o passado podem perder o direito de recuperar valores após a transição.

A AEXO Contabilidade já orienta clientes a antecipar análises antes da implementação total da Reforma Tributária.


8. Erros comuns que impedem a recuperação tributária

❌ Acreditar que “nunca pagou imposto errado”

❌ Não guardar documentos fiscais

❌ Confiar em análises genéricas

❌ Misturar recuperação com sonegação

❌ Não validar juridicamente os créditos

❌ Fazer compensações sem critério

❌ Não contar com especialistas

Esses erros podem gerar autuações e perda de créditos legítimos.


9. Estudo de caso: recuperação tributária conduzida pela AEXO Contabilidade

Uma empresa de tecnologia faturava R$ 150.000/mês no Lucro Presumido.

Após análise da AEXO Contabilidade:

  • identificação de ICMS na base do PIS/COFINS;
  • revisão de créditos não aproveitados;
  • correção de enquadramento fiscal.

Resultado:

  • R$ 312.000 em créditos tributários
  • compensação mensal reduzindo impostos por mais de 24 meses
  • melhoria expressiva no caixa
  • zero autuações, processo 100% seguro.

10. Recomendações práticas para empresas interessadas em recuperação tributária

  • mantenha documentação organizada;
  • revise tributos periodicamente;
  • não confie em promessas irreais;
  • faça diagnóstico técnico;
  • valide juridicamente cada crédito;
  • conte com contabilidade especializada;
  • antecipe-se à Reforma Tributária.

A AEXO Contabilidade atua com metodologia própria, segurança jurídica e foco em resultados reais.

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FAQ — Perguntas Frequentes sobre Recuperação Tributária

1. Recuperação tributária é legal?

Sim, totalmente legal.

2. Toda empresa pode recuperar impostos?

Muitas podem, mas depende de análise técnica.

3. Qual o prazo para recuperar tributos?

Até 5 anos retroativos.

4. É possível receber o dinheiro de volta?

Em alguns casos, sim; geralmente via compensação.

5. O Simples Nacional permite recuperação?

Sim, em diversas situações.

6. Existe risco de fiscalização?

Não, quando o processo é bem fundamentado.

7. Quanto tempo leva o processo?

Depende do tributo e do volume de dados.

8. Posso fazer sozinho?

Não é recomendado.

9. Recuperação serve para pequenas empresas?

Sim, inclusive para ME e EPP.

10. Quem pode conduzir a recuperação?

Contadores tributaristas especializados, como a AEXO Contabilidade.


Conclusão: recuperação tributária é dinheiro que já é seu por direito

Recuperação tributária não cria economia artificial.
Ela devolve ao caixa da empresa aquilo que nunca deveria ter saído.

Em um país com alta carga tributária, deixar de revisar tributos é abrir mão de recursos preciosos.

Empresas inteligentes revisam, corrigem e recuperam.
Empresas despreparadas continuam pagando mais do que deveriam.

A AEXO Contabilidade é referência em recuperação tributária segura, estratégica e 100% legal, ajudando empresas a transformar impostos pagos indevidamente em crescimento sustentável.


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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O Que é Planejamento Tributário? Guia Completo para Reduzir Impostos Legalmente e Proteger o Crescimento da Sua Empresa

Introdução: por que entender planejamento tributário deixou de ser opcional

No Brasil, pagar impostos é uma realidade inevitável. Entretanto, pagar impostos em excesso não é uma obrigação é, na maioria das vezes, consequência de falta de informação, ausência de estratégia ou escolhas tributárias equivocadas. Nesse contexto, o planejamento tributário surge como uma das ferramentas mais poderosas para empresas e profissionais que desejam crescer com segurança, previsibilidade e eficiência financeira.

Apesar de ser amplamente comentado, o conceito ainda é cercado de mitos. Muitos empresários confundem planejamento tributário com sonegação, enquanto outros acreditam que ele só é acessível para grandes corporações. Há também quem pense que basta trocar de contador para “pagar menos imposto”, sem compreender que a economia tributária exige análise técnica, visão estratégica e profundo conhecimento da legislação.

A verdade é simples: planejamento tributário é um direito garantido por lei, reconhecido pela própria Receita Federal, desde que realizado de forma lícita, transparente e fundamentada. Empresas que ignoram essa prática acabam operando no “piloto automático”, aceitando cargas tributárias desnecessariamente altas, reduzindo margens de lucro e assumindo riscos fiscais silenciosos.

Ao longo deste artigo, você entenderá de forma clara e acessível:

  • o que é planejamento tributário;
  • por que ele é tão importante para empresas e profissionais;
  • quais são seus impactos financeiros reais;
  • como funciona na prática;
  • quais erros devem ser evitados;
  • quais tendências moldam o futuro da tributação no Brasil;
  • como estruturar um planejamento eficiente;
  • quando e por que contar com uma contabilidade especializada como a AEXO Contabilidade.

Este conteúdo foi desenvolvido para ser o guia mais completo sobre planejamento tributário disponível hoje, servindo tanto para empresários iniciantes quanto para empresas já consolidadas.

o que é planejamento tributário


1. O que é planejamento tributário?

Planejamento tributário é o conjunto de estratégias legais utilizadas para reduzir, adiar ou otimizar o pagamento de tributos, respeitando integralmente a legislação vigente. Ele envolve análise detalhada da atividade econômica, do regime tributário, da estrutura jurídica, das operações realizadas e das possibilidades previstas em lei.

De forma objetiva, planejamento tributário significa pagar apenas o que é devido e não mais do que isso.

Definição técnica

Sob a ótica jurídica e contábil, planejamento tributário consiste em:

“Organizar as atividades econômicas do contribuinte de modo a alcançar a menor carga tributária possível, dentro dos limites legais.”

Esse conceito é amplamente aceito pelos tribunais, desde que não envolva simulação, fraude ou omissão de informações.


2. Planejamento tributário não é sonegação: entenda a diferença

Uma das maiores barreiras para a adoção do planejamento tributário é o medo de estar cometendo alguma irregularidade. Por isso, é essencial diferenciar três conceitos distintos:

2.1 Planejamento tributário (lícito)

  • Usa brechas legais previstas em lei
  • Escolhe o regime tributário mais vantajoso
  • Aproveita incentivos fiscais
  • Organiza operações de forma estratégica
  • É permitido e reconhecido legalmente

2.2 Elisão fiscal

  • Forma técnica de planejamento tributário
  • Baseada em lacunas ou opções legais
  • Totalmente permitida

2.3 Evasão fiscal (ilícita)

  • Omissão de receitas
  • Fraude documental
  • Simulação de operações
  • Sonegação de impostos

A AEXO Contabilidade atua exclusivamente com planejamento tributário lícito, garantindo segurança jurídica total aos seus clientes.


3. Por que o planejamento tributário é tão importante para empresas e profissionais

O impacto do planejamento tributário vai muito além da simples redução de impostos. Ele afeta diretamente a saúde financeira e a longevidade do negócio.

3.1 Redução significativa da carga tributária

Empresas sem planejamento costumam pagar impostos em excesso por:

  • regime tributário inadequado;
  • enquadramento errado da atividade;
  • falta de aproveitamento de benefícios legais;
  • ausência de organização contábil.

Com planejamento tributário adequado, a economia pode variar de 10% a mais de 50%, dependendo do caso.


3.2 Aumento da competitividade

Menos imposto pago significa:

  • maior margem de lucro;
  • preços mais competitivos;
  • mais capacidade de investimento;
  • vantagem frente a concorrentes despreparados.

3.3 Previsibilidade financeira

Planejar tributos permite:

  • saber quanto será pago ao longo do ano;
  • evitar surpresas fiscais;
  • organizar fluxo de caixa;
  • reduzir riscos de endividamento.

3.4 Redução de riscos fiscais

Empresas sem planejamento operam constantemente sob risco de:

  • autuações;
  • multas;
  • juros elevados;
  • fiscalizações inesperadas.

Um bom planejamento reduz drasticamente esses riscos.


4. Impactos financeiros reais do planejamento tributário

O planejamento tributário gera efeitos diretos e mensuráveis nas finanças da empresa.

Exemplo prático 1

Uma empresa que fatura R$ 50.000 por mês:

  • Sem planejamento: paga cerca de 16% de impostos → R$ 8.000
  • Com planejamento adequado: paga cerca de 8% → R$ 4.000

👉 Economia mensal: R$ 4.000
👉 Economia anual: R$ 48.000


Exemplo prático 2

Profissional liberal atuando como pessoa física:

  • Tributação PF: até 27,5%
  • Tributação PJ com planejamento: entre 6% e 11%

A diferença anual pode ultrapassar R$ 60.000.


5. Tipos de planejamento tributário

O planejamento tributário pode ser classificado de diferentes formas, conforme o momento e a profundidade da análise.

5.1 Planejamento tributário preventivo

Realizado antes das operações, com foco em:

É o mais recomendado.


5.2 Planejamento tributário corretivo

Aplicado quando a empresa já está operando, visando:

  • corrigir enquadramentos errados;
  • reduzir carga tributária futura;
  • regularizar situações fiscais.

5.3 Planejamento tributário estratégico

Voltado ao longo prazo, envolvendo:

  • reorganização societária;
  • abertura ou fechamento de filiais;
  • segregação de atividades;
  • expansão nacional ou internacional.

6. Análise técnica: como funciona o planejamento tributário na prática

Um planejamento tributário eficiente envolve diversas etapas técnicas.

6.1 Diagnóstico fiscal

Análise completa de:

  • faturamento;
  • tipo de atividade;
  • notas fiscais;
  • despesas;
  • regime atual;
  • histórico fiscal.

6.2 Escolha do regime tributário

Avaliação entre:

Cada regime possui regras, vantagens e riscos distintos.


6.3 Revisão de CNAE e enquadramento

O CNAE influencia diretamente:

  • alíquota de impostos;
  • possibilidade de Simples Nacional;
  • tipo de nota fiscal;
  • obrigações acessórias.

6.4 Aproveitamento de benefícios legais

Inclui:

  • incentivos fiscais;
  • isenções;
  • créditos tributários;
  • não incidências previstas em lei.

7. Erros comuns no planejamento tributário

Mesmo com boas intenções, muitos empresários cometem erros graves.

Erro 1 — Acreditar que planejamento é só trocar de regime

Sem análise profunda, a troca pode aumentar impostos.

Erro 2 — Confiar em soluções genéricas

Cada empresa possui realidade própria.

Erro 3 — Misturar planejamento com sonegação

Isso gera risco fiscal elevado.

Erro 4 — Não revisar o planejamento periodicamente

Mudanças legais exigem atualização constante.

Erro 5 — Não contar com especialistas

Planejamento exige conhecimento técnico aprofundado.


8. Planejamento tributário e a Reforma Tributária

Com a Reforma Tributária, tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS serão substituídos por CBS e IBS. Isso tornará o planejamento ainda mais relevante.

Tendências claras incluem:

  • maior fiscalização digital;
  • cruzamento automático de dados;
  • redução de margens para erros;
  • necessidade de planejamento contínuo.

Empresas que se antecipam saem na frente.


9. Estudo de caso: como a AEXO Contabilidade reduziu impostos de uma empresa em 42%

Uma empresa de serviços digitais faturava R$ 120.000/mês e pagava cerca de 18% em impostos.

Após diagnóstico realizado pela AEXO Contabilidade:

  • regime tributário foi ajustado;
  • CNAE corrigido;
  • estrutura societária reorganizada;
  • despesas corretamente classificadas.

Resultado:

  • carga tributária caiu para 10,5%;
  • economia anual superior a R$ 120.000;
  • risco fiscal reduzido drasticamente.

10. Recomendações práticas para aplicar planejamento tributário

  • revise seu regime tributário anualmente;
  • organize receitas e despesas mensalmente;
  • evite decisões fiscais sem análise técnica;
  • documente todas as operações;
  • conte com contabilidade especializada;
  • acompanhe mudanças na legislação.

A AEXO Contabilidade oferece planejamento tributário personalizado, seguro e focado em resultados reais.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre Planejamento Tributário

1. Planejamento tributário é legal?

Sim, desde que respeite a legislação.

2. Toda empresa pode fazer planejamento tributário?

Sim, independentemente do porte.

3. Planejamento reduz imposto mesmo?

Sim, quando bem estruturado.

4. Com que frequência deve ser feito?

Ao menos uma vez por ano ou quando houver mudanças.

5. Simples Nacional dispensa planejamento?

Não. Mesmo no Simples, o planejamento é essencial.

6. Planejamento serve para pessoa física?

Sim, especialmente para profissionais liberais.

7. Pode gerar fiscalização?

Não, quando feito corretamente.

8. Quem deve fazer o planejamento?

Contadores especializados e experientes.

9. Planejamento evita multas?

Reduz significativamente os riscos.

10. Quanto custa um planejamento tributário?

Muito menos do que pagar imposto em excesso.


Planejamento Tributário na Prática: a Visão de um Contador Tributarista

Planejamento tributário não é um exercício teórico nem um “truque fiscal”. Na prática, ele representa a engenharia legal dos fatos geradores, ou seja, a forma como a empresa se organiza para que suas operações ocorram dentro das alternativas menos onerosas previstas em lei. O papel do contador tributarista é antecipar cenários, interpretar normas, avaliar riscos e estruturar decisões que reduzam impostos sem jamais ultrapassar a linha da legalidade.

Diferentemente da contabilidade operacional, que registra fatos já ocorridos, o planejamento tributário é proativo. Ele atua antes da operação acontecer, influenciando decisões como: forma de contratação, modelo de faturamento, local da prestação do serviço, escolha do regime tributário, enquadramento da atividade (CNAE), estrutura societária e até o fluxo financeiro.

É exatamente nesse ponto que empresas economizam dezenas ou centenas de milhares de reais por ano sem qualquer risco fiscal, quando orientadas por especialistas como a AEXO Contabilidade, que atua com foco exclusivo em planejamento lícito e sustentável.


Planejamento Tributário e a Reforma Tributária: o que muda na lógica da redução de impostos

A Reforma Tributária brasileira não elimina o planejamento tributário — pelo contrário, ela o torna ainda mais estratégico. O que muda não é a possibilidade de planejar, mas o foco do planejamento.

Com a substituição gradual de tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS pelos novos CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), o sistema caminha para um modelo de IVA dual, com incidência mais transparente e não cumulativa.

O que isso significa, na prática?

  1. Menos espaço para erros formais
    O cruzamento de dados será praticamente automático, exigindo contabilidade extremamente organizada.
  2. Maior relevância da cadeia econômica
    O crédito e o débito do imposto passam a ter papel central. Empresas mal estruturadas podem perder créditos importantes.
  3. Mudança no foco da economia tributária
    A redução de impostos deixa de estar apenas no “quanto pago” e passa a envolver:
    • estrutura da operação
    • aproveitamento de créditos
    • localização da atividade
    • modelo de contratação
    • segregação de receitas
  4. Valorização do planejamento preventivo
    Planejar antes da operação será muito mais importante do que tentar corrigir depois.

A AEXO Contabilidade já atua com simulações considerando cenários da Reforma Tributária, ajudando empresas a se posicionarem corretamente antes que as mudanças entrem plenamente em vigor.


Os Regimes Tributários e o Papel Estratégico de Cada Um no Planejamento

Escolher o regime tributário correto é uma das decisões mais importantes dentro do planejamento tributário. Essa escolha nunca deve ser automática ou baseada apenas no faturamento.

A seguir, uma análise aprofundada dos principais regimes sob a ótica de um tributarista.


Simples Nacional: quando é vantajoso — e quando se torna uma armadilha

O Simples Nacional foi criado para simplificar, mas não necessariamente para baratear em todos os casos. Do ponto de vista técnico, ele é vantajoso quando:

  • a empresa tem estrutura simples;
  • possui folha de pagamento relevante (Fator R);
  • atua com serviços compatíveis com o Anexo III;
  • tem margem de lucro média ou alta;
  • não perde créditos relevantes de impostos.

Por outro lado, torna-se desvantajoso quando:

  • a empresa cai no Anexo V (alíquotas mais altas);
  • há muitas despesas que poderiam ser deduzidas fora do Simples;
  • o cliente é pessoa jurídica que aproveita créditos;
  • o faturamento cresce e “empurra” a alíquota para faixas elevadas;
  • há atividades híbridas mal segregadas.

👉 Planejamento tributário no Simples não é sobre “estar ou não estar”, mas sobre como estar.
A AEXO Contabilidade atua fortemente na segregação de receitas, no uso correto do Fator R e no enquadramento preciso da atividade para manter o cliente no menor anexo possível.


Lucro Presumido: previsibilidade com estratégia

O Lucro Presumido é frequentemente mal compreendido. Ele não é apenas um regime “intermediário”, mas sim um modelo estratégico para empresas com margens reais superiores às presunções legais.

Tecnicamente, funciona melhor quando:

  • a margem de lucro real é maior que a presumida pelo governo;
  • a empresa tem poucos custos dedutíveis;
  • o faturamento já ultrapassa limites confortáveis do Simples;
  • o negócio possui receitas bem definidas;
  • há controle financeiro adequado.

Contudo, sem planejamento, o Lucro Presumido pode gerar:

  • bitributação indireta;
  • pagamento desnecessário de ISS ou ICMS;
  • erro na classificação das receitas;
  • perda de oportunidades de economia.

Um tributarista analisa não apenas a alíquota, mas o efeito combinado de IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e ISS, algo que a AEXO Contabilidade faz de forma integrada e personalizada.


Lucro Real: máxima aderência à realidade financeira

O Lucro Real é o regime mais técnico e, ao mesmo tempo, o mais poderoso quando bem utilizado. Ele é indicado quando:

  • a empresa possui custos elevados;
  • há grande volume de despesas dedutíveis;
  • a margem de lucro é variável ou baixa;
  • o negócio está em fase de investimento ou expansão;
  • há interesse em controle fiscal e contábil profundo.

Do ponto de vista do planejamento tributário, o Lucro Real permite:

  • pagar imposto apenas sobre o lucro efetivo;
  • utilizar prejuízos fiscais;
  • aproveitar créditos de forma ampla;
  • ajustar a carga tributária ao ciclo do negócio.

Por outro lado, exige:

  • contabilidade extremamente organizada;
  • controles rigorosos;
  • acompanhamento mensal;
  • compliance elevado.

👉 No Lucro Real, planejamento tributário e contabilidade são inseparáveis.
É nesse regime que a atuação de uma contabilidade especializada, como a AEXO Contabilidade, faz maior diferença entre pagar imposto demais ou pagar o justo.

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Planejamento Tributário Contínuo: não é evento, é processo

Um erro comum é tratar planejamento tributário como algo pontual. Na realidade, ele deve ser:

  • contínuo;
  • dinâmico;
  • revisado periodicamente;
  • ajustado conforme mudanças legais, crescimento do negócio e cenário econômico.

Com a Reforma Tributária, esse acompanhamento se torna ainda mais relevante, pois as regras passarão por fases de transição, exigindo leitura técnica constante.

Empresas que mantêm planejamento ativo:

  • antecipam riscos;
  • adaptam preços corretamente;
  • protegem margens;
  • tomam decisões estratégicas mais seguras.

AEXO Contabilidade: planejamento tributário como ferramenta de crescimento

A AEXO Contabilidade atua com uma visão moderna e consultiva, indo muito além do cálculo de impostos. O foco está em:

  • redução legal e sustentável da carga tributária;
  • planejamento alinhado à estratégia do negócio;
  • preparação para a Reforma Tributária;
  • segurança jurídica absoluta;
  • crescimento com previsibilidade.

Cada planejamento é personalizado, porque não existem duas empresas iguais.


Conclusão técnica

Planejamento tributário não é opcional em um país com alta carga tributária e fiscalização digital avançada. Ele é uma ferramenta de sobrevivência, crescimento e competitividade. Com a Reforma Tributária, empresas despreparadas sentirão o impacto primeiro. Já aquelas que contam com orientação especializada sairão na frente.

👉 Reduzir impostos legalmente é um direito. Planejar é a forma inteligente de exercê-lo.


Conclusão: planejamento tributário é estratégia, não custo

Planejamento tributário não é um luxo reservado a grandes empresas. Ele é uma necessidade estratégica para qualquer negócio que deseja crescer, lucrar mais e operar com segurança.

Quem planeja:

  • paga menos imposto;
  • reduz riscos;
  • aumenta competitividade;
  • cresce de forma sustentável.

Quem ignora:

  • perde dinheiro;
  • assume riscos desnecessários;
  • limita o próprio crescimento.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário, atuando com ética, técnica e foco absoluto em resultados.


AEXO: A sua Contabilidade!

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A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

o que é planejamento tributário

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Como fica o Simples Nacional na Reforma Tributária: entenda o impacto do IBS e da CBS no seu negócio

Simples Nacional na Reforma Tributária: Você é optante do Simples Nacional e quer saber, de forma prática, o que muda com a Reforma Tributária? Então, este guia foi feito para você. Ao longo do artigo, mostro as duas modalidades previstas para a transição (Simples “puro/por dentro” e Simples “híbrido/por fora”), explico quando cada uma tende a ser mais vantajosa e aponto decisões táticas para manter a competitividade e pagar só o necessário. As ideias-chave deste texto estão alinhadas ao conteúdo do arquivo que você anexou, com foco no IVA Dual (CBS + IBS) e no papel estratégico da contabilidade especializada.

como fica o Simples Nacional na reforma tributária (IBS e CBS)


Por que o Simples Nacional não acaba com a Reforma Tributária?

A primeira boa notícia: o Simples Nacional permanece. A reforma reorganiza os tributos sobre o consumo em dois grandes pilares — CBS (federal) e IBS (estadual/municipal) — e integra o optante do Simples a essa nova lógica sem extinguir o regime. Em outras palavras, a empresa continuará recolhendo em guia unificada, mas a fatia correspondente a consumo passará a ser compatível com o IVA Dual, o que melhora a transparência e facilita o crédito na cadeia.


IVA Dual em poucas linhas: a base da mudança

Antes de falar das modalidades, vale reforçar o contexto. O novo desenho do governo substitui PIS/COFINS/IPI por CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e agrega ICMS/ISS no IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Ambos funcionam em modelo não cumulativo e com tributação no destino, reduzindo guerra fiscal, litigiosidade e custo de conformidade. Para quem é do Simples, o benefício prático é padronização e previsibilidade: as regras ficam mais claras e os sistemas tendem a conversar melhor entre si.


As duas modalidades do Simples com a Reforma

Simples “puro” (ou “por dentro”): IBS e CBS dentro do DAS

No Simples “puro”, tudo continua centralizado. O DAS permanece como guia única e, por dentro dela, CBS e IBS são segregados e repartidos automaticamente entre União, Estados e Municípios. A experiência do contribuinte muda pouco: a empresa mantém o rito atual e não destaca IVA na nota. Esse formato preserva simplicidade operacional e tende a ser natural para negócios B2C, que vendem majoritariamente para pessoas físicas e não precisam “oferecer” crédito para o cliente.

Simples “híbrido” (ou “por fora”): IBS e CBS destacados na NF

No Simples “híbrido”, o optante continua no Simples, porém destaca IBS e CBS na nota e apura esses dois tributos fora do DAS, em débito e crédito. O DAS segue cobrindo os demais componentes do regime, enquanto o IVA ganha guias específicas. O motivo para escolher esse caminho é competitividade B2B: clientes do Lucro Presumido/Real valorizam crédito de IBS/CBS, e fornecedores que destacam IVA por fora tendem a ser preferidos.

Ponto tático: segundo Samuel Lira, sócio e contador da AEXO Contabilidade, a escolha entre Simples “puro” e Simples “híbrido” poderá ser semestral. Logo, dá para ajustar a estratégia conforme mix de clientes e ciclo comercial.


Quando cada modelo costuma fazer mais sentido | Simples Nacional na Reforma Tributária

  • Vendas para pessoa física (B2C): a simplicidade pesa. O Simples “puro” reduz fricção e mantém o processo enxuto, principalmente para varejo local, serviços presenciais e tickets menores.
  • Vendas para empresas (B2B): o Simples “híbrido” costuma ampliar poder de negociação, pois o cliente aproveita crédito de IBS/CBS. Em contratos recorrentes, o benefício de crédito muitas vezes decide a compra.


Como decidir: um roteiro rápido e objetivo

  1. Mapeie seu faturamento por tipo de cliente. Qual a proporção PF × PJ?
  2. Classifique seus principais compradores corporativos por regime (Simples, Presumido, Real).
  3. Simule margem com e sem crédito para o cliente. Em B2B, o ganho de crédito pode equalizar preço e evitar desconto excessivo.
  4. Projete cenários semestrais. Se a sua sazonalidade muda, planeje a virada de modalidade no semestre com maior peso B2B.
  5. Revise contratos e sistemas. Destacar IVA por fora requer nota fiscal, escrituração e conciliações adequadas.

Fator competitivo: por que o “híbrido” pode destravar crescimento

Empresas que vendem insumos, serviços de tecnologia, consultoria e itens com cadeia longa tendem a perder vendas quando não geram crédito ao cliente. Ao destacar IBS/CBS, o fornecedor do Simples entra no mesmo campo de jogo dos concorrentes que já estão no Presumido/Real. Em licitações privadas, cotações e marketplaces B2B, esse detalhe faz diferença.

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Operação e compliance: o que preparar desde já | Simples Nacional na Reforma Tributária

Mesmo que a transição seja gradual, convém adiantar algumas frentes:

  • Cadastro e NCM/CNAE bem definidos. Erros travam crédito e derrubam a confiança do cliente.
  • ERP e emissão integrados. Se optar pelo “híbrido”, o destaque de IBS/CBS precisa sair redondo na NF.
  • Conciliação automatizada (Pix, cartão, boleto) para bater documento × transação × repasse.
  • Política comercial alinhada ao IVA: quando oferecer preço com crédito, quando explorar pacotes sem crédito.
  • Treinamento do time fiscal e de vendas para a nova linguagem.

Preço e margem: como evitar erosão silenciosa

A chegada do IVA Dual aumenta a visibilidade do imposto para toda a cadeia. Na prática, o cliente B2B compara preço líquido de crédito. Se você estiver no “puro” e seu concorrente no “híbrido”, a percepção de custo efetivo pode favorecer o concorrente, ainda que o seu preço “de etiqueta” pareça mais baixo. Simular cenários com o contador evita perder margem sem perceber.


Perguntas frequentes | Simples Nacional na Reforma Tributária

O Simples Nacional vai acabar com a Reforma?
Não. O regime é mantido, com integração ao IVA Dual por meio de CBS e IBS.

Qual a diferença entre Simples “puro” e “híbrido”?
No “puro”, CBS/IBS ficam dentro do DAS, sem destaque na nota. No “híbrido”, o optante destaca o IVA por fora e recolhe em débito/crédito, gerando crédito para o cliente.

Posso alternar entre as modalidades?
Sim. A escolha tende a ser semestral, permitindo ajuste estratégico conforme o perfil de vendas.

Vendo para pessoa física. Vale a pena o “híbrido”?
Geralmente, não. Sem demanda por crédito, a simplicidade do “puro” costuma prevalecer.

Atendo empresas do Presumido/Real. Devo migrar para o “híbrido”?
Em muitos casos, sim. O crédito de IBS/CBS pode destravar contratos e encurtar negociações. Avalie com simulação.


Roteiro de implementação com segurança (checklist AEXO) | Simples Nacional na Reforma Tributária

  1. Diagnóstico tributário do mix PF × PJ e regimes dos clientes;
  2. Simulações comparativas entre “puro” e “híbrido” com horizonte de 12 meses;
  3. Ajuste de preço considerando crédito do cliente e split payment;
  4. Revisão contratual com cláusulas de impostos e repasse;
  5. Boas práticas operacionais: emissão, conciliação e guarda de documentos;
  6. Treinamento das equipes fiscal, vendas e financeiro;
  7. Monitoramento trimestral para calibrar a decisão semestral.

AEXO Contabilidade: sua virada para o novo Simples, sem sustos

A AEXO Contabilidade Digital vive a Reforma no dia a dia, com centenas de planejamentos já executados para empresas do Simples. Nosso time combina planejamento tributário, simulações por cliente/canal, configuração de sistemas e rotinas de compliance para você pagar o mínimo legal e preservar a margem — em qualquer cenário. Quando a sua empresa precisar optar entre “puro” e “híbrido”, nós entregamos números, não achismos.

Fale agora com a AEXO Contabilidade e receba um diagnóstico gratuito sobre qual modalidade do Simples na Reforma faz sua empresa vender mais e pagar menos.

como fica o Simples Nacional na reforma tributária (IBS e CBS)

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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O que é Split Payment? Guia completo para empreendedores, CFOs e contadores que querem crescer com segurança fiscal

O Split Payment — ou pagamento fracionado — é um mecanismo pelo qual, no exato momento em que a venda é liquidada, o valor do imposto é automaticamente separado e enviado ao ente arrecadador, enquanto o líquido segue para a conta do vendedor e, quando houver, para demais participantes da transação (marketplace, adquirente, gateway, logística, afiliado). A lógica elimina a etapa tradicional de “vender agora e recolher o tributo no mês seguinte”, reduz sonegação estrutural e traz rastreabilidade ponta a ponta. Para empresas, isso exige uma gestão contábil mais integrada, previsão de caixa refinada e um ERP capaz de conversar com o ecossistema financeiro.

Este artigo explica, em profundidade e com linguagem prática, como o Split Payment funciona, por que ele tende a ganhar espaço no Brasil, qual o impacto no IBS/CBS, como ficam Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, o que muda em e-commerce, serviços recorrentes e marketplaces, além de apresentar um checklist de preparação e um FAQ em rich snippets. Ao final, você entende como a AEXO Contabilidade, pode ser a parceira ideal que seu negócio precisa em preparar sua operação para esse novo cenário.

o que é split payment - AEXO CONTABILIDADE


Conceito: do “pagar depois” ao “pagar junto”

Na arquitetura tradicional, a empresa recebe o pagamento integral da venda, registra a operação no ERP, apura a guia e recolhe o tributo em D+30, D+20 ou conforme calendário fiscal. No Split Payment, a liquidação já nasce líquida de impostos: o sistema fraciona o valor e direciona, na mesma batida, a parcela devida ao poder público e as demais fatias contratuais (comissão, tarifa, frete, antifraude), reduzindo a dependência de conciliações posteriores.

Trata-se de um pagamento programável com regras de roteamento, prazos e destinatários pré-definidos. Em ecossistemas digitais, é comum que o split seja coordenado por adquirentes, subadquirentes, PSPs, gateways e plataformas, com trilhas de auditoria e relatórios automatizados.


Princípios que regem o Split Payment

  1. Imutabilidade do percurso do imposto: a parcela tributária tem destino reservado e não transita na conta do vendedor.
  2. Rastreabilidade granular: cada parcela possui identificador, permitindo reconciliação por item, pedido, canal e rateio.
  3. Regra declarativa: políticas de split são configuradas e versionadas (por produto, NCM/CNAE, canal, plano, período promocional).
  4. Segurança e conformidade: trilhas de auditoria, segregação de funções e logs completos.
  5. Interoperabilidade: integração com NF-e/NFS-e, ERP, PSP, adquirente, antifraude, estoque e expedição.

Arquitetura operacional: quem faz o quê

  • Vendedor/Prestador: define políticas comerciais, tributos e contratos.
  • Plataforma/Marketplace: orquestra o split entre vendedor, comissão e terceiros.
  • PSP/Adquirente/Gateway: processa meios de pagamento e executa o rateio.
  • Banco/Conta de Pagamento: recebe liquidações e repassa saldos líquidos.
  • Fisco: recebe a parte tributária quando houver canal oficial de repasse.
  • Contabilidade: parametriza o ERP, confere conciliações e valida compliance.

Fluxo típico: cliente paga → antifraude aprova → plataforma instrui split → gateway fraciona → parcelas seguem aos destinos → ERP registra títulos, baixas e impostos → reconciliação diária.


Casos de uso práticos | O que é split payment?

Varejo e e-commerce

O split pode separar imposto, frete, comissão de marketplace e tarifa do PSP. Em operações com fulfillment, adiciona-se a parcela logística.

Serviços e SaaS

Planos mensais com upgrades, cupons e add-ons pedem políticas de split por recorrência e por região (alíquotas distintas). Integração com NFS-e é crítica.

Economia de criadores e infoprodutos

Cursos, mentorias, clubes, streaming e vendas ao vivo exigem rateio entre criador, plataforma, afiliado e imposto, com regras anti-chargeback e janela de lockup.

Marketplaces B2B/B2C

split multinível: marketplace, vendedor, hub logístico e, em alguns casos, terceiro instalador/prestador local.


Split Payment, IBS e CBS: como a tributação conversa com o split

O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) são os dois pilares centrais do novo modelo tributário brasileiro, conhecido como IVA Dual, criado pela Reforma Tributária. O IBS substituirá o ICMS (imposto estadual) e o ISS (imposto municipal), enquanto a CBS unificará os tributos federais PIS e COFINS. Ambos funcionarão de forma semelhante ao IVA utilizado em outros países, com a cobrança sobre o valor agregado em cada etapa da cadeia produtiva. Isso significa que cada empresa pagará imposto apenas sobre o que adicionou de valor ao produto ou serviço — evitando a tributação em cascata e tornando o sistema mais transparente. Na prática, o IBS será administrado por estados e municípios, e a CBS pela União, com cobrança unificada e crédito automático, permitindo às empresas um controle tributário mais simples, justo e moderno.

A transição para um sistema baseado em IVA Dual (IBS estadual/municipal + CBS federal) favorece modelos em que o imposto é destacado, calculado e liquidado com rastreabilidade. O split viabiliza três avanços:

  1. Transparência: cada item da venda carrega sua base, alíquota e crédito.
  2. Redução de erros: apurações passam a depender menos de controles manuais.
  3. Crédito na cadeia: B2B ganha em ciclagem de crédito quando a nota e o pagamento trazem a mesma “verdade contábil”.

Embora o desenho operacional definitivo dependa de regulamentações, a direção é nítida: mais automação, menos atrito, maior alinhamento entre nota, pagamento e imposto.


Impactos por regime tributário

Simples Nacional | O que é split payment?

  • Por dentro (puro): foco em simplicidade; split pode ratear comissões e tarifas, mantendo o DAS como guia consolidada. Ideal para quem opera em B2C.
  • Híbrido (por fora): IBS/CBS destacados e apurados fora do DAS; split tende a separar a parcela do IVA já na liquidação, o que melhora a conversão em B2B pela oferta de crédito.

Lucro Presumido | O que é split payment?

Empresas ganham controle fino de PIS/Cofins e ISS/IBS por item e canal, além de reconciliação automática com EFDs. Contratos B2B se beneficiam do destaque tributário.

Lucro Real | O que é split payment?

Operações complexas e de margem apertada aproveitam rastreabilidade para suportar créditos, centros de custo e pricing. O split reduz perdas por erro de classificação.


Efeitos no fluxo de caixa e na precificação

  • Disponível menor, previsível maior: parte do valor “não encosta” no caixa, o que exige planejamento de capital de giro.
  • Redução de inadimplência fiscal: o recolhimento automático limita riscos de guias em atraso.
  • Comissão e frete: passam a sair “na origem”, reduzindo reconciliações.
  • Precificação: a tabela deve considerar valor líquido, take rate do canal, custo de meios de pagamento e tributos por item.
  • Contratos: é prudente explicitar split rules, tolerâncias e prazos de repasse.

Riscos e como mitigá-los

  • Parametrização tributária incorreta: mantém um mapa de NCM/CNAE/CFOP, com revisão periódica.
  • Divergência NF x pagamento: implemente validações em tempo real antes de capturar o pagamento.
  • Chargeback: use antifraude adaptativo e políticas de liberação de saldo com lockup para comissionados.
  • Dependência tecnológica: escolha parceiros com SLA, escala e auditorias externas.
  • LGPD: segmente dados, adote mínimo necessário e log de consentimentos.

Checklists essenciais

Checklist de tecnologia

  • ERP com campos fiscais por item e integração nativa à NF-e/NFS-e.
  • PSP/adquirente com split configurável, relatórios por pedido e webhooks.
  • Integração contábil para conciliação automática e baixa de títulos.
  • Painel de alertas: divergência de alíquota, item sem NCM, estorno parcial.

Checklist fiscal

  • Tabela de alíquotas e regras de isenção por UF e município.
  • Política de emissão de nota alinhada ao momento da captura.
  • Procedimentos de ajuste para estornos e reembolsos.
  • Auditoria mensal de base de cálculo e creditamento.

Checklist de governança

  • Matriz de responsabilidades (comercial, fiscal, financeiro, TI).
  • Rotina trimestral de teste de integridade (pedido → nota → pagamento → razão).
  • Política de retenções e comissões para parceiros e afiliados.
  • Plano de continuidade: contingências para quedas de serviço.

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Roadmap de 90 dias para implantação

Dias 1–15

  • Diagnóstico tributário e de canais.
  • Mapeamento de catálogos (NCM, CFOP, CNAE).
  • Escolha/validação de PSP com split.

Dias 16–45

  • Integração ERP-PSP-NF-contabilidade.
  • Modelagem de regras por produto, canal e UF.
  • Ambiente de testes com trilhas de auditoria.

Dias 46–75

  • Piloto em um canal/linha de produto.
  • Capacitação do time financeiro e fiscal.
  • Ajustes de pricing e contratos.

Dias 76–90

  • Go-live ampliado e painéis de monitoramento.
  • Auditoria de reconciliação e performance.
  • Comitê de melhoria contínua.

Perguntas frequentes (FAQ – Split Payment?)

O que é Split Payment?
É o fracionamento automático do pagamento na liquidação, separando impostos e comissionamentos antes que o valor chegue ao vendedor.

Split Payment aumenta imposto?
Não. Ele muda o momento e a forma de liquidação. A carga depende do regime e das alíquotas aplicáveis.

Posso usar Split Payment no Simples?
Sim. Em operações “por dentro” o split administra comissões e tarifas; no “híbrido”, pode destacar e enviar IBS/CBS fora do DAS.

Como ficam estornos?
O sistema deve reverter o rateio proporcional, recriando o percurso inverso de imposto e comissões.

Marketplaces precisam de split?
É o modelo mais seguro para repasses simultâneos e gestão de retenções, reduzindo riscos operacionais e fiscais.

Quais sistemas preciso integrar?
NF-e/NFS-e, ERP, PSP/adquirente, antifraude, estoque/expedição e contabilidade.

O split elimina conciliações?
Reduz muito, mas não elimina. É necessário reconciliar pedidos, notas, capturas, liquidações e estornos.


Como a AEXO Contabilidade ajuda sua empresa a decolar com Split Payment

A AEXO Contabilidade Digital implementa, lado a lado com o seu time, a arquitetura fiscal e financeira para operar Split Payment com segurança. Do mapeamento tributário à integração ERP-pagamentos, passando por pricing, contratos e rotinas de auditoria, entregamos um projeto completo para você pagar menos, vender mais e dormir tranquilo.

Fale com a AEXO Contabilidade para receber um diagnóstico gratuito e um plano de implantação em 90 dias, com simulação de cenários por canal, regime e mix de produtos/serviços.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Nova Regra do MEI: Renda do CPF + CNPJ Agora Somam no Limite Anual — Entenda o Que Muda em 2026

MEI renda CPF e CNPJ somam no limite? A Receita Federal deu um novo passo rumo à transparência fiscal e à modernização do Simples Nacional. A recente resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional nº 183/2025, que alterou a Resolução nº 140/2018, muda de forma significativa a forma como o MEI (Microempreendedor Individual) deve declarar suas receitas.

Agora, as rendas recebidas tanto no CPF quanto no CNPJ passam a ser somadas para compor o limite anual do MEI. Essa mudança impacta diretamente milhares de empreendedores que, até então, separavam suas receitas pessoais e empresariais para evitar o desenquadramento.

nova regra do MEI receitas do CPF e CNPJ somam no limite

O Que Muda Com a Nova Regra do MEI?

Antes dessa resolução, muitos microempreendedores mantinham duas fontes de receita:

  • Uma parte recebida no CPF (pessoa física), geralmente em atividades autônomas.
  • Outra parte no CNPJ (pessoa jurídica), vinculada à atividade do MEI.

Com a nova norma, essa separação deixa de existir. Toda receita bruta anual, seja obtida por maquininha de cartão, Pix ou transferência bancária, conta para o limite de faturamento do MEI, que hoje é de R$ 81 mil por ano (ou cerca de R$ 6.750 por mês).

A partir de 13 de outubro de 2025, quando a nova regra passou a valer, a fiscalização foi reforçada. As operações no CPF e no CNPJ serão cruzadas automaticamente, e tentar driblar o limite pode gerar multas, desenquadramento e até lançamento de ofício.


Por Que a Receita Federal Implementou Essa Mudança?

O objetivo é combater a sonegação fiscal e trazer justiça tributária. Muitos MEIs utilizavam o CPF para “espalhar” o faturamento e evitar ultrapassar o teto permitido.

Com o cruzamento eletrônico de dados, a Receita Federal consegue identificar rapidamente:

  • Maquininhas cadastradas no CPF que recebem valores de múltiplos clientes.
  • Depósitos e transferências recorrentes de atividades comerciais na conta pessoal.
  • Notas fiscais emitidas que não coincidem com a declaração anual do MEI.

O resultado é um sistema mais transparente e justo, alinhado ao novo modelo fiscal digital que o Brasil vem adotando com o DREX (Real Digital) e o Split Payment.


Exemplo Prático: O Que Isso Significa na Rotina do MEI

Imagine uma empreendedora que trabalha com vendas online. Ela possui um CNPJ MEI cadastrado, mas também faz freelas e consultorias pagas via Pix em sua conta pessoal.

Mesmo que essas transferências caiam no CPF, a Receita Federal entende que a origem é a mesma atividade econômica.
Portanto, todos os valores devem ser somados para calcular o faturamento total anual. Se ultrapassar o limite de R$ 81 mil, o MEI será automaticamente desenquadrado e migrará para Microempresa (ME).


Fiscalização: Como o Fisco Está Monitorando os MEIs

A Receita Federal já utiliza ferramentas de inteligência artificial e big data para cruzar informações de diferentes sistemas, como:

  • Notas fiscais eletrônicas (NF-e e NFS-e);
  • Operações de cartão de crédito e débito;
  • Pix e transferências bancárias;
  • Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI);
  • Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

O cruzamento entre CPF e CNPJ é automático, e qualquer diferença entre as informações declaradas e as movimentações financeiras gera alerta no sistema da Receita.


Como Evitar Multas e Desenquadramento

Manter a regularidade é simples, mas exige disciplina e apoio contábil.
Veja o que você deve fazer:

  1. Centralize as receitas da sua atividade no CNPJ do MEI.
  2. Evite receber pagamentos de clientes no CPF quando a atividade estiver vinculada ao seu negócio.
  3. Controle o faturamento mensal com planilhas ou sistemas de gestão.
  4. Emita notas fiscais de todas as vendas e serviços.
  5. Acompanhe o limite de R$ 81 mil (ou R$ 135 mil, se o “SuperMEI” for aprovado em 2026).
  6. Conte com um contador especializado para revisar movimentações e declarações.

💡 Dica da AEXO Contabilidade: oferecemos uma planilha gratuita de controle de faturamento do MEI, ideal para evitar desenquadramentos e manter seu negócio dentro da lei.


E Se o CPF Tiver Renda de Outra Atividade? | MEI renda CPF e CNPJ somam?

Se você é, por exemplo, fisioterapeuta, advogado ou nutricionista (profissões não permitidas no MEI), mas também tem uma lojinha virtual no CNPJ, a situação é mais delicada.

Nesse caso, o ideal é:

  • Manter o livro caixa e recolher o INSS como autônomo pela pessoa física.
  • Declarar o IRPF corretamente, separando a natureza das rendas.
  • Avaliar com seu contador se vale a pena abrir uma Microempresa (ME) e unificar as atividades sob o Simples Nacional.

Com isso, você evita autuações e mantém a credibilidade fiscal do seu negócio.

CLT soma com MEI? A VERDADE AGORA!

A atualização normativa consolidou um entendimento que a fiscalização já vinha aplicando: a receita bruta do MEI considera todos os recebimentos relacionados à sua atividade, independentemente de caírem no CPF ou no CNPJ. Com isso, acabou a estratégia de “espalhar” entradas para manter o faturamento “oficial” abaixo de R$ 81 mil/ano. A motivação é clara: transparência, isonomia e coerência com o que a empresa de fato vende e recebe.

O que soma no limite do MEI?

  • Vendas e serviços do objeto social do MEI, mesmo quando recebidos no CPF (Pix, TED, maquininha).
  • Receitas por múltiplos canais (maquininha A no CPF, maquininha B no CNPJ) — a fiscalização cruza tudo.
  • Entradas recorrentes de clientes vinculadas à atividade declarada.

Boas práticas:

  1. Emita nota para toda venda/serviço.
  2. Centralize recebimentos no CNPJ.
  3. Use descrição clara nas cobranças.
  4. Concilie banco/maquininhas vs. notas todo mês.

O que não soma (e como provar)?

  • Salário CLT (não é receita da atividade empresarial).
  • Transferências entre contas próprias ou de familiares (não são vendas/serviços).
  • Rendimentos que não são do escopo do MEI (ex.: aluguéis ou profissões vedadas ao MEI, como nutricionista/fisioterapeuta).

Dica de defesa documental: guarde contracheques (CLT), comprovantes de transferência e contratos de locação; isso dá lastro ao enquadramento correto em eventual questionamento.


A Nova Era do Controle Tributário Digital | MEI renda CPF e CNPJ somam no limite

O cruzamento de dados entre CPF e CNPJ é apenas o começo de uma nova era fiscal no Brasil.
Nos próximos anos, veremos a integração total entre sistemas bancários, Receita Federal e Secretarias de Fazenda, com recursos como:

  • DREX (Real Digital): moeda digital do Banco Central que permitirá o rastreamento inteligente das transações.
  • Split Payment: recolhimento automático dos impostos no momento da venda.
  • IBS e CBS: os novos tributos do IVA Dual, que substituirão PIS, COFINS, ICMS e ISS.

Essas mudanças exigem empresas mais organizadas, transparentes e integradas digitalmente.
Quem se preparar agora sairá na frente.

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COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

O QUE É O SIMPLES NACIONAL

TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


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A Nova Regra do MEI veio para aumentar a transparência e garantir um sistema tributário mais justo.
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nova regra do MEI renda CPF e CNPJ somam no limite

MEI renda CPF e CNPJ somam no limite?

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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REFORMA TRIBUTÁRIA 2026: ENTENDA O QUE MUDA COM O IVA, CBS, IBS E IS NO NOVO SISTEMA DE IMPOSTOS

Introdução

IVA Dual Reforma Tributária: A Reforma Tributária de 2026 é uma das maiores transformações do sistema de arrecadação já vistas no Brasil. Seu objetivo é claro: simplificar, unificar e modernizar a cobrança de tributos, tornando-a mais justa e transparente.

Se você é empreendedor, contador ou gestor financeiro, precisa entender que o novo modelo — com o IVA Dual, composto por CBS, IBS e complementado pelo Imposto Seletivo (IS) — mudará completamente a forma como sua empresa emite notas, calcula impostos e gerencia o fluxo de caixa.

Este guia da AEXO Contabilidade, especialista em planejamento tributário e assessoria fiscal, explica tudo o que você precisa saber para se preparar para o novo sistema, aproveitar oportunidades e evitar armadilhas financeiras.

IVA Dual Reforma Tributária 2026


O Que É a Reforma Tributária e Por Que Ela É Necessária | IVA Dual Reforma Tributária

O sistema tributário brasileiro é, historicamente, um dos mais complexos do mundo. Com tributos cobrados em diferentes esferas — federal, estadual e municipal — e regras que variam entre estados e municípios, o resultado é burocracia, custos elevados e insegurança jurídica.

A Reforma Tributária vem justamente para corrigir esse caos, substituindo tributos sobre o consumo por um modelo unificado e simplificado, conhecido como IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado).

Além de reduzir custos administrativos, a nova estrutura promete:

  • Facilitar a vida do empreendedor, com menos declarações e guias;
  • Evitar bitributação e créditos tributários travados;
  • Reduzir a sonegação com automação e fiscalização digital;
  • Aumentar a competitividade das empresas brasileiras.


O IVA Dual: A Espinha Dorsal da Reforma Tributária

O Que é o IVA Dual?

O IVA Dual é um sistema de tributação sobre o consumo que será dividido em duas esferas de competênciafederal e subnacional (estados e municípios).

Essa divisão cria dois novos tributos principais:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — substitui PIS, COFINS e IPI (federal);
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) — substitui ICMS e ISS (estadual e municipal).

Ambos seguem a mesma lógica de apuração, o que simplifica o recolhimento e reduz conflitos tributários.

Como o IVA Funciona na Prática | IVA Dual Reforma Tributária

O IVA é cobrado em cada etapa da cadeia produtiva, mas permite o crédito dos impostos pagos anteriormente — ou seja, evita a tributação em cascata.
Com isso, o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada operação.

Por exemplo:

Uma fábrica paga imposto sobre a matéria-prima. Ao vender o produto acabado, ela desconta o valor pago e recolhe apenas sobre o acréscimo de valor.

Essa dinâmica reduz distorções e favorece empresas produtivas e formais.


CBS: Contribuição sobre Bens e Serviços

A CBS é o novo tributo federal que substituirá o PIS, COFINS e o IPI, unificando e simplificando a arrecadação.

Principais Características:

  • Alíquota estimada: 9,25%;
  • Cobrança sobre receitas de venda de bens e serviços;
  • Direito a crédito financeiro amplo, reduzindo custos acumulados;
  • Gestão e arrecadação pela União.

A CBS representa um avanço significativo, pois reduz litígios e padroniza regras de creditamento, algo que sempre foi um problema no antigo sistema PIS/COFINS.


IBS: Imposto sobre Bens e Serviços

O IBS é o tributo estadual e municipal que substituirá o ICMS e o ISS, dois dos impostos mais complexos e litigiosos do país.

Características do IBS:

  • Arrecadação compartilhada entre estados e municípios;
  • Regra única para base de cálculo, crédito e fato gerador;
  • Alíquota uniforme, definida nacionalmente;
  • Incidência no destino do consumo, e não na origem.

Essa última mudança — tributação no destino — é essencial para corrigir distorções regionais e fortalecer estados consumidores, como São Paulo e Rio de Janeiro.


Imposto Seletivo (IS): O “Imposto do Pecado”

Além do IVA Dual, a Reforma cria o Imposto Seletivo (IS), conhecido como “imposto do pecado”, que incidirá sobre produtos nocivos à saúde ou ao meio ambiente, como:

  • Cigarros e derivados do tabaco;
  • Bebidas alcoólicas e açucaradas;
  • Combustíveis fósseis e poluentes.

O objetivo do IS é desestimular o consumo de produtos prejudiciais e compensar impactos ambientais e sociais.


Regras Unificadas e Simplificação

Mesmo com administrações separadas (CBS federal e IBS subnacional), as regras serão padronizadas:

  • Mesma base de cálculo;
  • Mesmo critério de crédito;
  • Mesmo fato gerador.

Isso garante transparência, eficiência e previsibilidade, reduzindo a necessidade de contestações jurídicas.


Impactos da Reforma Tributária nas Empresas

A mudança no modelo tributário afetará diretamente o preço dos produtos e serviços, a precificação e o fluxo de caixa das empresas.

Empresas que não se adaptarem podem:

  • Pagar mais impostos do que o devido;
  • Perder competitividade no mercado;
  • Sofrer penalidades por erros no novo modelo de apuração.

Por isso, é fundamental se antecipar. A transição será gradual, mas exige planejamento desde já.


Como o Simples Nacional Será Impactado

O Simples Nacional continuará existindo, mas precisará se adaptar às novas regras do IVA Dual.
Os estudos indicam dois cenários possíveis:

🔹 Simples Nacional “Por Dentro” (IBS e CBS dentro do DAS)

Nesse modelo, o DAS já incluiria as novas contribuições (IBS e CBS), mantendo a simplicidade e a centralização do pagamento.

🔹 Simples Nacional “Híbrido” (IBS e CBS fora do DAS)

Aqui, o empreendedor do Simples pagaria o DAS normalmente, mas teria que recolher IBS e CBS separadamente, conforme sua atividade e faturamento.

Ambos os modelos estão sendo avaliados para garantir competitividade às micro e pequenas empresas, sem quebrar a lógica de simplificação do Simples.


DREX e o Split Payment: A Tributação do Futuro | IVA Dual Reforma Tributária

O DREX, moeda digital oficial do Banco Central, e o sistema de Split Payment (pagamento dividido) são pilares tecnológicos da nova era tributária.

Com o Split Payment, o imposto é automaticamente separado no momento da transação, e o valor é direcionado aos cofres públicos em tempo real.
Isso elimina fraudes, aumenta a transparência e reduz custos de compliance.

O DREX, por sua vez, integrará esse processo com pagamentos digitais instantâneos e rastreáveis, tornando o sistema tributário 100% digital e seguro.


O Papel da AEXO Contabilidade na Nova Era Tributária | IVA Dual Reforma Tributária

A AEXO Contabilidade Digital está na vanguarda dessa transformação.
Com mais de 15 anos de experiência, a AEXO ajuda milhares de empresários a reduzir impostos legalmente, otimizar o fluxo de caixa e adaptar-se às constantes mudanças fiscais.

A empresa oferece:

  • Planejamento tributário personalizado;
  • Simulações e comparativos entre regimes fiscais;
  • Implantação de automação contábil e fiscal;
  • Treinamentos e suporte contínuo para equipes financeiras.

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Conclusão: Prepare-se Agora! | IVA Dual Reforma Tributária

A Reforma Tributária é inevitável e trará impactos profundos.
Empresas que se anteciparem, buscando assessoria contábil estratégica, estarão preparadas para reduzir custos, evitar riscos e crescer com segurança.

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IVA Dual Reforma Tributária 2026

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

IMPOSTO SELETIVO: ENTENDA O “IMPOSTO DO PECADO” DA REFORMA TRIBUTÁRIA

Introdução

A Reforma Tributária de 2026 promete transformar profundamente o sistema de arrecadação no Brasil. Enquanto todos falam sobre o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), um terceiro elemento do novo sistema tributário vem ganhando destaque: o Imposto Seletivo, também conhecido como o “imposto do pecado”.

Esse novo tributo foi criado para desestimular o consumo de produtos que prejudicam a saúde e o meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas e combustíveis fósseis.
Mas a grande dúvida dos empresários é: como o Imposto Seletivo vai afetar a minha empresa, mesmo que eu não produza esses produtos?

Neste artigo, a AEXO Contabilidade, especialista em planejamento tributário e contabilidade digital, explica tudo o que você precisa saber sobre o Imposto Seletivo, como ele será aplicado, quem pagará, quais produtos serão afetados e como as empresas podem se preparar para essa nova realidade.

Imposto Seletivo Reforma Tributária - IS - IMPOSTO DO PECADO - AEXO CONTABILIDADE


O Que é o Imposto Seletivo Reforma Tributária?

O Imposto Seletivo (IS) é um tributo federal criado pela Reforma Tributária de 2026 para incidir sobre produtos e serviços que geram danos à saúde ou ao meio ambiente.

Por isso ele é chamado de “imposto do pecado” (sin tax) — porque tem o objetivo de desencorajar o consumo de bens considerados prejudiciais, como tabaco, álcool e combustíveis poluentes.

Objetivos principais do Imposto Seletivo:

  1. Desestimular o consumo de produtos nocivos;
  2. Compensar impactos ambientais e sociais causados pela produção e uso desses produtos;
  3. Aumentar a arrecadação federal de maneira estratégica;
  4. Promover justiça fiscal e sustentabilidade econômica.

Esse tributo será cobrado diretamente sobre a produção ou importação desses itens, mas como veremos adiante, seus efeitos se espalham por toda a economia.


Por Que o Imposto Seletivo é Chamado de “Imposto do Pecado”?

O termo “imposto do pecado” (IS – Imposto Seletivo) não é novo — ele é amplamente usado em países da Europa, Estados Unidos e América Latina para designar tributos sobre produtos que têm efeitos negativos sobre a sociedade ou o meio ambiente.

Esses impostos têm uma função extrafiscal, ou seja, não apenas arrecadam, mas também orientam comportamentos.
O governo usa o Imposto Seletivo para:

  • Reduzir o consumo de bens que causam dependência ou doenças;
  • Controlar emissões de carbono e poluição;
  • Estimular práticas mais sustentáveis;
  • Equilibrar a carga tributária, compensando produtos que geram prejuízo social.

Em outras palavras, quem consome produtos mais prejudiciais paga mais imposto, enquanto quem consome produtos sustentáveis tende a ser beneficiado.


Quais Produtos Serão Tributados pelo Imposto Seletivo na Reforma Tributária?

O Imposto Seletivo incidirá sobre produtos e serviços específicos, definidos por lei complementar. Entre os principais grupos estão:

🧾 Produtos Alvo do Imposto Seletivo

  • Cigarros e derivados do tabaco;
  • Bebidas alcoólicas e açucaradas;
  • Combustíveis fósseis e derivados de petróleo;
  • Automóveis de alto impacto ambiental;
  • Produtos químicos e poluentes;
  • Itens com resíduos tóxicos ou descartáveis não recicláveis.

O objetivo não é proibir a comercialização desses produtos, mas encarecer seu consumo, transferindo parte do custo social para o preço final pago pelo consumidor.


Quem Vai Pagar o Imposto Seletivo?

O contribuinte direto do Imposto Seletivo será o fabricante ou o importador dos produtos tributados.
Contudo, o custo será repassado ao consumidor final, refletindo em aumentos de preço em toda a cadeia produtiva.

Exemplo prático:

Se uma indústria de bebidas for tributada pelo Imposto Seletivo, o preço do refrigerante aumentará para o distribuidor, que repassará ao varejista e, por fim, ao consumidor.

Isso significa que mesmo empresas que não fabricam produtos nocivos — como bares, padarias, supermercados e distribuidoras — serão indiretamente impactadas pela nova tributação.


Como o Imposto Seletivo Reforma Tributária Afeta Pequenas e Médias Empresas

Mesmo que sua empresa não produza cigarros, combustíveis ou bebidas alcoólicas, o efeito cascata do Imposto Seletivo vai chegar até você.
Esse fenômeno é conhecido como “efeito cobra” — o aumento de custos em um ponto da cadeia se espalha por todos os outros.

Por exemplo:

  • O transporte de mercadorias ficará mais caro, pois combustíveis fósseis serão tributados;
  • O preço de alimentos e bebidas tende a subir;
  • Serviços que dependem de energia e transporte também terão reajustes.

Portanto, mesmo sem fabricar produtos “do pecado”, sua empresa precisa se planejar financeiramente para absorver esses aumentos de custo.


Impacto do Imposto Seletivo Reforma Tributária na Economia Brasileira

O Imposto Seletivo representa uma das maiores mudanças comportamentais que o sistema tributário brasileiro já enfrentou.

Ele trará benefícios, mas também desafios:

  • 💰 Aumento de arrecadação federal — importante para compensar perdas com o IBS e CBS;
  • 🌎 Redução de impactos ambientais e de saúde pública;
  • 📉 Possível alta de preços e redução no consumo de determinados bens;
  • 🏭 Readequação da cadeia produtiva, com empresas migrando para modelos mais sustentáveis.

Em resumo: o imposto seletivo muda não apenas o valor dos produtos, mas o próprio comportamento do mercado.


Como a Sua Empresa Pode se Preparar

A AEXO Contabilidade recomenda três ações fundamentais para quem quer se preparar para o Imposto Seletivo e toda a Reforma Tributária:

1. Revise sua cadeia de fornecedores

Verifique se seus parceiros e distribuidores serão impactados. Se o custo deles subir, o preço repassado para você também subirá.

2. Simule o impacto no seu fluxo de caixa

Crie projeções considerando aumento de custos logísticos e de insumos, para evitar surpresas na margem de lucro.

3. Tenha um contador especialista ao seu lado

A Reforma Tributária exige planejamento estratégico e conhecimento técnico.
Com a AEXO Contabilidade, você garante análise personalizada, precificação inteligente e otimização fiscal em todas as etapas do processo.

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Imposto Seletivo x IBS x CBS: Qual a Diferença?

Muitos empresários ainda confundem esses três tributos, mas é importante diferenciá-los:

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): Substituirá ICMS e ISS, será de competência estadual e municipal.

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): Substituirá PIS, COFINS e parcialmente IPI, será de competência federal.

IS (Imposto Seletivo): Incidirá sobre bens e serviços nocivos a saúde e meio ambiente, de competência federal.

TributoNaturezaAbrangênciaObjetivo
IBSEstadual e MunicipalBens e serviços em geralSimplificar ICMS e ISS
CBSFederalBens e serviços em geralSubstituir PIS, COFINS e IPI
Imposto SeletivoFederalProdutos nocivosDesestimular consumo e proteger saúde/ambiente

Enquanto o IBS e a CBS visam simplificação e eficiência, o Imposto Seletivo tem caráter regulador e educativo.


O Imposto Seletivo e o Split Payment

Um dos pilares tecnológicos da Reforma Tributária é o Split Payment, ou pagamento automático de impostos.

Nesse modelo, quando o consumidor faz uma compra, o valor do imposto é automaticamente separado e enviado para o governo, sem depender do repasse da empresa.

Isso torna o sistema mais transparente, rastreável e difícil de fraudar — e o Imposto Seletivo será um dos primeiros a adotar essa tecnologia.


DREX e a Era da Tributação Digital

O DREX, moeda digital oficial do Banco Central do Brasil, também integrará a estrutura do novo sistema tributário.

Com o DREX, será possível:

  • Recolher o Imposto Seletivo em tempo real;
  • Automatizar o pagamento de IBS e CBS;
  • Evitar sonegação e erros de cálculo.

Isso significa que o futuro da contabilidade será 100% digital e integrado — e empresas que se anteciparem sairão na frente.


O Lado Positivo do Imposto Seletivo Reforma Tributária

Embora muitos vejam o Imposto Seletivo apenas como uma nova forma de arrecadação, ele pode trazer impactos positivos:

  • Incentivo à produção sustentável;
  • Redução de custos de saúde pública;
  • Aumento da eficiência fiscal;
  • Criação de mercados verdes e inovadores.

Empresas que investirem em energia limpa, reciclagem e inovação ambiental podem até se beneficiar, tornando-se mais competitivas e alinhadas às tendências globais.


Conclusão: O Futuro da Tributação e o Papel da AEXO Contabilidade

O Imposto Seletivo é mais do que um novo tributo — é um instrumento de transformação econômica e social.
Ele muda a forma como o Brasil enxerga a tributação e desafia as empresas a serem mais conscientes, sustentáveis e estrategicamente preparadas.

Com a AEXO Contabilidade, sua empresa terá:

  • Planejamento tributário completo para a Reforma 2026;
  • Consultoria personalizada para IBS, CBS e Imposto Seletivo;
  • Ferramentas digitais de automação contábil;
  • Estratégias fiscais para proteger seu lucro e crescer com segurança.

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Transforme a Reforma Tributária em uma oportunidade para crescer, economizar e se destacar no mercado.

Imposto Seletivo Reforma Tributária - IS - IMPOSTO DO PECADO - AEXO CONTABILIDADE

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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COMO FUNCIONA O IVA DUAL NA REFORMA TRIBUTÁRIA: ENTENDA O QUE MUDA COM O IBS E CBS NA NOVA REFORMA!

Introdução

IVA Dual na Reforma Tributária: O Brasil está passando por uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete acabar com décadas de complexidade fiscal e trazer um sistema mais simples, transparente e justo.
No centro dessa mudança está o IVA Dual, um modelo que vai substituir vários impostos municipais, estaduais e federais e transformar radicalmente a forma como as empresas pagam tributos.

Mas afinal, como o IVA Dual vai funcionar na prática?
O que são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?
E, principalmente: como isso vai impactar o bolso do empreendedor brasileiro?

Neste artigo, a AEXO Contabilidade explica de maneira clara e detalhada tudo o que você precisa saber sobre o novo sistema tributário, com exemplos práticos, projeções para o futuro e dicas de como preparar a sua empresa para 2026.

IVA Dual na Reforma Tributária


O Que é o IVA Dual na Reforma Tributária?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado Dual) é o novo modelo tributário aprovado na Reforma Tributária, inspirado em sistemas de sucesso utilizados em países como Alemanha e Portugal.
Ele foi criado para substituir diversos tributos e unificar a forma de cobrança de impostos sobre bens e serviços.

Atualmente, o Brasil possui um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, com impostos cobrados em cascata, diferenças entre estados e municípios, e uma burocracia que consome tempo e dinheiro das empresas.
O IVA Dual vem justamente para simplificar esse cenário, criando um modelo transparente e equilibrado, no qual cada empresa paga apenas o imposto sobre o valor que efetivamente adiciona ao produto ou serviço.

Isso significa que o novo sistema elimina a bitributação e a guerra fiscal entre estados e municípios, tornando a tributação mais previsível e eficiente.


Entendendo as Duas Modalidades do IVA Dual na Reforma Tributária: IBS e CBS

O IVA Dual é chamado assim porque será dividido em duas frentes complementares:

1. CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços

A CBS é o tributo federal do novo sistema.
Ela vai substituir o PIS, a COFINS e o IPI, unificando-os em uma única contribuição.

Seu objetivo é simplificar os tributos cobrados pela União, garantindo transparência e recolhimento digital em tempo real.

Exemplo:
Se antes uma empresa precisava calcular PIS, COFINS e IPI separadamente, agora ela pagará apenas a CBS sobre o valor agregado, com crédito tributário sobre o que foi pago nas etapas anteriores.


2. IBS — Imposto sobre Bens e Serviços

Já o IBS será o tributo estadual e municipal, substituindo o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).
Ou seja, a partir da implementação completa, estados e prefeituras deixarão de cobrar seus impostos de forma isolada e passarão a utilizar uma base unificada.

Isso elimina a chamada guerra fiscal, onde cada estado criava regras próprias para atrair empresas, gerando distorções e insegurança jurídica.
Com o IBS, as regras serão padronizadas em todo o país, e a arrecadação será distribuída automaticamente conforme o local de consumo do bem ou serviço.


Exemplo Prático: Como Funciona o IVA Dual na Cadeia Produtiva

Para entender melhor, veja o exemplo clássico utilizado pela AEXO Contabilidade:

Imagine a produção de uma camisa com alíquota total de 25%.

  • O produtor rural vende algodão por R$ 40 e paga R$ 10 de IVA.
  • A indústria de tecelagem compra o algodão por R$ 50, transforma-o em tecido e vende por R$ 60, gerando R$ 15 de IVA.
    Ela, porém, desconta o crédito de R$ 10 do imposto anterior e paga apenas R$ 5.
  • A fábrica de roupas compra o tecido por R$ 75, fabrica a camisa e vende por R$ 100, com R$ 25 de IVA.
    Descontando os R$ 15 anteriores, paga apenas R$ 10.
  • A loja de roupas compra a camisa por R$ 125 e vende ao consumidor final por R$ 200, com R$ 50 de IVA.
    Descontando R$ 25, paga R$ 25.

Ou seja, o consumidor final paga R$ 250, sendo R$ 200 do produto e R$ 50 de imposto.
O valor total do IVA pago (R$ 10 + 5 + 10 + 25 = R$ 50) corresponde exatamente ao que o cliente desembolsou.

Esse modelo é justo e transparente, pois o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada etapa, e o consumidor final é quem arca com o valor total.


Por Que o IVA Dual é Mais Justo e Eficiente

O IVA Dual traz uma série de vantagens competitivas para o ambiente de negócios:

  • Elimina a cumulatividade de impostos (o famoso “imposto sobre imposto”);
  • Reduz a guerra fiscal entre estados;
  • Simplifica obrigações acessórias e reduz o custo de conformidade;
  • Torna o sistema mais previsível e transparente;
  • Favorece a competitividade internacional das empresas brasileiras.

Com menos burocracia e maior clareza sobre a tributação, as empresas poderão planejar melhor seus custos e investimentos, além de aumentar a produtividade.


O IVA Dual e o Simples Nacional

Uma dúvida comum entre empreendedores é: como o IVA Dual vai afetar o Simples Nacional?

O governo estuda dois modelos possíveis:

Simples Nacional “por dentro”

Nesse modelo, o IBS e a CBS estariam dentro do DAS, ou seja, já incluídos no cálculo unificado do Simples Nacional.
O contribuinte pagaria normalmente seu DAS, sem precisar de cálculos adicionais.

Simples Nacional “híbrido”

Neste caso, o IBS e a CBS ficariam “por fora” do DAS, exigindo apuração separada desses tributos, mas com créditos automáticos para quem compra de optantes do Simples.

O modelo híbrido é o mais cotado, pois traz maior transparência e rastreabilidade, sem perder a simplicidade para micro e pequenas empresas.


IVA Dual na Reforma Tributária: Split Payment e DREX

A implementação do IVA Dual será acompanhada por dois sistemas digitais:

Split Payment — Pagamento Automático de Tributos

O Split Payment dividirá automaticamente o valor da venda: uma parte para o vendedor e outra diretamente para o governo, eliminando a sonegação e atrasos no recolhimento.

DREX — O Real Digital

O Drex, moeda digital do Banco Central, permitirá pagamentos e recolhimentos de impostos em tempo real, com transparência total entre empresas, bancos e governo.
A união do Drex com o Split Payment trará automação fiscal total, reduzindo fraudes e erros humanos.


Como se Preparar Para o IVA Dual na Reforma Tributária

A transição exigirá planejamento tributário estratégico.
Veja as principais ações que sua empresa deve adotar:

  1. Atualize seu sistema contábil para lidar com o IBS e CBS;
  2. Capacite sua equipe fiscal e financeira;
  3. Implemente contabilidade digital integrada;
  4. Acompanhe o Fator R e revise seu enquadramento tributário;
  5. Busque orientação profissional de especialistas como a AEXO Contabilidade.

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Conclusão | IVA Dual na Reforma Tributária

O IVA Dual representa o início de uma nova era no sistema tributário brasileiro.
Ele promete acabar com a complexidade, reduzir custos operacionais e trazer justiça fiscal real para empresas e consumidores.

Mas o sucesso dessa transição dependerá da preparação antecipada das empresas.
Quem se adaptar primeiro, estará à frente.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário e contabilidade digital e pode ajudar sua empresa a navegar com segurança pela Reforma Tributária 2026.

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IVA Dual na Reforma Tributária

Escrito por:

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Reforma Tributária no Brasil: objetivos, impactos práticos e como preparar sua empresa sem pagar imposto a mais

Introdução: por que a reforma tributária muda o jogo para quem empreende

Objetivos da Reforma Tributária: Durante décadas, o Brasil conviveu com um sistema de tributos complexo, pouco transparente e repleto de sobreposições, que elevou o custo de conformidade e desestimulou investimentos. A Reforma Tributária nasce para atacar exatamente esses gargalos: estimular o crescimento econômico, tornar a cobrança mais justa e simplificar a vida do contribuinte com regras claras e integradas. Para quem é empreendedor, entender agora o que muda é a diferença entre ganhar competitividade ou perder margem com erros de enquadramento.

objetivos da reforma tributária no brasil


Os 3 grandes objetivos da Reforma Tributária (e o que eles significam no dia a dia)

1) Crescimento econômico sustentável (produtividade acima da burocracia)

A meta é reduzir as distorções que encarecem produzir e vender no Brasil — cumulatividade, guerra fiscal, disputas interestaduais e litígios intermináveis. Com menos custo invisível, mais empresas investem, geram renda e empregos, e a economia ganha previsibilidade. Na prática, isso se traduz em um ambiente onde decidir investir é mais simples, mensurável e seguro.

2) Justiça tributária (tributação no destino + cashback social)

O novo desenho busca tributar no destino, isto é, onde o consumo acontece, reduzindo a concentração em estados de origem e distribuindo melhor a arrecadação. Soma-se a isso o cashback tributário para famílias de baixa renda, que devolve parte do imposto e torna o sistema menos regressivo. Resultado: equidade regional e social com regras mais coerentes para quem vende para o Brasil inteiro.

3) Simplificação e transparência (menos tempo com papelada, mais tempo com o cliente)

O propósito é baixar drasticamente o custo de compliance: menos obrigações sobrepostas, alíquotas claras, nota e escrituração padronizadas e visão real do imposto na ponta. Para o empreendedor, isso significa gastar menos energia com a lei e mais com a operação, sem surpresas de última hora.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Samuel Lira explica de forma clara e direta quais são os 3 grandes objetivos da Reforma Tributária e como eles impactam empreendedores e empresas de todos os tamanhos:


O que muda na prática: do “labirinto fiscal” à trilha sinalizada

  • Unificação e padronização: substituição gradual de tributos sobre consumo por impostos mais simples e integrados, com regras únicas entre estados e municípios.
  • Transparência no preço: imposto destacado e previsível, reduzindo o efeito cascata e permitindo precificação mais precisa.
  • Menos litígio, mais escala: com menos “zonas cinzentas”, cai o contencioso e sobra caixa para crescer.

Como a reforma impacta diferentes perfis de negócio

Comércio

  • Preço final mais claro e cadeia menos cumulativa.
  • Vantagem para quem automatiza emissão e conciliação: menos retrabalho = margem maior.

Serviços

  • Simplificação de obrigações e regra igual em todo o país, reduzindo riscos de autuação por diferenças de interpretação municipal.
  • Importante revisar precificação e contratos de longo prazo.

Indústria

  • Menos cumulatividade na cadeia e melhor aproveitamento de créditos.
  • Forte impacto em competitividade e planejamento de CAPEX.

Economia digital (plataformas, criadores, afiliados)

  • Integração e rastreabilidade total das transações; emissão correta e documentação serão diferenciais essenciais.
  • Quem formaliza e padroniza processos captura mais lucro líquido.

O que sua empresa precisa fazer agora (checklist objetivo)

  1. Mapear operações e CNAEs: onde incidem tributos hoje, onde haverá mudança de regra e qual o risco operacional.
  2. Revisar precificação: destaque e repasse de imposto, simulações de sensitividade por canal/região.
  3. Padronizar documentos: NFe/NFSe com informações consistentes, CFOP/CST corretos, integrações ERP/contabilidade.
  4. Implantar conciliações automáticas (cartões, PIX, gateways) para bater receita x documento x repasse.
  5. Revisitar contratos com cláusulas de reajuste e alocação de impostos.
  6. Treinar times (fiscal, vendas, financeiro) para a nova linguagem tributária e rotinas.
  7. Planejar regime (e transição) com simulações: Simples, Presumido, Real — qual rende maior lucro líquido no seu caso.

Dica AEXO: a transição não é só fiscal; é financeira, comercial e de sistemas. A combinação correta aumenta margem e evita contingências.


Erros que mais custam caro na transição (e como evitá-los)

  • Adiar o mapeamento (“quando chegar, eu vejo”) → perda de margem e risco de autuação.
  • Misturar PF e PJ em recebimentos → alerta automático nos cruzamentos da Receita.
  • Não padronizar cadastros (produto, NCM, serviço) → créditos negados e documentos rejeitados.
  • Não revisar contratos → travas para repasse e erosão de preço.
  • Ignorar automação → custo de compliance segue alto e consome a equipe.

Perguntas de alto impacto que você deve responder já! | Objetivos da Reforma Tributária

  • Como fica o preço final do meu produto/serviço com imposto destacado?
  • O meu ERP conversa com a contabilidade e com as prefeituras/estados sem remendo manual?
  • Quais CNAEs continuam fazendo sentido? Há oportunidade de reestruturação societária?
  • Em quais casos minha empresa recuperará mais crédito e pagará menos com a nova lógica?

O que é o IVA Dual?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado Dual) é o novo modelo tributário adotado pela Reforma Tributária brasileira que substitui a multiplicidade de tributos sobre o consumo por dois impostos de estrutura semelhante, mas com administrações distintas: um federal (CBS) e outro estadual/municipal (IBS).
O conceito de “dual” significa justamente essa divisão entre os entes federativos, preservando autonomia, mas garantindo uniformidade de base de cálculo, alíquotas transparentes e regras comuns de apuração e crédito.
Na prática, o IVA Dual busca simplificar a tributação sobre bens e serviços, reduzir a cumulatividade (efeito cascata), aumentar a competitividade das empresas brasileiras e tornar o sistema mais justo e previsível. Além disso, a cobrança será no destino, ou seja, onde o consumo ocorre — princípio que estimula o equilíbrio regional e a justiça fiscal.


O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)?

O IBS será o imposto de competência dos estados e municípios, unificando ICMS (estadual) e ISS (municipal) em uma só cobrança.
Seu objetivo é simplificar a arrecadação, evitar guerra fiscal e garantir que cada ente receba sua parte de forma proporcional ao consumo em seu território.
O IBS terá alíquota uniforme em todo o país, com gestão compartilhada e um Conselho Federativo responsável pela regulamentação, fiscalização e distribuição da receita.
Para o contribuinte, isso significa menos burocracia, declarações unificadas e mais transparência na formação do preço. Além disso, o IBS permitirá o crédito integral, eliminando a cumulatividade e evitando bitributação ao longo da cadeia produtiva.


O que é a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?

A CBS será o imposto de competência federal, substituindo PIS e COFINS.
Sua base de cálculo será ampla, abrangendo bens e serviços, inclusive operações digitais e importações, o que reflete a modernização da economia.
Assim como o IBS, a CBS também adota o modelo não cumulativo, permitindo que o contribuinte compense créditos de etapas anteriores e pague apenas sobre o valor agregado real.
A grande vantagem da CBS é a simplificação contábil e fiscal: uma única guia de recolhimento, menos obrigações acessórias e maior clareza sobre o custo tributário efetivo.
Empresas que se adaptarem cedo terão vantagem competitiva, pois reduzirão tempo gasto com conformidade e melhorarão a previsibilidade de caixa.


Como ficará o Simples Nacional na Reforma Tributária?

O Simples Nacional será mantido após a Reforma Tributária, preservando seu modelo unificado e simplificado para micro e pequenas empresas, mas com ajustes importantes para integração ao novo sistema de impostos sobre consumo — o IVA Dual (IBS e CBS). As empresas optantes continuarão recolhendo tributos em guia única, mas parte do valor referente ao consumo será separada e direcionada automaticamente aos novos tributos, garantindo compatibilidade com o modelo nacional. Além disso, o Simples poderá oferecer créditos de IBS e CBS às empresas que comprarem de optantes, evitando perdas na cadeia de valor e estimulando negócios com pequenos empreendedores. Na prática, o regime se tornará mais transparente, digital e integrado, mantendo seus benefícios fiscais, mas exigindo maior organização contábil e emissão correta de notas fiscais para acompanhar a nova era da tributação brasileira.

O Simples Nacional por dentro (IBS e CBS dentro do DAS)

No modelo do Simples Nacional por dentro, o IBS e a CBS — os novos tributos criados pela Reforma Tributária — estarão embutidos dentro do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Isso significa que o empresário continuará recolhendo tudo em uma única guia, como já ocorre atualmente. O governo fará apenas uma repartição automática interna desse pagamento, destinando a parte correspondente aos novos impostos para os cofres da União, Estados e Municípios.
Na prática, o sistema se mantém simples e centralizado, preservando a facilidade de apuração e recolhimento, sem necessidade de emitir notas fiscais com destaque dos novos tributos. Esse formato será ideal para empresas que vendem diretamente ao consumidor final (B2C), pois simplifica o processo e mantém a carga tributária previsível. O desafio estará em garantir que os sistemas de gestão e contabilidade estejam atualizados para refletir corretamente a distribuição interna do DAS, especialmente diante do Split Payment, que direcionará automaticamente a parcela do imposto para o governo.

O Simples Nacional Híbrido (IBS e CBS por fora do DAS)

Já no modelo Simples Nacional Híbrido, o contribuinte continuará no regime do Simples, mas com uma diferença importante: os novos impostos IBS e CBS serão destacados por fora do DAS e recolhidos separadamente. Ou seja, a empresa pagará o DAS normalmente (englobando tributos como IRPJ, CSLL e CPP), porém emitirá nota fiscal com destaque para o IBS e CBS, que terão guias próprias de recolhimento.
Esse modelo será voltado principalmente para empresas que vendem para outras empresas (B2B), já que os clientes precisarão do crédito de IBS e CBS para abater em suas apurações. Assim, quem permanecer apenas com o Simples “por dentro” pode perder competitividade, pois seus clientes não conseguirão aproveitar os créditos tributários.
O Simples Híbrido exigirá uma gestão fiscal mais robusta, com atenção à emissão de notas fiscais eletrônicas, split payment e integração de sistemas contábeis, mas também trará oportunidades para empresas que buscam crescer e se posicionar estrategicamente no novo cenário tributário brasileiro.


O que é o DREX? — O Real Digital

O DREX, conhecido como o Real Digital, é a moeda digital oficial do Brasil, criada e gerida pelo Banco Central. Diferente das criptomoedas descentralizadas, o DREX é uma moeda soberana, com lastro no Real e emissão controlada pelo governo, funcionando como uma extensão da moeda física em ambiente digital. Seu principal objetivo é modernizar o sistema financeiro, facilitando pagamentos instantâneos, contratos inteligentes e transações seguras entre empresas e cidadãos.
O DREX fará parte da infraestrutura de tokenização da economia brasileira, permitindo, por exemplo, a compra e venda de ativos digitais, financiamento automatizado e integração com o Pix e o open finance. Com ele, espera-se uma redução de custos operacionais, mais transparência nas operações e maior inclusão financeira, beneficiando desde grandes instituições até microempreendedores e consumidores comuns.


O que é o Split Payment? — Pagamento Fracionado

O Split Payment (ou pagamento dividido) é um dos mecanismos centrais da Reforma Tributária e do novo modelo de arrecadação do IVA Dual (IBS e CBS). Na prática, ele faz com que, no momento da compra, o valor do imposto seja automaticamente separado e transferido diretamente para o governo, sem passar pela conta do vendedor.
Esse sistema busca eliminar a sonegação, garantir maior eficiência fiscal e assegurar que o tributo seja recolhido na origem da operação. Para as empresas, isso representa maior transparência e segurança jurídica, pois o imposto será pago automaticamente no ato da transação — reduzindo o risco de erros contábeis e atrasos.
Contudo, o Split Payment também exigirá adaptações tecnológicas e contábeis, já que os sistemas de gestão precisarão estar integrados com as plataformas de pagamento e com os órgãos arrecadatórios. Esse novo modelo faz parte da modernização tributária que visa tornar o Brasil mais competitivo e digitalmente integrado à economia global .


Planejamento tributário: a vantagem competitiva dos próximos anos

A reforma nivelará o jogo, mas quem planejar primeiro sai na frente. Simular cenários por regime, canal, região, ticket e mix é o caminho para preservar margem, ganhar escala e evitar litígios. É aqui que a AEXO Contabilidade apoia sua empresa de ponta a ponta: diagnóstico, simulações, compliance e tecnologia integrados em um único plano.


FAQ – Perguntas frequentes! | Objetivos da Reforma Tributária

Quais são os 3 objetivos centrais da Reforma Tributária?
Crescimento econômico sustentável, justiça tributária (tributação no destino + cashback) e simplificação/transparência para o contribuinte.

Como a tributação “no destino” me afeta?
Você venderá com regra única para todo o país, reduzindo disputas e melhorando previsibilidade de preço e margem.

A reforma vai reduzir meu imposto?
Depende do setor, cadeia e regime. A grande vantagem é menos cumulatividade e menor custo de compliance; a carga efetiva depende do seu mix e operações.

O que devo fazer agora?
Mapear operações, padronizar documentos, revisar precificação e simular regimes com suporte contábil especializado.

Vale a pena antecipar automações?
Sim. Empresas que automatizam emissão, conciliação e apurações entram no novo modelo com custo menor e risco menor.

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Conclusão: prepare-se hoje para lucrar mais amanhã

A Reforma Tributária não é só uma troca de siglas: é a chance de enxugar custos, reduzir riscos e ganhar previsibilidade. Quem se antecipa, cresce com lucro. Quem posterga, perde margem e corre risco fiscal. Faça do período de transição o momento de melhorar processos e resultados.


AEXO Contabilidade Digital: seu plano de transição fiscal, do diagnóstico à execução

A AEXO Contabilidade é especialista em planejamento tributário, automação fiscal e compliance para empresas de todo o Brasil.
Nós conduzimos seu negócio pelo caminho seguro: mapeamos operações, simulamos cenários, padronizamos documentos e implementamos rotinas para você pagar só o necessário — e nada além disso.

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AEXO Contabilidade Digitalsimples, transparente e eficiente, do fiscal ao estratégico.

objetivos da reforma tributária no brasil

Objetivos da Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal no Brasil — Entenda o Que Vai Mudar!

Introdução

Venda sem nota fiscal? A partir de 2026, o Brasil viverá uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete simplificar o sistema de impostos, aumentar a transparência e — talvez o ponto mais importante — acabar definitivamente com as vendas sem nota fiscal.
O novo modelo de arrecadação trará monitoramento digital em tempo real, integração com bancos, e um sistema de pagamento automático de impostos, o chamado Split Payment.

Neste artigo, você vai entender como o governo vai eliminar a informalidade, o impacto do IBS e CBS, o papel do Drex (Real Digital) nesse novo cenário e o que as empresas precisam fazer agora para não correr riscos.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal — Prepare Sua Empresa com a AEXO Contabilidade


O Fim da Venda Sem Nota Fiscal: O Que Está Acontecendo?

Durante anos, muitos empreendedores acreditaram que vender sem nota era uma forma de “aumentar o lucro” e “pagar menos impostos”.
Mas esse cenário está com os dias contados. A partir da Reforma Tributária de 2026, todas as operações financeiras — seja via PIX, TED, boleto ou cartão — serão rastreáveis e cruzadas automaticamente com o sistema da Receita Federal.

Isso significa que cada transação comercial será monitorada em tempo real, e o imposto será retido automaticamente no ato da venda.
A informalidade deixará de ser apenas arriscada — ela se tornará impossível.


O Que São IBS e CBS?

Os novos tributos criados pela Reforma Tributária são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Esses dois impostos substituem vários tributos atuais (como ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS), criando um sistema unificado, digital e automático.

O objetivo é simplificar a cobrança e evitar fraudes fiscais, eliminando a necessidade de cálculos complexos e múltiplos recolhimentos.
Com o IBS e a CBS, o governo terá acesso instantâneo às informações de cada venda, reduzindo drasticamente as chances de sonegação.


Split Payment: O Novo Modelo de Pagamento Fracionado

O Split Payment (pagamento dividido) é uma das peças mais revolucionárias da nova arrecadação tributária.
Ele faz com que, no momento em que o cliente realiza o pagamento, o sistema divida automaticamente o valor da venda, enviando uma parte para o empreendedor e outra diretamente para o governo.

Na prática, isso significa que o imposto será pago instantaneamente, sem depender da emissão de guia, boleto ou cálculo manual.
O Split Payment acaba com o risco de sonegação e garante recolhimento preciso e imediato, tornando o sistema tributário brasileiro mais transparente e eficiente.


Como o Governo Vai Rastrear as Transações?

Com a chegada da digitalização total do sistema fiscal, o governo brasileiro passará a ter integração direta com bancos, operadoras de cartão e plataformas de pagamento.
Todas as operações realizadas via PIX, TED, cartão de crédito, débito, boleto e até aplicativos serão cruzadas com os registros da Receita Federal.

O sistema usará inteligência artificial (IA) para identificar discrepâncias entre faturamento declarado e movimentações financeiras, permitindo fiscalização automática e em tempo real.
Essa automação visa reduzir a evasão, aumentar a arrecadação e premiar empresas que atuam na legalidade.

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O Papel do DREX (Real Digital)

O Drex, o Real Digital criado pelo Banco Central, será o grande facilitador dessa nova estrutura tributária.
Trata-se de uma moeda digital oficial, com lastro no real físico, que permitirá transações automáticas e seguras entre cidadãos, empresas e governo.

Com o Drex, o pagamento de impostos poderá ser tokenizado, permitindo transações instantâneas com dedução automática de tributos — integrando o Split Payment e o sistema de IBS/CBS em tempo real.
O resultado? Menos burocracia, mais transparência e total rastreabilidade financeira.


O Impacto Para Pequenas e Médias Empresas

As PMEs serão diretamente afetadas pela nova estrutura.
Empresas que ainda operam sem nota fiscal terão seus recebimentos bloqueados ou sofrerão autuações automáticas, já que o sistema de pagamento detectará transações sem registro tributário.

Por outro lado, quem estiver regularizado e com contabilidade digital ativa terá benefícios como:

  • Maior credibilidade com bancos e fornecedores
  • Facilidade para obtenção de crédito
  • Acesso simplificado a incentivos fiscais e programas públicos

Empresas que contam com contabilidade digital moderna, como a AEXO Contabilidade, já estão preparadas para essa transição e oferecem suporte completo para adequação ao novo sistema tributário. Não venda sem nota fiscal! Estamos aqui para te ajudar a se adequar ao novo sistema tributário e pagar o menos imposto dentro da lei!

Quer saber como calcular os impostos no Simples Nacional? Aprenda clicando no link abaixo 👇

Como ficará o Simples Nacional com a Reforma Tributária?


Como se Preparar Para 2026

  1. Regularize o CNPJ e garanta que todas as suas vendas tenham nota fiscal.
  2. Implemente um sistema contábil digital integrado a meios de pagamento.
  3. Converse com um contador especializado na Reforma Tributária para revisar seu enquadramento.
  4. Acompanhe o Fator R e o regime tributário ideal (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).
  5. Automatize o pagamento de tributos com ferramentas integradas ao Drex e Split Payment.

AEXO Contabilidade: Seu Parceiro na Nova Era Tributária

A AEXO Contabilidade Digital está na vanguarda da transformação contábil no Brasil.
Com tecnologia de ponta, atendimento especializado e foco em resultados, a AEXO ajuda empresas de todos os portes a se adequarem à Reforma Tributária 2026, garantindo segurança fiscal, economia e conformidade total.

👉 Fale com a AEXO Contabilidade e descubra como preparar sua empresa para o futuro do sistema tributário brasileiro.
Acesse: WhatsApp agende sua consultoria gratuita.


Conclusão | Reforma Tributária 2026 fim da venda sem nota fiscal

O fim da venda sem nota fiscal representa um divisor de águas no cenário empresarial do Brasil.
Com o avanço da Reforma Tributária 2026, a era da informalidade chega ao fim e dá lugar à era da transparência digital.

Empresas que se adaptarem a tempo terão vantagens competitivas, melhor reputação e crescimento sustentável.
As que insistirem na informalidade, por outro lado, ficarão para trás.

A boa notícia é que você ainda tem tempo para se preparar — e a AEXO Contabilidade está pronta para te ajudar a dar esse passo com segurança.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal — Prepare Sua Empresa com a AEXO Contabilidade

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.