Contabilidade para Gamers e Streamers: Guia Completo para Pagar Menos Impostos e Trabalhar Legalmente

Introdução

Contabilidade para gamers e streamers: A profissionalização do universo gamer e do streaming deixou de ser tendência para se tornar uma realidade consolidada. Hoje, gamers e streamers faturam com plataformas como Twitch, YouTube, Kick, TikTok, patrocinadores, doações, assinaturas, publicidade e produtos digitais, criando uma nova categoria de profissionais digitais que movimentam valores expressivos todos os meses.

Entretanto, junto com o crescimento da renda surgem obrigações fiscais, riscos tributários e dúvidas contábeis. Muitos streamers começam recebendo valores pequenos, mas rapidamente ultrapassam faixas de faturamento que exigem organização, regularização e planejamento tributário. Nesse cenário, a contabilidade para gamers e streamers deixa de ser opcional e passa a ser essencial para evitar problemas com a Receita Federal e, ao mesmo tempo, reduzir impostos de forma 100% legal.

Neste guia completo, você vai entender como funciona a contabilidade para gamers e streamers, quais impostos incidem sobre essa atividade, quando abrir CNPJ, qual regime tributário escolher, como a Reforma Tributária impacta o setor e por que contar com uma contabilidade especializada como a AEXO Contabilidade faz toda a diferença.

contabilidade para gamers e streamers

O que é contabilidade para gamers e streamers

A contabilidade para gamers e streamers é o conjunto de práticas contábeis, fiscais e tributárias voltadas especificamente para profissionais que geram renda com jogos eletrônicos, transmissões ao vivo, criação de conteúdo digital e monetização em plataformas online.

Esse tipo de contabilidade vai muito além de emitir guias de impostos. Ela envolve:

  • enquadramento correto da atividade;
  • análise da origem da renda (nacional ou internacional);
  • escolha do regime tributário mais econômico;
  • planejamento para redução legal de impostos;
  • organização financeira;
  • prevenção de autuações fiscais;
  • preparação para mudanças legais, como a Reforma Tributária.

A AEXO Contabilidade atua de forma especializada nesse segmento, compreendendo a dinâmica das plataformas digitais e traduzindo isso em estratégias fiscais seguras e eficientes.


Por que gamers e streamers precisam de contabilidade especializada

Muitos criadores de conteúdo acreditam que, por atuarem no ambiente digital, não precisam se preocupar com impostos. Esse é um dos erros mais comuns e mais caros.

Gamers e streamers lidam com:

  • múltiplas fontes de renda;
  • pagamentos em moeda estrangeira;
  • plataformas internacionais;
  • variação mensal de faturamento;
  • fiscalizações automatizadas;
  • cruzamento de dados bancários e digitais.

Sem contabilidade especializada, o risco de pagar imposto errado, pagar imposto a mais ou ser autuado é elevado. Além disso, a falta de planejamento impede o crescimento sustentável da carreira.


Principais fontes de renda de gamers e streamers

Para fins contábeis, é fundamental entender de onde vem o dinheiro, pois isso impacta diretamente na tributação.

Entre as principais fontes de renda estão:

  • assinaturas mensais em plataformas de streaming;
  • doações (bits, subs, pix, super chats);
  • publicidade e AdSense;
  • contratos de patrocínio;
  • parcerias com marcas;
  • venda de produtos digitais;
  • afiliados;
  • premiações de campeonatos;
  • receitas internacionais.

Cada tipo de receita exige tratamento fiscal adequado, algo que a AEXO Contabilidade analisa caso a caso.


Gamers e streamers como pessoa física (autônomo)

No início da carreira, muitos profissionais atuam como pessoa física, declarando seus rendimentos no Imposto de Renda.

Tributação como pessoa física

  • Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) com alíquota progressiva de até 27,5%;
  • Recolhimento mensal via Carnê-Leão;
  • Contribuição ao INSS;
  • Obrigação de declarar rendimentos nacionais e internacionais.

Com o crescimento da renda, esse modelo se torna rapidamente financeiramente desvantajoso.


Gamers e streamers como pessoa jurídica (CNPJ)

Ao abrir um CNPJ, o gamer ou streamer passa a atuar como empresa, o que permite:

  • redução legal da carga tributária;
  • maior organização financeira;
  • emissão de nota fiscal;
  • maior credibilidade com patrocinadores;
  • acesso a regimes tributários mais vantajosos.

A AEXO Contabilidade realiza todo o processo de abertura e estruturação do CNPJ de forma personalizada.


Qual regime tributário escolher: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real

Simples Nacional para gamers e streamers

O Simples Nacional costuma ser o regime mais vantajoso para quem fatura até o limite legal, pois unifica tributos em uma única guia (DAS).

A tributação pode ocorrer pelo:

  • Anexo III, com alíquota inicial a partir de 6%, ou
  • Anexo V, com alíquota inicial de 15,5%, dependendo do Fator R.

Com planejamento adequado, muitos streamers conseguem permanecer no anexo mais econômico.


Lucro Presumido para gamers e streamers

O Lucro Presumido é indicado para quem ultrapassa o limite do Simples ou possui estrutura mais robusta. Nesse regime:

  • os impostos incidem sobre uma margem de lucro presumida;
  • pode ser vantajoso dependendo da composição da receita;
  • exige maior controle contábil.

Lucro Real para gamers e streamers

Já o Lucro Real é mais complexo e indicado para operações maiores, com altos custos e margens reduzidas. Geralmente não é a primeira escolha para criadores de conteúdo individuais.


Impactos financeiros da contabilidade correta

Uma contabilidade bem estruturada permite:

  • economia significativa de impostos;
  • previsibilidade financeira;
  • proteção patrimonial;
  • crescimento sustentável;
  • tranquilidade com o Fisco.

Na prática, a economia anual pode ultrapassar dezenas de milhares de reais, dependendo do faturamento.


Reforma Tributária para gamers e streamers: o que muda

A Reforma Tributária traz mudanças relevantes para o setor de serviços digitais:

  • substituição de tributos atuais por IBS e CBS;
  • maior fiscalização sobre serviços digitais;
  • tributação no destino;
  • cruzamento ainda mais eficiente de dados.

Gamers e streamers que se antecipam, com apoio da AEXO Contabilidade, conseguem se adaptar sem impacto negativo no fluxo de caixa.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


Erros comuns cometidos por gamers e streamers

Entre os erros mais frequentes estão:

  • não declarar rendimentos internacionais;
  • misturar finanças pessoais e profissionais;
  • não emitir nota fiscal quando exigido;
  • escolher regime tributário sem análise;
  • não planejar pró-labore;
  • ignorar a Reforma Tributária.

Esses erros costumam resultar em multas, juros e dor de cabeça.


Estudo de caso prático

Um streamer que faturava R$ 12.000 mensais como pessoa física pagava cerca de R$ 3.000 em impostos.
Após migrar para CNPJ com planejamento tributário feito pela AEXO Contabilidade, passou a pagar aproximadamente R$ 720, mantendo tudo regular.

📉 Economia anual: mais de R$ 25.000.


Recomendações práticas para gamers e streamers

  • formalize sua atividade o quanto antes;
  • mantenha controle financeiro mensal;
  • separe contas pessoais e profissionais;
  • escolha o regime tributário correto;
  • acompanhe mudanças legais;
  • conte com contabilidade especializada.

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FAQ – Contabilidade para Gamers e Streamers

Gamer precisa pagar imposto?
Sim, sempre que houver renda.

Streamer pode ser MEI?
Na maioria dos casos, não é permitido.

Vale a pena abrir CNPJ?
Na maioria dos casos, sim.

Quanto um streamer paga de imposto?
Depende do regime, podendo variar de 6% a mais de 27%.

Renda do exterior precisa ser declarada?
Sim.

Doações são tributadas?
Sim, como renda.

O Simples Nacional é vantajoso?
Geralmente, sim, com planejamento.

A Reforma Tributária afeta streamers?
Sim, especialmente serviços digitais.

Preciso emitir nota fiscal?
Em muitas situações, sim.

A AEXO atende gamers e streamers?
Sim, de forma especializada e digital.


Conclusão

A contabilidade para gamers e streamers é um pilar fundamental para quem deseja transformar a criação de conteúdo em um negócio sólido, lucrativo e seguro. O crescimento do setor exige profissionalismo, planejamento e acompanhamento constante das regras fiscais.

Com o suporte da AEXO Contabilidade, gamers e streamers conseguem pagar menos impostos legalmente, evitar riscos fiscais e focar no que realmente importa: criar conteúdo e crescer.


AEXO A Sua Contabilidade!

👉 Você é gamer ou streamer e quer pagar menos imposto de forma legal?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e receba uma análise personalizada.

contabilidade para gamers e streamers

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

2026: Alerta Máximo! Como Preparar Sua Empresa para o Primeiro Ano da Reforma Tributária

A Reforma Tributária deixou de ser uma discussão teórica e passou a ser uma realidade concreta para as empresas brasileiras. O ano de 2026 marca o início prático dessa transformação, funcionando como um verdadeiro divisor de águas entre empresas que vão crescer e empresas que vão enfrentar sérias dificuldades.

Nesse cenário, não basta apenas ter um contador operacional. A Reforma exige planejamento tributária, gestão financeira e decisões estratégicas, e é exatamente aqui que a AEXO Contabilidade se posiciona como parceira essencial para empresários que querem segurança, previsibilidade e vantagem competitiva.

primeiro ano reforma tributária


2026: o primeiro grande teste da Reforma Tributária

O ano de 2026 será um ano de testes obrigatórios, com impactos diretos na rotina das empresas:

  • Destaque de IBS e CBS nas notas fiscais
  • Validação dos sistemas do Fisco
  • Ajustes operacionais, fiscais e financeiros

Mesmo sendo chamado de “ano teste”, não participar corretamente significa ficar fora do jogo. Empresas despreparadas podem sofrer autuações, problemas de fluxo de caixa e perda de competitividade.

👉 É exatamente nesse momento que a atuação estratégica da AEXO Contabilidade faz a diferença, antecipando riscos e estruturando a empresa antes que os problemas apareçam.


O cronograma oficial da Reforma Tributária (o que realmente importa)

Antes de falar de planejamento, é fundamental entender as fases da transição e o cronograma da Reforma Tributária, conforme já definido na legislação:

🗓️ 2026 – Ano de Testes (o início real)

  • Início dos testes nas notas fiscais
  • Destaque de CBS e IBS apenas para validação
  • Ajustes nos sistemas do Fisco, validadores e empresas
    ➡️ Mesmo sendo “teste”, a participação será obrigatória

🗓️ 2027 – Fim do PIS e da COFINS

  • Substituição definitiva por CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)

🗓️ 2029 a 2032 – Transição do ICMS e ISS

  • Início gradual da substituição por IBS
  • Convivência entre sistemas antigo e novo

🗓️ 2033 – Reforma Tributária plena

  • Sistema antigo extinto
  • IBS e CBS consolidados

👉 Ou seja: quem espera 2033 para se organizar já perdeu tempo demais.

primeiro ano reforma tributária


O grande erro dos empresários diante da Reforma Tributária

Muitos empresários estão olhando apenas para o futuro, perguntando:

  • “Quanto vou pagar de imposto depois da Reforma?”
  • “Qual será o melhor regime tributário lá na frente?”

Essas perguntas são importantes, mas existe algo ainda mais crítico:

Antes de pensar no futuro, é preciso corrigir o presente.

E o principal ponto de correção é a organização financeira — um dos pilares centrais do método de trabalho da AEXO Contabilidade.


Organização financeira: o pilar da sobrevivência na Reforma Tributária

A Reforma Tributária não perdoa desorganização. Empresas que hoje sobrevivem com:

  • Mistura de finanças pessoais e empresariais
  • Compras e serviços sem nota fiscal
  • Falta de controle real de lucro

Sentirão o impacto imediatamente.

A AEXO Contabilidade atua justamente nesse ponto crítico, ajudando empresários a estruturar uma gestão financeira sólida, alinhada com a nova lógica tributária.

📌 Organização financeira hoje não é opção. É questão de sobrevivência.


Split Payment: o imposto não passa mais pela sua empresa

Um dos maiores choques da Reforma Tributária será o split payment.

Na prática:

  • O cliente paga via PIX, cartão de crédito ou débito
  • O imposto é retido automaticamente pelo Fisco
  • A empresa recebe apenas o valor líquido

Isso muda tudo:

  • O “dinheiro do imposto” não reforça mais o caixa
  • Margens mal calculadas viram prejuízo
  • Empresas sem controle financeiro quebram rapidamente

👉 A AEXO Contabilidade prepara sua empresa para esse novo cenário, ajustando fluxo de caixa, precificação e estratégia tributária antes que o impacto aconteça.

primeiro ano reforma tributária

Simples Nacional: o fim da falsa sensação de simplicidade

Empresas do Simples Nacional serão algumas das mais impactadas.

Com a Reforma:

  • Surge o regime híbrido
  • Em alguns casos, será vantajoso recolher IBS e CBS fora do DAS
  • Clientes CNPJ podem exigir geração de crédito tributário

Sem organização:

  • Falta crédito
  • A carga tributária aumenta
  • A empresa perde competitividade

A AEXO Contabilidade orienta empresários do Simples Nacional a agir como empresa grande, com gestão, controle e planejamento de alto nível.


Comprar sem nota vira prejuízo direto

Na lógica da Reforma Tributária:

  • Compra sem nota = crédito perdido
  • Crédito perdido = imposto maior
  • Imposto maior = menos lucro

Empresas assessoradas pela AEXO passam por:

  • Revisão completa de fornecedores
  • Regularização de processos
  • Estratégias para maximizar créditos tributários

O resultado é claro: menos imposto pago legalmente e mais competitividade no mercado.


Créditos tributários: oportunidade estratégica para quem se antecipa

Empresas do Lucro Presumido e Lucro Real podem ir além.

Existe a possibilidade de:

  • Revisar os últimos 60 meses
  • Identificar créditos tributários não aproveitados
  • Estruturar esses créditos para uso na nova sistemática

A AEXO Contabilidade atua de forma estratégica nessa revisão, preparando seus clientes para entrar na Reforma Tributária com ativos fiscais, e não apenas obrigações.

Leia também: Qual é o melhor regime tributário?


Reforma Tributária não é ameaça para empresas bem assessoradas

Quando a empresa conta com:

A Reforma Tributária deixa de ser um problema e passa a ser uma oportunidade de crescimento.

👉 É esse o papel da AEXO Contabilidade: transformar mudanças complexas em decisões seguras para o empresário.

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O que sua empresa precisa fazer agora

Checklist estratégico recomendado pela AEXO:

✔ Organizar finanças e fluxo de caixa
✔ Separar pessoa física de pessoa jurídica
✔ Exigir nota fiscal em todas as operações
✔ Revisar regime tributário atual
✔ Simular cenários com IBS e CBS
✔ Criar planejamento tributário de médio e longo prazo

Leia também: Quando migrar de Simples Nacional para Lucro Presumido.


Conclusão: quem se prepara agora sai na frente

A Reforma Tributária não será gentil com empresas improvisadas.

Mas será extremamente favorável para quem:

  • Se organiza com antecedência
  • Conta com orientação especializada
  • Toma decisões baseadas em números reais

📌 A AEXO Contabilidade não é apenas uma contabilidade. É uma parceira estratégica para atravessar a Reforma Tributária com segurança e vantagem competitiva.

primeiro ano reforma tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Simples Nacional Híbrido: Como Vai Funcionar na Reforma Tributária e Quando Vale a Pena Optar

Introdução

O Simples Nacional não será extinto pela Reforma Tributária, mas passará por uma das mudanças mais relevantes desde sua criação. Com a implementação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), surge o chamado Simples Nacional Híbrido, um modelo que exige decisões estratégicas por parte das empresas optantes.

Na prática, o Simples deixa de ser apenas um regime “simplificado” e passa a oferecer duas formas distintas de recolhimento dos novos tributos, cada uma com impactos diretos sobre competitividade, precificação, geração de crédito tributário e relacionamento com clientes.

Entender como funcionará o Simples Nacional Híbrido é fundamental, especialmente para empresas que vendem para outras empresas (B2B) ou que atuam em cadeias produtivas mais complexas.

simples nacional híbrido


O que é o Simples Nacional Híbrido

O Simples Nacional Híbrido é a possibilidade de a empresa optante pelo Simples escolher como recolher o IBS e a CBS, após a implementação da Reforma Tributária.

Essa escolha ocorrerá entre duas opções:

  1. Recolher IBS e CBS dentro do DAS
  2. Recolher IBS e CBS fora do DAS

Cada alternativa possui efeitos práticos muito diferentes.


Opção 1: IBS e CBS recolhidos dentro do DAS

Nessa modalidade, o funcionamento se assemelha ao modelo atual do Simples Nacional.

Principais características

  • IBS e CBS integrados ao DAS
  • Apuração simplificada
  • Menor complexidade operacional
  • Não gera crédito tributário para o cliente

Essa opção tende a ser mais adequada para empresas que vendem majoritariamente para pessoas físicas (B2C), nas quais o crédito tributário não é um fator relevante na decisão de compra.


Opção 2: IBS e CBS recolhidos fora do DAS

Aqui está o ponto mais estratégico do Simples Nacional Híbrido.

Principais características

  • IBS e CBS recolhidos separadamente
  • Maior complexidade operacional
  • Geração de crédito tributário para o cliente
  • Maior aderência ao modelo de IVA

Essa opção será decisiva para empresas que atuam no B2B, pois permite que seus clientes aproveitem créditos de IBS e CBS, mantendo a competitividade frente a empresas fora do Simples.


Por que o Simples Nacional Híbrido muda a lógica do regime

Historicamente, o Simples Nacional sempre foi visto como um regime vantajoso por reduzir burocracia. Com a Reforma Tributária, a simplicidade deixa de ser o único critério, e a competitividade passa a ser central.

Empresas do Simples que vendem para outras empresas podem perder contratos se não gerarem crédito tributário. Nesse contexto, o Simples Híbrido surge como uma forma de evitar exclusão do mercado B2B.


Impactos financeiros do Simples Nacional Híbrido

Competitividade no mercado B2B

Empresas que não gerarem crédito podem:

  • perder espaço para concorrentes fora do Simples
  • sofrer pressão por redução de preços
  • ter margens comprimidas

Impacto na formação de preços

A escolha do modelo influencia diretamente:

  • preço final
  • margem de lucro
  • poder de negociação

Empresas precisarão recalcular preços considerando o crédito que o cliente poderá ou não aproveitar.


Aumento da necessidade de controle fiscal

Optar pelo recolhimento fora do DAS exige:

  • sistemas fiscais mais robustos
  • controle de créditos e débitos
  • acompanhamento contábil constante

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Quando o Simples Nacional Híbrido vale a pena

O modelo híbrido tende a ser vantajoso quando a empresa:

  • vende predominantemente para outras empresas (B2B)
  • atua em cadeias produtivas
  • fornece serviços ou produtos recorrentes
  • precisa manter competitividade em licitações ou contratos corporativos
  • possui estrutura contábil minimamente organizada

Por outro lado, empresas B2C puras podem se beneficiar mais da simplicidade do recolhimento dentro do DAS.


Riscos de escolher o modelo errado

A escolha inadequada pode gerar:

  • perda de competitividade
  • aumento indireto da carga tributária
  • dificuldade de negociação com clientes
  • retrabalho operacional
  • impacto negativo no fluxo de caixa

Por isso, a decisão não deve ser automática.


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o Simples Nacional Híbrido

1. O que é o Simples Nacional Híbrido?

O Simples Nacional Híbrido é o modelo criado pela Reforma Tributária que permite às empresas optantes pelo Simples escolherem como recolher o IBS e a CBS: dentro do DAS ou fora do DAS, conforme sua estratégia de negócio.


2. O Simples Nacional vai acabar com a Reforma Tributária?

Não. O Simples Nacional será mantido, porém adaptado ao novo sistema tributário, passando a operar com opções de recolhimento híbridas para IBS e CBS.


3. O que muda no Simples Nacional com a criação do IBS e da CBS?

A principal mudança é que o IBS e a CBS poderão ser recolhidos de forma separada do DAS, permitindo a geração de crédito tributário para os clientes, algo que hoje não ocorre no Simples tradicional.


4. Qual a diferença entre recolher IBS/CBS dentro ou fora do DAS?

Dentro do DAS, o recolhimento é mais simples, mas não gera crédito para o cliente. Fora do DAS, o recolhimento é separado, mais complexo, porém permite que o cliente aproveite créditos tributários.


5. Empresas do Simples serão obrigadas a recolher IBS e CBS fora do DAS?

Não. A escolha será opcional, devendo ser feita com base no perfil dos clientes, no tipo de operação e na estratégia de competitividade da empresa.


6. O Simples Nacional Híbrido é vantajoso para empresas B2B?

Sim. Empresas que vendem para outras empresas tendem a se beneficiar do modelo híbrido fora do DAS, pois seus clientes poderão aproveitar créditos de IBS e CBS.


7. Empresas que vendem para pessoa física precisam optar pelo modelo híbrido?

Em geral, não. Empresas B2C costumam se beneficiar mais da simplicidade do recolhimento dentro do DAS, já que o cliente final não aproveita crédito tributário.


8. O Simples Nacional Híbrido aumenta a carga tributária?

Não necessariamente. O impacto depende da forma de recolhimento escolhida, do setor de atuação e do nível de planejamento tributário realizado.


9. O Simples Nacional Híbrido exige mudanças nos sistemas e ERPs?

Sim. Especialmente para quem optar pelo recolhimento fora do DAS, será necessário adaptar sistemas contábeis, fiscais e de faturamento.


10. O Simples Nacional Híbrido impacta o fluxo de caixa?

Pode impactar, principalmente no modelo fora do DAS, exigindo maior controle financeiro e planejamento de capital de giro.


11. Como escolher a melhor opção no Simples Nacional Híbrido?

A escolha deve considerar:

  • perfil dos clientes (B2B ou B2C);
  • faturamento;
  • margens de lucro;
  • estrutura operacional;
  • impacto na competitividade.

12. Empresas do Simples poderão gerar crédito tributário para clientes?

Sim, desde que optem pelo recolhimento do IBS e da CBS fora do DAS, conforme previsto no modelo híbrido.


13. O Simples Nacional Híbrido afeta contratos já existentes?

Sim. Contratos de médio e longo prazo devem ser revisados para adequar cláusulas de preço e repasse tributário.


14. A escolha do Simples Nacional Híbrido pode ser alterada posteriormente?

As regras específicas ainda serão detalhadas na regulamentação, mas a tendência é que a opção tenha critérios e prazos definidos para alteração.


15. Como a AEXO Contabilidade pode ajudar no Simples Nacional Híbrido?

A AEXO Contabilidade atua com análise personalizada, simulações práticas, adaptação de sistemas e planejamento tributário para garantir que sua empresa escolha a opção mais vantajosa e segura.


Simples Nacional Híbrido e planejamento tributário

Com o Simples Híbrido, o planejamento tributário passa a ser essencial mesmo para pequenas e médias empresas.

As principais análises envolvem:

  • perfil dos clientes (B2B x B2C)
  • volume de faturamento
  • margem de lucro
  • capacidade operacional
  • impacto no fluxo de caixa

A AEXO Contabilidade atua com simulações práticas do Simples Nacional Híbrido, avaliando cenários reais e indicando a melhor opção para cada empresa.


Relação do Simples Nacional Híbrido com o cronograma da Reforma Tributária

O Simples Nacional Híbrido passa a ser relevante a partir da entrada em vigor da CBS (2027) e ganha ainda mais importância com a implementação gradual do IBS entre 2029 e 2033.

Empresas que não se prepararem podem ser surpreendidas em plena transição.

Saiba tudo sobre o cronograma da reforma tributária clicando aqui.


Conclusão: o Simples Nacional deixa de ser apenas “simples”

A Reforma Tributária transforma o Simples Nacional em um regime estratégico, e não apenas simplificado. O modelo híbrido exige decisões conscientes, baseadas em dados, simulações e planejamento.

Empresas que analisarem corretamente suas opções manterão competitividade e segurança. Já aquelas que ignorarem o impacto do Simples Híbrido poderão enfrentar perda de mercado e redução de margens.


Escolha o melhor caminho no Simples Nacional Híbrido

👉 Sua empresa está no Simples Nacional e quer saber se o modelo híbrido é vantajoso?
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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

CBS: O Que é a Contribuição sobre Bens e Serviços e Como Ela Vai Substituir PIS e COFINS

Introdução

A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) será um dos primeiros tributos da Reforma Tributária a entrar efetivamente em vigor e representa uma mudança profunda na tributação federal sobre o consumo. Ao substituir o PIS e a COFINS, a CBS elimina um dos sistemas mais complexos e controversos do atual modelo tributário brasileiro.

Durante anos, empresas conviveram com regras confusas, regimes cumulativos e não cumulativos, créditos restritos e um alto nível de litígios relacionados a PIS e COFINS. Com a CBS, o objetivo do governo é simplificar a arrecadação, ampliar o direito ao crédito e tornar a tributação mais transparente e neutra.

Entender o funcionamento é essencial porque ela entra em vigor antes do IBS, impactando diretamente preços, contratos, fluxo de caixa e planejamento tributário já a partir de 2027.

o que é CBS reforma tributária


O que é a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)

A Contribuição sobre Bens e Serviços é um tributo federal, estruturado no modelo de IVA dual (Imposto sobre Valor Agregado), criado para substituir integralmente o PIS e a COFINS.

Entre suas principais características, destacam-se:

  • incidência sobre bens e serviços;
  • não cumulatividade plena, com crédito financeiro amplo;
  • legislação federal única;
  • apuração mais simples e padronizada;
  • substituição completa de dois tributos historicamente complexos.

A Contribuição sobre Bens e Serviços não é apenas uma “junção” do PIS com a COFINS. Ela altera a lógica de apuração, crédito e controle, exigindo adaptação contábil e estratégica das empresas.


CBS x PIS e COFINS: o que muda na prática

A comparação entre o modelo atual e o novo sistema deixa claro o impacto da CBS.

Acompanhe aqui o cronograma da reforma tributária.

Modelo atual (PIS e COFINS)

  • existência de regimes cumulativo e não cumulativo;
  • créditos limitados e sujeitos a interpretações;
  • base de cálculo controversa;
  • alto volume de disputas administrativas e judiciais;
  • complexidade operacional elevada.

Novo modelo com a CBS

AspectoPIS / COFINSCBS
EstruturaDois tributos distintosTributo único
CumulatividadeParcialNão cumulativo
CréditosRestritosAmplos
LegislaçãoFragmentadaUnificada
LitígiosElevadosTendência de redução

Essa mudança traz ganhos claros de previsibilidade, mas exige preparação.


Como a CBS vai funcionar na prática

Não cumulatividade com crédito financeiro amplo

No modelo da Contribuição sobre Bens e Serviços, todo imposto pago na etapa anterior gera crédito integral, desde que a operação esteja corretamente documentada. Isso reduz distorções e elimina discussões recorrentes sobre “o que gera crédito”.

Na prática, empresas com boa organização fiscal tendem a se beneficiar mais desse modelo.


Incidência uniforme sobre bens e serviços

A CBS incide tanto sobre bens quanto sobre serviços, eliminando distinções artificiais que hoje geram conflitos interpretativos. Essa característica aproxima o Brasil de padrões internacionais de tributação sobre o consumo.


Apuração centralizada e mais simples

A apuração da Contribuição sobre Bens e Serviços será padronizada em nível federal, reduzindo obrigações acessórias e divergências regionais. Embora a adaptação inicial exija ajustes em sistemas e processos, a tendência é de simplificação no médio e longo prazo.


Impactos financeiros da CBS para as empresas

A implementação da CBS gera impactos diretos no caixa e na estratégia das empresas.

Revisão de preços e margens

A nova lógica de crédito e débito exige revisão da formação de preços, especialmente em setores de serviços que hoje estão no regime cumulativo.


Efeito no fluxo de caixa

Com a não cumulatividade plena, empresas poderão recuperar créditos de forma mais eficiente. Por outro lado, mudanças na forma de recolhimento podem exigir maior controle de caixa no curto prazo.


2026 será um ano de testes

O ano de 2026 funcionará como um período de teste obrigatório para as empresas, com alíquotas simbólicas:

TributoAlíquota em 2026Finalidade
CBS0,9%Teste do tributo federal
IBS0,1%Teste do tributo estadual/municipal

Redução de litígios tributários

A CBS tende a reduzir discussões judiciais relacionadas a PIS e COFINS, trazendo mais segurança jurídica e previsibilidade financeira.


CBS e planejamento tributário: por que a preparação é essencial

A Contribuição sobre Bens e Serviços não elimina o planejamento tributário, ela o transforma.

Empresas que se antecipam:

  • ajustam contratos e precificação;
  • organizam documentação fiscal;
  • revisam enquadramento tributário;
  • simulam impactos financeiros;
  • evitam surpresas no fluxo de caixa.

A AEXO Contabilidade atua com simulações práticas da Contribuição sobre Bens e Serviços, avaliando impactos reais para diferentes setores e modelos de negócio, sempre com foco em segurança jurídica e eficiência fiscal.


CBS e a Reforma Tributária: cronograma

A Contribuição sobre Bens e Serviços entra em vigor plena a partir de 2027, antes da implementação gradual do IBS. Isso faz com que a adaptação seja o primeiro grande teste prático da Reforma Tributária para as empresas.

Quem errar nessa etapa pode carregar problemas operacionais e financeiros para os anos seguintes da transição.

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Como Abrir uma Empresa: APRENDA DE FORMA RÁPIDA E PRÁTICA

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COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

O QUE É O SIMPLES NACIONAL

TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

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FAQ — Perguntas Frequentes sobre a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)

1. O que é a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?

A CBS é um tributo federal criado pela Reforma Tributária para substituir o PIS e a COFINS. Ela segue o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), sendo não cumulativa e permitindo crédito amplo ao longo da cadeia.


2. A CBS substitui totalmente o PIS e a COFINS?

Sim. A CBS substituirá integralmente o PIS e a COFINS a partir de 2027, encerrando o modelo atual que combina regimes cumulativos e não cumulativos.


3. Quando a CBS começa a valer na prática?

A CBS entra em vigor plena em 2027, após o período de regulamentação e testes previsto no cronograma da Reforma Tributária.


4. A CBS é cumulativa ou não cumulativa?

A CBS é totalmente não cumulativa, permitindo o aproveitamento de créditos financeiros em todas as etapas, desde que as operações estejam devidamente documentadas.


5. Quem poderá aproveitar créditos da CBS?

Empresas que adquirirem bens ou serviços tributados pela CBS poderão aproveitar créditos, independentemente do setor, desde que cumpram as regras de documentação e apuração.


6. A CBS incide sobre serviços e produtos digitais?

Sim. A CBS incide sobre bens e serviços, inclusive serviços digitais, softwares, plataformas online e operações realizadas por meios eletrônicos.


7. A CBS vai aumentar a carga tributária das empresas?

Depende do setor, do modelo de negócio e do nível de planejamento tributário. Para algumas empresas, a carga pode se manter estável ou até reduzir; para outras, pode haver aumento sem planejamento adequado.


8. Como a CBS afeta empresas prestadoras de serviços?

Empresas de serviços, especialmente as que hoje estão no regime cumulativo do PIS/COFINS, sentirão mudanças relevantes, exigindo revisão de preços, contratos e margens.


9. A CBS reduz a complexidade tributária?

A proposta da CBS é reduzir significativamente a complexidade ao unificar dois tributos em um só, com regras mais claras e padronizadas. Ainda assim, a fase de transição exige adaptação.


10. O Simples Nacional será afetado pela CBS?

O Simples Nacional será mantido, mas empresas optantes precisarão avaliar como a CBS impacta sua competitividade, especialmente em operações B2B.


11. Contratos existentes precisam ser revisados por causa da CBS?

Sim. Contratos de longo prazo devem ser revisados para adequar cláusulas de repasse tributário e evitar prejuízos financeiros durante a transição.


12. A CBS acaba com as discussões judiciais sobre PIS e COFINS?

A tendência é de redução significativa dos litígios, pois a CBS elimina muitas das controvérsias existentes hoje. No entanto, discussões podem surgir na fase inicial de implementação.


13. As empresas precisam adaptar sistemas e ERPs para a CBS?

Sim. A adaptação de sistemas contábeis, fiscais e ERPs será fundamental para garantir correta apuração, controle de créditos e cumprimento das obrigações acessórias.


14. A CBS muda a forma de precificação das empresas?

Sim. A nova lógica de crédito e débito pode exigir revisão da formação de preços, especialmente em empresas que hoje acumulam imposto na cadeia.


15. Como as empresas podem se preparar para a CBS desde já?

As principais ações incluem:

  • simular impactos financeiros;
  • revisar contratos e preços;
  • organizar documentação fiscal;
  • adaptar sistemas;
  • contar com planejamento tributário especializado.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva para preparar empresas para a CBS com segurança e estratégia.


Conclusão: a CBS inaugura uma nova lógica na tributação federal

A Contribuição sobre Bens e Serviços representa o fim de um dos capítulos mais complexos da tributação brasileira. Embora traga simplificação e maior transparência, ela exige preparo técnico, revisão de processos e planejamento tributário estratégico.

Empresas que tratam apenas como uma troca de nomes correm riscos. Já aquelas que se antecipam transformam a mudança em vantagem competitiva.


Prepare sua empresa para a Contribuição sobre Bens e Serviços com apoio especializado

👉 Quer entender como a CBS vai impactar seu negócio e seu planejamento tributário?
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o que é CBS reforma tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

IBS: O Que é o Imposto sobre Bens e Serviços e Como Ele Vai Substituir ICMS e ISS

Introdução

O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) será um dos principais pilares da Reforma Tributária brasileira e representa uma ruptura definitiva com o modelo atual de tributação sobre o consumo. Ao substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), o IBS coloca fim a décadas de fragmentação legislativa, conflitos de competência e insegurança jurídica que impactam diretamente empresas de todos os portes.

Na prática, essa mudança altera profundamente a forma como as empresas apuram, recolhem, planejam e projetam seus tributos, exigindo uma nova mentalidade contábil e fiscal. O que antes dependia de regras estaduais e municipais distintas passará a seguir um único padrão nacional, com efeitos diretos sobre preços, contratos, fluxo de caixa e competitividade.

Entender o que é o IBS, como ele funcionará e quais impactos ele trará não é apenas uma questão de atualização tributária — trata-se de uma decisão estratégica para a sobrevivência e o crescimento dos negócios nos próximos anos.

imposto sobre bens e serviços IBS

O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)

O IBS é um tributo do tipo IVA (Imposto sobre Valor Agregado), modelo amplamente utilizado em países desenvolvidos e considerado um dos mais eficientes do mundo em termos de neutralidade econômica e transparência.

De forma objetiva, o IBS possui as seguintes características centrais:

  • é não cumulativo, eliminando o efeito cascata dos impostos;
  • incide sobre bens e serviços, sem distinções artificiais;
  • é cobrado no destino, ou seja, onde ocorre o consumo, e não na origem;
  • possui legislação única nacional, válida para todo o país;
  • será gerido de forma centralizada, substituindo regras estaduais e municipais.

Ao longo do período de transição, que se estende até 2033, o IBS substituirá de forma definitiva o ICMS e o ISS, encerrando um dos capítulos mais complexos da tributação brasileira.

Acompanhe clicando aqui o cronograma da Reforma Tributária.


Como o IBS vai funcionar na prática

Embora o IBS represente uma grande mudança estrutural, seu funcionamento segue uma lógica mais simples e previsível do que o sistema atual.

Crédito amplo em todas as etapas

No modelo do IBS, o imposto pago na etapa anterior gera crédito integral, que pode ser compensado na etapa seguinte. Isso significa que o tributo incide apenas sobre o valor agregado, e não sobre o faturamento bruto acumulado ao longo da cadeia.

Na prática, isso reduz distorções, melhora a transparência e evita que o imposto “se esconda” no preço final.


Alíquota uniforme por tipo de operação

O IBS terá alíquotas uniformes, definidas por lei complementar, aplicáveis de forma padronizada em todo o território nacional. Embora existam previsões de regimes diferenciados e reduções para setores específicos, a lógica geral será a uniformidade, substituindo o atual mosaico de regras estaduais e municipais.

Esse ponto traz maior previsibilidade para empresas que atuam em diferentes estados ou prestam serviços nacionalmente.


Gestão centralizada por um Comitê Gestor

A arrecadação e a distribuição do IBS serão coordenadas por um Comitê Gestor nacional, composto por representantes dos estados e municípios. Esse modelo elimina a necessidade de múltiplos cadastros, legislações conflitantes e interpretações divergentes.

Para as empresas, isso significa menos litígios, menos disputas administrativas e maior segurança jurídica.


Fim da guerra fiscal entre estados e municípios

Com a tributação no destino e a gestão centralizada, o IBS encerra a chamada guerra fiscal, em que estados e municípios concediam benefícios para atrair empresas, muitas vezes gerando insegurança e passivos tributários futuros.

A neutralidade passa a ser a regra.

2029 a 2032: transição ICMS e ISS para IBS

Essa é a fase mais complexa da reforma.

AnoIBSICMS/ISS remanescentes
202910%90%
203020%80%
203130%70%
203240%60%

Durante essa fase de transição, as empresas lidarão simultaneamente com:

  • CBS
  • IBS parcial
  • ISS e ICMS reduzidos

👉 O Planejamento tributário e sistemas bem parametrizados serão indispensáveis nessa fase!


Impactos financeiros do IBS para as empresas

A implementação do IBS não é neutra do ponto de vista financeiro. Ela traz ganhos importantes, mas também exige ajustes estratégicos.

Redução de litígios tributários

A unificação das regras reduz significativamente disputas judiciais e administrativas relacionadas a ICMS e ISS, que hoje representam uma das maiores fontes de contencioso tributário no Brasil.

Menos litígio significa menos custos ocultos e maior previsibilidade.


Maior previsibilidade de custos

Com regras mais claras e uniformes, as empresas conseguem projetar com mais precisão sua carga tributária, facilitando:

  • formação de preços;
  • planejamento financeiro;
  • negociação com clientes e fornecedores;
  • decisões de investimento.

Necessidade de revisão de preços e contratos

A mudança na lógica de tributação exige revisão de:

  • contratos de prestação de serviços;
  • cláusulas de repasse tributário;
  • políticas de precificação;
  • margens de lucro.

Empresas que não revisarem seus contratos podem sofrer impactos negativos de caixa ou perda de competitividade.


Mudança na lógica do planejamento tributário

Com o IBS, o planejamento tributário deixa de ser baseado em “localização do estabelecimento” e passa a focar em:

  • estrutura da cadeia de valor;
  • aproveitamento eficiente de créditos;
  • organização contábil e documental;
  • gestão de fluxo de caixa (especialmente com o split payment).

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Como Abrir uma Empresa: APRENDA DE FORMA RÁPIDA E PRÁTICA

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COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

O QUE É O SIMPLES NACIONAL

TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)

1. O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)?

O IBS é um imposto criado pela Reforma Tributária para substituir o ICMS e o ISS. Ele segue o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), sendo não cumulativo, com crédito amplo e regras unificadas em todo o país.


2. O IBS vai substituir totalmente o ICMS e o ISS?

Sim. O IBS substituirá de forma definitiva o ICMS e o ISS ao final do período de transição, que se encerra em 2033. Até lá, haverá uma convivência gradual entre os tributos antigos e o novo imposto.


3. Quando o IBS começa a valer na prática?

O IBS entra em fase de testes em 2026, com alíquota simbólica. A transição efetiva ocorre entre 2029 e 2032, e a aplicação integral passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2033.


4. O IBS será cobrado no local da empresa ou do cliente?

O IBS será cobrado no destino, ou seja, no local onde ocorre o consumo do bem ou serviço. Essa mudança encerra a lógica atual de tributação na origem e reduz a guerra fiscal entre estados e municípios.


5. O IBS é cumulativo ou não cumulativo?

O IBS é totalmente não cumulativo, permitindo o aproveitamento de créditos em todas as etapas da cadeia. Isso elimina o efeito cascata e torna a tributação mais transparente.


6. Todas as empresas poderão aproveitar créditos do IBS?

Em regra, sim. O modelo do IBS prevê crédito amplo, desde que as operações estejam devidamente documentadas e registradas. Por isso, a organização contábil será essencial no novo sistema.


7. O IBS vai aumentar a carga tributária das empresas?

Depende do setor, do tipo de operação e do nível de planejamento tributário. Para algumas empresas, a carga pode se manter estável ou até reduzir. Para outras, pode haver aumento se não houver preparação adequada.


8. Como o IBS afeta empresas do Simples Nacional?

O Simples Nacional será mantido, mas as empresas poderão optar por recolher o IBS dentro ou fora do DAS. Essa escolha impacta diretamente a possibilidade de gerar crédito para clientes e deve ser analisada estrategicamente.


9. O que muda no planejamento tributário com a chegada do IBS?

O planejamento deixa de focar em localização geográfica e passa a considerar cadeia de valor, aproveitamento de créditos, estrutura de custos, precificação e impacto no fluxo de caixa.


10. O IBS acaba com a guerra fiscal entre estados e municípios?

Sim. Como o imposto é cobrado no destino e possui legislação única nacional, estados e municípios deixam de competir por arrecadação por meio de benefícios fiscais.


11. As empresas precisarão mudar seus sistemas e ERPs por causa do IBS?

Sim. A adaptação de sistemas, ERPs e processos fiscais será obrigatória para apuração correta, controle de créditos e cumprimento das novas obrigações acessórias.


12. O IBS impacta contratos já existentes?

Sim. Contratos de longo prazo precisarão ser revisados para adequar cláusulas de repasse tributário, preços e responsabilidades, evitando prejuízos financeiros durante a transição.


13. O IBS vale para bens e serviços digitais?

Sim. O IBS incide sobre bens e serviços, inclusive operações digitais, prestação de serviços online e atividades realizadas por meios eletrônicos.


14. O IBS reduz a burocracia tributária?

A proposta é reduzir significativamente a burocracia ao unificar regras, eliminar legislações conflitantes e centralizar a gestão do imposto, embora a transição exija adaptação inicial.


15. Como as empresas podem se preparar para o IBS desde já?

As principais ações incluem:

  • simular impactos financeiros;
  • revisar contratos e preços;
  • organizar documentação fiscal;
  • adaptar sistemas;
  • contar com planejamento tributário especializado.

A AEXO Contabilidade atua justamente nesse processo de preparação estratégica para o IBS.


IBS e planejamento tributário: por que a preparação antecipada é decisiva

Empresas que se anteciparem à implementação do IBS terão vantagens claras durante a transição e após 2033.

Quem se prepara antes:

  • aproveita melhor os créditos tributários, evitando perdas financeiras;
  • reduz impactos no fluxo de caixa, especialmente com novos mecanismos de recolhimento;
  • ajusta sistemas e ERPs com antecedência, evitando erros operacionais;
  • revê contratos e preços de forma estratégica, e não reativa;
  • ganha vantagem competitiva frente a concorrentes despreparados.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva nesse processo, realizando simulações práticas do IBS para diferentes setores, avaliando impactos financeiros, operacionais e estratégicos de forma personalizada.


Conclusão: o IBS não é apenas um novo imposto é uma nova lógica tributária

O IBS representa muito mais do que a substituição do ICMS e do ISS. Ele inaugura uma nova forma de pensar a tributação sobre o consumo no Brasil, baseada em transparência, neutralidade e padronização.

Para as empresas, o desafio não está apenas em entender a regra, mas em adaptar sua estrutura, seus processos e seu planejamento tributário a esse novo cenário. Quem tratar o IBS como um detalhe técnico corre o risco de perder margem, competitividade e eficiência.

Por outro lado, quem se antecipa transforma mudança em oportunidade.


Prepare sua empresa para o IBS com apoio especializado

👉 Quer entender, na prática, como o IBS vai afetar sua empresa e seu planejamento tributário?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e receba uma análise estratégica personalizada para o seu negócio.

IBS O Que é o Imposto sobre Bens e Serviços e Como Ele Vai Substituir ICMS e ISS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Cronograma da Reforma Tributária: o que muda de 2026 a 2033

Introdução: a Reforma Tributária já começou e quem se antecipa sai na frente: Entenda o Cronograma

Cronograma da Reforma Tributária de 2026 a 2033: A Reforma Tributária brasileira não é mais uma promessa distante. Ela já está em curso, com base na Emenda Constitucional nº 132/2023 e na Lei Complementar nº 214/2025, e trará a maior transformação no sistema de tributação sobre o consumo nas últimas décadas.

Embora muitos empresários ainda enxerguem a reforma como algo abstrato ou “para o futuro”, a realidade é clara: as decisões tomadas, entre 2024 e 2026, definirão quem terá vantagem competitiva até 2033 e quem enfrentará aumento de carga tributária, perda de margem e problemas operacionais.

Entender o cronograma da Reforma Tributária, ano a ano, é essencial para transformar incerteza em planejamento estratégico. A transição será longa, gradual e complexa, exigindo atenção técnica, revisão de processos e apoio especializado.

Neste guia completo, você vai entender:

  • o que é a Reforma Tributária e por que ela afeta diretamente sua empresa;
  • quais são os objetivos do novo modelo tributário;
  • como funcionará o IVA Dual (IBS + CBS);
  • o cronograma detalhado da transição de 2026 a 2033;
  • impactos no Simples Nacional, PMEs e empresas B2B;
  • se a carga tributária tende a aumentar ou diminuir;
  • regimes especiais, alíquotas reduzidas e exceções;
  • riscos e oportunidades do período de transição;
  • por que o planejamento precisa começar antes de 2026;
  • como a AEXO Contabilidade pode preparar sua empresa para esse novo cenário.
cronograma da reforma tributária

O que é a Reforma Tributária e por que ela afeta sua empresa?

A Reforma Tributária do consumo nasce da necessidade de corrigir um dos sistemas fiscais mais complexos, caros e litigiosos do mundo. Atualmente, empresas brasileiras precisam lidar com regras diferentes para ICMS (27 estados) e ISS (mais de 5.500 municípios), além de PIS, COFINS e IPI, cada um com bases de cálculo próprias, cumulatividade e exceções.

Esse cenário gera:

  • insegurança jurídica;
  • alto custo de conformidade;
  • guerra fiscal entre estados e municípios;
  • dificuldades para crescer e investir;
  • perda de competitividade internacional.

A reforma busca simplificar, padronizar e tornar transparente a tributação sobre o consumo, aproximando o Brasil dos modelos mais eficientes do mundo.


Qual o objetivo central da Reforma Tributária?

O objetivo da Reforma Tributária não é apenas trocar nomes de impostos. A proposta é estrutural.

Entre os principais objetivos, destacam-se:

  • simplificação do sistema tributário;
  • eliminação da cumulatividade (efeito cascata);
  • neutralidade econômica (menos distorções nas decisões de negócio);
  • tributação no destino, e não mais na origem;
  • redução da guerra fiscal;
  • maior transparência para empresas e consumidores.

Estudos do próprio Ministério da Fazenda indicam que essas mudanças podem gerar crescimento adicional de 12% a 20% do PIB ao longo de 15 anos, tornando o ambiente de negócios mais previsível e eficiente.


O novo modelo: IVA Dual (IBS + CBS)

O coração da Reforma Tributária é a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA dual), amplamente utilizado em países desenvolvidos.

Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)

  • Tributo federal
  • Substitui PIS e COFINS
  • Incide sobre bens e serviços
  • Não cumulativo
  • Gera crédito amplo

Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)

  • Tributo estadual e municipal compartilhado
  • Substitui ICMS e ISS
  • Regras uniformes em todo o país
  • Gestão centralizada por um Comitê Gestor
  • Fim da legislação fragmentada por estado e município

Imposto Seletivo (IS)

Conhecido como “imposto do pecado”, incidirá sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como:

  • cigarros;
  • bebidas alcoólicas;
  • outros produtos definidos em lei.


Cronograma da Reforma Tributária: transição completa até 2033

A Reforma Tributária não entra em vigor de forma abrupta. O processo foi desenhado para ocorrer gradualmente, permitindo adaptação de empresas, governos e sistemas.

Visão geral da transição

  • Início da regulamentação: 2024–2025
  • Período de testes: 2026
  • Primeira virada efetiva: 2027
  • Transição ICMS/ISS → IBS: 2029 a 2032
  • Sistema totalmente novo: 2033

2024 e 2025: fase de regulamentação

Esse período é marcado pela consolidação das regras por meio da Lei Complementar nº 214/2025, que detalha:

  • funcionamento do IBS e da CBS;
  • criação do Comitê Gestor do IBS;
  • regimes específicos e alíquotas diferenciadas;
  • cashback tributário para famílias de baixa renda;
  • regras do Imposto Seletivo.

Embora ainda não haja impacto financeiro direto relevante, essa é a fase mais estratégica para o planejamento, pois define as bases do novo sistema.

👉 Empresas que se organizam agora evitam retrabalho e erros caros no futuro.


2026: ano de testes do novo sistema

O ano de 2026 funcionará como um período de teste obrigatório, com alíquotas simbólicas:

TributoAlíquota em 2026Finalidade
CBS0,9%Teste do tributo federal
IBS0,1%Teste do tributo estadual/municipal

Apesar do impacto financeiro reduzido, o cumprimento das obrigações acessórias será fundamental. Empresas que não se adaptarem poderão enfrentar problemas quando as alíquotas definitivas entrarem em vigor.


2027 e 2028: CBS em pleno vigor e fim do IPI

O ano de 2027 marca a primeira grande virada prática da Reforma Tributária.

Principais mudanças

  • CBS substitui definitivamente PIS e COFINS
  • IPI é zerado (com exceção da Zona Franca de Manaus)
  • Imposto Seletivo começa a ser aplicado

O ano de 2028 será de consolidação e ajustes operacionais.


2029 a 2032: transição ICMS e ISS para IBS

Essa é a fase mais complexa da reforma.

AnoIBSICMS/ISS remanescentes
202910%90%
203020%80%
203130%70%
203240%60%

Durante esse período, as empresas lidarão simultaneamente com:

  • CBS
  • IBS parcial
  • ICMS e ISS reduzidos

👉 Planejamento tributário e sistemas bem ajustados serão indispensáveis.


2033: implementação total do novo sistema

A partir de 1º de janeiro de 2033:

  • ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI serão extintos
  • IBS, CBS e Imposto Seletivo estarão plenamente em vigor
  • O Brasil passará a operar integralmente no modelo de IVA Dual

A alíquota vai aumentar ou diminuir?

A resposta técnica é: depende do setor, da estrutura e do planejamento.

Estimativas apontam uma alíquota média combinada (IBS + CBS) em torno de 28%, mas:

  • setores essenciais terão alíquotas reduzidas;
  • cesta básica terá alíquota zero;
  • serviços de saúde, educação e cultura terão redução de 60%;
  • transporte público terá redução de 30%.

Reforma Tributária e Simples Nacional

O Simples Nacional não será extinto, mas passará a operar em um modelo híbrido.

Duas opções para o IBS e a CBS

  • recolher dentro do DAS (sem gerar crédito)
  • recolher fora do DAS (gerando crédito para clientes)

Empresas B2B precisarão analisar cuidadosamente essa escolha para não perder competitividade.


Por que o planejamento precisa começar antes de 2026

Esperar a reforma “chegar” é um erro estratégico.

Riscos

  • impacto negativo no fluxo de caixa (split payment)
  • perda de crédito tributário
  • contratos mal estruturados
  • sistemas despreparados

Oportunidades

  • aproveitamento amplo de créditos
  • redução de litígios
  • previsibilidade tributária
  • vantagem competitiva

Estudo de caso: empresa preparada pela AEXO Contabilidade

Uma empresa de serviços B2B, optante pelo Simples Nacional, vende majoritariamente para outras empresas.

Com o apoio da AEXO Contabilidade:

  • simulou cenários com IBS/CBS;
  • optou por recolhimento “por fora” do DAS;
  • ajustou contratos;
  • adaptou ERP e emissão de notas.

Resultado:

  • manutenção da competitividade
  • geração de crédito para clientes
  • transição segura para o novo modelo.

Recomendações práticas para empresas | Cronograma da Reforma Tributária

  • revise seu regime tributário anualmente;
  • simule cenários da Reforma Tributária;
  • adapte sistemas e ERPs;
  • revise contratos;
  • acompanhe regulamentações;
  • conte com especialistas em tributação.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva, técnica e estratégica durante toda a transição da Reforma Tributária.

Leia também:

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COMO TROCAR DE CONTADOR

COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

O QUE É O SIMPLES NACIONAL

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É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o Cronograma da Reforma Tributária

1. A Reforma Tributária já está valendo?
Sim, a transição já começou.

2. Quando o novo imposto entra em vigor de fato?
CBS em 2027 e IBS gradualmente até 2033.

3. O Simples Nacional vai acabar?
Não.

4. Empresas pequenas serão prejudicadas?
Depende do planejamento.

5. A carga tributária vai aumentar?
Depende do setor e da estrutura.

6. O que é IBS?
Imposto que substitui ICMS e ISS.

7. O que é CBS?
Imposto que substitui PIS e COFINS.

8. O que é split payment?
Retenção automática do imposto no pagamento.

9. Preciso mudar meus sistemas?
Sim, obrigatoriamente.

10. Quem pode me ajudar?
A AEXO Contabilidade.


Conclusão: a Reforma Tributária não é um evento é um processo estratégico

A Reforma Tributária redefine a forma como empresas calculam preços, margens, contratos e fluxo de caixa. Quem se antecipa transforma complexidade em vantagem competitiva.

Quem ignora o cronograma corre riscos desnecessários.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário, Reforma Tributária e adaptação empresarial, ajudando empresas a atravessar esse período com segurança, eficiência e inteligência fiscal.


AEXO a sua Contabilidade

👉 Quer preparar sua empresa para o Cronograma da Reforma Tributária de 2026 a 2033?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e receba uma análise estratégica personalizada.

O futuro tributário da sua empresa começa agora.

cronograma da reforma tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como Abrir um CNPJ para Vender Mentoria: Guia Prático, Atualizado e Completo para Regularizar, Pagar Menos Impostos e Escalar seu Negócio

Introdução: vender mentoria é um negócio e precisa de estrutura empresarial

Como abrir CNPJ para vender mentoria? O mercado de mentorias cresceu de forma exponencial nos últimos anos. Profissionais das mais diversas áreas passaram a transformar conhecimento em produto, oferecendo mentorias individuais, em grupo, programas de acompanhamento, masterminds e consultorias estratégicas de alto valor agregado.

Com isso, surgem dúvidas recorrentes e extremamente relevantes:

  • Quem vende mentoria precisa abrir empresa?
  • Posso vender mentoria como pessoa física?
  • Qual o melhor tipo de CNPJ para mentor?
  • MEI pode vender mentoria?
  • Quanto se paga de imposto ao vender mentoria?
  • Como emitir nota fiscal para mentoria?
  • Qual CNAE usar para mentoria?
  • Como reduzir impostos de forma 100% legal?

A verdade é simples: vender mentoria é prestar serviço intelectual remunerado, e toda prestação de serviço habitual, com finalidade lucrativa, exige organização contábil, fiscal e jurídica.

Ignorar essa realidade pode gerar:

  • pagamento excessivo de impostos;
  • risco de autuação fiscal;
  • bloqueio de contas bancárias;
  • dificuldade para escalar o negócio;
  • problemas com plataformas de pagamento;
  • perda de credibilidade perante clientes e empresas.

Por outro lado, estruturar corretamente o CNPJ desde o início permite economizar impostos, operar com segurança e crescer de forma profissional.

Este guia foi desenvolvido para ser o material mais completo sobre como abrir CNPJ para vender mentoria no Brasil, com linguagem clara, abordagem prática e orientação estratégica, exatamente como a AEXO Contabilidade, referência nacional em negócios digitais e prestação de serviços intelectuais, atua no dia a dia.

como abrir CNPJ para vender mentoria


1. O que caracteriza a venda de mentoria do ponto de vista fiscal

Antes de falar em CNPJ, é essencial entender como a Receita Federal enxerga a mentoria.

Definição fiscal de mentoria

Mentoria é considerada, para fins tributários:

Prestação de serviço intelectual, educacional, estratégico ou consultivo, realizada de forma recorrente ou organizada, mediante remuneração.

Isso inclui:

  • mentorias individuais
  • mentorias em grupo
  • programas de acompanhamento
  • masterminds
  • consultoria estratégica
  • orientação profissional
  • sessões online ou presenciais
  • programas vendidos por plataformas digitais

Independentemente do formato, há fato gerador de imposto.


2. Vender mentoria como pessoa física: riscos e limitações

É possível iniciar vendendo mentoria como pessoa física? Sim.
É recomendável? Na maioria dos casos, não.

Principais problemas da pessoa física

  • Tributação de até 27,5% no Imposto de Renda
  • Não transmite credibilidade
  • Obrigação de recolher Carnê-Leão mensal
  • Ausência de dedução ampla de despesas
  • Maior risco de cair na malha fina
  • Dificuldade para emitir nota fiscal
  • Problemas com plataformas de pagamento
  • Falta de separação entre vida pessoal e profissional

Na prática, muitos mentores acabam pagando mais imposto do que deveriam simplesmente por não abrirem um CNPJ no momento correto.


3. Quando abrir um CNPJ para vender mentoria | Como abrir CNPJ para vender mentoria

Embora não exista um valor fixo, a experiência prática mostra que abrir CNPJ é vantajoso quando:

  • o faturamento mensal ultrapassa R$ 5.000
  • a mentoria passa a ser recorrente
  • há vendas por plataformas (Hotmart, Eduzz, Monetizze etc.)
  • o mentor deseja emitir nota fiscal
  • existe intenção de escalar o negócio
  • há recebimentos via PIX frequentes
  • o volume anual começa a chamar atenção da Receita
  • quer separar os bens da pessoa física da pessoa jurídica
  • procura blindagem patrimonial
  • quer criar autoridade

A AEXO Contabilidade realiza análises personalizadas para indicar o momento ideal da abertura, evitando tanto a antecipação desnecessária quanto o atraso perigoso.


4. MEI pode vender mentoria?

Essa é uma das perguntas mais frequentes — e uma das maiores armadilhas.

Resposta direta: geralmente NÃO.

O MEI possui uma lista restrita de atividades permitidas. Mentoria, consultoria, orientação estratégica e serviços intelectuais personalizados não constam como atividades autorizadas.

Mesmo quando algum CNAE “parecido” é usado, o risco é alto, pois:

  • pode haver desenquadramento
  • impostos podem ser recalculados retroativamente
  • multas e juros podem ser aplicados
  • o CNPJ pode ser cancelado

👉 Mentores profissionais não devem usar MEI.

Leia também: Como migrar de MEI para ME


5. Qual o melhor tipo de empresa para vender mentoria | Como abrir CNPJ para vender mentoria

Na grande maioria dos casos, o modelo ideal é:

  • Microempresa (ME)
  • Natureza jurídica: Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) ou Empresário Individual, se for empreender sozinho. Caso tenha sócios, a melhor opção é Ltda.
  • Regime tributário: Simples Nacional (na maioria dos cenários iniciais)

Leia também: É Melhor Ser MEI, EI ou SLU?

Esse modelo oferece:

  • menor carga tributária
  • possibilidade de emitir nota fiscal
  • separação patrimonial
  • mais credibilidade
  • facilidade para crescer

A escolha exata depende de análise técnica, realizada por contadores especializados como a AEXO Contabilidade.


6. CNAE correto para vender mentoria

O CNAE é um dos pontos mais importantes da abertura do CNPJ.

CNAEs mais utilizados para mentoria

Dependendo do foco da mentoria, podem ser utilizados CNAEs relacionados a:

  • consultoria empresarial
  • serviços de orientação profissional
  • treinamento e desenvolvimento
  • serviços educacionais não formais
  • atividades intelectuais e estratégicas

⚠️ Não existe um CNAE chamado “mentoria”. O enquadramento é estratégico e deve ser feito com cuidado para:

  • permitir o Simples Nacional
  • evitar alíquotas mais altas
  • garantir legalidade
  • permitir emissão de nota

A AEXO Contabilidade define o CNAE para influenciador digital, evitando erros comuns.

O CNAE principal para Treinamento e Desenvolvimento é o 85.99-6/04 – Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial, que abrange cursos livres, palestras, mentorias e capacitações para aprimoramento técnico e gerencial, sendo permitido para MEI e empresas em geral, e geralmente enquadrado no Anexo III do Simples Nacional.


7. Quanto se paga de imposto vendendo mentoria

Pessoa Física

  • Até 27,5% de IR
  • Sem planejamento
  • Alto risco fiscal

Pessoa Jurídica (Simples Nacional)

  • Entre 6% e 15,5%, dependendo do enquadramento
  • Possibilidade de planejamento tributário
  • Economia significativa

👉 Em muitos casos, a economia anual supera R$ 30.000 ou R$ 50.000.


8. Análise técnica: Simples, Presumido ou Real para mentores

Simples Nacional

Ideal para mentores em crescimento, com estrutura enxuta e foco em serviços.

O Simples Nacional é, na maioria dos casos, o regime tributário mais utilizado por quem vende mentoria, especialmente nas fases iniciais e intermediárias do negócio. Ele unifica vários tributos em uma única guia mensal e oferece alíquotas reduzidas quando o enquadramento é feito corretamente, levando em conta o CNAE e, principalmente, a estrutura da empresa. Para mentores com faturamento recorrente, operação enxuta e poucas despesas elevadas, o Simples pode representar uma carga tributária significativamente menor do que a pessoa física. Ainda assim, esse regime exige planejamento, pois dependendo da atividade escolhida e da ausência de folha de pagamento, a mentoria pode ser enquadrada em anexos mais caros, o que reforça a importância de uma análise técnica prévia.

Lucro Presumido

Pode ser vantajoso para mentorias de alto valor, com margens elevadas.

O Lucro Presumido passa a ser uma alternativa estratégica para mentorias de maior valor, com tíquetes elevados, margens altas e crescimento mais acelerado. Nesse regime, o governo presume uma margem de lucro sobre o faturamento para calcular IRPJ e CSLL, enquanto PIS, COFINS e ISS são apurados separadamente. Para mentores que já ultrapassaram os limites confortáveis do Simples ou que se beneficiam de presunções favoráveis, o Lucro Presumido pode resultar em economia tributária quando comparado a um Simples mal enquadrado. No entanto, esse modelo exige maior controle contábil e atenção à correta classificação das receitas, pois erros podem gerar pagamento indevido de impostos ou perda de oportunidades de planejamento.

Lucro Real

Indicado apenas em cenários específicos, com custos altos e estrutura robusta.

O Lucro Real é o regime mais técnico e menos comum para mentorias, sendo indicado apenas em situações específicas, como operações com custos elevados, investimentos constantes em equipe, marketing, tecnologia e estrutura ou margens de lucro muito variáveis. Nesse modelo, os tributos sobre o lucro incidem sobre o resultado efetivamente apurado pela contabilidade, o que permite pagar menos imposto em períodos de menor rentabilidade ou maior reinvestimento. Apesar de oferecer esse nível de aderência à realidade financeira, o Lucro Real demanda controles rigorosos, documentação completa e acompanhamento contábil permanente, tornando-se viável apenas para mentorias mais estruturadas e com suporte profissional especializado.

A escolha errada pode dobrar a carga tributária. Por isso, planejamento é essencial.


9. Como emitir nota fiscal para mentoria

Com CNPJ ativo e CNAE correto, o mentor pode emitir Nota Fiscal de Serviços (NFS-e).

A nota deve conter:

  • descrição técnica do serviço
  • valor correto
  • dados do tomador
  • município correto

A AEXO Contabilidade cuida de toda a configuração para seus clientes.


10. Erros comuns ao abrir CNPJ para mentoria

  • usar MEI indevidamente
  • escolher CNAE errado
  • abrir empresa sem planejamento tributário
  • misturar contas pessoais e empresariais
  • não emitir nota fiscal
  • pagar imposto como pessoa física por muito tempo
  • confiar em contadores sem experiência em serviços intelectuais

Esses erros custam caro no médio e longo prazo.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


11. Tendências do mercado de mentorias e impactos fiscais

  • crescimento da fiscalização digital
  • maior controle sobre plataformas de pagamento
  • exigência de CNPJ para parcerias
  • profissionalização do mercado
  • maior concorrência

Quem se organiza agora, ganha vantagem competitiva.


12. Estudo de caso: mentor que reduziu impostos com a AEXO Contabilidade

Um mentor faturava R$ 12.000/mês como pessoa física.

Antes:

  • imposto efetivo de quase 27,5%
  • insegurança fiscal

Após abertura de CNPJ com a AEXO Contabilidade:

  • enquadramento correto no Simples
  • imposto médio de 6%
  • economia anual superior a R$ 22.000
  • negócio profissionalizado e escalável

13. Recomendações práticas para abrir seu CNPJ para vender mentoria com segurança

  • não utilize MEI indevidamente
  • abra empresa com CNAE correto
  • escolha o regime tributário com base em números
  • organize fluxo financeiro
  • emita notas fiscais corretamente
  • conte com contabilidade especializada

A AEXO Contabilidade atua exatamente nesse ponto: transformar conhecimento em negócio sustentável.

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FAQ — Perguntas Frequentes sobre como abrir CNPJ para vender mentoria

1. Quem vende mentoria precisa de CNPJ?

Sim, quando a atividade se torna habitual.

2. MEI pode vender mentoria?

Não é recomendado e geralmente é irregular.

3. Qual o melhor regime tributário?

Depende do faturamento e da estrutura.

4. Preciso emitir nota fiscal?

Sim, especialmente para empresas e plataformas.

5. Quanto pago de imposto?

Entre 6% e 15,5% no CNPJ, na maioria dos casos.

6. Posso vender mentoria online com CNPJ?

Sim, sem qualquer restrição.

7. Qual CNAE usar?

CNAEs de consultoria e serviços intelectuais.

8. Abrir CNPJ expõe meus dados?

Com estrutura correta, a exposição é mínima.

9. Posso abrir CNPJ sozinho?

Até pode, mas o risco de erro é alto.

10. Quem pode me ajudar?

A AEXO Contabilidade, especialista em mentorias e negócios digitais.


Conclusão: abrir CNPJ para mentoria é um passo estratégico, não burocrático

Mentoria é um negócio sério, lucrativo e com enorme potencial de crescimento.
Tratar esse negócio de forma amadora gera riscos e prejuízos.

Abrir um CNPJ corretamente permite:

  • pagar menos impostos
  • operar com segurança
  • escalar vendas
  • profissionalizar a imagem
  • focar no crescimento

A AEXO Contabilidade é referência nacional em contabilidade para mentores, consultores e profissionais do conhecimento, oferecendo orientação técnica, planejamento tributário e segurança total.


Dê o próximo passo com segurança | Como abrir CNPJ para vender mentoria

👉 Quer abrir seu CNPJ para vender mentoria da forma correta e pagar menos impostos?
Fale agora com um especialista da AEXO Contabilidade e receba uma análise personalizada do seu caso.

Transforme sua mentoria em um negócio sólido, regular e altamente lucrativo.

como abrir CNPJ para vender mentoria

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.