IMPOSTO SELETIVO: ENTENDA O “IMPOSTO DO PECADO” DA REFORMA TRIBUTÁRIA

Introdução

A Reforma Tributária de 2026 promete transformar profundamente o sistema de arrecadação no Brasil. Enquanto todos falam sobre o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), um terceiro elemento do novo sistema tributário vem ganhando destaque: o Imposto Seletivo, também conhecido como o “imposto do pecado”.

Esse novo tributo foi criado para desestimular o consumo de produtos que prejudicam a saúde e o meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas e combustíveis fósseis.
Mas a grande dúvida dos empresários é: como o Imposto Seletivo vai afetar a minha empresa, mesmo que eu não produza esses produtos?

Neste artigo, a AEXO Contabilidade, especialista em planejamento tributário e contabilidade digital, explica tudo o que você precisa saber sobre o Imposto Seletivo, como ele será aplicado, quem pagará, quais produtos serão afetados e como as empresas podem se preparar para essa nova realidade.

Imposto Seletivo Reforma Tributária - IS - IMPOSTO DO PECADO - AEXO CONTABILIDADE


O Que é o Imposto Seletivo Reforma Tributária?

O Imposto Seletivo (IS) é um tributo federal criado pela Reforma Tributária de 2026 para incidir sobre produtos e serviços que geram danos à saúde ou ao meio ambiente.

Por isso ele é chamado de “imposto do pecado” (sin tax) — porque tem o objetivo de desencorajar o consumo de bens considerados prejudiciais, como tabaco, álcool e combustíveis poluentes.

Objetivos principais do Imposto Seletivo:

  1. Desestimular o consumo de produtos nocivos;
  2. Compensar impactos ambientais e sociais causados pela produção e uso desses produtos;
  3. Aumentar a arrecadação federal de maneira estratégica;
  4. Promover justiça fiscal e sustentabilidade econômica.

Esse tributo será cobrado diretamente sobre a produção ou importação desses itens, mas como veremos adiante, seus efeitos se espalham por toda a economia.


Por Que o Imposto Seletivo é Chamado de “Imposto do Pecado”?

O termo “imposto do pecado” (IS – Imposto Seletivo) não é novo — ele é amplamente usado em países da Europa, Estados Unidos e América Latina para designar tributos sobre produtos que têm efeitos negativos sobre a sociedade ou o meio ambiente.

Esses impostos têm uma função extrafiscal, ou seja, não apenas arrecadam, mas também orientam comportamentos.
O governo usa o Imposto Seletivo para:

  • Reduzir o consumo de bens que causam dependência ou doenças;
  • Controlar emissões de carbono e poluição;
  • Estimular práticas mais sustentáveis;
  • Equilibrar a carga tributária, compensando produtos que geram prejuízo social.

Em outras palavras, quem consome produtos mais prejudiciais paga mais imposto, enquanto quem consome produtos sustentáveis tende a ser beneficiado.


Quais Produtos Serão Tributados pelo Imposto Seletivo na Reforma Tributária?

O Imposto Seletivo incidirá sobre produtos e serviços específicos, definidos por lei complementar. Entre os principais grupos estão:

🧾 Produtos Alvo do Imposto Seletivo

  • Cigarros e derivados do tabaco;
  • Bebidas alcoólicas e açucaradas;
  • Combustíveis fósseis e derivados de petróleo;
  • Automóveis de alto impacto ambiental;
  • Produtos químicos e poluentes;
  • Itens com resíduos tóxicos ou descartáveis não recicláveis.

O objetivo não é proibir a comercialização desses produtos, mas encarecer seu consumo, transferindo parte do custo social para o preço final pago pelo consumidor.


Quem Vai Pagar o Imposto Seletivo?

O contribuinte direto do Imposto Seletivo será o fabricante ou o importador dos produtos tributados.
Contudo, o custo será repassado ao consumidor final, refletindo em aumentos de preço em toda a cadeia produtiva.

Exemplo prático:

Se uma indústria de bebidas for tributada pelo Imposto Seletivo, o preço do refrigerante aumentará para o distribuidor, que repassará ao varejista e, por fim, ao consumidor.

Isso significa que mesmo empresas que não fabricam produtos nocivos — como bares, padarias, supermercados e distribuidoras — serão indiretamente impactadas pela nova tributação.


Como o Imposto Seletivo Reforma Tributária Afeta Pequenas e Médias Empresas

Mesmo que sua empresa não produza cigarros, combustíveis ou bebidas alcoólicas, o efeito cascata do Imposto Seletivo vai chegar até você.
Esse fenômeno é conhecido como “efeito cobra” — o aumento de custos em um ponto da cadeia se espalha por todos os outros.

Por exemplo:

  • O transporte de mercadorias ficará mais caro, pois combustíveis fósseis serão tributados;
  • O preço de alimentos e bebidas tende a subir;
  • Serviços que dependem de energia e transporte também terão reajustes.

Portanto, mesmo sem fabricar produtos “do pecado”, sua empresa precisa se planejar financeiramente para absorver esses aumentos de custo.


Impacto do Imposto Seletivo Reforma Tributária na Economia Brasileira

O Imposto Seletivo representa uma das maiores mudanças comportamentais que o sistema tributário brasileiro já enfrentou.

Ele trará benefícios, mas também desafios:

  • 💰 Aumento de arrecadação federal — importante para compensar perdas com o IBS e CBS;
  • 🌎 Redução de impactos ambientais e de saúde pública;
  • 📉 Possível alta de preços e redução no consumo de determinados bens;
  • 🏭 Readequação da cadeia produtiva, com empresas migrando para modelos mais sustentáveis.

Em resumo: o imposto seletivo muda não apenas o valor dos produtos, mas o próprio comportamento do mercado.


Como a Sua Empresa Pode se Preparar

A AEXO Contabilidade recomenda três ações fundamentais para quem quer se preparar para o Imposto Seletivo e toda a Reforma Tributária:

1. Revise sua cadeia de fornecedores

Verifique se seus parceiros e distribuidores serão impactados. Se o custo deles subir, o preço repassado para você também subirá.

2. Simule o impacto no seu fluxo de caixa

Crie projeções considerando aumento de custos logísticos e de insumos, para evitar surpresas na margem de lucro.

3. Tenha um contador especialista ao seu lado

A Reforma Tributária exige planejamento estratégico e conhecimento técnico.
Com a AEXO Contabilidade, você garante análise personalizada, precificação inteligente e otimização fiscal em todas as etapas do processo.

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Imposto Seletivo x IBS x CBS: Qual a Diferença?

Muitos empresários ainda confundem esses três tributos, mas é importante diferenciá-los:

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): Substituirá ICMS e ISS, será de competência estadual e municipal.

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): Substituirá PIS, COFINS e parcialmente IPI, será de competência federal.

IS (Imposto Seletivo): Incidirá sobre bens e serviços nocivos a saúde e meio ambiente, de competência federal.

TributoNaturezaAbrangênciaObjetivo
IBSEstadual e MunicipalBens e serviços em geralSimplificar ICMS e ISS
CBSFederalBens e serviços em geralSubstituir PIS, COFINS e IPI
Imposto SeletivoFederalProdutos nocivosDesestimular consumo e proteger saúde/ambiente

Enquanto o IBS e a CBS visam simplificação e eficiência, o Imposto Seletivo tem caráter regulador e educativo.


O Imposto Seletivo e o Split Payment

Um dos pilares tecnológicos da Reforma Tributária é o Split Payment, ou pagamento automático de impostos.

Nesse modelo, quando o consumidor faz uma compra, o valor do imposto é automaticamente separado e enviado para o governo, sem depender do repasse da empresa.

Isso torna o sistema mais transparente, rastreável e difícil de fraudar — e o Imposto Seletivo será um dos primeiros a adotar essa tecnologia.


DREX e a Era da Tributação Digital

O DREX, moeda digital oficial do Banco Central do Brasil, também integrará a estrutura do novo sistema tributário.

Com o DREX, será possível:

  • Recolher o Imposto Seletivo em tempo real;
  • Automatizar o pagamento de IBS e CBS;
  • Evitar sonegação e erros de cálculo.

Isso significa que o futuro da contabilidade será 100% digital e integrado — e empresas que se anteciparem sairão na frente.


O Lado Positivo do Imposto Seletivo Reforma Tributária

Embora muitos vejam o Imposto Seletivo apenas como uma nova forma de arrecadação, ele pode trazer impactos positivos:

  • Incentivo à produção sustentável;
  • Redução de custos de saúde pública;
  • Aumento da eficiência fiscal;
  • Criação de mercados verdes e inovadores.

Empresas que investirem em energia limpa, reciclagem e inovação ambiental podem até se beneficiar, tornando-se mais competitivas e alinhadas às tendências globais.


Conclusão: O Futuro da Tributação e o Papel da AEXO Contabilidade

O Imposto Seletivo é mais do que um novo tributo — é um instrumento de transformação econômica e social.
Ele muda a forma como o Brasil enxerga a tributação e desafia as empresas a serem mais conscientes, sustentáveis e estrategicamente preparadas.

Com a AEXO Contabilidade, sua empresa terá:

  • Planejamento tributário completo para a Reforma 2026;
  • Consultoria personalizada para IBS, CBS e Imposto Seletivo;
  • Ferramentas digitais de automação contábil;
  • Estratégias fiscais para proteger seu lucro e crescer com segurança.

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Transforme a Reforma Tributária em uma oportunidade para crescer, economizar e se destacar no mercado.

Imposto Seletivo Reforma Tributária - IS - IMPOSTO DO PECADO - AEXO CONTABILIDADE

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

COMO FUNCIONA O IVA DUAL NA REFORMA TRIBUTÁRIA: ENTENDA O QUE MUDA COM O IBS E CBS NA NOVA REFORMA!

Introdução

IVA Dual na Reforma Tributária: O Brasil está passando por uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete acabar com décadas de complexidade fiscal e trazer um sistema mais simples, transparente e justo.
No centro dessa mudança está o IVA Dual, um modelo que vai substituir vários impostos municipais, estaduais e federais e transformar radicalmente a forma como as empresas pagam tributos.

Mas afinal, como o IVA Dual vai funcionar na prática?
O que são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?
E, principalmente: como isso vai impactar o bolso do empreendedor brasileiro?

Neste artigo, a AEXO Contabilidade explica de maneira clara e detalhada tudo o que você precisa saber sobre o novo sistema tributário, com exemplos práticos, projeções para o futuro e dicas de como preparar a sua empresa para 2026.

IVA Dual na Reforma Tributária


O Que é o IVA Dual na Reforma Tributária?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado Dual) é o novo modelo tributário aprovado na Reforma Tributária, inspirado em sistemas de sucesso utilizados em países como Alemanha e Portugal.
Ele foi criado para substituir diversos tributos e unificar a forma de cobrança de impostos sobre bens e serviços.

Atualmente, o Brasil possui um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, com impostos cobrados em cascata, diferenças entre estados e municípios, e uma burocracia que consome tempo e dinheiro das empresas.
O IVA Dual vem justamente para simplificar esse cenário, criando um modelo transparente e equilibrado, no qual cada empresa paga apenas o imposto sobre o valor que efetivamente adiciona ao produto ou serviço.

Isso significa que o novo sistema elimina a bitributação e a guerra fiscal entre estados e municípios, tornando a tributação mais previsível e eficiente.


Entendendo as Duas Modalidades do IVA Dual na Reforma Tributária: IBS e CBS

O IVA Dual é chamado assim porque será dividido em duas frentes complementares:

1. CBS — Contribuição sobre Bens e Serviços

A CBS é o tributo federal do novo sistema.
Ela vai substituir o PIS, a COFINS e o IPI, unificando-os em uma única contribuição.

Seu objetivo é simplificar os tributos cobrados pela União, garantindo transparência e recolhimento digital em tempo real.

Exemplo:
Se antes uma empresa precisava calcular PIS, COFINS e IPI separadamente, agora ela pagará apenas a CBS sobre o valor agregado, com crédito tributário sobre o que foi pago nas etapas anteriores.


2. IBS — Imposto sobre Bens e Serviços

Já o IBS será o tributo estadual e municipal, substituindo o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).
Ou seja, a partir da implementação completa, estados e prefeituras deixarão de cobrar seus impostos de forma isolada e passarão a utilizar uma base unificada.

Isso elimina a chamada guerra fiscal, onde cada estado criava regras próprias para atrair empresas, gerando distorções e insegurança jurídica.
Com o IBS, as regras serão padronizadas em todo o país, e a arrecadação será distribuída automaticamente conforme o local de consumo do bem ou serviço.


Exemplo Prático: Como Funciona o IVA Dual na Cadeia Produtiva

Para entender melhor, veja o exemplo clássico utilizado pela AEXO Contabilidade:

Imagine a produção de uma camisa com alíquota total de 25%.

  • O produtor rural vende algodão por R$ 40 e paga R$ 10 de IVA.
  • A indústria de tecelagem compra o algodão por R$ 50, transforma-o em tecido e vende por R$ 60, gerando R$ 15 de IVA.
    Ela, porém, desconta o crédito de R$ 10 do imposto anterior e paga apenas R$ 5.
  • A fábrica de roupas compra o tecido por R$ 75, fabrica a camisa e vende por R$ 100, com R$ 25 de IVA.
    Descontando os R$ 15 anteriores, paga apenas R$ 10.
  • A loja de roupas compra a camisa por R$ 125 e vende ao consumidor final por R$ 200, com R$ 50 de IVA.
    Descontando R$ 25, paga R$ 25.

Ou seja, o consumidor final paga R$ 250, sendo R$ 200 do produto e R$ 50 de imposto.
O valor total do IVA pago (R$ 10 + 5 + 10 + 25 = R$ 50) corresponde exatamente ao que o cliente desembolsou.

Esse modelo é justo e transparente, pois o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada etapa, e o consumidor final é quem arca com o valor total.


Por Que o IVA Dual é Mais Justo e Eficiente

O IVA Dual traz uma série de vantagens competitivas para o ambiente de negócios:

  • Elimina a cumulatividade de impostos (o famoso “imposto sobre imposto”);
  • Reduz a guerra fiscal entre estados;
  • Simplifica obrigações acessórias e reduz o custo de conformidade;
  • Torna o sistema mais previsível e transparente;
  • Favorece a competitividade internacional das empresas brasileiras.

Com menos burocracia e maior clareza sobre a tributação, as empresas poderão planejar melhor seus custos e investimentos, além de aumentar a produtividade.


O IVA Dual e o Simples Nacional

Uma dúvida comum entre empreendedores é: como o IVA Dual vai afetar o Simples Nacional?

O governo estuda dois modelos possíveis:

Simples Nacional “por dentro”

Nesse modelo, o IBS e a CBS estariam dentro do DAS, ou seja, já incluídos no cálculo unificado do Simples Nacional.
O contribuinte pagaria normalmente seu DAS, sem precisar de cálculos adicionais.

Simples Nacional “híbrido”

Neste caso, o IBS e a CBS ficariam “por fora” do DAS, exigindo apuração separada desses tributos, mas com créditos automáticos para quem compra de optantes do Simples.

O modelo híbrido é o mais cotado, pois traz maior transparência e rastreabilidade, sem perder a simplicidade para micro e pequenas empresas.


IVA Dual na Reforma Tributária: Split Payment e DREX

A implementação do IVA Dual será acompanhada por dois sistemas digitais:

Split Payment — Pagamento Automático de Tributos

O Split Payment dividirá automaticamente o valor da venda: uma parte para o vendedor e outra diretamente para o governo, eliminando a sonegação e atrasos no recolhimento.

DREX — O Real Digital

O Drex, moeda digital do Banco Central, permitirá pagamentos e recolhimentos de impostos em tempo real, com transparência total entre empresas, bancos e governo.
A união do Drex com o Split Payment trará automação fiscal total, reduzindo fraudes e erros humanos.


Como se Preparar Para o IVA Dual na Reforma Tributária

A transição exigirá planejamento tributário estratégico.
Veja as principais ações que sua empresa deve adotar:

  1. Atualize seu sistema contábil para lidar com o IBS e CBS;
  2. Capacite sua equipe fiscal e financeira;
  3. Implemente contabilidade digital integrada;
  4. Acompanhe o Fator R e revise seu enquadramento tributário;
  5. Busque orientação profissional de especialistas como a AEXO Contabilidade.

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Conclusão | IVA Dual na Reforma Tributária

O IVA Dual representa o início de uma nova era no sistema tributário brasileiro.
Ele promete acabar com a complexidade, reduzir custos operacionais e trazer justiça fiscal real para empresas e consumidores.

Mas o sucesso dessa transição dependerá da preparação antecipada das empresas.
Quem se adaptar primeiro, estará à frente.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário e contabilidade digital e pode ajudar sua empresa a navegar com segurança pela Reforma Tributária 2026.

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IVA Dual na Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Contabilidade para Consultores e Mentores: guia prático para pagar menos imposto, organizar o financeiro e escalar serviços com segurança

COACHES

Empreender como consultor ou mentor é sinônimo de autoridade, liberdade de agenda e alta margem. No entanto, sem uma estratégia contábil sólida, essa vantagem se perde em impostos desnecessários, fluxo de caixa confuso e riscos fiscais.

Ao longo do texto, você verá modelos jurídicos, escolha do regime tributário, pró-labore, distribuição de lucros, emissão correta de notas, planejamento de preços, controle de custos, estratégias de Fator R, boas práticas de compliance, além de checklists, planos de ação trimestrais e um FAQ com rich snippets. Em cada etapa, a AEXO Contabilidade aparece como parceira técnica para reduzir impostos legalmente e escalar operações sem sustos.

contabilidade para consultores e mentores

Por que consultores e mentores precisam de contabilidade estratégica?

Profissionais de conhecimento vendem tempo, método e reputação. A precificação deve considerar carga tributária, ociosidade, funil de vendas e custo de aquisição de clientes (CAC). Com contabilidade estratégica, você:

  • Paga menos imposto usando o regime correto (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).
  • Separa PF de PJ, preservando patrimônio pessoal.
  • Ganha previsibilidade ao transformar caixa irregular em receita recorrente.
  • Profissionaliza contratos e notas, fechando com empresas maiores e órgãos públicos.
  • Aumenta valuation para parcerias, licitações e M&A.

Quem é “consultor/mentor” no radar do Fisco?

Consultores e mentores atuam em múltiplos formatos: estratégia, marketing, finanças, tecnologia, RH, carreira, saúde corporativa, educação executiva, coaching. O Fisco observa natureza da prestação, habitualidade, emissão de NF e trânsito bancário. Recebimentos em conta pessoal sem documentação geram alertas automáticos. Logo, formalize cedo: CNPJ + nota fiscal + contratos criam trilha limpa e credibilidade para B2B.


Passo 1 — Modelo jurídico e proteção patrimonial

Empresário Individual (EI)

O empresário individual (EI) é um tipo jurídico de estrutura muito simples, mas com responsabilidade ilimitada. Ele é indicado para quem está testando mercado e possui risco operacional baixíssimo.

Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

A sociedade limitada unipessoal (SLU) é o formato preferido para solo founders: um único sócio com responsabilidade limitada ao capital. Permite escalabilidade, entrada de sócios futuros e acesso fácil a crédito.

Sociedade Limitada (LTDA)

Já a sociedade limitada (LTDA) é indicado quando há dois ou mais sócios. Regras de quórum, vesting e não concorrência no contrato social evitam conflitos e preservam o negócio.

Dica da AEXO: para consultores e mentores, SLU ou LTDA costumam equilibrar proteção jurídica e custo-benefício.


Passo 2 — Regime tributário que realmente reduz imposto | Contabilidade para Consultores e Mentores

Simples Nacional (com foco no Fator R)

O Simples Nacional é ideal para pequenas estruturas e faturamento até R$ 4,8 milhões/ano.

  • Serviços intelectuais podem cair no Anexo III (alíquota inicial 6%) ou Anexo V (alíquota inicial até 15,5%).
  • Fator R: se folha + pró-labore ≥ 28% da receita dos últimos 12 meses, a empresa migra para o Anexo III, reduzindo a carga.
  • Estratégia comum: pró-labore mínimo + salários relevantes de equipe (assistentes, produtores de conteúdo, atendimento, SDRs) para bater o Fator R de forma sustentável e legal.

Lucro Presumido

Quando a receita cresce e o Fator R não fecha, o Presumido pode vencer o Simples.

  • Para serviços em geral, a presunção do IRPJ/CSLL costuma ser 32% da receita;
  • Carga efetiva média (IRPJ+CSLL+PIS+COFINS+ISS) flutua ao redor de 13% a 18%, a depender do município e créditos possíveis.
  • Vantagens: distribuição de lucros isenta (até a base presumida), NF com destaque de tributos que facilita B2B.

Lucro Real

Útil para altas despesas dedutíveis, margem comprimida ou operações complexas (turmas, eventos, plataformas).

  • Exige controle contábil robusto, centros de custo e orçamento anual.
  • Quando a lucratividade é baixa ou variável, pagar sobre o lucro real protege caixa.

AEXO na prática: fazemos simulações comparativas (12 meses a 24 meses) e entregamos a projeção de imposto por regime, incluindo sensibilidade de Fator R, variação de ISS e tabela de faixas do Simples. Você decide com números e cenários.


Passo 3 — Pró-labore, distribuição de lucros e reserva de caixa | Contabilidade para Consultores e Mentores

  • Pró-labore: remuneração do sócio administrador, com INSS 11%. Define benefícios previdenciários e compõe o Fator R.
  • Lucros: distribuição isenta dentro das regras contábeis (limites variam conforme regime).
  • Reserva: monte colchão de 3 a 6 meses de despesas fixas. Mentorias e consultorias sofrem com sazonalidade; reserva evita juros caros e mantém poder de negociação.

Regra de bolso (ajustável):

  • 40–55% salários e pró-labore;
  • 15–25% marketing e vendas;
  • 10–18% infra/softwares/eventos;
  • 10–20% impostos;
  • 5–10% lucro líquido.

Passo 4 — Notas fiscais, contratos e compliance

  • NFS-e padrão nacional: em muitos municípios, emissão ficou mais simples; configure CNAE correto.
  • Contrato de prestação: inclua escopo, entregáveis, confidencialidade, propriedade intelectual, cancelamento e multa.
  • Split payment e pagamentos digitais: cadastre meios oficiais (cartão, Pix empresarial) com descrição clara.
  • LGPD: dados de clientes e alunos exigem consentimento e política de privacidade.
  • Documentação: guarde NFs, contratos, propostas e evidências de entrega (gravações de sessões, relatórios, atas).

Passo 5 — Preço que protege margem (e posiciona autoridade)

Serviços de conhecimento vendem resultado. Em vez de horas, use métrica de valor:

  • Discovery + Diagnóstico: ticket inicial, alto ROI percebido.
  • Projeto: preço por escopo e prazo.
  • Retainer: assinatura mensal com SLA, metas e rituais.

Calcule CPH lapidado (custo por hora produtiva) incluindo ociosidade, preparação, follow-up e impostos. Adicione markup de autoridade e risco. Em B2B, destacar tributos (Presumido/Real ou Simples Híbrido) ajuda a fechar com empresas que querem crédito fiscal.


Passo 6 — Marketing, funil e previsibilidade de receita

  • Inbound: conteúdo de topo (guia, podcast, newsletter), meio (webinars, estudos de caso) e fundo (diagnóstico pago).
  • Outbound: prospecção segmentada, com ABM para contas-alvo; mensagem consultiva.
  • Parcerias: contabilidades, agências, ERPs e hubs educacionais.
  • Oferta escada: ebook → workshop → diagnóstico → projeto → retainer.
  • KPI: CAC, LTV, churn, taxa de conversão por etapa, taxa de ocupação da agenda.


Matriz de enquadramento rápido (regime x perfil de operação)

CenárioFaturamentoEstrutura de equipePerfil de clientesIndicação inicial
Solo premiumaté R$ 40k/mêsassistente/produçãoB2B médioSimples com Fator R
Boutique enxutaR$ 40–120k/mêstime 2–5 pessoasB2B com NF exigentePresumido ou Simples Híbrido
Escola/ComunidadeR$ 80–250k/mêsmarketing forte e suporteB2C/B2B2CPresumido
Consultoria enterpriseR$ 150k+/mêssquad multidisciplinarB2B enterpriseReal

Decisão final exige simulação. AEXO compara imposto efetivo, folha/Fator R, ISS do município e impacto de retenções.


Fator R sem mistério (e sem risco)

Para serviços que podem migrar ao Anexo III, o Fator R ≥ 28% é decisivo. Boas práticas:

  1. Folha real: contratações coerentes com o escopo (assistentes, analistas, produtores de conteúdo, SDRs, customer success).
  2. Pró-labore adequado: define benefício previdenciário e compõe Fator R.
  3. Planejamento anual: antecipe mês de pico para não cair no Anexo V por base móvel.
  4. Compliance: nada de “salários inflados” sem contrato/folha; risco de autuação.

Financeiro de mentores e consultores: playbook mensal

  • D-2 a D-1: conciliação bancária e cartões;
  • D+1 a D+3: emissão/recebimento de NFs assinaturas e projetos;
  • Semanal: aging de cobranças, renegociações, régua escrita;
  • Mensal: DRE gerencial, CMV/CPV, curva ABC de clientes;
  • Trimestral: revisão de preços e anexos, teste de Fator R, simulação de mudança de regime;
  • Semestral: renegociação com fornecedores, auditoria de contratos, LGPD.

12 erros que diminuem seu lucro (e como corrigir) | Contabilidade para Consultores e Mentores

  1. Misturar PF/PJ e receber via conta pessoal.
  2. Emitir NF com CNAE errado.
  3. Subfaturar e tentar compensar com “pix por fora”.
  4. Ignorar retenções (ISS, INSS, IRRF) em contratos B2B.
  5. Contratos sem escopo e propriedade intelectual definidos.
  6. Precificar por hora sem considerar ociosidade.
  7. Não registrar provas de entrega.
  8. Deixar férias e 13º de fora da precificação.
  9. Depender de um só canal de aquisição.
  10. Esquecer o Fator R ao crescer equipe.
  11. Distribuir lucros sem balanço e livros em ordem.
  12. Não fazer backup e política de privacidade.

Checklist de conformidade (copie e use)

  • CNPJ ativo (SLU/LTDA) e contrato social atualizado.
  • CNAEs corretos (serviços de consultoria/treinamento).
  • Emissão de NFS-e, integração com ERP/CRM.
  • Contratos com confidencialidade, PI e rescisão.
  • Pró-labore definido e INSS recolhido.
  • Folha e RPA regularizados (quando aplicável).
  • Controle de custos, DRE e fluxo de caixa.
  • Política de privacidade e LGPD.
  • Backup de gravações, atas e relatórios.
  • Simulação de regime e Fator R trimestral.

Perguntas frequentes (FAQ – formato rich snippets) | Contabilidade para Consultores e Mentores

Consultores podem abrir MEI?
Algumas atividades intelectuais não são permitidas no MEI. Em geral, SLU é o caminho profissional e seguro.

Qual regime paga menos imposto para consultoria?
Depende de margem, equipe e clientes. Com Fator R ≥ 28%, o Simples/Anexo III costuma ser muito competitivo. Sem Fator R, Presumido frequentemente reduz a carga.

O que é melhor: pró-labore alto ou lucros?
O equilíbrio gera economia e segurança. Pró-labore sustenta benefícios previdenciários e Fator R; lucros são isentos dentro das regras contábeis.

Preciso destacar tributos na nota?
Em Presumido/Real e Simples Híbrido, o destaque pode ajudar no B2B, pois o cliente obtém crédito.

Como comprovar entregas de mentoria/consultoria?
Guarde atas de reuniões, gravações, relatórios, checklists de atividade e aceite do cliente. Isso protege receita e reputação.


Caso prático (simplificado) | Contabilidade para Consultores e Mentores

  • Perfil: consultor de marketing, receita R$ 60 mil/mês, equipe 3 pessoas.
  • Cenário A (Simples sem Fator R): alíquota efetiva alta; margem pressionada.
  • Cenário B (Simples com Fator R): aumento de folha planejado → migração ao Anexo IIIqueda relevante da carga.
  • Cenário C (Presumido): melhor no B2B por destaque de tributos; carga média semelhante ao Anexo III, porém contratualidade superior.
  • Decisão: Presumido por mix B2B e tickets maiores. AEXO implementa projeção anual, DRE por projeto e política de preço.

Roadmap de 90 dias (implante e colha)

Dias 1–15: CNPJ/contrato revisados, CNAE, NFS-e, banco PJ, ERP.
Dias 16–30: política de preços, contratos, régua de cobrança.
Dias 31–60: rotinas financeiras, DRE, Fator R, KPIs de vendas.
Dias 61–90: simulação de regimes, revisão fiscal, manual de compliance.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária: Conheça os 5 “Dedos-Duros” da Receita Federal e Saiba Como se Proteger

Introdução: A Receita Federal Está de Olho — e os “Dedos-Duros” Nunca Dormem

Com a Reforma Tributária e os avanços da tecnologia fiscal no Brasil, a Receita Federal nunca esteve tão equipada para monitorar operações financeiras, transações comerciais e movimentações digitais.
Você sabia que existem mecanismos automáticos — verdadeiros “dedos-duros” — que entregam seus dados ao Fisco sem que você perceba?

Neste artigo completo, você vai descobrir quem são os cinco principais informantes da Receita Federal, como eles funcionam, quais riscos você corre e, principalmente, como se proteger legalmente com o apoio da AEXO Contabilidade, especialista em planejamento tributário e proteção fiscal empresarial.

reforma tributária dedos-duros da receita federal


🚨 Entendendo a Era da Transparência Fiscal

A Reforma Tributária está redesenhando o sistema fiscal brasileiro.
Com ela, vem uma nova mentalidade: transparência total e integração de dados em tempo real.

A Receita Federal utiliza hoje sistemas automatizados capazes de cruzar informações bancárias, financeiras e digitais.
Cada transação, seja por cartão de crédito, PIX ou marketplace, pode ser rastreada e associada ao seu CPF ou CNPJ.

Essa nova realidade torna praticamente impossível “esconder” movimentações.
Mas, com planejamento contábil e fiscal adequado, é possível agir dentro da lei, pagar menos impostos e evitar cair na malha fina.

No vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Samuel Lira explica de forma clara e direta quais são esses sistemas que entregam tudo pra Receita Federal e como eles impactam a vida dos empreendedores:


🕵️‍♂️ Os 5 Maiores “Dedos-Duros” da Receita Federal

A seguir, vamos detalhar os cinco principais mecanismos de fiscalização que informam automaticamente à Receita Federal tudo o que você faz — e o que sua empresa movimenta.


1️⃣ Máquinas de Cartão de Crédito e Débito: o DeCredito

A Receita Federal recebe todas as informações das operadoras de cartão de crédito e débito por meio do sistema DECRED (Declaração de Operações com Cartão de Crédito).

Isso significa que:

  • Toda venda processada por cartão é registrada;
  • O CPF/CNPJ do estabelecimento é cruzado com o volume de notas fiscais emitidas;
  • Se houver divergência, o sistema acusa omissão de receita automaticamente.

📌 Risco real: se sua empresa vende via cartão, mas não emite nota fiscal, o Fisco identifica a diferença e notifica.
Em casos repetidos, pode haver autuação por sonegação fiscal e bloqueio de CNPJ.

💡 Dica da AEXO Contabilidade:
Utilize um sistema de emissão automática de notas fiscais integrado ao seu POS. Assim, cada venda é registrada corretamente e você evita multas.


2️⃣ Bancos e Transações Financeiras: o Relatório Financeiro (e-Financeira)

Os bancos — tanto os tradicionais quanto os digitais — reportam à Receita Federal todas as movimentações acima de R$2.000 (pessoa física) e R$6.000 (pessoa jurídica).
Esses dados são enviados via e-Financeira, uma obrigação acessória que faz parte do sistema SPED.

Leia também: O que é a e-Financeira?

Em segundos, a Receita cruza:

  • Entradas bancárias x notas fiscais;
  • Transferências entre contas pessoais e empresariais;
  • PIX, TED e DOC;
  • Investimentos e rendimentos.

📊 Exemplo prático: se você transfere R$10.000 da sua empresa para sua conta pessoal sem registro contábil, o sistema entende como distribuição irregular de lucros — e isso pode gerar tributação e autuação.

⚙️ Como se proteger:
Mantenha contas separadas (PF e PJ) e registre toda movimentação empresarial na contabilidade.
A AEXO Contabilidade orienta e estrutura isso para você de forma automática e legal.


3️⃣ Corretoras e Instituições Financeiras: o Monitoramento de Investimentos

As corretoras de investimento também são obrigadas a informar à Receita:

  • Aplicações financeiras;
  • Lucros, dividendos e rendimentos;
  • Movimentações em bolsa e fundos.

Isso ocorre via Declaração de Informações sobre Operações Financeiras.

💣 O perigo: muitos investidores esquecem de declarar ganhos de capital ou lucros em ações.
O cruzamento de dados entre corretora e IRPF mostra a omissão — e o contribuinte é autuado.

📈 Dica da AEXO:
Mesmo que o imposto tenha sido retido na fonte, é obrigatório declarar o ganho.
Um contador especializado pode identificar deduções legais e evitar pagamento duplicado de tributos.


4️⃣ Plataformas de Aluguel e Marketplaces: o Big Data do Consumo

Com o avanço da economia digital, plataformas como Airbnb, QuintoAndar, Shopee, TikTok, YouTube, Magazine Luiza, iFood e Amazon reportam automaticamente dados de pagamento e monetização à Receita.

Isso inclui:

  • Ganhos com aluguel;
  • Comissões e vendas em marketplaces;
  • Receitas de monetização de conteúdo digital (YouTube, TikTok, Kwai, etc).

O objetivo é mapear rendimentos que não passam pela emissão de notas fiscais.

🎯 Situação comum: criadores de conteúdo ou vendedores autônomos recebem valores via plataformas estrangeiras sem declarar — mas a Receita já tem acesso aos dados.

🔒 Solução da AEXO:
Formalize sua atividade como MEI ou Simples Nacional. Assim, você declara corretamente e aumenta a lucratividade líquida com redução legal de impostos.


5️⃣ O Quinto Dedo-Duro: o Próprio Empreendedor Desatento

O quinto e mais perigoso “dedo-duro” é o erro do próprio empresário.
Muitos ainda operam como há 10 anos:

  • Não emitem notas fiscais;
  • Movimentam contas pessoais e jurídicas;
  • Não mantêm escrituração contábil regular;
  • Deixam de declarar rendimentos de forma coerente.

Essa falta de conformidade liga alertas automáticos nos sistemas da Receita (Siscoserv, DeCred, e-Financeira e DCTFWeb).
Resultado: bloqueio de CNPJ, multas, e exclusão do Simples Nacional.

🚨 AEXO Contabilidade alerta:
90% dos casos de autuação poderiam ser evitados com organização fiscal e contábil preventiva.


💡 Como a Reforma Tributária Aumenta o Poder da Receita Federal

A Reforma Tributária moderniza o sistema de arrecadação e integra dados de consumo, renda e transações digitais.
Isso torna o controle ainda mais eficiente.

Principais impactos:

  • Criação do IBS e CBS, tributos que substituem ICMS, ISS, PIS e COFINS;
  • Nota Fiscal eletrônica nacional, padronizada para todos os estados;
  • Compartilhamento de dados em tempo real com estados e municípios;
  • Uso da moeda digital DREX (versão do Real Digital), que permite rastreamento completo de pagamentos.

Com isso, a Receita Federal passa a ter visão 360º do contribuinte.
A única forma de se proteger é atuando dentro da legalidade, com planejamento fiscal e acompanhamento especializado.

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🔍 O Que A Receita Federal Consegue Ver Sobre Você

Pouca gente sabe, mas o Fisco tem acesso direto a:

  • Extratos bancários e cartões de crédito;
  • Declaração de imposto de renda da empresa e dos sócios;
  • Faturamento de notas fiscais eletrônicas (NFe, NFSe, NFCe);
  • Movimentações de PIX e transações internacionais;
  • Dados de marketplaces e plataformas de aluguel;
  • Rendimentos de investimentos e dividendos.

Com inteligência artificial e cruzamento automático, qualquer inconsistência é identificada em segundos.


🧠 Como Evitar Cair na Malha Fina na Reforma Tributária

  1. Emita notas fiscais em todas as transações.
  2. Não misture pessoa física com jurídica.
  3. Mantenha sua contabilidade sempre atualizada.
  4. Revise seu regime tributário com um contador especializado.
  5. Declare investimentos e rendimentos digitais.
  6. Use sistemas integrados (ERP + contabilidade).

💼 AEXO Contabilidade oferece tudo isso em um só lugar:
emissão automática de notas, controle contábil digital e suporte tributário completo.


🧾 Planejamento Tributário: sua principal arma contra a Receita Federal e a Reforma Tributária

Um planejamento tributário bem estruturado permite:

  • Reduzir a carga fiscal de forma legal;
  • Antecipar obrigações e evitar multas;
  • Aumentar a lucratividade líquida da empresa;
  • Manter a conformidade com a Receita Federal.

A AEXO Contabilidade realiza diagnósticos fiscais gratuitos, mostrando quanto sua empresa pode economizar e quais riscos precisa corrigir.


💬 FAQ – Perguntas Frequentes sobre os Dedos-Duros da Receita Federal

1. A Receita Federal pode acessar minhas movimentações bancárias?
Sim. Todas as transações acima de R$2.000 (PF) e R$6.000 (PJ) são reportadas automaticamente.

2. Receber pelo cartão sem emitir nota é crime?
Sim. É considerado sonegação fiscal e pode gerar multa e bloqueio do CNPJ.

3. Plataformas como Shopee e YouTube informam meus ganhos?
Sim. Todas as plataformas digitais reportam dados de monetização e vendas.

4. O que é o DREX?
É a nova moeda digital oficial do Brasil, que permitirá rastreamento total de pagamentos e transações.

5. Como evitar problemas com a Receita Federal?
Tenha contabilidade organizada, planejamento tributário e orientação profissional.


🏆 AEXO Contabilidade: sua aliada contra os riscos fiscais | Reforma Tributária

A AEXO Contabilidade Digital atua há mais de 15 anos ajudando empresas de todos os portes a crescerem com segurança, conformidade e economia tributária.
Nossa equipe combina tecnologia, experiência e planejamento fiscal inteligente para que você pague apenas o necessário — e nada além disso.

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🎯 Conclusão: A Era dos Dedos-Duros Já Começou — Prepare-se

Ignorar os “dedos-duros” da Receita Federal é um erro que pode custar caro.
Hoje, a fiscalização é automatizada, integrada e implacável — mas também é previsível para quem entende o sistema.

Com o apoio da AEXO Contabilidade, você transforma medo em estratégia e mantém seu negócio dentro da lei (Reforma Tributária), pagando menos e crescendo com segurança.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Como abrir uma empresa de prestação de serviços em Uberlândia: guia definitivo

Introdução: empreender com segurança e estratégia em Uberlândia

Abrir uma empresa de prestação de serviços em Uberlândia/MG é mais do que uma formalidade — é um passo estratégico rumo ao crescimento. A cidade mineira se destaca como um dos maiores polos econômicos do estado, com forte presença de negócios em tecnologia, saúde, marketing, manutenção e consultoria.

Empreendedores que formalizam suas atividades ganham credibilidade, acesso a crédito, segurança jurídica e a possibilidade de emitir notas fiscais, além de separarem suas finanças pessoais das empresariais. Contudo, para ter sucesso, é essencial compreender as etapas legais, documentais e fiscais que envolvem o processo.

abrir empresa de prestação de serviços em Uberlândia


Por que formalizar seu negócio é o primeiro passo para crescer

A formalização é a base de qualquer empresa sustentável. Um CNPJ ativo abre portas para contratos maiores, participação em licitações e empréstimos empresariais com juros reduzidos. Além disso, transmite profissionalismo e confiança para clientes e parceiros.

Empresas formalizadas também reduzem riscos fiscais e garantem acesso a benefícios como previdência, crédito e incentivos públicos. Ou seja, é uma decisão estratégica que protege o empreendedor e fortalece a marca.


O cenário de serviços em Uberlândia

Uberlândia é referência em inovação e empreendedorismo no Triângulo Mineiro. A cidade possui infraestrutura moderna, mão de obra qualificada e forte ecossistema de negócios, ideal para prestadores de serviços.

No entanto, é importante lembrar que algumas atividades exigem registro em conselhos de classe (como OAB, CREA, CRM e CRC) ou licenças especiais, especialmente nas áreas de saúde, estética e engenharia.

Antes de iniciar, confirme junto à Prefeitura de Uberlândia se o endereço do seu negócio é viável para a atividade escolhida — esse cuidado evita retrabalho e multas.


Documentação necessária para abrir sua empresa

Reunir os documentos corretos é o primeiro passo para agilizar o processo de abertura. Você vai precisar de:

  • RG, CPF ou CNH dos sócios;
  • Comprovante de endereço pessoal e comercial;
  • Contrato de locação ou escritura do imóvel;
  • Definição de nome empresarial, CNAEs e endereço;
  • Consulta de viabilidade municipal e registro na JUCEMG.

Esses elementos são fundamentais para o cadastro no CNPJ e posterior inscrição municipal.


Modelos jurídicos mais usados em empresas de serviços | Abrir empresa em Uberlândia

A escolha do tipo jurídico define como o negócio será reconhecido e até onde vai a responsabilidade do empreendedor.

Empresário Individual (EI)

Modelo simples, indicado para quem trabalha sozinho. Contudo, não há separação entre bens pessoais e empresariais, o que aumenta o risco patrimonial.

Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

A SLU combina praticidade e proteção jurídica, permitindo atuar sozinho com responsabilidade limitada ao capital social. É hoje o formato mais moderno e adotado entre profissionais autônomos.

Sociedade Limitada (LTDA)

Ideal para quem tem sócios, pois divide investimentos, lucros e responsabilidades de forma equilibrada.

👉 Dica AEXO: Se pretende empreender sozinho, escolha a SLU; se tiver sócios, opte pela LTDA para garantir transparência e segurança.


Definindo o porte da empresa: MEI, ME ou EPP

O porte empresarial é determinado pelo faturamento anual e influencia na tributação, burocracia e obrigações legais.

  • MEI (Microempreendedor Individual): até R$ 81 mil/ano, ideal para quem está começando;
  • ME (Microempresa): até R$ 360 mil/ano, permite sócios e emissão de notas fiscais regulares;
  • EPP (Empresa de Pequeno Porte): até R$ 4,8 milhões/ano, ideal para empresas estruturadas.

Para a maioria dos prestadores de serviço, o Simples Nacional é a opção mais conveniente por unificar impostos em uma única guia (DAS).


Regimes tributários: como escolher o melhor para sua empresa

Simples Nacional

Reúne oito tributos em uma única guia, simplificando a rotina fiscal. As alíquotas variam de 6% a 33%, conforme o faturamento e o tipo de serviço. É o regime mais prático para micro e pequenas empresas.

No entanto, nem sempre é o mais barato. Dependendo da margem de lucro e da folha de pagamento, o Lucro Presumido pode ser mais vantajoso.

Lucro Presumido

O governo presume o lucro da empresa e aplica percentuais fixos de tributação (32% para serviços). É uma opção interessante para negócios com boa margem e poucos custos fixos.

Lucro Real

Aqui, o imposto é calculado sobre o lucro efetivo, considerando todas as despesas. É ideal para empresas com alto custo operacional e controle contábil rigoroso.

👉 AEXO Contabilidade recomenda realizar simulações comparativas para identificar o regime mais econômico para seu negócio.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Andrius Dourado explica:

✅ Como a margem de lucro influencia diretamente o seu regime ideal;

✅ Quando o Lucro Presumido pode ser mais vantajoso que o Simples;

✅ O erro comum que faz muita gente pagar 2x mais impostos;

✅ E como descobrir o regime mais econômico para o seu tipo de negócio.

Assista agora:


Passo a passo para abrir uma empresa de serviços em Uberlândia

O processo é mais ágil do que parece. Siga estas etapas:

  1. Faça a consulta de viabilidade junto à Prefeitura;
  2. Preencha o DBE (Documento Básico de Entrada) no site da Receita Federal;
  3. Registre o contrato social na JUCEMG;
  4. Solicite o CNPJ e a inscrição municipal;
  5. Obtenha alvarás e licenças específicas;
  6. Opte pelo Simples Nacional, se aplicável.

Com toda a documentação correta, a abertura pode ser concluída em até 7 dias úteis.


Licenças obrigatórias em ao abrir empresa em Uberlândia

Dependendo da sua atividade, podem ser necessárias autorizações complementares, como:

  • Alvará de funcionamento e localização;
  • Vistoria do Corpo de Bombeiros;
  • Alvará sanitário;
  • Registro em conselho profissional (quando aplicável).

Esses documentos garantem que sua empresa atue de forma regular e segura.


Erros comuns que você deve evitar | Abrir empresa em Uberlândia

Evite comprometer sua operação logo no início:

  • Escolher CNAE incorreto e pagar mais imposto;
  • Esquecer de separar contas pessoais e empresariais;
  • Deixar de emitir notas fiscais;
  • Ignorar licenças obrigatórias;
  • Não contar com acompanhamento contábil.

Empresas que cometem esses deslizes acabam tendo multas, bloqueios de CNPJ e dificuldades para obter crédito.

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TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

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Por que contar com a AEXO Contabilidade faz diferença?

A AEXO Contabilidade é especializada em abertura e regularização de empresas de serviços em Uberlândia. Nossa equipe realiza:

  • Planejamento tributário personalizado;
  • Registro completo da empresa;
  • Consultoria para enquadramento jurídico e fiscal;
  • Contabilidade especializada na Reforma Tributária;
  • Consultoria em marketing, gestão financeira, gestão de pessoas e Inteligência Artificial;
  • Suporte em emissão de notas e obrigações contábeis.

Além disso, oferecemos atendimento digital e rápido, ideal para quem quer empreender com agilidade e segurança.

👉 Fale agora com a AEXO Contabilidade e descubra quanto você pode economizar ao abrir sua empresa da maneira certa.


Conclusão: formalize hoje e colha os resultados amanhã | Abrir empresa em Uberlândia

Empreender exige coragem, mas também estratégia. Abrir uma empresa de prestação de serviços em Uberlândia é o início de uma jornada de crescimento sustentável.

Com o apoio da AEXO Contabilidade, você terá orientação técnica, planejamento tributário inteligente e tranquilidade para crescer sem riscos.

Comece agora mesmo. Seu negócio merece nascer estruturado e preparado para prosperar.

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MÉDICOS

Escrito por:

Andrius Dourado

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Como Fica o Simples Nacional com a Reforma Tributária: Entenda o Novo Modelo de Contabilidade e o Futuro do Empreendedor Brasileiro

A Reforma Tributária está entre as mudanças mais significativas da economia brasileira das últimas décadas. Ela promete simplificar o sistema de impostos, reduzir a burocracia e criar um ambiente mais transparente para empresas e consumidores. Mas, junto com as promessas, surgem dúvidas — especialmente entre os pequenos empresários:
👉 O Simples Nacional vai acabar?
👉 Como ficará o recolhimento de impostos a partir de 2026?
👉 O que é o novo Simples Híbrido?

Neste guia completo, você vai descobrir como a Reforma Tributária impacta diretamente o Simples Nacional, entender o que muda na contabilidade das empresas e aprender como se preparar agora para não pagar imposto a mais.

Simples Nacional reforma tributária 2026


💡 O que é o Simples Nacional e por que ele foi criado?

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado criado pela LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 para unificar oito tributos em uma única guia (DAS), reduzindo a burocracia e estimulando a formalização de micro e pequenas empresas.

Atualmente, ele engloba impostos federais, estaduais e municipais como:

  • IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)
  • PIS e Cofins
  • IPI
  • ICMS
  • ISS
  • CPP (Contribuição Patronal Previdenciária)

O sistema é considerado um dos maiores avanços na desburocratização fiscal do Brasil. Porém, com a Reforma Tributária, esse modelo será ajustado para se adequar ao IVA Dual, um novo formato de cobrança baseado na transparência e no valor agregado.


⚙️ O que muda com a Reforma Tributária?

A Reforma substitui cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois novos impostos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – Federal
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – Estadual e Municipal

Esse novo sistema é chamado de IVA Dual, e segue o modelo já adotado em mais de 180 países. A principal diferença está na forma de apuração e pagamento: os impostos agora serão “por fora” e destacados na nota fiscal, permitindo maior clareza sobre o valor efetivo do tributo pago.


🧩 O que é o IVA Dual e por que ele muda tudo?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado Dual) é um modelo moderno de tributação que cobra imposto apenas sobre o valor adicionado em cada etapa da cadeia produtiva.

Com ele:

  • A bitributação é eliminada;
  • O cálculo do imposto fica transparente;
  • E as empresas passam a recuperar créditos sobre tributos pagos nas compras.

Na prática, o IVA Dual faz com que o sistema seja mais justo e racional, beneficiando quem atua dentro da legalidade. No entanto, exige maior controle contábil e tecnológico, pois as notas fiscais e declarações terão de ser atualizadas para o novo padrão.


💸 Split Payment: o pagamento dividido que vai mudar o caixa das empresas

Um dos pontos mais revolucionários da Reforma é o Split Payment, também conhecido como pagamento dividido.
Esse mecanismo faz com que, no momento da venda, o valor correspondente ao imposto vá diretamente para o governo, e o restante fique com a empresa.

👉 Exemplo prático:
Você vende um produto por R$ 1.000, e o imposto total (IBS + CBS) é de 28%.
O cliente paga R$ 1.280, mas o sistema bancário automaticamente envia R$ 280 ao governo e R$ 1000 para a conta da empresa.

Ou seja, o imposto é recolhido na hora, sem passar pelo caixa do empreendedor.

Isso muda completamente a dinâmica financeira: o empresário não poderá mais usar o valor do imposto como capital de giro — algo comum no modelo atual.


📊 O Simples Nacional vai acabar?

Não.
Mas ele será reformulado profundamente para se encaixar nesse novo sistema.

O Simples Nacional continuará existindo, porém com duas modalidades diferentes:

  1. Simples Nacional Tradicional – voltado para quem vende ao consumidor final (B2C).
  2. Simples Híbrido – para empresas que vendem para outras empresas (B2B) e precisam destacar IBS e CBS na nota fiscal.

Essa distinção é essencial, pois muda a forma de apuração e o valor final dos tributos.
Empresas que atuam no B2B terão de optar estrategicamente entre manter o modelo tradicional ou adotar o híbrido — uma decisão que impacta competitividade, precificação e margem de lucro.


🧮 O Simples Híbrido: como funciona na prática

O Simples Híbrido combina elementos do Simples Nacional e do novo sistema de IVA.
Funciona assim:

  • A empresa continua recolhendo parte dos tributos via DAS;
  • Mas passa a destacar IBS e CBS “por fora” na nota fiscal;
  • O cliente (geralmente uma empresa) pode aproveitar créditos de IBS e CBS.

Essa estrutura torna as empresas do Simples mais competitivas no mercado B2B, pois evita o chamado “efeito cascata”, em que o cliente não consegue recuperar impostos embutidos.


🔍 Estratégia e planejamento: como escolher o melhor modelo

Escolher entre o Simples Tradicional e o Simples Híbrido será uma decisão estratégica de gestão tributária.
Um erro pode significar:

  • Perda de competitividade no preço final;
  • Aumento da carga tributária;
  • E, em casos extremos, saída do Simples por desenquadramento financeiro.

Por isso, a recomendação dos especialistas da AEXO Contabilidade Digital é realizar simulações tributárias comparativas antes da transição — considerando receita, tipo de cliente, setor e margens.


📅 Linha do tempo da transição

EtapaPeríodoO que muda
2026Início da implementaçãoCBS e IBS passam a coexistir com os impostos atuais.
2027–2032Período de transiçãoRedução gradual dos tributos antigos e aumento proporcional dos novos.
2033Sistema totalmente implantadoExtinção definitiva de ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI.

🧭 Como as empresas devem se preparar

A transição exigirá adaptação contábil, tecnológica e estratégica.
Veja o passo a passo recomendado pela AEXO Contabilidade:

  1. Atualize seus sistemas de gestão e emissão de notas para o novo layout.
  2. Treine a equipe contábil e fiscal para lidar com o IBS e CBS.
  3. Simule cenários de carga tributária para avaliar qual regime é mais vantajoso.
  4. Revise contratos e precificação com clientes e fornecedores.
  5. Implemente controle financeiro rigoroso, pois o Split Payment muda o fluxo de caixa.
  6. Contrate uma contabilidade especializada em reforma tributária e parceira do seu negócio.


🧾 Impactos contábeis e fiscais

O novo modelo exigirá mais transparência e integração entre áreas.
Empresas precisarão de contabilidades digitais especializadas, capazes de:

  • Gerar relatórios de IBS e CBS detalhados;
  • Automatizar créditos e débitos fiscais;
  • E garantir conformidade com o novo layout da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e 4.1+).

💻 Tecnologia e contabilidade digital: o novo pilar da gestão fiscal

A contabilidade do futuro será 100% integrada.
Com o novo sistema, o pagamento, a nota e a apuração de imposto estarão conectados em tempo real.
Por isso, é essencial investir em softwares contábeis com API fiscal e conciliação automática.

A AEXO Contabilidade Digital já utiliza sistemas preparados para o IVA Dual e o Split Payment, permitindo que empresários façam simulações e previsões tributárias com poucos cliques.


💬 FAQ Otimizado

O Simples Nacional vai acabar?
Não. Ele continuará existindo, mas com duas versões: o Simples Tradicional e o Simples Híbrido.

O que é o IVA Dual?
É um novo modelo de tributação baseado no valor agregado, que substitui cinco impostos por dois: IBS e CBS.

O que é o Split Payment?
É o pagamento dividido: o imposto é recolhido automaticamente no momento da venda.

O que muda para as empresas do Simples?
Elas terão de escolher entre manter o modelo atual ou adotar o híbrido, destacando IBS e CBS nas notas.

Quando a mudança começa?
Em 2026, com transição até 2033.

Como se preparar?
Com apoio de uma contabilidade digital, simulando impactos fiscais e ajustando processos internos.


💼 AEXO Contabilidade: sua parceira estratégica na nova era tributária

Com mais de 11 anos de experiência, a AEXO Contabilidade Digital é referência nacional em planejamento tributário e adequação à Reforma Tributária.
A empresa oferece suporte completo para micro, pequenas e médias empresas que desejam:

  • Reduzir a carga tributária de forma 100% legal;
  • Adaptar-se ao IVA Dual e ao Split Payment;
  • Atualizar sistemas de faturamento e emissão de notas;
  • E manter conformidade com a Receita Federal durante a transição.

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CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


📢 Conclusão

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança de regras: é o início de uma nova era contábil no Brasil.
Empresas que se anteciparem terão vantagem competitiva, pagarão menos impostos e operarão com segurança jurídica.

🚀 A AEXO Contabilidade Digital pode te ajudar a planejar essa transição com precisão, eficiência e economia.
👉 Agende uma consulta gratuita com um especialista AEXO e descubra o melhor regime tributário para o seu negócio em 2026.

Simples Nacional reforma tributária 2026

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Split Payment na Reforma Tributária: o que muda no seu caixa em 2026 (e como proteger a sua empresa)

O split payment – ou pagamento dividido – é uma das novidades mais transformadoras trazidas pela Reforma Tributária. Ele muda a lógica de recebimento das vendas e altera, de forma direta, o fluxo de caixa de quem vende produtos ou serviços. Em vez de entrar todo o valor na conta do fornecedor e, depois, ele recolher o tributo, parte do pagamento vai direto ao governo no ato da liquidação. Resultado? O fornecedor passa a receber líquido (valor da venda menos IBS/CBS).

Este guia reúne, de ponta a ponta, como o split payment funciona, os modelos previstos, impactos operacionais e financeiros, riscos de não se adaptar e um plano prático de adequação por área (Fiscal, Financeiro, Comercial, Tecnologia e Compras). Ao longo do texto, você também verá simulações numéricas, checklists, boas práticas e um FAQ SEO-ready.

Por que este artigo é diferente?
• Foco total no efeito caixa (onde a maioria das empresas sentirá o maior “tranco”).
• Tradução do juridiquês e contabilês para a operacionalização diária (NF-e, ERP, PSP, conciliações).
Plano de ação para os próximos 90 dias, com prioridades, marcos e responsabilidades.
• Orientação consultiva da AEXO Contabilidade Digital, referência em planejamento tributário e implementação fiscal em sistemas.

split payment reforma tributária 2026


1) O que é o split payment (pagamento dividido)

No modelo tradicional, a empresa vende por R$ 100, recebe R$ 100, usa esse valor no giro e só no mês seguinte recolhe os tributos. No split payment, a liquidação é “inteligente”: o sistema de pagamento “lê” a operação e divide o valor, remetendo IBS/CBS diretamente ao fisco e o restante ao fornecedor. Assim, o caixa do fornecedor já nasce líquido – e isso exige nova cultura financeira, comercial e tecnológica.

Por que isso surgiu?
Porque, no novo IVA Dual (IBS/CBS), o comprador quer direito a crédito. Só que, para o crédito valer, o imposto da etapa anterior precisa estar extinto (pago/compensado). Para não transformar cada comprador em “cobrador de guia”, a solução proposta é fazer o pagamento extinguir o débito tributário automaticamente, via split payment. Resultado prático: clientes B2B tenderão a exigir split para assegurar seus créditos.


2) Os três modelos de split payment que você precisa conhecer

A legislação e os desenhos operacionais preveem três arranjos principais (complementares):

2.1 Completo on-line

O sistema de pagamento cruza, em tempo real, a nota e o cadastro fiscal do fornecedor, verifica se há créditos (de compras anteriores) e retém apenas a diferença. Ex.: na venda de R$ 100 com 28% de IBS/CBS, seriam R$ 28 de tributo; se o fornecedor tem R$ 10 de crédito, o PSP retém R$ 18 e libera R$ 110 ao vendedor. É o cenário ideal, mas depende de 100% de disponibilidade das bases públicas.

2.2 Completo off-line

Se a base pública cair (indisponibilidade), o PSP retém o tributo cheio (R$ 28, no exemplo) e repasse posterior ajusta diferenças em até alguns dias úteis. Na prática, o fornecedor recebe líquido enquanto o sistema “reconcilia” depois. É o cenário mais provável na fase inicial.

2.3 Simplificado (retenção por média setorial/empresa)

O Comitê Gestor/Receita pode definir uma retenção padrão (ex.: 10% do valor da mercadoria/serviço) com base no perfil do setor ou histórico do contribuinte. O PSP aplica a taxa média no ato e, depois, faz o acerto (diferença para mais/menos). É uma forma de viabilizar o split mesmo sem todas as engrenagens on-line perfeitas.


3) Antes x depois: a nova matemática do caixa

Vamos ancorar nos percentuais frequentemente citados nos debates técnicos (exemplo meramente ilustrativo):

  • Preço do bem/serviço: R$ 100
  • IBS + CBS (por fora): 28% ⇒ R$ 28
  • Total ao cliente: R$ 128

Antes (sem split)
• Empresa recebia R$ 128.
• Usava R$ 28 em giro e recolhia no mês seguinte (ou decidia atrasar).

Depois (com split)
• Cliente paga R$ 128; o PSP envia R$ 28 ao governo e R$ 100 ao fornecedor.
• Em cenário on-line com crédito de R$ 10, a empresa recebe R$ 110 e o fisco fica com R$ 18.

Consequências diretas

  1. Capital de giro encurta: acabou o “colchão” de imposto no caixa.
  2. Ciclo financeiro precisa ser recalibrado (estoque, prazos de compra/venda).
  3. Negociações comerciais vão mudar: compradores exigirão split para garantir crédito; fornecedores precisarão reprecificar e alinhar prazos.

4) Quem será mais impactado (e por quê) | Split Payment

  • Empresas com margem apertada e alto capital amarrado em estoque (varejo, distribuição, indústria com lead time longo).
  • Serviços com prazos longos de recebimento (construção, engenharia, projetos, licenças).
  • Operações B2B (onde o crédito do comprador é determinante): a tendência é split se tornar o padrão de pagamento.
  • Empresas com cultura de “usar tributo como caixa”: o split quebra esse hábito.

5) Efeitos no Comercial: precificação, contratos e meios de pagamento

5.1 Precificação por fora (e comunicação ao cliente)

No IVA, IBS/CBS são por fora. Prepare o time para comunicar preço + tributo e explicar a vantagem do crédito ao cliente B2B.

5.2 Cláusulas de split em contratos

Inclua cláusulas padronizadas: obrigatoriedade de split, responsabilidade por eventuais diferenças, prazos de ajuste e métricas de disponibilidade.

5.3 Política de meios de pagamento

Mapeie cenários para PIX, TED, boletos DDA, carteiras e eventuais marketplaces que atuem como “terceiros responsáveis” em certas cadeias, conforme atribuições legais.


6) Efeitos no Financeiro/Tesouraria: capital de giro, crédito e conciliações

6.1 Recalcular necessidade de capital de giro (NCG)

Simule pior caso (split completo off-line): retenção total do tributo na liquidação por X dias. Ajuste estoques, prazos com fornecedores e limites de crédito.

6.2 Linhas de funding e instrumentos de liquidez

Avalie antecipação de recebíveis, linhas rotativas, conta garantida e colaterais. Enquadre covena nts com bancos sob a nova realidade (menos caixa “bruto” entrando).

6.3 Conciliações diárias

Crie rotina de reconciliação split: relatório por PSP com NF-e, chave, valor total, valor retido, valor creditado e ajustes posteriores. Isso evita diferenças contábeis e ruídos no DRE.


7) Efeitos no Fiscal/Contábil: NF-e, crédito, livros e auditoria

7.1 Nota Fiscal e “amarração” com o pagamento

Sua NF-e precisará conter os campos de IBS/CBS e o vínculo com o pagamento (hash/chave). Sem isso, a automação do split não acontece.

7.2 Escriturar crédito e débito

Automatize o crédito financeiro (entrada) e o débito extinto (saída). Sem integração, diferenças se acumulam e viram auto de infração.

7.3 Trilha de auditoria

Guarde XMLs, comprovantes de liquidação, extratos do PSP e logs de ajuste. Essa trilha prova a extinção do débito e protege seus créditos.


8) Tecnologia/ERP/PSP: o que mudar (e quando)

  • ERP: atualizar tabelas de impostos, campos de NF-e, módulo fiscal e conciliação bancária para refletir split.
  • PSP (banco/meio de pagamento): validar API de split (on-line/off-line/simplificado), report diário, SLA de ajustes e suporte.
  • ETL/BI: novos dashboards de receita bruta x receita líquida, retenções, créditos consumidos e tempo médio de repasse.
  • Segurança: LGPD + trilha de logs (quem conciliou, quem reprocessou, motivo, horário).

Dica AEXO: crie um “ambiente de homologação” (sandbox) para simular vendas reais com split antes do go-live.


9) Compras e Supply: como o split payment do fornecedor mexe com você

Se você é comprador (B2B), o split garante seu crédito. Porém, ajuste:

  • Prazos: split + prazos longos podem “apertar” o fornecedor.
  • Negociações: troque prazo por desconto de preço (efeito caixa tem valor!).
  • SLAs: defina formatos de cobrança em caso de indisponibilidade on-line (cenários off-line/simplificado).

10) Simulações práticas (passo a passo) | Split Payment

Caso A – Varejo B2B com crédito on-line

  • NF: R$ 100 + IBS/CBS 28% = R$ 128
  • Fornecedor tem R$ 10 de crédito; PSP retém R$ 18 ⇒ repassa R$ 110
  • Efeito: melhora o caixa em relação ao off-line (retenção cheia).

Caso B – Off-line (base pública indisponível)

  • NF idêntica. PSP retém R$ 28, repassa R$ 100. Ajusta em 3 dias úteis.
  • Efeito: pior caso de caixa – planeje capital de giro.

Caso C – Simplificado (retenção média setorial 10%)

  • PSP retém R$ 10, repassa R$ 118; acerta diferença depois.
  • Efeito: suaviza o impacto, mas exige conciliações firmes.

11) Riscos de não se adaptar a Reforma Tributária

  • Quebra de caixa (inadimplência com fornecedores/folha).
  • Perda de clientes B2B (que exigirão split para preservar crédito).
  • Diferenças fiscais por escriturar “bruto” sem refletir retenção efetiva.
  • Autos de infração por falhas na prova de extinção de débito.

12) Plano de 90 dias: roteiro de adequação

Dias 0–15 – Diagnóstico rápido

  1. Mapear tipos de operação (B2B/B2C, produto/serviço).
  2. Simular impacto de caixa (on-line, off-line, simplificado).
  3. Priorizar clientes setoriais que mais exigirão split.

Dias 16–45 – Tecnologia e processos
4) Atualizar ERP/NF-e; contratar PSP habilitado.
5) Construir rotinas de conciliação diária e trilha de auditoria.
6) Treinar Comercial, Fiscal, Financeiro e TI.

Dias 46–90 – Piloto e rollout
7) Rodar piloto com clientes “âncora”.
8) Ajustar contratos e políticas de pagamento.
9) Publicar dashboards e SLAs internos; iniciar rollout.

Ponto de atenção: revise pricing, prazo médio de recebimento e estoques. Ajustes finos aqui evitam ruptura de caixa.


13) Boas práticas (checklist executivo)

  • Preço por fora claro em propostas e notas.
  • Cláusulas de split (obrigatoriedade, ajuste, indisponibilidade).
  • PSP com APIs, relatórios e SLA de ajustes.
  • ERP atualizado e conciliando retenções.
  • Dashboards: líquido x bruto, retenções, prazo de ajuste, créditos usados.
  • Reunião quinzenal (Fiscal/Financeiro/Comercial/TI) para acertos.
  • Plano de funding (linhas de giro/antecipação/emergência).
  • Treinamento contínuo e manual interno de split.

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14) FAQ (rich snippets) | Split Payment

O que é split payment?
É o pagamento dividido: no ato do pagamento, o sistema separa a parcela de IBS/CBS e a remete direto ao governo, repassando apenas o líquido ao fornecedor.

Quais são os modelos do split?
Completo on-line (retém a diferença, consumindo créditos), completo off-line (retém o tributo cheio e ajusta depois) e simplificado (retenção por média setorial/empresa).

Quem será mais afetado?
Operações B2B (clientes que querem crédito), setores com margem apertada e empresas que usavam tributo como capital de giro.

Como preparar o caixa?
Simule pior caso (retenção total), ajuste estoques/prazos, garanta linhas de crédito e conciliações diárias.

Split é opcional?
Na prática B2B, o comprador exigirá split para assegurar o crédito. Prepare-se para tratá-lo como padrão nas vendas corporativas.


15) Conclusão: transforme a mudança em vantagem competitiva

O split payment não é só uma regra fiscal: é uma nova arquitetura de recebimentos. Empresas que se anteciparem – tecnologia certa, contratos ajustados, caixa protegido e processos reconciliados – vão atravessar 2026 com menos fricção e mais competitividade.

A AEXO Contabilidade Digital acompanha a transição de ponta a ponta:
Simulações de caixa (on-line, off-line, simplificado).
Ajustes em ERP/NF-e e modelagem de conciliações.
Revisão de contratos comerciais e políticas de meios de pagamento.
Plano de funding para proteger o capital de giro.

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split payment reforma tributária 2026

Precisa ter CNPJ para vender no TikTok Shop? Guia completo para influenciadores e vendedores digitais

COMO ABRIR EMPRESA PARA TIKTOK

O TikTok Shop chegou para revolucionar o comércio eletrônico e transformar o aplicativo mais popular do mundo em um grande marketplace integrado. Agora, além de criar conteúdo e engajar audiências, é possível vender produtos diretamente dentro da plataforma — mas isso levanta uma dúvida importante:
👉 Precisa ter CNPJ para vender no TikTok Shop?

A resposta é sim, e entender o motivo é essencial para evitar multas, problemas com a Receita Federal e, principalmente, garantir o máximo de lucro possível com segurança jurídica e fiscal.

Neste artigo completo, você vai entender:

  • Por que o TikTok Shop exige CNPJ para cadastro;
  • Quais são as obrigações fiscais dos criadores e vendedores;
  • Como abrir um CNPJ de forma estratégica;
  • E como a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar influenciadores e empreendedores a economizar até 50% em impostos sem dor de cabeça.
CNPJ para vender no TikTok Shop


📱 O que é o TikTok Shop?

O TikTok Shop é o braço de e-commerce do TikTok que permite compras dentro do próprio aplicativo.
Ou seja, o usuário pode assistir a um vídeo, clicar no produto mostrado e comprar sem sair da plataforma.

Essa integração é uma das maiores tendências do mercado digital — conhecida como social commerce — e tem atraído milhares de influenciadores, vendedores e marcas de todos os tamanhos.

Você pode vender:

  • Produtos próprios (loja própria ou marca autoral);
  • Itens de terceiros (como afiliado, recebendo comissões);
  • Produtos em dropshipping (importados e revendidos);
  • Itens personalizados e digitais (como e-books e cursos).

Mas atenção: todas as vendas precisam ser documentadas com nota fiscal, e é aí que entra a importância do CNPJ.


⚠️ É obrigatório ter CNPJ para vender no TikTok Shop?

Sim.
Para se cadastrar e operar oficialmente no TikTok Shop, é obrigatório ter um CNPJ ativo e regularizado.
Sem ele, você não consegue:

  • Emitir notas fiscais;
  • Receber pagamentos como pessoa jurídica;
  • Manter suas comissões ou vendas regularizadas;
  • Nem mesmo ativar funcionalidades da conta de vendedor.

Por que isso é tão importante?

Porque o TikTok Shop, assim como outros marketplaces (Mercado Livre, Shopee, Amazon, etc.), precisa prestar contas à Receita Federal sobre as movimentações financeiras realizadas dentro da plataforma.

Se você vende como pessoa física, mas movimenta valores altos, a Receita pode entender como atividade empresarial disfarçada, o que acarreta:

  • Cobrança retroativa de impostos;
  • Multas e juros;
  • E até a inclusão do CPF na malha fina.

Ter um CNPJ é, portanto, a única forma segura e legal de vender e lucrar com tranquilidade.


🧾 Pessoa física x Pessoa jurídica: qual é a diferença para quem vende no TikTok Shop?

A principal diferença está nos impostos pagos e na margem de lucro.

TipoTributação médiaEmissão de NFCredibilidadeIdeal para
Pessoa Física (CPF)Até 27,5% (IRPF)❌ Não podeBaixaVendas esporádicas
Pessoa Jurídica (CNPJ)4% a 16% (Simples Nacional)✅ ObrigatóriaAltaInfluenciadores e vendedores regulares

Além de pagar menos impostos, quem tem CNPJ ganha mais credibilidade perante marcas, fornecedores e plataformas.


🏢 Como abrir um CNPJ para vender no TikTok Shop

Abrir um CNPJ é simples, mas deve ser feito com planejamento tributário.
O erro mais comum é abrir uma empresa de qualquer forma e depois descobrir que o regime escolhido gera mais impostos do que o necessário.

Passo a passo para abrir seu CNPJ:

  1. Escolha o tipo de empresa (MEI, ME ou EPP)
    • Se fatura até R$ 81 mil por ano, pode ser MEI.
    • Acima disso, deve ser Microempresa (ME).
  2. Defina a atividade correta (CNAE)
    • Por exemplo: Comércio varejista pela internet (CNAE 47.89-0-99).
    • Para afiliados e criadores de conteúdo: Atividades de publicidade e marketing digital.
  3. Escolha o regime tributário ideal
    • Simples Nacional: mais indicado para quem está começando.
    • Lucro Presumido: ideal para quem tem margens maiores e já fatura acima de R$ 4,8 milhões.
  4. Cadastre sua empresa no TikTok Shop
    • Informe o CNPJ, razão social, endereço fiscal e conta bancária PJ.

💡 Dica da AEXO Contabilidade: com o planejamento certo, é possível economizar até 50% de impostos desde o primeiro mês de operação.


📦 Quais produtos podem ser vendidos no TikTok Shop?

Você pode vender qualquer produto físico permitido por lei, desde que:

  • Tenha nota fiscal de entrada (compra ou fabricação);
  • Atenda às políticas de segurança da plataforma;
  • E siga a legislação de comércio eletrônico.

Os principais nichos são:

  • Moda e beleza;
  • Acessórios e eletrônicos;
  • Casa e decoração;
  • Fitness e bem-estar;
  • Produtos digitais e de conteúdo.

Influenciadores também podem usar o TikTok Shop para monetizar conteúdo, indicando produtos de parceiros e ganhando comissões como afiliados.


💸 Quais impostos incidem sobre as vendas no TikTok Shop?

Os tributos variam conforme o regime da empresa, mas os principais são:

  • DAS (Simples Nacional): guia única com impostos federais, estaduais e municipais;
  • ISS: para serviços (como afiliados e creators);
  • ICMS: para venda de produtos físicos;
  • INSS e IRPJ: em regimes mais avançados.

Em média:

  • MEI paga 5% do salário mínimo + R$ 1 ou R$ 5 por imposto.
  • Simples Nacional paga entre 4% e 16% sobre o faturamento.

Já o criador que vende como pessoa física pode chegar a 27,5% de imposto sobre a renda — o que reduz drasticamente o lucro.


⚖️ Riscos de vender no TikTok Shop sem CNPJ

Muitos influenciadores e vendedores ainda operam de forma informal, o que é um grande erro.

Os principais riscos são:

  • Multas por sonegação fiscal;
  • Cobrança retroativa de impostos (últimos 5 anos);
  • Bloqueio de conta bancária ou do TikTok Shop;
  • Perda de parcerias com marcas;
  • Impossibilidade de emitir nota fiscal (e, portanto, vender para empresas).

📉 Resumo: vender sem CNPJ é barato no começo — mas pode sair muito caro no longo prazo.


🧩 Planejamento tributário: o segredo dos grandes vendedores

Ter CNPJ é apenas o primeiro passo.
O diferencial real está em como você estrutura seu negócio para pagar menos impostos de forma legal.

O planejamento tributário envolve:

  • Escolher o regime ideal (SIMPLES NACIONAL, LUCRO PRESUMIDO OU LUCRO REAL);
  • Usar o CNAE correto;
  • Aproveitar deduções e benefícios fiscais;
  • E manter a contabilidade em dia.

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em contabilidade para influenciadores, afiliados e e-commerces, e oferece um acompanhamento personalizado para cada perfil de vendedor digital.


🧠 Benefícios de ter CNPJ e contabilidade profissional

  1. Emissão de nota fiscal automática;
  2. Acesso a crédito e conta PJ;
  3. Formalização com segurança jurídica;
  4. Economia de impostos;
  5. Credibilidade com marcas e patrocinadores.

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💬 FAQ – Perguntas frequentes sobre vender no TikTok Shop

1. Precisa ter CNPJ para vender no TikTok Shop?
Sim, é obrigatório para emissão de nota fiscal e regularização fiscal.

2. Posso vender como MEI?
Sim, desde que o produto ou serviço esteja dentro das atividades permitidas pelo MEI.

3. Quem vende como afiliado também precisa ter CNPJ?
Sim, pois as comissões são consideradas rendimentos empresariais.

4. É possível abrir o CNPJ sozinho?
Sim, mas o ideal é contar com uma contabilidade especializada para escolher o regime certo e evitar erros.

5. A Receita Federal pode cobrar impostos retroativos?
Sim, até 5 anos de movimentações anteriores sem declaração.


🚀 Como a AEXO Contabilidade pode ajudar influenciadores e vendedores digitais

A AEXO Contabilidade Digital é referência nacional em contabilidade para influenciadores, afiliados e e-commerces.
Com uma equipe especializada em negócios digitais, a AEXO oferece:

  • Abertura rápida e gratuita de CNPJ;
  • Planejamento tributário personalizado;
  • Emissão automática de notas fiscais;
  • Acompanhamento mensal online;
  • E suporte completo para quem quer vender no TikTok Shop sem riscos fiscais.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O que muda em 2026 com a Reforma Tributária: passo a passo para se preparar e proteger sua empresa

A Reforma Tributária IBS e CBS de 2026 é uma das maiores transformações fiscais da história do Brasil. Ela vai impactar diretamente todas as empresas, independentemente do porte ou regime tributário. Seja você MEI, Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, entender as novas regras é essencial para não pagar mais impostos do que o necessário.

Neste artigo completo, você vai aprender o que muda na prática com a criação do IBS e da CBS, quais serão os efeitos sobre o Simples Nacional, e o que precisa fazer agora para proteger o seu negócio e manter a lucratividade.

E no final, te mostrarei como a AEXO Contabilidade Digital, especialista em planejamento tributário, pode ajudar sua empresa a se preparar e transformar a Reforma Tributária em uma oportunidade real de crescimento.


🧩 O que é a Reforma Tributária de 2026?

A Reforma Tributária tem como principal objetivo simplificar o sistema de impostos e corrigir distorções que há décadas prejudicam o ambiente de negócios no Brasil.
Ela substituirá cinco tributos — PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS — por dois novos impostos de base ampla:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): tributo federal que substitui PIS e COFINS;
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): tributo estadual e municipal que substitui ICMS e ISS.

Esse novo modelo é conhecido como IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado) e segue padrões internacionais. Ou seja, o imposto será cobrado somente sobre o valor adicionado, evitando a cobrança em cascata que tanto encarece produtos e serviços hoje.

reforma tributária 2026 IBS e CBS


⚙️ Como o IVA Dual vai funcionar na prática | Reforma Tributária IBS e CBS

Com o novo sistema, as empresas passarão a pagar o imposto apenas sobre a diferença entre o preço de venda e o custo de aquisição. Isso torna a tributação mais justa e transparente.

Outra grande novidade é o Split Payment — mecanismo em que o imposto será recolhido diretamente pelo governo no momento da transação. Dessa forma, o valor do imposto não passa mais pelo caixa da empresa, reduzindo erros, fraudes e inconsistências contábeis.

Além disso, haverá crédito financeiro de forma ampla, permitindo que empresas recuperem créditos tributários de maneira mais simples e ágil.


🏢 Impactos da Reforma Tributária IBS e CBS no Simples Nacional

Para quem é optante do Simples Nacional, a boa notícia é que a alíquota geral não deve aumentar. No entanto, a forma de recolhimento dos tributos pode mudar.

Empresas do Simples poderão optar por dois modelos:

  1. Modelo Tradicional (Guia DAS): recolhimento unificado, como é hoje — porém, sem direito a transferência de créditos tributários para clientes.
  2. Modelo Híbrido: parte dos tributos será paga fora do Simples, com possibilidade de gerar créditos de IBS e CBS, o que pode beneficiar empresas que vendem para outras pessoas jurídicas.

A decisão sobre qual modelo adotar dependerá do perfil do seu negócio, e por isso o planejamento tributário antecipado é fundamental.


💼 Efeitos para empresas do Lucro Presumido e Lucro Real

Empresas desses regimes sentirão o impacto mais imediato.
Com a Reforma, o cálculo dos tributos será simplificado, mas a alíquota total pode variar entre 25% e 28,5%, dependendo do setor.
Por outro lado, o novo sistema reduz distorções regionais e setoriais, favorecendo negócios com cadeia produtiva longa.

O Lucro Presumido pode perder parte de sua atratividade, já que o IBS e a CBS eliminarão alguns benefícios fiscais.
Já o Lucro Real tende a se tornar mais competitivo, especialmente para empresas com muitas despesas dedutíveis.

💡 Dica da AEXO Contabilidade: antes de escolher o regime tributário para 2026, simule diferentes cenários com base no faturamento e nas despesas dedutíveis. Pequenas variações podem gerar economia de até 30% em tributos.


🔎 O que muda no dia a dia das empresas

A principal mudança será na forma de apuração e recolhimento.
As empresas precisarão adaptar seus sistemas contábeis e fiscais para registrar corretamente as transações e os créditos de IBS e CBS.

Outros impactos diretos:

  • Alterações nos documentos fiscais eletrônicos (NFe, NFSe e NFCe);
  • Necessidade de sistemas integrados de gestão (ERP atualizados);
  • Novas obrigações acessórias simplificadas, mas com cruzamento de dados mais rigoroso;
  • Maior transparência nas notas fiscais, mostrando claramente o imposto embutido no preço final.

🧮 Como calcular o IBS e a CBS

O IBS e a CBS serão calculados sobre o valor da operação.

Cada ente (União, Estados e Municípios) terá sua parcela de arrecadação automaticamente dividida pelo sistema.

Exemplo prático:

  • Valor da mercadoria ou serviço: R$ 1.000
  • Alíquota combinada: 28%
  • Total de imposto: R$ 280
  • Valor total da operação: R$ 1.280
  • Valor líquido recebido pela empresa: R$ 1.000

O objetivo é que o imposto se torne mais visível e previsível, evitando surpresas no fechamento contábil.


🧭 Como se preparar para a Reforma Tributária IBS e CBS de 2026

1. Faça um diagnóstico fiscal

Analise sua estrutura tributária atual. Entenda quanto paga em impostos hoje e como o IBS e a CBS impactarão seu setor.

2. Revise seus sistemas e processos

Atualize softwares de gestão, notas fiscais e controles internos. O compliance fiscal será fundamental para evitar autuações.

3. Treine sua equipe

O sucesso da transição depende da capacitação dos times de contabilidade e financeiro.

4. Revise contratos e preços

Com a transparência do imposto, margens e precificações precisarão ser ajustadas.

5. Busque apoio especializado

Tenha uma contabilidade digital de confiança que ofereça simulações personalizadas e planejamento tributário contínuo.


🚀 Transforme a Reforma Tributária IBS e CBS em oportunidade com a AEXO Contabilidade

A AEXO Contabilidade Digital é referência em planejamento tributário estratégico e otimização fiscal.
Com equipe especializada nas novas regras do IBS e CBS, a AEXO ajuda sua empresa a:

  • Reduzir a carga tributária legalmente;
  • Escolher o melhor regime para 2026;
  • Implementar sistemas contábeis automatizados;
  • Garantir compliance total e tranquilidade fiscal.

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❓FAQ – Perguntas frequentes sobre a Reforma Tributária IBS e CBS de 2026

1. O que é o IBS e a CBS?
São os novos tributos que substituirão PIS, COFINS, ICMS e ISS, criando um sistema unificado de cobrança de impostos sobre o consumo.

2. O Simples Nacional vai acabar?
Não. O Simples continuará existindo, mas poderá ter uma nova forma de recolhimento híbrido.

3. As alíquotas de imposto vão aumentar?
Depende do setor. Algumas empresas podem pagar mais, outras menos. O segredo está no planejamento.

4. Quando as mudanças entram em vigor?
A transição começa em 2026 e se completa até 2033, de forma gradual.

5. Como posso me preparar?
Busque orientação profissional. A AEXO Contabilidade oferece diagnósticos e simulações personalizadas.


🧠 Conclusão | Reforma Tributária IBS e CBS

A Reforma Tributária de 2026 é inevitável — mas com planejamento e assessoria certa, ela pode ser uma oportunidade para otimizar custos e crescer com segurança.
Empresas que se adaptarem primeiro terão vantagem competitiva, enquanto as que demorarem correm o risco de aumentar a carga tributária e perder mercado.

📊 A AEXO Contabilidade Digital está pronta para guiar sua empresa nessa transição.
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A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

reforma tributária 2026 IBS e CBS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Quando Devo Mudar de MEI para ME? O Guia Completo para Evitar Multas e Economizar Impostos em 2025

MEI para ME: Se você é microempreendedor individual (MEI), certamente já ouviu falar sobre a importância de monitorar o faturamento anual e saber a hora certa de migrar para ME (Microempresa). O problema é que muitos empresários só percebem isso tarde demais, quando já estão devendo milhares de reais à Receita Federal.

A boa notícia é que, com o planejamento tributário correto e o apoio de uma contabilidade especializada como a AEXO Contabilidade Digital, é possível fazer essa transição de forma segura, legal e, o mais importante, econômica.

Neste artigo, você vai entender:

  • Quando o MEI é obrigado a migrar para ME.
  • Como evitar multas e autuações da Receita Federal.
  • O passo a passo completo para o desenquadramento.
  • As vantagens e desvantagens de cada regime tributário.
  • E como a AEXO Contabilidade pode ajudar você a pagar menos impostos.
MEI para ME


📊 Por Que Saber a Hora Certa de Mudar de MEI para ME é Fundamental

Todo ano, a Receita Federal realiza pente-fino nos MEIs, cruzando dados de faturamento, emissão de notas fiscais e movimentações bancárias.
Em 2025, por exemplo, mais de 500 mil MEIs foram fiscalizados — e grande parte acabou desenquadrada do regime por ultrapassar o limite de faturamento de R$ 81 mil anuais.

Quando isso acontece, o problema não é apenas burocrático.
O empresário pode ser reclassificado como ME de forma retroativa, tendo que recolher todos os tributos não pagos, acrescidos de multa e juros.

👉 Conclusão: esperar “estourar o limite” pode custar caro. O ideal é planejar a migração antes de atingir os 20% de tolerância previstos por lei.


⚖️ Quando Você é Obrigado a Sair do MEI?

De forma geral, o desenquadramento do MEI ocorre quando o empreendedor ultrapassa as condições previstas em lei, como:

1. Ultrapassar o limite de faturamento anual

O limite atual do MEI é de R$ 81.000,00 por ano, o que equivale a R$ 6.750,00 por mês.
Caso você tenha aberto o MEI durante o ano, o limite é proporcional aos meses de atividade.

📌 Exemplo: Se abriu o MEI em julho, você tem direito a metade do limite — cerca de R$ 40.500,00 até dezembro.

2. Contratar mais de um funcionário

O MEI pode ter apenas um empregado registrado. Se precisar contratar um segundo colaborador, será obrigado a migrar para ME.

3. Abrir uma filial

O MEI é limitado a um único estabelecimento.
Se você expandiu o negócio e deseja abrir uma segunda unidade, precisa alterar o enquadramento jurídico.

4. Atividades não permitidas ao MEI

Nem todas as atividades econômicas são permitidas nesse regime. Se a sua atividade principal (CNAE) não estiver na lista de permissões, é hora de mudar.


💡 Por Que Agir Antes de Estourar o Limite É a Melhor Estratégia

Ao ultrapassar o limite de faturamento em até 20%, o processo de transição ainda é administrativo e pode ser resolvido com facilidade.
Mas se o excesso for superior a 20%, o desenquadramento é retroativo ao início do ano-calendário, e o MEI precisará recalcular e pagar todos os tributos devidos como ME, com multa e juros.

Essa diferença pode representar milhares de reais em prejuízo, além do risco de bloqueios de CNPJ e problemas na emissão de notas fiscais.

👉 Dica AEXO Contabilidade Digital: acompanhe mensalmente seu faturamento e simule cenários. Se estiver prestes a atingir 80% do limite, já é hora de conversar com seu contador sobre a migração estratégica para ME.


🧾 Como Funciona a Migração de MEI para ME

Migrar de MEI para ME não é apenas mudar de categoria, mas reorganizar toda a estrutura contábil e tributária do seu negócio.
Veja o passo a passo simplificado:

1. Solicitação de desenquadramento no Portal do Simples Nacional

Acesse o Portal do Simples Nacional e realize a solicitação de desenquadramento do SIMEI.

2. Registro da empresa como ME

A partir do desenquadramento, é preciso atualizar os dados da empresa na Junta Comercial, Receita Federal e Prefeitura.

3. Escolha do regime tributário adequado

Esse é o ponto mais importante e onde muitos erram.
A definição entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real vai determinar quanto imposto você vai pagar.


💰 Entendendo os Regimes Tributários

Simples Nacional

Ideal para a maioria das micro e pequenas empresas, o Simples Nacional unifica até oito tributos em uma única guia (DAS).
Dependendo da atividade, é possível pagar a partir de 6% sobre o faturamento — especialmente quando a empresa se enquadra no Fator R (quando a folha de pagamento representa mais de 28% da receita).

Lucro Presumido

Indicado para empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões, esse regime calcula os impostos com base em uma margem de lucro pré-fixada pela Receita Federal.
É uma boa opção para quem tem lucro real superior à presunção.

Lucro Real

Obrigatório para empresas de grande porte ou com atividades específicas, o Lucro Real tributa com base no lucro efetivo.
Permite descontar despesas operacionais, sendo ideal para quem tem muitos custos e investimentos.


📈 Planejamento Tributário: A Chave para Pagar Menos

Migrar de MEI para ME sem planejamento é como trocar de carro sem saber dirigir o novo modelo.
O segredo está em avaliar qual regime tributário reduz sua carga fiscal e mantém sua empresa saudável financeiramente.

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em planejamento tributário para micro e pequenas empresas.
Com tecnologia e experiência, nossa equipe simula diferentes cenários para encontrar a melhor estrutura tributária, garantindo que você pague o mínimo imposto possível dentro da lei.


⚠️ Erros Comuns Que Podem Gerar Multas | MEI para ME

  1. Ignorar o limite de faturamento anual.
  2. Não atualizar o CNPJ e a Junta Comercial.
  3. Escolher o regime tributário errado.
  4. Deixar de emitir notas fiscais após o desenquadramento.
  5. Continuar recolhendo o DAS como MEI após ser desenquadrado.

Evite esses erros com acompanhamento contábil constante.
A AEXO atua de forma proativa, monitorando faturamento, tributos e obrigações fiscais mês a mês.

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🏆 Vantagens de Contar com a AEXO Contabilidade Digital | MEI para ME

A AEXO Contabilidade Digital é referência nacional em atendimento contábil remoto e consultivo.
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❓ FAQ – Perguntas Frequentes Sobre MEI e ME

1. Qual o limite de faturamento para o MEI em 2025?
O limite anual é de R$ 81.000,00. Caso ultrapasse, é necessário migrar para ME.

2. Posso continuar emitindo notas como MEI após o desenquadramento?
Não. Após a migração, a empresa deve emitir notas fiscais como ME e seguir as obrigações do novo regime.

3. É possível escolher o Simples Nacional após deixar de ser MEI?
Sim. A maioria das microempresas opta pelo Simples Nacional por sua praticidade e alíquotas reduzidas.

4. Quais documentos são necessários para migrar de MEI para ME?

  • Requerimento de desenquadramento;
  • Atualização na Junta Comercial;
  • Alteração cadastral na Receita Federal e Prefeitura;
  • Escolha do novo regime tributário.

5. Posso ser desenquadrado retroativamente?
Sim. Se ultrapassar o limite em mais de 20%, o desenquadramento pode ser retroativo ao início do ano, gerando multas e juros.


🧭 Conclusão: Antecipe-se e Evite Problemas com a Receita Federal

A migração de MEI para ME não deve ser vista como um problema, mas como um passo natural de crescimento empresarial.
Com o apoio da AEXO Contabilidade Digital, você faz essa transição sem erros, sem multas e com a estratégia fiscal ideal para o seu negócio.

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MEI para ME

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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