IBS: O Que é o Imposto sobre Bens e Serviços e Como Ele Vai Substituir ICMS e ISS

Introdução

O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) será um dos principais pilares da Reforma Tributária brasileira e representa uma ruptura definitiva com o modelo atual de tributação sobre o consumo. Ao substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), o IBS coloca fim a décadas de fragmentação legislativa, conflitos de competência e insegurança jurídica que impactam diretamente empresas de todos os portes.

Na prática, essa mudança altera profundamente a forma como as empresas apuram, recolhem, planejam e projetam seus tributos, exigindo uma nova mentalidade contábil e fiscal. O que antes dependia de regras estaduais e municipais distintas passará a seguir um único padrão nacional, com efeitos diretos sobre preços, contratos, fluxo de caixa e competitividade.

Entender o que é o IBS, como ele funcionará e quais impactos ele trará não é apenas uma questão de atualização tributária — trata-se de uma decisão estratégica para a sobrevivência e o crescimento dos negócios nos próximos anos.

imposto sobre bens e serviços IBS

O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)

O IBS é um tributo do tipo IVA (Imposto sobre Valor Agregado), modelo amplamente utilizado em países desenvolvidos e considerado um dos mais eficientes do mundo em termos de neutralidade econômica e transparência.

De forma objetiva, o IBS possui as seguintes características centrais:

  • é não cumulativo, eliminando o efeito cascata dos impostos;
  • incide sobre bens e serviços, sem distinções artificiais;
  • é cobrado no destino, ou seja, onde ocorre o consumo, e não na origem;
  • possui legislação única nacional, válida para todo o país;
  • será gerido de forma centralizada, substituindo regras estaduais e municipais.

Ao longo do período de transição, que se estende até 2033, o IBS substituirá de forma definitiva o ICMS e o ISS, encerrando um dos capítulos mais complexos da tributação brasileira.

Acompanhe clicando aqui o cronograma da Reforma Tributária.


Como o IBS vai funcionar na prática

Embora o IBS represente uma grande mudança estrutural, seu funcionamento segue uma lógica mais simples e previsível do que o sistema atual.

Crédito amplo em todas as etapas

No modelo do IBS, o imposto pago na etapa anterior gera crédito integral, que pode ser compensado na etapa seguinte. Isso significa que o tributo incide apenas sobre o valor agregado, e não sobre o faturamento bruto acumulado ao longo da cadeia.

Na prática, isso reduz distorções, melhora a transparência e evita que o imposto “se esconda” no preço final.


Alíquota uniforme por tipo de operação

O IBS terá alíquotas uniformes, definidas por lei complementar, aplicáveis de forma padronizada em todo o território nacional. Embora existam previsões de regimes diferenciados e reduções para setores específicos, a lógica geral será a uniformidade, substituindo o atual mosaico de regras estaduais e municipais.

Esse ponto traz maior previsibilidade para empresas que atuam em diferentes estados ou prestam serviços nacionalmente.


Gestão centralizada por um Comitê Gestor

A arrecadação e a distribuição do IBS serão coordenadas por um Comitê Gestor nacional, composto por representantes dos estados e municípios. Esse modelo elimina a necessidade de múltiplos cadastros, legislações conflitantes e interpretações divergentes.

Para as empresas, isso significa menos litígios, menos disputas administrativas e maior segurança jurídica.


Fim da guerra fiscal entre estados e municípios

Com a tributação no destino e a gestão centralizada, o IBS encerra a chamada guerra fiscal, em que estados e municípios concediam benefícios para atrair empresas, muitas vezes gerando insegurança e passivos tributários futuros.

A neutralidade passa a ser a regra.

2029 a 2032: transição ICMS e ISS para IBS

Essa é a fase mais complexa da reforma.

AnoIBSICMS/ISS remanescentes
202910%90%
203020%80%
203130%70%
203240%60%

Durante essa fase de transição, as empresas lidarão simultaneamente com:

  • CBS
  • IBS parcial
  • ISS e ICMS reduzidos

👉 O Planejamento tributário e sistemas bem parametrizados serão indispensáveis nessa fase!


Impactos financeiros do IBS para as empresas

A implementação do IBS não é neutra do ponto de vista financeiro. Ela traz ganhos importantes, mas também exige ajustes estratégicos.

Redução de litígios tributários

A unificação das regras reduz significativamente disputas judiciais e administrativas relacionadas a ICMS e ISS, que hoje representam uma das maiores fontes de contencioso tributário no Brasil.

Menos litígio significa menos custos ocultos e maior previsibilidade.


Maior previsibilidade de custos

Com regras mais claras e uniformes, as empresas conseguem projetar com mais precisão sua carga tributária, facilitando:

  • formação de preços;
  • planejamento financeiro;
  • negociação com clientes e fornecedores;
  • decisões de investimento.

Necessidade de revisão de preços e contratos

A mudança na lógica de tributação exige revisão de:

  • contratos de prestação de serviços;
  • cláusulas de repasse tributário;
  • políticas de precificação;
  • margens de lucro.

Empresas que não revisarem seus contratos podem sofrer impactos negativos de caixa ou perda de competitividade.


Mudança na lógica do planejamento tributário

Com o IBS, o planejamento tributário deixa de ser baseado em “localização do estabelecimento” e passa a focar em:

  • estrutura da cadeia de valor;
  • aproveitamento eficiente de créditos;
  • organização contábil e documental;
  • gestão de fluxo de caixa (especialmente com o split payment).

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COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)

1. O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)?

O IBS é um imposto criado pela Reforma Tributária para substituir o ICMS e o ISS. Ele segue o modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), sendo não cumulativo, com crédito amplo e regras unificadas em todo o país.


2. O IBS vai substituir totalmente o ICMS e o ISS?

Sim. O IBS substituirá de forma definitiva o ICMS e o ISS ao final do período de transição, que se encerra em 2033. Até lá, haverá uma convivência gradual entre os tributos antigos e o novo imposto.


3. Quando o IBS começa a valer na prática?

O IBS entra em fase de testes em 2026, com alíquota simbólica. A transição efetiva ocorre entre 2029 e 2032, e a aplicação integral passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2033.


4. O IBS será cobrado no local da empresa ou do cliente?

O IBS será cobrado no destino, ou seja, no local onde ocorre o consumo do bem ou serviço. Essa mudança encerra a lógica atual de tributação na origem e reduz a guerra fiscal entre estados e municípios.


5. O IBS é cumulativo ou não cumulativo?

O IBS é totalmente não cumulativo, permitindo o aproveitamento de créditos em todas as etapas da cadeia. Isso elimina o efeito cascata e torna a tributação mais transparente.


6. Todas as empresas poderão aproveitar créditos do IBS?

Em regra, sim. O modelo do IBS prevê crédito amplo, desde que as operações estejam devidamente documentadas e registradas. Por isso, a organização contábil será essencial no novo sistema.


7. O IBS vai aumentar a carga tributária das empresas?

Depende do setor, do tipo de operação e do nível de planejamento tributário. Para algumas empresas, a carga pode se manter estável ou até reduzir. Para outras, pode haver aumento se não houver preparação adequada.


8. Como o IBS afeta empresas do Simples Nacional?

O Simples Nacional será mantido, mas as empresas poderão optar por recolher o IBS dentro ou fora do DAS. Essa escolha impacta diretamente a possibilidade de gerar crédito para clientes e deve ser analisada estrategicamente.


9. O que muda no planejamento tributário com a chegada do IBS?

O planejamento deixa de focar em localização geográfica e passa a considerar cadeia de valor, aproveitamento de créditos, estrutura de custos, precificação e impacto no fluxo de caixa.


10. O IBS acaba com a guerra fiscal entre estados e municípios?

Sim. Como o imposto é cobrado no destino e possui legislação única nacional, estados e municípios deixam de competir por arrecadação por meio de benefícios fiscais.


11. As empresas precisarão mudar seus sistemas e ERPs por causa do IBS?

Sim. A adaptação de sistemas, ERPs e processos fiscais será obrigatória para apuração correta, controle de créditos e cumprimento das novas obrigações acessórias.


12. O IBS impacta contratos já existentes?

Sim. Contratos de longo prazo precisarão ser revisados para adequar cláusulas de repasse tributário, preços e responsabilidades, evitando prejuízos financeiros durante a transição.


13. O IBS vale para bens e serviços digitais?

Sim. O IBS incide sobre bens e serviços, inclusive operações digitais, prestação de serviços online e atividades realizadas por meios eletrônicos.


14. O IBS reduz a burocracia tributária?

A proposta é reduzir significativamente a burocracia ao unificar regras, eliminar legislações conflitantes e centralizar a gestão do imposto, embora a transição exija adaptação inicial.


15. Como as empresas podem se preparar para o IBS desde já?

As principais ações incluem:

  • simular impactos financeiros;
  • revisar contratos e preços;
  • organizar documentação fiscal;
  • adaptar sistemas;
  • contar com planejamento tributário especializado.

A AEXO Contabilidade atua justamente nesse processo de preparação estratégica para o IBS.


IBS e planejamento tributário: por que a preparação antecipada é decisiva

Empresas que se anteciparem à implementação do IBS terão vantagens claras durante a transição e após 2033.

Quem se prepara antes:

  • aproveita melhor os créditos tributários, evitando perdas financeiras;
  • reduz impactos no fluxo de caixa, especialmente com novos mecanismos de recolhimento;
  • ajusta sistemas e ERPs com antecedência, evitando erros operacionais;
  • revê contratos e preços de forma estratégica, e não reativa;
  • ganha vantagem competitiva frente a concorrentes despreparados.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva nesse processo, realizando simulações práticas do IBS para diferentes setores, avaliando impactos financeiros, operacionais e estratégicos de forma personalizada.


Conclusão: o IBS não é apenas um novo imposto é uma nova lógica tributária

O IBS representa muito mais do que a substituição do ICMS e do ISS. Ele inaugura uma nova forma de pensar a tributação sobre o consumo no Brasil, baseada em transparência, neutralidade e padronização.

Para as empresas, o desafio não está apenas em entender a regra, mas em adaptar sua estrutura, seus processos e seu planejamento tributário a esse novo cenário. Quem tratar o IBS como um detalhe técnico corre o risco de perder margem, competitividade e eficiência.

Por outro lado, quem se antecipa transforma mudança em oportunidade.


Prepare sua empresa para o IBS com apoio especializado

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IBS O Que é o Imposto sobre Bens e Serviços e Como Ele Vai Substituir ICMS e ISS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Cronograma da Reforma Tributária: o que muda de 2026 a 2033

Introdução: a Reforma Tributária já começou e quem se antecipa sai na frente: Entenda o Cronograma

Cronograma da Reforma Tributária de 2026 a 2033: A Reforma Tributária brasileira não é mais uma promessa distante. Ela já está em curso, com base na Emenda Constitucional nº 132/2023 e na Lei Complementar nº 214/2025, e trará a maior transformação no sistema de tributação sobre o consumo nas últimas décadas.

Embora muitos empresários ainda enxerguem a reforma como algo abstrato ou “para o futuro”, a realidade é clara: as decisões tomadas, entre 2024 e 2026, definirão quem terá vantagem competitiva até 2033 e quem enfrentará aumento de carga tributária, perda de margem e problemas operacionais.

Entender o cronograma da Reforma Tributária, ano a ano, é essencial para transformar incerteza em planejamento estratégico. A transição será longa, gradual e complexa, exigindo atenção técnica, revisão de processos e apoio especializado.

Neste guia completo, você vai entender:

  • o que é a Reforma Tributária e por que ela afeta diretamente sua empresa;
  • quais são os objetivos do novo modelo tributário;
  • como funcionará o IVA Dual (IBS + CBS);
  • o cronograma detalhado da transição de 2026 a 2033;
  • impactos no Simples Nacional, PMEs e empresas B2B;
  • se a carga tributária tende a aumentar ou diminuir;
  • regimes especiais, alíquotas reduzidas e exceções;
  • riscos e oportunidades do período de transição;
  • por que o planejamento precisa começar antes de 2026;
  • como a AEXO Contabilidade pode preparar sua empresa para esse novo cenário.
cronograma da reforma tributária

O que é a Reforma Tributária e por que ela afeta sua empresa?

A Reforma Tributária do consumo nasce da necessidade de corrigir um dos sistemas fiscais mais complexos, caros e litigiosos do mundo. Atualmente, empresas brasileiras precisam lidar com regras diferentes para ICMS (27 estados) e ISS (mais de 5.500 municípios), além de PIS, COFINS e IPI, cada um com bases de cálculo próprias, cumulatividade e exceções.

Esse cenário gera:

  • insegurança jurídica;
  • alto custo de conformidade;
  • guerra fiscal entre estados e municípios;
  • dificuldades para crescer e investir;
  • perda de competitividade internacional.

A reforma busca simplificar, padronizar e tornar transparente a tributação sobre o consumo, aproximando o Brasil dos modelos mais eficientes do mundo.


Qual o objetivo central da Reforma Tributária?

O objetivo da Reforma Tributária não é apenas trocar nomes de impostos. A proposta é estrutural.

Entre os principais objetivos, destacam-se:

  • simplificação do sistema tributário;
  • eliminação da cumulatividade (efeito cascata);
  • neutralidade econômica (menos distorções nas decisões de negócio);
  • tributação no destino, e não mais na origem;
  • redução da guerra fiscal;
  • maior transparência para empresas e consumidores.

Estudos do próprio Ministério da Fazenda indicam que essas mudanças podem gerar crescimento adicional de 12% a 20% do PIB ao longo de 15 anos, tornando o ambiente de negócios mais previsível e eficiente.


O novo modelo: IVA Dual (IBS + CBS)

O coração da Reforma Tributária é a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA dual), amplamente utilizado em países desenvolvidos.

Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)

  • Tributo federal
  • Substitui PIS e COFINS
  • Incide sobre bens e serviços
  • Não cumulativo
  • Gera crédito amplo

Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)

  • Tributo estadual e municipal compartilhado
  • Substitui ICMS e ISS
  • Regras uniformes em todo o país
  • Gestão centralizada por um Comitê Gestor
  • Fim da legislação fragmentada por estado e município

Imposto Seletivo (IS)

Conhecido como “imposto do pecado”, incidirá sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como:

  • cigarros;
  • bebidas alcoólicas;
  • outros produtos definidos em lei.


Cronograma da Reforma Tributária: transição completa até 2033

A Reforma Tributária não entra em vigor de forma abrupta. O processo foi desenhado para ocorrer gradualmente, permitindo adaptação de empresas, governos e sistemas.

Visão geral da transição

  • Início da regulamentação: 2024–2025
  • Período de testes: 2026
  • Primeira virada efetiva: 2027
  • Transição ICMS/ISS → IBS: 2029 a 2032
  • Sistema totalmente novo: 2033

2024 e 2025: fase de regulamentação

Esse período é marcado pela consolidação das regras por meio da Lei Complementar nº 214/2025, que detalha:

  • funcionamento do IBS e da CBS;
  • criação do Comitê Gestor do IBS;
  • regimes específicos e alíquotas diferenciadas;
  • cashback tributário para famílias de baixa renda;
  • regras do Imposto Seletivo.

Embora ainda não haja impacto financeiro direto relevante, essa é a fase mais estratégica para o planejamento, pois define as bases do novo sistema.

👉 Empresas que se organizam agora evitam retrabalho e erros caros no futuro.


2026: ano de testes do novo sistema

O ano de 2026 funcionará como um período de teste obrigatório, com alíquotas simbólicas:

TributoAlíquota em 2026Finalidade
CBS0,9%Teste do tributo federal
IBS0,1%Teste do tributo estadual/municipal

Apesar do impacto financeiro reduzido, o cumprimento das obrigações acessórias será fundamental. Empresas que não se adaptarem poderão enfrentar problemas quando as alíquotas definitivas entrarem em vigor.


2027 e 2028: CBS em pleno vigor e fim do IPI

O ano de 2027 marca a primeira grande virada prática da Reforma Tributária.

Principais mudanças

  • CBS substitui definitivamente PIS e COFINS
  • IPI é zerado (com exceção da Zona Franca de Manaus)
  • Imposto Seletivo começa a ser aplicado

O ano de 2028 será de consolidação e ajustes operacionais.


2029 a 2032: transição ICMS e ISS para IBS

Essa é a fase mais complexa da reforma.

AnoIBSICMS/ISS remanescentes
202910%90%
203020%80%
203130%70%
203240%60%

Durante esse período, as empresas lidarão simultaneamente com:

  • CBS
  • IBS parcial
  • ICMS e ISS reduzidos

👉 Planejamento tributário e sistemas bem ajustados serão indispensáveis.


2033: implementação total do novo sistema

A partir de 1º de janeiro de 2033:

  • ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI serão extintos
  • IBS, CBS e Imposto Seletivo estarão plenamente em vigor
  • O Brasil passará a operar integralmente no modelo de IVA Dual

A alíquota vai aumentar ou diminuir?

A resposta técnica é: depende do setor, da estrutura e do planejamento.

Estimativas apontam uma alíquota média combinada (IBS + CBS) em torno de 28%, mas:

  • setores essenciais terão alíquotas reduzidas;
  • cesta básica terá alíquota zero;
  • serviços de saúde, educação e cultura terão redução de 60%;
  • transporte público terá redução de 30%.

Reforma Tributária e Simples Nacional

O Simples Nacional não será extinto, mas passará a operar em um modelo híbrido.

Duas opções para o IBS e a CBS

  • recolher dentro do DAS (sem gerar crédito)
  • recolher fora do DAS (gerando crédito para clientes)

Empresas B2B precisarão analisar cuidadosamente essa escolha para não perder competitividade.


Por que o planejamento precisa começar antes de 2026

Esperar a reforma “chegar” é um erro estratégico.

Riscos

  • impacto negativo no fluxo de caixa (split payment)
  • perda de crédito tributário
  • contratos mal estruturados
  • sistemas despreparados

Oportunidades

  • aproveitamento amplo de créditos
  • redução de litígios
  • previsibilidade tributária
  • vantagem competitiva

Estudo de caso: empresa preparada pela AEXO Contabilidade

Uma empresa de serviços B2B, optante pelo Simples Nacional, vende majoritariamente para outras empresas.

Com o apoio da AEXO Contabilidade:

  • simulou cenários com IBS/CBS;
  • optou por recolhimento “por fora” do DAS;
  • ajustou contratos;
  • adaptou ERP e emissão de notas.

Resultado:

  • manutenção da competitividade
  • geração de crédito para clientes
  • transição segura para o novo modelo.

Recomendações práticas para empresas | Cronograma da Reforma Tributária

  • revise seu regime tributário anualmente;
  • simule cenários da Reforma Tributária;
  • adapte sistemas e ERPs;
  • revise contratos;
  • acompanhe regulamentações;
  • conte com especialistas em tributação.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva, técnica e estratégica durante toda a transição da Reforma Tributária.

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CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


FAQ — Perguntas Frequentes sobre o Cronograma da Reforma Tributária

1. A Reforma Tributária já está valendo?
Sim, a transição já começou.

2. Quando o novo imposto entra em vigor de fato?
CBS em 2027 e IBS gradualmente até 2033.

3. O Simples Nacional vai acabar?
Não.

4. Empresas pequenas serão prejudicadas?
Depende do planejamento.

5. A carga tributária vai aumentar?
Depende do setor e da estrutura.

6. O que é IBS?
Imposto que substitui ICMS e ISS.

7. O que é CBS?
Imposto que substitui PIS e COFINS.

8. O que é split payment?
Retenção automática do imposto no pagamento.

9. Preciso mudar meus sistemas?
Sim, obrigatoriamente.

10. Quem pode me ajudar?
A AEXO Contabilidade.


Conclusão: a Reforma Tributária não é um evento é um processo estratégico

A Reforma Tributária redefine a forma como empresas calculam preços, margens, contratos e fluxo de caixa. Quem se antecipa transforma complexidade em vantagem competitiva.

Quem ignora o cronograma corre riscos desnecessários.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário, Reforma Tributária e adaptação empresarial, ajudando empresas a atravessar esse período com segurança, eficiência e inteligência fiscal.


AEXO a sua Contabilidade

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O futuro tributário da sua empresa começa agora.

cronograma da reforma tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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REFORMA TRIBUTÁRIA 2026: ENTENDA O QUE MUDA COM O IVA, CBS, IBS E IS NO NOVO SISTEMA DE IMPOSTOS

Introdução

IVA Dual Reforma Tributária: A Reforma Tributária de 2026 é uma das maiores transformações do sistema de arrecadação já vistas no Brasil. Seu objetivo é claro: simplificar, unificar e modernizar a cobrança de tributos, tornando-a mais justa e transparente.

Se você é empreendedor, contador ou gestor financeiro, precisa entender que o novo modelo — com o IVA Dual, composto por CBS, IBS e complementado pelo Imposto Seletivo (IS) — mudará completamente a forma como sua empresa emite notas, calcula impostos e gerencia o fluxo de caixa.

Este guia da AEXO Contabilidade, especialista em planejamento tributário e assessoria fiscal, explica tudo o que você precisa saber para se preparar para o novo sistema, aproveitar oportunidades e evitar armadilhas financeiras.

IVA Dual Reforma Tributária 2026


O Que É a Reforma Tributária e Por Que Ela É Necessária | IVA Dual Reforma Tributária

O sistema tributário brasileiro é, historicamente, um dos mais complexos do mundo. Com tributos cobrados em diferentes esferas — federal, estadual e municipal — e regras que variam entre estados e municípios, o resultado é burocracia, custos elevados e insegurança jurídica.

A Reforma Tributária vem justamente para corrigir esse caos, substituindo tributos sobre o consumo por um modelo unificado e simplificado, conhecido como IVA Dual (Imposto sobre Valor Adicionado).

Além de reduzir custos administrativos, a nova estrutura promete:

  • Facilitar a vida do empreendedor, com menos declarações e guias;
  • Evitar bitributação e créditos tributários travados;
  • Reduzir a sonegação com automação e fiscalização digital;
  • Aumentar a competitividade das empresas brasileiras.


O IVA Dual: A Espinha Dorsal da Reforma Tributária

O Que é o IVA Dual?

O IVA Dual é um sistema de tributação sobre o consumo que será dividido em duas esferas de competênciafederal e subnacional (estados e municípios).

Essa divisão cria dois novos tributos principais:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — substitui PIS, COFINS e IPI (federal);
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) — substitui ICMS e ISS (estadual e municipal).

Ambos seguem a mesma lógica de apuração, o que simplifica o recolhimento e reduz conflitos tributários.

Como o IVA Funciona na Prática | IVA Dual Reforma Tributária

O IVA é cobrado em cada etapa da cadeia produtiva, mas permite o crédito dos impostos pagos anteriormente — ou seja, evita a tributação em cascata.
Com isso, o imposto incide apenas sobre o valor adicionado em cada operação.

Por exemplo:

Uma fábrica paga imposto sobre a matéria-prima. Ao vender o produto acabado, ela desconta o valor pago e recolhe apenas sobre o acréscimo de valor.

Essa dinâmica reduz distorções e favorece empresas produtivas e formais.


CBS: Contribuição sobre Bens e Serviços

A CBS é o novo tributo federal que substituirá o PIS, COFINS e o IPI, unificando e simplificando a arrecadação.

Principais Características:

  • Alíquota estimada: 9,25%;
  • Cobrança sobre receitas de venda de bens e serviços;
  • Direito a crédito financeiro amplo, reduzindo custos acumulados;
  • Gestão e arrecadação pela União.

A CBS representa um avanço significativo, pois reduz litígios e padroniza regras de creditamento, algo que sempre foi um problema no antigo sistema PIS/COFINS.


IBS: Imposto sobre Bens e Serviços

O IBS é o tributo estadual e municipal que substituirá o ICMS e o ISS, dois dos impostos mais complexos e litigiosos do país.

Características do IBS:

  • Arrecadação compartilhada entre estados e municípios;
  • Regra única para base de cálculo, crédito e fato gerador;
  • Alíquota uniforme, definida nacionalmente;
  • Incidência no destino do consumo, e não na origem.

Essa última mudança — tributação no destino — é essencial para corrigir distorções regionais e fortalecer estados consumidores, como São Paulo e Rio de Janeiro.


Imposto Seletivo (IS): O “Imposto do Pecado”

Além do IVA Dual, a Reforma cria o Imposto Seletivo (IS), conhecido como “imposto do pecado”, que incidirá sobre produtos nocivos à saúde ou ao meio ambiente, como:

  • Cigarros e derivados do tabaco;
  • Bebidas alcoólicas e açucaradas;
  • Combustíveis fósseis e poluentes.

O objetivo do IS é desestimular o consumo de produtos prejudiciais e compensar impactos ambientais e sociais.


Regras Unificadas e Simplificação

Mesmo com administrações separadas (CBS federal e IBS subnacional), as regras serão padronizadas:

  • Mesma base de cálculo;
  • Mesmo critério de crédito;
  • Mesmo fato gerador.

Isso garante transparência, eficiência e previsibilidade, reduzindo a necessidade de contestações jurídicas.


Impactos da Reforma Tributária nas Empresas

A mudança no modelo tributário afetará diretamente o preço dos produtos e serviços, a precificação e o fluxo de caixa das empresas.

Empresas que não se adaptarem podem:

  • Pagar mais impostos do que o devido;
  • Perder competitividade no mercado;
  • Sofrer penalidades por erros no novo modelo de apuração.

Por isso, é fundamental se antecipar. A transição será gradual, mas exige planejamento desde já.


Como o Simples Nacional Será Impactado

O Simples Nacional continuará existindo, mas precisará se adaptar às novas regras do IVA Dual.
Os estudos indicam dois cenários possíveis:

🔹 Simples Nacional “Por Dentro” (IBS e CBS dentro do DAS)

Nesse modelo, o DAS já incluiria as novas contribuições (IBS e CBS), mantendo a simplicidade e a centralização do pagamento.

🔹 Simples Nacional “Híbrido” (IBS e CBS fora do DAS)

Aqui, o empreendedor do Simples pagaria o DAS normalmente, mas teria que recolher IBS e CBS separadamente, conforme sua atividade e faturamento.

Ambos os modelos estão sendo avaliados para garantir competitividade às micro e pequenas empresas, sem quebrar a lógica de simplificação do Simples.


DREX e o Split Payment: A Tributação do Futuro | IVA Dual Reforma Tributária

O DREX, moeda digital oficial do Banco Central, e o sistema de Split Payment (pagamento dividido) são pilares tecnológicos da nova era tributária.

Com o Split Payment, o imposto é automaticamente separado no momento da transação, e o valor é direcionado aos cofres públicos em tempo real.
Isso elimina fraudes, aumenta a transparência e reduz custos de compliance.

O DREX, por sua vez, integrará esse processo com pagamentos digitais instantâneos e rastreáveis, tornando o sistema tributário 100% digital e seguro.


O Papel da AEXO Contabilidade na Nova Era Tributária | IVA Dual Reforma Tributária

A AEXO Contabilidade Digital está na vanguarda dessa transformação.
Com mais de 15 anos de experiência, a AEXO ajuda milhares de empresários a reduzir impostos legalmente, otimizar o fluxo de caixa e adaptar-se às constantes mudanças fiscais.

A empresa oferece:

  • Planejamento tributário personalizado;
  • Simulações e comparativos entre regimes fiscais;
  • Implantação de automação contábil e fiscal;
  • Treinamentos e suporte contínuo para equipes financeiras.

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COMO TROCAR DE CONTADOR

COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

O QUE É O SIMPLES NACIONAL

TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


Conclusão: Prepare-se Agora! | IVA Dual Reforma Tributária

A Reforma Tributária é inevitável e trará impactos profundos.
Empresas que se anteciparem, buscando assessoria contábil estratégica, estarão preparadas para reduzir custos, evitar riscos e crescer com segurança.

👉 Entre agora em contato com a AEXO Contabilidade
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IVA Dual Reforma Tributária 2026

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como Fica o Simples Nacional com a Reforma Tributária: Entenda o Novo Modelo de Contabilidade e o Futuro do Empreendedor Brasileiro

A Reforma Tributária está entre as mudanças mais significativas da economia brasileira das últimas décadas. Ela promete simplificar o sistema de impostos, reduzir a burocracia e criar um ambiente mais transparente para empresas e consumidores. Mas, junto com as promessas, surgem dúvidas — especialmente entre os pequenos empresários:
👉 O Simples Nacional vai acabar?
👉 Como ficará o recolhimento de impostos a partir de 2026?
👉 O que é o novo Simples Híbrido?

Neste guia completo, você vai descobrir como a Reforma Tributária impacta diretamente o Simples Nacional, entender o que muda na contabilidade das empresas e aprender como se preparar agora para não pagar imposto a mais.

Simples Nacional reforma tributária 2026


💡 O que é o Simples Nacional e por que ele foi criado?

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado criado pela LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 para unificar oito tributos em uma única guia (DAS), reduzindo a burocracia e estimulando a formalização de micro e pequenas empresas.

Atualmente, ele engloba impostos federais, estaduais e municipais como:

  • IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)
  • PIS e Cofins
  • IPI
  • ICMS
  • ISS
  • CPP (Contribuição Patronal Previdenciária)

O sistema é considerado um dos maiores avanços na desburocratização fiscal do Brasil. Porém, com a Reforma Tributária, esse modelo será ajustado para se adequar ao IVA Dual, um novo formato de cobrança baseado na transparência e no valor agregado.


⚙️ O que muda com a Reforma Tributária?

A Reforma substitui cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois novos impostos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – Federal
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – Estadual e Municipal

Esse novo sistema é chamado de IVA Dual, e segue o modelo já adotado em mais de 180 países. A principal diferença está na forma de apuração e pagamento: os impostos agora serão “por fora” e destacados na nota fiscal, permitindo maior clareza sobre o valor efetivo do tributo pago.


🧩 O que é o IVA Dual e por que ele muda tudo?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado Dual) é um modelo moderno de tributação que cobra imposto apenas sobre o valor adicionado em cada etapa da cadeia produtiva.

Com ele:

  • A bitributação é eliminada;
  • O cálculo do imposto fica transparente;
  • E as empresas passam a recuperar créditos sobre tributos pagos nas compras.

Na prática, o IVA Dual faz com que o sistema seja mais justo e racional, beneficiando quem atua dentro da legalidade. No entanto, exige maior controle contábil e tecnológico, pois as notas fiscais e declarações terão de ser atualizadas para o novo padrão.


💸 Split Payment: o pagamento dividido que vai mudar o caixa das empresas

Um dos pontos mais revolucionários da Reforma é o Split Payment, também conhecido como pagamento dividido.
Esse mecanismo faz com que, no momento da venda, o valor correspondente ao imposto vá diretamente para o governo, e o restante fique com a empresa.

👉 Exemplo prático:
Você vende um produto por R$ 1.000, e o imposto total (IBS + CBS) é de 28%.
O cliente paga R$ 1.280, mas o sistema bancário automaticamente envia R$ 280 ao governo e R$ 1000 para a conta da empresa.

Ou seja, o imposto é recolhido na hora, sem passar pelo caixa do empreendedor.

Isso muda completamente a dinâmica financeira: o empresário não poderá mais usar o valor do imposto como capital de giro — algo comum no modelo atual.


📊 O Simples Nacional vai acabar?

Não.
Mas ele será reformulado profundamente para se encaixar nesse novo sistema.

O Simples Nacional continuará existindo, porém com duas modalidades diferentes:

  1. Simples Nacional Tradicional – voltado para quem vende ao consumidor final (B2C).
  2. Simples Híbrido – para empresas que vendem para outras empresas (B2B) e precisam destacar IBS e CBS na nota fiscal.

Essa distinção é essencial, pois muda a forma de apuração e o valor final dos tributos.
Empresas que atuam no B2B terão de optar estrategicamente entre manter o modelo tradicional ou adotar o híbrido — uma decisão que impacta competitividade, precificação e margem de lucro.


🧮 O Simples Híbrido: como funciona na prática

O Simples Híbrido combina elementos do Simples Nacional e do novo sistema de IVA.
Funciona assim:

  • A empresa continua recolhendo parte dos tributos via DAS;
  • Mas passa a destacar IBS e CBS “por fora” na nota fiscal;
  • O cliente (geralmente uma empresa) pode aproveitar créditos de IBS e CBS.

Essa estrutura torna as empresas do Simples mais competitivas no mercado B2B, pois evita o chamado “efeito cascata”, em que o cliente não consegue recuperar impostos embutidos.


🔍 Estratégia e planejamento: como escolher o melhor modelo

Escolher entre o Simples Tradicional e o Simples Híbrido será uma decisão estratégica de gestão tributária.
Um erro pode significar:

  • Perda de competitividade no preço final;
  • Aumento da carga tributária;
  • E, em casos extremos, saída do Simples por desenquadramento financeiro.

Por isso, a recomendação dos especialistas da AEXO Contabilidade Digital é realizar simulações tributárias comparativas antes da transição — considerando receita, tipo de cliente, setor e margens.


📅 Linha do tempo da transição

EtapaPeríodoO que muda
2026Início da implementaçãoCBS e IBS passam a coexistir com os impostos atuais.
2027–2032Período de transiçãoRedução gradual dos tributos antigos e aumento proporcional dos novos.
2033Sistema totalmente implantadoExtinção definitiva de ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI.

🧭 Como as empresas devem se preparar

A transição exigirá adaptação contábil, tecnológica e estratégica.
Veja o passo a passo recomendado pela AEXO Contabilidade:

  1. Atualize seus sistemas de gestão e emissão de notas para o novo layout.
  2. Treine a equipe contábil e fiscal para lidar com o IBS e CBS.
  3. Simule cenários de carga tributária para avaliar qual regime é mais vantajoso.
  4. Revise contratos e precificação com clientes e fornecedores.
  5. Implemente controle financeiro rigoroso, pois o Split Payment muda o fluxo de caixa.
  6. Contrate uma contabilidade especializada em reforma tributária e parceira do seu negócio.


🧾 Impactos contábeis e fiscais

O novo modelo exigirá mais transparência e integração entre áreas.
Empresas precisarão de contabilidades digitais especializadas, capazes de:

  • Gerar relatórios de IBS e CBS detalhados;
  • Automatizar créditos e débitos fiscais;
  • E garantir conformidade com o novo layout da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e 4.1+).

💻 Tecnologia e contabilidade digital: o novo pilar da gestão fiscal

A contabilidade do futuro será 100% integrada.
Com o novo sistema, o pagamento, a nota e a apuração de imposto estarão conectados em tempo real.
Por isso, é essencial investir em softwares contábeis com API fiscal e conciliação automática.

A AEXO Contabilidade Digital já utiliza sistemas preparados para o IVA Dual e o Split Payment, permitindo que empresários façam simulações e previsões tributárias com poucos cliques.


💬 FAQ Otimizado

O Simples Nacional vai acabar?
Não. Ele continuará existindo, mas com duas versões: o Simples Tradicional e o Simples Híbrido.

O que é o IVA Dual?
É um novo modelo de tributação baseado no valor agregado, que substitui cinco impostos por dois: IBS e CBS.

O que é o Split Payment?
É o pagamento dividido: o imposto é recolhido automaticamente no momento da venda.

O que muda para as empresas do Simples?
Elas terão de escolher entre manter o modelo atual ou adotar o híbrido, destacando IBS e CBS nas notas.

Quando a mudança começa?
Em 2026, com transição até 2033.

Como se preparar?
Com apoio de uma contabilidade digital, simulando impactos fiscais e ajustando processos internos.


💼 AEXO Contabilidade: sua parceira estratégica na nova era tributária

Com mais de 11 anos de experiência, a AEXO Contabilidade Digital é referência nacional em planejamento tributário e adequação à Reforma Tributária.
A empresa oferece suporte completo para micro, pequenas e médias empresas que desejam:

  • Reduzir a carga tributária de forma 100% legal;
  • Adaptar-se ao IVA Dual e ao Split Payment;
  • Atualizar sistemas de faturamento e emissão de notas;
  • E manter conformidade com a Receita Federal durante a transição.

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📢 Conclusão

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança de regras: é o início de uma nova era contábil no Brasil.
Empresas que se anteciparem terão vantagem competitiva, pagarão menos impostos e operarão com segurança jurídica.

🚀 A AEXO Contabilidade Digital pode te ajudar a planejar essa transição com precisão, eficiência e economia.
👉 Agende uma consulta gratuita com um especialista AEXO e descubra o melhor regime tributário para o seu negócio em 2026.

Simples Nacional reforma tributária 2026

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária: O que é IBS, CBS e como esses impostos vão impactar sua empresa

IBS e CBS na Reforma Tributária: Com o objetivo de simplificar e modernizar o sistema de arrecadação de impostos, reduzindo a complexidade que há décadas desafia empresários, contadores e até mesmo o consumidor final. Dois pontos centrais da reforma são a criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Mas, afinal, o que isso significa na prática para as empresas e como se preparar para esse novo cenário?

Neste artigo completo, você vai entender em detalhes como funcionam esses novos tributos, quais os impactos para micro, pequenas e grandes empresas, e quais cuidados adotar desde já para não ser pego de surpresa.

IBS e CBS na Reforma Tributária


O que é o IBS?

O IBS será um imposto de competência compartilhada entre União, estados e municípios, com alíquota uniforme. Ele substituirá tributos como ICMS (estadual) e ISS (municipal), unificando a cobrança e reduzindo a guerra fiscal entre estados. A ideia é que o imposto seja não cumulativo, ou seja, só incida sobre o valor agregado em cada etapa da cadeia.

Isso traz mais transparência, previsibilidade e reduz distorções históricas do sistema atual.


O que é a CBS?

A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), por sua vez, será administrada pela União e substituirá as contribuições PIS e Cofins, também com a lógica de alíquota única e não cumulatividade. Esse imposto incidirá sobre bens e serviços em todo o território nacional.

Na prática, empresas terão mais facilidade no cálculo e recolhimento, mas será necessário adaptar sistemas contábeis e revisar contratos para evitar surpresas no momento da transição.


IBS x CBS: quais as diferenças?

Embora ambos tenham foco na simplificação, o IBS terá gestão compartilhada (Estados e municípios) e incidirá em substituição a tributos estaduais e municipais, enquanto a CBS será restrita à União. Essa separação mantém a autonomia de arrecadação, mas traz uniformidade e elimina sobreposições.


Impactos para empresas | IBS e CBS na Reforma Tributária

A mudança não afetará apenas a forma de calcular tributos, mas também a estratégia fiscal e contábil das empresas. Alguns pontos de atenção:

  • Adaptação tecnológica: ERPs e softwares de gestão precisarão ser atualizados.
  • Revisão de contratos: cláusulas tributárias devem ser atualizadas para refletir os novos impostos.
  • Gestão de créditos tributários: será preciso acompanhar de perto os créditos do IBS e CBS para não perder benefícios.
  • Planejamento tributário: empresas precisarão reavaliar seu enquadramento e estratégias de otimização fiscal.
  • Fim da sonegação fiscal: O governo junto com a Receita Federal promete acabar com a sonegação fiscal

Cronograma de implementação

A Reforma Tributária prevê um período de transição, em que antigos tributos e os novos impostos conviverão. Esse modelo híbrido permitirá adaptação gradual, mas exigirá das empresas acompanhamento técnico constante. Implementada em janeiro de 2026, de maneira progressiva, a estimativa é de que todas as alterações propostas passem a valer, de forma definitiva, em 2033.


A importância da contabilidade especializada

Nessa transição, contar com um escritório de contabilidade que entenda as regras e acompanhe de perto as mudanças é fundamental. A AEXO Contabilidade Digital já está preparada para orientar empresas de diversos segmentos, ajudando a reduzir riscos, garantir conformidade e identificar oportunidades de economia tributária.

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FAQ – Perguntas frequentes sobre IBS e CBS na Reforma Tributária

1. O que é o IBS na Reforma Tributária?
O IBS é o Imposto sobre Bens e Serviços que substituirá o ICMS e o ISS, com alíquota única e cobrança simplificada.

2. O que é a CBS?
A CBS é a Contribuição sobre Bens e Serviços que substituirá PIS e Cofins, também com alíquota uniforme e não cumulativa.

3. Quando a Reforma Tributária começa a valer?
A implementação será gradual, com período de transição para adaptação de empresas e governos. Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a reforma tributária começa em janeiro de 2026, de maneira gradual e progressiva. Estima-se que todas as alterações propostas passem a valer, de forma definitiva, em 2033.

4. IBS e CBS aumentam a carga tributária?
A promessa é de neutralidade, mas o impacto final dependerá do setor/segmento e da estratégia de gestão tributária adotada.

5. Como se preparar para a Reforma Tributária?
O ideal é buscar apoio de contadores especializados, como os da AEXO Contabilidade, atualizar sistemas e revisar contratos desde já.


Conclusão | IBS e CBS na Reforma Tributária

A Reforma Tributária com o IBS e a CBS é um marco histórico que promete simplificar a vida de empresas e empreendedores, mas também traz grandes desafios. A adaptação será inevitável e exigirá planejamento.

Se você quer manter sua empresa preparada para essa transformação e garantir que não pagará mais impostos do que o necessário, conte com a AEXO Contabilidade Digital. Nossa equipe já está estudando todas as mudanças da reforma para oferecer soluções personalizadas para o seu negócio.

👉 Entre em contato agora com a AEXO Contabilidade e saiba como podemos ajudar sua empresa a se preparar para a Reforma Tributária!

IBS e CBS na Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.