InfinitePay é confiável? Conheça as vantagens da conta gratuita e Pix 0%

A InfinitePay é Confiável? Nos últimos anos, os meios de pagamento digitais se tornaram indispensáveis para empreendedores e empresas de todos os portes. O Pix revolucionou o mercado, trazendo agilidade e economia para quem vende e para quem compra. Entre as fintechs que surfam nessa onda, a InfinitePay vem se destacando ao oferecer conta digital gratuita e taxa 0% para Pix, atraindo milhares de usuários em busca de alternativas mais baratas e eficientes aos bancos tradicionais.

Mas surge a pergunta: a InfinitePay é realmente confiável?
Neste artigo, vamos explorar em detalhes o que é a plataforma, suas vantagens, desvantagens, comparações com bancos e outras fintechs, além de mostrar como soluções como essa podem impactar positivamente no seu negócio.

InfinitePay é confiável? Conheça as vantagens da conta gratuita e Pix 0%


O que é a InfinitePay?

A InfinitePay é uma fintech brasileira que oferece soluções financeiras voltadas para empreendedores e empresas que desejam modernizar sua forma de receber pagamentos.

Diferenciais:

  • Conta digital gratuita sem tarifas ocultas.
  • Pix sem cobrança de taxas para recebimentos.
  • Soluções de pagamento com maquininhas modernas.
  • Cartão de crédito e débito.
  • Gestão financeira 100% digital via aplicativo.

Esse posicionamento coloca a InfinitePay como uma concorrente direta de bancos digitais como Nubank, Inter, C6 Bank e também de outras adquirentes e soluções de pagamento como Stone, SumUp, PagSeguro e Mercado Pago.

InfinitePay é Confiável?


InfinitePay é confiável?

1. Regulamentação

A InfinitePay atua em conformidade com as normas do Banco Central do Brasil (BACEN), o que garante segurança jurídica e financeira aos seus clientes.

2. Segurança tecnológica

  • Autenticação em dois fatores.
  • Criptografia avançada.
  • Compliance com normas de prevenção à lavagem de dinheiro.

3. Reputação no mercado

  • Boa nota no Reclame Aqui, com índices positivos de resolução.
  • Feedback crescente em plataformas como Trustpilot.
  • Reconhecimento em portais de finanças e tecnologia.

4. Experiência de usuários

A maioria dos usuários destaca a agilidade no recebimento via Pix e a ausência de tarifas como principais atrativos.


Vantagens da Conta Digital InfinitePay

  1. Gratuidade total: sem taxas de manutenção.
  2. Pix 0%: economia significativa em comparação a bancos que cobram até 1,99% por transação.
  3. Gestão simplificada: aplicativo intuitivo e fácil de usar.
  4. Cartão físico e virtual: para compras e saques.
  5. Integração com maquininhas InfinitePay: recebimento facilitado de cartões.

Se você busca uma conta inteligente para lucrar mais, a InfinitePay oferece muito além de uma conta digital gratuita: são recursos completos como maquininha moderna, pagamento via Tap no celular, link de pagamento e até agentes de IA que ajudam a vender mais. O grande diferencial está na velocidade e nos custos: você pode receber na hora ou em até 1 dia útil, já com antecipação inclusa, e aproveitar taxas extremamente competitivas – 0,00% no Pix, 0,75% no Débito, 2,69% no Crédito à vista e 8,99% no Crédito em até 12x. E o melhor: a Maquininha Smart, que antes custava 12x de R$ 79,90, agora sai por apenas 12x de R$ 16,58 ou R$ 199 à vista, incluindo Pix grátis, conta digital com inteligência artificial e suporte RA1000, garantindo mais segurança e eficiência para o seu negócio.

Quais as vantagens da InfinitePay?

A InfinitePay reúne uma série de benefícios que a tornam uma das soluções de pagamento mais competitivas do mercado. As taxas são até 50% mais baixas do que boa parte da concorrência, o que já representa uma economia considerável no dia a dia de qualquer empresa. Além disso, o Pix com taxa zero, disponível tanto nas transferências quanto nas vendas feitas pela maquininha, garante ainda mais eficiência financeira para o seu negócio.

Outro destaque é a flexibilidade no recebimento, permitindo escolher entre cair na hora ou em até 1 dia útil. A aceitação de pagamentos vai muito além do básico, incluindo cartão por aproximação, Pix e diversas bandeiras tradicionais. Os clientes também podem contar com conta PJ gratuita, cartão com 1,5% de cashback, linhas de crédito personalizadas e link de pagamento. Tudo isso é integrado em um sistema moderno que facilita a gestão de vendas e até o controle de estoque. O atendimento é outro diferencial: a InfinitePay conquistou o selo RA1000 no Reclame Aqui, uma chancela que atesta qualidade e confiança no suporte ao cliente.


A InfinitePay é confiável?

Sim, a InfinitePay é considerada uma empresa confiável no segmento de meios de pagamento. A fintech é autorizada a operar pelo Banco Central, o que reforça sua credibilidade e a segurança dos serviços oferecidos. No Reclame Aqui, a empresa não só tem uma boa reputação como também conquistou o selo RA1000, dado apenas às marcas que apresentam excelência em atendimento.

Outro dado importante é o índice de resolução de problemas: mais de 90% das reclamações são solucionadas, e 85% dos clientes afirmam que voltariam a fazer negócios com a marca. Esses números mostram que, além de tecnologia e taxas competitivas, a InfinitePay também aposta em relacionamento de qualidade com seus usuários.


Quais são os valores das taxas da InfinitePay?

As taxas praticadas pela InfinitePay variam conforme a modalidade de cobrança, mas em geral estão entre as mais competitivas do mercado. Nas vendas feitas por maquininha ou InfiniteTap, as tarifas começam em 0,75% no débito, 2,69% no crédito à vista e chegam a 8,99% no crédito parcelado em até 12x. O grande atrativo continua sendo o Pix com taxa zero, além do boleto gratuito.

Já para quem utiliza o link de pagamento, gestão de cobranças ou loja online, as condições são um pouco diferentes: crédito à vista a partir de 4,20% e crédito em 12x a partir de 16,66%. Tanto Pix quanto boleto continuam sem custos nessas modalidades, o que torna a InfinitePay muito atrativa para vendas digitais e recorrentes.


Por que a InfinitePay oferece taxas tão baratas?

O modelo de negócio da InfinitePay foi pensado para ser enxuto e escalável. Isso significa que a empresa consegue reduzir custos internos e repassar essa economia para o cliente final. O uso de tecnologias avançadas como blockchain e inteligência artificial elimina boa parte das despesas operacionais comuns em instituições financeiras tradicionais.

Além disso, a infraestrutura baseada em servidores em nuvem torna os processos mais ágeis e econômicos. Outro ponto é o foco em volume de transações: quanto mais clientes usam a plataforma, mais sustentável fica o modelo de manter taxas consistentemente baixas. Diferente de algumas concorrentes, a InfinitePay não aposta em promoções temporárias, mas em tarifas estáveis e acessíveis.


Como vender com a InfinitePay?

A InfinitePay oferece diferentes soluções para quem deseja começar a vender de forma prática e rápida. Com a maquininha Smart, é possível aceitar pagamentos no Pix, débito e crédito (à vista ou parcelado), inclusive com tecnologia NFC para compras por aproximação. Já o InfiniteTap transforma qualquer smartphone com NFC em uma verdadeira maquininha, dispensando a necessidade de adquirir um dispositivo físico.

Outra ferramenta poderosa é o link de pagamento, que permite gerar cobranças e enviá-las por WhatsApp, e-mail ou redes sociais. O Pix, claro, também está presente e com taxa zero, trazendo liquidez imediata. Para negócios que precisam de mais organização, a fintech oferece gestão de cobranças automatizada e até a criação de uma loja online integrada, onde o cliente pode pagar diretamente com Pix ou cartão.


Tem InfinitePay para CPF?

Embora a plataforma seja bastante utilizada por empresas, a InfinitePay também disponibiliza opções para pessoas físicas. Com o InfiniteTap, qualquer pessoa que tenha um celular compatível com NFC pode transformar seu dispositivo em uma maquininha de cartão, realizando vendas mesmo sem possuir CNPJ. Essa alternativa é ideal para autônomos e profissionais liberais que querem aceitar pagamentos formais sem burocracia.


Qual o limite do cartão da InfinitePay?

O cartão oferecido pela InfinitePay funciona de forma diferente dos cartões de crédito tradicionais. Ele é um cartão pré-pago, no qual o limite disponível depende diretamente do saldo existente na conta digital. Isso significa que o usuário pode movimentar apenas o valor que já possui disponível no aplicativo, adicionando mais fundos via Pix sempre que necessário.

Além da praticidade, o cartão conta com 1,5% de cashback em compras, limitado a R$ 20.000 por mês, trazendo mais benefícios para quem concentra seus gastos nele.


Qual celular é compatível com a InfinitePay?

Para acessar o aplicativo e utilizar todas as funções, o dispositivo precisa atender a alguns requisitos técnicos. Em aparelhos Android, é necessário ter o sistema Android 10 ou superior. Já para iPhones, o app funciona a partir do modelo iPhone XS com iOS 16.7 ou superior.

No caso do InfiniteTap, que transforma o smartphone em maquininha, além desses requisitos também é necessário que o aparelho possua tecnologia NFC habilitada.


Quanto custa uma maquininha da InfinitePay?

A InfinitePay trabalha com apenas um modelo de equipamento: a Maquininha Smart. Ela é considerada a mais avançada do mercado, reunindo praticidade, design moderno e taxas fixas independentemente do faturamento. O preço é bastante acessível: de 12x de R$ 79,90, atualmente pode ser adquirida por 12x de R$ 16,58 ou R$ 199 à vista.

Essa estratégia de oferecer apenas um modelo premium simplifica a escolha do empreendedor e garante a padronização da qualidade do serviço.


A InfinitePay aceita quais bandeiras?

A InfinitePay aceita as principais bandeiras de cartões utilizadas no Brasil: Visa, Mastercard, Elo, Hiper e American Express. Essa abrangência garante que o empreendedor não perca vendas por falta de opções na hora de receber pagamentos.


A InfinitePay aceita vale-alimentação?

Atualmente, a InfinitePay não aceita cartões de vale-alimentação ou vale-refeição. A fintech está concentrada em oferecer condições competitivas para recebimentos no débito, crédito e Pix, cobrindo as formas de pagamento mais usadas pelos clientes no dia a dia.


Quanto tempo leva para o dinheiro cair na InfinitePay?

O cliente pode escolher entre dois planos de recebimento: na hora ou em 1 dia útil. A flexibilidade é útil, já que em períodos de maior demanda, como finais de semana e feriados, é possível alterar temporariamente para o modelo de recebimento imediato direto pelo aplicativo. Isso garante mais controle sobre o fluxo de caixa e mais previsibilidade no planejamento financeiro.


Onde cai o dinheiro da InfinitePay?

Todos os valores recebidos são direcionados para a Conta Inteligente InfinitePay, disponível no aplicativo. A partir dela, o usuário pode transferir o saldo para qualquer banco via Pix sem custos adicionais, utilizar o cartão InfinitePay ou ainda reinvestir os recursos diretamente dentro da plataforma.


Como ligar para InfinitePay?

O atendimento da InfinitePay é feito diretamente pelo aplicativo, através de um chat que conecta o cliente com a equipe de suporte. Esse modelo digital garante praticidade, rapidez e histórico das conversas, mantendo a qualidade de atendimento que rendeu à empresa o selo RA1000 no Reclame Aqui.


A famosa taxa 0% para Pix da InfinitePay

O grande diferencial da InfinitePay é permitir que empresas recebam pagamentos via Pix sem nenhuma taxa.

Comparativo rápido:

  • Bancos tradicionais: até 1,99% por transação recebida.
  • Fintechs concorrentes: variam entre 0,99% e 1,45%.
  • InfinitePay: 0%.

👉 Isso significa que, em um negócio que recebe R$ 50.000/mês via Pix, a economia pode chegar a R$ 600 a R$ 1.000 por mês, apenas em taxas.


Possíveis desvantagens e pontos de atenção

  • Limites de movimentação podem variar conforme o perfil do cliente.
  • Dependência digital: ausência de agências físicas pode ser um desafio para empreendedores mais tradicionais.
  • Prazos de análise em algumas funcionalidades, como crédito.

InfinitePay x concorrentes

InstituiçãoTaxa Pix RecebimentoTarifa MensalMaquininhaAplicativo de Gestão
InfinitePay0%GrátisSimSim
Nubank0,99%GrátisNãoSim
PagSeguro1,45%VariávelSimSim
Mercado Pago1,99%GrátisSimSim
Bancos tradicionaisAté 2%Até R$ 70SimParcial

InfinitePay e o empreendedorismo

Para quem está abrindo empresa, a InfinitePay se mostra uma solução que ajuda a:

  • Reduzir custos iniciais (taxas e tarifas bancárias).
  • Facilitar o fluxo de caixa com recebimentos instantâneos.
  • Integrar gestão financeira no celular.
  • Incentivar a digitalização do negócio.

O papel da contabilidade digital

Aqui entra o diferencial da AEXO Contabilidade Digital:

  • Estruturamos o planejamento tributário para que o empreendedor pague o menor imposto possível dentro da lei.
  • Auxiliamos na abertura de empresas de forma ágil, orientando sobre enquadramento correto (MEI, ME, LTDA).
  • Facilitamos a transição contábil para quem já tem empresa e deseja maximizar resultados.
  • Integramos soluções financeiras digitais como a InfinitePay, sempre avaliando os impactos tributários.

Leia também:

Como Abrir uma Empresa: APRENDA DE FORMA RÁPIDA E PRÁTICA

COMO GANHAR DINHEIRO COM DROPSHIPPING

COMO TROCAR DE CONTADOR

COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

O QUE É O SIMPLES NACIONAL

TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


FAQ – Perguntas Frequentes | InfinitePay é Confiável?

1. O Pix da InfinitePay é realmente gratuito?
Sim, não há cobrança de taxa sobre recebimentos via Pix.

2. Existe limite de transações gratuitas?
Não há limite específico, mas pode variar conforme perfil de uso e compliance.

3. Posso usar a InfinitePay sendo MEI?
Sim, é uma ótima opção para microempreendedores.

4. Preciso encerrar minha conta em banco tradicional para usar a InfinitePay?
Não, ela pode ser usada como conta principal ou complementar.

5. A InfinitePay é segura para grandes empresas?
Sim, mas é fundamental analisar os limites de movimentação e integração com sistemas financeiros.


Conclusão | InfinitePay é Confiável?

A InfinitePay é confiável e se posiciona como uma alternativa sólida para empreendedores que buscam conta digital gratuita e taxa 0% para Pix. Com isso, reduz custos, melhora o fluxo de caixa e traz praticidade para a gestão financeira.

No entanto, cada empresa possui necessidades específicas, e é aí que entra a AEXO Contabilidade Digital: ajudamos você a encontrar a estrutura tributária ideal, pagar menos impostos e aproveitar ao máximo soluções financeiras inovadoras como a InfinitePay.

👉 Se você quer abrir sua empresa, trocar de contabilidade ou pagar menos impostos de forma legal, fale hoje mesmo com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como podemos ser a porta de entrada para o seu sucesso no empreendedorismo.

InfinitePay é confiável? Conheça as vantagens da conta gratuita e Pix 0%

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Definitivo para Empresários (o que muda, como se preparar e como pagar menos com a AEXO Contabilidade Digital)

IBS e CBS Reforma Tributária: Se você é empreendedor no Brasil, já percebeu que a Reforma Tributária deixou todo mundo falando em IBS e CBS. E, sim, essas siglas vão mexer no seu preço, na sua margem, na sua formação de crédito e até na forma como você compra e vende. O objetivo deste guia é explicar, sem juridiquês, o que são esses tributos, o que muda na prática, como isso afeta comércio, serviços e indústria, e — principalmente — o que você pode fazer hoje para chegar na virada com tudo organizado e pagando o mínimo legal de impostos.

Resumo da essência: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) substituirá PIS/COFINS no âmbito federal. IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) substituirá ICMS/ISS, com gestão compartilhada entre estados e municípios. A promessa é menos burocracia, crédito financeiro amplo e mais transparência na carga tributária. O QUE SÃO IBS E CBS

Ao longo do artigo, você verá checklists, estudos de caso e um plano 30-60-90 dias para começar já. E, no final, um Canal direto para conversar com a AEXO Contabilidade Digital, referência em planejamento tributário e implementação contábil para empresas que buscam eficiência fiscal com segurança.

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Completo para Empresas | AEXO


O que são IBS e CBS (e por que isso simplifica)

Definição direta ao ponto

  • CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços: tributo federal que substitui PIS e COFINS, trazendo regras padronizadas e não cumulativas.
  • IBS – Imposto sobre Bens e Serviços: tributo com gestão compartilhada entre estados e municípios, que substitui ICMS e ISS e busca harmonizar regras, reduzindo a “guerra fiscal” e a confusão atual entre legislações.

A Reforma Tributária trouxe duas siglas que estão mudando o jeito de pensar impostos no Brasil: IBS e CBS. Muitos empresários ainda não entendem como elas funcionam — e isso pode impactar diretamente no planejamento e nos custos da sua empresa.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, Paulo Oliveira (contador e sócio do Grupo AEXO), explica de forma simples:

✅ O que são IBS e CBS e como funcionam na prática;

✅ Quais impostos vão ser substituídos por eles;

✅ Como essas mudanças afetam empresas de diferentes portes;

✅ O que os empresários precisam fazer para se preparar;

✅ Dicas para adaptar o planejamento tributário sem correr riscos.

Assista agora (IBS e CBS Reforma Tributária):

O que muda conceitualmente

  1. Menos tributos sobre o consumo: em vez de múltiplos tributos heterogêneos, você lidará com apenas dois.
  2. Crédito financeiro mais amplo: reduz as amarras para aproveitar créditos ao longo das cadeias, evitando efeito cascata.
  3. Princípio do destino e transparência: foco em onde ocorre o consumo, com destaque claro do imposto na operação e mais previsibilidade para o empresário.

10 impactos práticos para a sua empresa | IBS e CBS Reforma Tributária

  1. Formação de preço mais limpa: com regra de crédito mais objetiva, o cálculo da margem tende a ganhar clareza.
  2. Compras inteligentes valem mais: a qualidade e rastreabilidade das suas notas de entrada serão ainda mais decisivas para maximizar créditos.
  3. Menos “surpresas fiscais”: regras padronizadas reduzem a chance de autuações por interpretação.
  4. ERP e fiscal precisam conversar: parametrização correta evita glosas de crédito e erros de alíquota.
  5. Contratos revistos: reajuste de preço, repasse tributário e cláusulas de compliance ganham importância.
  6. Mix de produtos/serviços: efeitos diferentes por NCM/serviço pedem análise de portfólio.
  7. Cadeias longas favorecidas: setores com várias etapas devem se beneficiar de créditos mais fluídos.
  8. Vendas interestaduais/serviços entre municípios: mais coerência na lógica do destino.
  9. Gestão de caixa: atenção ao timing de créditos e débitos; seu fluxo de caixa agradece.
  10. Planejamento tributário contínuo: revisões trimestrais passam a ser “obrigatórias” para não deixar dinheiro na mesa.

Setor por setor: o que esperar

Serviços

  • Cenário atual: historicamente mais onerado em modelos cumulativos.
  • Com IBS/CBS: tendência de não cumulatividade mais ampla; contratos de longo prazo e cláusulas de reajuste devem ser revistos para refletir a nova lógica de créditos e débitos.
  • Ação imediata: mapear custos elegíveis a crédito, reprecificar por linha de serviço e alinhar o ISS → IBS em cidades onde emite.

Comércio (varejo/atacado)

  • Cenário atual: destaca-se a complexidade de ICMS e regimes especiais.
  • Com IBS/CBS: foco em padronização, simplificando a gestão interestadual.
  • Ação imediata: rever cadastro fiscal de itens, NCM, origens e política de crédito para compras.

Indústria

  • Cenário atual: cadeias longas com múltiplos efeitos de PIS/COFINS/ICMS.
  • Com IBS/CBS: não cumulatividade robusta tende a limpar o efeito cascata, beneficiando quem tem contabilidade viva e documentação impecável.
  • Ação imediata: simular margens com crédito financeiro integral, revisar engenharia fiscal de insumos e contratos de fornecimento.

Economia digital e SaaS

  • Cenário atual: zona cinzenta entre ISS/ICMS em certos serviços.
  • Com IBS/CBS: expectativa de coerência no destino e regras claras de crédito.
  • Ação imediata: revisar cadastros de serviços, local do tomador e política de faturamento multijurisdições.

Como precificar no “novo normal” (sem perder margem) | IBS e CBS Reforma Tributária

  1. Parta do resultado líquido desejado: defina a margem alvo e volte para o preço.
  2. Estruture cenários com/sem créditos: nem todo custo “vira crédito” do mesmo jeito; simule.
  3. Diferencie por canal/UF/município: o cliente A pode ter custo tributário diferente do cliente B (logística, local do consumo).
  4. Cláusulas de variação: inclua nos contratos gatilhos para reajuste se a carga efetiva mudar.
  5. KPIs tributários no painel: não dá mais para gerenciar sem DRE gerencial, mapa de créditos, custo fiscal por item e ticket líquido.

Passo a passo de adequação: o plano 30–60–90 dias | IBS e CBS Reforma Tributária

Dias 0–30 — Diagnóstico e base de dados | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Mapeie tributos atuais por produto/serviço/UF/município.
  • Limpe cadastros (NCM, códigos de serviço, CFOP/CSOSN) e estruture o ERP.
  • Levante contratos com cláusulas de preço/repasse.
  • Inventarie fornecedores: quem fatura correto (para não travar seus créditos)?

Dias 31–60 — Simulações e contratos | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Simule IBS/CBS por família de produto/serviço (variações de margem).
  • Reprecifique onde necessário; escreva política de preço.
  • Revisite contratos: ajuste de preço, repasse tributário, prazos, penalidades e compliance.
  • Treine time fiscal/financeiro/vendas.

Dias 61–90 — Execução e monitoramento | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Rodagem assistida com conferência de notas e créditos.
  • Auditoria de 1º ciclo (DRE, conciliações, KPIs fiscais).
  • Agenda trimestral de revisão (o cenário evolui; sua configuração também deve evoluir).

Estudos de caso (números ilustrativos)

Caso A — Empresa de serviços B2B (consultoria de TI) | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: PIS/COFINS cumulativos limitando créditos; ISS variável por município.
  • Depois: CBS/IBS com não cumulatividade e foco no destino.
  • Resultado esperado: redução de efeito cascata, contratos com cláusula de repasse e margem estabilizada.

Caso B — Varejista interestadual | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: ICMS com complexidades regionais; PIS/COFINS com regras distintas por item.
  • Depois: IBS + CBS padronizados; crédito financeiro mais previsível.
  • Resultado esperado: simplificação logística, menos glosa e preço mais competitivo.

Caso C — Indústria de médio porte | IBS e CBS Reforma Tributária

  • Antes: cadeia longa sofrendo com cumulatividade parcial.
  • Depois: crédito amplo; limpeza do custo por insumo.
  • Resultado esperado: aumento de margem e melhor tráfego de créditos ao longo da cadeia.

Checklist executivo (copie e cole)

  • ERP parametrizado para crédito financeiro e regras por item/serviço.
  • Cadastro fiscal (NCM/serviço/CFOP/CSOSN) revisado e validado.
  • Política de compras priorizando fornecedores com nota correta.
  • Simulações de preço com IBS/CBS em três cenários (base, estresse, expansão).
  • Contratos com cláusulas de repasse e reajuste.
  • Treinamento para fiscal/financeiro/vendas/compras.
  • KPIs tributários no painel (créditos por R$ 1 de compra, custo fiscal por item, margem líquida por canal).
  • Calendário trimestral de revisão tributária.
  • Auditoria interna do 1º ciclo pós-implantação.

Perguntas frequentes (FAQ) | IBS e CBS Reforma Tributária

1) IBS e CBS são “novos impostos”?
Eles substituem tributos atuais (PIS/COFINS → CBS; ICMS/ISS → IBS). A proposta é simplificar e padronizar.

2) Vou pagar mais ou menos?
Depende do seu mix de produtos/serviços, cadeia de suprimentos, local do consumo e capacidade de gerar/cruzar créditos. Por isso, simular é obrigatório.

3) Como ficam meus créditos?
A lógica é não cumulativa com crédito financeiro mais amplo. Quem documenta bem e compra certo tende a se beneficiar.

4) Preciso trocar meu ERP?
Não necessariamente, mas você provavelmente terá que parametrizar melhor cadastros e regras fiscais para IBS/CBS e integração com NFs.

5) E o Simples Nacional/MEI?
Regras específicas seguem existindo; o ponto é avaliar se sua evolução de faturamento recomenda migrar de regime no começo do ano-calendário.

6) ISS x IBS em serviços locais?
O IBS busca padronizar em lugar do ISS/ICMS, com foco no destino e crédito financeiro. Isso deve diminuir disputas e “surpresas” interestaduais/municipais.

7) Vou precisar recontratar fornecedores?
Pode ser. Se o fornecedor não emite corretamente, você perde crédito. Priorize parceiros compliance-first.

8) Como evitar pagar “duas vezes” no período de transição?
Com planejamento e conciliação. Seu fluxo de créditos e débitos precisa estar mapeado para não “sumir” margem na virada.

9) Exportação e importação mudam?
Mudam as lógicas de crédito e destino; quem importa/exporta deve simular cenário cambial + IBS/CBS e ajustar contratos.

10) De quanto em quanto tempo reviso meu plano tributário?
Trimestralmente no mínimo — e sempre quando houver mudança de mix, canal, fornecedor ou jurisdição.

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Como a AEXO Contabilidade Digital te coloca na frente (e mantém você pagando menos)

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em planejamento tributário aplicado a empresas de serviços, comércio e indústria. Nosso trabalho é pragmático, integrado ao seu ERP e focado em resultado líquido:

O que entregamos na prática

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Conclusão: o melhor momento para agir é agora | IBS e CBS Reforma Tributária

A chegada de IBS e CBS não é só “troca de sigla”. É uma nova lógica de consumo e créditos que premia a organização e pune a improvisação. Quem simula cedo, saneia cadastros, treina o time e amarra contratos entra na nova fase com vantagem competitiva e carga tributária otimizada.

Se você quer crescer com previsibilidade, evitar sustos e pagar o mínimo legal, não deixe para a última hora. Coloque sua empresa em modo execução — e conte com quem vive esse assunto no dia a dia.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


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IBS e CBS Reforma Tributária

IBS e CBS na Reforma Tributária: Guia Completo para Empresas | AEXO

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O Que É o Fator R do Simples Nacional e Como Ele Pode Reduzir Seus Impostos

abrir uma empresa

O Fator R é um dos assuntos mais importantes quando falamos de planejamento tributário para empresas optantes pelo Simples Nacional. Ele é determinante para saber se sua empresa vai ser tributada pelo Anexo III (com alíquotas mais baixas) ou pelo Anexo V (com alíquotas mais elevadas).

Neste artigo, você vai entender, de forma clara e objetiva:

  • O que é o Fator R
  • Como ele é calculado
  • Quem precisa aplicar
  • Como usar o Fator R para pagar menos impostos
  • Como a AEXO Contabilidade pode ajudar sua empresa

fator R Simples Nacional

O Que é o Fator R?

O Fator R é um cálculo que compara a folha de pagamento da empresa com a sua receita bruta. Ele serve para determinar qual tabela do Simples Nacional (anexo) será aplicada a determinadas atividades.

Ele é usado para atividades que podem estar tanto no Anexo III quanto no Anexo V do Simples Nacional, como:

  • Clínicas médicas e odontológicas
  • Estética, fisioterapia e educação física
  • Psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional
  • Engenharia, arquitetura, advocacia e outras atividades intelectuais
  • Afiliados
  • Programadores

Aprenda agora como Fator R Simples Nacional funciona na prática:

Como é Calculado o Fator R?

A fórmula é simples:

Fator R = (Total da folha de pagamento dos últimos 12 meses / Receita bruta total dos últimos 12 meses) x 100

Se o resultado for igual ou superior a 28%, a empresa pode ser tributada pelo Anexo III.

Se for menor que 28%, obrigatoriamente cai no Anexo V, com alíquotas mais altas.

Diferença entre Anexo III e Anexo V

AnexoAlíquotas IniciaisAtividades
III6%Serviços com maior uso de mão de obra
V15,5%Atividades intelectuais com menor uso de mão de obra

A diferença de alíquotas pode representar uma economia de milhares de reais por mês.

As atividades de prestação de serviços mencionadas no § 5º-I do art. 18 da Lei Complementar nº 123/2006 serão enquadradas no Anexo III da mesma norma, desde que a relação entre a folha de salários e a receita bruta da empresa — conhecida como fator “r” — seja igual ou superior a 28%.

Por outro lado, caso essa proporção seja inferior a 28%, a tributação será realizada conforme o Anexo V, sendo aplicável especificamente às atividades listadas nos incisos XVI, XVIII, XIX, XX e XXI do § 5º-B, bem como no § 5º-D do referido artigo.

Para apurar o fator “r”, deve-se considerar os valores pagos em salários e a receita bruta acumulada nos 12 meses anteriores ao mês de apuração. Esse cálculo é determinante para definir o enquadramento tributário da empresa dentro do Simples Nacional.

A expressão “folha de salários”, para fins do cálculo, inclui os valores pagos a pessoas físicas a título de remuneração por serviços prestados, incluindo salários, pró-labore, encargos sociais, e contribuições efetivamente recolhidas ao INSS (parte patronal) e ao FGTS, desde que declarados corretamente na GFIP ou DCTFWeb.

Além disso, os salários a serem considerados incluem a base de cálculo da contribuição previdenciária prevista nos incisos I e III do art. 22 da Lei nº 8.212/1991, o que engloba o 13º salário no mês em que incidir a respectiva contribuição, conforme estabelecido no art. 7º da Lei nº 8.620/1993.

Importante frisar que pagamentos de aluguéis e distribuições de lucros não integram a base da folha de salários para esse cálculo.

Conforme os dispositivos legais mencionados:

  • O inciso I do art. 22 da Lei nº 8.212/91 estabelece contribuição de 20% sobre todas as remunerações pagas ou devidas aos empregados e trabalhadores avulsos, abrangendo gorjetas, utilidades, compensações do PPE, e demais valores habituais.
  • O inciso III do mesmo artigo impõe o mesmo percentual sobre valores pagos a contribuintes individuais, como autônomos que prestam serviços à empresa.

Portanto, para compor corretamente a base do fator “r”, é necessário incluir não apenas os salários e o pró-labore, mas também os pagamentos a profissionais autônomos, conforme estipula o § 24 do art. 18 da LC nº 123/2006.

ANEXO III DA LEI COMPLEMENTAR N° 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006

(vigência: 01/01/2018)

Alterado pela Lei Complementar n° 155/2016 (DOU de 28.10.2016), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Receitas de locação de bens móveis e de prestação de serviços não relacionados no § 5°-C do art. 18 desta Lei Complementar

Receita Bruta em 12 Meses (em R$)AlíquotaValor a Deduzir (em R$)
1ª FaixaAté 180.000,006,00%
2ª FaixaDe 180.000,01 a 360.000,0011,20%9.360,00
3ª FaixaDe 360.000,01 a 720.000,0013,50%17.640,00
4ª FaixaDe 720.000,01 a 1.800.000,0016,00%35.640,00
5ª FaixaDe 1.800.000,01 a 3.600.000,0021,00%125.640,00
6ª FaixaDe 3.600.000,01 a 4.800.000,0033,00%648.000,00
FaixasPercentual de Repartição dos Tributos
IRPJCSLLCofinsPIS/PasepCPPISS (*)
1ª Faixa4,00%3,50%12,82%2,78%43,40%33,50%
2ª Faixa4,00%3,50%14,05%3,05%43,40%32,00%
3ª Faixa4,00%3,50%13,64%2,96%43,40%32,50%
4ª Faixa4,00%3,50%13,64%2,96%43,40%32,50%
5ª Faixa4,00%3,50%12,82%2,78%43,40%33,50% (*)
6ª Faixa35,00%15,00%16,03%3,47%30,50%
(*) O percentual efetivo máximo devido ao ISS será de 5%, transferindo-se a diferença, de forma proporcional, aos tributos federais da mesma faixa de receita bruta anual. Sendo assim, na 5ª faixa, quando a alíquota efetiva for superior a 14,92537%, a repartição será:
FaixaIRPJCSLLCofinsPIS/PasepCPPISS
5ª Faixa, com alíquota efetiva superior a 14,92537%(Alíquota efetiva – 5%) x6,02%(Alíquota efetiva – 5%) x5,26%(Alíquota efetiva – 5%) x19,28%(Alíquota efetiva – 5%) x4,18%(Alíquota efetiva – 5%) x 65,26%Percentual de ISS fixo em 5 %

ANEXO V DA LEI COMPLEMENTAR N° 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006.

(vigência: 01/01/2018)

Alterado pela Lei Complementar n° 155/2016 (DOU de 28.10.2016), efeitos a partir de 01.01.2018 Redação Anterior

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional – Receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no § 5°-I do art. 18 desta Lei Complementar

Receita Bruta em 12 Meses (em R$)AlíquotaValor a Deduzir (em R$)
1ª FaixaAté 180.000,0015,50%
2ª FaixaDe 180.000,01 a 360.000,0018,00%4.500,00
3ª FaixaDe 360.000,01 a 720.000,0019,50%9.900,00
4ª FaixaDe 720.000,01 a 1.800.000,0020,50%17.100,00
5ª FaixaDe 1.800.000,01 a 3.600.000,0023,00%62.100,00
6ª FaixaDe 3.600.000,01 a 4.800.000,0030,50%540.000,00
FaixasPercentual de Repartição dos Tributos
IRPJCSLLCofinsPIS/PasepCPPISS
1ª Faixa25,00%15,00%14,10%3,05%28,85%14,00%
2ª Faixa23,00%15,00%14,10%3,05%27,85%17,00%
3ª Faixa24,00%15,00%14,92%3,23%23,85%19,00%
4ª Faixa21,00%15,00%15,74%3,41%23,85%21,00%
5ª Faixa23,00%12,50%14,10%3,05%23,85%23,50%
6ª Faixa35,00%15,50%16,44%3,56%29,50%

Exemplos de Cálculo do Fator R Simples Nacional

Exemplo 1:

  • Receita Bruta: R$ 300.000,00
  • Folha de Pagamento: R$ 90.000,00

Fator R = (90.000 / 300.000) x 100 = 30% Resultado: A empresa pode tributar pelo Anexo III.

Exemplo 2:

  • Receita Bruta: R$ 300.000,00
  • Folha de Pagamento: R$ 50.000,00

Fator R = (50.000 / 300.000) x 100 = 16,66% Resultado: A empresa vai para o Anexo V.

Quem Precisa Aplicar o Fator R?

Empresas com atividades que podem ser enquadradas tanto no Anexo III quanto no Anexo V do Simples Nacional. Essas atividades estão listadas na LC 123/2006 e também nos anexos da Resolução CGSN nº 140/2018.

Fonte oficial: Receita Federal – https://www.gov.br/receitafederal

Erros Comuns no Fator R Simples Nacional

  • Não considerar todos os encargos da folha (inclusive pró-labore)
  • Calcular com base mensal e não sobre os últimos 12 meses
  • Deixar de revisar o cálculo mensalmente
  • Estar com Código CNAE incorreto e ser tributado no anexo errado

Como Usar o Fator R Para Pagar Menos Impostos

  1. Otimize sua folha de pagamento: Avalie incluir mais colaboradores formais.
  2. Regularize o pró-labore dos sócios: Isso entra na composição do Fator R.
  3. Evite pagamento por fora da folha: Eles não contam para o Fator R.
  4. Faça o planejamento tributário com antecedência: A AEXO pode simular diferentes cenários e apontar o mais vantajoso.

Como a AEXO Contabilidade Pode Ajudar

A AEXO tem um método próprio de planejamento tributário para empresas do Simples Nacional. Nossos especialistas avaliam:

  • Seu histórico de faturamento e folha
  • Os CNAEs usados na sua empresa
  • A melhor forma de compor sua estrutura de custos
  • A aplicação correta do Fator R todos os meses

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Atividades Beneficiadas pelo Fator R Simples Nacional

Alguns dos segmentos que mais se beneficiam:

  • Administração e locação de imóveis de terceiros
  • Academias de dança, capoeira, ioga e artes marciais
  • Academias de atividades físicas, desportivas, natação e escolas de esportes
  • Elaboração de programas de computador (inclusive jogos eletrônicos), desde que desenvolvidos no estabelecimento da optante
  • Licenciamento ou cessão de direito de uso de software
  • Planejamento, criação, manutenção e atualização de páginas eletrônicas
  • Montagem de estandes para feiras
  • Laboratórios de análises clínicas ou de patologia clínica
  • Serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos ópticos
  • Serviços de prótese em geral
  • Fisioterapia
  • Medicina (inclusive laboratorial) e enfermagem
  • Medicina veterinária
  • Odontologia e prótese dentária
  • Psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição, vacinação e bancos de leite
  • Serviços de comissária, despachantes, tradução e interpretação
  • Arquitetura e urbanismo
  • Engenharia, medição, cartografia, topografia, geologia, geodésia, testes, suporte e análises técnicas e tecnológicas, pesquisa, design, desenho e agronomia
  • Representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros
  • Perícia, leilão e avaliação
  • Auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração
  • Jornalismo e publicidade
  • Agenciamento
  • Outras atividades do setor de serviços que, de forma cumulativa, envolvem a prestação de serviços de natureza intelectual, técnica, científica, desportiva, artística ou cultural — regulamentada ou não

Se você atua nessas áreas, não aplicar corretamente o Fator R é perder dinheiro.

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CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!

FAQ – Perguntas Frequentes | Fator R Simples Nacional

1. O Fator R é obrigatório? R: Sim, para empresas com atividades que constam nos Anexos III e V.

2. Qual o período considerado para o cálculo? R: Os últimos 12 meses, atualizados mensalmente.

3. Pró-labore entra no cálculo? R: Sim. Toda remuneração com encargos pagos entra.

4. Posso revisar meu Fator R a cada mês? R: Sim, e isso pode mudar o anexo de tributação.

5. A AEXO faz esse cálculo mensalmente para mim? R: Sim, e ainda orienta sobre as melhores estratégias para tributar menos.

Conclusão: O Fator R é Seu Aliado na Redução de Impostos

O Fator R é um poderoso instrumento de economia tributária. Mas para aproveitá-lo com segurança, é fundamental contar com uma contabilidade especializada.

A AEXO Contabilidade ajuda sua empresa a aplicar corretamente o Fator R, pagar menos impostos e crescer com segurança.

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Referências:

Fator R Simples Nacional

fator R Simples Nacional

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Receita Federal de Olho nos Bancos Digitais: Entenda os Riscos e Como se Proteger

Introdução | Receita Federal e Bancos Digitais

Receita Federal e Bancos Digitais: Com o crescimento dos bancos digitais, muitos empreendedores e autônomos passaram a usar contas como Nubank, C6, Inter e outras para suas movimentações financeiras. Mas a Receita Federal está de olho. Neste artigo, a AEXO Contabilidade alerta para os riscos e mostra como se proteger de multas com um bom planejamento tributário.

Receita Federal e bancos digitais

Receita Federal e o Monitoramento dos Bancos Digitais

Desde 2021, a Receita Federal intensificou a troca de dados com o Banco Central. Isso inclui o envio de relatórios por todas as instituições financeiras, inclusive fintechs. O objetivo é detectar inconsistências e possível sonegação.

Limites para Comunicação Obrigatória:

  • Pessoa Física: movimentações mensais acima de R$ 2.000
  • Pessoa Jurídica: movimentações mensais acima de R$ 6.000

Esses valores são cumulativos. Vários recebimentos de R$ 500, por exemplo, podem ultrapassar o limite e acionar o alerta da Receita.


O PIX e o Rastreio em Tempo Real | Receita Federal e Bancos Digitais

Com o advento do PIX, o governo ganhou uma ferramenta poderosa de rastreamento financeiro. As movimentações são eletrônicas, registradas e associadas ao seu CPF ou CNPJ. O prazo prescricional da Receita é de 5 anos, ou seja, você pode ser autuado mesmo por movimentações antigas.


Quais os Riscos de Não se Regularizar?

  • Multa de 20% sobre o valor sonegado;
  • Juros de 0,33% ao dia + correção pela Selic;
  • Tributação de até 27,5% na pessoa física;
  • Bloqueio de bens e contas;
  • Inclusão em malha fina e fiscalização.

Fonte: Receita Federal – Fiscalização


Como se Proteger com Planejamento Tributário | Receita Federal e Bancos Digitais

A solução não é esconder movimentações, mas estruturá-las com apoio contábil:

  • Abrir um CNPJ adequado ao seu tipo de atividade;
  • Emitir notas fiscais regularmente;
  • Escolher o melhor regime tributário (Simples, Lucro Presumido);
  • Categorizar corretamente os CNAEs;
  • Declarar corretamente na DIRPF ou DCTFWeb.

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Pessoa Física x Pessoa Jurídica: O Que Muda?

  • Pessoa Física paga IR sobre toda renda não declarada: até 27,5% + multa + juros.
  • Pessoa Jurídica pode pagar entre 4% e 13,33% com o regime certo e nota fiscal emitida.

Se você movimenta mais de R$ 5 mil/mês, vale a pena considerar a abertura de CNPJ.


FAQ Rápido | Receita Federal e Bancos Digitais

Receita monitora bancos digitais? Sim. Todas as fintechs são obrigadas a enviar relatórios para o BACEN.

Movimentações fracionadas são detectadas? Sim. O sistema soma os valores por mês, mesmo que sejam vários pequenos recebimentos.

O PIX é fiscalizado? Sim. O PIX é 100% rastreável.

Não emito nota e recebo via banco digital, posso ser multado? Sim. A multa pode chegar a 50% do valor movimentado com tributação + juros.

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Por que Contar com a AEXO Contabilidade?

  • Especialistas em negócios digitais e profissionais autônomos;
  • Planejamento tributário para pagar menos impostos legalmente;
  • Abertura de empresa 100% online;
  • Emissor de nota fiscal incluído;
  • Suporte contábil personalizado.

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Conclusão

A Receita Federal está cada vez mais conectada com bancos digitais. Movimentações não declaradas podem gerar autuações pesadas. Regularize sua situação com a AEXO Contabilidade e transforme sua gestão financeira em um diferencial competitivo.

AEXO: contabilidade digital que protege você e o seu futuro!

Receita Federal e bancos digitais

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

Reforma Tributária para Empresários: O Guia Completo (Atualizado 2025)

Introdução

reforma tributária para empresários é um dos temas mais relevantes do cenário econômico atual. Aprovada por meio da Emenda Constitucional 132/2023 e da LEI COMPLEMENTAR Nº 214, DE 16 DE JANEIRO DE 2025, que prometem transformar a forma como empresas recolhem impostos no Brasil. Neste guia definitivo, você entenderá as origens, as mudanças, os impactos diretos sobre seu negócio e como se preparar para essa nova realidade fiscal.

 reforma tributária

1. Breve Contexto Histórico do Sistema Tributário Brasileiro

Desde a Constituição de 1988, o sistema tributário brasileiro se caracteriza por sua complexidade, alto custo de conformidade e desequilíbrios na distribuição de receitas. Ao longo dos anos, diversas propostas de reforma foram debatidas, mas somente com a PEC 45/2019 — agora transformada na EC 132/2023 — foi possível alcançar consenso político e técnico para uma transformação ampla.

2. Quais os principais problemas do sistema atual?

  • Alta complexidade: mais de cinco tributos diferentes sobre consumo com regras conflitantes.
  • Burocracia: múltiplas obrigações acessórias (SPED, DCTF, EFD, etc.).
  • Guerra fiscal entre estados: incentivos concedidos sem coordenação.
  • Cumulatividade oculta: cascateamento de impostos que encarece produtos e serviços.

3. O que muda com a Reforma Tributária?

Com base na EC 132/2023 e LEI COMPLEMENTAR Nº 214, DE 16 DE JANEIRO DE 2025, os principais pontos da reforma são:

  1. Substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS) por dois: IBS e CBS.
  2. Cobrança no destino do consumo.
  3. Modelo de crédito financeiro: não cumulatividade real.
  4. Transição escalonada entre 2026 e 2033.
  5. Criação do Imposto Seletivo para produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente.

O que é IBS?

O IBS, sigla para Imposto sobre Bens e Serviços, é um dos tributos criados pela Reforma Tributária aprovada pela Emenda Constitucional 132/2023 e será responsável por substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), unificando esses dois impostos em uma cobrança única e mais simples. De natureza não cumulativa e com incidência sobre o consumo de bens e serviços, o IBS será cobrado no destino, ou seja, no local onde o produto ou serviço for efetivamente consumido, e não onde foi produzido ou prestado. Ele faz parte do novo modelo de tributação sobre o consumo e será gerido por um comitê gestor nacional, com representação dos estados e municípios. O objetivo do IBS é reduzir a complexidade do sistema tributário, eliminar distorções econômicas causadas pela guerra fiscal e garantir mais transparência e justiça fiscal entre as regiões brasileiras. Ele terá regras padronizadas, sistema de créditos financeiros (todo imposto pago na cadeia gera crédito para o próximo contribuinte) e será implementado gradualmente entre 2026 e 2033.

O que é CBS?

A CBS, sigla para Contribuição sobre Bens e Serviços, é o novo tributo federal criado pela Reforma Tributária para substituir o PIS e a Cofins, com o objetivo de simplificar a tributação sobre o consumo no âmbito da União. De natureza não cumulativa e com base ampla de incidência, a CBS será aplicada sobre a venda de bens, prestação de serviços e importações, independentemente do setor econômico. Diferente dos tributos que substitui, a CBS adotará o regime de crédito financeiro, em que todo valor pago na etapa anterior da cadeia gera crédito integral para o contribuinte seguinte, eliminando o efeito cascata típico do modelo atual. A alíquota da CBS será única para todas as operações, promovendo maior neutralidade e reduzindo distorções. Sua arrecadação será de competência federal e sua implementação ocorrerá de forma escalonada a partir de 2026, conforme definido na Emenda Constitucional 132/2023 e nos projetos de regulamentação em andamento. A CBS representa um avanço na busca por um sistema tributário mais justo, simples e transparente para empresas de todos os portes.

O que é IS (Imposto Seletivo)?

O IS, ou Imposto Seletivo, é um tributo criado pela Reforma Tributária por meio da Emenda Constitucional 132/2023, com a finalidade de incidir sobre bens e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. Também conhecido como “imposto do pecado”, ele será aplicado, por exemplo, sobre produtos como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis fósseis e agrotóxicos, funcionando como um instrumento de regulação de consumo e de políticas públicas. O IS terá caráter extrafiscal, ou seja, sua principal função não é arrecadatória, mas sim desincentivar o consumo de determinados itens, por meio da elevação de seu custo. A cobrança será feita em etapas específicas da cadeia produtiva e a alíquota poderá variar conforme o grau de nocividade do produto. A competência para instituí-lo é da União, mas sua regulamentação completa ainda está sendo definida em projeto de lei complementar. Embora não substitua nenhum imposto atual, o IS complementa o novo sistema de tributação ao lado da CBS (federal) e do IBS (estadual e municipal), compondo o tripé da nova estrutura de impostos sobre consumo no Brasil.

O que é Split Payment?

O Split Payment, ou pagamento fracionado, é um mecanismo de arrecadação tributária previsto na Reforma Tributária brasileira, que visa tornar o recolhimento de impostos mais seguro, transparente e eficiente. Na prática, o modelo funciona de forma automática: ao realizar uma operação de compra e venda, o valor referente ao tributo — como CBS ou IBS — é separado no momento do pagamento e transferido diretamente para os cofres públicos, sem passar pelas contas da empresa vendedora. Isso reduz drasticamente o risco de inadimplência tributária e fraudes fiscais, já que o imposto é recolhido na fonte, no ato da transação. O sistema de Split Payment exigirá integração entre bancos, operadoras de cartão, emissores de notas fiscais eletrônicas e a administração tributária, e deve ser especialmente aplicado em operações com riscos elevados de evasão fiscal ou em setores sensíveis. Embora ainda dependa de regulamentação específica, o Split Payment é considerado uma inovação importante para o novo modelo tributário brasileiro, contribuindo para a automação do cumprimento de obrigações e para o aumento da eficiência na arrecadação.

4. Impactos da Reforma Tributária por Regime de Tributação

4.1 Simples Nacional | Reforma Tributária

Empresas optantes pelo Simples Nacional serão as mais atingidas e deverão se atentar a:

  • Avaliação da migração para regimes mais vantajosos a depender do setor.
  • Escolher entre recolher ou não IBS e CBS em suas operações.

4.2 Lucro Presumido | Reforma Tributária

Empresas nesse regime sentirão os efeitos mais fortes da nova legislação, pois o crédito financeiro poderá se tornar mais vantajoso ou desvantajoso dependendo da cadeia produtiva. Será necessário rever precificação, contratos e estrutura de custo.

4.3 Lucro Real | Reforma Tributária

Empresas do Lucro Real, por já estarem mais estruturadas, tendem a se beneficiar da simplificação e da nova sistemática de crédito. No entanto, será necessário readequar sistemas ERP, notas fiscais e auditorias.

5. Cronograma de Implementação da Reforma Tributária

AnoEvento
2026Início da parametrização das notas fiscais com informações de CBS e IBS.
2027Extinção do PIS e Cofins
2029Início da extinção gradual de ICMS e ISS
2033Conclusão da transição — sistema antigo totalmente substituído

6. Oportunidades e Riscos para os Empresários

Oportunidades | Reforma Tributária

  • Redução de custos com compliance.
  • Maior previsibilidade tributária.
  • Ambiente mais atrativo para investimentos.

Riscos | Reforma Tributária

  • Aumento da carga tributária em alguns setores.
  • Necessidade de investimento em tecnologia e sistemas.
  • Riscos na transição simultânea entre dois sistemas.

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Conclusão

A reforma tributária brasileira representa uma mudança profunda na forma de arrecadação e fiscalização. Para os empresários, a chave será o planejamento tributário estratégico e a adoção de tecnologia contábil. O momento de se preparar é agora.

Entre em contato agora mesmo com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como se planejar e economizar impostos da maneira correta.

Perguntas Frequentes (FAQ)

  1. O que é o IBS e a CBS?
    São os novos tributos que substituirão PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS.
  2. Empresas do Simples pagarão CBS e IBS?
    Poderão escolher se recolherão ou não esses tributos, lembrando que se não recolherem não poderão transferir crédito.
  3. O que é o Imposto Seletivo?
    Um tributo extra sobre produtos como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis, etc.
  4. O que muda no crédito tributário?
    Agora será financeiro: todo imposto pago gera crédito compensável.
  5. Quando começa a valer a reforma?
    A partir de 2026, com transição até 2033.
  6. Como me preparar?
    Atualize seu ERP, reveja seu regime tributário e procure um contador.
  7. Há risco de aumento de imposto?
    Depende do setor e da cadeia produtiva.
  8. Como ficam os incentivos fiscais estaduais?
    Serão gradualmente extintos ou substituídos.
  9. Empresas precisam mudar seu regime atual agora?
    Não imediatamente, mas devem se planejar.
  10. Qual o papel do contador?
    Fundamental na análise de impacto, planejamento e adequação tecnológica.

Próximos Passos

Quer garantir que sua empresa esteja preparada para a reforma tributária? Agende uma consultoria especializadainscreva-se no nosso canal no YouTube e receba atualizações semanais sobre o tema.

Escrito por :

Andrius Dourado

Fundador e CEO da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

Simples Nacional: Como fazer a distribuição de lucros de forma correta e sem pagar impostos

Entenda as regras, os requisitos legais e como evitar erros que podem gerar multas ou tributação indevida

Distribuição de lucros no Simples Nacional: Se você é dono de uma empresa optante pelo Simples Nacional, provavelmente já ouviu falar que é possível distribuir lucros sem pagar Imposto de Renda ou INSS. Mas será que isso vale para todos os casos? Quais são as regras para fazer essa distribuição corretamente?

Neste artigo, vamos explicar como funciona a distribuição de lucros no Simples Nacional, quais são os cuidados necessários, e como a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar sua empresa a fazer isso com segurança, dentro da lei e com economia tributária real.

distribuição de lucros no Simples Nacional

O que é a distribuição de lucros no Simples Nacional?

A distribuição de lucros é o repasse dos lucros da empresa aos sócios, após o pagamento de todas as obrigações e tributos. No caso das empresas do Simples Nacional, essa distribuição pode ser feita sem incidência de impostos, desde que algumas regras sejam cumpridas.

Ou seja, é uma forma legal de remunerar os sócios com isenção de IR e INSS, diferente do pró-labore, que exige recolhimentos obrigatórios.


É possível distribuir lucros no Simples Nacional sem pagar impostos?

Sim, é possível. A legislação permite a isenção de tributos sobre lucros distribuídos, desde que a empresa:

  • Esteja regular com suas obrigações tributárias;
  • Tenha escrituração contábil completa e atualizada;
  • Apure o lucro de forma correta, com base no lucro líquido contábil.

Sem escrituração contábil regular, a Receita Federal limita a isenção ao valor da presunção de lucro, que varia de 8% a 32% do faturamento, conforme a atividade da empresa. Qualquer valor distribuído acima disso pode ser tributado.


Como calcular o lucro para distribuição?

A distribuição de lucros deve seguir este cálculo básico:

  1. Receita BrutaDespesas Operacionais e Tributárias = Lucro Líquido Contábil
  2. Parte desse lucro pode ser reservada (como capital de giro ou investimentos), e o restante pode ser distribuído entre os sócios, proporcionalmente às cotas definidas no contrato social.

Com a contabilidade em dia, é possível distribuir até 100% do lucro líquido sem pagar impostos.


Quais documentos são necessários?

Para que a distribuição de lucros seja legal e isenta, sua empresa deve manter:

  • Escrituração Contábil Digital (ECD);
  • Balanço Patrimonial atualizado;
  • Demonstração do Resultado do Exercício (DRE);
  • Registro da deliberação dos sócios sobre a distribuição (como uma ata ou termo formal).

Esses documentos são essenciais em uma eventual fiscalização, e a AEXO Contabilidade cuida de todo esse processo para garantir que você possa distribuir lucros com tranquilidade e segurança jurídica.


Qual a diferença entre pró-labore e distribuição de lucros?

O pró-labore é o valor pago mensalmente aos sócios que atuam na empresa, como se fosse um salário, e sofre incidência de INSS e IRPF.

Já a distribuição de lucros, quando feita com base na contabilidade regular, é isenta de tributação e representa o rendimento decorrente da lucratividade da empresa.

Importante: o sócio que trabalha na empresa é obrigado a receber um pró-labore, mesmo que pequeno. Só então ele poderá receber distribuição de lucros sem problemas com o Fisco.


Pode distribuir lucros mesmo com impostos em atraso?

Não. A legislação (art. 32 da Lei nº 4.357/64) determina que empresas com débitos fiscais federais não podem distribuir lucros aos sócios.

Se sua empresa está com impostos em atraso, é necessário regularizar ou parcelar os débitos antes de qualquer distribuição. A AEXO Contabilidade pode te ajudar com isso, realizando o diagnóstico completo da sua situação fiscal e montando um plano de ação.


Quais os riscos de distribuir lucros sem contabilidade?

Distribuir lucros acima dos limites legais ou sem comprovação contábil pode gerar:

  • Cobrança de IR e INSS retroativos;
  • Multas por omissão de receitas;
  • Problemas com a Receita Federal ou com a Previdência.

Ou seja, a economia inicial pode virar um prejuízo grande no futuro. Por isso, conte com um escritório de contabilidade especializado, como a AEXO, para evitar dores de cabeça.

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Como a AEXO Contabilidade ajuda sua empresa a distribuir lucros com segurança?

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em planejamento tributário, contabilidade estratégica e organização financeira para pequenas empresas, profissionais liberais e negócios digitais.

Com nossa equipe, você terá:

✅ Balanço e DRE atualizados
✅ Escrituração contábil dentro dos padrões da Receita Federal
✅ Cálculo correto dos lucros disponíveis para distribuição
✅ Assessoria completa sobre pró-labore e remuneração de sócios
✅ Atendimento digital, rápido e humanizado

Se você quer pagar menos impostos e distribuir seus lucros de forma legal, segura e isenta, a AEXO é sua melhor parceira.


Conclusão

Distribuir lucros no Simples Nacional é um direito garantido por lei, mas para isso, é fundamental manter a contabilidade regularizada. Essa é a única forma de garantir a isenção de impostos, evitar problemas com o Fisco e remunerar os sócios com segurança jurídica.

Com a AEXO Contabilidade Digital, você tem tudo o que precisa para organizar sua empresa, reduzir a carga tributária e garantir uma gestão financeira inteligente.

Entre em contato agora mesmo com nossos especialistas e veja como a AEXO pode transformar a saúde financeira da sua empresa.

distribuição de lucros no Simples Nacional

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 6 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

Distribuição de Lucros ou Pró-labore: Qual é a melhor escolha para sua empresa?

Entenda as diferenças e como escolher a opção mais vantajosa para seu negócio

Distribuição de lucros ou pró-labore: Empreendedores e sócios de empresas frequentemente se deparam com uma dúvida importante: o que é melhor, distribuição de lucros ou pró-labore? A resposta certa depende do tipo de empresa, do papel dos sócios na operação e, principalmente, de um planejamento tributário eficiente.

Neste artigo, você vai entender a diferença entre os dois modelos de remuneração, os impostos envolvidos, as vantagens de cada um e como a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar sua empresa a economizar legalmente.

Distribuição de lucros ou pró-labore

O que é pró-labore?

O pró-labore é a remuneração paga ao sócio que atua ativamente na empresa, exercendo funções administrativas ou técnicas. Funciona como um “salário do sócio”, e, por isso, está sujeito a encargos obrigatórios:

  • INSS: contribuição previdenciária obrigatória (11% do sócio + 20% da empresa)
  • IRRF: caso o valor ultrapasse a faixa de isenção

O pró-labore deve ser declarado na folha de pagamento e recolhido mensalmente.


O que é distribuição de lucros?

Já a distribuição de lucros é o repasse dos lucros obtidos pela empresa ao longo do período, após o pagamento de todas as obrigações fiscais, tributárias e trabalhistas.

Quando realizada com base na escrituração contábil regular, a distribuição de lucros é isenta de Imposto de Renda e INSS, o que representa uma forma legal de remunerar sócios com menor carga tributária.


Quais são as principais diferenças entre pró-labore e distribuição de lucros?

CritérioPró-laboreDistribuição de Lucros
ObrigatoriedadeObrigatório para sócios que atuamOpcional (se houver lucro apurado)
TributaçãoINSS e IRRFIsenta (com contabilidade regular)
PeriodicidadeMensalMensal, trimestral ou anual
Declaração no IRRendimentos tributáveisRendimentos isentos e não tributáveis
Registro em folhaSimNão

Qual é a melhor escolha: pró-labore ou distribuição de lucros?

A melhor escolha depende da estrutura da sua empresa e da função dos sócios. De forma geral:

  • Se o sócio atua na operação da empresa, o pagamento de pró-labore é obrigatório por lei.
  • A distribuição de lucros é complementar e pode ser feita sem incidência de tributos, desde que a empresa tenha contabilidade regular e lucros comprovados.

Portanto, a combinação dos dois modelos é o mais comum e vantajoso: um pró-labore mínimo para cumprir a legislação e o restante da remuneração via lucros, com economia tributária.


Quais são os riscos de não pagar pró-labore?

Empresas que distribuem lucros sem pagar pró-labore aos sócios que atuam no negócio correm sérios riscos fiscais. A Receita Federal pode entender que houve tentativa de evasão fiscal, exigindo o recolhimento retroativo de INSS e IRPF, com multas e juros.

Além disso, a empresa pode ser impedida de distribuir lucros se tiver débitos com o Fisco, conforme determina o art. 32 da Lei 4.357/1964.


Como a AEXO Contabilidade pode te ajudar a economizar com segurança?

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em atender empresas de serviços, negócios digitais, profissionais liberais e pequenas empresas que buscam mais controle financeiro e economia tributária.

Nossa equipe realiza um planejamento tributário personalizado, ajudando você a definir o valor ideal do pró-labore, calcular lucros com base em dados contábeis confiáveis e evitar erros que possam comprometer sua empresa no futuro.

Se você ainda faz sua contabilidade apenas com base em impostos e não tem balanço contábil atualizado, você está deixando dinheiro na mesa — e assumindo riscos desnecessários.

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Dica bônus: como equilibrar pró-labore e distribuição de lucros?

Aqui vai um modelo de estrutura recomendada para sócios-administradores, com base em boas práticas contábeis:

  • Estabeleça um pró-labore mínimo compatível com o mercado (para evitar passivos fiscais e previdenciários);
  • Utilize a contabilidade completa para apurar corretamente o lucro líquido;
  • Separe uma parte dos lucros para reserva de capital e outra para distribuição;
  • Faça registros formais com ata de reunião de sócios e movimentações contábeis adequadas.

Com o suporte da AEXO, tudo isso é feito com transparência, segurança e foco em pagar menos impostos dentro da legalidade.


Conclusão: pró-labore ou distribuição de lucros?

Ambos são importantes e devem coexistir na gestão de empresas organizadas. O pró-labore cumpre a exigência legal e garante a contribuição previdenciária do sócio, enquanto a distribuição de lucros é o caminho mais eficiente para uma remuneração com menor carga tributária.

A decisão correta passa por uma contabilidade estratégica. Por isso, conte com a AEXO Contabilidade Digital, referência em soluções contábeis inteligentes para quem deseja crescer com segurança, economia e clareza nas finanças.

MÉDICOS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 6 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

Posso distribuir lucros sem pró-labore?

Entenda se é permitido distribuir lucros sem retirar pró-labore

Distribuir lucros sem pró-labore: Uma dúvida muito comum entre sócios de empresas é: “Posso distribuir lucros sem pagar pró-labore?”. Essa questão é importante porque envolve não apenas a parte contábil, mas também obrigações fiscais e previdenciárias. Afinal, enquanto os lucros são isentos de imposto de renda, o pró-labore exige contribuição ao INSS e, em alguns casos, retenção de IRRF.

Neste artigo, vamos esclarecer como funciona a distribuição de lucros, a obrigatoriedade (ou não) do pró-labore e o que diz a legislação. E se você busca uma contabilidade especializada para cuidar disso com segurança, a AEXO Contabilidade Digital é referência para pequenas e médias empresas em todo o Brasil.

distribuir lucros sem pró-labore

O que é pró-labore e por que ele é importante?

O pró-labore é a remuneração dos sócios que atuam na administração da empresa. Diferente da distribuição de lucros, ele tem natureza salarial e, por isso, sofre incidência de encargos como INSS (20% para a empresa + 11% do sócio) e IRRF, se ultrapassar a faixa de isenção.

De acordo com a legislação brasileira, o sócio administrador que efetivamente trabalha na empresa deve receber pró-labore, mesmo que eventualmente também receba lucros.


A legislação permite distribuir lucros sem pagamento de pró-labore?

Segundo a Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, a distribuição de lucros é isenta de imposto de renda, desde que a empresa mantenha escrituração contábil regular. No entanto, o Fisco exige que haja o pagamento de pró-labore aos sócios que exercem atividades operacionais ou administrativas.

Portanto, do ponto de vista legal e fiscal, não é recomendável distribuir lucros sem o pagamento prévio de pró-labore, quando o sócio atua na empresa. Isso pode gerar questionamentos em fiscalizações, especialmente por parte da Receita Federal e da Previdência Social.


Quais os riscos de não pagar pró-labore?

A prática de distribuir lucros sem pagar pró-labore pode gerar autuações fiscais e a requalificação dos lucros como remuneração, fazendo com que a empresa seja obrigada a recolher retroativamente os encargos de INSS e IRRF, com multas e juros.

Além disso, empresas que declaram pró-labore zero por vários anos e distribuem lucros de forma recorrente chamam a atenção do Fisco, pois essa conduta pode ser interpretada como tentativa de sonegação fiscal.


Quando é possível distribuir lucros sem pró-labore?

Existem duas situações em que é possível distribuir lucros sem pagar pró-labore:

  1. Sócios investidores (quotistas passivos): se o sócio não exerce nenhuma função na empresa, ou seja, não trabalha nela, ele pode receber lucros normalmente sem precisar receber pró-labore.
  2. Empresas inativas ou sem atividade operacional: em casos muito específicos, pode haver distribuição de lucros de exercícios anteriores, mesmo sem retirada de pró-labore no ano vigente — desde que a empresa tenha contabilidade regular.

Mas atenção: essas exceções precisam estar muito bem documentadas, com respaldo técnico da contabilidade.


Como fazer a distribuição de lucros corretamente?

Para distribuir lucros com segurança jurídica e tributária, é necessário:

  • Ter escrituração contábil regular, com balanço patrimonial e demonstração de resultados;
  • Ter todas as obrigações fiscais e tributárias em dia;
  • Ter pagamento de pró-labore devidamente registrado (caso haja atuação dos sócios);
  • Registrar a distribuição de lucros por meio de documentação formal, como ata de reunião de sócios e lançamento contábil.

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AEXO Contabilidade: segurança e clareza na sua distribuição de lucros

Na AEXO Contabilidade Digital, nós orientamos nossos clientes de forma clara e estratégica para que a distribuição de lucros seja feita da maneira mais vantajosa possível, dentro dos limites legais.

Com uma contabilidade moderna, especializada em empresas de serviços, comércio digital e profissionais liberais, ajudamos você a pagar menos impostos de forma legal e proteger seu negócio de problemas fiscais.

Se você tem dúvidas sobre pró-labore, lucros ou regime tributário ideal, fale agora com um dos nossos especialistas!


Conclusão: posso distribuir lucros sem pró-labore?

A resposta é: depende da sua função na empresa. Se você é sócio e atua como administrador, é necessário pagar pró-labore para que a distribuição de lucros seja considerada legal e isenta de impostos.

Ignorar essa regra pode levar a fiscalizações e prejuízos tributários. Portanto, conte com uma contabilidade especializada como a AEXO Contabilidade Digital, que oferece orientação personalizada e garante que sua empresa esteja sempre em conformidade com a legislação.

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 6 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

Distribuição de Lucros: o que é, impostos e como fazer na sua empresa

Entenda de forma prática o que é a distribuição de lucros

A distribuição de lucros é uma das principais formas de remuneração dos sócios de uma empresa, principalmente em negócios estruturados como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. Mas muitas dúvidas ainda cercam o tema: distribuição de lucros paga imposto? É obrigatória? Como fazer corretamente?

Neste artigo, a AEXO Contabilidade Digital, especialista em planejamento tributário e contabilidade para empresas de pequeno e médio porte, explica tudo o que você precisa saber para evitar problemas com o Fisco e aproveitar ao máximo os benefícios legais dessa prática.

distribuição de lucros

O que é distribuição de lucros?

A distribuição de lucros é a divisão dos ganhos líquidos da empresa entre seus sócios ou acionistas. Esse valor é apurado com base nos resultados financeiros do negócio, normalmente após o pagamento das despesas operacionais, impostos e outras obrigações.

📌 Importante: a distribuição de lucros só pode ser feita se houver lucro contábil apurado e se a empresa estiver com a contabilidade em dia. Por isso, contar com um escritório como a AEXO Contabilidade é essencial.

🎯 No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Samuel Lira explica de forma simples e direta qual a diferença entre pró-labore e distribuição de lucros, como funciona a tributação em cada caso e os cuidados essenciais para evitar dor de cabeça! Confira agora:


Distribuição de lucros paga imposto?

Essa é uma dúvida muito comum: os lucros distribuídos são tributados?

Não, desde que…

A distribuição de lucros é isenta de Imposto de Renda na Pessoa Física (IRPF), desde que a empresa tenha escrituração contábil regular que comprove a apuração desses lucros.

Atenção: se a empresa não possui contabilidade regular ou opta por realizar retiradas superiores ao limite legal, parte dos valores pode ser tributada como pró-labore, com incidência de INSS e IRRF.

É aqui que a AEXO Contabilidade entra: ela garante que a escrituração e apuração dos lucros estejam corretas e dentro da legalidade, evitando o risco de autuações e impostos indevidos.


Diferença entre pró-labore e distribuição de lucros

Embora ambos sejam formas de remuneração, há diferenças importantes:

Pró-laboreDistribuição de Lucros
É uma remuneração mensal pelo trabalho do sócioÉ a divisão do lucro líquido da empresa
Sofre tributação de INSS e IRRFIsenta de impostos, desde que comprovada
Obrigatório para sócios que atuam na empresaOpcional, depende do lucro real apurado
Deve ser registrado na folha de pagamentoDeve constar na escrituração contábil

🔍 Na prática, a combinação dos dois é o ideal, e a AEXO orienta você no melhor equilíbrio para pagar menos tributos.


Como fazer a distribuição de lucros corretamente

Para fazer a distribuição de lucros de forma segura e legal, é fundamental seguir estes passos:

  1. Mantenha a contabilidade regularizada
    • A escrituração contábil é obrigatória para apuração correta dos lucros.
    • A AEXO oferece esse serviço com total transparência.
  2. Defina uma política de distribuição
    • Pode ser mensal, trimestral, semestral ou anual.
    • Precisa ser compatível com a saúde financeira da empresa.
  3. Apure o lucro contábil líquido
    • Após o pagamento de todas as despesas e tributos.
  4. Registre corretamente no Livro Diário
    • Documento obrigatório, especialmente para Lucro Presumido e Real.
  5. Realize os pagamentos aos sócios
    • Via transferência bancária, com documentação apropriada.

Regimes tributários e impacto na distribuição de lucros

O regime tributário da empresa impacta diretamente na forma e no valor que pode ser distribuído como lucro:

Simples Nacional

Empresas do Simples podem distribuir lucros isentos até o valor do lucro presumido, conforme tabela da Receita. Valores superiores precisam de escrituração contábil para garantir a isenção total.

Lucro Presumido

É obrigatório ter balancete e escrituração contábil para distribuir valores acima do lucro presumido padrão.

Lucro Real

A distribuição pode ser feita com base nos lucros reais apurados e exige contabilidade 100% atualizada.

Com a AEXO Contabilidade, sua empresa recebe orientação clara sobre o melhor caminho para otimizar a distribuição de lucros e reduzir carga tributária.

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Como calcular a distribuição de lucros em uma empresa?

Para entender como distribuir os lucros corretamente entre os sócios, é necessário seguir uma lógica contábil clara. O cálculo parte do faturamento bruto e considera todas as despesas e custos do negócio ao longo do período. Veja como funciona:

Etapas básicas do cálculo:

1ª etapa:
Receitas totais – custos = lucro bruto

2ª etapa:
Lucro bruto – custos = lucro líquido

Exemplo prático:

Imagine uma empresa que faturou R$ 300.000,00 no ano. Desse valor, foram pagos R$ 24.000,00 em impostos sobre faturamento e R$ 30.000,00 em custos operacionais diretos, como mão de obra e materiais.

  • Lucro Bruto = R$ 300.000,00 – R$ 24.000,00 – R$ 30.000,00 = R$ 246.000,00

Ao longo do ano, a empresa teve também R$ 50.000,00 em despesas administrativas (aluguel, energia, escritório etc.). Subtraindo essas despesas, temos:

  • Lucro Líquido = R$ 246.000,00 – R$ 50.000,00 = R$ 196.000,00

Com dois sócios na empresa, sendo um com 60% de participação e outro com 40%, e decidindo reter 30% do lucro para reinvestimentos, ou seja, R$ 58.800,00, restam R$ 137.200,00 a serem distribuídos.

A divisão será feita assim:

  • Sócio 1 (60%) = R$ 82.320,00
  • Sócio 2 (40%) = R$ 54.880,00

Como saber quanto cada sócio deve receber?

O valor da distribuição de lucros entre os sócios depende diretamente da proporção de participação de cada um no capital social da empresa. Vamos ver outro exemplo:

Se a empresa tiver três sócios, com as seguintes cotas:

  • Sócio 1: 50%
  • Sócio 2: 30%
  • Sócio 3: 20%

E o lucro líquido do exercício for de R$ 765.000,00, a distribuição será proporcional às participações:

  • Sócio 1: R$ 382.500,00
  • Sócio 2: R$ 229.500,00
  • Sócio 3: R$ 153.000,00

Essa divisão precisa estar claramente definida no Contrato Social ou em ata registrada, além de estar respaldada por uma contabilidade regular e atualizada, algo que a AEXO Contabilidade garante com excelência.


Diferença entre Lucro Real e Lucro Presumido na tributação

O regime tributário afeta diretamente como os lucros são apurados e tributados.

Lucro Real

No Lucro Real, o IRPJ e a CSLL incidem sobre o lucro efetivamente apurado após o abatimento de todas as despesas operacionais e administrativas. Isso permite maior precisão na apuração dos tributos e, em caso de prejuízo contábil, a empresa fica isenta do pagamento desses dois impostos.

Porém, a escrituração contábil é obrigatória e detalhada, exigindo mais controle e planejamento — o que a AEXO oferece de forma simplificada com apoio tecnológico.

Lucro Presumido

Já no Lucro Presumido, os tributos são calculados sobre uma margem de lucro definida previamente pela Receita Federal, que varia conforme a atividade da empresa (ex: 32% para serviços).

Mesmo que a empresa tenha prejuízo financeiro no período, ainda assim os impostos devem ser pagos com base nessa margem, o que pode gerar uma carga tributária desvantajosa em alguns casos.

Por isso, a escolha entre os regimes deve ser feita com cautela, e contar com um parceiro como a AEXO Contabilidade é essencial para simular cenários e definir o melhor caminho.


Regras para distribuição de lucros no Simples Nacional

Empresas optantes pelo Simples Nacional também podem distribuir lucros isentos de IR, desde que observem algumas regras básicas:

  • O Contrato Social deve estabelecer claramente os percentuais de participação e a periodicidade da distribuição (mensal, trimestral, anual).
  • Lucros acumulados de anos anteriores podem ser distribuídos, desde que tenham sido apurados com base em contabilidade regular.
  • A escrituração contábil é obrigatória para lucros superiores ao limite de presunção da Receita Federal. Sem isso, a Receita pode entender que parte da distribuição deveria ser tributada como pró-labore.

Além disso, a distribuição deve ser declarada na Declaração de Imposto de Renda do sócio, na seção de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis.


Empresas com tributos atrasados podem distribuir lucros?

A legislação brasileira proíbe a distribuição de lucros por empresas que possuam débitos tributários com a União. Isso significa que enquanto houver pendências fiscais, os sócios não podem receber lucros formalmente, sob pena de autuação.

Para liberar a distribuição, a empresa precisa quitar ou parcelar os débitos, o que pode ser feito com o suporte de um contador especializado como os da AEXO Contabilidade.


Vantagens de contar com a AEXO Contabilidade na distribuição de lucros

A AEXO é referência em contabilidade digital especializada para empresas que querem crescer com segurança tributária.

Confira os benefícios:

  • Escrituração contábil completa, de acordo com o regime da sua empresa
  • Simulações e planejamento para pagar menos impostos legalmente
  • Atendimento personalizado com contadores experientes
  • Plataforma online com relatórios financeiros e gestão fiscal
  • Evita multas e autuações por distribuição irregular

💡 Empreender com inteligência é entender que distribuição de lucros mal feita pode custar caro. Com a AEXO, você fica tranquilo e foca no crescimento do seu negócio.


Conclusão: distribuição de lucros exige atenção e estratégia

A distribuição de lucros é uma excelente maneira de remunerar os sócios sem pagar impostos desnecessários — desde que feita corretamente. Para isso, é essencial ter contabilidade ativa e precisa.

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em ajudar empresas de todo o Brasil a estruturarem sua remuneração societária com segurança, estratégia e economia tributária.

🔗 Entre em contato com a AEXO e descubra como distribuir lucros com segurança fiscal:
www.aexocontabil.com.br

Como Pagar Menos Impostos: A Importância de um Contador Especializado

movimentar muito dinheiro na conta distribuição de lucros

Pagar menos impostos de forma legal e segura é uma preocupação para qualquer empresário. No Brasil, com um sistema tributário complexo e mudanças constantes na legislação, contar com a ajuda de um contador especializado é crucial para que a empresa otimize seus processos, cumpra todas as obrigações fiscais e, ao mesmo tempo, reduza a carga tributária de maneira eficiente.

Neste artigo, vamos explorar como a escolha de um contador especializado pode fazer a diferença nos resultados financeiros de uma empresa, evitando erros, economizando tempo e garantindo uma melhor gestão tributária.

MENOS IMPOSTOS

O Papel do Contador na Redução de Impostos

Uma das principais funções de um contador especializado é identificar oportunidades de economia fiscal para a empresa. Isso envolve o conhecimento detalhado das legislações federais, estaduais e municipais, além das particularidades do setor de atuação do negócio. Contadores experientes sabem como utilizar os benefícios fiscais disponíveis para diminuir o montante de impostos pagos, sem infringir a lei.

Além disso, o contador especializado realiza um planejamento tributário estratégico. Com ele, é possível definir qual o melhor regime tributário para a empresa (Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido), a fim de maximizar os lucros e minimizar os custos com tributos.

Regimes Tributários: Qual Escolher para Pagar Menos Impostos?

A escolha do regime tributário correto é um dos fatores que mais influencia o valor dos impostos pagos por uma empresa. No Brasil, existem três regimes principais: Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido. A decisão sobre qual adotar deve levar em conta a atividade da empresa, seu faturamento e outras variáveis.

  • Simples Nacional: Ideal para micro e pequenas empresas, pois unifica diversos tributos em uma única guia, facilitando o pagamento e, muitas vezes, reduzindo a carga tributária.
  • Lucro Real: Adequado para empresas que têm margens de lucro pequenas ou que podem se beneficiar de deduções legais, como créditos de impostos.
  • Lucro Presumido: Indicado para empresas com margens de lucro mais elevadas e que preferem simplificar o processo de apuração do imposto.

Um contador especializado analisará minuciosamente o perfil da sua empresa para recomendar o regime mais vantajoso e assegurar que você pague o menor valor possível em impostos.

Vantagens de Contar com um Planejamento Tributário

O planejamento tributário é uma das ferramentas mais poderosas para que uma empresa pague menos impostos. Ele consiste em uma análise detalhada das operações da empresa, com o objetivo de encontrar maneiras de reorganizar essas operações para se beneficiar das brechas legais existentes na legislação tributária.

Empresas que adotam um bom planejamento tributário podem:

  • Aproveitar benefícios fiscais: Como incentivos regionais ou setoriais que permitem a redução ou isenção de determinados tributos.
  • Evitar erros e autuações fiscais: Um contador especializado sabe como evitar multas e penalidades que surgem de erros no cumprimento das obrigações tributárias.
  • Melhorar o fluxo de caixa: Com menos impostos a pagar, a empresa mantém mais recursos financeiros disponíveis para investir no próprio crescimento.

Redução de Impostos e Conformidade Legal

A redução de impostos é possível dentro dos parâmetros legais e deve ser feita de forma planejada. Uma das maiores vantagens de contar com um contador especializado é a garantia de que todas as estratégias adotadas estarão de acordo com a legislação vigente, evitando riscos futuros.

Empresas que tentam diminuir sua carga tributária sem o auxílio de um contador qualificado correm o risco de cometer irregularidades que podem resultar em autuações fiscais, multas pesadas e até mesmo problemas jurídicos.

A Importância de um Contador Especializado para Micro e Pequenas Empresas

Muitos pequenos empresários acreditam que, por terem um faturamento menor, não precisam de um contador especializado. Contudo, é justamente para essas empresas que o suporte contábil pode fazer ainda mais diferença. Micro e pequenas empresas podem se beneficiar de regimes fiscais simplificados e outros incentivos que nem sempre são aproveitados devido à falta de conhecimento técnico.

Um contador especializado tem a capacidade de enxergar além das obrigações básicas e oferecer soluções que melhoram a saúde financeira do negócio, otimizando não apenas a questão tributária, mas também a gestão de fluxo de caixa, a organização de documentos e até a obtenção de linhas de crédito.

O Impacto da Contabilidade Consultiva na Redução de Impostos

A contabilidade consultiva é um novo modelo de serviço contábil que vai além das tarefas rotineiras, como a apuração de impostos. Ela visa oferecer suporte estratégico ao empresário, antecipando problemas e propondo soluções para reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e, claro, pagar menos impostos.

Com esse tipo de serviço, o contador atua como um consultor de negócios, ajudando a empresa a alcançar melhores resultados financeiros por meio de uma gestão fiscal eficiente. Esse acompanhamento constante permite que o empresário tome decisões mais embasadas e aproveite ao máximo as oportunidades de economia fiscal que surgem ao longo do ano.

Como a AEXO Contabilidade Digital Pode Ajudar Sua Empresa

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em oferecer soluções contábeis personalizadas que ajudam empresas de todos os portes a pagar menos impostos de forma legal e segura. Nossa equipe de contadores experientes utiliza as melhores práticas do mercado para garantir que seu negócio esteja sempre em conformidade com a legislação, ao mesmo tempo em que maximiza seus benefícios fiscais.

Já ajudamos centenas de empresas a economizar milhões de reais em impostos, por meio de um atendimento digital rápido, prático e eficiente. Com uma abordagem moderna e inovadora, oferecemos todo o suporte necessário para que você tenha mais tranquilidade e foco no crescimento do seu negócio, enquanto cuidamos de toda a parte contábil.

Troca de Contador para Maximizar a Economia Fiscal

Se você está insatisfeito com o serviço contábil atual e sente que sua empresa pode estar pagando mais impostos do que deveria, saiba que é possível trocar de contador a qualquer momento. Ao optar por um contador especializado e com experiência em redução de impostos, como a equipe da AEXO Contabilidade Digital, você pode melhorar significativamente os resultados financeiros do seu negócio.

Nossa experiência com empresas de diversos setores nos permite encontrar as melhores soluções para cada caso, garantindo que todas as oportunidades de economia fiscal sejam aproveitadas ao máximo.

Cidades de São Paulo e a Importância de Um Contador Especializado

O estado de São Paulo é o maior centro empresarial do Brasil, com cidades que são verdadeiros polos de negócios, como a capital São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José dos Campos. Cada uma dessas cidades possui particularidades fiscais que podem influenciar diretamente no valor dos impostos que sua empresa precisa pagar.

A AEXO Contabilidade Digital tem vasta experiência em atender empresas dessas e de outras regiões do estado, ajudando empresários a entender as nuances tributárias locais e aproveitá-las para pagar menos impostos. Nosso conhecimento detalhado das legislações estaduais e municipais nos permite oferecer um serviço altamente personalizado para cada cliente.

Dicas para Escolher um Contador Especializado

Escolher o contador certo pode ser o diferencial entre pagar mais ou menos impostos. Aqui estão algumas dicas importantes para ajudá-lo nessa escolha:

  1. Experiência no seu setor: Um contador especializado no seu ramo de atuação conhece as particularidades fiscais que podem ser exploradas a seu favor.
  2. Atualização constante: A legislação tributária muda frequentemente, por isso é importante que o contador esteja sempre atualizado com as últimas novidades fiscais.
  3. Atendimento personalizado: Busque um contador que ofereça soluções adaptadas às necessidades específicas do seu negócio.
  4. Tecnologia e inovação: Um contador que utiliza ferramentas digitais pode oferecer um serviço mais ágil e eficiente, facilitando o acesso às informações e a comunicação.

Conclusão

Pagar menos impostos de forma legal e estratégica é possível com o auxílio de um contador especializado. A AEXO Contabilidade Digital está aqui para ajudar sua empresa a alcançar essa meta, oferecendo um serviço contábil de qualidade, com foco na economia fiscal e no crescimento do seu negócio.

Entre em contato conosco e descubra como podemos transformar sua contabilidade em uma aliada para o sucesso empresarial!

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