Cronograma da Reforma Tributária: o que muda de 2026 a 2033

Introdução: a Reforma Tributária já começou e quem se antecipa sai na frente: Entenda o Cronograma

Cronograma da Reforma Tributária de 2026 a 2033: A Reforma Tributária brasileira não é mais uma promessa distante. Ela já está em curso, com base na Emenda Constitucional nº 132/2023 e na Lei Complementar nº 214/2025, e trará a maior transformação no sistema de tributação sobre o consumo nas últimas décadas.

Embora muitos empresários ainda enxerguem a reforma como algo abstrato ou “para o futuro”, a realidade é clara: as decisões tomadas, entre 2024 e 2026, definirão quem terá vantagem competitiva até 2033 e quem enfrentará aumento de carga tributária, perda de margem e problemas operacionais.

Entender o cronograma da Reforma Tributária, ano a ano, é essencial para transformar incerteza em planejamento estratégico. A transição será longa, gradual e complexa, exigindo atenção técnica, revisão de processos e apoio especializado.

Neste guia completo, você vai entender:

  • o que é a Reforma Tributária e por que ela afeta diretamente sua empresa;
  • quais são os objetivos do novo modelo tributário;
  • como funcionará o IVA Dual (IBS + CBS);
  • o cronograma detalhado da transição de 2026 a 2033;
  • impactos no Simples Nacional, PMEs e empresas B2B;
  • se a carga tributária tende a aumentar ou diminuir;
  • regimes especiais, alíquotas reduzidas e exceções;
  • riscos e oportunidades do período de transição;
  • por que o planejamento precisa começar antes de 2026;
  • como a AEXO Contabilidade pode preparar sua empresa para esse novo cenário.
cronograma da reforma tributária

O que é a Reforma Tributária e por que ela afeta sua empresa?

A Reforma Tributária do consumo nasce da necessidade de corrigir um dos sistemas fiscais mais complexos, caros e litigiosos do mundo. Atualmente, empresas brasileiras precisam lidar com regras diferentes para ICMS (27 estados) e ISS (mais de 5.500 municípios), além de PIS, COFINS e IPI, cada um com bases de cálculo próprias, cumulatividade e exceções.

Esse cenário gera:

  • insegurança jurídica;
  • alto custo de conformidade;
  • guerra fiscal entre estados e municípios;
  • dificuldades para crescer e investir;
  • perda de competitividade internacional.

A reforma busca simplificar, padronizar e tornar transparente a tributação sobre o consumo, aproximando o Brasil dos modelos mais eficientes do mundo.


Qual o objetivo central da Reforma Tributária?

O objetivo da Reforma Tributária não é apenas trocar nomes de impostos. A proposta é estrutural.

Entre os principais objetivos, destacam-se:

  • simplificação do sistema tributário;
  • eliminação da cumulatividade (efeito cascata);
  • neutralidade econômica (menos distorções nas decisões de negócio);
  • tributação no destino, e não mais na origem;
  • redução da guerra fiscal;
  • maior transparência para empresas e consumidores.

Estudos do próprio Ministério da Fazenda indicam que essas mudanças podem gerar crescimento adicional de 12% a 20% do PIB ao longo de 15 anos, tornando o ambiente de negócios mais previsível e eficiente.


O novo modelo: IVA Dual (IBS + CBS)

O coração da Reforma Tributária é a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA dual), amplamente utilizado em países desenvolvidos.

Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)

  • Tributo federal
  • Substitui PIS e COFINS
  • Incide sobre bens e serviços
  • Não cumulativo
  • Gera crédito amplo

Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)

  • Tributo estadual e municipal compartilhado
  • Substitui ICMS e ISS
  • Regras uniformes em todo o país
  • Gestão centralizada por um Comitê Gestor
  • Fim da legislação fragmentada por estado e município

Imposto Seletivo (IS)

Conhecido como “imposto do pecado”, incidirá sobre bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como:

  • cigarros;
  • bebidas alcoólicas;
  • outros produtos definidos em lei.


Cronograma da Reforma Tributária: transição completa até 2033

A Reforma Tributária não entra em vigor de forma abrupta. O processo foi desenhado para ocorrer gradualmente, permitindo adaptação de empresas, governos e sistemas.

Visão geral da transição

  • Início da regulamentação: 2024–2025
  • Período de testes: 2026
  • Primeira virada efetiva: 2027
  • Transição ICMS/ISS → IBS: 2029 a 2032
  • Sistema totalmente novo: 2033

2024 e 2025: fase de regulamentação

Esse período é marcado pela consolidação das regras por meio da Lei Complementar nº 214/2025, que detalha:

  • funcionamento do IBS e da CBS;
  • criação do Comitê Gestor do IBS;
  • regimes específicos e alíquotas diferenciadas;
  • cashback tributário para famílias de baixa renda;
  • regras do Imposto Seletivo.

Embora ainda não haja impacto financeiro direto relevante, essa é a fase mais estratégica para o planejamento, pois define as bases do novo sistema.

👉 Empresas que se organizam agora evitam retrabalho e erros caros no futuro.


2026: ano de testes do novo sistema

O ano de 2026 funcionará como um período de teste obrigatório, com alíquotas simbólicas:

TributoAlíquota em 2026Finalidade
CBS0,9%Teste do tributo federal
IBS0,1%Teste do tributo estadual/municipal

Apesar do impacto financeiro reduzido, o cumprimento das obrigações acessórias será fundamental. Empresas que não se adaptarem poderão enfrentar problemas quando as alíquotas definitivas entrarem em vigor.


2027 e 2028: CBS em pleno vigor e fim do IPI

O ano de 2027 marca a primeira grande virada prática da Reforma Tributária.

Principais mudanças

  • CBS substitui definitivamente PIS e COFINS
  • IPI é zerado (com exceção da Zona Franca de Manaus)
  • Imposto Seletivo começa a ser aplicado

O ano de 2028 será de consolidação e ajustes operacionais.


2029 a 2032: transição ICMS e ISS para IBS

Essa é a fase mais complexa da reforma.

AnoIBSICMS/ISS remanescentes
202910%90%
203020%80%
203130%70%
203240%60%

Durante esse período, as empresas lidarão simultaneamente com:

  • CBS
  • IBS parcial
  • ICMS e ISS reduzidos

👉 Planejamento tributário e sistemas bem ajustados serão indispensáveis.


2033: implementação total do novo sistema

A partir de 1º de janeiro de 2033:

  • ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI serão extintos
  • IBS, CBS e Imposto Seletivo estarão plenamente em vigor
  • O Brasil passará a operar integralmente no modelo de IVA Dual

A alíquota vai aumentar ou diminuir?

A resposta técnica é: depende do setor, da estrutura e do planejamento.

Estimativas apontam uma alíquota média combinada (IBS + CBS) em torno de 28%, mas:

  • setores essenciais terão alíquotas reduzidas;
  • cesta básica terá alíquota zero;
  • serviços de saúde, educação e cultura terão redução de 60%;
  • transporte público terá redução de 30%.

Reforma Tributária e Simples Nacional

O Simples Nacional não será extinto, mas passará a operar em um modelo híbrido.

Duas opções para o IBS e a CBS

  • recolher dentro do DAS (sem gerar crédito)
  • recolher fora do DAS (gerando crédito para clientes)

Empresas B2B precisarão analisar cuidadosamente essa escolha para não perder competitividade.


Por que o planejamento precisa começar antes de 2026

Esperar a reforma “chegar” é um erro estratégico.

Riscos

  • impacto negativo no fluxo de caixa (split payment)
  • perda de crédito tributário
  • contratos mal estruturados
  • sistemas despreparados

Oportunidades

  • aproveitamento amplo de créditos
  • redução de litígios
  • previsibilidade tributária
  • vantagem competitiva

Estudo de caso: empresa preparada pela AEXO Contabilidade

Uma empresa de serviços B2B, optante pelo Simples Nacional, vende majoritariamente para outras empresas.

Com o apoio da AEXO Contabilidade:

  • simulou cenários com IBS/CBS;
  • optou por recolhimento “por fora” do DAS;
  • ajustou contratos;
  • adaptou ERP e emissão de notas.

Resultado:

  • manutenção da competitividade
  • geração de crédito para clientes
  • transição segura para o novo modelo.

Recomendações práticas para empresas | Cronograma da Reforma Tributária

  • revise seu regime tributário anualmente;
  • simule cenários da Reforma Tributária;
  • adapte sistemas e ERPs;
  • revise contratos;
  • acompanhe regulamentações;
  • conte com especialistas em tributação.

A AEXO Contabilidade atua de forma consultiva, técnica e estratégica durante toda a transição da Reforma Tributária.

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FAQ — Perguntas Frequentes sobre o Cronograma da Reforma Tributária

1. A Reforma Tributária já está valendo?
Sim, a transição já começou.

2. Quando o novo imposto entra em vigor de fato?
CBS em 2027 e IBS gradualmente até 2033.

3. O Simples Nacional vai acabar?
Não.

4. Empresas pequenas serão prejudicadas?
Depende do planejamento.

5. A carga tributária vai aumentar?
Depende do setor e da estrutura.

6. O que é IBS?
Imposto que substitui ICMS e ISS.

7. O que é CBS?
Imposto que substitui PIS e COFINS.

8. O que é split payment?
Retenção automática do imposto no pagamento.

9. Preciso mudar meus sistemas?
Sim, obrigatoriamente.

10. Quem pode me ajudar?
A AEXO Contabilidade.


Conclusão: a Reforma Tributária não é um evento é um processo estratégico

A Reforma Tributária redefine a forma como empresas calculam preços, margens, contratos e fluxo de caixa. Quem se antecipa transforma complexidade em vantagem competitiva.

Quem ignora o cronograma corre riscos desnecessários.

A AEXO Contabilidade é referência em planejamento tributário, Reforma Tributária e adaptação empresarial, ajudando empresas a atravessar esse período com segurança, eficiência e inteligência fiscal.


AEXO a sua Contabilidade

👉 Quer preparar sua empresa para o Cronograma da Reforma Tributária de 2026 a 2033?
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O futuro tributário da sua empresa começa agora.

cronograma da reforma tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal no Brasil — Entenda o Que Vai Mudar!

Introdução

Venda sem nota fiscal? A partir de 2026, o Brasil viverá uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete simplificar o sistema de impostos, aumentar a transparência e — talvez o ponto mais importante — acabar definitivamente com as vendas sem nota fiscal.
O novo modelo de arrecadação trará monitoramento digital em tempo real, integração com bancos, e um sistema de pagamento automático de impostos, o chamado Split Payment.

Neste artigo, você vai entender como o governo vai eliminar a informalidade, o impacto do IBS e CBS, o papel do Drex (Real Digital) nesse novo cenário e o que as empresas precisam fazer agora para não correr riscos.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal — Prepare Sua Empresa com a AEXO Contabilidade


O Fim da Venda Sem Nota Fiscal: O Que Está Acontecendo?

Durante anos, muitos empreendedores acreditaram que vender sem nota era uma forma de “aumentar o lucro” e “pagar menos impostos”.
Mas esse cenário está com os dias contados. A partir da Reforma Tributária de 2026, todas as operações financeiras — seja via PIX, TED, boleto ou cartão — serão rastreáveis e cruzadas automaticamente com o sistema da Receita Federal.

Isso significa que cada transação comercial será monitorada em tempo real, e o imposto será retido automaticamente no ato da venda.
A informalidade deixará de ser apenas arriscada — ela se tornará impossível.


O Que São IBS e CBS?

Os novos tributos criados pela Reforma Tributária são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Esses dois impostos substituem vários tributos atuais (como ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS), criando um sistema unificado, digital e automático.

O objetivo é simplificar a cobrança e evitar fraudes fiscais, eliminando a necessidade de cálculos complexos e múltiplos recolhimentos.
Com o IBS e a CBS, o governo terá acesso instantâneo às informações de cada venda, reduzindo drasticamente as chances de sonegação.


Split Payment: O Novo Modelo de Pagamento Fracionado

O Split Payment (pagamento dividido) é uma das peças mais revolucionárias da nova arrecadação tributária.
Ele faz com que, no momento em que o cliente realiza o pagamento, o sistema divida automaticamente o valor da venda, enviando uma parte para o empreendedor e outra diretamente para o governo.

Na prática, isso significa que o imposto será pago instantaneamente, sem depender da emissão de guia, boleto ou cálculo manual.
O Split Payment acaba com o risco de sonegação e garante recolhimento preciso e imediato, tornando o sistema tributário brasileiro mais transparente e eficiente.


Como o Governo Vai Rastrear as Transações?

Com a chegada da digitalização total do sistema fiscal, o governo brasileiro passará a ter integração direta com bancos, operadoras de cartão e plataformas de pagamento.
Todas as operações realizadas via PIX, TED, cartão de crédito, débito, boleto e até aplicativos serão cruzadas com os registros da Receita Federal.

O sistema usará inteligência artificial (IA) para identificar discrepâncias entre faturamento declarado e movimentações financeiras, permitindo fiscalização automática e em tempo real.
Essa automação visa reduzir a evasão, aumentar a arrecadação e premiar empresas que atuam na legalidade.

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O Papel do DREX (Real Digital)

O Drex, o Real Digital criado pelo Banco Central, será o grande facilitador dessa nova estrutura tributária.
Trata-se de uma moeda digital oficial, com lastro no real físico, que permitirá transações automáticas e seguras entre cidadãos, empresas e governo.

Com o Drex, o pagamento de impostos poderá ser tokenizado, permitindo transações instantâneas com dedução automática de tributos — integrando o Split Payment e o sistema de IBS/CBS em tempo real.
O resultado? Menos burocracia, mais transparência e total rastreabilidade financeira.


O Impacto Para Pequenas e Médias Empresas

As PMEs serão diretamente afetadas pela nova estrutura.
Empresas que ainda operam sem nota fiscal terão seus recebimentos bloqueados ou sofrerão autuações automáticas, já que o sistema de pagamento detectará transações sem registro tributário.

Por outro lado, quem estiver regularizado e com contabilidade digital ativa terá benefícios como:

  • Maior credibilidade com bancos e fornecedores
  • Facilidade para obtenção de crédito
  • Acesso simplificado a incentivos fiscais e programas públicos

Empresas que contam com contabilidade digital moderna, como a AEXO Contabilidade, já estão preparadas para essa transição e oferecem suporte completo para adequação ao novo sistema tributário. Não venda sem nota fiscal! Estamos aqui para te ajudar a se adequar ao novo sistema tributário e pagar o menos imposto dentro da lei!

Quer saber como calcular os impostos no Simples Nacional? Aprenda clicando no link abaixo 👇

Como ficará o Simples Nacional com a Reforma Tributária?


Como se Preparar Para 2026

  1. Regularize o CNPJ e garanta que todas as suas vendas tenham nota fiscal.
  2. Implemente um sistema contábil digital integrado a meios de pagamento.
  3. Converse com um contador especializado na Reforma Tributária para revisar seu enquadramento.
  4. Acompanhe o Fator R e o regime tributário ideal (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).
  5. Automatize o pagamento de tributos com ferramentas integradas ao Drex e Split Payment.

AEXO Contabilidade: Seu Parceiro na Nova Era Tributária

A AEXO Contabilidade Digital está na vanguarda da transformação contábil no Brasil.
Com tecnologia de ponta, atendimento especializado e foco em resultados, a AEXO ajuda empresas de todos os portes a se adequarem à Reforma Tributária 2026, garantindo segurança fiscal, economia e conformidade total.

👉 Fale com a AEXO Contabilidade e descubra como preparar sua empresa para o futuro do sistema tributário brasileiro.
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Conclusão | Reforma Tributária 2026 fim da venda sem nota fiscal

O fim da venda sem nota fiscal representa um divisor de águas no cenário empresarial do Brasil.
Com o avanço da Reforma Tributária 2026, a era da informalidade chega ao fim e dá lugar à era da transparência digital.

Empresas que se adaptarem a tempo terão vantagens competitivas, melhor reputação e crescimento sustentável.
As que insistirem na informalidade, por outro lado, ficarão para trás.

A boa notícia é que você ainda tem tempo para se preparar — e a AEXO Contabilidade está pronta para te ajudar a dar esse passo com segurança.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal — Prepare Sua Empresa com a AEXO Contabilidade

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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O que muda em 2026 com a Reforma Tributária: passo a passo para se preparar e proteger sua empresa

A Reforma Tributária IBS e CBS de 2026 é uma das maiores transformações fiscais da história do Brasil. Ela vai impactar diretamente todas as empresas, independentemente do porte ou regime tributário. Seja você MEI, Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, entender as novas regras é essencial para não pagar mais impostos do que o necessário.

Neste artigo completo, você vai aprender o que muda na prática com a criação do IBS e da CBS, quais serão os efeitos sobre o Simples Nacional, e o que precisa fazer agora para proteger o seu negócio e manter a lucratividade.

E no final, te mostrarei como a AEXO Contabilidade Digital, especialista em planejamento tributário, pode ajudar sua empresa a se preparar e transformar a Reforma Tributária em uma oportunidade real de crescimento.


🧩 O que é a Reforma Tributária de 2026?

A Reforma Tributária tem como principal objetivo simplificar o sistema de impostos e corrigir distorções que há décadas prejudicam o ambiente de negócios no Brasil.
Ela substituirá cinco tributos — PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS — por dois novos impostos de base ampla:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): tributo federal que substitui PIS e COFINS;
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): tributo estadual e municipal que substitui ICMS e ISS.

Esse novo modelo é conhecido como IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado) e segue padrões internacionais. Ou seja, o imposto será cobrado somente sobre o valor adicionado, evitando a cobrança em cascata que tanto encarece produtos e serviços hoje.

reforma tributária 2026 IBS e CBS


⚙️ Como o IVA Dual vai funcionar na prática | Reforma Tributária IBS e CBS

Com o novo sistema, as empresas passarão a pagar o imposto apenas sobre a diferença entre o preço de venda e o custo de aquisição. Isso torna a tributação mais justa e transparente.

Outra grande novidade é o Split Payment — mecanismo em que o imposto será recolhido diretamente pelo governo no momento da transação. Dessa forma, o valor do imposto não passa mais pelo caixa da empresa, reduzindo erros, fraudes e inconsistências contábeis.

Além disso, haverá crédito financeiro de forma ampla, permitindo que empresas recuperem créditos tributários de maneira mais simples e ágil.


🏢 Impactos da Reforma Tributária IBS e CBS no Simples Nacional

Para quem é optante do Simples Nacional, a boa notícia é que a alíquota geral não deve aumentar. No entanto, a forma de recolhimento dos tributos pode mudar.

Empresas do Simples poderão optar por dois modelos:

  1. Modelo Tradicional (Guia DAS): recolhimento unificado, como é hoje — porém, sem direito a transferência de créditos tributários para clientes.
  2. Modelo Híbrido: parte dos tributos será paga fora do Simples, com possibilidade de gerar créditos de IBS e CBS, o que pode beneficiar empresas que vendem para outras pessoas jurídicas.

A decisão sobre qual modelo adotar dependerá do perfil do seu negócio, e por isso o planejamento tributário antecipado é fundamental.


💼 Efeitos para empresas do Lucro Presumido e Lucro Real

Empresas desses regimes sentirão o impacto mais imediato.
Com a Reforma, o cálculo dos tributos será simplificado, mas a alíquota total pode variar entre 25% e 28,5%, dependendo do setor.
Por outro lado, o novo sistema reduz distorções regionais e setoriais, favorecendo negócios com cadeia produtiva longa.

O Lucro Presumido pode perder parte de sua atratividade, já que o IBS e a CBS eliminarão alguns benefícios fiscais.
Já o Lucro Real tende a se tornar mais competitivo, especialmente para empresas com muitas despesas dedutíveis.

💡 Dica da AEXO Contabilidade: antes de escolher o regime tributário para 2026, simule diferentes cenários com base no faturamento e nas despesas dedutíveis. Pequenas variações podem gerar economia de até 30% em tributos.


🔎 O que muda no dia a dia das empresas

A principal mudança será na forma de apuração e recolhimento.
As empresas precisarão adaptar seus sistemas contábeis e fiscais para registrar corretamente as transações e os créditos de IBS e CBS.

Outros impactos diretos:

  • Alterações nos documentos fiscais eletrônicos (NFe, NFSe e NFCe);
  • Necessidade de sistemas integrados de gestão (ERP atualizados);
  • Novas obrigações acessórias simplificadas, mas com cruzamento de dados mais rigoroso;
  • Maior transparência nas notas fiscais, mostrando claramente o imposto embutido no preço final.

🧮 Como calcular o IBS e a CBS

O IBS e a CBS serão calculados sobre o valor da operação.

Cada ente (União, Estados e Municípios) terá sua parcela de arrecadação automaticamente dividida pelo sistema.

Exemplo prático:

  • Valor da mercadoria ou serviço: R$ 1.000
  • Alíquota combinada: 28%
  • Total de imposto: R$ 280
  • Valor total da operação: R$ 1.280
  • Valor líquido recebido pela empresa: R$ 1.000

O objetivo é que o imposto se torne mais visível e previsível, evitando surpresas no fechamento contábil.


🧭 Como se preparar para a Reforma Tributária IBS e CBS de 2026

1. Faça um diagnóstico fiscal

Analise sua estrutura tributária atual. Entenda quanto paga em impostos hoje e como o IBS e a CBS impactarão seu setor.

2. Revise seus sistemas e processos

Atualize softwares de gestão, notas fiscais e controles internos. O compliance fiscal será fundamental para evitar autuações.

3. Treine sua equipe

O sucesso da transição depende da capacitação dos times de contabilidade e financeiro.

4. Revise contratos e preços

Com a transparência do imposto, margens e precificações precisarão ser ajustadas.

5. Busque apoio especializado

Tenha uma contabilidade digital de confiança que ofereça simulações personalizadas e planejamento tributário contínuo.


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A AEXO Contabilidade Digital é referência em planejamento tributário estratégico e otimização fiscal.
Com equipe especializada nas novas regras do IBS e CBS, a AEXO ajuda sua empresa a:

  • Reduzir a carga tributária legalmente;
  • Escolher o melhor regime para 2026;
  • Implementar sistemas contábeis automatizados;
  • Garantir compliance total e tranquilidade fiscal.

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❓FAQ – Perguntas frequentes sobre a Reforma Tributária IBS e CBS de 2026

1. O que é o IBS e a CBS?
São os novos tributos que substituirão PIS, COFINS, ICMS e ISS, criando um sistema unificado de cobrança de impostos sobre o consumo.

2. O Simples Nacional vai acabar?
Não. O Simples continuará existindo, mas poderá ter uma nova forma de recolhimento híbrido.

3. As alíquotas de imposto vão aumentar?
Depende do setor. Algumas empresas podem pagar mais, outras menos. O segredo está no planejamento.

4. Quando as mudanças entram em vigor?
A transição começa em 2026 e se completa até 2033, de forma gradual.

5. Como posso me preparar?
Busque orientação profissional. A AEXO Contabilidade oferece diagnósticos e simulações personalizadas.


🧠 Conclusão | Reforma Tributária IBS e CBS

A Reforma Tributária de 2026 é inevitável — mas com planejamento e assessoria certa, ela pode ser uma oportunidade para otimizar custos e crescer com segurança.
Empresas que se adaptarem primeiro terão vantagem competitiva, enquanto as que demorarem correm o risco de aumentar a carga tributária e perder mercado.

📊 A AEXO Contabilidade Digital está pronta para guiar sua empresa nessa transição.
Entre em contato e prepare-se hoje para o futuro tributário do Brasil.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

reforma tributária 2026 IBS e CBS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Nova Isenção do Imposto de Renda 2026: Quem Ganha Até R$ 5 Mil Está Isento!

A nova proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais é uma das mudanças mais aguardadas pelos brasileiros. Essa atualização promete aliviar o bolso da classe média e, ao mesmo tempo, trazer mais justiça tributária ao país.

Mas afinal, quem realmente será beneficiado? Quando a nova regra passa a valer? E como essa mudança pode impactar empresários e profissionais autônomos?

Neste artigo completo, a AEXO Contabilidade Digital — referência nacional em consultoria contábil e parceira de grandes fintechs como a InfinitePay — explica tudo o que você precisa saber sobre essa nova política tributária e como se preparar para ela.

nova isenção do imposto de renda 2026


O Que Muda na Nova Isenção do Imposto de Renda

Atualmente, o limite de isenção do Imposto de Renda é de R$ 2.259 mensais. Isso significa que qualquer pessoa que receba acima desse valor já é tributada, seguindo a tabela progressiva que pode chegar até 27,5%.

Essa tabela, no entanto, estava defasada há anos, penalizando especialmente a classe média, que via seu poder de compra reduzir progressivamente, enquanto as camadas mais ricas — que recebem dividendos e rendimentos isentos — pagavam proporcionalmente menos impostos.

Com a nova proposta, o limite de isenção será ampliado para R$ 5 mil, beneficiando cerca de 10 milhões de brasileiros. Essa medida visa corrigir distorções e equilibrar a carga tributária, garantindo que quem ganha menos pague menos.


Como Fica a Tributação para Outras Faixas de Renda

  • Até R$ 5.000: Isenção total do Imposto de Renda.
  • De R$ 5.000 a R$ 7.350: Haverá redução gradual da alíquota, promovendo uma transição suave e justa.
  • Acima de R$ 50 mil mensais: Passará a existir uma alíquota mínima de 10%, com tributação progressiva conforme o valor da renda.

Isenção e alíquotas do Imposto de Renda: compare as mudanças. — Foto: Arte/g1


Quando a Nova Isenção do Imposto de Renda Passa a Valer

Se o projeto for aprovado pelo Senado ainda em 2025, a nova tabela entrará em vigor em 2026, impactando diretamente a declaração do Imposto de Renda de 2027 (Receita Federal).

Isso significa que os contribuintes devem começar a se planejar agora, adaptando seus controles financeiros e contábeis para aproveitar ao máximo os benefícios e evitar inconsistências na declaração.


Por Que Essa Mudança É Tão Importante

A defasagem da tabela do Imposto de Renda é uma das principais injustiças tributárias do país.
Enquanto os salários aumentaram nos últimos anos, os limites de isenção ficaram praticamente congelados, fazendo milhões de brasileiros pagarem impostos indevidos.

Com a nova correção, o governo busca restabelecer o equilíbrio tributário, estimulando o consumo e reduzindo o peso dos tributos sobre a classe média, que sustenta boa parte da economia.


O Impacto da Nova Isenção do Imposto de Renda 2026 Para Empreendedores e Profissionais Liberais

Empresários e autônomos também serão afetados positivamente pela mudança.
Com a ampliação da faixa de isenção, muitos profissionais que recebem pró-labore de até R$ 5 mil deixarão de pagar Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

Além disso, a nova política incentiva o planejamento tributário, permitindo que empresas revisem seus modelos de distribuição de lucros, maximizando a economia fiscal.
A AEXO Contabilidade Digital oferece simulações personalizadas para empresários que desejam entender como ajustar sua estrutura contábil dentro da nova regra.


Como a AEXO Contabilidade Pode Ajudar Sua Empresa

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em otimização tributária e já ajudou milhares de empresários a pagar menos impostos de forma 100% legal.

Com uma equipe altamente qualificada e sistemas automatizados, a AEXO realiza:

  • Diagnóstico completo da estrutura fiscal da empresa;
  • Revisão de CNAEs e enquadramentos tributários;
  • Simulações de economia com base nas novas alíquotas;
  • Abertura de holding;
  • Planejamento para adequação à reforma tributária e nova tabela do IR.

👉 Se você quer entender como essa mudança vai impactar seu negócio e como pagar menos impostos legalmente, agende uma consultoria gratuita com a AEXO Contabilidade Digital agora mesmo.

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É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


O Que Esperar Para o Futuro da Tributação no Brasil

A nova isenção de até R$ 5 mil é apenas uma etapa da modernização fiscal que o Brasil está atravessando.
Com a Reforma Tributária em andamento e a implementação de impostos como IBS e CBS, o sistema tende a ficar mais simples, mas exigirá maior acompanhamento contábil.

Contar com o suporte de uma contabilidade digital especializada, como a AEXO, é fundamental para garantir conformidade, segurança e economia em meio a tantas mudanças.


Conclusão | Isenção do Imposto de Renda 2026

A nova isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil representa um marco importante na história tributária do Brasil.
Ela traz alívio financeiro para milhões de famílias, em contrapartida onera quem recebe mais!

Na economia existe um conceito chamado Efeito Cobra: quando o governo cria uma medida para resolver um problema, mas na prática gera outro ainda pior. Por exemplo, se a ideia é taxar os super-ricos, mas existem brechas para repassar esse custo em forma de preços mais altos, aluguel caro ou menos investimentos, quem acaba pagando a conta de novo é o trabalhador e a classe média. Ou seja, a corda pode realmente arrebentar do lado mais fraco.

Com o apoio da AEXO Contabilidade Digital, você pode aproveitar ao máximo os benefícios dessa mudança, adaptar sua empresa às novas regras e manter suas finanças organizadas e seguras.

👉 Entre em contato com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como pagar menos impostos de forma legal e inteligente.

nova isenção do imposto de renda 2026


FAQ – Perguntas Frequentes Sobre a Nova Isenção do Imposto de Renda 2026

1. Quem será beneficiado com a nova isenção?
Todos os brasileiros que recebem até R$ 5 mil mensais ficarão isentos do Imposto de Renda.

2. Quando começa a valer a nova regra?
Se aprovada ainda em 2025, passará a valer em 2026, refletindo na declaração de 2027.

3. Como fica quem ganha acima de R$ 50 mil mensais?
Será aplicada uma alíquota mínima de 10%, com tributação progressiva.

4. Essa mudança afeta empresários e profissionais autônomos?
Sim, especialmente aqueles com pró-labore até R$ 5 mil, que poderão ser isentos de IRRF.

5. A AEXO Contabilidade pode me ajudar a entender o impacto dessa mudança?
Sim! A equipe da AEXO realiza simulações personalizadas para cada perfil de contribuinte, garantindo economia e conformidade fiscal.

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Split Payment e a Reforma Tributária: O Fim da Sonegação e o Início da Era da Transparência Fiscal

Introdução: a nova era fiscal do Brasil já começou — e o Split Payment será o divisor de águas

A Reforma Tributária inaugurou um novo capítulo na história fiscal brasileira. Entre todos os seus pilares, nenhum gera tanto impacto imediato nas empresas quanto o Split Payment, mecanismo que promete mudar radicalmente a forma como os impostos são recolhidos no país.

A proposta é ambiciosa: reduzir drasticamente a sonegação, simplificar processos, aumentar a eficiência do fisco e automatizar a relação entre empresas, consumidores e governo. Contudo, apesar da narrativa simplificada apresentada em discussões públicas, o Split Payment envolve alterações profundas no fluxo de caixa, na precificação, nos controles internos e, principalmente, na gestão tributária de empresas de todos os portes.

Muito tem sido dito, pouco tem sido explicado e quase nada tem sido detalhado com profundidade. Por isso, este artigo — fundamentado no conteúdo oficial divulgado por especialistas, incluindo análise técnica do contador Andrius Dourado, sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência — se propõe a ser o guia definitivo para entender o Split Payment em sua totalidade.

Você encontrará aqui:

  • Conceitos fundamentais
  • Funcionamento técnico do modelo
  • Impactos financeiros e contábeis
  • Comparações com o sistema atual
  • Riscos para empresas despreparadas
  • Benefícios previstos pelo governo
  • Exemplos práticos reais e simulados
  • Tendências regulatórias
  • Estudos de caso
  • Recomendações objetivas para adaptação

E, ao longo de todo o conteúdo, terá insights da AEXO Contabilidade, referência em contabilidade digital e especialista na Reforma Tributária, que lhe ajudarão a preparar seu negócio para essa profunda transformação.

split payment reforma tributária

O que é o Split Payment?

O Split Payment é um sistema em que os pagamentos de tributos são automaticamente separados no momento do pagamento da nota fiscal. Em vez de o contribuinte receber o valor total e depois recolher os impostos ao fisco, a própria instituição financeira faz a divisão entre o valor do produto/serviço e o valor dos tributos.

Isso representa uma ruptura completa com o modelo tradicional, baseado em:

  • emissão de nota fiscal
  • apuração mensal
  • cálculo de impostos
  • pagamento posterior (normalmente no mês seguinte)

No novo paradigma, esse intervalo desaparece.

Exemplo:

“Se você comprar algo que custa mil reais, ao invés de transferir 1.000, vai transferir 1.280… 280 reais irão automaticamente para o governo.”

  • Valor do produto: R$ 1.000,00
  • Valor do tributo: R$ 280,00
  • Valor total da NF: R$ 1280,00

No momento do pagamento, o banco direciona:

  • R$ 1.000,00 para a conta do fornecedor;
  • R$ 280,00 para uma “conta corrente tributária”, onde os valores serão monitorados e apurados.

Exemplo completo

Suponha:

  • Venda de R$ 1.000
  • Alíquota unificada: 28%

Operação com Split Payment

  • Cliente paga: R$ 1.280
  • Governo recebe: R$ 280
  • Empresa recebe líquido: R$ 1.000

Isso significa que o ônus do imposto passa a ser totalmente explícito ao consumidor, aumentando a transparência, mas também exigindo revisão completa das estratégias de precificação.

A lógica do Split Payment

Para entender profundamente o conceito, observe a transformação:

Modelo atual (pós-faturamento)

  1. Empresa vende um produto/serviço
  2. Cliente paga o valor integral
  3. Empresa recebe 100% do valor
  4. Em momento posterior, empresa apura e paga os impostos

Modelo com Split Payment (pré-crédito)

  1. Empresa vende
  2. Cliente paga
  3. O banco/intermediário automaticamente separa o imposto
  4. O governo recebe sua parte
  5. A empresa recebe apenas o líquido da operação

Essa mudança afeta:

  • fluxo de caixa
  • capital de giro
  • planejamento financeiro
  • margens de lucro
  • precificação
  • parametrização de ERPs
  • operação de marketplaces
  • meios de pagamento
  • controles internos

Além disso, coloca o Brasil entre os poucos países do mundo que adotam um sistema de recolhimento tão automatizado.

Por que o governo está implementando o Split Payment?

A motivação central, segundo o próprio governo, é reduzir a sonegação relacionada a ICMS, ISS, PIS, COFINS e demais tributos que serão substituídos pelo CBS e IBS.

Além disso, a Receita Federal já anunciou investimentos robustos em:

  • inteligência artificial
  • cruzamento automatizado de dados
  • fiscalização digital
  • monitoramento de transações bancárias
  • integração com sistemas de pagamento

Tudo isso reforça a tendência de automatizar a arrecadação e reduzir a dependência de declarações autônomas.

Quando Começa a Valer?

Apesar de toda a expectativa, o Split Payment está previsto para iniciar em 2027, com implementação progressiva. Isso dá um certo tempo para a estruturação completa dos sistemas das instituições financeiras e para que empresas se preparem com apoio de contabilidades especializadas como a AEXO Contabilidade Digital.

Como Vai Funcionar na Prática? | Split Payment

  1. Emissão da Nota Fiscal com tributo separado do valor do produto.
  2. Pagamento via boleto, Pix ou cartão de crédito.
  3. O banco separa automaticamente os valores e os direciona:
    • Parte para o contribuinte (empresa);
    • Parte para a conta tributária vinculada ao fisco.
  4. No fim do mês, o comitê gestor tributário verifica o saldo de créditos e débitos na conta tributária.
  5. Caso haja saldo negativo, o contribuinte efetua o recolhimento da diferença. Se o saldo for positivo, nada é pago.

Cada transferência — seja PIX, TED, boleto ou pagamento via adquirente — exigirá que o pagador selecione a natureza da operação.

Por exemplo:

  • compra de mercadoria
  • prestação de serviço
  • empréstimo
  • doação
  • pagamento de fornecedor
  • repasse entre empresas do mesmo grupo

Essa informação será crucial para determinar a retenção automática do IBS e CBS, que substituirão tributos atuais.

Sistema de Conta Corrente Tributária

Cada contribuinte terá uma conta corrente tributária com lançamentos automáticos de:

  • Créditos (compras com direito a crédito tributário);
  • Débitos (vendas com incidência de tributo).

Essa sistemática mistura os regimes de caixa e competência, já que:

  • Os tributos são apurados mensalmente (competência);
  • Mas o pagamento pode ocorrer com atraso (ex: cliente paga em 60 dias).

E Se a Tecnologia Falhar? | Split Payment

Em caso de falha sistêmica, como ataque cibernético ou queda de internet, o contribuinte pode assumir temporariamente a responsabilidade, mas isso implica responsabilidade solidária. Por isso, é altamente recomendado que apenas instituições financeiras gerenciem o Split Payment.

Benefícios Esperados:

  • Combate direto à sonegação fiscal;
  • Transparência total nos recolhimentos;
  • Redução da burocracia contábil;
  • Controle centralizado dos tributos;
  • Maior previsibilidade financeira para empresas.

Por que o Split Payment muda completamente o fluxo de caixa das empresas?

O fluxo de caixa é um dos pilares da sobrevivência empresarial. O modelo atual permite que muitas empresas usem o valor dos impostos como capital de giro temporário.

A Nota Fiscal passa a ser apenas obrigação acessória? A mudança estrutural do documento fiscal

Segundo Andrius Dourado, contador e sócio do Grupo AEXO:

“A Receita vai parar de cobrar os impostos em cima da nota fiscal. A nota será apenas uma obrigação acessória.”

Essa é uma afirmação profundamente significativa.

O que muda na função da Nota Fiscal

Hoje, a nota fiscal é:

  • documento fiscal
  • base de cálculo de impostos
  • elemento de auditoria
  • ferramenta de controle de operações

Com o Split Payment, ela passa a ser:

  • documento declaratório
  • registro da operação
  • parte integrante da conformidade fiscal
  • item obrigatório, mas não mais determinante para o recolhimento do imposto

Isso reduz burocracia?

Não necessariamente.

Embora o recolhimento seja automático, a emissão da nota continuará essencial em:

  • contabilidade
  • compliance
  • controle de estoque
  • auditoria
  • validações interestaduais
  • operações com substituição tributária residual

Empresas precisarão manter robustez documental, mesmo que os impostos não dependam mais da nota.

Impactos diretos

1. Redução do caixa imediato

Dinheiro que antes permanecia por 30 dias, agora sairá automaticamente.

2. Necessidade de replanejar capital de giro

Empresas sem organização financeira podem enfrentar dificuldades para:

  • pagar fornecedores
  • manter estoque
  • honrar folha de pagamento
  • financiar operações do dia a dia

3. Mudança na precificação

Empresas precisarão recalcular margens considerando:

  • redução do valor líquido recebido
  • aumento da alíquota efetiva
  • deslocamento do custo tributário ao consumidor

4. Ajuste dos sistemas internos

ERP, integrações bancárias e meios de pagamento precisarão ser reconfigurados.

5. Revisão do regime tributário

AEXO Contabilidade afirma que muitos negócios precisarão reavaliar:

Pois os impactos variam significativamente em cada modelo.

Erros comuns que empresas podem cometer ao lidar com o Split Payment

A partir da análise de cenários reais e do material fornecido, elaboramos uma lista ampliada dos erros mais prováveis.

Acreditar que a Receita Federal “não vai pegar”

Andrius Dourado alerta:

“Não tem mais volta… Não vai ter o que fazer. O governo vai arrecadar.”

Ignorar o mecanismo é o passo mais rápido para cair em autuações.

Não ajustar precificação

Sem revisão cuidadosa, empresas perderão margem.

Subestimar o impacto sobre capital de giro

Negócios com fluxo de caixa apertado serão os primeiros a sofrer.

Depender de transações fora do sistema

Segundo Andrius Dourado:

“Praticamente impossível operar com dinheiro em espécie. A tendência é que o governo retire cédulas através da implementação do real digital.”

Tentativas de operar “por fora” se tornarão impraticáveis.

Falhar na parametrização tecnológica

ERPs, bancos e marketplaces precisarão de ajustes significativos.

Regimes tributários inadequados

O regime escolhido hoje pode não ser o mais vantajoso no Split Payment.

Análise técnica aprofundada: como o Split Payment se integra ao IBS e CBS

Para entender o cenário futuro, precisamos reconhecer que:

  • CBS substitui PIS e COFINS
  • IBS substitui ICMS + ISS

O Split Payment recolherá esses impostos automaticamente.

Base de cálculo unificada

A alíquota total (estimada em 28%) será formada pela soma:

  • parcela federal
  • parcela estadual
  • parcela municipal

Cada unidade federativa recebe sua fração diretamente.

O papel das instituições financeiras

Bancos e gateways se tornam responsáveis por:

  • interpretar a natureza da operação
  • calcular a alíquota
  • reter o imposto
  • repassar automaticamente
  • enviar informações à Receita

Isso implica:

  • novas obrigações acessórias
  • novos riscos operacionais
  • necessidade de conformidade financeira ampliada

Estudo de caso aprofundado: como o Split Payment mudará o dia a dia de uma empresa

Vamos analisar um estudo fictício, porém realista, baseado nos cenários propostos pela AEXO Contabilidade.

Situação

Empresa XYZ Ltda. vende:

  • produtos de R$ 300 a R$ 800
  • faturamento mensal: R$ 180.000
  • regime atual: Lucro Presumido
  • fluxo de caixa médio: 20 dias

Cenário atual

  • Recebimentos integrais
  • Tributos pagos no mês seguinte
  • Caixa “respira” com giro do dinheiro dos impostos

Cenário com Split Payment

  • O governo recolhe automaticamente cerca de 28% no ato da venda
  • A empresa passa a receber apenas o líquido
  • Capital de giro diminui drasticamente
  • Folha e fornecedores passam a depender de capital próprio
  • Necessidade de crédito aumenta

Resultado

Sem planejamento adequado, a empresa entraria em:

  • dificuldades de liquidez
  • aumento de endividamento
  • risco operacional

Com suporte da AEXO Contabilidade:

  • revisão de precificação
  • migração para regime tributário mais adequado
  • reestruturação do fluxo de caixa
  • criação de reservas de emergência
  • revisão de contratos com fornecedores

Resultado estimado:
Empresa se adapta sem perda de rentabilidade e com menor risco financeiro.


Tendências e evolução esperada do Split Payment no Brasil

Com base nos movimentos recentes do governo, Andrius Dourado afirma:

“O governo tem investido pesado em inteligência artificial e cruzamento de dados… Essa será a nova era.”

Podemos prever:

Controle fiscal cada vez mais automatizado

A IA será capaz de:

  • identificar operações irregulares
  • cruzar dados bancários com notas fiscais
  • detectar inconsistências em tempo real

Redução da economia informal

Com retenção automática, a sonegação se torna praticamente inviável.

Extinção gradual do uso de dinheiro em espécie

Empresas devem se preparar para um ambiente 100% eletrônico.

Integração com sistemas globais

Tendência de alinhamento com padrões europeus de VAT digital.

Como sua empresa deve se preparar a partir de hoje: guia prático da AEXO Contabilidade

A AEXO Contabilidade Digital recomenda um plano de adaptação em 6 etapas:

Diagnóstico tributário completo

Identificar riscos, oportunidades, irregularidades e escolher o melhor regime tributário para a realidade da sua empresa.

Revisão do regime tributário

O Split Payment pode tornar regimes antes vantajosos agora menos eficientes.

Ajuste da precificação

Rever margens e repassar adequadamente o impacto tributário ao consumidor.

Reestruturação do fluxo de caixa

Criar reservas, reorganizar pagamentos, renegociar prazos.

Atualização tecnológica

ERP, meios de pagamento, automações fiscais.

Planejamento financeiro para 2026

O pior erro é acreditar que “ainda falta muito tempo”.

FAQ Atualizado — Split Payment na Reforma Tributária

1. O que exatamente é o Split Payment dentro da Reforma Tributária?

O Split Payment é um mecanismo que recolhe automaticamente os impostos (IBS e CBS) no momento da transação financeira. Isso significa que, quando o cliente paga por um produto ou serviço, o valor destinado ao governo é separado instantaneamente e enviado ao fisco antes mesmo que o dinheiro chegue ao caixa da empresa.


2. O Split Payment substitui quais tributos?

Ele está diretamente vinculado ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e ao CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que substituem ICMS, ISS, PIS e COFINS. O mecanismo não substitui IRPJ, CSLL ou contribuições previdenciárias.


3. A Nota Fiscal deixa de ter função tributária?

Sim. A emissão da nota fiscal continua obrigatória, porém ela não será mais o documento responsável por gerar o imposto. Sua função passa a ser predominantemente declaratória e de compliance, servindo ao registro contábil e à rastreabilidade das operações.


4. A alíquota do Split Payment será sempre de 28%?

Não. Este percentual é apenas uma estimativa atual. O valor final da alíquota dependerá de definições complementares, regulamentações estaduais e municipais e ajustes do governo.


5. Todas as empresas serão obrigadas a usar o Split Payment?

Sim. O sistema será universal para operações eletrônicas — incluindo compras por PIX, cartões, TED, DOC e plataformas de pagamento. Mesmo pequenas empresas e MEIs serão impactados, embora ainda haja detalhes pendentes de regulamentação específica para estes regimes.


6. O Split Payment elimina a possibilidade de sonegação?

Ele não elimina totalmente, mas reduz drasticamente. Como o imposto é recolhido diretamente pelo sistema financeiro e não pela empresa, o governo reduz a possibilidade de manipulação, atraso ou omissão de tributos.


7. Como o Split Payment afeta o fluxo de caixa da minha empresa?

O impacto é significativo, pois o valor do imposto deixa de entrar temporariamente no caixa — o que hoje funciona como “capital de giro involuntário”. Com o recolhimento imediato, empresas precisarão se reorganizar financeiramente para compensar a redução de liquidez.


8. O Split Payment encarece os produtos para o consumidor final?

A tendência é que os preços fiquem mais transparentes, pois o imposto passa a ser explicitado no valor da transação. Empresas podem repassar o custo tributário de forma clara, o que pode elevar o preço final em alguns segmentos.


9. Como as instituições financeiras vão operar esse novo modelo?

Bancos e intermediadores de pagamento terão responsabilidade direta por:

  • identificar a natureza da transação,
  • aplicar a alíquota correta,
  • dividir o valor entre empresa e governo,
  • e enviar relatórios à Receita Federal.

Erros de classificação podem gerar responsabilidade solidária dessas instituições.


10. O Split Payment vale para pagamentos internacionais?

Pagamentos internacionais seguem regras próprias, mas todas as operações bancárias realizadas dentro do sistema financeiro nacional estarão sujeitas ao Split Payment. A regulamentação final definirá como transações cross-border serão tratadas.


11. O cliente poderá escolher a natureza da operação no PIX?

Sim. Toda transação exigirá que o pagador selecione o tipo de operação (compra, serviço, empréstimo, doação etc.). A natureza informada determinará se há retenção de impostos no ato.


12. O que acontece se eu escolher a categoria errada na transação?

Erros na classificação podem gerar:

  • recolhimento inadequado de impostos,
  • inconsistências fiscais,
  • multas,
  • necessidade de retificação,
  • ou até investigações por tentativa de ocultar operação tributável.

13. Como o Split Payment afeta empresas que dependem de prazo de recebimento?

Modelos como:

  • vendas parceladas,
  • recebíveis antecipados,
  • fluxo de vendas em marketplaces

terão impacto direto, pois o imposto será retido mesmo que a empresa só receba o valor líquido parcelado ou em datas futuras.


14. Posso evitar o Split Payment usando dinheiro em espécie?

Não de forma sustentável. A tendência, segundo especialistas, é de redução progressiva do uso de dinheiro físico. Além disso, operações em espécie acima de determinados valores podem gerar alerta e fiscalização automática.


15. Como minha empresa deve se preparar agora?

As principais ações são:

  • revisar precificação,
  • reavaliar regime tributário,
  • reestruturar fluxo de caixa,
  • atualizar sistemas internos,
  • treinar equipes financeiras,
  • revisar contratos com fornecedores e clientes,
  • e contar com acompanhamento especializado.

AEXO Contabilidade é referência em orientar empresas nesse processo de transição.

Como a AEXO Contabilidade Digital Pode Ajudar

A AEXO Contabilidade é referência nacional em contabilidade para empresas que querem se preparar para o Split Payment e para toda a Reforma Tributária.

Se você ainda não sabe:

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Conclusão | Split Payment

O Split Payment vai mudar tudo: da forma de emitir notas fiscais à forma de pagar impostos. Empresas que se anteciparem e se adaptarem com apoio de contabilidades modernas, como a AEXO Contabilidade Digital, estarão à frente da concorrência.

Seu negócio está preparado para as mudanças da Reforma Tributária?
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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Reforma Tributária para Empresários: O Guia Completo (Atualizado 2025)

Introdução

reforma tributária para empresários é um dos temas mais relevantes do cenário econômico atual. Aprovada por meio da Emenda Constitucional 132/2023 e da LEI COMPLEMENTAR Nº 214, DE 16 DE JANEIRO DE 2025, que prometem transformar a forma como empresas recolhem impostos no Brasil. Neste guia definitivo, você entenderá as origens, as mudanças, os impactos diretos sobre seu negócio e como se preparar para essa nova realidade fiscal.

 reforma tributária

1. Breve Contexto Histórico do Sistema Tributário Brasileiro

Desde a Constituição de 1988, o sistema tributário brasileiro se caracteriza por sua complexidade, alto custo de conformidade e desequilíbrios na distribuição de receitas. Ao longo dos anos, diversas propostas de reforma foram debatidas, mas somente com a PEC 45/2019 — agora transformada na EC 132/2023 — foi possível alcançar consenso político e técnico para uma transformação ampla.

2. Quais os principais problemas do sistema atual?

  • Alta complexidade: mais de cinco tributos diferentes sobre consumo com regras conflitantes.
  • Burocracia: múltiplas obrigações acessórias (SPED, DCTF, EFD, etc.).
  • Guerra fiscal entre estados: incentivos concedidos sem coordenação.
  • Cumulatividade oculta: cascateamento de impostos que encarece produtos e serviços.

3. O que muda com a Reforma Tributária?

Com base na EC 132/2023 e LEI COMPLEMENTAR Nº 214, DE 16 DE JANEIRO DE 2025, os principais pontos da reforma são:

  1. Substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS) por dois: IBS e CBS.
  2. Cobrança no destino do consumo.
  3. Modelo de crédito financeiro: não cumulatividade real.
  4. Transição escalonada entre 2026 e 2033.
  5. Criação do Imposto Seletivo para produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente.

O que é IBS?

O IBS, sigla para Imposto sobre Bens e Serviços, é um dos tributos criados pela Reforma Tributária aprovada pela Emenda Constitucional 132/2023 e será responsável por substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), unificando esses dois impostos em uma cobrança única e mais simples. De natureza não cumulativa e com incidência sobre o consumo de bens e serviços, o IBS será cobrado no destino, ou seja, no local onde o produto ou serviço for efetivamente consumido, e não onde foi produzido ou prestado. Ele faz parte do novo modelo de tributação sobre o consumo e será gerido por um comitê gestor nacional, com representação dos estados e municípios. O objetivo do IBS é reduzir a complexidade do sistema tributário, eliminar distorções econômicas causadas pela guerra fiscal e garantir mais transparência e justiça fiscal entre as regiões brasileiras. Ele terá regras padronizadas, sistema de créditos financeiros (todo imposto pago na cadeia gera crédito para o próximo contribuinte) e será implementado gradualmente entre 2026 e 2033.

O que é CBS?

A CBS, sigla para Contribuição sobre Bens e Serviços, é o novo tributo federal criado pela Reforma Tributária para substituir o PIS e a Cofins, com o objetivo de simplificar a tributação sobre o consumo no âmbito da União. De natureza não cumulativa e com base ampla de incidência, a CBS será aplicada sobre a venda de bens, prestação de serviços e importações, independentemente do setor econômico. Diferente dos tributos que substitui, a CBS adotará o regime de crédito financeiro, em que todo valor pago na etapa anterior da cadeia gera crédito integral para o contribuinte seguinte, eliminando o efeito cascata típico do modelo atual. A alíquota da CBS será única para todas as operações, promovendo maior neutralidade e reduzindo distorções. Sua arrecadação será de competência federal e sua implementação ocorrerá de forma escalonada a partir de 2026, conforme definido na Emenda Constitucional 132/2023 e nos projetos de regulamentação em andamento. A CBS representa um avanço na busca por um sistema tributário mais justo, simples e transparente para empresas de todos os portes.

O que é IS (Imposto Seletivo)?

O IS, ou Imposto Seletivo, é um tributo criado pela Reforma Tributária por meio da Emenda Constitucional 132/2023, com a finalidade de incidir sobre bens e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. Também conhecido como “imposto do pecado”, ele será aplicado, por exemplo, sobre produtos como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis fósseis e agrotóxicos, funcionando como um instrumento de regulação de consumo e de políticas públicas. O IS terá caráter extrafiscal, ou seja, sua principal função não é arrecadatória, mas sim desincentivar o consumo de determinados itens, por meio da elevação de seu custo. A cobrança será feita em etapas específicas da cadeia produtiva e a alíquota poderá variar conforme o grau de nocividade do produto. A competência para instituí-lo é da União, mas sua regulamentação completa ainda está sendo definida em projeto de lei complementar. Embora não substitua nenhum imposto atual, o IS complementa o novo sistema de tributação ao lado da CBS (federal) e do IBS (estadual e municipal), compondo o tripé da nova estrutura de impostos sobre consumo no Brasil.

O que é Split Payment?

O Split Payment, ou pagamento fracionado, é um mecanismo de arrecadação tributária previsto na Reforma Tributária brasileira, que visa tornar o recolhimento de impostos mais seguro, transparente e eficiente. Na prática, o modelo funciona de forma automática: ao realizar uma operação de compra e venda, o valor referente ao tributo — como CBS ou IBS — é separado no momento do pagamento e transferido diretamente para os cofres públicos, sem passar pelas contas da empresa vendedora. Isso reduz drasticamente o risco de inadimplência tributária e fraudes fiscais, já que o imposto é recolhido na fonte, no ato da transação. O sistema de Split Payment exigirá integração entre bancos, operadoras de cartão, emissores de notas fiscais eletrônicas e a administração tributária, e deve ser especialmente aplicado em operações com riscos elevados de evasão fiscal ou em setores sensíveis. Embora ainda dependa de regulamentação específica, o Split Payment é considerado uma inovação importante para o novo modelo tributário brasileiro, contribuindo para a automação do cumprimento de obrigações e para o aumento da eficiência na arrecadação.

4. Impactos da Reforma Tributária por Regime de Tributação

4.1 Simples Nacional | Reforma Tributária

Empresas optantes pelo Simples Nacional serão as mais atingidas e deverão se atentar a:

  • Avaliação da migração para regimes mais vantajosos a depender do setor.
  • Escolher entre recolher ou não IBS e CBS em suas operações.

4.2 Lucro Presumido | Reforma Tributária

Empresas nesse regime sentirão os efeitos mais fortes da nova legislação, pois o crédito financeiro poderá se tornar mais vantajoso ou desvantajoso dependendo da cadeia produtiva. Será necessário rever precificação, contratos e estrutura de custo.

4.3 Lucro Real | Reforma Tributária

Empresas do Lucro Real, por já estarem mais estruturadas, tendem a se beneficiar da simplificação e da nova sistemática de crédito. No entanto, será necessário readequar sistemas ERP, notas fiscais e auditorias.

5. Cronograma de Implementação da Reforma Tributária

AnoEvento
2026Início da parametrização das notas fiscais com informações de CBS e IBS.
2027Extinção do PIS e Cofins
2029Início da extinção gradual de ICMS e ISS
2033Conclusão da transição — sistema antigo totalmente substituído

6. Oportunidades e Riscos para os Empresários

Oportunidades | Reforma Tributária

  • Redução de custos com compliance.
  • Maior previsibilidade tributária.
  • Ambiente mais atrativo para investimentos.

Riscos | Reforma Tributária

  • Aumento da carga tributária em alguns setores.
  • Necessidade de investimento em tecnologia e sistemas.
  • Riscos na transição simultânea entre dois sistemas.

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Conclusão

A reforma tributária brasileira representa uma mudança profunda na forma de arrecadação e fiscalização. Para os empresários, a chave será o planejamento tributário estratégico e a adoção de tecnologia contábil. O momento de se preparar é agora.

Entre em contato agora mesmo com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como se planejar e economizar impostos da maneira correta.

Perguntas Frequentes (FAQ)

  1. O que é o IBS e a CBS?
    São os novos tributos que substituirão PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS.
  2. Empresas do Simples pagarão CBS e IBS?
    Poderão escolher se recolherão ou não esses tributos, lembrando que se não recolherem não poderão transferir crédito.
  3. O que é o Imposto Seletivo?
    Um tributo extra sobre produtos como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis, etc.
  4. O que muda no crédito tributário?
    Agora será financeiro: todo imposto pago gera crédito compensável.
  5. Quando começa a valer a reforma?
    A partir de 2026, com transição até 2033.
  6. Como me preparar?
    Atualize seu ERP, reveja seu regime tributário e procure um contador.
  7. Há risco de aumento de imposto?
    Depende do setor e da cadeia produtiva.
  8. Como ficam os incentivos fiscais estaduais?
    Serão gradualmente extintos ou substituídos.
  9. Empresas precisam mudar seu regime atual agora?
    Não imediatamente, mas devem se planejar.
  10. Qual o papel do contador?
    Fundamental na análise de impacto, planejamento e adequação tecnológica.

Próximos Passos

Quer garantir que sua empresa esteja preparada para a reforma tributária? Agende uma consultoria especializadainscreva-se no nosso canal no YouTube e receba atualizações semanais sobre o tema.

Escrito por :

Andrius Dourado

Fundador e CEO da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

Reforma Tributária: O Que Você Precisa Saber e Como a AEXO Contabilidade Digital Pode Ajudar

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A Reforma Tributária é um dos temas mais debatidos no cenário econômico e empresarial brasileiro. Com mudanças que prometem simplificar o sistema tributário, reduzir a carga fiscal e promover justiça fiscal, essa reforma tem impacto direto em todas as empresas, desde pequenos negócios até grandes corporações. No entanto, com tantas alterações e detalhes complexos, entender como isso afeta sua empresa e como se preparar adequadamente é essencial. E é exatamente aqui que a AEXO Contabilidade Digital pode fazer a diferença.

O Que é a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária refere-se a um conjunto de mudanças propostas na legislação tributária brasileira com o objetivo de simplificar e unificar impostos, reduzir a burocracia e melhorar o ambiente de negócios no país. As propostas em discussão buscam substituir diversos tributos federais, estaduais e municipais por impostos mais simples e menos onerosos. Entre as principais mudanças está a criação de um imposto sobre valor agregado (IVA), que promete unificar tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS em uma única alíquota.

Como a Reforma Tributária Impacta Sua Empresa?

As mudanças propostas pela Reforma Tributária têm um impacto significativo na forma como as empresas calculam, recolhem e pagam seus impostos. Para as empresas, isso pode significar uma redução na carga tributária, maior previsibilidade financeira e um ambiente de negócios mais competitivo. No entanto, a transição para as novas regras também exige um planejamento estratégico cuidadoso, pois a adaptação às novas normas pode gerar desafios operacionais e administrativos.

Como Fica a Tributação Com a Reforma Tributária?

Com a Reforma Tributária, cinco tributos atuais, PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS, serão substituídos por três novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS). O IBS será uma contribuição partilhada entre estados e municípios, substituindo o ICMS e o ISS. A CBS substituirá o PIS, Cofins e IPI, enquanto o IS será aplicado a produtos que impactam negativamente a saúde ou o meio ambiente. A CBS e o IS serão tributos federais, e o IBS e a CBS serão unificados no IVA (Imposto sobre Valor e Consumo). O governo estima que o IVA terá uma alíquota total de 26,5%, sendo 17,7% atribuídos ao IBS e 8,8% ao CBS. SERÁ UMA DAS MAIORES CARGAS TRIBUTÁRIAS DO MUNDO!

Cesta Básica na Reforma Tributária

Na proposta aprovada, os deputados mantiveram os itens da cesta básica sugeridos pelo governo e adicionaram outros à lista de isenção. A cesta básica agora inclui arroz, feijão, carnes, farinha de mandioca, farinha de trigo, açúcar, macarrão e pão comum; mandioca, inhame, batata-doce e coco; café, óleo de soja e óleo de babaçu; manteiga, margarina, leite fluido, leite em pó e fórmulas infantis definidas por lei específica.

A tributação sobre alimentos deve ser reduzida de 11,6% para 4,8%, conforme estimativas do governo. A proposta prevê alíquota zero para a cesta básica e alíquota reduzida para a cesta estendida. Para as famílias de baixa renda, que ainda terão direito a cashback, a alíquota final poderá cair para 3,9%. O cashback funcionará como uma devolução de impostos para famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar per capita mensal de até meio salário mínimo.

A isenção para as carnes foi incluída no texto final após um ajuste significativo. A proposta inicial do governo previa a exclusão das proteínas animais da cesta básica e sugeria uma alíquota reduzida em 60% para esses itens. No entanto, após pressão da bancada ruralista, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), concordou em reintegrar a alíquota zero para carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves (exceto foie gras), bem como para peixes (com exceção de bacalhau, salmão, atum, hadoque, saithe e ovas como caviar) e crustáceos (exceto lagosta e lagostim).

Outros alimentos terão uma alíquota reduzida em 60%, incluindo leite fermentado, bebidas e compostos lácteos; mel natural, mate, farinhas de outros cereais, amido de milho e tapioca; óleos de palma, girassol, cártamo, algodão, canola e coco; massas alimentícias recheadas; sucos naturais de frutas ou produtos hortícolas sem adição de açúcar, adoçantes ou conservantes; e polpas de frutas sem adição de açúcar, adoçantes ou conservantes.

Quais São os Principais Pontos da Reforma tributária

Implementação do IVA

A proposta introduz a criação do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) no sistema tributário brasileiro.

Conforme descrito no texto, cinco impostos atuais serão substituídos por dois novos IVAs:

▶️ Três tributos federais (PIS, Cofins e IPI) serão consolidados na Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), sob competência federal;

▶️ Os impostos ICMS (estadual) e ISS (municipal) serão unificados no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que será gerido de forma compartilhada entre estados e municípios.

No modelo do IVA, os impostos não se acumulam ao longo da cadeia produtiva de um bem.

Por exemplo: quando um comerciante compra um sapato diretamente da fábrica, ele pagará imposto apenas sobre o valor agregado pela fábrica. Não incidirá, por exemplo, imposto sobre a matéria-prima utilizada na produção do sapato, pois a fábrica já terá recolhido esse imposto ao adquirir o material do produtor rural.

O percentual do IVA ainda será definido em uma etapa posterior, durante a regulamentação da PEC. A expectativa da área econômica é que a alíquota fique em torno de 27,5% sobre o valor do produto, de forma a manter a atual carga tributária do país — sem aumentar nem reduzir.

Além disso, os impostos serão cobrados no destino final, onde o bem ou serviço será consumido, em vez de na origem. Essa mudança ajudará a combater a “guerra fiscal”, a disputa entre estados para atrair empresas por meio de incentivos fiscais.

Por Que a Escolha do Contador é Crucial Durante a Reforma Tributária?

Escolher o contador certo nunca foi tão importante. Durante a transição para o novo sistema tributário, é fundamental ter ao seu lado uma contabilidade que entenda as nuances da reforma e seja capaz de orientá-lo nas melhores práticas para garantir conformidade e eficiência fiscal. A AEXO Contabilidade Digital é especialista em ajudar empresas a se adaptarem a mudanças tributárias, oferecendo suporte completo desde a análise de impacto até a implementação de estratégias fiscais otimizadas.

Como a AEXO Contabilidade Digital Pode Ajudar?

Na AEXO Contabilidade Digital, entendemos que cada empresa é única e que as mudanças trazidas pela Reforma Tributária exigem um acompanhamento especializado. Nossa equipe de contadores experientes está preparada para:

  1. Análise Personalizada: Avaliamos como as mudanças propostas pela reforma impactam diretamente o seu negócio, identificando oportunidades de economia e riscos que precisam ser mitigados.
  2. Planejamento Tributário: Desenvolvemos estratégias fiscais personalizadas para maximizar os benefícios da reforma, garantindo que sua empresa esteja preparada para a transição sem surpresas.
  3. Acompanhamento Contínuo: Fornecemos suporte contínuo para garantir que sua empresa esteja sempre em conformidade com as novas normas, ajustando estratégias conforme necessário.
  4. Otimização de Processos: Com a AEXO, você não apenas se adapta à reforma, mas também otimiza seus processos internos, ganhando eficiência e reduzindo custos administrativos.

Dicas para Escolher o Melhor Contador Durante a Reforma

  1. Experiência em Reformas Tributárias: Escolha uma contabilidade com experiência comprovada em reformas fiscais. A AEXO tem mais de uma década de atuação e já ajudou diversas empresas a navegarem por mudanças tributárias anteriores.
  2. Tecnologia e Inovação: Opte por contadores que utilizem tecnologia avançada para garantir precisão e agilidade. Na AEXO, utilizamos ferramentas digitais que facilitam a adaptação às novas regras.
  3. Suporte Personalizado: Cada empresa é única. Escolha uma contabilidade que ofereça um serviço personalizado e que compreenda as particularidades do seu negócio.
  4. Reputação e Confiança: Verifique a reputação do contador no mercado. A AEXO é reconhecida por sua transparência, competência e compromisso com os resultados de seus clientes.

Conclusão

A Reforma Tributária trará muitas mudanças para o ambiente de negócios no Brasil. Adaptar-se a essas mudanças é crucial para o sucesso da sua empresa. A AEXO Contabilidade Digital está pronta para ser sua parceira nesse processo, oferecendo todo o suporte necessário para que você tire o máximo proveito das novas regras tributárias. Com nossa experiência e dedicação, garantimos que sua empresa estará sempre à frente, preparada para crescer e prosperar em um cenário fiscal renovado.

Não perca tempo, entre em contato com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como podemos ajudar sua empresa a se adaptar à Reforma Tributária com eficiência e segurança.

Escrito por :

Andrius Dourado

Fundador e CEO da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 3 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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