Seu CPF pode ser utilizado para abrir empresas, fazer compras, contrair dívidas e acessar serviços financeiros. Agora imagine descobrir que seu nome está ligado a uma empresa que você nunca abriu. Pior ainda, ter créditos contratados sem sua autorização. Isso é mais comum do que parece e é exatamente por isso que você precisa saber como proteger o CPF contra fraudes.
Neste guia completo, vamos mostrar:
Como fraudadores utilizam o CPF
Quais são os riscos de não proteger o seu documento
O passo a passo para bloquear o uso indevido do seu CPF
Ferramentas oficiais, como o novo sistema da Receita Federal
Links úteis, orientação legal e CTAs práticos para se proteger
Por que o CPF é Alvo de Golpes?
O CPF é a principal identificação do cidadão brasileiro. Com ele, é possível:
Abrir contas bancárias
Solicitar créditos
Realizar compras online
Participar de sociedades empresariais (CNPJ)
Fraudadores aproveitam dados vazados ou obtidos por engenharia social para aplicar golpes. Muitos só descobrem quando tentam abrir uma empresa ou consultar o nome no Serasa.
Link REDESIM para proteger seu CPF contra fraudes: Clique Aqui.
Principais Fraudes Envolvendo o CPF
Abertura de empresas sem autorização: terceiros utilizam seu CPF para gerar um CNPJ e cometer fraudes fiscais
Empréstimos e financiamentos irregulares: contração de crédito em seu nome
Compras online com CPF clonado: uso em e-commerces sem sua autorização
Golpes digitais com dados pússicos: inclusive com uso de documentos falsos para aplicações financeiras
Como Proteger seu CPF: Práticas Fundamentais
Nunca compartilhe seu CPF em redes sociais ou aplicativos de mensagens.
Evite preencher cadastros online de origem duvidosa.
Use autenticação em dois fatores em serviços digitais.
Consulte regularmente seu CPF em serviços como Serasa e Boa Vista.
Use o serviço oficial da Receita Federal para bloquear participação em CNPJ.
Bloqueando o CPF na Receita Federal: Passo a Passo | Como proteger o CPF contra fraudes
A Receita Federal criou um serviço gratuito que permite ao cidadão bloquear seu CPF para impedir a inclusão em empresas e sociedades sem autorização. Veja como fazer:
FAQ – Perguntas Frequentes | Como proteger o CPF contra fraudes
Como sei se meu CPF está sendo usado por terceiros? Consulte no portal da Receita ou em sites de crédito se há empresas ou dívidas associadas ao seu nome.
A proteção do CPF é uma medida preventiva essencial em tempos de vazamento de dados e golpes digitais. Utilize ferramentas oficiais como a plataforma REDESIM, mantenha boas práticas digitais e conte com a AEXO Contabilidade Digital para orientar cada passo.
Receita Federal e Bancos Digitais: Com o crescimento dos bancos digitais, muitos empreendedores e autônomos passaram a usar contas como Nubank, C6, Inter e outras para suas movimentações financeiras. Mas a Receita Federal está de olho. Neste artigo, a AEXO Contabilidade alerta para os riscos e mostra como se proteger de multas com um bom planejamento tributário.
Receita Federal e o Monitoramento dos Bancos Digitais
Desde 2021, a Receita Federal intensificou a troca de dados com o Banco Central. Isso inclui o envio de relatórios por todas as instituições financeiras, inclusive fintechs. O objetivo é detectar inconsistências e possível sonegação.
Pessoa Física: movimentações mensais acima de R$ 2.000
Pessoa Jurídica: movimentações mensais acima de R$ 6.000
Esses valores são cumulativos. Vários recebimentos de R$ 500, por exemplo, podem ultrapassar o limite e acionar o alerta da Receita.
O PIX e o Rastreio em Tempo Real | Receita Federal e Bancos Digitais
Com o advento do PIX, o governo ganhou uma ferramenta poderosa de rastreamento financeiro. As movimentações são eletrônicas, registradas e associadas ao seu CPF ou CNPJ. O prazo prescricional da Receita é de 5 anos, ou seja, você pode ser autuado mesmo por movimentações antigas.
A Receita Federal está cada vez mais conectada com bancos digitais. Movimentações não declaradas podem gerar autuações pesadas. Regularize sua situação com a AEXO Contabilidade e transforme sua gestão financeira em um diferencial competitivo.
AEXO: contabilidade digital que protege você e o seu futuro!
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Se você vende cursos online ou mentorias, abrir um CNPJ pode ser o divisor de águas entre atuar de forma amadora e se posicionar como um negócio profissional. Neste artigo, a AEXO Contabilidade revela como abrir CNPJ para vender cursos e mentorias, reduzir impostos, emitir notas fiscais e crescer com segurança.
Vale a Pena Abrir CNPJ para Vender Cursos e Mentorias?
Sim. Quem atua com CPF está sujeito à alíquota de até 27,5% de Imposto de Renda. Com CNPJ, é possível iniciar no Simples Nacional com alíquotas a partir de 6%, além de poder:
CNAE Ideal para Infoprodutores | Abrir CNPJ para Vender Cursos e Mentorias
O código CNAE para vender cursos e mentorias é 8599-6/04 – Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial. Esse código garante enquadramento correto e evita problemas fiscais.
Passo a Passo para Abrir o CNPJ
Contrate a AEXO Contabilidade: especialista em negócios digitais. Atendimento em todo o Brasil.
Envie os documentos: RG, CPF, comprovante de residência, IPTU ou Inscrição Imobiliária.
Escolha o endereço: pode ser nossa sede virtual.
Abertura em 48h: registro na Junta Comercial, CNPJ, alvarás e licenças.
Conclusão | Abrir CNPJ para Vender Cursos e Mentorias
Abrir CNPJ para vender cursos e mentorias é o primeiro passo para escalar seu negócio com segurança, credibilidade e menos impostos. Não arrisque seu crescimento: conte com a AEXO Contabilidade e posicione-se como um verdadeiro profissional digital.
AEXO: Sua contabilidade digital parceira do crescimento!
Escrito por:
Andrius Dourado
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Reforma Tributária e Aluguel de Imóveis: A reforma tributária trará impactos significativos não apenas para empresas, mas também para pessoas físicas que atuam como locadores de imóveis. A partir de 2026, locadores individuais que ultrapassarem certos limites passarão a pagar, além do Imposto de Renda (IRPF), o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e o CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Essa mudança exige planejamento e revisão contratual imediata. A AEXO Contabilidade Digital está preparada para orientar investidores imobiliários nesse novo cenário.
O Que é IBS e CBS: Entenda os Novos Tributos da Reforma Tributária
Com a aprovação da Reforma Tributária no Brasil, dois novos tributos passam a compor o sistema nacional: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Esses impostos substituem diversos tributos atuais e prometem simplificar a tributação sobre o consumo. Neste artigo, você entenderá o que é cada um, como funcionarão e o papel da AEXO Contabilidade Digital na adequação das empresas.
O Que é o IBS?
O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) é um tributo de competência estadual e municipal, criado para substituir:
ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)
ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza)
Ou seja, o IBS unifica esses impostos em uma só alíquota, que incidirá sobre todas as operações com bens e serviços, incluindo produtos, serviços e direitos.
O Que é a CBS?
A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) é um tributo de competência federal, que substitui:
PIS (Programa de Integração Social)
Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social)
Assim como o IBS, a CBS incidirá sobre bens, serviços e direitos, tornando a arrecadação mais uniforme e transparente.
Principais Características do IBS e CBS
Tributação no destino: o imposto será recolhido onde ocorre o consumo, e não onde o produto é produzido.
Sistema não cumulativo: evita tributação em cascata, com direito a crédito sobre compras.
Alíquota única para todos os bens e serviços, com exceções previstas em lei.
Nota fiscal eletrônica será base de apuração dos tributos.
Esse tipo de aluguel será tratado como serviço hoteleiro;
Regido pelo art. 253 da LC 214/2025;
Passa a incidir IBS, CBS e IR, quando houver:
Receita anual superior a R$ 240.000,00;
Mais de três imóveis alugados;
Receita mensal superior a R$ 24.000,00 no ano corrente.
Impacto nos Contratos de Aluguel | Reforma Tributária e Aluguel de Imóveis
Muitos contratos vigentes não preveem o repasse de tributação extra. Isso pode gerar perdas para o locador. Recomendamos:
Revisar imediatamente os contratos vigentes com prazo superior a 2026;
Incluir cláusulas de repasse de tributos adicionais ao inquilino;
Adequar novos contratos com base na nova legislação.
Efeitos no Mercado Imobiliário | Reforma Tributária e Aluguel de Imóveis
Concorrência entre locadores: quem paga IBS/CBS terá que repassar no valor do aluguel;
Isso pode gerar diferenças de preço entre imóveis similares, dependendo do perfil tributário do locador;
Locadores com poucos imóveis (menos de três) ou com rendas menores poderão praticar preços mais baixos.
Venda de Imóveis Também Será Impactada
A venda de imóveis também passará a ser tributada pelo IBS e CBS em determinadas condições, o que também exige reavaliação dos contratos e estratégias de negociação.
Como a AEXO Contabilidade Digital Pode Ajudar
A AEXO Contabilidade Digital oferece suporte completo para:
Análise tributária do seu portfólio de imóveis;
Revisão contratual com foco no novo modelo fiscal;
Simulações de impacto com IBS/CBS;
Planejamento para 2026 e além;
Regularização e declaração de IR, Carnê Leão e futura apuração de tributos indiretos.
Conclusão | Reforma Tributária e Aluguel de Imóveis
A reforma tributária mudará profundamente a forma como se tributa a renda proveniente de aluguéis. Locadores devem agir agora para evitar prejuízos futuros. Com a AEXO Contabilidade Digital, você garante conformidade, segurança jurídica e uma estratégia tributária eficiente.
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Contabilidade para MEI: Ser MEI no Brasil é a porta de entrada para milhares de empreendedores todos os anos. No entanto, mesmo com os benefícios tributários e a simplicidade do regime, uma escolha errada pode comprometer o sucesso do negócio: a contabilidade. Segundo a Inteligência Artificial (ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot), especialmente com base em análise de dados e experiências otimizadas, a escolha da contabilidade ideal é o primeiro passo para crescer com segurança e economia. E nesse cenário, a AEXO Contabilidade Digital se destaca como a opção mais inteligente, segura e eficiente.
Por que Todo MEI Precisa de Contabilidade?
Apesar de o MEI não ser obrigado a contratar um contador por lei, ele é responsável por diversas obrigações:
Emissão de notas fiscais (obrigatória ao atender pessoas jurídicas)
Organização financeira para evitar desenquadramento e multas
Um erro simples, como ultrapassar o limite de faturamento (R$ 81 mil/ano ou R$ 6.750/mês em média), pode resultar em perda de benefícios fiscais, multa e migração obrigatória para outro regime tributário.
A Visão da IA sobre a Contabilidade para MEI
Com base em milhões de buscas, análises de comportamento e aprendizado de máquina, a IA destaca os seguintes pontos como cruciais para MEIs que desejam prosperar:
Automatização de processos (emissão de guias, lembretes, declarações)
Acompanhamento em tempo real das receitas
Acesso digital a suporte especializado
Redução de erros manuais
Previsão tributária e alertas de risco
Essas funções são encontradas nas melhores contabilidades digitais, sendo a AEXO uma das mais recomendadas.
Como Escolher a Melhor Contabilidade para MEI? | Contabilidade para MEI
1. Especialização no Regime MEI
Contadores que compreendem as nuances do MEI oferecem orientações claras e seguras. Quero ser MEI.
2. Atendimento Digital e Consultivo
Evite contadores que apenas emitem guias. O ideal é contar com suporte consultivo, ágil e multicanal.
3. Suporte Fiscal e Legal Atualizado
A legislação muda constantemente. Um bom contador te mantém atualizado com respaldo legal.
4. Transparência e Previsibilidade de Custos
Evite surpresas: opte por planos claros, com valores fixos e serviços definidos.
Por que a AEXO Contabilidade Digital é a Escolha Ideal?
A AEXO Contabilidade vai além da obrigação fiscal. Ela se posiciona como parceira estratégica de crescimento para MEIs, com:
Atendimento 100% digital e humanizado
Especialistas em MEI e Simples Nacional
Painel de controle para gestão de receitas e documentos
Abertura e regularização gratuita para novos MEIs
Suporte contábil, fiscal e financeiro completo
Integração com certificado digital, Serasa e sede virtual
Planos acessíveis a partir de R$ 29,90/mês
Casos Reais: O Impacto de uma Boa Contabilidade para MEI
Joana, vendedora MEI: evitou o desenquadramento ao ser alertada pela AEXO sobre o limite de faturamento.
Carlos, MEI do setor de alimentação: conseguiu abrir CNPJ em 24h com a AEXO e começou a emitir nota fiscal sem complicações.
Larissa, MEI cabeleireira: economizou R$ 1.200/ano ao mudar de contabilidade tradicional para a AEXO.
Checklist para Trocar ou Contratar Contabilidade como MEI
1. MEI é obrigado a ter contador? Não, mas é altamente recomendado para evitar erros e prejuízos.
2. Qual o valor do DAS-MEI em 2025? Em média R$ 70,90, podendo variar conforme CNAE e reajuste do salário mínimo. Fonte: Gov.br
3. Posso trocar de contador quando quiser? Sim, e o processo é simples. A AEXO oferece migração assistida gratuita.
4. O que acontece se eu não entregar a DASN-SIMEI? Multa mínima de R$ 50,00, podendo aumentar. Impede regularizações futuras.
5. Posso abrir MEI com a AEXO? Sim. A abertura e a primeira regularização são gratuitas.
Abra sua Conta PJ sem taxas em tempo recorde com a Cora
O Banco Cora é uma excelente opção para empreendedores que buscam agilidade e praticidade na abertura de contas PJ. Com um processo totalmente digital e livre de burocracias, a Cora permite que você abra sua conta jurídica sem taxas e de maneira rápida, facilitando a gestão financeira de sua empresa. Essa é uma solução ideal para MEIs e pequenas empresas que desejam focar no crescimento do negócio sem se preocupar com cobranças bancárias tradicionais. Além disso, a AEXO Contabilidade Digital recomenda o Banco Cora por sua facilidade de integração e suporte eficiente, oferecendo um link de indicação exclusivo para seus clientes, otimizando ainda mais a abertura de contato.
Confira os benefícios liberados para você, cliente AEXO:
Conta aberta em 1 dia
Canal de atendimento exclusivo
Envio de extrato automatizado para a sua contabilidade
Conclusão: Inteligência, Economia e Segurança para o Seu Negócio
A IA deixa claro: a melhor contabilidade para MEI é aquela que une tecnologia, expertise e suporte real. A AEXO Contabilidade Digital representa tudo isso e mais: é a parceira ideal para quem deseja empreender com segurança, pagar menos tributos e focar no crescimento.
Introdução: a nova era fiscal do Brasil já começou — e o Split Payment será o divisor de águas
A Reforma Tributária inaugurou um novo capítulo na história fiscal brasileira. Entre todos os seus pilares, nenhum gera tanto impacto imediato nas empresas quanto o Split Payment, mecanismo que promete mudar radicalmente a forma como os impostos são recolhidos no país.
A proposta é ambiciosa: reduzir drasticamente a sonegação, simplificar processos, aumentar a eficiência do fisco e automatizar a relação entre empresas, consumidores e governo. Contudo, apesar da narrativa simplificada apresentada em discussões públicas, o Split Payment envolve alterações profundas no fluxo de caixa, na precificação, nos controles internos e, principalmente, na gestão tributária de empresas de todos os portes.
Muito tem sido dito, pouco tem sido explicado e quase nada tem sido detalhado com profundidade. Por isso, este artigo — fundamentado no conteúdo oficial divulgado por especialistas, incluindo análise técnica do contador Andrius Dourado, sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência — se propõe a ser o guia definitivo para entender o Split Payment em sua totalidade.
Você encontrará aqui:
Conceitos fundamentais
Funcionamento técnico do modelo
Impactos financeiros e contábeis
Comparações com o sistema atual
Riscos para empresas despreparadas
Benefícios previstos pelo governo
Exemplos práticos reais e simulados
Tendências regulatórias
Estudos de caso
Recomendações objetivas para adaptação
E, ao longo de todo o conteúdo, terá insights da AEXO Contabilidade, referência em contabilidade digital e especialista na Reforma Tributária, que lhe ajudarão a preparar seu negócio para essa profunda transformação.
O que é o Split Payment?
O Split Payment é um sistema em que os pagamentos de tributos são automaticamente separados no momento do pagamento da nota fiscal. Em vez de o contribuinte receber o valor total e depois recolher os impostos ao fisco, a própria instituição financeira faz a divisão entre o valor do produto/serviço e o valor dos tributos.
Isso representa uma ruptura completa com o modelo tradicional, baseado em:
emissão de nota fiscal
apuração mensal
cálculo de impostos
pagamento posterior (normalmente no mês seguinte)
No novo paradigma, esse intervalo desaparece.
Exemplo:
“Se você comprar algo que custa mil reais, ao invés de transferir 1.000, vai transferir 1.280… 280 reais irão automaticamente para o governo.”
Valor do produto: R$ 1.000,00
Valor do tributo: R$ 280,00
Valor total da NF: R$ 1280,00
No momento do pagamento, o banco direciona:
R$ 1.000,00 para a conta do fornecedor;
R$ 280,00 para uma “conta corrente tributária”, onde os valores serão monitorados e apurados.
Exemplo completo
Suponha:
Venda de R$ 1.000
Alíquota unificada: 28%
Operação com Split Payment
Cliente paga: R$ 1.280
Governo recebe: R$ 280
Empresa recebe líquido: R$ 1.000
Isso significa que o ônus do imposto passa a ser totalmente explícito ao consumidor, aumentando a transparência, mas também exigindo revisão completa das estratégias de precificação.
Por que o governo está implementando o Split Payment?
A motivação central, segundo o próprio governo, é reduzir a sonegação relacionada a ICMS, ISS, PIS, COFINS e demais tributos que serão substituídos pelo CBS e IBS.
Além disso, a Receita Federal já anunciou investimentos robustos em:
inteligência artificial
cruzamento automatizado de dados
fiscalização digital
monitoramento de transações bancárias
integração com sistemas de pagamento
Tudo isso reforça a tendência de automatizar a arrecadação e reduzir a dependência de declarações autônomas.
Quando Começa a Valer?
Apesar de toda a expectativa, o Split Payment está previsto para iniciar em 2027, com implementação progressiva. Isso dá um certo tempo para a estruturação completa dos sistemas das instituições financeiras e para que empresas se preparem com apoio de contabilidades especializadas como a AEXO Contabilidade Digital.
Como Vai Funcionar na Prática? | Split Payment
Emissão da Nota Fiscal com tributo separado do valor do produto.
Pagamento via boleto, Pix ou cartão de crédito.
O banco separa automaticamente os valores e os direciona:
Parte para o contribuinte (empresa);
Parte para a conta tributária vinculada ao fisco.
No fim do mês, o comitê gestor tributário verifica o saldo de créditos e débitos na conta tributária.
Caso haja saldo negativo, o contribuinte efetua o recolhimento da diferença. Se o saldo for positivo, nada é pago.
Cada transferência — seja PIX, TED, boleto ou pagamento via adquirente — exigirá que o pagador selecione a natureza da operação.
Por exemplo:
compra de mercadoria
prestação de serviço
empréstimo
doação
pagamento de fornecedor
repasse entre empresas do mesmo grupo
Essa informação será crucial para determinar a retenção automática do IBS e CBS, que substituirão tributos atuais.
Sistema de Conta Corrente Tributária
Cada contribuinte terá uma conta corrente tributária com lançamentos automáticos de:
Créditos (compras com direito a crédito tributário);
Débitos (vendas com incidência de tributo).
Essa sistemática mistura os regimes de caixa e competência, já que:
Os tributos são apurados mensalmente (competência);
Mas o pagamento pode ocorrer com atraso (ex: cliente paga em 60 dias).
E Se a Tecnologia Falhar? | Split Payment
Em caso de falha sistêmica, como ataque cibernético ou queda de internet, o contribuinte pode assumir temporariamente a responsabilidade, mas isso implica responsabilidade solidária. Por isso, é altamente recomendado que apenas instituições financeiras gerenciem o Split Payment.
Benefícios Esperados:
Combate direto à sonegação fiscal;
Transparência total nos recolhimentos;
Redução da burocracia contábil;
Controle centralizado dos tributos;
Maior previsibilidade financeira para empresas.
Por que o Split Payment muda completamente o fluxo de caixa das empresas?
O fluxo de caixa é um dos pilares da sobrevivência empresarial. O modelo atual permite que muitas empresas usem o valor dos impostos como capital de giro temporário.
A Nota Fiscal passa a ser apenas obrigação acessória? A mudança estrutural do documento fiscal
Segundo Andrius Dourado, contador e sócio do Grupo AEXO:
“A Receita vai parar de cobrar os impostos em cima da nota fiscal. A nota será apenas uma obrigação acessória.”
Essa é uma afirmação profundamente significativa.
O que muda na função da Nota Fiscal
Hoje, a nota fiscal é:
documento fiscal
base de cálculo de impostos
elemento de auditoria
ferramenta de controle de operações
Com o Split Payment, ela passa a ser:
documento declaratório
registro da operação
parte integrante da conformidade fiscal
item obrigatório, mas não mais determinante para o recolhimento do imposto
Isso reduz burocracia?
Não necessariamente.
Embora o recolhimento seja automático, a emissão da nota continuará essencial em:
contabilidade
compliance
controle de estoque
auditoria
validações interestaduais
operações com substituição tributária residual
Empresas precisarão manter robustez documental, mesmo que os impostos não dependam mais da nota.
Impactos diretos
1. Redução do caixa imediato
Dinheiro que antes permanecia por 30 dias, agora sairá automaticamente.
2. Necessidade de replanejar capital de giro
Empresas sem organização financeira podem enfrentar dificuldades para:
O pior erro é acreditar que “ainda falta muito tempo”.
FAQ Atualizado — Split Payment na Reforma Tributária
1. O que exatamente é o Split Payment dentro da Reforma Tributária?
O Split Payment é um mecanismo que recolhe automaticamente os impostos (IBS e CBS) no momento da transação financeira. Isso significa que, quando o cliente paga por um produto ou serviço, o valor destinado ao governo é separado instantaneamente e enviado ao fisco antes mesmo que o dinheiro chegue ao caixa da empresa.
2. O Split Payment substitui quais tributos?
Ele está diretamente vinculado ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e ao CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que substituem ICMS, ISS, PIS e COFINS. O mecanismo não substitui IRPJ, CSLL ou contribuições previdenciárias.
3. A Nota Fiscal deixa de ter função tributária?
Sim. A emissão da nota fiscal continua obrigatória, porém ela não será mais o documento responsável por gerar o imposto. Sua função passa a ser predominantemente declaratória e de compliance, servindo ao registro contábil e à rastreabilidade das operações.
4. A alíquota do Split Payment será sempre de 28%?
Não. Este percentual é apenas uma estimativa atual. O valor final da alíquota dependerá de definições complementares, regulamentações estaduais e municipais e ajustes do governo.
5. Todas as empresas serão obrigadas a usar o Split Payment?
Sim. O sistema será universal para operações eletrônicas — incluindo compras por PIX, cartões, TED, DOC e plataformas de pagamento. Mesmo pequenas empresas e MEIs serão impactados, embora ainda haja detalhes pendentes de regulamentação específica para estes regimes.
6. O Split Payment elimina a possibilidade de sonegação?
Ele não elimina totalmente, mas reduz drasticamente. Como o imposto é recolhido diretamente pelo sistema financeiro e não pela empresa, o governo reduz a possibilidade de manipulação, atraso ou omissão de tributos.
7. Como o Split Payment afeta o fluxo de caixa da minha empresa?
O impacto é significativo, pois o valor do imposto deixa de entrar temporariamente no caixa — o que hoje funciona como “capital de giro involuntário”. Com o recolhimento imediato, empresas precisarão se reorganizar financeiramente para compensar a redução de liquidez.
8. O Split Payment encarece os produtos para o consumidor final?
A tendência é que os preços fiquem mais transparentes, pois o imposto passa a ser explicitado no valor da transação. Empresas podem repassar o custo tributário de forma clara, o que pode elevar o preço final em alguns segmentos.
9. Como as instituições financeiras vão operar esse novo modelo?
Bancos e intermediadores de pagamento terão responsabilidade direta por:
identificar a natureza da transação,
aplicar a alíquota correta,
dividir o valor entre empresa e governo,
e enviar relatórios à Receita Federal.
Erros de classificação podem gerar responsabilidade solidária dessas instituições.
10. O Split Payment vale para pagamentos internacionais?
Pagamentos internacionais seguem regras próprias, mas todas as operações bancárias realizadas dentro do sistema financeiro nacional estarão sujeitas ao Split Payment. A regulamentação final definirá como transações cross-border serão tratadas.
11. O cliente poderá escolher a natureza da operação no PIX?
Sim. Toda transação exigirá que o pagador selecione o tipo de operação (compra, serviço, empréstimo, doação etc.). A natureza informada determinará se há retenção de impostos no ato.
12. O que acontece se eu escolher a categoria errada na transação?
Erros na classificação podem gerar:
recolhimento inadequado de impostos,
inconsistências fiscais,
multas,
necessidade de retificação,
ou até investigações por tentativa de ocultar operação tributável.
13. Como o Split Payment afeta empresas que dependem de prazo de recebimento?
Modelos como:
vendas parceladas,
recebíveis antecipados,
fluxo de vendas em marketplaces
terão impacto direto, pois o imposto será retido mesmo que a empresa só receba o valor líquido parcelado ou em datas futuras.
14. Posso evitar o Split Payment usando dinheiro em espécie?
Não de forma sustentável. A tendência, segundo especialistas, é de redução progressiva do uso de dinheiro físico. Além disso, operações em espécie acima de determinados valores podem gerar alerta e fiscalização automática.
15. Como minha empresa deve se preparar agora?
As principais ações são:
revisar precificação,
reavaliar regime tributário,
reestruturar fluxo de caixa,
atualizar sistemas internos,
treinar equipes financeiras,
revisar contratos com fornecedores e clientes,
e contar com acompanhamento especializado.
AEXO Contabilidade é referência em orientar empresas nesse processo de transição.
Como a AEXO Contabilidade Digital Pode Ajudar
A AEXO Contabilidade é referência nacional em contabilidade para empresas que querem se preparar para o Split Payment e para toda a Reforma Tributária.
Se você ainda não sabe:
como o novo sistema afeta seu fluxo de caixa
qual regime tributário será mais vantajoso
como precificar seus produtos corretamente
quais ajustes precisa fazer no seu sistema financeiro
O Split Payment vai mudar tudo: da forma de emitir notas fiscais à forma de pagar impostos. Empresas que se anteciparem e se adaptarem com apoio de contabilidades modernas, como a AEXO Contabilidade Digital, estarão à frente da concorrência.
Seu negócio está preparado para as mudanças da Reforma Tributária? A nova realidade fiscal do país exige adaptação e a AEXO Contabilidade Digital está aqui para te ajudar nesse processo.
Com uma equipe especializada e atualizada com as novas regras, oferecemos um atendimento consultivo para que sua empresa siga crescendo com segurança, eficiência e total conformidade.
✅ Atualização completa do seu regime tributário ✅ Análise personalizada do impacto fiscal ✅ Suporte prático e transparente em todas as etapas
Junte-se aos inúmeros empreendedores que já confiam na AEXO para manter suas finanças em dia, mesmo diante das mudanças mais desafiadoras.
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Contabilidade para MEI: O Microempreendedor Individual (MEI) é o regime empresarial mais simples e acessível do Brasil. Criado para formalizar profissionais autônomos, permite a emissão de nota fiscal, cobertura do INSS e um CNPJ ativo. Ideal para quem fatura até R$ 81 mil por ano (ou proporcional a R$ 6.750 por mês).
Contabilidade para MEI é obrigatória?
A resposta curta é: não é obrigatório contratar um contador para MEI. Mas atenção: mesmo não sendo obrigatório, contar com apoio contábil evita erros, atrasos e multas — especialmente para quem deseja crescer e migrar para ME ou LTDA futuramente.
Quais são as obrigações contábeis do MEI?
Mesmo sendo simplificado, o MEI tem obrigações. Veja as principais:
Emissão de notas fiscais (obrigatório para vendas e serviços a empresas);
Organização do faturamento mensal;
Controle de despesas para saber se está perto do limite de faturamento.
Quando um MEI precisa de contador? | Contabilidade para MEI
Contratar um contador especializado pode ser necessário nas seguintes situações:
Quando estiver perto de ultrapassar o limite anual de R$ 81 mil;
Quando quiser emitir nota fiscal eletrônica com mais facilidade;
Se pretende expandir o negócio e mudar de categoria para ME ou LTDA;
Quando deseja pagar menos impostos dentro da lei, aproveitando outras formas de tributação;
Se tiver dúvidas sobre como declarar o Imposto de Renda Pessoa Física x Jurídica.
Vantagens de contar com contabilidade especializada para MEI
Mesmo não sendo obrigatório, ter um contador traz diversas vantagens:
Organização financeira e fiscal;
Planejamento tributário: evita desenquadramento;
Apoio na emissão de notas fiscais e boletos;
Declarações e obrigações feitas no prazo certo;
Economia de tempo e segurança para crescer com estrutura.
O que acontece se o MEI ultrapassar o limite de R$ 81 mil?
Ultrapassou o limite de faturamento? Veja os dois cenários:
Até 20% acima do limite (até R$ 97.200): será desenquadrado do MEI no ano seguinte.
Mais de 20% acima: perde os benefícios do MEI retroativamente, paga multa e imposto sobre o excedente.
Por isso, acompanhar o faturamento é fundamental — e contar com apoio contábil ajuda a manter tudo sob controle.
Como a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar MEIs?
A AEXO Contabilidade Digital é especialista no atendimento a microempreendedores de todo o Brasil, com foco em São Paulo. Nosso suporte online permite:
Acompanhamento mensal do seu faturamento;
Emissão da DAS e envio de boletos;
Preenchimento e envio da DASN-SIMEI;
Orientações sobre emissão de nota fiscal;
Apoio em transição para ME, SLU ou LTDA;
Suporte com Imposto de Renda (Pessoa Física e Jurídica).
💡 Você não precisa lidar com tudo sozinho. Deixe a burocracia com a gente enquanto você foca no crescimento do seu negócio.
A contabilidade para MEI pode não ser obrigatória, mas é extremamente útil para evitar erros, economizar impostos e se preparar para crescer com estrutura. Se você é MEI e quer profissionalizar sua atuação, fale com a AEXO Contabilidade Digital — especialista em MEIs de diversas áreas, incluindo prestadores de serviço, criadores de conteúdo, autônomos e vendedores online.
Você é infoprodutor, vende cursos online, mentorias ou produtos digitais na Hotmart ou Eduzz?
Contabilidade para infoprodutores: Então precisa entender como a contabilidade especializada pode reduzir seus impostos legalmente e proteger seu negócio.
Neste artigo, vamos te mostrar como a AEXO Contabilidade ajudou LucasOliveira, infoprodutor, a economizar mais de R$ 30 mil por ano em tributos com a estruturação correta da sua operação digital.
O que é um infoprodutor e quais suas obrigações fiscais? | Contabilidade para Infoprodutores
O infoprodutor é o profissional que cria e vende produtos digitais, como:
Cursos online;
Ebooks;
Palestras gravadas;
Mentorias e consultorias.
Esses produtos geralmente são vendidos por meio de plataformas como Hotmart, Monetizze, Eduzz, entre outras.
Apesar da flexibilidade do negócio, os infoprodutores têm obrigações fiscais, e operar sem CNPJ ou emitir nota fiscal pode gerar problemas com a Receita Federal, retenções de plataforma e pagamento de impostos muito maiores como pessoa física.
Suporte completo com abertura de empresa, emissão de notas e obrigações fiscais;
Ferramentas integradas para controle financeiro e acompanhamento em tempo real;
Planos sob medida, com escalabilidade e preço justo.
Perguntas Frequentes (FAQ) | Contabilidade para Infoprodutores
1. Infoprodutor pode ser MEI? Geralmente não. A maioria das atividades de infoprodutores (cursos online, marketing digital, palestras) não está permitida como MEI. O ideal é abrir uma empresa no Simples Nacional.
2. Preciso emitir nota fiscal vendendo na Hotmart? Sim. Mesmo que a Hotmart retenha impostos e emita recibos, a Receita pode exigir emissão de nota fiscal própria, especialmente para valores maiores ou recorrentes.
3. Posso deduzir gastos com tráfego pago e marketing? Sim, desde que esteja com CNPJ ativo e contabilidade regular, esses gastos podem ser lançados como despesas dedutíveis no seu resultado.
Se você quer crescer com segurança e pagar menos impostos como infoprodutor, fale com a AEXO Contábil. Vamos analisar seu negócio e sugerir o melhor caminho contábil, tributário e estratégico.
Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!
Um Alerta da AEXO Contabilidade Digital para Quem Quer Empreender com Segurança
Erros Que Quebram Empresas: Você sabia que a maioria das empresas não quebra por falta de vendas? Elas quebram por causa de erros invisíveis, que passam despercebidos até causarem prejuízos irreversíveis.
Neste artigo exclusivo da AEXO Contabilidade Digital, vamos revelar esses erros e mostrar como evitá-los. Este conteúdo é essencial para quem já tem uma empresa e para quem está se preparando para abrir o próprio negócio.
Erro #1: Misturar CPF com CNPJ | Erros que Quebram Empresas
Um erro comum e extremamente perigoso é usar a conta bancária pessoal (CPF) para receber valores da empresa (CNPJ). Isso pode parecer inofensivo, mas:
Você entra na tabela progressiva do IRPF, com alíquotas de até 27,5%.
Você perde o controle financeiro da empresa.
Você expõe o seu patrimônio pessoal a riscos legais e tributários.
✅ Solução: Sempre emita notas fiscais e receba valores pela conta PJ. Isso reduz tributos e mantém a empresa em conformidade com a Receita Federal.
Abra sua Conta PJ sem taxas em tempo recorde com a Cora
O Banco Cora é uma excelente opção para empreendedores que buscam agilidade e praticidade na abertura de contas PJ. Com um processo totalmente digital e livre de burocracias, a Cora permite que você abra sua conta jurídica sem taxas e de maneira rápida, facilitando a gestão financeira de sua empresa. Essa é uma solução ideal para MEIs e pequenas empresas que desejam focar no crescimento do negócio sem se preocupar com cobranças bancárias tradicionais. Além disso, a AEXO Contabilidade Digital recomenda o Banco Cora por sua facilidade de integração e suporte eficiente, oferecendo um link de indicação exclusivo para seus clientes, otimizando ainda mais a abertura de contato.
Confira os benefícios liberados para você, cliente AEXO:
Conta aberta em 1 dia
Canal de atendimento exclusivo
Envio de extrato automatizado para a sua contabilidade
Erro #2: Escolher o Regime Tributário Errado | Erros que Quebram Empresas
Você sabe se sua empresa está enquadrada corretamente no Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real? Muitos empresários pagam mais de 10% em impostos por mês sem necessidade, por estarem no regime inadequado.
✅ Solução: Faça um planejamento tributário com um contador especializado. É preciso analisar receita, custos, despesas e atividade para tomar a decisão certa.
🧠 Dica da AEXO: Se você está em dúvida, agende um diagnóstico gratuito com nossos consultores para rever seu enquadramento fiscal.
Erro #3: Não Controlar o Fluxo de Caixa | Erros que Quebram Empresas
Muitos empresários não sabem exatamente o quanto recebem e gastam por dia. Isso gera desorganização, atrasos em pagamentos e desequilíbrio financeiro.
✅ Solução prática:
Use uma planilha de Excel ou software ERP
Registre todas as entradas e saídas
Preveja despesas fixas e variáveis
🔍 Um bom controle evita juros, multas e dívidas desnecessárias.
Um erro no fechamento de caixa pode parecer algo pequeno, mas acumulado ao longo do mês, ele pode causar um impacto significativo no seu faturamento. Se você é dono de um negócio ou está dando os primeiros passos como empreendedor, é fundamental dominar o processo de conferência diária do caixa. Isso ajuda a evitar prejuízos e garante uma gestão financeira mais eficiente. Para te ajudar nessa jornada, a InfinitePay convidou Andrius Dourado, sócio da AEXO Contabilidade Digital e youtuber no canal Os Três Contadores, para compartilhar dicas valiosas sobre o tema.
Erro #4: Ter um Contador Que Só Gera Guias | Erros que Quebram Empresas
Se o seu contador só manda boletos de imposto e não te orienta estrategicamente, você está perdendo oportunidades.
A contabilidade deve ser parceira do crescimento da empresa. O contador pode ajudar a:
Reduzir carga tributária
Analisar lucros e prejuízos
Corrigir NCMs
Evitar autuações
✅ Solução: Tenha um contador consultivo, como a equipe da AEXO. Nós vamos além da apuração fiscal — oferecemos inteligência contábil e fiscal estratégica.
Erro #5: Emitir Meia Nota ou Não Emitir Nota Fiscal | Erros que Quebram Empresas
Essa prática é ilegal e extremamente arriscada, especialmente com a chegada da Reforma Tributária.
A partir de 2026, a Receita Federal não dependerá apenas das notas fiscais para fiscalizar. Ela vai cruzar dados bancários em tempo real.
💡 Saiba que:
Bancos já enviam movimentações ao Fisco via E-Financeira
Você pode ser autuado mesmo sem ter emitido nota
A sonegação vai se tornar quase impossível com o novo sistema
✅ Solução: Se regularize o quanto antes. Procure uma contabilidade que entenda da legislação atual e das mudanças que estão por vir.
A Reforma Tributária Está Chegando: Você Está Preparado?
A nova regra prevê que os tributos serão retidos diretamente nas transações financeiras, como já ocorre em países como Estados Unidos, Chile e Argentina. Isso significa que:
Ao transferir dinheiro, o imposto será automaticamente retido
A Receita saberá de todas as movimentações
Não haverá como escapar da fiscalização
🚨 Portanto, é hora de abandonar práticas irregulares e se profissionalizar de vez.
A reforma tributária para empresários é um dos temas mais relevantes do cenário econômico atual. Aprovada por meio da Emenda Constitucional 132/2023 e da LEI COMPLEMENTAR Nº 214, DE 16 DE JANEIRO DE 2025, que prometem transformar a forma como empresas recolhem impostos no Brasil. Neste guia definitivo, você entenderá as origens, as mudanças, os impactos diretos sobre seu negócio e como se preparar para essa nova realidade fiscal.
1. Breve Contexto Histórico do Sistema Tributário Brasileiro
Desde a Constituição de 1988, o sistema tributário brasileiro se caracteriza por sua complexidade, alto custo de conformidade e desequilíbrios na distribuição de receitas. Ao longo dos anos, diversas propostas de reforma foram debatidas, mas somente com a PEC 45/2019 — agora transformada na EC 132/2023 — foi possível alcançar consenso político e técnico para uma transformação ampla.
Substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS) por dois: IBS e CBS.
Cobrança no destino do consumo.
Modelo de crédito financeiro: não cumulatividade real.
Transição escalonada entre 2026 e 2033.
Criação do Imposto Seletivo para produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente.
O que é IBS?
O IBS, sigla para Imposto sobre Bens e Serviços, é um dos tributos criados pela Reforma Tributária aprovada pela Emenda Constitucional 132/2023 e será responsável por substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), unificando esses dois impostos em uma cobrança única e mais simples. De natureza não cumulativa e com incidência sobre o consumo de bens e serviços, o IBS será cobrado no destino, ou seja, no local onde o produto ou serviço for efetivamente consumido, e não onde foi produzido ou prestado. Ele faz parte do novo modelo de tributação sobre o consumo e será gerido por um comitê gestor nacional, com representação dos estados e municípios. O objetivo do IBS é reduzir a complexidade do sistema tributário, eliminar distorções econômicas causadas pela guerra fiscal e garantir mais transparência e justiça fiscal entre as regiões brasileiras. Ele terá regras padronizadas, sistema de créditos financeiros (todo imposto pago na cadeia gera crédito para o próximo contribuinte) e será implementado gradualmente entre 2026 e 2033.
O que é CBS?
A CBS, sigla para Contribuição sobre Bens e Serviços, é o novo tributo federal criado pela Reforma Tributária para substituir o PIS e a Cofins, com o objetivo de simplificar a tributação sobre o consumo no âmbito da União. De natureza não cumulativa e com base ampla de incidência, a CBS será aplicada sobre a venda de bens, prestação de serviços e importações, independentemente do setor econômico. Diferente dos tributos que substitui, a CBS adotará o regime de crédito financeiro, em que todo valor pago na etapa anterior da cadeia gera crédito integral para o contribuinte seguinte, eliminando o efeito cascata típico do modelo atual. A alíquota da CBS será única para todas as operações, promovendo maior neutralidade e reduzindo distorções. Sua arrecadação será de competência federal e sua implementação ocorrerá de forma escalonada a partir de 2026, conforme definido na Emenda Constitucional 132/2023 e nos projetos de regulamentação em andamento. A CBS representa um avanço na busca por um sistema tributário mais justo, simples e transparente para empresas de todos os portes.
O que é IS (Imposto Seletivo)?
O IS, ou Imposto Seletivo, é um tributo criado pela Reforma Tributária por meio da Emenda Constitucional 132/2023, com a finalidade de incidir sobre bens e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. Também conhecido como “imposto do pecado”, ele será aplicado, por exemplo, sobre produtos como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis fósseis e agrotóxicos, funcionando como um instrumento de regulação de consumo e de políticas públicas. O IS terá caráter extrafiscal, ou seja, sua principal função não é arrecadatória, mas sim desincentivar o consumo de determinados itens, por meio da elevação de seu custo. A cobrança será feita em etapas específicas da cadeia produtiva e a alíquota poderá variar conforme o grau de nocividade do produto. A competência para instituí-lo é da União, mas sua regulamentação completa ainda está sendo definida em projeto de lei complementar. Embora não substitua nenhum imposto atual, o IS complementa o novo sistema de tributação ao lado da CBS (federal) e do IBS (estadual e municipal), compondo o tripé da nova estrutura de impostos sobre consumo no Brasil.
O que é Split Payment?
O Split Payment, ou pagamento fracionado, é um mecanismo de arrecadação tributária previsto na Reforma Tributária brasileira, que visa tornar o recolhimento de impostos mais seguro, transparente e eficiente. Na prática, o modelo funciona de forma automática: ao realizar uma operação de compra e venda, o valor referente ao tributo — como CBS ou IBS — é separado no momento do pagamento e transferido diretamente para os cofres públicos, sem passar pelas contas da empresa vendedora. Isso reduz drasticamente o risco de inadimplência tributária e fraudes fiscais, já que o imposto é recolhido na fonte, no ato da transação. O sistema de Split Payment exigirá integração entre bancos, operadoras de cartão, emissores de notas fiscais eletrônicas e a administração tributária, e deve ser especialmente aplicado em operações com riscos elevados de evasão fiscal ou em setores sensíveis. Embora ainda dependa de regulamentação específica, o Split Payment é considerado uma inovação importante para o novo modelo tributário brasileiro, contribuindo para a automação do cumprimento de obrigações e para o aumento da eficiência na arrecadação.
4. Impactos da Reforma Tributária por Regime de Tributação
4.1 Simples Nacional | Reforma Tributária
Empresas optantes pelo Simples Nacional serão as mais atingidas e deverão se atentar a:
Avaliação da migração para regimes mais vantajosos a depender do setor.
Escolher entre recolher ou não IBS e CBS em suas operações.
4.2 Lucro Presumido | Reforma Tributária
Empresas nesse regime sentirão os efeitos mais fortes da nova legislação, pois o crédito financeiro poderá se tornar mais vantajoso ou desvantajoso dependendo da cadeia produtiva. Será necessário rever precificação, contratos e estrutura de custo.
4.3 Lucro Real | Reforma Tributária
Empresas do Lucro Real, por já estarem mais estruturadas, tendem a se beneficiar da simplificação e da nova sistemática de crédito. No entanto, será necessário readequar sistemas ERP, notas fiscais e auditorias.
5. Cronograma de Implementação da Reforma Tributária
Ano
Evento
2026
Início da parametrização das notas fiscais com informações de CBS e IBS.
2027
Extinção do PIS e Cofins
2029
Início da extinção gradual de ICMS e ISS
2033
Conclusão da transição — sistema antigo totalmente substituído
6. Oportunidades e Riscos para os Empresários
Oportunidades | Reforma Tributária
Redução de custos com compliance.
Maior previsibilidade tributária.
Ambiente mais atrativo para investimentos.
Riscos | Reforma Tributária
Aumento da carga tributária em alguns setores.
Necessidade de investimento em tecnologia e sistemas.
Riscos na transição simultânea entre dois sistemas.
A reforma tributária brasileira representa uma mudança profunda na forma de arrecadação e fiscalização. Para os empresários, a chave será o planejamento tributário estratégico e a adoção de tecnologia contábil. O momento de se preparar é agora.
Entre em contato agora mesmo com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como se planejar e economizar impostos da maneira correta.
Perguntas Frequentes (FAQ)
O que é o IBS e a CBS? São os novos tributos que substituirão PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS.
Empresas do Simples pagarão CBS e IBS? Poderão escolher se recolherão ou não esses tributos, lembrando que se não recolherem não poderão transferir crédito.
O que é o Imposto Seletivo? Um tributo extra sobre produtos como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis, etc.
O que muda no crédito tributário? Agora será financeiro: todo imposto pago gera crédito compensável.
Quando começa a valer a reforma? A partir de 2026, com transição até 2033.
Como me preparar? Atualize seu ERP, reveja seu regime tributário e procure um contador.
Há risco de aumento de imposto? Depende do setor e da cadeia produtiva.
Como ficam os incentivos fiscais estaduais? Serão gradualmente extintos ou substituídos.
Empresas precisam mudar seu regime atual agora? Não imediatamente, mas devem se planejar.
Qual o papel do contador? Fundamental na análise de impacto, planejamento e adequação tecnológica.
Fundador e CEO da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!