Como Funciona a Tributação no Simples Nacional na Venda de E-book — Guia Completo

Tributação e-book Simples Nacional: Nos últimos anos, o mercado digital tem crescido de forma exponencial, e os e-books estão entre os produtos digitais mais vendidos no Brasil.
Autores, educadores, coaches e infoprodutores encontraram nesse formato uma forma lucrativa e escalável de gerar renda, alcançando milhares de pessoas com baixo custo de produção.

Mas com o crescimento das vendas, surge uma dúvida comum:

“Como fica a tributação dos e-books dentro do Simples Nacional?”

Essa é uma pergunta essencial — afinal, entender quanto e como você paga de imposto pode ser o divisor entre um negócio digital saudável e um empreendimento sufocado por taxas mal calculadas.

Neste artigo completo, você vai aprender tudo sobre a tributação dos e-books, entender como a imunidade de ICMS se aplica aos livros digitais, descobrir como emitir notas fiscais corretamente, e ainda ver como a AEXO Contabilidade Digital pode te ajudar a pagar menos impostos de forma 100% legal.

tributação e-book Simples Nacional


📚 E-book é tributado? Entenda a imunidade constitucional

A primeira boa notícia é que livros, jornais e periódicos — inclusive os digitais — são imunes ao ICMS.
Essa imunidade está garantida no artigo 150, inciso VI, alínea “d” da Constituição Federal, e foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no Recurso Extraordinário 330.817 (Tema 593), consolidado na Súmula Vinculante nº 57.

Em resumo:

A venda de e-books não paga ICMS.

Mas atenção: a imunidade se aplica apenas ao conteúdo editorial, ou seja, ao livro em si. Se o seu produto incluir serviços adicionais, como mentoria, comunidade, suporte ou acesso a plataforma exclusiva, esses elementos podem gerar incidência de ISS (Imposto sobre Serviços).


🧾 Como funciona a tributação dos e-books no Simples Nacional

Se você vende e-books e está no Simples Nacional, o seu negócio é enquadrado como comércio (Anexo I).
A tabela de tributação é progressiva, ou seja, quanto maior o faturamento anual, maior a alíquota efetiva.

Veja um resumo da tabela:

Faixa de Faturamento (12 meses)Alíquota NominalParcela a Deduzir
Até R$ 180.000,004,0%R$ 0
De R$ 180.000,01 a R$ 360.0007,3%R$ 5.940
De R$ 360.000,01 a R$ 720.0009,5%R$ 13.860
De R$ 720.000,01 a R$ 1.800.00010,7%R$ 22.500
De R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.00014,3%R$ 87.300
De R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.00019,0%R$ 378.000

Porém, existe um detalhe importantíssimo:
➡️ Dentro dessas alíquotas, há uma fração destinada ao ICMS, que não é cobrada para e-books devido à imunidade constitucional.

Isso significa que, na prática, a alíquota efetiva é menor do que a alíquota nominal.


💰 Quanto se paga realmente de imposto sobre e-book?

Na primeira faixa do Simples Nacional (até R$ 180 mil/ano), a alíquota nominal é de 4%, mas cerca de 34% dessa alíquota corresponde ao ICMS — que, neste caso, é imune.

Resultado:
👉 A alíquota efetiva cai para aproximadamente 2,3% a 2,75%, dependendo da forma de cálculo.

Conforme o faturamento cresce, o percentual total sobe, mas a fração de ICMS continua sendo excluída, mantendo uma tributação mais leve.

Esse é um dos motivos pelos quais vender e-books é uma das atividades digitais mais vantajosas dentro do Simples Nacional.


🧠 Simples Nacional x Lucro Presumido — qual é melhor para e-books?

Embora o Simples Nacional seja um regime simplificado e vantajoso para pequenos negócios, em alguns casos, o Lucro Presumido pode ser ainda mais interessante.

Veja as principais diferenças:

RegimeVantagensPontos de Atenção
Simples NacionalTributação reduzida e simplificada. DAS único.Imunidade parcial do e-book, pois o cálculo engloba tributos embutidos.
Lucro PresumidoPossibilidade de aplicar imunidade integral sobre o livro digital.Exige mais controle contábil e escrituração detalhada.
Lucro RealIdeal para grandes operações com despesas dedutíveis relevantes.Complexo e com alto custo de manutenção.

👉 A escolha depende do volume de vendas, margem de lucro e estrutura operacional.
A AEXO Contabilidade Digital realiza um diagnóstico gratuito para indicar o regime tributário mais vantajoso de acordo com o perfil do seu negócio.


🧾 É preciso emitir nota fiscal na venda de e-books?

Sim!
Mesmo sendo um produto digital e imune ao ICMS, toda venda precisa ser documentada com Nota Fiscal Eletrônica (NF-e modelo 55).

Na nota, é essencial:

  • Utilizar o CST (Código de Situação Tributária) correto para operação imune;
  • Incluir, nas informações complementares, a menção de que o produto é livro digital imune de ICMS, conforme art. 150, VI, “d”, da Constituição Federal;
  • Indicar corretamente o NCM (geralmente 4901.99.00 ou equivalente).

Isso evita questionamentos fiscais e mantém sua operação 100% legal perante a Receita Federal.


🌍 E se eu vender e-books para o exterior?

As vendas para o exterior — exportações — também possuem benefícios fiscais.
No Simples Nacional, não há incidência de PIS, Cofins, ICMS e ISS sobre receitas de exportação.

No entanto, ainda incidem tributos sobre renda e folha de pagamento (IRPJ, CSLL e CPP).
Por isso, é fundamental documentar corretamente as operações no PGDAS-D como receita de exportação para que os benefícios sejam aplicados de forma correta.


🏢 E-books vendidos em plataformas digitais (Hotmart, Kiwify, Amazon)

Mesmo vendendo seus e-books por plataformas como Hotmart, Kiwify ou Amazon, a responsabilidade tributária é sua.
Essas plataformas podem auxiliar com relatórios e até emissão de notas, mas você continua sendo o responsável legal pela operação.

Além disso, de acordo com o Convênio ICMS 106/2017, algumas unidades da federação exigem inscrição estadual (consulta Sintegra) para fins cadastrais, mesmo que o produto seja imune.

Portanto, conte com a AEXO Contabilidade para garantir que toda a documentação e registros fiscais estejam em conformidade com cada estado.


⚙️ O que muda com a Reforma Tributária em 2026?

Com a chegada da Reforma Tributária, a partir de 2026, o sistema tributário será unificado com o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).

Mas pode ficar tranquilo: os livros digitais continuarão imunes, conforme a proposta constitucional.

Para quem está no Simples Nacional, nada muda em relação à cobrança unificada pelo DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
O que pode mudar são as obrigações acessórias, como declarações e rateios automáticos do novo sistema de split payment.

Tributação e-book Simples Nacional: Contar com uma contabilidade especializada em negócios digitais é essencial para o seu sucesso financeiro e para pagar menos impostos. Fale agora com a AEXO! 👇


📊 Dica de ouro: como pagar menos imposto legalmente | Tributação e-book Simples Nacional

  1. Formalize sua atividade corretamente com um CNPJ adequado (CNAE específico para edição e comercialização de livros digitais).
  2. Evite misturar produtos e serviços na mesma nota (isso pode gerar ISS indevido).
  3. Documente corretamente as receitas de exportação.
  4. Revise mensalmente seu enquadramento no Simples Nacional — pode ser que o Lucro Presumido seja mais econômico em determinado ponto.
  5. Tenha uma contabilidade especializada em negócios digitais, como a AEXO Contabilidade.

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🚀 Como a AEXO Contabilidade pode ajudar você | Tributação e-book Simples Nacional

A AEXO Contabilidade Digital é referência em contabilidade para infoprodutores, criadores de conteúdo e negócios digitais.
Com uma equipe altamente especializada, oferecemos:

  • Diagnóstico tributário personalizado;
  • Planejamento para reduzir impostos de forma legal;
  • Regularização de CNPJ e emissão fiscal digital;
  • Consultoria para exportação de infoprodutos;
  • Acompanhamento contínuo para manter sua empresa em conformidade com a Receita Federal.

💡 Resultado: você paga menos imposto, mantém tudo legalizado e foca no crescimento do seu negócio digital.

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tributação e-books Simples Nacional

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como Reduzir o DAS da Sua Empresa e Pagar Menos Impostos no Simples Nacional

O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é uma das obrigações mais conhecidas entre micro e pequenos empresários brasileiros. Mas o que muitos não sabem é que existem formas totalmente legais de reduzir o valor pago no DAS todos os meses — e isso pode representar economias significativas ao longo do ano.

Neste artigo completo, a AEXO Contabilidade Digital, especialista em gestão tributária e parceira de negócios de grandes fintechs como a InfinitePay, explica de maneira detalhada como diminuir o DAS sem infringir nenhuma regra fiscal, além de compartilhar dicas práticas para manter sua empresa em conformidade com a Receita Federal.

como reduzir o DAS da sua empresa


O Que é o DAS e Por Que Ele É Tão Importante

Como Reduzir o DAS: O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é o boleto mensal utilizado pelas empresas optantes pelo regime do Simples Nacional para pagar impostos federais, estaduais e municipais de forma unificada.

Esse modelo simplifica a vida do empreendedor, mas também exige atenção: qualquer erro no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), na emissão de notas fiscais ou na gestão de despesas e folha de pagamento pode aumentar sua carga tributária sem necessidade.


1. Revise o CNAE da Sua Empresa: O Primeiro Passo Para Pagar Menos

Um dos erros mais comuns entre empreendedores é escolher o CNAE errado na abertura da empresa.

A classificação incorreta da atividade pode fazer com que sua empresa pague até o dobro de impostos no DAS. Por exemplo, atividades enquadradas como consultoria entram no Anexo V, com alíquota de até 15,5%, enquanto serviços administrativos podem estar no Anexo III, com apenas 6% de imposto — uma diferença significativa.

A boa notícia é que a AEXO Contabilidade Digital pode corrigir seu enquadramento tributário, ajustando o CNAE para o código correto e aplicando o Fator R, que pode reduzir ainda mais a alíquota.

Faça como centenas de empresários bem sucedidos e tenha com uma contabilidade estratégica ao seu lado.


2. Reavalie a Classificação Fiscal dos Seus Produtos e Serviços

Além do CNAE, a classificação fiscal (NCM) também influencia diretamente no valor do DAS.
Uma classificação incorreta pode fazer sua empresa perder benefícios fiscais, reduções de PIS/COFINS ou deixar de aplicar regimes especiais, como a tributação monofásica.

Ao revisar as classificações, é possível identificar créditos tributários não aproveitados e reduzir a carga total. Essa análise deve ser feita com o apoio de um contador especializado — e é justamente nesse ponto que a AEXO Contabilidade atua com excelência, revisando cada detalhe fiscal para garantir que você pague apenas o necessário.

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3. Aproveite o Benefício do Fator R | Como Reduzir o DAS

O Fator R é um dos segredos menos compreendidos do Simples Nacional — mas pode ser o divisor de águas na economia tributária da sua empresa.

Ele considera a relação entre a folha de pagamento e o faturamento bruto.
Se a proporção de gastos com folha for superior a 28%, o negócio pode migrar do Anexo V para o Anexo III, reduzindo a alíquota de até 15,5% para 6%.

A AEXO Contabilidade realiza esse cálculo de forma estratégica, ajustando o enquadramento para garantir o máximo de economia possível.


4. Tenha um Controle de Despesas e Receitas Bem Estruturado

Empresas que não acompanham suas finanças com precisão tendem a pagar mais impostos.
Manter um fluxo de caixa atualizado, com o auxílio de ferramentas contábeis digitais, permite à empresa monitorar lucros, custos e margens e identificar gastos dedutíveis que impactam no DAS.

A AEXO Contabilidade Digital oferece painéis inteligentes de gestão, permitindo ao empresário visualizar em tempo real onde é possível reduzir custos e otimizar resultados.


5. Evite Erros na Emissão de Notas Fiscais | Como Reduzir o DAS

A forma como você emite suas notas fiscais também afeta diretamente o cálculo do DAS.
Notas emitidas com CNAE incorreto ou descrições genéricas podem gerar tributação incorreta, aumentando o valor dos impostos.

Uma auditoria contábil feita pela AEXO Contabilidade pode identificar e corrigir esses erros antes que prejudiquem o caixa da empresa — além de prevenir autuações pela Receita Federal.


6. Planejamento Tributário: O Segredo Para Pagar Menos e Crescer Mais

O planejamento tributário é a ferramenta mais poderosa que o empresário pode utilizar.
Ele permite analisar o regime de tributação mais vantajoso — Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real — e identificar reduções legais possíveis.

Com o suporte da AEXO Contabilidade, é possível simular cenários, comparar regimes e aplicar estratégias personalizadas, garantindo que cada real pago em imposto seja realmente necessário.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


7. Use a Tecnologia a Seu Favor com a AEXO Contabilidade Digital

A contabilidade moderna vai além de planilhas e papéis.
A AEXO Contabilidade Digital utiliza sistemas automatizados e inteligência contábil para acompanhar o desempenho fiscal da sua empresa, detectar inconsistências e apontar oportunidades de redução tributária.

Além disso, a AEXO é reconhecida no mercado por ser parceira oficial da InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, produzindo conteúdos educacionais sobre finanças e gestão para empreendedores de todo o país.


Conclusão: Reduzir o DAS é Possível e Está ao Seu Alcance

Pagar menos impostos de forma legal e inteligente é totalmente possível.
O segredo está em analisar o regime tributário, revisar as classificações fiscais e implementar um bom planejamento contábil.

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em transformar a contabilidade em uma aliada do crescimento empresarial.
Com atendimento personalizado e 100% online, você economiza tempo, reduz custos e ainda garante conformidade fiscal total.

👉 Quer reduzir o DAS da sua empresa e pagar menos impostos todos os meses?
Fale agora mesmo com a equipe da AEXO Contabilidade Digital e descubra como otimizar seu negócio sem complicações.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Redução do DAS

1. O que é o DAS no Simples Nacional?
É o documento de arrecadação que reúne todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia.

2. Posso reduzir o valor do DAS legalmente?
Sim, através da escolha correta do CNAE, enquadramento tributário e aplicação do Fator R.

3. O que é o Fator R?
É um cálculo que compara o total da folha de pagamento com o faturamento. Se ultrapassar 28%, sua empresa pode ter alíquota reduzida.

4. Como saber se minha empresa está pagando mais imposto do que deveria?
Através de uma análise contábil detalhada feita por especialistas como a AEXO Contabilidade.

5. A AEXO Contabilidade pode me ajudar a reduzir o DAS?
Sim! A equipe realiza um diagnóstico completo e aplica estratégias personalizadas de economia tributária.

como reduzir o DAS da sua empresa

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Afinal, o Simples Nacional destaca ou não IBS e CBS em 2026?

Com a chegada da Reforma Tributária, uma das principais dúvidas entre empreendedores e contadores é: o Simples Nacional vai precisar destacar o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e o CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) em 2026?
A resposta oficial é não — mas com algumas exceções importantes que merecem atenção.

Neste artigo completo, você vai entender o que muda na prática, quais cuidados tomar e como se preparar para o novo sistema tributário. Acompanhe até o final e descubra como a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar sua empresa a se adaptar com segurança e pagar menos impostos.

Simples Nacional destaca IBS e CBS em 2026? Entenda o que muda com a Reforma Tributária


O que muda com o IBS e CBS?

A Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional vai unificar cinco tributos sobre o consumo: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, que serão substituídos por dois novos impostos: o IBS (de competência estadual e municipal) e o CBS (de competência federal).

O objetivo é simplificar o sistema tributário, tornando a cobrança mais transparente e uniforme. Contudo, essa transição será gradual e vai impactar cada regime de tributação de forma diferente.


O Simples Nacional e o período de testes

De acordo com a Lei Complementar nº 214 de 2025, as empresas optantes pelo Simples Nacional não participarão do período de testes da Reforma Tributária, previsto para 2026.

Isso significa que não haverá a obrigatoriedade de destacar o IBS e o CBS nas notas fiscais das empresas do Simples durante esse período.

Por outro lado, é importante destacar que as empresas que estiverem no sublimite do Simples — ou seja, aquelas que ultrapassam o limite de faturamento municipal ou estadual — terão que preencher os campos de IBS e CBS nas notas fiscais.

Essa medida visa garantir o controle e o cruzamento de informações fiscais, evitando divergências nas declarações.


O que é o sublimite do Simples Nacional?

O sublimite é um valor máximo de faturamento que define se o contribuinte do Simples Nacional deve recolher o ICMS e o ISS dentro do próprio regime ou separadamente.
Por exemplo, alguns estados e municípios fixam sublimites menores que o teto nacional (R$ 4,8 milhões).

Se a sua empresa ultrapassar esse limite local, continuará no Simples Nacional, mas passará a recolher ICMS e ISS fora do regime unificado.
E é exatamente esse grupo que, em 2026, terá de informar os campos de IBS e CBS nas notas fiscais.


O que é IBS e CBS na prática?

Esses dois novos tributos funcionarão como um IVA (Imposto sobre Valor Agregado), muito usado em outros países. Ou seja, serão cobrados sobre o valor adicionado em cada etapa da cadeia de produção e comercialização.

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): substitui ICMS e ISS.
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): substitui PIS e Cofins.

Ambos terão alíquotas únicas e não cumulativas, o que deve reduzir disputas tributárias e aumentar a previsibilidade para as empresas.


Como isso afeta o empresário do Simples Nacional?

Mesmo sem a obrigação de destacar os novos tributos em 2026, o empreendedor deve ficar atento, pois a forma de apuração e recolhimento poderá mudar nos anos seguintes.

O governo federal pretende iniciar um período de transição entre 2026 e 2032, onde os tributos atuais serão gradualmente substituídos pelo IBS e CBS.
Portanto, compreender desde já como esses impostos funcionam é essencial para planejar o futuro financeiro da empresa.


Importância de uma contabilidade atualizada

Diante desse cenário de mudanças, é fundamental contar com uma contabilidade especializada em reforma tributária, capaz de orientar sobre as melhores decisões e garantir conformidade fiscal.

A AEXO Contabilidade Digital atua justamente nesse ponto:
➡️ Ajudamos empreendedores a reduzir impostos, evitar autuações e tomar decisões estratégicas com base em dados contábeis atualizados.
➡️ Temos uma equipe especializada em Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, com foco em digitalização e performance.

Se você quer estar preparado para o IBS e CBS, não espere 2026 chegar para agir. Fale com a AEXO hoje mesmo e descubra como pagar menos impostos dentro da lei.


Dicas práticas para se preparar para 2026

  1. Converse com seu contador sobre o enquadramento da sua empresa e verifique se há risco de ultrapassar o sublimite.
  2. Atualize seus sistemas de emissão de notas fiscais para incluir os campos de IBS e CBS, mesmo que ainda não sejam obrigatórios.
  3. Mantenha o controle financeiro e contábil em dia, pois o cruzamento de dados será cada vez mais automatizado.
  4. Invista em planejamento tributário, aproveitando benefícios legais e evitando surpresas com a nova estrutura.

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FAQ – Perguntas Frequentes sobre IBS e CBS no Simples Nacional

1. O Simples Nacional vai pagar IBS e CBS em 2026?
Não. A Lei Complementar 214/2025 garante que as empresas do Simples não farão parte do período de testes.

2. As empresas do Simples precisam destacar IBS e CBS na nota fiscal?
Não, exceto aquelas que estiverem no sublimite estadual ou municipal, que deverão informar esses campos.

3. Quando o IBS e CBS entram em vigor?
O início está previsto para 2026, com transição até 2032.

4. O Simples Nacional vai acabar com a Reforma Tributária?
Não. O regime será mantido, mas poderá passar por ajustes para se adaptar às novas regras.

5. Como se preparar para as mudanças?
Com planejamento e assessoria contábil especializada — como a da AEXO Contabilidade Digital, que acompanha de perto todas as atualizações fiscais.


Conclusão | Simples Nacional IBS CBS 2026

O Simples Nacional não precisará destacar o IBS e CBS em 2026, mas as empresas precisam se antecipar às mudanças trazidas pela Reforma Tributária.
Entender o impacto do sublimite, revisar processos fiscais e investir em planejamento são passos fundamentais para garantir que o seu negócio continue crescendo com segurança e economia.

Com o suporte da AEXO Contabilidade Digital, você estará sempre à frente, preparado para o futuro da contabilidade no Brasil.
👉 Entre em contato com a AEXO e descubra como pagar menos impostos e manter sua empresa 100% em conformidade.

Simples Nacional destaca IBS e CBS em 2026? Entenda o que muda com a Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Reforma Tributária: Seria o Fim do Simples Nacional?

A Reforma Tributária de 2025 promete ser uma das maiores transformações econômicas e contábeis já vistas no Brasil. O objetivo do governo é simplificar o sistema de arrecadação, centralizar a cobrança de impostos e reduzir a chamada “guerra fiscal” entre estados e municípios. Mas a grande dúvida entre empreendedores, contadores e gestores é: como isso impactará as empresas e o Simples Nacional?

Neste artigo completo, a AEXO Contabilidade Digital explica, de forma clara e estratégica, tudo o que você precisa saber sobre as novas regras tributárias, o fim da cobrança “por dentro” e o nascimento do sistema de IVA dual com CBS e IBS.

Reforma Tributária 2025 e o impacto no Simples Nacional


O que é a Reforma Tributária e o que muda com ela

A Reforma Tributária, consolidada pela Emenda Constitucional nº 132/2023, substitui o atual conjunto de tributos — PIS, COFINS, ISS e ICMS — por dois novos impostos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal;
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência compartilhada entre estados e municípios.

Esses dois tributos formam o chamado IVA Dual, inspirado em modelos já utilizados na Europa e em países da OCDE.

A principal mudança está na forma de cobrança “por fora”, onde o imposto será destacado na nota fiscal, tornando-se visível para o consumidor. Isso substitui o modelo atual, em que os tributos são embutidos no preço final dos produtos e serviços.


O impacto na contabilidade das empresas

Para as empresas, essa mudança não é apenas estética. Ela altera profundamente a estrutura contábil e fiscal, afetando cálculos de preço, fluxo de caixa e relatórios financeiros.
Agora, cada etapa da cadeia produtiva pagará imposto apenas sobre o valor agregado, eliminando o chamado “efeito cascata”.

No entanto, a transição exigirá:

  • Atualização de sistemas de faturamento;
  • Treinamento de equipes contábeis;
  • Revisão de precificação e margem de lucro;
  • Adequação de softwares e emissão de notas fiscais.


Como será o período de transição

O novo modelo começará a ser implementado gradualmente:

  • 2026 – Alíquota simbólica de 1% para testes;
  • 2027 – CBS substitui PIS e COFINS nas operações entre empresas;
  • 2029 a 2032 – Substituição do ICMS e ISS pelo IBS;
  • 2033 – Novo sistema plenamente em vigor.

Durante esse período, empresas precisarão operar sob dois regimes tributários simultaneamente, o antigo e o novo, o que exigirá um acompanhamento contábil especializado.


Reforma Tributária: O fim (ou não) do Simples Nacional

O Simples Nacional continuará existindo, mas passará por mudanças importantes. Empresas que vendem diretamente ao consumidor final (B2C) seguirão no regime tradicional.
Já aquelas que vendem para outras empresas (B2B) terão que decidir entre:

  1. Permanecer no Simples puro, sem direito a créditos de IBS e CBS;
  2. Optar pelo Simples híbrido, recolhendo os novos tributos separadamente para permitir o crédito fiscal aos clientes.

A escolha errada pode causar perda de competitividade e aumento da carga tributária.


Split Payment: o fim do uso do imposto como capital de giro

Uma das maiores mudanças é a adoção do Split Payment, em que o sistema bancário repassa automaticamente a parte do imposto ao governo no momento da venda.
Isso elimina o uso temporário dos valores de impostos como capital de giro, impactando diretamente o caixa de pequenas e médias empresas.


Novo sistema de fiscalização e o uso de inteligência artificial

A Receita Federal implementará um sistema de fiscalização automatizado, integrando dados de notas fiscais, movimentações bancárias e Pix. O objetivo é reduzir a sonegação fiscal até 2030, tornando praticamente impossível ocultar transações comerciais.

Esse novo modelo exige transparência total e um acompanhamento contábil digital em tempo real, o que reforça a importância de contar com uma contabilidade moderna, como a AEXO Contabilidade Digital.

O que é o Drex?

O Drex é o nome oficial do Real Digital, a moeda digital brasileira emitida pelo Banco Central do Brasil. Ele representa uma versão digital do real que funcionará dentro de um sistema financeiro totalmente integrado, moderno e seguro. Diferente das criptomoedas comuns, o Drex será lastreado pelo real físico e terá controle estatal, garantindo estabilidade, rastreabilidade e segurança nas transações.

Com o Drex, será possível transferir valores instantaneamente, realizar contratos inteligentes (smart contracts) e facilitar operações entre empresas e cidadãos, reduzindo custos e aumentando a eficiência do sistema financeiro. Essa tecnologia faz parte de um movimento global em direção às moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) e promete transformar o jeito como lidamos com dinheiro, crédito e investimentos no Brasil.


O que muda para pequenas empresas e MEIs

A Reforma também cria o conceito de Nanoempreendedor, voltado para quem fatura até R$ 40 mil por ano, isento de IBS e CBS. Essa medida busca formalizar profissionais autônomos e pequenos prestadores de serviços.


O papel da contabilidade na era pós-reforma

Com o novo modelo tributário, o contador deixa de ser apenas um executor de obrigações e passa a ser um consultor estratégico. Ele será responsável por:

  • Simular cenários tributários (Simples, Lucro Presumido, Lucro Real);
  • Otimizar o enquadramento fiscal da empresa;
  • Acompanhar a transição entre regimes;
  • Reduzir riscos e evitar multas.

Empresas que não se anteciparem a essas mudanças poderão enfrentar aumento de custos, perda de clientes e problemas fiscais.


Como se preparar agora

  1. Faça um diagnóstico tributário com especialistas;
  2. Revise sua estrutura societária e regime de tributação;
  3. Atualize seus sistemas contábeis e fiscais;
  4. Treine sua equipe para o novo modelo;
  5. Conte com uma contabilidade digital de confiança.

Conclusão: simplificar para quem?

Apesar da promessa de simplificação, a Reforma Tributária tende a aumentar a burocracia no curto prazo. Empresas terão que se adaptar a novas regras, novos cálculos e novas tecnologias fiscais.
A AEXO Contabilidade Digital está pronta para ajudar sua empresa a atravessar essa transição com segurança, eficiência e planejamento tributário inteligente.

👉 Entre em contato agora com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como reduzir sua carga tributária e manter a saúde financeira do seu negócio em tempos de mudança.

Reforma Tributária 2025 e o impacto no Simples Nacional

Reforma Tributária Simples Nacional


FAQ – Perguntas Frequentes sobre a Reforma Tributária

1. O Simples Nacional vai acabar?
Não. O regime continuará existindo, mas com ajustes, especialmente para quem vende para outras empresas (B2B).

2. O que é o regime híbrido?
É a opção em que o empreendedor do Simples começa a destacar IBS e CBS separadamente para gerar créditos fiscais para seus clientes.

3. Quando a reforma entra em vigor?
A implementação será gradual, com o sistema completo em operação até 2033.

4. O Split Payment afeta o caixa das empresas?
Sim. O valor dos impostos será retido automaticamente no momento da venda, reduzindo o capital de giro disponível.

5. Como se preparar para as mudanças?
Busque orientação contábil com uma empresa especializada em planejamento tributário, como a AEXO Contabilidade Digital.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O segredo que não te contam sobre vender muito: como transformar marketing e vendas no motor de crescimento do seu negócio

Qual o segredo para vender muito? Vender muito não é apenas uma questão de sorte, é ciência e estratégia. Toda empresa que deseja crescer precisa entender que vendas são resultado de três pilares fundamentais: ser, parecer e aparecer. Esses conceitos simples, mas poderosos, podem redefinir a forma como sua empresa se posiciona no mercado e se conecta com os clientes.

Ao longo deste artigo, vamos aprofundar cada um desses pontos, entender como marketing e vendas se complementam, e mostrar como aplicar ferramentas modernas — como a inteligência artificial — no seu processo comercial. Além disso, vamos revelar como uma contabilidade estratégica, como a da AEXO Contabilidade Digital, pode ser o diferencial para escalar suas vendas sem perder o controle financeiro e tributário.

segredo para vender muito


O que significa “ser” no processo de vendas?

Ser é a essência do seu produto ou serviço. Não há como manter um negócio sustentável sem oferecer qualidade. Um produto ruim até pode gerar uma primeira venda, mas dificilmente cria clientes recorrentes. Por isso, o primeiro passo para vender muito é ter algo de valor real para oferecer.

Empresas que se preocupam com a qualidade geram confiança, credibilidade e aumentam a satisfação dos clientes, criando uma base sólida para o crescimento.


O que significa “parecer”?

Parecer é sobre percepção de valor. Não basta ser bom, é preciso comunicar bem. Branding, posicionamento, conteúdo, identidade visual, vitrine, embalagem, atendimento e até o uniforme da equipe fazem parte do “parecer”.

O cliente compra, muitas vezes, pela imagem que a empresa transmite. Marcas fortes sabem que a percepção de valor pode multiplicar os resultados. É por isso que investir em marketing, branding e estratégias de posicionamento não é custo, mas investimento.


O que significa “aparecer”?

Aparecer é tornar o seu negócio visível. De nada adianta ter o melhor produto e uma marca bem construída se ninguém sabe que você existe. É aqui que entra o marketing digital, a geração de demanda e a criação de audiência.

Investir em tráfego pago, conteúdo estratégico e presença digital consistente é fundamental para atrair leads e gerar oportunidades de vendas todos os dias.


O funil de vendas: da descoberta à conversão

Toda jornada de compra segue um fluxo natural:

  1. Descoberta: quando o cliente toma conhecimento da sua empresa.
  2. Consideração: quando ele avalia se sua solução resolve a dor dele.
  3. Conversão: quando finalmente toma a decisão de comprar.

No início do funil, o papel é do marketing. Já na conversão, entra a equipe de vendas. E é essa integração entre marketing e vendas que garante resultados consistentes.


O método “Au Au Au”: Alcance, Autoridade e Audiência

Um dos segredos revelados é o método “Au Au Au”, que se resume em três etapas:

  • Alcance: ser visto pelo maior número de pessoas possível.
  • Autoridade: conquistar a confiança e o respeito da sua audiência.
  • Audiência: criar uma base de seguidores engajados que acompanham sua marca.

Sem audiência, não há atenção; sem atenção, não há intenção de compra.

Inbound e Outbound: duas estratégias que se complementam

O inbound marketing é a estratégia voltada para atrair clientes de forma orgânica, criando valor por meio de conteúdos relevantes, SEO, redes sociais e nutrição de leads. Nesse modelo, é o cliente que encontra a empresa, motivado pela autoridade e confiança que ela transmite. Já o outbound marketing adota uma postura ativa: a empresa vai até o cliente utilizando ferramentas como prospecção direta, ligações, e-mails e anúncios pagos. Enquanto o inbound constrói uma base sólida de leads qualificados a longo prazo, o outbound gera resultados imediatos, embora exija investimento contínuo. Quando aplicadas em conjunto, essas duas estratégias se tornam extremamente poderosas, equilibrando a atração orgânica com a prospecção ativa.


Inteligência artificial no processo de vendas

A tecnologia se tornou indispensável para aumentar a produtividade e entender melhor o cliente. Hoje, existem ferramentas de Inteligência Artificial Embarcadas (IAE) que ajudam a mapear dores, dúvidas e desejos do consumidor, permitindo campanhas mais direcionadas e processos de vendas mais assertivos.

O conceito do Mapa 3D (10 dores, 10 dúvidas e 10 desejos do cliente) é um exemplo prático de como estruturar a comunicação e tornar sua abordagem irresistível.


A importância da contabilidade estratégica | Segredo para vender muito

Todo esse esforço de marketing e vendas precisa estar alinhado à gestão financeira e tributária. De nada adianta vender muito se sua empresa não controla os custos, não otimiza a carga tributária e não mantém uma gestão eficiente.

É aqui que entra a AEXO Contabilidade Digital, especialista em empresas que desejam crescer de forma sustentável. Com soluções digitais, acompanhamento próximo e estratégias inteligentes de enquadramento tributário, a AEXO garante que você venda mais sem comprometer a saúde financeira.

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FAQ – Perguntas frequentes sobre vendas e contabilidade

1. Vender muito depende apenas de marketing?
Não. É preciso ter um produto de qualidade (ser), comunicar valor (parecer) e se tornar visível (aparecer).

2. Como integrar marketing e vendas de forma eficiente?
Com processos claros, geração de leads consistente e um funil bem estruturado que una descoberta, consideração e conversão.

3. A contabilidade pode ajudar nas vendas?
Sim! Uma contabilidade estratégica reduz custos, otimiza tributos e libera recursos para investir em marketing e expansão.

4. O que é o método “Au Au Au”?
É a fórmula para vender mais: Alcance, Autoridade e Audiência.

5. Por que contar com a AEXO Contabilidade Digital?
Porque além de cuidar das obrigações fiscais, a AEXO é parceira no crescimento do negócio, oferecendo soluções personalizadas e inteligentes.


Conclusão | Segredo para vender muito

Vender muito não é apenas ter bons vendedores, mas alinhar produto, marketing, vendas e gestão contábil. Com as estratégias corretas e a parceria de especialistas, sua empresa pode alcançar novos patamares.

👉 Fale agora com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como podemos ajudar sua empresa a crescer com vendas escaláveis e gestão inteligente!

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

segredo para vender muito

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Lide com Objeções em Vendas: 7 Técnicas Infalíveis para Vender Mais e Melhor

COMO ABRIR CNPJ NA VILA OLÍMPIA

Objeções em vendas? Vender é uma arte — e, como toda arte, exige técnica, estratégia e muita prática. Um dos maiores desafios de qualquer vendedor, seja no varejo, B2B ou serviços, é saber como lidar com objeções de clientes sem perder a confiança e, principalmente, a venda.

A boa notícia é que todas as objeções têm solução, desde que você saiba como interpretá-las e usar as técnicas certas de persuasão. Neste artigo completo, você vai descobrir as 7 estratégias infalíveis para contornar objeções em vendas, inspiradas nas lições práticas de Andrius Dourado (sócio do Grupo AEXO) e na experiência de centenas de profissionais de alta performance.

E se você é empreendedor, gestor ou dono de negócio, vai aprender como a AEXO Contabilidade Digital pode te ajudar a estruturar o seu processo comercial e aumentar as conversões.

objeções em vendas


🧠 Entendendo o que são objeções em vendas

Antes de aprender a contornar objeções, é essencial entender o que elas representam.
Objeções não são “nãos” definitivos — são barreiras mentais que o cliente coloca antes de decidir comprar. Em outras palavras, é aquele conjunto de dúvidas, receios e crenças que impedem a decisão de compra.

As objeções mais comuns são:

  • “Não tenho dinheiro agora.”
  • “Não tenho tempo.”
  • “Preciso pensar.”
  • “Vou conversar com meu sócio.”
  • “Será que esse produto funciona para mim?”

O segredo está em entender o que realmente está por trás de cada resposta — e transformar o “não” em uma oportunidade de relacionamento e fechamento.


💬 Técnica 1 – Trabalhe suas formas de pagamento e quebre objeções em vendas

A objeção “não tenho dinheiro” é a mais frequente. Mas, muitas vezes, o problema não é a falta de dinheiro — e sim a falta de opções de pagamento.

Se o seu negócio só aceita dinheiro à vista, você já está perdendo vendas.
Diversifique: aceite cartão, PIX, parcelamento e até trocas comerciais, dependendo do contexto.

O consumidor brasileiro é sensível ao parcelamento — ele pensa no valor da parcela, não no total da compra.
Por isso, se puder oferecer 6, 10 ou 12 vezes, você abrirá as portas para um público muito maior.

Dica da AEXO: organize seu fluxo de caixa para suportar o parcelamento sem comprometer a liquidez. Um bom contador pode ajudar a calcular o impacto e ajustar o seu faturamento.


💡 Técnica 2 – Gere percepção de valor

Muitas vezes, o cliente diz que o produto é caro porque não enxerga o valor do que está comprando.
Para resolver isso, você precisa aumentar a percepção de valor do seu produto, serviço ou marca.

Como fazer isso na prática?

  1. Invista na sua identidade visual.
    Uma boa apresentação, embalagens de qualidade, site profissional e redes sociais bem cuidadas comunicam autoridade.
  2. Mostre quem usa o seu produto.
    Use o marketing de influência a seu favor: mostre clientes reais ou figuras reconhecidas que confiam na sua marca.
  3. Apresente resultados.
    Mostre cases, depoimentos e provas sociais. Quando o cliente vê resultados reais, a confiança aumenta.
  4. Destaque sua tradição e experiência.
    Mostre há quanto tempo atua no mercado e o que diferencia a sua empresa das demais.
  5. Ofereça serviços de valor agregado (SVAs).
    Inclua pequenos bônus, suporte extra ou vantagens que surpreendam positivamente o cliente.

Essas ações criam a percepção de que o cliente está recebendo muito mais valor do que está pagando, o que neutraliza objeções de preço.


💰 Técnica 3 – Venda soluções, não produtos

Um dos maiores erros em vendas é focar no produto em si, e não no problema que ele resolve.
Empresas que se destacam vendem soluções completas, oferecendo suporte, materiais e benefícios complementares.

Exemplo: se você vende semijoias para revendedores, entregue peças fotográficas para redes sociais junto com o pedido.
Isso ajuda o cliente a vender mais e cria uma relação de parceria, não apenas de fornecimento.

💬 “Quanto mais o seu cliente vende, mais ele compra de você.” — princípio básico de reciprocidade.


🧾 Técnica 4 – Use descontos com inteligência

Dar desconto não é errado — o erro está em dar desconto sem estratégia.
Desconto inteligente é aquele condicional: vinculado a uma ação que traga retorno.

Exemplos:

  • “Esse preço vale se você fechar hoje.”
  • “Posso te dar 10% se indicar dois amigos.”
  • “Leve duas unidades e o frete é grátis.”

Assim, o desconto deixa de ser perda e passa a ser redução de custo de aquisição de cliente (CAC).


⏰ Técnica 5 – Crie senso de urgência e escassez

As pessoas só tomam decisão quando sentem prioridade.
Uma das estratégias mais eficazes é usar o método PAS — Problema, Agitação e Solução:

  1. Problema: identifique uma dor real do cliente.
  2. Agitação: aprofunde essa dor, mostre o impacto de não resolvê-la.
  3. Solução: apresente seu produto como o remédio para o problema.

Essa técnica é usada em copywriting, televendas e campanhas de marketing, justamente por seu alto poder emocional.


🎁 Técnica 6 – Ofereça amostras e experiências

Antes de comprar, o cliente precisa provar o valor do que está sendo oferecido.
É por isso que existem testes gratuitos, amostras e períodos de trial.

Exemplos:

  • Softwares com 30 dias grátis.
  • Consultorias com sessão gratuita de diagnóstico.
  • Produtos físicos com amostras ou degustações.

Deixe o cliente experimentar a sua solução antes de cobrar por ela. Isso reduz o risco percebido e aumenta a confiança.

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🤝 Técnica 7 – Transforme objeções em vendas em oportunidades

A verdadeira maestria em vendas está em ouvir atentamente as objeções e transformá-las em argumentos de fechamento.
Quando o cliente diz “não tenho tempo”, responda:

“Perfeito, é exatamente por isso que o nosso produto existe — para economizar o seu tempo.”

Quando ele diz “preciso pensar”, diga:

“Claro, pensar é importante. Posso te ajudar com informações que tornem essa decisão mais segura?”

O segredo é empatia, escuta ativa e personalização da resposta.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


🧭 Conclusão: Venda é relacionamento, não insistência

Vender bem não é “convencer” — é compreender o cliente e guiá-lo até a melhor decisão.
E para isso, você precisa dominar técnicas de objeção, argumentação e percepção de valor.

Se você quer aumentar seu faturamento, estruturar seu processo comercial e melhorar a performance do seu time de vendas, conte com a AEXO Contabilidade Digital.
Além de cuidar da sua contabilidade, a AEXO oferece consultoria estratégica para negócios, ajudando você a vender mais e pagar menos impostos de forma inteligente.

👉 Entre em contato agora e descubra como transformar suas objeções em lucros.
AEXO Contabilidade Digital — a contabilidade que entende de vendas, negócios e crescimento.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária: Como se Proteger e Pagar Menos Impostos

5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária: O Intervalo de 2026 à 2033 está entre as maiores mudanças no sistema de arrecadação do Brasil nos últimos anos. Empresas que não se adaptarem às novas regras podem literalmente desaparecer do mercado. Se você é empreendedor e deseja manter sua empresa competitiva, lucrativa e em conformidade com a Receita Federal, este guia é para você.

Ao longo deste artigo, você vai descobrir quais são os cinco tipos de empresas que correm risco de “morrer” com a reforma, entender os impactos práticos e conhecer as soluções que a AEXO Contabilidade Digital oferece para proteger o seu negócio e até reduzir impostos de forma totalmente legal.

empresas que vão morrer


1. Empresas que não emitem notas fiscais

A Receita Federal está cada vez mais conectada ao Banco Central e já recebe relatórios de movimentações financeiras através da e-Financeira. Se sua empresa ainda realiza vendas sem nota fiscal, saiba que isso coloca seu CNPJ em risco. A fiscalização cruza dados bancários com a emissão de notas, e valores acima de R$ 2.000 em contas de pessoa física e acima de R$ 6.000 em contas jurídicas já são monitorados.

Empresas que insistirem em vender sem nota estarão cada vez mais expostas a multas, autuações e até fechamento compulsório.


2. Empresas sem controle de estoque e operações

A falta de organização é outro ponto crítico. O SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) já permite à Receita cruzar entradas e saídas de produtos. Negócios que não controlam seu estoque ou não registram corretamente suas operações correm sério risco de inconsistência fiscal.

Na prática, isso significa que sua empresa pode ser autuada mesmo sem ter cometido fraude, apenas por não manter relatórios confiáveis.


3. Empresas que não fazem DRE

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um relatório obrigatório que mostra o lucro, prejuízo e rentabilidade do negócio. Empresas que não elaboram esse documento ficam no escuro quanto à sua real situação financeira.

Além disso, a ausência da DRE dificulta o planejamento tributário, aumenta a chance de pagar mais impostos do que deveria e compromete decisões estratégicas.


4. Empresas enquadradas no regime tributário errado

Muitos empresários ainda acreditam que abrir vários CNPJs para dividir faturamento é uma boa prática. No entanto, isso pode ser um tiro no pé. Estar no regime tributário inadequado gera pagamento excessivo de impostos ou enquadramento indevido que pode resultar em penalidades.

Os três principais regimes são:

  • Simples Nacional: indicado para pequenas empresas e médias empresas, com possibilidade de alíquotas reduzidas.
  • Lucro Presumido: útil para empresas com margens de lucros maiores, mas geralmente com carga média de 16,33%.
  • Lucro Real: ideal para negócios maiores ou com muitas despesas dedutíveis e margens de lucro apertadas.

A escolha errada pode representar a diferença entre sobreviver ou “morrer” na reforma tributária.

O sistema tributário brasileiro oferece três principais regimes para empresas: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. A escolha correta pode fazer toda a diferença no valor pago de impostos e na saúde financeira do seu negócio.

O Simples Nacional é o regime mais utilizado por micro e pequenas empresas, com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Ele simplifica a arrecadação ao reunir vários tributos em uma única guia, conhecida como DAS. Outro benefício é o Fator R, que pode reduzir a alíquota para apenas 6%, desde que a folha de pagamento represente pelo menos 28% do faturamento. É um regime indicado para quem busca praticidade e economia tributária no início de sua jornada empreendedora.

Já o Lucro Presumido é voltado para empresas com faturamento de até R$ 78 milhões por ano. Nesse modelo, a Receita Federal presume a margem de lucro da empresa conforme a atividade exercida e aplica uma base fixa de cálculo para tributos. Em média, a carga tributária fica em torno de 16,33%, mas pode variar. Esse regime é vantajoso para empresas que possuem margens de lucro reais maiores do que as presumidas, pois conseguem pagar menos impostos.

O Lucro Real, por sua vez, é obrigatório para empresas que faturam acima de R$ 78 milhões anuais. Nesse regime, a tributação é feita sobre o lucro líquido contábil da empresa, exigindo maior organização e controles mais rígidos. Embora seja o regime mais burocrático, pode ser altamente vantajoso para empresas que possuem margens pequenas ou muitas despesas dedutíveis, já que os impostos incidem apenas sobre o lucro efetivo.


5. Empresas sem processos e organização interna

A falta de processos é o último e talvez o mais grave erro. Sem rotinas bem definidas, controles financeiros e registros organizados, a empresa perde competitividade, paga mais impostos e corre risco de ser eliminada pelo novo modelo tributário.

Organização é a base para sobrevivência. Empresas que não se estruturarem para atender às novas exigências terão dificuldades não apenas fiscais, mas também operacionais.


Como se proteger e preparar sua empresa

  1. Formalize todas as vendas com nota fiscal.
  2. Implemente controle de estoque e fluxo de caixa digital.
  3. Mantenha relatórios contábeis atualizados, como a DRE.
  4. Reveja seu regime tributário com um contador especialista.
  5. Crie processos internos claros para evitar falhas.

É aqui que entra o apoio da AEXO Contabilidade Digital.

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Por que escolher a AEXO Contabilidade Digital?

A AEXO Contabilidade Digital já ajudou centenas de empresas a reduzirem seus impostos de forma 100% legal. Fomos contratados por fintechs de destaque no Brasil, como a InfinitePay, para produzir conteúdos oficiais sobre contabilidade e gestão. Nossa expertise vai muito além da contabilidade básica: oferecemos planejamento tributário estratégico, sistemas digitais integrados e suporte consultivo para garantir que sua empresa não apenas sobreviva, mas prospere após a reforma tributária.

Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

Quais empresas mais sofrem com a reforma tributária?
As que não emitem notas fiscais, não têm controles, não elaboram DRE, estão no regime errado ou não possuem processos internos.

Se minha empresa estiver no Simples Nacional, devo me preocupar?
Sim. Mesmo no Simples, é fundamental revisar se o regime é o mais vantajoso e se a empresa está em conformidade.

É possível pagar menos impostos de forma legal?
Sim. Com um planejamento tributário eficiente, é possível reduzir impostos e manter a regularidade fiscal.

Como a AEXO Contabilidade pode ajudar?
Oferecemos diagnóstico completo do seu negócio, apontamos riscos e apresentamos soluções práticas para reduzir custos e impostos.


Conclusão | Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

A Reforma Tributária vai transformar o ambiente de negócios no Brasil. Empresas despreparadas estão com os dias contados, mas aquelas que se adaptarem terão mais competitividade e segurança.

👉 Não deixe sua empresa entrar para a lista das que vão “morrer” com a reforma. Fale agora com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como pagar menos impostos de forma legal e garantir o crescimento sustentável do seu negócio.

empresas que vão morrer

5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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O Que é o Drex e Como Funciona: Guia Completo da Moeda Digital do Brasil

Drex 2026 moeda digital do Banco Central

O Drex, a nova moeda digital do Brasil, promete revolucionar a forma como pessoas físicas e jurídicas movimentam seu dinheiro. Criado pelo Banco Central do Brasil, o Drex está previsto para ser lançado em 2026 e já levanta muitas dúvidas entre empreendedores, contadores e profissionais liberais. Mas afinal, o que muda com essa novidade? Será apenas uma versão digital do real ou estamos diante de uma transformação profunda no sistema financeiro brasileiro?

Neste artigo completo, vamos explicar de forma detalhada como funciona o Drex, quais são seus impactos na economia, na vida das empresas e nos contribuintes, além de trazer uma análise tributária que merece atenção. Se você deseja entender como se preparar, continue a leitura até o final.

O que é o Drex e como funciona


O Que é o Drex?

O Drex é uma versão digital do real. Cada Drex terá o mesmo valor de um real físico. Ou seja, R$1,00 físico será igual a R$1,00 em Drex. O objetivo do Banco Central é digitalizar o real, aumentar a segurança das transações financeiras, reduzir custos e ampliar a inclusão bancária.

Objetivos principais do Drex

  • Agilidade nas transferências financeiras.
  • Redução de burocracia bancária.
  • Mais segurança contra fraudes e sonegação.
  • Maior inclusão de pessoas sem acesso ao sistema bancário tradicional.

Em outras palavras, o Drex é o real que já conhecemos, mas em sua forma totalmente digital, com integração direta ao sistema bancário e monitoramento das transações.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Samuel Lira explica:

✅ O que é o Drex e como ele vai funcionar na prática;

✅ Diferença entre Drex e criptomoedas;

✅ O impacto para empresas e MEIs no dia a dia;

✅ Como a Receita Federal pode usar o Drex para fiscalizar melhor;

✅ O que você já pode fazer hoje para se preparar.


Como o Drex Vai Funcionar?

A moeda digital funcionará como uma extensão do real físico, mas com benefícios adicionais.

  • Transações mais rápidas e baratas: promessas de transferências sem custo adicional.
  • Pagamentos automatizados em contratos digitais: facilitando negociações complexas.
  • Maior acesso ao sistema bancário: principalmente para quem hoje não consegue abrir conta em banco.
  • Controle mais rígido contra sonegação fiscal: com o Drex, pagamentos feitos fora do sistema formal (como em PIX pessoal do sócio ou dinheiro sem nota) tendem a acabar.

Impactos do Drex na Fiscalização

O governo tem como meta reduzir drasticamente a sonegação fiscal. Com o Drex, todas as movimentações financeiras ficarão totalmente rastreáveis, o que limita o uso de práticas como:

  • Emissão de meia nota fiscal.
  • Recebimento em contas pessoais de sócios.
  • Operações financeiras sem registro oficial.

Isso significa que empresas e profissionais liberais precisarão adequar sua contabilidade para evitar autuações. Aqui entra a importância de um contador especializado, como a AEXO Contabilidade Digital, que pode orientar sobre tributação e compliance com o novo sistema.

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O Que Esperar do Drex em 2026?

Ainda que o projeto esteja em fase de testes, já é possível prever alguns cenários:

  • Mais controle governamental sobre transações.
  • Maior segurança para empresas e consumidores.
  • Transformação nas práticas contábeis.
  • Possível aumento da fiscalização tributária.

A grande dúvida é se o Drex trará mais facilidades ou mais burocracia. De qualquer forma, é certo que a Receita Federal usará a moeda digital como uma ferramenta para fechar ainda mais o cerco contra a evasão de impostos.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre o Drex

O Drex vai substituir o real físico?

Não. Ele será uma extensão digital, funcionando em paralelo ao dinheiro físico.

O Drex terá o mesmo valor do real?

Sim. 1 Drex será igual a 1 real.

O Drex vai acabar com o PIX?

Não. O PIX continuará existindo, mas poderá ser integrado ao Drex para aumentar a eficiência.

O governo terá mais controle sobre as transações?

Sim. Esse é um dos objetivos centrais da moeda digital: aumentar a rastreabilidade.

Empresas precisarão se adaptar ao Drex?

Com certeza. As práticas contábeis e tributárias precisarão ser revistas, e o apoio de uma contabilidade digital especializada será essencial.


Conclusão

O Drex marca o início de uma nova era no sistema financeiro brasileiro. Ele trará facilidades, mas também exigirá maior responsabilidade fiscal de empresas e profissionais.

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Se você é empreendedor e deseja estar preparado para essa mudança, conte com a AEXO Contabilidade Digital, referência no mercado e já reconhecida por grandes fintechs como a InfinitePay. Nossa equipe está pronta para ajudar sua empresa a reduzir impostos de forma legal e manter total conformidade com a Receita Federal.

👉 Entre em contato com a AEXO Contabilidade Digital hoje mesmo e prepare-se para o futuro com segurança e tranquilidade.

O que é o Drex e como funciona

Escrito por:

Andrius Dourado

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Fiscalização das Fintechs em 2025: o que a Receita Federal já sabe sobre você, como se proteger e pagar menos impostos

Cruzamentos da receita federal

Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025: Se você movimenta dinheiro por bancos digitais e fintechs — recebendo via Pix, transferências, cartões, links de pagamento ou gateways online — precisa saber que a Receita Federal intensificou o monitoramento dessas operações. O objetivo oficial é combater sonegação e lavagem de dinheiro, mas o efeito colateral é claro: pessoas físicas e pequenos negócios que movimentam valores acima de certo patamar podem ser puxados para análise, mesmo sem ter feito nada errado.

Desde janeiro de 2025, todas as instituições financeiras e fintechs já são obrigadas a enviar dados retroativos. Existe um piso mensal de reporte por tipo de operação: R$ 2.000 para pessoas físicas e R$ 6.000 para pessoas jurídicas. Ou seja, se você tem alto volume de recebimentos sem CNPJ, está muito mais exposto a questionamentos, bloqueios, notificações e até atrasos na sua vida financeira.

Este artigo foi escrito para empreendedores, prestadores de serviços, afiliados, criadores de conteúdo, lojistas online, profissionais liberais e autônomos que desejam se prevenir, regularizar e otimizar impostos com segurança. Você vai entender o que a Receita está monitorando, quem está no radar, como organizar o financeiro, o passo a passo para abrir CNPJ corretamente, quais regimes tributários avaliar e como a AEXO Contabilidade Digital pode transformar tudo isso em um plano prático para pagar menos sem correr riscos.

Fiscalização das Fintechs em 2025: O que a Receita Sabe

O que a Receita Federal está monitorando nos bancos digitais e fintechs

1) Movimentações que passam do piso de reporte

As instituições financeiras e fintechs precisam informar operações quando os saldos ou movimentações mensais por tipo de operação superam R$ 2.000 (PF) e R$ 6.000 (PJ). Isso não significa que você será acusado de algo, mas sim que essas informações entram no radar do fisco e aumentam os cruzamentos de dados.

2) Dados retroativos desde janeiro de 2025

Outro ponto crítico é a retroatividade. Movimentações feitas desde janeiro de 2025 podem ser revisadas, e valores que não possuem nota fiscal ou lastro contábil podem gerar alertas agora.

3) Objetivo oficial

A Receita busca combater sonegação e lavagem de dinheiro, mas na prática, incompatibilidades — como uma pessoa física movimentando valores de empresa — chamam atenção. Até quem é honesto pode cair em análise se o comportamento financeiro não bater com a declaração.


Quem está mais exposto? | Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

  • Pessoas físicas que recebem de forma recorrente por Pix e transferências sem CNPJ.
  • Autônomos e liberais que prestam serviços sem emissão regular de nota fiscal.
  • Afiliados, criadores e e-commerces que recebem por plataformas sem conciliação com nota.
  • Pequenos negócios que misturam contas pessoais e empresariais.
  • Quem movimenta valores em várias contas sem comprovação documental.

PF x PJ: por que abrir CNPJ reduz riscos e impostos

Abrir CNPJ muda o jogo porque você passa a emitir notas, organiza e separa as finanças pessoais das empresariais, consegue optar por regimes tributários que podem reduzir bastante a carga em relação à pessoa física (que pode chegar a 27,5%), além de ter acesso a pró-labore e distribuição de lucros de forma inteligente.

Com o CNPJ, sua operação deixa de ser vista como movimentação atípica e passa a ser formalizada como atividade empresarial, o que reduz bastante o risco de questionamentos.


Passo a passo para se regularizar

  1. Diagnóstico tributário — levante receitas, custos e simule diferentes regimes.
  2. Abertura de CNPJ — escolha natureza jurídica e CNAE corretos.
  3. Inscrição Municipal e emissão de NFS-e — cadastre-se para emitir notas fiscais de serviço.
  4. Separação financeira — abra conta PJ e nunca misture com a pessoal.
  5. Pró-labore e Fator R — defina remuneração e avalie se pode reduzir alíquotas com folha.
  6. Agenda fiscal e contabilidade viva — mantenha DRE, Balanço e impostos em dia.

Checklists práticos (copie e use com sua equipe)

Checklist de regularização (7–14 dias)

  • Levantar todas as fontes de receita dos últimos 12 meses.
  • Simular três regimes com a contabilidade.
  • Definir natureza jurídica e CNAE.
  • Protocolar abertura (Junta + CNPJ).
  • Obter inscrição municipal e iniciar NFS-e.
  • Abrir conta PJ.
  • Parametrizar faturamento e conciliação.

Checklist de rotina mensal

  • Emitir notas para todo recebimento.
  • Conciliação vendas → extrato → notas.
  • Conferir ISS conforme município/tomador.
  • Pagar guias (DAS ou DARFs).
  • Fechar DRE, Balanço e Razão.
  • Revisar pró-labore/folha (Fator R quando aplicável).

Checklist de defesa documental

  • Contratos com clientes e plataformas.
  • Recibos/ordens de serviço anexados à nota.
  • Extratos bancários e relatórios do gateway/fintech, bancos tradicionais e digitais.
  • Comprovantes de custos e despesas (insumos, tráfego, ferramentas).
  • Políticas internas para controle de acesso e guarda de documentos.

Abra sua Conta PJ sem taxas em tempo recorde com a Cora

Banco Cora é uma excelente opção para empreendedores que buscam agilidade e praticidade na abertura de contas PJ. Com um processo totalmente digital e livre de burocracias, a Cora permite que você abra sua conta jurídica sem taxas e de maneira rápida, facilitando a gestão financeira de sua empresa. Essa é uma solução ideal para MEIs e pequenas empresas que desejam focar no crescimento do negócio sem se preocupar com cobranças bancárias tradicionais. Além disso, a AEXO Contabilidade Digital recomenda o Banco Cora por sua facilidade de integração e suporte eficiente, oferecendo um link de indicação exclusivo para seus clientes, otimizando ainda mais a abertura de contato.

Confira os benefícios liberados para você, cliente AEXO:

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Erros mais comuns que levam para a malha | Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

  • Vender como PF sem nota fiscal.
  • Misturar contas pessoais e empresariais.
  • Não conciliar recebíveis de fintechs com notas fiscais.
  • Acreditar que Pix não aparece.
  • Emitir nota de forma irregular.
  • Ignorar ISS de municípios diferentes.
  • Definir pró-labore irreal.
  • Não revisar o regime tributário periodicamente.
  • Não manter DRE e Balanço mensais.

Exemplos práticos

  • Prestador de serviços PF: movimenta R$ 12 mil por mês sem nota. Risco elevado. Solução: abrir CNPJ, emitir nota e separar contas.
  • Criadora de conteúdo: fatura R$ 30 mil em plataformas, mas recebe no PF sem conciliar com notas. Solução: abrir CNPJ, emitir NFS-e e conciliar semanalmente.
  • E-commerce: movimenta R$ 45 mil, mistura contas pessoais com o negócio e não paga ICMS. Solução: parametrização fiscal e controle mensal com suporte especializado.

O papel da AEXO Contabilidade Digital

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em abrir CNPJs, definir enquadramento tributário, parametrizar emissão de NFS-e e estruturar rotinas de conciliação financeira. Nosso time atua para que você pague apenas o necessário em impostos, evite riscos fiscais e mantenha o negócio protegido.

Nós cuidamos da abertura de empresa, planejamento tributário, DRE e Balanço mensais, conciliação de recebíveis e até do onboarding caso você queira trocar de contador.


Perguntas frequentes (FAQ) | Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

1) A Receita pega todo mundo que passa do limite?
Não. Mas suas informações são enviadas e ficam sob análise. Sem nota ou contrato, o risco aumenta muito.

2) Posso continuar recebendo por Pix?
Sim, desde que emita notas fiscais e faça conciliação.

3) Abrir CNPJ resolve tudo?
Ajuda muito. Mas precisa de rotina contábil e emissão correta de notas.

4) Qual regime escolher: Simples, Presumido ou Real?
Depende do seu faturamento, custos e folha. Um contador especializado deve simular para você.

5) E se eu não fizer nada?
O risco de bloqueios, multas e notificações aumenta.


Conclusão | Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

A fiscalização sobre fintechs e bancos digitais veio para ficar. Manter movimentações altas na pessoa física é cada vez mais arriscado. O melhor caminho é abrir CNPJ, separar contas, emitir notas fiscais e manter relatórios contábeis mensais.

Isso não é apenas uma obrigação legal, mas também a melhor forma de reduzir impostos dentro da lei e aumentar a segurança do seu negócio.


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Na AEXO Contabilidade Digital, ajudamos empreendedores, prestadores de serviços, criadores de conteúdo, afiliados e e-commerces a se organizarem, pagarem menos impostos e crescerem com segurança.

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Fiscalização das Fintechs em 2025: O que a Receita Sabe

Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

InfinitePay é confiável? Conheça as vantagens da conta gratuita e Pix 0%

A InfinitePay é Confiável? Nos últimos anos, os meios de pagamento digitais se tornaram indispensáveis para empreendedores e empresas de todos os portes. O Pix revolucionou o mercado, trazendo agilidade e economia para quem vende e para quem compra. Entre as fintechs que surfam nessa onda, a InfinitePay vem se destacando ao oferecer conta digital gratuita e taxa 0% para Pix, atraindo milhares de usuários em busca de alternativas mais baratas e eficientes aos bancos tradicionais.

Mas surge a pergunta: a InfinitePay é realmente confiável?
Neste artigo, vamos explorar em detalhes o que é a plataforma, suas vantagens, desvantagens, comparações com bancos e outras fintechs, além de mostrar como soluções como essa podem impactar positivamente no seu negócio.

InfinitePay é confiável? Conheça as vantagens da conta gratuita e Pix 0%


O que é a InfinitePay?

A InfinitePay é uma fintech brasileira que oferece soluções financeiras voltadas para empreendedores e empresas que desejam modernizar sua forma de receber pagamentos.

Diferenciais:

  • Conta digital gratuita sem tarifas ocultas.
  • Pix sem cobrança de taxas para recebimentos.
  • Soluções de pagamento com maquininhas modernas.
  • Cartão de crédito e débito.
  • Gestão financeira 100% digital via aplicativo.

Esse posicionamento coloca a InfinitePay como uma concorrente direta de bancos digitais como Nubank, Inter, C6 Bank e também de outras adquirentes e soluções de pagamento como Stone, SumUp, PagSeguro e Mercado Pago.

InfinitePay é Confiável?


InfinitePay é confiável?

1. Regulamentação

A InfinitePay atua em conformidade com as normas do Banco Central do Brasil (BACEN), o que garante segurança jurídica e financeira aos seus clientes.

2. Segurança tecnológica

  • Autenticação em dois fatores.
  • Criptografia avançada.
  • Compliance com normas de prevenção à lavagem de dinheiro.

3. Reputação no mercado

  • Boa nota no Reclame Aqui, com índices positivos de resolução.
  • Feedback crescente em plataformas como Trustpilot.
  • Reconhecimento em portais de finanças e tecnologia.

4. Experiência de usuários

A maioria dos usuários destaca a agilidade no recebimento via Pix e a ausência de tarifas como principais atrativos.


Vantagens da Conta Digital InfinitePay

  1. Gratuidade total: sem taxas de manutenção.
  2. Pix 0%: economia significativa em comparação a bancos que cobram até 1,99% por transação.
  3. Gestão simplificada: aplicativo intuitivo e fácil de usar.
  4. Cartão físico e virtual: para compras e saques.
  5. Integração com maquininhas InfinitePay: recebimento facilitado de cartões.

Se você busca uma conta inteligente para lucrar mais, a InfinitePay oferece muito além de uma conta digital gratuita: são recursos completos como maquininha moderna, pagamento via Tap no celular, link de pagamento e até agentes de IA que ajudam a vender mais. O grande diferencial está na velocidade e nos custos: você pode receber na hora ou em até 1 dia útil, já com antecipação inclusa, e aproveitar taxas extremamente competitivas – 0,00% no Pix, 0,75% no Débito, 2,69% no Crédito à vista e 8,99% no Crédito em até 12x. E o melhor: a Maquininha Smart, que antes custava 12x de R$ 79,90, agora sai por apenas 12x de R$ 16,58 ou R$ 199 à vista, incluindo Pix grátis, conta digital com inteligência artificial e suporte RA1000, garantindo mais segurança e eficiência para o seu negócio.

Quais as vantagens da InfinitePay?

A InfinitePay reúne uma série de benefícios que a tornam uma das soluções de pagamento mais competitivas do mercado. As taxas são até 50% mais baixas do que boa parte da concorrência, o que já representa uma economia considerável no dia a dia de qualquer empresa. Além disso, o Pix com taxa zero, disponível tanto nas transferências quanto nas vendas feitas pela maquininha, garante ainda mais eficiência financeira para o seu negócio.

Outro destaque é a flexibilidade no recebimento, permitindo escolher entre cair na hora ou em até 1 dia útil. A aceitação de pagamentos vai muito além do básico, incluindo cartão por aproximação, Pix e diversas bandeiras tradicionais. Os clientes também podem contar com conta PJ gratuita, cartão com 1,5% de cashback, linhas de crédito personalizadas e link de pagamento. Tudo isso é integrado em um sistema moderno que facilita a gestão de vendas e até o controle de estoque. O atendimento é outro diferencial: a InfinitePay conquistou o selo RA1000 no Reclame Aqui, uma chancela que atesta qualidade e confiança no suporte ao cliente.


A InfinitePay é confiável?

Sim, a InfinitePay é considerada uma empresa confiável no segmento de meios de pagamento. A fintech é autorizada a operar pelo Banco Central, o que reforça sua credibilidade e a segurança dos serviços oferecidos. No Reclame Aqui, a empresa não só tem uma boa reputação como também conquistou o selo RA1000, dado apenas às marcas que apresentam excelência em atendimento.

Outro dado importante é o índice de resolução de problemas: mais de 90% das reclamações são solucionadas, e 85% dos clientes afirmam que voltariam a fazer negócios com a marca. Esses números mostram que, além de tecnologia e taxas competitivas, a InfinitePay também aposta em relacionamento de qualidade com seus usuários.


Quais são os valores das taxas da InfinitePay?

As taxas praticadas pela InfinitePay variam conforme a modalidade de cobrança, mas em geral estão entre as mais competitivas do mercado. Nas vendas feitas por maquininha ou InfiniteTap, as tarifas começam em 0,75% no débito, 2,69% no crédito à vista e chegam a 8,99% no crédito parcelado em até 12x. O grande atrativo continua sendo o Pix com taxa zero, além do boleto gratuito.

Já para quem utiliza o link de pagamento, gestão de cobranças ou loja online, as condições são um pouco diferentes: crédito à vista a partir de 4,20% e crédito em 12x a partir de 16,66%. Tanto Pix quanto boleto continuam sem custos nessas modalidades, o que torna a InfinitePay muito atrativa para vendas digitais e recorrentes.


Por que a InfinitePay oferece taxas tão baratas?

O modelo de negócio da InfinitePay foi pensado para ser enxuto e escalável. Isso significa que a empresa consegue reduzir custos internos e repassar essa economia para o cliente final. O uso de tecnologias avançadas como blockchain e inteligência artificial elimina boa parte das despesas operacionais comuns em instituições financeiras tradicionais.

Além disso, a infraestrutura baseada em servidores em nuvem torna os processos mais ágeis e econômicos. Outro ponto é o foco em volume de transações: quanto mais clientes usam a plataforma, mais sustentável fica o modelo de manter taxas consistentemente baixas. Diferente de algumas concorrentes, a InfinitePay não aposta em promoções temporárias, mas em tarifas estáveis e acessíveis.


Como vender com a InfinitePay?

A InfinitePay oferece diferentes soluções para quem deseja começar a vender de forma prática e rápida. Com a maquininha Smart, é possível aceitar pagamentos no Pix, débito e crédito (à vista ou parcelado), inclusive com tecnologia NFC para compras por aproximação. Já o InfiniteTap transforma qualquer smartphone com NFC em uma verdadeira maquininha, dispensando a necessidade de adquirir um dispositivo físico.

Outra ferramenta poderosa é o link de pagamento, que permite gerar cobranças e enviá-las por WhatsApp, e-mail ou redes sociais. O Pix, claro, também está presente e com taxa zero, trazendo liquidez imediata. Para negócios que precisam de mais organização, a fintech oferece gestão de cobranças automatizada e até a criação de uma loja online integrada, onde o cliente pode pagar diretamente com Pix ou cartão.


Tem InfinitePay para CPF?

Embora a plataforma seja bastante utilizada por empresas, a InfinitePay também disponibiliza opções para pessoas físicas. Com o InfiniteTap, qualquer pessoa que tenha um celular compatível com NFC pode transformar seu dispositivo em uma maquininha de cartão, realizando vendas mesmo sem possuir CNPJ. Essa alternativa é ideal para autônomos e profissionais liberais que querem aceitar pagamentos formais sem burocracia.


Qual o limite do cartão da InfinitePay?

O cartão oferecido pela InfinitePay funciona de forma diferente dos cartões de crédito tradicionais. Ele é um cartão pré-pago, no qual o limite disponível depende diretamente do saldo existente na conta digital. Isso significa que o usuário pode movimentar apenas o valor que já possui disponível no aplicativo, adicionando mais fundos via Pix sempre que necessário.

Além da praticidade, o cartão conta com 1,5% de cashback em compras, limitado a R$ 20.000 por mês, trazendo mais benefícios para quem concentra seus gastos nele.


Qual celular é compatível com a InfinitePay?

Para acessar o aplicativo e utilizar todas as funções, o dispositivo precisa atender a alguns requisitos técnicos. Em aparelhos Android, é necessário ter o sistema Android 10 ou superior. Já para iPhones, o app funciona a partir do modelo iPhone XS com iOS 16.7 ou superior.

No caso do InfiniteTap, que transforma o smartphone em maquininha, além desses requisitos também é necessário que o aparelho possua tecnologia NFC habilitada.


Quanto custa uma maquininha da InfinitePay?

A InfinitePay trabalha com apenas um modelo de equipamento: a Maquininha Smart. Ela é considerada a mais avançada do mercado, reunindo praticidade, design moderno e taxas fixas independentemente do faturamento. O preço é bastante acessível: de 12x de R$ 79,90, atualmente pode ser adquirida por 12x de R$ 16,58 ou R$ 199 à vista.

Essa estratégia de oferecer apenas um modelo premium simplifica a escolha do empreendedor e garante a padronização da qualidade do serviço.


A InfinitePay aceita quais bandeiras?

A InfinitePay aceita as principais bandeiras de cartões utilizadas no Brasil: Visa, Mastercard, Elo, Hiper e American Express. Essa abrangência garante que o empreendedor não perca vendas por falta de opções na hora de receber pagamentos.


A InfinitePay aceita vale-alimentação?

Atualmente, a InfinitePay não aceita cartões de vale-alimentação ou vale-refeição. A fintech está concentrada em oferecer condições competitivas para recebimentos no débito, crédito e Pix, cobrindo as formas de pagamento mais usadas pelos clientes no dia a dia.


Quanto tempo leva para o dinheiro cair na InfinitePay?

O cliente pode escolher entre dois planos de recebimento: na hora ou em 1 dia útil. A flexibilidade é útil, já que em períodos de maior demanda, como finais de semana e feriados, é possível alterar temporariamente para o modelo de recebimento imediato direto pelo aplicativo. Isso garante mais controle sobre o fluxo de caixa e mais previsibilidade no planejamento financeiro.


Onde cai o dinheiro da InfinitePay?

Todos os valores recebidos são direcionados para a Conta Inteligente InfinitePay, disponível no aplicativo. A partir dela, o usuário pode transferir o saldo para qualquer banco via Pix sem custos adicionais, utilizar o cartão InfinitePay ou ainda reinvestir os recursos diretamente dentro da plataforma.


Como ligar para InfinitePay?

O atendimento da InfinitePay é feito diretamente pelo aplicativo, através de um chat que conecta o cliente com a equipe de suporte. Esse modelo digital garante praticidade, rapidez e histórico das conversas, mantendo a qualidade de atendimento que rendeu à empresa o selo RA1000 no Reclame Aqui.


A famosa taxa 0% para Pix da InfinitePay

O grande diferencial da InfinitePay é permitir que empresas recebam pagamentos via Pix sem nenhuma taxa.

Comparativo rápido:

  • Bancos tradicionais: até 1,99% por transação recebida.
  • Fintechs concorrentes: variam entre 0,99% e 1,45%.
  • InfinitePay: 0%.

👉 Isso significa que, em um negócio que recebe R$ 50.000/mês via Pix, a economia pode chegar a R$ 600 a R$ 1.000 por mês, apenas em taxas.


Possíveis desvantagens e pontos de atenção

  • Limites de movimentação podem variar conforme o perfil do cliente.
  • Dependência digital: ausência de agências físicas pode ser um desafio para empreendedores mais tradicionais.
  • Prazos de análise em algumas funcionalidades, como crédito.

InfinitePay x concorrentes

InstituiçãoTaxa Pix RecebimentoTarifa MensalMaquininhaAplicativo de Gestão
InfinitePay0%GrátisSimSim
Nubank0,99%GrátisNãoSim
PagSeguro1,45%VariávelSimSim
Mercado Pago1,99%GrátisSimSim
Bancos tradicionaisAté 2%Até R$ 70SimParcial

InfinitePay e o empreendedorismo

Para quem está abrindo empresa, a InfinitePay se mostra uma solução que ajuda a:

  • Reduzir custos iniciais (taxas e tarifas bancárias).
  • Facilitar o fluxo de caixa com recebimentos instantâneos.
  • Integrar gestão financeira no celular.
  • Incentivar a digitalização do negócio.

O papel da contabilidade digital

Aqui entra o diferencial da AEXO Contabilidade Digital:

  • Estruturamos o planejamento tributário para que o empreendedor pague o menor imposto possível dentro da lei.
  • Auxiliamos na abertura de empresas de forma ágil, orientando sobre enquadramento correto (MEI, ME, LTDA).
  • Facilitamos a transição contábil para quem já tem empresa e deseja maximizar resultados.
  • Integramos soluções financeiras digitais como a InfinitePay, sempre avaliando os impactos tributários.

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FAQ – Perguntas Frequentes | InfinitePay é Confiável?

1. O Pix da InfinitePay é realmente gratuito?
Sim, não há cobrança de taxa sobre recebimentos via Pix.

2. Existe limite de transações gratuitas?
Não há limite específico, mas pode variar conforme perfil de uso e compliance.

3. Posso usar a InfinitePay sendo MEI?
Sim, é uma ótima opção para microempreendedores.

4. Preciso encerrar minha conta em banco tradicional para usar a InfinitePay?
Não, ela pode ser usada como conta principal ou complementar.

5. A InfinitePay é segura para grandes empresas?
Sim, mas é fundamental analisar os limites de movimentação e integração com sistemas financeiros.


Conclusão | InfinitePay é Confiável?

A InfinitePay é confiável e se posiciona como uma alternativa sólida para empreendedores que buscam conta digital gratuita e taxa 0% para Pix. Com isso, reduz custos, melhora o fluxo de caixa e traz praticidade para a gestão financeira.

No entanto, cada empresa possui necessidades específicas, e é aí que entra a AEXO Contabilidade Digital: ajudamos você a encontrar a estrutura tributária ideal, pagar menos impostos e aproveitar ao máximo soluções financeiras inovadoras como a InfinitePay.

👉 Se você quer abrir sua empresa, trocar de contabilidade ou pagar menos impostos de forma legal, fale hoje mesmo com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como podemos ser a porta de entrada para o seu sucesso no empreendedorismo.

InfinitePay é confiável? Conheça as vantagens da conta gratuita e Pix 0%

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.