Como Declarar Ganhos do Exterior (Dólar, Euro e Libras) Sem Cair na Malha Fina: Guia Definitivo para 2025/2026

Como Declarar Ganhos do Exterior? Receber em dólar, euro ou libras virou rotina para quem presta serviços para empresas estrangeiras, trabalha remoto, é criador de conteúdo, recebe royalties ou tem investimentos no exterior. A parte difícil vem depois: declarar corretamente esses rendimentos à Receita Federal, pagar o imposto certo, no prazo, e ainda pagar menos quando houver um planejamento tributário inteligente.

Este guia prático — preparado pela AEXO Contabilidade Digital — traz passo a passo, checklists, exemplos de preenchimento, erros comuns que levam à malha fina e estratégias legais para reduzir carga tributária (incluindo quando faz sentido abrir CNPJ).

Pilares que você vai dominar:

  • Como converter moedas pelo câmbio correto.
  • Como preencher e pagar no Carnê-Leão Web e gerar DARF.
  • Como importar tudo para a Declaração de Ajuste Anual sem sustos.
  • Deduções permitidas e comprovantes que você precisa guardar.
  • Planejamento tributário: quando PF sai caro e PJ passa a ser o melhor caminho.
  • FAQ com dúvidas reais e respostas objetivas.

Os pontos essenciais deste artigo acompanham o roteiro operacional consolidado para quem recebe do exterior: conversão pela cotação oficial do Banco Central na data do recebimento, lançamento mensal no Carnê-Leão Web, emissão do DARF até o último dia útil do mês seguinte e importação automática para a declaração anual. Para quem fatura mais, avaliar CNPJ pode reduzir significativamente a alíquota efetiva.


1) Quem precisa declarar “ganhos do exterior”?

Se você recebeu qualquer valor do exterior — salário, prestação de serviços, consultoria, conteúdos digitais (YouTube, OnlyFans, Twitch, Patreon, Substack), comissões, royalties de livros/cursos, aluguéis de imóveis fora do Brasil, juros e dividendos estrangeiros, trading e ganho de capitalprecisa declarar. O fato gerador ocorre no momento em que o dinheiro entra (no banco lá fora, na plataforma ou no Brasil, conforme o caso), e a tributação correta evita multa, juros e malha fina.

Dica AEXO: Mesmo quando a remessa vem por “fintechs” e plataformas P2P, o dever de declarar permanece. O fisco cruza dados com bancos, corretoras, plataformas e carteiras digitais.


2) O câmbio certo (e como converter sem erro)

Toda receita em moeda estrangeira deve ser convertida para reais pela cotação oficial do Banco Central do Brasil (PTAX) na data do efetivo recebimento. Essa é a base para apuração mensal do IR no Carnê-Leão Web.
• Recebeu em 10/10? Use a PTAX de 10/10.
• Recebeu em várias datas? Converta cada parcela na data correspondente.

Checklist de conversão

  • Data e hora do crédito (comprovante da plataforma/conta/corretora)
  • Valor líquido em USD/EUR/GBP
  • PTAX de compra na data do recebimento
  • Planilha ou app com memória de cálculo
  • Arquivo PDF/print da PTAX (guarde por 5 anos)

3) Carnê-Leão Web: a rotina mensal que te protege

O Carnê-Leão Web (dentro do e-CAC da Receita) é o sistema obrigatório para pessoa física residente no Brasil apurar e recolher IR sobre rendimentos recebidos de pessoa física ou do exterior. A rotina é mensal:

  1. Lance os recebimentos do mês, já convertidos pela PTAX do dia.
  2. Aplique as deduções permitidas (veja adiante).
  3. O sistema apura a base e gera o DARF.
  4. Pague o DARF até o último dia útil do mês seguinte ao do recebimento.
  5. No fim do ano, importe automaticamente os dados para a sua Declaração de Ajuste Anual.

Isso fecha o ciclo: você paga mensalmente o imposto devido e, na declaração anual, já “chega certo”, reduzindo o risco de malha.

Exemplo rápido:
Recebeu US$ 2.000 em 15/10 e US$ 1.000 em 28/10. Converta cada um pela PTAX do dia 15 e do dia 28, some em BRL e lançe no Carnê-Leão de outubro. O DARF vence no último dia útil de novembro.


4) Deduções e despesas que podem reduzir o IR

Dependendo da natureza da renda, algumas despesas são dedutíveis na apuração mensal. Exemplos típicos (variáveis conforme o caso):

  • Custos diretamente vinculados à produção do conteúdo/serviço (software, edição, ferramentas, comissões).
  • Taxas de plataforma e processamento (marketplaces, gateways, “cortes” da plataforma).
  • Despesas profissionais comprovadas e necessárias (quando amparadas por norma).
  • Previdência/INSS em situações específicas (verifique com a contabilidade seu enquadramento).

Regra de ouro: Comprove tudo (nota fiscal, fatura, recibo). Sem documentação idônea, não deduza.


5) DARF: prazo, código e pagamento

O DARF gerado no Carnê-Leão Web deve ser pago até o último dia útil do mês seguinte. A atraso gera multa e juros.

  • Código de receita: o próprio sistema preenche de acordo com a natureza do rendimento.
  • Onde pagar: via internet banking, app do seu banco ou PIX (quando habilitado nos canais oficiais).
  • Guarde o comprovante com o recibo do Carnê-Leão do mês.

Atenção: Não confunda DARF mensal do Carnê-Leão com DARF de ganho de capital em moeda estrangeira (operações específicas de alienação). São rotinas e códigos diferentes.


6) Declaração de Ajuste Anual (IRPF) | Como Declarar Ganhos do Exterior

Ao abrir a declaração anual, importe os dados do Carnê-Leão Web. Isso traz:

  • Rendimentos do exterior mês a mês;
  • Imposto pago (DARFs) ao longo do ano;
  • Base consolidada para o ajuste (apuração final).

Se sobrou imposto a pagar: gere a guia na declaração.
Se apurou restituição: acompanhe o calendário dos lotes.

Boas práticas AEXO:

  • Revise nomes das fontes pagadoras (plataformas/empresas).
  • Confira valores em reais por mês.
  • Verifique se as deduções ficaram registradas.
  • Arquive todos os comprovantes em nuvem (por ano/mês).

Leia também:

Como Abrir uma Empresa: APRENDA DE FORMA RÁPIDA E PRÁTICA

COMO GANHAR DINHEIRO COM DROPSHIPPING

COMO TROCAR DE CONTADOR

COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

O QUE É O SIMPLES NACIONAL

TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


7) Recebi muito: vale a pena abrir CNPJ?

Se seus recebimentos mensais são elevados (ex.: acima de ~R$5 mil com constância), vale simular o cenário como PJ. Em muitos casos, migrar para pessoa jurídica (com CNAE adequado) derruba a alíquota efetiva e organiza a relação com marcas, plataformas e clientes.

Vantagens possíveis ao atuar como PJ

  • Alíquota inicial a partir de 6% (Simples Nacional, quando viável) — contra tabela progressiva de PF que chega a 27,5%.
  • Emissão de NF, contratos mais sólidos e credibilidade com clientes internacionais.
  • Dedução de despesas operacionais na contabilidade (respeitando o regime).
  • Gestão separada do patrimônio (boa prática de risco).

Mas atenção:

  • Exige planejamento tributário (Simples, Presumido ou Real).
  • Envolve obrigações acessórias e custo contábil.
  • Pode não ser vantajoso para valores baixos ou irregulares.

Como a AEXO ajuda: simulamos PF x PJ com seus números reais, apontamos o CNAE correto (ex.: conteúdo digital/serviços globais), projetamos alíquotas e mostramos a economia anual.


8) Plataformas, wallets e bancos internacionais

Quem recebe por YouTube/AdSense, Twitch, OnlyFans, Patreon, KDP, Upwork, Fiverr, Hotmart internacional, Stripe/PayPal/Payoneer/Wise etc. enfrenta trilhas de recebimento diferentes. O imposto devido não depende do “meio”, mas do valor que entrou e da natureza (serviço, royalty, etc.).

Boas práticas

  • Padrão de relatório mensal com: data, valor em moeda estrangeira, PTAX do dia, BRL, taxas.
  • Extratos da plataforma e da conta que recebeu.
  • Descrição clara no Carnê-Leão (“Prestação de serviços ao exterior”, “Royalties”, “Publicidade/monetização” etc.).
  • Contrato (mesmo simples) com a contraparte no exterior.

9) Ganhos de capital, dividendos e juros no exterior (visão geral)

Além da renda de trabalho/serviços, você pode ter renda passiva no exterior:

  • Dividendos/Juros: tributação específica conforme o país, acordo, retenção na fonte e regras brasileiras.
  • Ganho de capital na venda de ações/ETFs/cripto no exterior: regra diferente do Carnê-Leão (apuração por operação, isenções, DARF GCAP).
  • Aluguéis de imóvel no exterior: receita mensal no Carnê-Leão, com conversão e deduções previstas.

Importante: cada caso pode exigir fichas diferentes na anual e apuração própria. AEXO faz a acomodação fiscal completa para evitar “perdas” de imposto pago no exterior e bitributação indevida.


10) Erros que te colocam na malha fina

  1. Usar câmbio errado (média do mês ou câmbio da remessa) em vez da PTAX do dia do recebimento.
  2. Juntar tudo no fim do ano e pagar atrasado (DARFs mensais obrigatórios).
  3. Não comprovar taxa de plataforma/despesa dedutível.
  4. Lançar receita em categoria errada (serviço x royalty x aluguel).
  5. Esquecer de importar o Carnê-Leão para a declaração anual.
  6. Deixar de declarar “porque recebi lá fora”.
  7. Misturar PF e PJ sem critério (renda de PJ não vai no seu Carnê-Leão).

11) Passo a passo AEXO para acertar de primeira | Como Declarar Ganhos do Exterior

Mês a mês

  1. Feche o relatório de recebimentos (datas, moedas, PTAX, BRL).
  2. Lance no Carnê-Leão Web e valide deduções.
  3. Gere e pague o DARF no prazo.
  4. Arquive comprovantes (docs em nuvem) e planilha de memória.

No fim do ano

  1. Abra a declaração anual e importe o Carnê-Leão.
  2. Concilie com extratos e comprovantes.
  3. Simule PF x PJ com a AEXO para o próximo ano.
  4. Revise CNAE, contratos e forma de recebimento (banking/fintech).

12) Estudos de caso (exemplos práticos)

Caso 1 — Freelancer criativo (vídeo/design):
Recebimentos mensais de US$ 500 (variação de câmbio moderada). Mantém PF e Carnê-Leão perfeito; imposto efetivo ok. PJ ainda não compensa.

Caso 2 — Criadora de cursos + royalties (EUA e UE):
Média de US$ 4.000/mês com picos. Após simulação, PJ no Simples com CNAE adequado reduz alíquota efetiva e melhora contratos com plataformas.

Caso 3 — Prestador de serviço B2B global (dev/consultoria):
Fatura R$ 40k/mês. Em PF pagava perto do topo da tabela. Com PJ (Simples/Presumido conforme caso e Fator R), caiu a carga e ganhou previsibilidade.


13) Perguntas Frequentes (FAQ) | Como Declarar Ganhos do Exterior

Como converter dólar, euro e libra para declarar?
Use a PTAX do Banco Central do dia do recebimento para converter cada entrada, some em BRL e lance no Carnê-Leão.

Onde eu lanço os valores recebidos do exterior?
No Carnê-Leão Web, mensalmente. Depois importe para a declaração anual.

Qual o prazo para pagar o imposto mensal?
Até o último dia útil do mês seguinte ao recebimento (DARF gerado pelo Carnê-Leão Web).

Posso deduzir taxas das plataformas?
Sim, quando comprovadas e vinculadas à obtenção do rendimento (regra varia por natureza da renda).

Recebo de várias plataformas. Como organizar?
Mantenha relatório por data, moeda, PTAX do dia, BRL e comprovantes. Padronização evita erros.

Vale a pena abrir CNPJ para receber do exterior?
Se o volume mensal é significativo/recorrente, simule com a AEXO. Em muitos casos, PJ reduz alíquota efetiva e organiza contratos.

E os ganhos de capital em ações/cripto no exterior?
Têm regras próprias (apuração por operação, isenções, DARF GCAP). Não confunda com Carnê-Leão.

Errei meses atrás: o que fazer?
Faça retificação e regularize DARFs em atraso. Quanto antes, menor o custo.

Moro fora do Brasil: devo usar Carnê-Leão?
Se não é residente fiscal no Brasil, as regras mudam. Confirme sua residência fiscal antes de declarar.

Recebo aluguel de imóvel no exterior: como declaro?
Como renda mensal no Carnê-Leão (conversão pela PTAX), com deduções admitidas e importação para a anual.


14) AEXO Contabilidade Digital: do operacional ao estratégico

A AEXO Contabilidade Digital domina a operação mensal do Carnê-Leão, a importação anual e — principalmente — o planejamento tributário que faz diferença no seu bolso:

  • PF x PJ com números reais (simulação e projeção).
  • Definição do CNAE mais vantajoso para serviços globais/conteúdo.
  • Rotina mensal 100% online com checklists e dashboards.
  • Organização documental (PTAX, relatórios, recibos, DARFs).
  • Defesa preventiva contra malha (consistência e trilha de auditoria).

👉 Quer pagar menos e dormir tranquilo? Fale agora com a AEXO Contabilidade Digital. Montamos seu passo a passo, implementamos a rotina mensal e, se fizer sentido, conduzimos sua migração para PJ com segurança e economia.


15) Conclusão | Como Declarar Ganhos do Exterior

Declarar renda do exterior não precisa ser um pesadelo. Com câmbio correto, rotina mensal no Carnê-Leão, DARF no prazo e documentação organizada, você evita malha, paga o justo e abre caminho para estratégias de economia tributária. Quando a renda cresce, planejar a migração para CNPJ costuma ser o divisor de águas.

A AEXO Contabilidade Digital está ao seu lado para transformar burocracia em processo simples, com tecnologia, método e foco em resultado.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Nova Isenção do Imposto de Renda 2026: Quem Ganha Até R$ 5 Mil Está Isento!

A nova proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais é uma das mudanças mais aguardadas pelos brasileiros. Essa atualização promete aliviar o bolso da classe média e, ao mesmo tempo, trazer mais justiça tributária ao país.

Mas afinal, quem realmente será beneficiado? Quando a nova regra passa a valer? E como essa mudança pode impactar empresários e profissionais autônomos?

Neste artigo completo, a AEXO Contabilidade Digital — referência nacional em consultoria contábil e parceira de grandes fintechs como a InfinitePay — explica tudo o que você precisa saber sobre essa nova política tributária e como se preparar para ela.

nova isenção do imposto de renda 2026


O Que Muda na Nova Isenção do Imposto de Renda

Atualmente, o limite de isenção do Imposto de Renda é de R$ 2.259 mensais. Isso significa que qualquer pessoa que receba acima desse valor já é tributada, seguindo a tabela progressiva que pode chegar até 27,5%.

Essa tabela, no entanto, estava defasada há anos, penalizando especialmente a classe média, que via seu poder de compra reduzir progressivamente, enquanto as camadas mais ricas — que recebem dividendos e rendimentos isentos — pagavam proporcionalmente menos impostos.

Com a nova proposta, o limite de isenção será ampliado para R$ 5 mil, beneficiando cerca de 10 milhões de brasileiros. Essa medida visa corrigir distorções e equilibrar a carga tributária, garantindo que quem ganha menos pague menos.


Como Fica a Tributação para Outras Faixas de Renda

  • Até R$ 5.000: Isenção total do Imposto de Renda.
  • De R$ 5.000 a R$ 7.350: Haverá redução gradual da alíquota, promovendo uma transição suave e justa.
  • Acima de R$ 50 mil mensais: Passará a existir uma alíquota mínima de 10%, com tributação progressiva conforme o valor da renda.

Isenção e alíquotas do Imposto de Renda: compare as mudanças. — Foto: Arte/g1


Quando a Nova Isenção do Imposto de Renda Passa a Valer

Se o projeto for aprovado pelo Senado ainda em 2025, a nova tabela entrará em vigor em 2026, impactando diretamente a declaração do Imposto de Renda de 2027 (Receita Federal).

Isso significa que os contribuintes devem começar a se planejar agora, adaptando seus controles financeiros e contábeis para aproveitar ao máximo os benefícios e evitar inconsistências na declaração.


Por Que Essa Mudança É Tão Importante

A defasagem da tabela do Imposto de Renda é uma das principais injustiças tributárias do país.
Enquanto os salários aumentaram nos últimos anos, os limites de isenção ficaram praticamente congelados, fazendo milhões de brasileiros pagarem impostos indevidos.

Com a nova correção, o governo busca restabelecer o equilíbrio tributário, estimulando o consumo e reduzindo o peso dos tributos sobre a classe média, que sustenta boa parte da economia.


O Impacto da Nova Isenção do Imposto de Renda 2026 Para Empreendedores e Profissionais Liberais

Empresários e autônomos também serão afetados positivamente pela mudança.
Com a ampliação da faixa de isenção, muitos profissionais que recebem pró-labore de até R$ 5 mil deixarão de pagar Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

Além disso, a nova política incentiva o planejamento tributário, permitindo que empresas revisem seus modelos de distribuição de lucros, maximizando a economia fiscal.
A AEXO Contabilidade Digital oferece simulações personalizadas para empresários que desejam entender como ajustar sua estrutura contábil dentro da nova regra.


Como a AEXO Contabilidade Pode Ajudar Sua Empresa

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em otimização tributária e já ajudou milhares de empresários a pagar menos impostos de forma 100% legal.

Com uma equipe altamente qualificada e sistemas automatizados, a AEXO realiza:

  • Diagnóstico completo da estrutura fiscal da empresa;
  • Revisão de CNAEs e enquadramentos tributários;
  • Simulações de economia com base nas novas alíquotas;
  • Abertura de holding;
  • Planejamento para adequação à reforma tributária e nova tabela do IR.

👉 Se você quer entender como essa mudança vai impactar seu negócio e como pagar menos impostos legalmente, agende uma consultoria gratuita com a AEXO Contabilidade Digital agora mesmo.

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O Que Esperar Para o Futuro da Tributação no Brasil

A nova isenção de até R$ 5 mil é apenas uma etapa da modernização fiscal que o Brasil está atravessando.
Com a Reforma Tributária em andamento e a implementação de impostos como IBS e CBS, o sistema tende a ficar mais simples, mas exigirá maior acompanhamento contábil.

Contar com o suporte de uma contabilidade digital especializada, como a AEXO, é fundamental para garantir conformidade, segurança e economia em meio a tantas mudanças.


Conclusão | Isenção do Imposto de Renda 2026

A nova isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil representa um marco importante na história tributária do Brasil.
Ela traz alívio financeiro para milhões de famílias, em contrapartida onera quem recebe mais!

Na economia existe um conceito chamado Efeito Cobra: quando o governo cria uma medida para resolver um problema, mas na prática gera outro ainda pior. Por exemplo, se a ideia é taxar os super-ricos, mas existem brechas para repassar esse custo em forma de preços mais altos, aluguel caro ou menos investimentos, quem acaba pagando a conta de novo é o trabalhador e a classe média. Ou seja, a corda pode realmente arrebentar do lado mais fraco.

Com o apoio da AEXO Contabilidade Digital, você pode aproveitar ao máximo os benefícios dessa mudança, adaptar sua empresa às novas regras e manter suas finanças organizadas e seguras.

👉 Entre em contato com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como pagar menos impostos de forma legal e inteligente.

nova isenção do imposto de renda 2026


FAQ – Perguntas Frequentes Sobre a Nova Isenção do Imposto de Renda 2026

1. Quem será beneficiado com a nova isenção?
Todos os brasileiros que recebem até R$ 5 mil mensais ficarão isentos do Imposto de Renda.

2. Quando começa a valer a nova regra?
Se aprovada ainda em 2025, passará a valer em 2026, refletindo na declaração de 2027.

3. Como fica quem ganha acima de R$ 50 mil mensais?
Será aplicada uma alíquota mínima de 10%, com tributação progressiva.

4. Essa mudança afeta empresários e profissionais autônomos?
Sim, especialmente aqueles com pró-labore até R$ 5 mil, que poderão ser isentos de IRRF.

5. A AEXO Contabilidade pode me ajudar a entender o impacto dessa mudança?
Sim! A equipe da AEXO realiza simulações personalizadas para cada perfil de contribuinte, garantindo economia e conformidade fiscal.

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como Funciona a Tributação no Simples Nacional na Venda de E-book — Guia Completo

Tributação e-book Simples Nacional: Nos últimos anos, o mercado digital tem crescido de forma exponencial, e os e-books estão entre os produtos digitais mais vendidos no Brasil.
Autores, educadores, coaches e infoprodutores encontraram nesse formato uma forma lucrativa e escalável de gerar renda, alcançando milhares de pessoas com baixo custo de produção.

Mas com o crescimento das vendas, surge uma dúvida comum:

“Como fica a tributação dos e-books dentro do Simples Nacional?”

Essa é uma pergunta essencial — afinal, entender quanto e como você paga de imposto pode ser o divisor entre um negócio digital saudável e um empreendimento sufocado por taxas mal calculadas.

Neste artigo completo, você vai aprender tudo sobre a tributação dos e-books, entender como a imunidade de ICMS se aplica aos livros digitais, descobrir como emitir notas fiscais corretamente, e ainda ver como a AEXO Contabilidade Digital pode te ajudar a pagar menos impostos de forma 100% legal.

tributação e-book Simples Nacional


📚 E-book é tributado? Entenda a imunidade constitucional

A primeira boa notícia é que livros, jornais e periódicos — inclusive os digitais — são imunes ao ICMS.
Essa imunidade está garantida no artigo 150, inciso VI, alínea “d” da Constituição Federal, e foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no Recurso Extraordinário 330.817 (Tema 593), consolidado na Súmula Vinculante nº 57.

Em resumo:

A venda de e-books não paga ICMS.

Mas atenção: a imunidade se aplica apenas ao conteúdo editorial, ou seja, ao livro em si. Se o seu produto incluir serviços adicionais, como mentoria, comunidade, suporte ou acesso a plataforma exclusiva, esses elementos podem gerar incidência de ISS (Imposto sobre Serviços).


🧾 Como funciona a tributação dos e-books no Simples Nacional

Se você vende e-books e está no Simples Nacional, o seu negócio é enquadrado como comércio (Anexo I).
A tabela de tributação é progressiva, ou seja, quanto maior o faturamento anual, maior a alíquota efetiva.

Veja um resumo da tabela:

Faixa de Faturamento (12 meses)Alíquota NominalParcela a Deduzir
Até R$ 180.000,004,0%R$ 0
De R$ 180.000,01 a R$ 360.0007,3%R$ 5.940
De R$ 360.000,01 a R$ 720.0009,5%R$ 13.860
De R$ 720.000,01 a R$ 1.800.00010,7%R$ 22.500
De R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.00014,3%R$ 87.300
De R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.00019,0%R$ 378.000

Porém, existe um detalhe importantíssimo:
➡️ Dentro dessas alíquotas, há uma fração destinada ao ICMS, que não é cobrada para e-books devido à imunidade constitucional.

Isso significa que, na prática, a alíquota efetiva é menor do que a alíquota nominal.


💰 Quanto se paga realmente de imposto sobre e-book?

Na primeira faixa do Simples Nacional (até R$ 180 mil/ano), a alíquota nominal é de 4%, mas cerca de 34% dessa alíquota corresponde ao ICMS — que, neste caso, é imune.

Resultado:
👉 A alíquota efetiva cai para aproximadamente 2,3% a 2,75%, dependendo da forma de cálculo.

Conforme o faturamento cresce, o percentual total sobe, mas a fração de ICMS continua sendo excluída, mantendo uma tributação mais leve.

Esse é um dos motivos pelos quais vender e-books é uma das atividades digitais mais vantajosas dentro do Simples Nacional.


🧠 Simples Nacional x Lucro Presumido — qual é melhor para e-books?

Embora o Simples Nacional seja um regime simplificado e vantajoso para pequenos negócios, em alguns casos, o Lucro Presumido pode ser ainda mais interessante.

Veja as principais diferenças:

RegimeVantagensPontos de Atenção
Simples NacionalTributação reduzida e simplificada. DAS único.Imunidade parcial do e-book, pois o cálculo engloba tributos embutidos.
Lucro PresumidoPossibilidade de aplicar imunidade integral sobre o livro digital.Exige mais controle contábil e escrituração detalhada.
Lucro RealIdeal para grandes operações com despesas dedutíveis relevantes.Complexo e com alto custo de manutenção.

👉 A escolha depende do volume de vendas, margem de lucro e estrutura operacional.
A AEXO Contabilidade Digital realiza um diagnóstico gratuito para indicar o regime tributário mais vantajoso de acordo com o perfil do seu negócio.


🧾 É preciso emitir nota fiscal na venda de e-books?

Sim!
Mesmo sendo um produto digital e imune ao ICMS, toda venda precisa ser documentada com Nota Fiscal Eletrônica (NF-e modelo 55).

Na nota, é essencial:

  • Utilizar o CST (Código de Situação Tributária) correto para operação imune;
  • Incluir, nas informações complementares, a menção de que o produto é livro digital imune de ICMS, conforme art. 150, VI, “d”, da Constituição Federal;
  • Indicar corretamente o NCM (geralmente 4901.99.00 ou equivalente).

Isso evita questionamentos fiscais e mantém sua operação 100% legal perante a Receita Federal.


🌍 E se eu vender e-books para o exterior?

As vendas para o exterior — exportações — também possuem benefícios fiscais.
No Simples Nacional, não há incidência de PIS, Cofins, ICMS e ISS sobre receitas de exportação.

No entanto, ainda incidem tributos sobre renda e folha de pagamento (IRPJ, CSLL e CPP).
Por isso, é fundamental documentar corretamente as operações no PGDAS-D como receita de exportação para que os benefícios sejam aplicados de forma correta.


🏢 E-books vendidos em plataformas digitais (Hotmart, Kiwify, Amazon)

Mesmo vendendo seus e-books por plataformas como Hotmart, Kiwify ou Amazon, a responsabilidade tributária é sua.
Essas plataformas podem auxiliar com relatórios e até emissão de notas, mas você continua sendo o responsável legal pela operação.

Além disso, de acordo com o Convênio ICMS 106/2017, algumas unidades da federação exigem inscrição estadual (consulta Sintegra) para fins cadastrais, mesmo que o produto seja imune.

Portanto, conte com a AEXO Contabilidade para garantir que toda a documentação e registros fiscais estejam em conformidade com cada estado.


⚙️ O que muda com a Reforma Tributária em 2026?

Com a chegada da Reforma Tributária, a partir de 2026, o sistema tributário será unificado com o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).

Mas pode ficar tranquilo: os livros digitais continuarão imunes, conforme a proposta constitucional.

Para quem está no Simples Nacional, nada muda em relação à cobrança unificada pelo DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
O que pode mudar são as obrigações acessórias, como declarações e rateios automáticos do novo sistema de split payment.

Tributação e-book Simples Nacional: Contar com uma contabilidade especializada em negócios digitais é essencial para o seu sucesso financeiro e para pagar menos impostos. Fale agora com a AEXO! 👇


📊 Dica de ouro: como pagar menos imposto legalmente | Tributação e-book Simples Nacional

  1. Formalize sua atividade corretamente com um CNPJ adequado (CNAE específico para edição e comercialização de livros digitais).
  2. Evite misturar produtos e serviços na mesma nota (isso pode gerar ISS indevido).
  3. Documente corretamente as receitas de exportação.
  4. Revise mensalmente seu enquadramento no Simples Nacional — pode ser que o Lucro Presumido seja mais econômico em determinado ponto.
  5. Tenha uma contabilidade especializada em negócios digitais, como a AEXO Contabilidade.

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🚀 Como a AEXO Contabilidade pode ajudar você | Tributação e-book Simples Nacional

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Com uma equipe altamente especializada, oferecemos:

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  • Regularização de CNPJ e emissão fiscal digital;
  • Consultoria para exportação de infoprodutos;
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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como Reduzir o DAS da Sua Empresa e Pagar Menos Impostos no Simples Nacional

O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é uma das obrigações mais conhecidas entre micro e pequenos empresários brasileiros. Mas o que muitos não sabem é que existem formas totalmente legais de reduzir o valor pago no DAS todos os meses — e isso pode representar economias significativas ao longo do ano.

Neste artigo completo, a AEXO Contabilidade Digital, especialista em gestão tributária e parceira de negócios de grandes fintechs como a InfinitePay, explica de maneira detalhada como diminuir o DAS sem infringir nenhuma regra fiscal, além de compartilhar dicas práticas para manter sua empresa em conformidade com a Receita Federal.

como reduzir o DAS da sua empresa


O Que é o DAS e Por Que Ele É Tão Importante

Como Reduzir o DAS: O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é o boleto mensal utilizado pelas empresas optantes pelo regime do Simples Nacional para pagar impostos federais, estaduais e municipais de forma unificada.

Esse modelo simplifica a vida do empreendedor, mas também exige atenção: qualquer erro no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), na emissão de notas fiscais ou na gestão de despesas e folha de pagamento pode aumentar sua carga tributária sem necessidade.


1. Revise o CNAE da Sua Empresa: O Primeiro Passo Para Pagar Menos

Um dos erros mais comuns entre empreendedores é escolher o CNAE errado na abertura da empresa.

A classificação incorreta da atividade pode fazer com que sua empresa pague até o dobro de impostos no DAS. Por exemplo, atividades enquadradas como consultoria entram no Anexo V, com alíquota de até 15,5%, enquanto serviços administrativos podem estar no Anexo III, com apenas 6% de imposto — uma diferença significativa.

A boa notícia é que a AEXO Contabilidade Digital pode corrigir seu enquadramento tributário, ajustando o CNAE para o código correto e aplicando o Fator R, que pode reduzir ainda mais a alíquota.

Faça como centenas de empresários bem sucedidos e tenha com uma contabilidade estratégica ao seu lado.


2. Reavalie a Classificação Fiscal dos Seus Produtos e Serviços

Além do CNAE, a classificação fiscal (NCM) também influencia diretamente no valor do DAS.
Uma classificação incorreta pode fazer sua empresa perder benefícios fiscais, reduções de PIS/COFINS ou deixar de aplicar regimes especiais, como a tributação monofásica.

Ao revisar as classificações, é possível identificar créditos tributários não aproveitados e reduzir a carga total. Essa análise deve ser feita com o apoio de um contador especializado — e é justamente nesse ponto que a AEXO Contabilidade atua com excelência, revisando cada detalhe fiscal para garantir que você pague apenas o necessário.

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3. Aproveite o Benefício do Fator R | Como Reduzir o DAS

O Fator R é um dos segredos menos compreendidos do Simples Nacional — mas pode ser o divisor de águas na economia tributária da sua empresa.

Ele considera a relação entre a folha de pagamento e o faturamento bruto.
Se a proporção de gastos com folha for superior a 28%, o negócio pode migrar do Anexo V para o Anexo III, reduzindo a alíquota de até 15,5% para 6%.

A AEXO Contabilidade realiza esse cálculo de forma estratégica, ajustando o enquadramento para garantir o máximo de economia possível.


4. Tenha um Controle de Despesas e Receitas Bem Estruturado

Empresas que não acompanham suas finanças com precisão tendem a pagar mais impostos.
Manter um fluxo de caixa atualizado, com o auxílio de ferramentas contábeis digitais, permite à empresa monitorar lucros, custos e margens e identificar gastos dedutíveis que impactam no DAS.

A AEXO Contabilidade Digital oferece painéis inteligentes de gestão, permitindo ao empresário visualizar em tempo real onde é possível reduzir custos e otimizar resultados.


5. Evite Erros na Emissão de Notas Fiscais | Como Reduzir o DAS

A forma como você emite suas notas fiscais também afeta diretamente o cálculo do DAS.
Notas emitidas com CNAE incorreto ou descrições genéricas podem gerar tributação incorreta, aumentando o valor dos impostos.

Uma auditoria contábil feita pela AEXO Contabilidade pode identificar e corrigir esses erros antes que prejudiquem o caixa da empresa — além de prevenir autuações pela Receita Federal.


6. Planejamento Tributário: O Segredo Para Pagar Menos e Crescer Mais

O planejamento tributário é a ferramenta mais poderosa que o empresário pode utilizar.
Ele permite analisar o regime de tributação mais vantajoso — Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real — e identificar reduções legais possíveis.

Com o suporte da AEXO Contabilidade, é possível simular cenários, comparar regimes e aplicar estratégias personalizadas, garantindo que cada real pago em imposto seja realmente necessário.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


7. Use a Tecnologia a Seu Favor com a AEXO Contabilidade Digital

A contabilidade moderna vai além de planilhas e papéis.
A AEXO Contabilidade Digital utiliza sistemas automatizados e inteligência contábil para acompanhar o desempenho fiscal da sua empresa, detectar inconsistências e apontar oportunidades de redução tributária.

Além disso, a AEXO é reconhecida no mercado por ser parceira oficial da InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, produzindo conteúdos educacionais sobre finanças e gestão para empreendedores de todo o país.


Conclusão: Reduzir o DAS é Possível e Está ao Seu Alcance

Pagar menos impostos de forma legal e inteligente é totalmente possível.
O segredo está em analisar o regime tributário, revisar as classificações fiscais e implementar um bom planejamento contábil.

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em transformar a contabilidade em uma aliada do crescimento empresarial.
Com atendimento personalizado e 100% online, você economiza tempo, reduz custos e ainda garante conformidade fiscal total.

👉 Quer reduzir o DAS da sua empresa e pagar menos impostos todos os meses?
Fale agora mesmo com a equipe da AEXO Contabilidade Digital e descubra como otimizar seu negócio sem complicações.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Redução do DAS

1. O que é o DAS no Simples Nacional?
É o documento de arrecadação que reúne todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia.

2. Posso reduzir o valor do DAS legalmente?
Sim, através da escolha correta do CNAE, enquadramento tributário e aplicação do Fator R.

3. O que é o Fator R?
É um cálculo que compara o total da folha de pagamento com o faturamento. Se ultrapassar 28%, sua empresa pode ter alíquota reduzida.

4. Como saber se minha empresa está pagando mais imposto do que deveria?
Através de uma análise contábil detalhada feita por especialistas como a AEXO Contabilidade.

5. A AEXO Contabilidade pode me ajudar a reduzir o DAS?
Sim! A equipe realiza um diagnóstico completo e aplica estratégias personalizadas de economia tributária.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Afinal, o Simples Nacional destaca ou não IBS e CBS em 2026?

Com a chegada da Reforma Tributária, uma das principais dúvidas entre empreendedores e contadores é: o Simples Nacional vai precisar destacar o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e o CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) em 2026?
A resposta oficial é não — mas com algumas exceções importantes que merecem atenção.

Neste artigo completo, você vai entender o que muda na prática, quais cuidados tomar e como se preparar para o novo sistema tributário. Acompanhe até o final e descubra como a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar sua empresa a se adaptar com segurança e pagar menos impostos.

Simples Nacional destaca IBS e CBS em 2026? Entenda o que muda com a Reforma Tributária


O que muda com o IBS e CBS?

A Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional vai unificar cinco tributos sobre o consumo: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, que serão substituídos por dois novos impostos: o IBS (de competência estadual e municipal) e o CBS (de competência federal).

O objetivo é simplificar o sistema tributário, tornando a cobrança mais transparente e uniforme. Contudo, essa transição será gradual e vai impactar cada regime de tributação de forma diferente.


O Simples Nacional e o período de testes

De acordo com a Lei Complementar nº 214 de 2025, as empresas optantes pelo Simples Nacional não participarão do período de testes da Reforma Tributária, previsto para 2026.

Isso significa que não haverá a obrigatoriedade de destacar o IBS e o CBS nas notas fiscais das empresas do Simples durante esse período.

Por outro lado, é importante destacar que as empresas que estiverem no sublimite do Simples — ou seja, aquelas que ultrapassam o limite de faturamento municipal ou estadual — terão que preencher os campos de IBS e CBS nas notas fiscais.

Essa medida visa garantir o controle e o cruzamento de informações fiscais, evitando divergências nas declarações.


O que é o sublimite do Simples Nacional?

O sublimite é um valor máximo de faturamento que define se o contribuinte do Simples Nacional deve recolher o ICMS e o ISS dentro do próprio regime ou separadamente.
Por exemplo, alguns estados e municípios fixam sublimites menores que o teto nacional (R$ 4,8 milhões).

Se a sua empresa ultrapassar esse limite local, continuará no Simples Nacional, mas passará a recolher ICMS e ISS fora do regime unificado.
E é exatamente esse grupo que, em 2026, terá de informar os campos de IBS e CBS nas notas fiscais.


O que é IBS e CBS na prática?

Esses dois novos tributos funcionarão como um IVA (Imposto sobre Valor Agregado), muito usado em outros países. Ou seja, serão cobrados sobre o valor adicionado em cada etapa da cadeia de produção e comercialização.

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): substitui ICMS e ISS.
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): substitui PIS e Cofins.

Ambos terão alíquotas únicas e não cumulativas, o que deve reduzir disputas tributárias e aumentar a previsibilidade para as empresas.


Como isso afeta o empresário do Simples Nacional?

Mesmo sem a obrigação de destacar os novos tributos em 2026, o empreendedor deve ficar atento, pois a forma de apuração e recolhimento poderá mudar nos anos seguintes.

O governo federal pretende iniciar um período de transição entre 2026 e 2032, onde os tributos atuais serão gradualmente substituídos pelo IBS e CBS.
Portanto, compreender desde já como esses impostos funcionam é essencial para planejar o futuro financeiro da empresa.


Importância de uma contabilidade atualizada

Diante desse cenário de mudanças, é fundamental contar com uma contabilidade especializada em reforma tributária, capaz de orientar sobre as melhores decisões e garantir conformidade fiscal.

A AEXO Contabilidade Digital atua justamente nesse ponto:
➡️ Ajudamos empreendedores a reduzir impostos, evitar autuações e tomar decisões estratégicas com base em dados contábeis atualizados.
➡️ Temos uma equipe especializada em Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, com foco em digitalização e performance.

Se você quer estar preparado para o IBS e CBS, não espere 2026 chegar para agir. Fale com a AEXO hoje mesmo e descubra como pagar menos impostos dentro da lei.


Dicas práticas para se preparar para 2026

  1. Converse com seu contador sobre o enquadramento da sua empresa e verifique se há risco de ultrapassar o sublimite.
  2. Atualize seus sistemas de emissão de notas fiscais para incluir os campos de IBS e CBS, mesmo que ainda não sejam obrigatórios.
  3. Mantenha o controle financeiro e contábil em dia, pois o cruzamento de dados será cada vez mais automatizado.
  4. Invista em planejamento tributário, aproveitando benefícios legais e evitando surpresas com a nova estrutura.

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FAQ – Perguntas Frequentes sobre IBS e CBS no Simples Nacional

1. O Simples Nacional vai pagar IBS e CBS em 2026?
Não. A Lei Complementar 214/2025 garante que as empresas do Simples não farão parte do período de testes.

2. As empresas do Simples precisam destacar IBS e CBS na nota fiscal?
Não, exceto aquelas que estiverem no sublimite estadual ou municipal, que deverão informar esses campos.

3. Quando o IBS e CBS entram em vigor?
O início está previsto para 2026, com transição até 2032.

4. O Simples Nacional vai acabar com a Reforma Tributária?
Não. O regime será mantido, mas poderá passar por ajustes para se adaptar às novas regras.

5. Como se preparar para as mudanças?
Com planejamento e assessoria contábil especializada — como a da AEXO Contabilidade Digital, que acompanha de perto todas as atualizações fiscais.


Conclusão | Simples Nacional IBS CBS 2026

O Simples Nacional não precisará destacar o IBS e CBS em 2026, mas as empresas precisam se antecipar às mudanças trazidas pela Reforma Tributária.
Entender o impacto do sublimite, revisar processos fiscais e investir em planejamento são passos fundamentais para garantir que o seu negócio continue crescendo com segurança e economia.

Com o suporte da AEXO Contabilidade Digital, você estará sempre à frente, preparado para o futuro da contabilidade no Brasil.
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Simples Nacional destaca IBS e CBS em 2026? Entenda o que muda com a Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Reforma Tributária: Seria o Fim do Simples Nacional?

A Reforma Tributária de 2025 promete ser uma das maiores transformações econômicas e contábeis já vistas no Brasil. O objetivo do governo é simplificar o sistema de arrecadação, centralizar a cobrança de impostos e reduzir a chamada “guerra fiscal” entre estados e municípios. Mas a grande dúvida entre empreendedores, contadores e gestores é: como isso impactará as empresas e o Simples Nacional?

Neste artigo completo, a AEXO Contabilidade Digital explica, de forma clara e estratégica, tudo o que você precisa saber sobre as novas regras tributárias, o fim da cobrança “por dentro” e o nascimento do sistema de IVA dual com CBS e IBS.

Reforma Tributária 2025 e o impacto no Simples Nacional


O que é a Reforma Tributária e o que muda com ela

A Reforma Tributária, consolidada pela Emenda Constitucional nº 132/2023, substitui o atual conjunto de tributos — PIS, COFINS, ISS e ICMS — por dois novos impostos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal;
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência compartilhada entre estados e municípios.

Esses dois tributos formam o chamado IVA Dual, inspirado em modelos já utilizados na Europa e em países da OCDE.

A principal mudança está na forma de cobrança “por fora”, onde o imposto será destacado na nota fiscal, tornando-se visível para o consumidor. Isso substitui o modelo atual, em que os tributos são embutidos no preço final dos produtos e serviços.


O impacto na contabilidade das empresas

Para as empresas, essa mudança não é apenas estética. Ela altera profundamente a estrutura contábil e fiscal, afetando cálculos de preço, fluxo de caixa e relatórios financeiros.
Agora, cada etapa da cadeia produtiva pagará imposto apenas sobre o valor agregado, eliminando o chamado “efeito cascata”.

No entanto, a transição exigirá:

  • Atualização de sistemas de faturamento;
  • Treinamento de equipes contábeis;
  • Revisão de precificação e margem de lucro;
  • Adequação de softwares e emissão de notas fiscais.


Como será o período de transição

O novo modelo começará a ser implementado gradualmente:

  • 2026 – Alíquota simbólica de 1% para testes;
  • 2027 – CBS substitui PIS e COFINS nas operações entre empresas;
  • 2029 a 2032 – Substituição do ICMS e ISS pelo IBS;
  • 2033 – Novo sistema plenamente em vigor.

Durante esse período, empresas precisarão operar sob dois regimes tributários simultaneamente, o antigo e o novo, o que exigirá um acompanhamento contábil especializado.


Reforma Tributária: O fim (ou não) do Simples Nacional

O Simples Nacional continuará existindo, mas passará por mudanças importantes. Empresas que vendem diretamente ao consumidor final (B2C) seguirão no regime tradicional.
Já aquelas que vendem para outras empresas (B2B) terão que decidir entre:

  1. Permanecer no Simples puro, sem direito a créditos de IBS e CBS;
  2. Optar pelo Simples híbrido, recolhendo os novos tributos separadamente para permitir o crédito fiscal aos clientes.

A escolha errada pode causar perda de competitividade e aumento da carga tributária.


Split Payment: o fim do uso do imposto como capital de giro

Uma das maiores mudanças é a adoção do Split Payment, em que o sistema bancário repassa automaticamente a parte do imposto ao governo no momento da venda.
Isso elimina o uso temporário dos valores de impostos como capital de giro, impactando diretamente o caixa de pequenas e médias empresas.


Novo sistema de fiscalização e o uso de inteligência artificial

A Receita Federal implementará um sistema de fiscalização automatizado, integrando dados de notas fiscais, movimentações bancárias e Pix. O objetivo é reduzir a sonegação fiscal até 2030, tornando praticamente impossível ocultar transações comerciais.

Esse novo modelo exige transparência total e um acompanhamento contábil digital em tempo real, o que reforça a importância de contar com uma contabilidade moderna, como a AEXO Contabilidade Digital.

O que é o Drex?

O Drex é o nome oficial do Real Digital, a moeda digital brasileira emitida pelo Banco Central do Brasil. Ele representa uma versão digital do real que funcionará dentro de um sistema financeiro totalmente integrado, moderno e seguro. Diferente das criptomoedas comuns, o Drex será lastreado pelo real físico e terá controle estatal, garantindo estabilidade, rastreabilidade e segurança nas transações.

Com o Drex, será possível transferir valores instantaneamente, realizar contratos inteligentes (smart contracts) e facilitar operações entre empresas e cidadãos, reduzindo custos e aumentando a eficiência do sistema financeiro. Essa tecnologia faz parte de um movimento global em direção às moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) e promete transformar o jeito como lidamos com dinheiro, crédito e investimentos no Brasil.


O que muda para pequenas empresas e MEIs

A Reforma também cria o conceito de Nanoempreendedor, voltado para quem fatura até R$ 40 mil por ano, isento de IBS e CBS. Essa medida busca formalizar profissionais autônomos e pequenos prestadores de serviços.


O papel da contabilidade na era pós-reforma

Com o novo modelo tributário, o contador deixa de ser apenas um executor de obrigações e passa a ser um consultor estratégico. Ele será responsável por:

  • Simular cenários tributários (Simples, Lucro Presumido, Lucro Real);
  • Otimizar o enquadramento fiscal da empresa;
  • Acompanhar a transição entre regimes;
  • Reduzir riscos e evitar multas.

Empresas que não se anteciparem a essas mudanças poderão enfrentar aumento de custos, perda de clientes e problemas fiscais.


Como se preparar agora

  1. Faça um diagnóstico tributário com especialistas;
  2. Revise sua estrutura societária e regime de tributação;
  3. Atualize seus sistemas contábeis e fiscais;
  4. Treine sua equipe para o novo modelo;
  5. Conte com uma contabilidade digital de confiança.

Conclusão: simplificar para quem?

Apesar da promessa de simplificação, a Reforma Tributária tende a aumentar a burocracia no curto prazo. Empresas terão que se adaptar a novas regras, novos cálculos e novas tecnologias fiscais.
A AEXO Contabilidade Digital está pronta para ajudar sua empresa a atravessar essa transição com segurança, eficiência e planejamento tributário inteligente.

👉 Entre em contato agora com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como reduzir sua carga tributária e manter a saúde financeira do seu negócio em tempos de mudança.

Reforma Tributária 2025 e o impacto no Simples Nacional

Reforma Tributária Simples Nacional


FAQ – Perguntas Frequentes sobre a Reforma Tributária

1. O Simples Nacional vai acabar?
Não. O regime continuará existindo, mas com ajustes, especialmente para quem vende para outras empresas (B2B).

2. O que é o regime híbrido?
É a opção em que o empreendedor do Simples começa a destacar IBS e CBS separadamente para gerar créditos fiscais para seus clientes.

3. Quando a reforma entra em vigor?
A implementação será gradual, com o sistema completo em operação até 2033.

4. O Split Payment afeta o caixa das empresas?
Sim. O valor dos impostos será retido automaticamente no momento da venda, reduzindo o capital de giro disponível.

5. Como se preparar para as mudanças?
Busque orientação contábil com uma empresa especializada em planejamento tributário, como a AEXO Contabilidade Digital.

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Reforma Tributária: Guia Completo sobre IBS, CBS e Imposto Seletivo

Introdução

Reforma Tributária IBS CBS e IS: O sistema tributário brasileiro é historicamente um dos mais complexos do mundo, marcado por sobreposição de impostos, burocracia e insegurança jurídica. Diante disso, a aprovação da Reforma Tributária representa uma verdadeira revolução, com impactos diretos para empresas, profissionais liberais e para o cidadão comum.

Os novos tributos IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e Imposto Seletivo substituirão gradualmente impostos tradicionais como ICMS, ISS, PIS, COFINS e parte do IPI. Essa transição promete simplificação, mas também exige planejamento tributário estratégico.

Neste artigo você encontrará um guia prático e detalhado sobre o tema, com explicações acessíveis, exemplos reais e orientações sobre como adaptar sua empresa.

reforma tributária IBS CBS


Capítulo 1 — O que é a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária é uma proposta de mudança estrutural que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, reduzindo distorções, aumentando a transparência e garantindo maior previsibilidade.

Durante décadas, empresários sofreram com regras divergentes entre estados e municípios, além da sobreposição de tributos federais. Essa fragmentação gerava custo Brasil elevado, tornando a competitividade nacional prejudicada.

Com a reforma, pretende-se substituir o modelo atual por um sistema mais parecido com o de países desenvolvidos, onde há menos tributos, maior base de incidência e alíquotas transparentes.


Capítulo 2 — O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)?

Definição

O IBS substituirá o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), criando um tributo único sobre consumo.

Principais características

  • Abrangência nacional, mas gestão compartilhada entre estados e municípios.
  • Alíquota uniforme em todo o território.
  • Incidência ampla sobre bens e serviços, com poucas exceções.
  • Crédito financeiro integral, reduzindo cumulatividade.

Impactos práticos

Empresas que antes precisavam lidar com 27 legislações estaduais e mais de 5.000 regras municipais terão agora um sistema padronizado. Isso reduz custos administrativos, mas exige adaptação tecnológica e contábil.


Capítulo 3 — O que é a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?

Definição

A CBS substitui as contribuições federais PIS e COFINS, que sempre geraram dúvidas devido à complexidade da legislação.

Características

  • Gestão federal.
  • Base ampla de incidência.
  • Alíquota única.
  • Crédito amplo, simplificando a vida das empresas.

Impacto

Hoje, milhares de empresas caem em autuações por erros no cálculo de PIS/COFINS. Com a CBS, esse risco tende a diminuir, mas será essencial contar com uma contabilidade digital como a AEXO Contabilidade para ajustar sistemas de emissão de notas e escrituração.


Capítulo 4 — O que é o Imposto Seletivo?

Objetivo

O Imposto Seletivo incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis fósseis e agrotóxicos.

Função regulatória

Mais do que arrecadar, esse tributo tem caráter extrafiscal, ou seja, serve para desestimular o consumo desses itens.

Impactos setoriais

Empresas desses ramos precisam se preparar para uma carga tributária maior, ajustando margens, preços e estratégias de mercado.


Capítulo 5 — Como fica a transição?

A reforma não acontecerá de um dia para o outro. Haverá um período de transição de 2026 a 2033, em que antigos e novos tributos coexistirão.

Empresas precisarão conviver com dois sistemas ao mesmo tempo. Isso exigirá atenção redobrada na escrituração, no cumprimento de obrigações acessórias e no controle do fluxo de caixa.

Aqui a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar com sistemas integrados e consultoria especializada, garantindo conformidade em cada etapa da transição.


Capítulo 6 — Impactos nos Regimes Tributários | Reforma Tributária IBS CBS e IS

Simples Nacional | Reforma Tributária IBS CBS e IS

  • Pequenas empresas continuam no Simples.
  • Haverá ajustes para compatibilizar créditos do IBS e CBS.
  • Benefícios devem ser mantidos, mas a análise de competitividade será essencial.

Lucro Presumido | Reforma Tributária IBS CBS e IS

  • Poderá perder competitividade em relação ao Lucro Real, dependendo do setor.
  • Será necessário avaliar periodicamente se o enquadramento ainda compensa.

Lucro Real | Reforma Tributária IBS CBS e IS

  • Ganha relevância, especialmente para empresas com muitas despesas dedutíveis.
  • IBS e CBS com crédito amplo podem reduzir a carga efetiva para quem está nesse regime.

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Capítulo 7 — Como se preparar para a Reforma Tributária?

  1. Diagnóstico tributário atual: entender como sua empresa é tributada hoje.
  2. Simulações: calcular a carga com IBS e CBS para cada regime.
  3. Ajustes contratuais: rever contratos de fornecedores e clientes.
  4. Investimento em tecnologia: adequar sistemas de emissão de NF-e e escrituração.
  5. Consultoria especializada: contar com uma contabilidade que domine a reforma.

Capítulo 8 — Erros comuns que você deve evitar

  • Ignorar a transição e acreditar que só será problema em 2033.
  • Não rever contratos que hoje embutem tributos.
  • Manter escrituração defasada e desorganizada.
  • Não acompanhar mudanças setoriais.

Capítulo 9 — AEXO Contabilidade: sua parceira na Reforma Tributária

A AEXO Contabilidade Digital já atua de forma consultiva, auxiliando empresas a escolherem o melhor regime, reduzirem a carga tributária e se adaptarem às mudanças legais.

Além disso, fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdo oficial em seu canal — prova da nossa expertise em transformar temas complexos em soluções práticas.

Com a AEXO, você terá:

  • Planejamento tributário personalizado.
  • Simulações de IBS, CBS e Imposto Seletivo.
  • Apoio durante a transição (2026–2033).
  • Consultoria para escolher o regime mais vantajoso.
  • Atendimento 100% digital, rápido e eficiente.

Capítulo 10 — Conclusão

A Reforma Tributária é inevitável e trará impactos profundos. Quem se preparar desde já terá vantagem competitiva. Quem ignorar, pode sofrer custos extras e multas.

Com a AEXO Contabilidade Digital, você transforma a reforma em oportunidade para crescer, pagar menos impostos dentro da lei e ganhar previsibilidade.

👉 Entre em contato agora com a AEXO Contabilidade Digital e receba um diagnóstico gratuito sobre como a reforma tributária impactará sua empresa.


📌 FAQ SEO-Friendly

O que é IBS?
É o Imposto sobre Bens e Serviços, que substituirá ICMS e ISS.

O que é CBS?
É a Contribuição sobre Bens e Serviços, que substituirá PIS e COFINS.

O que é o Imposto Seletivo?
Tributo sobre produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente, como cigarros e combustíveis fósseis.

Quando entra em vigor a Reforma Tributária?
A transição começa em 2026 e termina em 2033.

Como a reforma afeta pequenas empresas?
O Simples Nacional será mantido, mas com ajustes.

Preciso mudar de regime por causa da reforma?
Depende do seu setor. Uma consultoria tributária ajudará a identificar a melhor opção.

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como Reduzir a Inadimplência e Cobrar Clientes com Facilidade: Guia Completo!

Como Reduzir a Inadimplência e Cobrar Clientes com Facilidade: A inadimplência é um dos maiores desafios enfrentados por empresários e prestadores de serviços no Brasil. Muitos empreendedores perdem tempo e energia cobrando manualmente clientes, anotando vencimentos em planilhas ou enviando mensagens no WhatsApp de forma individual. Essa prática não apenas gera desgaste, como compromete o fluxo de caixa e coloca em risco a saúde financeira da empresa.

Neste guia completo, você vai aprender como é possível reduzir a inadimplência e automatizar cobranças de clientes de forma simples, segura e profissional. Além disso, vamos mostrar como ferramentas digitais, como a InfinitePay, podem transformar sua rotina financeira, trazendo mais organização, eficiência e tranquilidade.

Como Reduzir a Inadimplência e Cobrar Clientes com Facilidade em 2025 | AEXO Contabilidade


Por que a inadimplência é tão perigosa para os negócios?

A inadimplência é mais do que um atraso no pagamento — é um fator que impacta diretamente o capital de giro, dificulta investimentos e pode até levar empresas à falência. Imagine depender de um cliente que atrasa um boleto para pagar fornecedores, salários ou impostos. O efeito em cascata gera instabilidade e aumenta o risco de endividamento.

Dados recentes apontam que mais de 70% das empresas no Brasil já tiveram problemas com clientes inadimplentes. Por isso, adotar estratégias inteligentes para prevenir e lidar com atrasos é essencial para manter a saúde financeira.

No vídeo abaixo, o contador Andrius Dourado mostra como a InfinitePay pode centralizar toda a gestão de cobranças em um único aplicativo. Com ele, você envia boletos e links de pagamento de forma simples, acompanha quem já pagou e quem está em atraso, e ainda organiza o fluxo de recebimentos para manter o controle total da saúde financeira do seu negócio!


Como funciona a automação de cobranças?

A automação de cobranças elimina a necessidade de enviar lembretes manuais, gerenciar planilhas ou cobrar clientes de forma constrangedora. Plataformas como a InfinitePay permitem cadastrar clientes, emitir cobranças recorrentes (semanais, quinzenais ou mensais) e enviar links de pagamento por WhatsApp ou e-mail.

O sistema cuida de todo o processo:

  • Envia lembretes antes e depois do vencimento;
  • Oferece opções de pagamento como Pix (taxa zero), boleto ou cartão de crédito parcelado;
  • Permite acompanhar em tempo real quem já pagou e quem ainda está em atraso.

Isso não só reduz a inadimplência, como melhora a experiência do cliente, que recebe cobranças de maneira clara e profissional.


Benefícios da gestão de cobrança automatizada

  1. Economia de tempo – você não precisa mais enviar cobranças uma a uma.
  2. Redução da inadimplência – lembretes automáticos garantem que o cliente não esqueça de pagar.
  3. Fluxo de caixa previsível – mais segurança para planejar investimentos e despesas.
  4. Profissionalismo – evita situações constrangedoras de cobrança pessoal.
  5. Centralização das vendas – todas as transações ficam em um só painel de controle.

A InfinitePay é confiável?

Sim, a InfinitePay é uma plataforma confiável e utilizada por milhares de empreendedores em todo o Brasil. Ela oferece soluções modernas de pagamentos, incluindo maquininhas inteligentes, link de cobrança e Pix com taxa zero. Além disso, conta com certificações de segurança que garantem proteção nas transações.


É seguro pagar pela InfinitePay?

Com toda a estrutura baseada em tecnologia de ponta, pagar pela InfinitePay é seguro. A empresa segue os mais altos padrões de proteção de dados, utilizando criptografia e autenticação para evitar fraudes. Para os clientes que realizam pagamentos, isso representa tranquilidade e confiança em cada operação.


Qual banco está por trás da InfinitePay?

A InfinitePay é uma marca da CloudWalk, empresa brasileira fundada em 2013 com a missão de ampliar o acesso a soluções financeiras inovadoras. A companhia é devidamente autorizada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil, o que garante que suas operações estejam alinhadas às normas legais e regulatórias do país. Essa conformidade reforça a confiança e a credibilidade oferecidas aos usuários da plataforma.


Onde cai o dinheiro da InfinitePay?

Os valores recebidos por meio das vendas processadas pela InfinitePay são depositados diretamente na conta digital da própria plataforma. A partir dela, o usuário pode transferir o saldo para sua conta bancária em qualquer instituição. Essa flexibilidade garante praticidade e rapidez no acesso ao dinheiro.


InfinitePay no celular é confiável?

Sim, o aplicativo da InfinitePay no celular é confiável e conta com as mesmas camadas de segurança das maquininhas e do painel web. Por meio dele, é possível acompanhar vendas, emitir links de pagamento e até controlar o fluxo financeiro em tempo real, tudo de forma prática e protegida.


Inadimplência e contabilidade: como a AEXO Contabilidade pode ajudar

Ter uma boa ferramenta de cobrança é fundamental, mas tão importante quanto isso é contar com uma contabilidade especializada para orientar seu negócio. A AEXO Contabilidade Digital atua de forma consultiva, ajudando empresas a:

  • Escolher o regime tributário mais adequado (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real);
  • Organizar o fluxo de caixa para evitar surpresas financeiras;
  • Criar estratégias para reduzir riscos de inadimplência;
  • Adotar práticas modernas de gestão que fortalecem o crescimento sustentável.

Com a experiência de mais de uma década no mercado, a AEXO se tornou referência em contabilidade digital, auxiliando desde pequenos empresários até grandes prestadores de serviços.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Inadimplência e Cobrança

1. O que é inadimplência?
É a falta de pagamento de uma dívida no prazo estabelecido, seja de boletos, faturas ou contratos.

2. Como reduzir a inadimplência?
Utilizando automação de cobranças, oferecendo múltiplas formas de pagamento e mantendo acompanhamento constante da saúde financeira da empresa.

3. Vale a pena investir em sistemas de cobrança?
Sim. Eles economizam tempo, reduzem custos e aumentam a taxa de recebimento.

4. Como a contabilidade ajuda a reduzir inadimplência?
A contabilidade organiza o fluxo financeiro, orienta na emissão de notas fiscais e auxilia no planejamento de recebimentos e pagamentos.


Conclusão | Como Reduzir a Inadimplência e Cobrar Clientes com Facilidade

Reduzir a inadimplência é essencial para garantir estabilidade e crescimento do seu negócio. Automatizar processos de cobrança com ferramentas digitais como a InfinitePay é um grande passo, mas para resultados consistentes você precisa ir além.

A AEXO Contabilidade Digital pode transformar a forma como você lida com finanças e impostos, ajudando sua empresa a ser mais organizada, lucrativa e preparada para o futuro.

👉 Entre em contato com a AEXO Contabilidade hoje mesmo e descubra como podemos ajudar a sua empresa a crescer com segurança e tranquilidade!

Como Reduzir a Inadimplência e Cobrar Clientes com Facilidade em 2025 | AEXO Contabilidade

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária: Como se Proteger e Pagar Menos Impostos

5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária: O Intervalo de 2026 à 2033 está entre as maiores mudanças no sistema de arrecadação do Brasil nos últimos anos. Empresas que não se adaptarem às novas regras podem literalmente desaparecer do mercado. Se você é empreendedor e deseja manter sua empresa competitiva, lucrativa e em conformidade com a Receita Federal, este guia é para você.

Ao longo deste artigo, você vai descobrir quais são os cinco tipos de empresas que correm risco de “morrer” com a reforma, entender os impactos práticos e conhecer as soluções que a AEXO Contabilidade Digital oferece para proteger o seu negócio e até reduzir impostos de forma totalmente legal.

empresas que vão morrer


1. Empresas que não emitem notas fiscais

A Receita Federal está cada vez mais conectada ao Banco Central e já recebe relatórios de movimentações financeiras através da e-Financeira. Se sua empresa ainda realiza vendas sem nota fiscal, saiba que isso coloca seu CNPJ em risco. A fiscalização cruza dados bancários com a emissão de notas, e valores acima de R$ 2.000 em contas de pessoa física e acima de R$ 6.000 em contas jurídicas já são monitorados.

Empresas que insistirem em vender sem nota estarão cada vez mais expostas a multas, autuações e até fechamento compulsório.


2. Empresas sem controle de estoque e operações

A falta de organização é outro ponto crítico. O SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) já permite à Receita cruzar entradas e saídas de produtos. Negócios que não controlam seu estoque ou não registram corretamente suas operações correm sério risco de inconsistência fiscal.

Na prática, isso significa que sua empresa pode ser autuada mesmo sem ter cometido fraude, apenas por não manter relatórios confiáveis.


3. Empresas que não fazem DRE

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um relatório obrigatório que mostra o lucro, prejuízo e rentabilidade do negócio. Empresas que não elaboram esse documento ficam no escuro quanto à sua real situação financeira.

Além disso, a ausência da DRE dificulta o planejamento tributário, aumenta a chance de pagar mais impostos do que deveria e compromete decisões estratégicas.


4. Empresas enquadradas no regime tributário errado

Muitos empresários ainda acreditam que abrir vários CNPJs para dividir faturamento é uma boa prática. No entanto, isso pode ser um tiro no pé. Estar no regime tributário inadequado gera pagamento excessivo de impostos ou enquadramento indevido que pode resultar em penalidades.

Os três principais regimes são:

  • Simples Nacional: indicado para pequenas empresas e médias empresas, com possibilidade de alíquotas reduzidas.
  • Lucro Presumido: útil para empresas com margens de lucros maiores, mas geralmente com carga média de 16,33%.
  • Lucro Real: ideal para negócios maiores ou com muitas despesas dedutíveis e margens de lucro apertadas.

A escolha errada pode representar a diferença entre sobreviver ou “morrer” na reforma tributária.

O sistema tributário brasileiro oferece três principais regimes para empresas: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. A escolha correta pode fazer toda a diferença no valor pago de impostos e na saúde financeira do seu negócio.

O Simples Nacional é o regime mais utilizado por micro e pequenas empresas, com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Ele simplifica a arrecadação ao reunir vários tributos em uma única guia, conhecida como DAS. Outro benefício é o Fator R, que pode reduzir a alíquota para apenas 6%, desde que a folha de pagamento represente pelo menos 28% do faturamento. É um regime indicado para quem busca praticidade e economia tributária no início de sua jornada empreendedora.

Já o Lucro Presumido é voltado para empresas com faturamento de até R$ 78 milhões por ano. Nesse modelo, a Receita Federal presume a margem de lucro da empresa conforme a atividade exercida e aplica uma base fixa de cálculo para tributos. Em média, a carga tributária fica em torno de 16,33%, mas pode variar. Esse regime é vantajoso para empresas que possuem margens de lucro reais maiores do que as presumidas, pois conseguem pagar menos impostos.

O Lucro Real, por sua vez, é obrigatório para empresas que faturam acima de R$ 78 milhões anuais. Nesse regime, a tributação é feita sobre o lucro líquido contábil da empresa, exigindo maior organização e controles mais rígidos. Embora seja o regime mais burocrático, pode ser altamente vantajoso para empresas que possuem margens pequenas ou muitas despesas dedutíveis, já que os impostos incidem apenas sobre o lucro efetivo.


5. Empresas sem processos e organização interna

A falta de processos é o último e talvez o mais grave erro. Sem rotinas bem definidas, controles financeiros e registros organizados, a empresa perde competitividade, paga mais impostos e corre risco de ser eliminada pelo novo modelo tributário.

Organização é a base para sobrevivência. Empresas que não se estruturarem para atender às novas exigências terão dificuldades não apenas fiscais, mas também operacionais.


Como se proteger e preparar sua empresa

  1. Formalize todas as vendas com nota fiscal.
  2. Implemente controle de estoque e fluxo de caixa digital.
  3. Mantenha relatórios contábeis atualizados, como a DRE.
  4. Reveja seu regime tributário com um contador especialista.
  5. Crie processos internos claros para evitar falhas.

É aqui que entra o apoio da AEXO Contabilidade Digital.

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Por que escolher a AEXO Contabilidade Digital?

A AEXO Contabilidade Digital já ajudou centenas de empresas a reduzirem seus impostos de forma 100% legal. Fomos contratados por fintechs de destaque no Brasil, como a InfinitePay, para produzir conteúdos oficiais sobre contabilidade e gestão. Nossa expertise vai muito além da contabilidade básica: oferecemos planejamento tributário estratégico, sistemas digitais integrados e suporte consultivo para garantir que sua empresa não apenas sobreviva, mas prospere após a reforma tributária.

Você pode conferir um dos vídeos abaixo:


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

Quais empresas mais sofrem com a reforma tributária?
As que não emitem notas fiscais, não têm controles, não elaboram DRE, estão no regime errado ou não possuem processos internos.

Se minha empresa estiver no Simples Nacional, devo me preocupar?
Sim. Mesmo no Simples, é fundamental revisar se o regime é o mais vantajoso e se a empresa está em conformidade.

É possível pagar menos impostos de forma legal?
Sim. Com um planejamento tributário eficiente, é possível reduzir impostos e manter a regularidade fiscal.

Como a AEXO Contabilidade pode ajudar?
Oferecemos diagnóstico completo do seu negócio, apontamos riscos e apresentamos soluções práticas para reduzir custos e impostos.


Conclusão | Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

A Reforma Tributária vai transformar o ambiente de negócios no Brasil. Empresas despreparadas estão com os dias contados, mas aquelas que se adaptarem terão mais competitividade e segurança.

👉 Não deixe sua empresa entrar para a lista das que vão “morrer” com a reforma. Fale agora com a AEXO Contabilidade Digital e descubra como pagar menos impostos de forma legal e garantir o crescimento sustentável do seu negócio.

empresas que vão morrer

5 Empresas que Vão Morrer com a Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Fiscalização das Fintechs em 2025: o que a Receita Federal já sabe sobre você, como se proteger e pagar menos impostos

Cruzamentos da receita federal

Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025: Se você movimenta dinheiro por bancos digitais e fintechs — recebendo via Pix, transferências, cartões, links de pagamento ou gateways online — precisa saber que a Receita Federal intensificou o monitoramento dessas operações. O objetivo oficial é combater sonegação e lavagem de dinheiro, mas o efeito colateral é claro: pessoas físicas e pequenos negócios que movimentam valores acima de certo patamar podem ser puxados para análise, mesmo sem ter feito nada errado.

Desde janeiro de 2025, todas as instituições financeiras e fintechs já são obrigadas a enviar dados retroativos. Existe um piso mensal de reporte por tipo de operação: R$ 2.000 para pessoas físicas e R$ 6.000 para pessoas jurídicas. Ou seja, se você tem alto volume de recebimentos sem CNPJ, está muito mais exposto a questionamentos, bloqueios, notificações e até atrasos na sua vida financeira.

Este artigo foi escrito para empreendedores, prestadores de serviços, afiliados, criadores de conteúdo, lojistas online, profissionais liberais e autônomos que desejam se prevenir, regularizar e otimizar impostos com segurança. Você vai entender o que a Receita está monitorando, quem está no radar, como organizar o financeiro, o passo a passo para abrir CNPJ corretamente, quais regimes tributários avaliar e como a AEXO Contabilidade Digital pode transformar tudo isso em um plano prático para pagar menos sem correr riscos.

Fiscalização das Fintechs em 2025: O que a Receita Sabe

O que a Receita Federal está monitorando nos bancos digitais e fintechs

1) Movimentações que passam do piso de reporte

As instituições financeiras e fintechs precisam informar operações quando os saldos ou movimentações mensais por tipo de operação superam R$ 2.000 (PF) e R$ 6.000 (PJ). Isso não significa que você será acusado de algo, mas sim que essas informações entram no radar do fisco e aumentam os cruzamentos de dados.

2) Dados retroativos desde janeiro de 2025

Outro ponto crítico é a retroatividade. Movimentações feitas desde janeiro de 2025 podem ser revisadas, e valores que não possuem nota fiscal ou lastro contábil podem gerar alertas agora.

3) Objetivo oficial

A Receita busca combater sonegação e lavagem de dinheiro, mas na prática, incompatibilidades — como uma pessoa física movimentando valores de empresa — chamam atenção. Até quem é honesto pode cair em análise se o comportamento financeiro não bater com a declaração.


Quem está mais exposto? | Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

  • Pessoas físicas que recebem de forma recorrente por Pix e transferências sem CNPJ.
  • Autônomos e liberais que prestam serviços sem emissão regular de nota fiscal.
  • Afiliados, criadores e e-commerces que recebem por plataformas sem conciliação com nota.
  • Pequenos negócios que misturam contas pessoais e empresariais.
  • Quem movimenta valores em várias contas sem comprovação documental.

PF x PJ: por que abrir CNPJ reduz riscos e impostos

Abrir CNPJ muda o jogo porque você passa a emitir notas, organiza e separa as finanças pessoais das empresariais, consegue optar por regimes tributários que podem reduzir bastante a carga em relação à pessoa física (que pode chegar a 27,5%), além de ter acesso a pró-labore e distribuição de lucros de forma inteligente.

Com o CNPJ, sua operação deixa de ser vista como movimentação atípica e passa a ser formalizada como atividade empresarial, o que reduz bastante o risco de questionamentos.


Passo a passo para se regularizar

  1. Diagnóstico tributário — levante receitas, custos e simule diferentes regimes.
  2. Abertura de CNPJ — escolha natureza jurídica e CNAE corretos.
  3. Inscrição Municipal e emissão de NFS-e — cadastre-se para emitir notas fiscais de serviço.
  4. Separação financeira — abra conta PJ e nunca misture com a pessoal.
  5. Pró-labore e Fator R — defina remuneração e avalie se pode reduzir alíquotas com folha.
  6. Agenda fiscal e contabilidade viva — mantenha DRE, Balanço e impostos em dia.

Checklists práticos (copie e use com sua equipe)

Checklist de regularização (7–14 dias)

  • Levantar todas as fontes de receita dos últimos 12 meses.
  • Simular três regimes com a contabilidade.
  • Definir natureza jurídica e CNAE.
  • Protocolar abertura (Junta + CNPJ).
  • Obter inscrição municipal e iniciar NFS-e.
  • Abrir conta PJ.
  • Parametrizar faturamento e conciliação.

Checklist de rotina mensal

  • Emitir notas para todo recebimento.
  • Conciliação vendas → extrato → notas.
  • Conferir ISS conforme município/tomador.
  • Pagar guias (DAS ou DARFs).
  • Fechar DRE, Balanço e Razão.
  • Revisar pró-labore/folha (Fator R quando aplicável).

Checklist de defesa documental

  • Contratos com clientes e plataformas.
  • Recibos/ordens de serviço anexados à nota.
  • Extratos bancários e relatórios do gateway/fintech, bancos tradicionais e digitais.
  • Comprovantes de custos e despesas (insumos, tráfego, ferramentas).
  • Políticas internas para controle de acesso e guarda de documentos.

Abra sua Conta PJ sem taxas em tempo recorde com a Cora

Banco Cora é uma excelente opção para empreendedores que buscam agilidade e praticidade na abertura de contas PJ. Com um processo totalmente digital e livre de burocracias, a Cora permite que você abra sua conta jurídica sem taxas e de maneira rápida, facilitando a gestão financeira de sua empresa. Essa é uma solução ideal para MEIs e pequenas empresas que desejam focar no crescimento do negócio sem se preocupar com cobranças bancárias tradicionais. Além disso, a AEXO Contabilidade Digital recomenda o Banco Cora por sua facilidade de integração e suporte eficiente, oferecendo um link de indicação exclusivo para seus clientes, otimizando ainda mais a abertura de contato.

Confira os benefícios liberados para você, cliente AEXO:

  • Conta aberta em 1 dia
  • Canal de atendimento exclusivo
  • Envio de extrato automatizado para a sua contabilidade

Abrir Conta PJ grátis


Erros mais comuns que levam para a malha | Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

  • Vender como PF sem nota fiscal.
  • Misturar contas pessoais e empresariais.
  • Não conciliar recebíveis de fintechs com notas fiscais.
  • Acreditar que Pix não aparece.
  • Emitir nota de forma irregular.
  • Ignorar ISS de municípios diferentes.
  • Definir pró-labore irreal.
  • Não revisar o regime tributário periodicamente.
  • Não manter DRE e Balanço mensais.

Exemplos práticos

  • Prestador de serviços PF: movimenta R$ 12 mil por mês sem nota. Risco elevado. Solução: abrir CNPJ, emitir nota e separar contas.
  • Criadora de conteúdo: fatura R$ 30 mil em plataformas, mas recebe no PF sem conciliar com notas. Solução: abrir CNPJ, emitir NFS-e e conciliar semanalmente.
  • E-commerce: movimenta R$ 45 mil, mistura contas pessoais com o negócio e não paga ICMS. Solução: parametrização fiscal e controle mensal com suporte especializado.

O papel da AEXO Contabilidade Digital

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em abrir CNPJs, definir enquadramento tributário, parametrizar emissão de NFS-e e estruturar rotinas de conciliação financeira. Nosso time atua para que você pague apenas o necessário em impostos, evite riscos fiscais e mantenha o negócio protegido.

Nós cuidamos da abertura de empresa, planejamento tributário, DRE e Balanço mensais, conciliação de recebíveis e até do onboarding caso você queira trocar de contador.


Perguntas frequentes (FAQ) | Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

1) A Receita pega todo mundo que passa do limite?
Não. Mas suas informações são enviadas e ficam sob análise. Sem nota ou contrato, o risco aumenta muito.

2) Posso continuar recebendo por Pix?
Sim, desde que emita notas fiscais e faça conciliação.

3) Abrir CNPJ resolve tudo?
Ajuda muito. Mas precisa de rotina contábil e emissão correta de notas.

4) Qual regime escolher: Simples, Presumido ou Real?
Depende do seu faturamento, custos e folha. Um contador especializado deve simular para você.

5) E se eu não fizer nada?
O risco de bloqueios, multas e notificações aumenta.


Conclusão | Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

A fiscalização sobre fintechs e bancos digitais veio para ficar. Manter movimentações altas na pessoa física é cada vez mais arriscado. O melhor caminho é abrir CNPJ, separar contas, emitir notas fiscais e manter relatórios contábeis mensais.

Isso não é apenas uma obrigação legal, mas também a melhor forma de reduzir impostos dentro da lei e aumentar a segurança do seu negócio.


Fale com a AEXO Contabilidade Digital

Na AEXO Contabilidade Digital, ajudamos empreendedores, prestadores de serviços, criadores de conteúdo, afiliados e e-commerces a se organizarem, pagarem menos impostos e crescerem com segurança.

👉 Clique aqui e fale com um especialista da AEXO agora mesmo. Vamos estruturar o seu negócio, abrir seu CNPJ, escolher o regime ideal e cuidar da sua contabilidade para que você foque no que mais importa: fazer sua empresa crescer.

Fiscalização das Fintechs em 2025: O que a Receita Sabe

Fiscalização das fintechs Receita Federal 2025

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.