Reforma Tributária no Brasil: objetivos, impactos práticos e como preparar sua empresa sem pagar imposto a mais

Introdução: por que a reforma tributária muda o jogo para quem empreende

Objetivos da Reforma Tributária: Durante décadas, o Brasil conviveu com um sistema de tributos complexo, pouco transparente e repleto de sobreposições, que elevou o custo de conformidade e desestimulou investimentos. A Reforma Tributária nasce para atacar exatamente esses gargalos: estimular o crescimento econômico, tornar a cobrança mais justa e simplificar a vida do contribuinte com regras claras e integradas. Para quem é empreendedor, entender agora o que muda é a diferença entre ganhar competitividade ou perder margem com erros de enquadramento.

objetivos da reforma tributária no brasil


Os 3 grandes objetivos da Reforma Tributária (e o que eles significam no dia a dia)

1) Crescimento econômico sustentável (produtividade acima da burocracia)

A meta é reduzir as distorções que encarecem produzir e vender no Brasil — cumulatividade, guerra fiscal, disputas interestaduais e litígios intermináveis. Com menos custo invisível, mais empresas investem, geram renda e empregos, e a economia ganha previsibilidade. Na prática, isso se traduz em um ambiente onde decidir investir é mais simples, mensurável e seguro.

2) Justiça tributária (tributação no destino + cashback social)

O novo desenho busca tributar no destino, isto é, onde o consumo acontece, reduzindo a concentração em estados de origem e distribuindo melhor a arrecadação. Soma-se a isso o cashback tributário para famílias de baixa renda, que devolve parte do imposto e torna o sistema menos regressivo. Resultado: equidade regional e social com regras mais coerentes para quem vende para o Brasil inteiro.

3) Simplificação e transparência (menos tempo com papelada, mais tempo com o cliente)

O propósito é baixar drasticamente o custo de compliance: menos obrigações sobrepostas, alíquotas claras, nota e escrituração padronizadas e visão real do imposto na ponta. Para o empreendedor, isso significa gastar menos energia com a lei e mais com a operação, sem surpresas de última hora.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Samuel Lira explica de forma clara e direta quais são os 3 grandes objetivos da Reforma Tributária e como eles impactam empreendedores e empresas de todos os tamanhos:


O que muda na prática: do “labirinto fiscal” à trilha sinalizada

  • Unificação e padronização: substituição gradual de tributos sobre consumo por impostos mais simples e integrados, com regras únicas entre estados e municípios.
  • Transparência no preço: imposto destacado e previsível, reduzindo o efeito cascata e permitindo precificação mais precisa.
  • Menos litígio, mais escala: com menos “zonas cinzentas”, cai o contencioso e sobra caixa para crescer.

Como a reforma impacta diferentes perfis de negócio

Comércio

  • Preço final mais claro e cadeia menos cumulativa.
  • Vantagem para quem automatiza emissão e conciliação: menos retrabalho = margem maior.

Serviços

  • Simplificação de obrigações e regra igual em todo o país, reduzindo riscos de autuação por diferenças de interpretação municipal.
  • Importante revisar precificação e contratos de longo prazo.

Indústria

  • Menos cumulatividade na cadeia e melhor aproveitamento de créditos.
  • Forte impacto em competitividade e planejamento de CAPEX.

Economia digital (plataformas, criadores, afiliados)

  • Integração e rastreabilidade total das transações; emissão correta e documentação serão diferenciais essenciais.
  • Quem formaliza e padroniza processos captura mais lucro líquido.

O que sua empresa precisa fazer agora (checklist objetivo)

  1. Mapear operações e CNAEs: onde incidem tributos hoje, onde haverá mudança de regra e qual o risco operacional.
  2. Revisar precificação: destaque e repasse de imposto, simulações de sensitividade por canal/região.
  3. Padronizar documentos: NFe/NFSe com informações consistentes, CFOP/CST corretos, integrações ERP/contabilidade.
  4. Implantar conciliações automáticas (cartões, PIX, gateways) para bater receita x documento x repasse.
  5. Revisitar contratos com cláusulas de reajuste e alocação de impostos.
  6. Treinar times (fiscal, vendas, financeiro) para a nova linguagem tributária e rotinas.
  7. Planejar regime (e transição) com simulações: Simples, Presumido, Real — qual rende maior lucro líquido no seu caso.

Dica AEXO: a transição não é só fiscal; é financeira, comercial e de sistemas. A combinação correta aumenta margem e evita contingências.


Erros que mais custam caro na transição (e como evitá-los)

  • Adiar o mapeamento (“quando chegar, eu vejo”) → perda de margem e risco de autuação.
  • Misturar PF e PJ em recebimentos → alerta automático nos cruzamentos da Receita.
  • Não padronizar cadastros (produto, NCM, serviço) → créditos negados e documentos rejeitados.
  • Não revisar contratos → travas para repasse e erosão de preço.
  • Ignorar automação → custo de compliance segue alto e consome a equipe.

Perguntas de alto impacto que você deve responder já! | Objetivos da Reforma Tributária

  • Como fica o preço final do meu produto/serviço com imposto destacado?
  • O meu ERP conversa com a contabilidade e com as prefeituras/estados sem remendo manual?
  • Quais CNAEs continuam fazendo sentido? Há oportunidade de reestruturação societária?
  • Em quais casos minha empresa recuperará mais crédito e pagará menos com a nova lógica?

O que é o IVA Dual?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado Dual) é o novo modelo tributário adotado pela Reforma Tributária brasileira que substitui a multiplicidade de tributos sobre o consumo por dois impostos de estrutura semelhante, mas com administrações distintas: um federal (CBS) e outro estadual/municipal (IBS).
O conceito de “dual” significa justamente essa divisão entre os entes federativos, preservando autonomia, mas garantindo uniformidade de base de cálculo, alíquotas transparentes e regras comuns de apuração e crédito.
Na prática, o IVA Dual busca simplificar a tributação sobre bens e serviços, reduzir a cumulatividade (efeito cascata), aumentar a competitividade das empresas brasileiras e tornar o sistema mais justo e previsível. Além disso, a cobrança será no destino, ou seja, onde o consumo ocorre — princípio que estimula o equilíbrio regional e a justiça fiscal.


O que é o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)?

O IBS será o imposto de competência dos estados e municípios, unificando ICMS (estadual) e ISS (municipal) em uma só cobrança.
Seu objetivo é simplificar a arrecadação, evitar guerra fiscal e garantir que cada ente receba sua parte de forma proporcional ao consumo em seu território.
O IBS terá alíquota uniforme em todo o país, com gestão compartilhada e um Conselho Federativo responsável pela regulamentação, fiscalização e distribuição da receita.
Para o contribuinte, isso significa menos burocracia, declarações unificadas e mais transparência na formação do preço. Além disso, o IBS permitirá o crédito integral, eliminando a cumulatividade e evitando bitributação ao longo da cadeia produtiva.


O que é a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)?

A CBS será o imposto de competência federal, substituindo PIS e COFINS.
Sua base de cálculo será ampla, abrangendo bens e serviços, inclusive operações digitais e importações, o que reflete a modernização da economia.
Assim como o IBS, a CBS também adota o modelo não cumulativo, permitindo que o contribuinte compense créditos de etapas anteriores e pague apenas sobre o valor agregado real.
A grande vantagem da CBS é a simplificação contábil e fiscal: uma única guia de recolhimento, menos obrigações acessórias e maior clareza sobre o custo tributário efetivo.
Empresas que se adaptarem cedo terão vantagem competitiva, pois reduzirão tempo gasto com conformidade e melhorarão a previsibilidade de caixa.


Como ficará o Simples Nacional na Reforma Tributária?

O Simples Nacional será mantido após a Reforma Tributária, preservando seu modelo unificado e simplificado para micro e pequenas empresas, mas com ajustes importantes para integração ao novo sistema de impostos sobre consumo — o IVA Dual (IBS e CBS). As empresas optantes continuarão recolhendo tributos em guia única, mas parte do valor referente ao consumo será separada e direcionada automaticamente aos novos tributos, garantindo compatibilidade com o modelo nacional. Além disso, o Simples poderá oferecer créditos de IBS e CBS às empresas que comprarem de optantes, evitando perdas na cadeia de valor e estimulando negócios com pequenos empreendedores. Na prática, o regime se tornará mais transparente, digital e integrado, mantendo seus benefícios fiscais, mas exigindo maior organização contábil e emissão correta de notas fiscais para acompanhar a nova era da tributação brasileira.

O Simples Nacional por dentro (IBS e CBS dentro do DAS)

No modelo do Simples Nacional por dentro, o IBS e a CBS — os novos tributos criados pela Reforma Tributária — estarão embutidos dentro do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Isso significa que o empresário continuará recolhendo tudo em uma única guia, como já ocorre atualmente. O governo fará apenas uma repartição automática interna desse pagamento, destinando a parte correspondente aos novos impostos para os cofres da União, Estados e Municípios.
Na prática, o sistema se mantém simples e centralizado, preservando a facilidade de apuração e recolhimento, sem necessidade de emitir notas fiscais com destaque dos novos tributos. Esse formato será ideal para empresas que vendem diretamente ao consumidor final (B2C), pois simplifica o processo e mantém a carga tributária previsível. O desafio estará em garantir que os sistemas de gestão e contabilidade estejam atualizados para refletir corretamente a distribuição interna do DAS, especialmente diante do Split Payment, que direcionará automaticamente a parcela do imposto para o governo.

O Simples Nacional Híbrido (IBS e CBS por fora do DAS)

Já no modelo Simples Nacional Híbrido, o contribuinte continuará no regime do Simples, mas com uma diferença importante: os novos impostos IBS e CBS serão destacados por fora do DAS e recolhidos separadamente. Ou seja, a empresa pagará o DAS normalmente (englobando tributos como IRPJ, CSLL e CPP), porém emitirá nota fiscal com destaque para o IBS e CBS, que terão guias próprias de recolhimento.
Esse modelo será voltado principalmente para empresas que vendem para outras empresas (B2B), já que os clientes precisarão do crédito de IBS e CBS para abater em suas apurações. Assim, quem permanecer apenas com o Simples “por dentro” pode perder competitividade, pois seus clientes não conseguirão aproveitar os créditos tributários.
O Simples Híbrido exigirá uma gestão fiscal mais robusta, com atenção à emissão de notas fiscais eletrônicas, split payment e integração de sistemas contábeis, mas também trará oportunidades para empresas que buscam crescer e se posicionar estrategicamente no novo cenário tributário brasileiro.


O que é o DREX? — O Real Digital

O DREX, conhecido como o Real Digital, é a moeda digital oficial do Brasil, criada e gerida pelo Banco Central. Diferente das criptomoedas descentralizadas, o DREX é uma moeda soberana, com lastro no Real e emissão controlada pelo governo, funcionando como uma extensão da moeda física em ambiente digital. Seu principal objetivo é modernizar o sistema financeiro, facilitando pagamentos instantâneos, contratos inteligentes e transações seguras entre empresas e cidadãos.
O DREX fará parte da infraestrutura de tokenização da economia brasileira, permitindo, por exemplo, a compra e venda de ativos digitais, financiamento automatizado e integração com o Pix e o open finance. Com ele, espera-se uma redução de custos operacionais, mais transparência nas operações e maior inclusão financeira, beneficiando desde grandes instituições até microempreendedores e consumidores comuns.


O que é o Split Payment? — Pagamento Fracionado

O Split Payment (ou pagamento dividido) é um dos mecanismos centrais da Reforma Tributária e do novo modelo de arrecadação do IVA Dual (IBS e CBS). Na prática, ele faz com que, no momento da compra, o valor do imposto seja automaticamente separado e transferido diretamente para o governo, sem passar pela conta do vendedor.
Esse sistema busca eliminar a sonegação, garantir maior eficiência fiscal e assegurar que o tributo seja recolhido na origem da operação. Para as empresas, isso representa maior transparência e segurança jurídica, pois o imposto será pago automaticamente no ato da transação — reduzindo o risco de erros contábeis e atrasos.
Contudo, o Split Payment também exigirá adaptações tecnológicas e contábeis, já que os sistemas de gestão precisarão estar integrados com as plataformas de pagamento e com os órgãos arrecadatórios. Esse novo modelo faz parte da modernização tributária que visa tornar o Brasil mais competitivo e digitalmente integrado à economia global .


Planejamento tributário: a vantagem competitiva dos próximos anos

A reforma nivelará o jogo, mas quem planejar primeiro sai na frente. Simular cenários por regime, canal, região, ticket e mix é o caminho para preservar margem, ganhar escala e evitar litígios. É aqui que a AEXO Contabilidade apoia sua empresa de ponta a ponta: diagnóstico, simulações, compliance e tecnologia integrados em um único plano.


FAQ – Perguntas frequentes! | Objetivos da Reforma Tributária

Quais são os 3 objetivos centrais da Reforma Tributária?
Crescimento econômico sustentável, justiça tributária (tributação no destino + cashback) e simplificação/transparência para o contribuinte.

Como a tributação “no destino” me afeta?
Você venderá com regra única para todo o país, reduzindo disputas e melhorando previsibilidade de preço e margem.

A reforma vai reduzir meu imposto?
Depende do setor, cadeia e regime. A grande vantagem é menos cumulatividade e menor custo de compliance; a carga efetiva depende do seu mix e operações.

O que devo fazer agora?
Mapear operações, padronizar documentos, revisar precificação e simular regimes com suporte contábil especializado.

Vale a pena antecipar automações?
Sim. Empresas que automatizam emissão, conciliação e apurações entram no novo modelo com custo menor e risco menor.

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Como Abrir uma Empresa: APRENDA DE FORMA RÁPIDA E PRÁTICA

COMO GANHAR DINHEIRO COM DROPSHIPPING

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COMO PAGAR MENOS IMPOSTOS

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TUDO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


Conclusão: prepare-se hoje para lucrar mais amanhã

A Reforma Tributária não é só uma troca de siglas: é a chance de enxugar custos, reduzir riscos e ganhar previsibilidade. Quem se antecipa, cresce com lucro. Quem posterga, perde margem e corre risco fiscal. Faça do período de transição o momento de melhorar processos e resultados.


AEXO Contabilidade Digital: seu plano de transição fiscal, do diagnóstico à execução

A AEXO Contabilidade é especialista em planejamento tributário, automação fiscal e compliance para empresas de todo o Brasil.
Nós conduzimos seu negócio pelo caminho seguro: mapeamos operações, simulamos cenários, padronizamos documentos e implementamos rotinas para você pagar só o necessário — e nada além disso.

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Objetivos da Reforma Tributária

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Contabilidade para Consultores e Mentores: guia prático para pagar menos imposto, organizar o financeiro e escalar serviços com segurança

COACHES

Empreender como consultor ou mentor é sinônimo de autoridade, liberdade de agenda e alta margem. No entanto, sem uma estratégia contábil sólida, essa vantagem se perde em impostos desnecessários, fluxo de caixa confuso e riscos fiscais.

Ao longo do texto, você verá modelos jurídicos, escolha do regime tributário, pró-labore, distribuição de lucros, emissão correta de notas, planejamento de preços, controle de custos, estratégias de Fator R, boas práticas de compliance, além de checklists, planos de ação trimestrais e um FAQ com rich snippets. Em cada etapa, a AEXO Contabilidade aparece como parceira técnica para reduzir impostos legalmente e escalar operações sem sustos.

contabilidade para consultores e mentores

Por que consultores e mentores precisam de contabilidade estratégica?

Profissionais de conhecimento vendem tempo, método e reputação. A precificação deve considerar carga tributária, ociosidade, funil de vendas e custo de aquisição de clientes (CAC). Com contabilidade estratégica, você:

  • Paga menos imposto usando o regime correto (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).
  • Separa PF de PJ, preservando patrimônio pessoal.
  • Ganha previsibilidade ao transformar caixa irregular em receita recorrente.
  • Profissionaliza contratos e notas, fechando com empresas maiores e órgãos públicos.
  • Aumenta valuation para parcerias, licitações e M&A.

Quem é “consultor/mentor” no radar do Fisco?

Consultores e mentores atuam em múltiplos formatos: estratégia, marketing, finanças, tecnologia, RH, carreira, saúde corporativa, educação executiva, coaching. O Fisco observa natureza da prestação, habitualidade, emissão de NF e trânsito bancário. Recebimentos em conta pessoal sem documentação geram alertas automáticos. Logo, formalize cedo: CNPJ + nota fiscal + contratos criam trilha limpa e credibilidade para B2B.


Passo 1 — Modelo jurídico e proteção patrimonial

Empresário Individual (EI)

O empresário individual (EI) é um tipo jurídico de estrutura muito simples, mas com responsabilidade ilimitada. Ele é indicado para quem está testando mercado e possui risco operacional baixíssimo.

Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

A sociedade limitada unipessoal (SLU) é o formato preferido para solo founders: um único sócio com responsabilidade limitada ao capital. Permite escalabilidade, entrada de sócios futuros e acesso fácil a crédito.

Sociedade Limitada (LTDA)

Já a sociedade limitada (LTDA) é indicado quando há dois ou mais sócios. Regras de quórum, vesting e não concorrência no contrato social evitam conflitos e preservam o negócio.

Dica da AEXO: para consultores e mentores, SLU ou LTDA costumam equilibrar proteção jurídica e custo-benefício.


Passo 2 — Regime tributário que realmente reduz imposto | Contabilidade para Consultores e Mentores

Simples Nacional (com foco no Fator R)

O Simples Nacional é ideal para pequenas estruturas e faturamento até R$ 4,8 milhões/ano.

  • Serviços intelectuais podem cair no Anexo III (alíquota inicial 6%) ou Anexo V (alíquota inicial até 15,5%).
  • Fator R: se folha + pró-labore ≥ 28% da receita dos últimos 12 meses, a empresa migra para o Anexo III, reduzindo a carga.
  • Estratégia comum: pró-labore mínimo + salários relevantes de equipe (assistentes, produtores de conteúdo, atendimento, SDRs) para bater o Fator R de forma sustentável e legal.

Lucro Presumido

Quando a receita cresce e o Fator R não fecha, o Presumido pode vencer o Simples.

  • Para serviços em geral, a presunção do IRPJ/CSLL costuma ser 32% da receita;
  • Carga efetiva média (IRPJ+CSLL+PIS+COFINS+ISS) flutua ao redor de 13% a 18%, a depender do município e créditos possíveis.
  • Vantagens: distribuição de lucros isenta (até a base presumida), NF com destaque de tributos que facilita B2B.

Lucro Real

Útil para altas despesas dedutíveis, margem comprimida ou operações complexas (turmas, eventos, plataformas).

  • Exige controle contábil robusto, centros de custo e orçamento anual.
  • Quando a lucratividade é baixa ou variável, pagar sobre o lucro real protege caixa.

AEXO na prática: fazemos simulações comparativas (12 meses a 24 meses) e entregamos a projeção de imposto por regime, incluindo sensibilidade de Fator R, variação de ISS e tabela de faixas do Simples. Você decide com números e cenários.


Passo 3 — Pró-labore, distribuição de lucros e reserva de caixa | Contabilidade para Consultores e Mentores

  • Pró-labore: remuneração do sócio administrador, com INSS 11%. Define benefícios previdenciários e compõe o Fator R.
  • Lucros: distribuição isenta dentro das regras contábeis (limites variam conforme regime).
  • Reserva: monte colchão de 3 a 6 meses de despesas fixas. Mentorias e consultorias sofrem com sazonalidade; reserva evita juros caros e mantém poder de negociação.

Regra de bolso (ajustável):

  • 40–55% salários e pró-labore;
  • 15–25% marketing e vendas;
  • 10–18% infra/softwares/eventos;
  • 10–20% impostos;
  • 5–10% lucro líquido.

Passo 4 — Notas fiscais, contratos e compliance

  • NFS-e padrão nacional: em muitos municípios, emissão ficou mais simples; configure CNAE correto.
  • Contrato de prestação: inclua escopo, entregáveis, confidencialidade, propriedade intelectual, cancelamento e multa.
  • Split payment e pagamentos digitais: cadastre meios oficiais (cartão, Pix empresarial) com descrição clara.
  • LGPD: dados de clientes e alunos exigem consentimento e política de privacidade.
  • Documentação: guarde NFs, contratos, propostas e evidências de entrega (gravações de sessões, relatórios, atas).

Passo 5 — Preço que protege margem (e posiciona autoridade)

Serviços de conhecimento vendem resultado. Em vez de horas, use métrica de valor:

  • Discovery + Diagnóstico: ticket inicial, alto ROI percebido.
  • Projeto: preço por escopo e prazo.
  • Retainer: assinatura mensal com SLA, metas e rituais.

Calcule CPH lapidado (custo por hora produtiva) incluindo ociosidade, preparação, follow-up e impostos. Adicione markup de autoridade e risco. Em B2B, destacar tributos (Presumido/Real ou Simples Híbrido) ajuda a fechar com empresas que querem crédito fiscal.


Passo 6 — Marketing, funil e previsibilidade de receita

  • Inbound: conteúdo de topo (guia, podcast, newsletter), meio (webinars, estudos de caso) e fundo (diagnóstico pago).
  • Outbound: prospecção segmentada, com ABM para contas-alvo; mensagem consultiva.
  • Parcerias: contabilidades, agências, ERPs e hubs educacionais.
  • Oferta escada: ebook → workshop → diagnóstico → projeto → retainer.
  • KPI: CAC, LTV, churn, taxa de conversão por etapa, taxa de ocupação da agenda.


Matriz de enquadramento rápido (regime x perfil de operação)

CenárioFaturamentoEstrutura de equipePerfil de clientesIndicação inicial
Solo premiumaté R$ 40k/mêsassistente/produçãoB2B médioSimples com Fator R
Boutique enxutaR$ 40–120k/mêstime 2–5 pessoasB2B com NF exigentePresumido ou Simples Híbrido
Escola/ComunidadeR$ 80–250k/mêsmarketing forte e suporteB2C/B2B2CPresumido
Consultoria enterpriseR$ 150k+/mêssquad multidisciplinarB2B enterpriseReal

Decisão final exige simulação. AEXO compara imposto efetivo, folha/Fator R, ISS do município e impacto de retenções.


Fator R sem mistério (e sem risco)

Para serviços que podem migrar ao Anexo III, o Fator R ≥ 28% é decisivo. Boas práticas:

  1. Folha real: contratações coerentes com o escopo (assistentes, analistas, produtores de conteúdo, SDRs, customer success).
  2. Pró-labore adequado: define benefício previdenciário e compõe Fator R.
  3. Planejamento anual: antecipe mês de pico para não cair no Anexo V por base móvel.
  4. Compliance: nada de “salários inflados” sem contrato/folha; risco de autuação.

Financeiro de mentores e consultores: playbook mensal

  • D-2 a D-1: conciliação bancária e cartões;
  • D+1 a D+3: emissão/recebimento de NFs assinaturas e projetos;
  • Semanal: aging de cobranças, renegociações, régua escrita;
  • Mensal: DRE gerencial, CMV/CPV, curva ABC de clientes;
  • Trimestral: revisão de preços e anexos, teste de Fator R, simulação de mudança de regime;
  • Semestral: renegociação com fornecedores, auditoria de contratos, LGPD.

12 erros que diminuem seu lucro (e como corrigir) | Contabilidade para Consultores e Mentores

  1. Misturar PF/PJ e receber via conta pessoal.
  2. Emitir NF com CNAE errado.
  3. Subfaturar e tentar compensar com “pix por fora”.
  4. Ignorar retenções (ISS, INSS, IRRF) em contratos B2B.
  5. Contratos sem escopo e propriedade intelectual definidos.
  6. Precificar por hora sem considerar ociosidade.
  7. Não registrar provas de entrega.
  8. Deixar férias e 13º de fora da precificação.
  9. Depender de um só canal de aquisição.
  10. Esquecer o Fator R ao crescer equipe.
  11. Distribuir lucros sem balanço e livros em ordem.
  12. Não fazer backup e política de privacidade.

Checklist de conformidade (copie e use)

  • CNPJ ativo (SLU/LTDA) e contrato social atualizado.
  • CNAEs corretos (serviços de consultoria/treinamento).
  • Emissão de NFS-e, integração com ERP/CRM.
  • Contratos com confidencialidade, PI e rescisão.
  • Pró-labore definido e INSS recolhido.
  • Folha e RPA regularizados (quando aplicável).
  • Controle de custos, DRE e fluxo de caixa.
  • Política de privacidade e LGPD.
  • Backup de gravações, atas e relatórios.
  • Simulação de regime e Fator R trimestral.

Perguntas frequentes (FAQ – formato rich snippets) | Contabilidade para Consultores e Mentores

Consultores podem abrir MEI?
Algumas atividades intelectuais não são permitidas no MEI. Em geral, SLU é o caminho profissional e seguro.

Qual regime paga menos imposto para consultoria?
Depende de margem, equipe e clientes. Com Fator R ≥ 28%, o Simples/Anexo III costuma ser muito competitivo. Sem Fator R, Presumido frequentemente reduz a carga.

O que é melhor: pró-labore alto ou lucros?
O equilíbrio gera economia e segurança. Pró-labore sustenta benefícios previdenciários e Fator R; lucros são isentos dentro das regras contábeis.

Preciso destacar tributos na nota?
Em Presumido/Real e Simples Híbrido, o destaque pode ajudar no B2B, pois o cliente obtém crédito.

Como comprovar entregas de mentoria/consultoria?
Guarde atas de reuniões, gravações, relatórios, checklists de atividade e aceite do cliente. Isso protege receita e reputação.


Caso prático (simplificado) | Contabilidade para Consultores e Mentores

  • Perfil: consultor de marketing, receita R$ 60 mil/mês, equipe 3 pessoas.
  • Cenário A (Simples sem Fator R): alíquota efetiva alta; margem pressionada.
  • Cenário B (Simples com Fator R): aumento de folha planejado → migração ao Anexo IIIqueda relevante da carga.
  • Cenário C (Presumido): melhor no B2B por destaque de tributos; carga média semelhante ao Anexo III, porém contratualidade superior.
  • Decisão: Presumido por mix B2B e tickets maiores. AEXO implementa projeção anual, DRE por projeto e política de preço.

Roadmap de 90 dias (implante e colha)

Dias 1–15: CNPJ/contrato revisados, CNAE, NFS-e, banco PJ, ERP.
Dias 16–30: política de preços, contratos, régua de cobrança.
Dias 31–60: rotinas financeiras, DRE, Fator R, KPIs de vendas.
Dias 61–90: simulação de regimes, revisão fiscal, manual de compliance.

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É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


Por que a AEXO Contabilidade é o parceiro certo? | Contabilidade para Consultores e Mentores

A AEXO Contabilidade Digital nasceu para profissionais de conhecimento. Nosso time domina Simples/Fator R, Presumido e Real, integra ERP, NFS-e e conciliações, e opera com planejamento tributário contínuo. Você recebe números, rotina e previsibilidade, enquanto cuida do que importa: entregar resultado aos clientes.

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contabilidade para consultores e mentores

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal no Brasil — Entenda o Que Vai Mudar!

Introdução

Venda sem nota fiscal? A partir de 2026, o Brasil viverá uma das maiores transformações tributárias da sua história. A Reforma Tributária promete simplificar o sistema de impostos, aumentar a transparência e — talvez o ponto mais importante — acabar definitivamente com as vendas sem nota fiscal.
O novo modelo de arrecadação trará monitoramento digital em tempo real, integração com bancos, e um sistema de pagamento automático de impostos, o chamado Split Payment.

Neste artigo, você vai entender como o governo vai eliminar a informalidade, o impacto do IBS e CBS, o papel do Drex (Real Digital) nesse novo cenário e o que as empresas precisam fazer agora para não correr riscos.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal — Prepare Sua Empresa com a AEXO Contabilidade


O Fim da Venda Sem Nota Fiscal: O Que Está Acontecendo?

Durante anos, muitos empreendedores acreditaram que vender sem nota era uma forma de “aumentar o lucro” e “pagar menos impostos”.
Mas esse cenário está com os dias contados. A partir da Reforma Tributária de 2026, todas as operações financeiras — seja via PIX, TED, boleto ou cartão — serão rastreáveis e cruzadas automaticamente com o sistema da Receita Federal.

Isso significa que cada transação comercial será monitorada em tempo real, e o imposto será retido automaticamente no ato da venda.
A informalidade deixará de ser apenas arriscada — ela se tornará impossível.


O Que São IBS e CBS?

Os novos tributos criados pela Reforma Tributária são o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Esses dois impostos substituem vários tributos atuais (como ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS), criando um sistema unificado, digital e automático.

O objetivo é simplificar a cobrança e evitar fraudes fiscais, eliminando a necessidade de cálculos complexos e múltiplos recolhimentos.
Com o IBS e a CBS, o governo terá acesso instantâneo às informações de cada venda, reduzindo drasticamente as chances de sonegação.


Split Payment: O Novo Modelo de Pagamento Fracionado

O Split Payment (pagamento dividido) é uma das peças mais revolucionárias da nova arrecadação tributária.
Ele faz com que, no momento em que o cliente realiza o pagamento, o sistema divida automaticamente o valor da venda, enviando uma parte para o empreendedor e outra diretamente para o governo.

Na prática, isso significa que o imposto será pago instantaneamente, sem depender da emissão de guia, boleto ou cálculo manual.
O Split Payment acaba com o risco de sonegação e garante recolhimento preciso e imediato, tornando o sistema tributário brasileiro mais transparente e eficiente.


Como o Governo Vai Rastrear as Transações?

Com a chegada da digitalização total do sistema fiscal, o governo brasileiro passará a ter integração direta com bancos, operadoras de cartão e plataformas de pagamento.
Todas as operações realizadas via PIX, TED, cartão de crédito, débito, boleto e até aplicativos serão cruzadas com os registros da Receita Federal.

O sistema usará inteligência artificial (IA) para identificar discrepâncias entre faturamento declarado e movimentações financeiras, permitindo fiscalização automática e em tempo real.
Essa automação visa reduzir a evasão, aumentar a arrecadação e premiar empresas que atuam na legalidade.

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O Papel do DREX (Real Digital)

O Drex, o Real Digital criado pelo Banco Central, será o grande facilitador dessa nova estrutura tributária.
Trata-se de uma moeda digital oficial, com lastro no real físico, que permitirá transações automáticas e seguras entre cidadãos, empresas e governo.

Com o Drex, o pagamento de impostos poderá ser tokenizado, permitindo transações instantâneas com dedução automática de tributos — integrando o Split Payment e o sistema de IBS/CBS em tempo real.
O resultado? Menos burocracia, mais transparência e total rastreabilidade financeira.


O Impacto Para Pequenas e Médias Empresas

As PMEs serão diretamente afetadas pela nova estrutura.
Empresas que ainda operam sem nota fiscal terão seus recebimentos bloqueados ou sofrerão autuações automáticas, já que o sistema de pagamento detectará transações sem registro tributário.

Por outro lado, quem estiver regularizado e com contabilidade digital ativa terá benefícios como:

  • Maior credibilidade com bancos e fornecedores
  • Facilidade para obtenção de crédito
  • Acesso simplificado a incentivos fiscais e programas públicos

Empresas que contam com contabilidade digital moderna, como a AEXO Contabilidade, já estão preparadas para essa transição e oferecem suporte completo para adequação ao novo sistema tributário. Não venda sem nota fiscal! Estamos aqui para te ajudar a se adequar ao novo sistema tributário e pagar o menos imposto dentro da lei!

Quer saber como calcular os impostos no Simples Nacional? Aprenda clicando no link abaixo 👇

Como ficará o Simples Nacional com a Reforma Tributária?


Como se Preparar Para 2026

  1. Regularize o CNPJ e garanta que todas as suas vendas tenham nota fiscal.
  2. Implemente um sistema contábil digital integrado a meios de pagamento.
  3. Converse com um contador especializado na Reforma Tributária para revisar seu enquadramento.
  4. Acompanhe o Fator R e o regime tributário ideal (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real).
  5. Automatize o pagamento de tributos com ferramentas integradas ao Drex e Split Payment.

AEXO Contabilidade: Seu Parceiro na Nova Era Tributária

A AEXO Contabilidade Digital está na vanguarda da transformação contábil no Brasil.
Com tecnologia de ponta, atendimento especializado e foco em resultados, a AEXO ajuda empresas de todos os portes a se adequarem à Reforma Tributária 2026, garantindo segurança fiscal, economia e conformidade total.

👉 Fale com a AEXO Contabilidade e descubra como preparar sua empresa para o futuro do sistema tributário brasileiro.
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Conclusão | Reforma Tributária 2026 fim da venda sem nota fiscal

O fim da venda sem nota fiscal representa um divisor de águas no cenário empresarial do Brasil.
Com o avanço da Reforma Tributária 2026, a era da informalidade chega ao fim e dá lugar à era da transparência digital.

Empresas que se adaptarem a tempo terão vantagens competitivas, melhor reputação e crescimento sustentável.
As que insistirem na informalidade, por outro lado, ficarão para trás.

A boa notícia é que você ainda tem tempo para se preparar — e a AEXO Contabilidade está pronta para te ajudar a dar esse passo com segurança.

Reforma Tributária 2026: O Fim da Venda Sem Nota Fiscal — Prepare Sua Empresa com a AEXO Contabilidade

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Reforma Tributária: Conheça os 5 “Dedos-Duros” da Receita Federal e Saiba Como se Proteger

Introdução: A Receita Federal Está de Olho — e os “Dedos-Duros” Nunca Dormem

Com a Reforma Tributária e os avanços da tecnologia fiscal no Brasil, a Receita Federal nunca esteve tão equipada para monitorar operações financeiras, transações comerciais e movimentações digitais.
Você sabia que existem mecanismos automáticos — verdadeiros “dedos-duros” — que entregam seus dados ao Fisco sem que você perceba?

Neste artigo completo, você vai descobrir quem são os cinco principais informantes da Receita Federal, como eles funcionam, quais riscos você corre e, principalmente, como se proteger legalmente com o apoio da AEXO Contabilidade, especialista em planejamento tributário e proteção fiscal empresarial.

reforma tributária dedos-duros da receita federal


🚨 Entendendo a Era da Transparência Fiscal

A Reforma Tributária está redesenhando o sistema fiscal brasileiro.
Com ela, vem uma nova mentalidade: transparência total e integração de dados em tempo real.

A Receita Federal utiliza hoje sistemas automatizados capazes de cruzar informações bancárias, financeiras e digitais.
Cada transação, seja por cartão de crédito, PIX ou marketplace, pode ser rastreada e associada ao seu CPF ou CNPJ.

Essa nova realidade torna praticamente impossível “esconder” movimentações.
Mas, com planejamento contábil e fiscal adequado, é possível agir dentro da lei, pagar menos impostos e evitar cair na malha fina.

No vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Samuel Lira explica de forma clara e direta quais são esses sistemas que entregam tudo pra Receita Federal e como eles impactam a vida dos empreendedores:


🕵️‍♂️ Os 5 Maiores “Dedos-Duros” da Receita Federal

A seguir, vamos detalhar os cinco principais mecanismos de fiscalização que informam automaticamente à Receita Federal tudo o que você faz — e o que sua empresa movimenta.


1️⃣ Máquinas de Cartão de Crédito e Débito: o DeCredito

A Receita Federal recebe todas as informações das operadoras de cartão de crédito e débito por meio do sistema DECRED (Declaração de Operações com Cartão de Crédito).

Isso significa que:

  • Toda venda processada por cartão é registrada;
  • O CPF/CNPJ do estabelecimento é cruzado com o volume de notas fiscais emitidas;
  • Se houver divergência, o sistema acusa omissão de receita automaticamente.

📌 Risco real: se sua empresa vende via cartão, mas não emite nota fiscal, o Fisco identifica a diferença e notifica.
Em casos repetidos, pode haver autuação por sonegação fiscal e bloqueio de CNPJ.

💡 Dica da AEXO Contabilidade:
Utilize um sistema de emissão automática de notas fiscais integrado ao seu POS. Assim, cada venda é registrada corretamente e você evita multas.


2️⃣ Bancos e Transações Financeiras: o Relatório Financeiro (e-Financeira)

Os bancos — tanto os tradicionais quanto os digitais — reportam à Receita Federal todas as movimentações acima de R$2.000 (pessoa física) e R$6.000 (pessoa jurídica).
Esses dados são enviados via e-Financeira, uma obrigação acessória que faz parte do sistema SPED.

Leia também: O que é a e-Financeira?

Em segundos, a Receita cruza:

  • Entradas bancárias x notas fiscais;
  • Transferências entre contas pessoais e empresariais;
  • PIX, TED e DOC;
  • Investimentos e rendimentos.

📊 Exemplo prático: se você transfere R$10.000 da sua empresa para sua conta pessoal sem registro contábil, o sistema entende como distribuição irregular de lucros — e isso pode gerar tributação e autuação.

⚙️ Como se proteger:
Mantenha contas separadas (PF e PJ) e registre toda movimentação empresarial na contabilidade.
A AEXO Contabilidade orienta e estrutura isso para você de forma automática e legal.


3️⃣ Corretoras e Instituições Financeiras: o Monitoramento de Investimentos

As corretoras de investimento também são obrigadas a informar à Receita:

  • Aplicações financeiras;
  • Lucros, dividendos e rendimentos;
  • Movimentações em bolsa e fundos.

Isso ocorre via Declaração de Informações sobre Operações Financeiras.

💣 O perigo: muitos investidores esquecem de declarar ganhos de capital ou lucros em ações.
O cruzamento de dados entre corretora e IRPF mostra a omissão — e o contribuinte é autuado.

📈 Dica da AEXO:
Mesmo que o imposto tenha sido retido na fonte, é obrigatório declarar o ganho.
Um contador especializado pode identificar deduções legais e evitar pagamento duplicado de tributos.


4️⃣ Plataformas de Aluguel e Marketplaces: o Big Data do Consumo

Com o avanço da economia digital, plataformas como Airbnb, QuintoAndar, Shopee, TikTok, YouTube, Magazine Luiza, iFood e Amazon reportam automaticamente dados de pagamento e monetização à Receita.

Isso inclui:

  • Ganhos com aluguel;
  • Comissões e vendas em marketplaces;
  • Receitas de monetização de conteúdo digital (YouTube, TikTok, Kwai, etc).

O objetivo é mapear rendimentos que não passam pela emissão de notas fiscais.

🎯 Situação comum: criadores de conteúdo ou vendedores autônomos recebem valores via plataformas estrangeiras sem declarar — mas a Receita já tem acesso aos dados.

🔒 Solução da AEXO:
Formalize sua atividade como MEI ou Simples Nacional. Assim, você declara corretamente e aumenta a lucratividade líquida com redução legal de impostos.


5️⃣ O Quinto Dedo-Duro: o Próprio Empreendedor Desatento

O quinto e mais perigoso “dedo-duro” é o erro do próprio empresário.
Muitos ainda operam como há 10 anos:

  • Não emitem notas fiscais;
  • Movimentam contas pessoais e jurídicas;
  • Não mantêm escrituração contábil regular;
  • Deixam de declarar rendimentos de forma coerente.

Essa falta de conformidade liga alertas automáticos nos sistemas da Receita (Siscoserv, DeCred, e-Financeira e DCTFWeb).
Resultado: bloqueio de CNPJ, multas, e exclusão do Simples Nacional.

🚨 AEXO Contabilidade alerta:
90% dos casos de autuação poderiam ser evitados com organização fiscal e contábil preventiva.


💡 Como a Reforma Tributária Aumenta o Poder da Receita Federal

A Reforma Tributária moderniza o sistema de arrecadação e integra dados de consumo, renda e transações digitais.
Isso torna o controle ainda mais eficiente.

Principais impactos:

  • Criação do IBS e CBS, tributos que substituem ICMS, ISS, PIS e COFINS;
  • Nota Fiscal eletrônica nacional, padronizada para todos os estados;
  • Compartilhamento de dados em tempo real com estados e municípios;
  • Uso da moeda digital DREX (versão do Real Digital), que permite rastreamento completo de pagamentos.

Com isso, a Receita Federal passa a ter visão 360º do contribuinte.
A única forma de se proteger é atuando dentro da legalidade, com planejamento fiscal e acompanhamento especializado.

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🔍 O Que A Receita Federal Consegue Ver Sobre Você

Pouca gente sabe, mas o Fisco tem acesso direto a:

  • Extratos bancários e cartões de crédito;
  • Declaração de imposto de renda da empresa e dos sócios;
  • Faturamento de notas fiscais eletrônicas (NFe, NFSe, NFCe);
  • Movimentações de PIX e transações internacionais;
  • Dados de marketplaces e plataformas de aluguel;
  • Rendimentos de investimentos e dividendos.

Com inteligência artificial e cruzamento automático, qualquer inconsistência é identificada em segundos.


🧠 Como Evitar Cair na Malha Fina na Reforma Tributária

  1. Emita notas fiscais em todas as transações.
  2. Não misture pessoa física com jurídica.
  3. Mantenha sua contabilidade sempre atualizada.
  4. Revise seu regime tributário com um contador especializado.
  5. Declare investimentos e rendimentos digitais.
  6. Use sistemas integrados (ERP + contabilidade).

💼 AEXO Contabilidade oferece tudo isso em um só lugar:
emissão automática de notas, controle contábil digital e suporte tributário completo.


🧾 Planejamento Tributário: sua principal arma contra a Receita Federal e a Reforma Tributária

Um planejamento tributário bem estruturado permite:

  • Reduzir a carga fiscal de forma legal;
  • Antecipar obrigações e evitar multas;
  • Aumentar a lucratividade líquida da empresa;
  • Manter a conformidade com a Receita Federal.

A AEXO Contabilidade realiza diagnósticos fiscais gratuitos, mostrando quanto sua empresa pode economizar e quais riscos precisa corrigir.


💬 FAQ – Perguntas Frequentes sobre os Dedos-Duros da Receita Federal

1. A Receita Federal pode acessar minhas movimentações bancárias?
Sim. Todas as transações acima de R$2.000 (PF) e R$6.000 (PJ) são reportadas automaticamente.

2. Receber pelo cartão sem emitir nota é crime?
Sim. É considerado sonegação fiscal e pode gerar multa e bloqueio do CNPJ.

3. Plataformas como Shopee e YouTube informam meus ganhos?
Sim. Todas as plataformas digitais reportam dados de monetização e vendas.

4. O que é o DREX?
É a nova moeda digital oficial do Brasil, que permitirá rastreamento total de pagamentos e transações.

5. Como evitar problemas com a Receita Federal?
Tenha contabilidade organizada, planejamento tributário e orientação profissional.


🏆 AEXO Contabilidade: sua aliada contra os riscos fiscais | Reforma Tributária

A AEXO Contabilidade Digital atua há mais de 15 anos ajudando empresas de todos os portes a crescerem com segurança, conformidade e economia tributária.
Nossa equipe combina tecnologia, experiência e planejamento fiscal inteligente para que você pague apenas o necessário — e nada além disso.

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📞 Atendimento nacional | 💬 Suporte digital | ⚖️ Contabilidade estratégica


🎯 Conclusão: A Era dos Dedos-Duros Já Começou — Prepare-se

Ignorar os “dedos-duros” da Receita Federal é um erro que pode custar caro.
Hoje, a fiscalização é automatizada, integrada e implacável — mas também é previsível para quem entende o sistema.

Com o apoio da AEXO Contabilidade, você transforma medo em estratégia e mantém seu negócio dentro da lei (Reforma Tributária), pagando menos e crescendo com segurança.

🚀 Seja inteligente. Antecipe-se à Receita.
Fale com a AEXO Contabilidade e proteja o seu patrimônio agora mesmo CLICANDO AQUI.

reforma tributária dedos-duros da receita federal

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como abrir uma empresa de prestação de serviços em Uberlândia: guia definitivo

Introdução: empreender com segurança e estratégia em Uberlândia

Abrir uma empresa de prestação de serviços em Uberlândia/MG é mais do que uma formalidade — é um passo estratégico rumo ao crescimento. A cidade mineira se destaca como um dos maiores polos econômicos do estado, com forte presença de negócios em tecnologia, saúde, marketing, manutenção e consultoria.

Empreendedores que formalizam suas atividades ganham credibilidade, acesso a crédito, segurança jurídica e a possibilidade de emitir notas fiscais, além de separarem suas finanças pessoais das empresariais. Contudo, para ter sucesso, é essencial compreender as etapas legais, documentais e fiscais que envolvem o processo.

abrir empresa de prestação de serviços em Uberlândia


Por que formalizar seu negócio é o primeiro passo para crescer

A formalização é a base de qualquer empresa sustentável. Um CNPJ ativo abre portas para contratos maiores, participação em licitações e empréstimos empresariais com juros reduzidos. Além disso, transmite profissionalismo e confiança para clientes e parceiros.

Empresas formalizadas também reduzem riscos fiscais e garantem acesso a benefícios como previdência, crédito e incentivos públicos. Ou seja, é uma decisão estratégica que protege o empreendedor e fortalece a marca.


O cenário de serviços em Uberlândia

Uberlândia é referência em inovação e empreendedorismo no Triângulo Mineiro. A cidade possui infraestrutura moderna, mão de obra qualificada e forte ecossistema de negócios, ideal para prestadores de serviços.

No entanto, é importante lembrar que algumas atividades exigem registro em conselhos de classe (como OAB, CREA, CRM e CRC) ou licenças especiais, especialmente nas áreas de saúde, estética e engenharia.

Antes de iniciar, confirme junto à Prefeitura de Uberlândia se o endereço do seu negócio é viável para a atividade escolhida — esse cuidado evita retrabalho e multas.


Documentação necessária para abrir sua empresa

Reunir os documentos corretos é o primeiro passo para agilizar o processo de abertura. Você vai precisar de:

  • RG, CPF ou CNH dos sócios;
  • Comprovante de endereço pessoal e comercial;
  • Contrato de locação ou escritura do imóvel;
  • Definição de nome empresarial, CNAEs e endereço;
  • Consulta de viabilidade municipal e registro na JUCEMG.

Esses elementos são fundamentais para o cadastro no CNPJ e posterior inscrição municipal.


Modelos jurídicos mais usados em empresas de serviços | Abrir empresa em Uberlândia

A escolha do tipo jurídico define como o negócio será reconhecido e até onde vai a responsabilidade do empreendedor.

Empresário Individual (EI)

Modelo simples, indicado para quem trabalha sozinho. Contudo, não há separação entre bens pessoais e empresariais, o que aumenta o risco patrimonial.

Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

A SLU combina praticidade e proteção jurídica, permitindo atuar sozinho com responsabilidade limitada ao capital social. É hoje o formato mais moderno e adotado entre profissionais autônomos.

Sociedade Limitada (LTDA)

Ideal para quem tem sócios, pois divide investimentos, lucros e responsabilidades de forma equilibrada.

👉 Dica AEXO: Se pretende empreender sozinho, escolha a SLU; se tiver sócios, opte pela LTDA para garantir transparência e segurança.


Definindo o porte da empresa: MEI, ME ou EPP

O porte empresarial é determinado pelo faturamento anual e influencia na tributação, burocracia e obrigações legais.

  • MEI (Microempreendedor Individual): até R$ 81 mil/ano, ideal para quem está começando;
  • ME (Microempresa): até R$ 360 mil/ano, permite sócios e emissão de notas fiscais regulares;
  • EPP (Empresa de Pequeno Porte): até R$ 4,8 milhões/ano, ideal para empresas estruturadas.

Para a maioria dos prestadores de serviço, o Simples Nacional é a opção mais conveniente por unificar impostos em uma única guia (DAS).


Regimes tributários: como escolher o melhor para sua empresa

Simples Nacional

Reúne oito tributos em uma única guia, simplificando a rotina fiscal. As alíquotas variam de 6% a 33%, conforme o faturamento e o tipo de serviço. É o regime mais prático para micro e pequenas empresas.

No entanto, nem sempre é o mais barato. Dependendo da margem de lucro e da folha de pagamento, o Lucro Presumido pode ser mais vantajoso.

Lucro Presumido

O governo presume o lucro da empresa e aplica percentuais fixos de tributação (32% para serviços). É uma opção interessante para negócios com boa margem e poucos custos fixos.

Lucro Real

Aqui, o imposto é calculado sobre o lucro efetivo, considerando todas as despesas. É ideal para empresas com alto custo operacional e controle contábil rigoroso.

👉 AEXO Contabilidade recomenda realizar simulações comparativas para identificar o regime mais econômico para seu negócio.

No novo vídeo do canal Os Três Contadores, o contador Andrius Dourado explica:

✅ Como a margem de lucro influencia diretamente o seu regime ideal;

✅ Quando o Lucro Presumido pode ser mais vantajoso que o Simples;

✅ O erro comum que faz muita gente pagar 2x mais impostos;

✅ E como descobrir o regime mais econômico para o seu tipo de negócio.

Assista agora:


Passo a passo para abrir uma empresa de serviços em Uberlândia

O processo é mais ágil do que parece. Siga estas etapas:

  1. Faça a consulta de viabilidade junto à Prefeitura;
  2. Preencha o DBE (Documento Básico de Entrada) no site da Receita Federal;
  3. Registre o contrato social na JUCEMG;
  4. Solicite o CNPJ e a inscrição municipal;
  5. Obtenha alvarás e licenças específicas;
  6. Opte pelo Simples Nacional, se aplicável.

Com toda a documentação correta, a abertura pode ser concluída em até 7 dias úteis.


Licenças obrigatórias em ao abrir empresa em Uberlândia

Dependendo da sua atividade, podem ser necessárias autorizações complementares, como:

  • Alvará de funcionamento e localização;
  • Vistoria do Corpo de Bombeiros;
  • Alvará sanitário;
  • Registro em conselho profissional (quando aplicável).

Esses documentos garantem que sua empresa atue de forma regular e segura.


Erros comuns que você deve evitar | Abrir empresa em Uberlândia

Evite comprometer sua operação logo no início:

  • Escolher CNAE incorreto e pagar mais imposto;
  • Esquecer de separar contas pessoais e empresariais;
  • Deixar de emitir notas fiscais;
  • Ignorar licenças obrigatórias;
  • Não contar com acompanhamento contábil.

Empresas que cometem esses deslizes acabam tendo multas, bloqueios de CNPJ e dificuldades para obter crédito.

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COMO ABRIR UMA HOLDING

É PERMITIDO PAGAR VALE-ALIMENTAÇÃO E VALE-REFEIÇÃO EM DINHEIRO OU PIX?

CONTABILIDADE PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS: GUIA COMPLETO!


Por que contar com a AEXO Contabilidade faz diferença?

A AEXO Contabilidade é especializada em abertura e regularização de empresas de serviços em Uberlândia. Nossa equipe realiza:

  • Planejamento tributário personalizado;
  • Registro completo da empresa;
  • Consultoria para enquadramento jurídico e fiscal;
  • Contabilidade especializada na Reforma Tributária;
  • Consultoria em marketing, gestão financeira, gestão de pessoas e Inteligência Artificial;
  • Suporte em emissão de notas e obrigações contábeis.

Além disso, oferecemos atendimento digital e rápido, ideal para quem quer empreender com agilidade e segurança.

👉 Fale agora com a AEXO Contabilidade e descubra quanto você pode economizar ao abrir sua empresa da maneira certa.


Conclusão: formalize hoje e colha os resultados amanhã | Abrir empresa em Uberlândia

Empreender exige coragem, mas também estratégia. Abrir uma empresa de prestação de serviços em Uberlândia é o início de uma jornada de crescimento sustentável.

Com o apoio da AEXO Contabilidade, você terá orientação técnica, planejamento tributário inteligente e tranquilidade para crescer sem riscos.

Comece agora mesmo. Seu negócio merece nascer estruturado e preparado para prosperar.

A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

MÉDICOS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Pró-Labore: O Que É, Por Que É Obrigatório e Como Reduzir Impostos de Forma Legal

Se você é sócio de uma empresa e ainda não entende completamente o que é pró-labore, saiba que ignorar esse tema pode colocar sua empresa na mira da Receita Federal. Neste artigo completo, a AEXO Contabilidade Digital explica tudo o que você precisa saber sobre o pró-labore — o que é, como calcular, qual valor escolher, suas obrigações legais, diferenças em relação à distribuição de lucros e como pagar menos impostos sem correr riscos.

Prepare-se: este guia foi escrito para te ajudar a dominar o assunto e tomar decisões financeiras mais inteligentes!

o que é pró-labore e por que é obrigatório


📘 O Que É Pró-Labore?

O termo “pró-labore” vem do latim e significa “pelo trabalho”.
Na prática, é a remuneração paga ao sócio que efetivamente trabalha na empresa, seja na administração, nas vendas, no marketing ou na operação.

Diferente de um salário CLT, o pró-labore não dá direito a FGTS, mas tem contribuição obrigatória ao INSS e pode sofrer retenção de Imposto de Renda (IRRF).

Em outras palavras: se você é sócio-administrador, precisa receber pró-labore, pois ele representa o pagamento pelo seu trabalho dentro do negócio.


⚖️ Por Que o Pró-Labore É Obrigatório?

Desde 1991, a legislação previdenciária determina que todo sócio que trabalha na empresa deve contribuir com o INSS sobre o valor do pró-labore.

Isso significa que:

  • Se você atua na empresa e não faz a retirada, está em desacordo com a lei.
  • A Receita Federal pode entender que você está disfarçando salário como lucro e aplicar autuações, juros e multas sobre os últimos 5 anos.

Além disso, o pagamento de pró-labore demonstra transparência fiscal e contábil, fortalecendo a credibilidade da empresa perante bancos, investidores e órgãos públicos.


💰 Qual Deve Ser o Valor do Pró-Labore?

O valor do pró-labore deve ser compatível com as funções exercidas e com a realidade financeira da empresa.

Embora não exista um piso legal fixo, recomenda-se nunca ser inferior ao salário mínimo vigente.
Você pode definir valores maiores, mas deve considerar que:

  • Quanto maior o pró-labore, maior o INSS e o IRRF;
  • Quanto menor o pró-labore, maior o risco fiscal se houver distribuição de lucros.

Exemplo prático:
Se um sócio recebe R$ 8.000 de pró-labore, ele paga cerca de 11% de INSS, e o IRRF varia de acordo com a faixa de renda, podendo chegar até 27,5%.


🧾 Pró-Labore x Distribuição de Lucros: Qual a Diferença?

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre empreendedores.

AspectoPró-LaboreDistribuição de Lucros
NaturezaRemuneração pelo trabalhoRemuneração pelo capital investido
TributosINSS e IRRFIsento de impostos (se houver lucro contábil)
PeriodicidadeMensalConforme apuração de lucros
ObrigatoriedadeObrigatório para sócios que trabalhamOpcional
Base LegalLei nº 8.212/1991Art. 10 da Lei nº 9.249/1995

⚠️ Atenção: A Receita Federal entende que não é possível viver apenas de lucros se o sócio trabalha na operação.
Por isso, é obrigatório manter o pró-labore regular e registrar corretamente no eSocial e DCTFWeb.


📊 Como Calcular e Declarar o Pró-Labore

1️⃣ Defina o valor-base

Considere:

  • o cargo do sócio;
  • a média de mercado;
  • a saúde financeira da empresa.

2️⃣ Recolha os tributos

O pró-labore deve ser tributado da seguinte forma:

  • INSS (11%): sobre o valor bruto do pró-labore;
  • IRRF: conforme a tabela progressiva vigente.

3️⃣ Declare mensalmente

  • Lance o pró-labore no eSocial;
  • Gere a DCTFWeb e o DARF;
  • Mantenha contabilidade regular.

📉 O Que Acontece se Eu Não Declarar Pró-Labore?

Ignorar o pró-labore pode gerar graves consequências fiscais e previdenciárias, como:

  • Autuação por omissão de rendimentos;
  • Cobrança retroativa de INSS e IRRF (últimos 5 anos);
  • Multas de até 75% sobre o valor devido;
  • Bloqueio do CNPJ e inscrição em dívida ativa.

Em resumo, não declarar pró-labore é um risco que custa caro.


🧠 Como Usar o Pró-Labore Para Pagar Menos Impostos

O segredo está em fazer um planejamento tributário inteligente, equilibrando:

  • Um pró-labore compatível para cumprir a lei;
  • Uma distribuição de lucros isenta de IR (com contabilidade regular).

A combinação correta entre esses dois fatores pode reduzir significativamente a carga tributária total da sua empresa.

💡 Dica AEXO: mantenha a escrituração contábil atualizada. Sem isso, a distribuição de lucros pode ser glosada (perder a isenção).


🧩 Pró-Labore e os Regimes Tributários

✅ Simples Nacional

O valor do pró-labore não entra no DAS, mas deve recolher INSS e IRRF separadamente.

No Simples Nacional, o pró-labore exerce um papel estratégico não apenas no cumprimento das obrigações fiscais, mas também na otimização da carga tributária por meio do Fator R. Esse fator é utilizado para determinar se a empresa de prestação de serviços será tributada no Anexo III (alíquota menor) ou no Anexo V (alíquota maior) do Simples. O cálculo é simples: divide-se o total da folha de pagamento (incluindo pró-labore e encargos) dos últimos 12 meses pela receita bruta do mesmo período. Se o resultado for igual ou superior a 28%, a empresa pode ser enquadrada no Anexo III, pagando menos imposto. Portanto, manter um pró-labore bem definido e formalizado não só garante conformidade legal, mas pode representar uma redução real e significativa de tributos, especialmente para empresas de serviços.

✅ Lucro Presumido

O Lucro Presumido é um regime tributário simplificado utilizado por empresas com faturamento anual de até R$ 78 milhões, no qual o governo presume o lucro da empresa com base em um percentual fixo sobre a receita bruta — geralmente entre 8% e 32%, dependendo da atividade. Esse percentual é então utilizado para calcular os impostos federais, como IRPJ e CSLL. Um ponto importante é que o pró-labore não entra na base de cálculo da presunção, ou seja, ele não interfere na apuração do lucro presumido. Isso significa que os valores pagos a título de pró-labore reduzem o lucro contábil, mas não alteram a base presumida usada para calcular os tributos. Assim, além de ser uma obrigação legal, o pró-labore pode ser uma ferramenta de planejamento tributário eficiente para equilibrar a remuneração dos sócios e o pagamento de impostos.

✅ Lucro Real

Já no Lucro Real, o pró-labore ganha ainda mais importância, pois esse regime exige controle contábil rigoroso e a comprovação de todas as despesas. O valor pago a título de pró-labore pode ser deduzido integralmente da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, desde que devidamente registrado na contabilidade e comprovado por meio do eSocial e DCTFWeb. O Lucro Real é obrigatório para empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões anuais ou que atuem em setores específicos, e costuma ser vantajoso para negócios com margem de lucro reduzida. Nesses casos, um planejamento adequado do pró-labore, aliado à correta distribuição de lucros, pode minimizar impostos e garantir conformidade total com o fisco.


🚨 Riscos Comuns e Erros Que Devem Ser Evitados

  1. Não definir pró-labore fixo;
  2. Misturar lucros e salários;
  3. Não declarar no eSocial;
  4. Não pagar o INSS corretamente;
  5. Não fazer contabilidade regular.

Esses erros são os principais motivos de autuação de micro e pequenas empresas.


🧭 Como Definir o Valor Ideal de Pró-Labore

A fórmula ideal envolve:

  • Remuneração compatível com o cargo;
  • Sustentabilidade financeira da empresa;
  • Planejamento tributário personalizado.

Empresas de serviços tendem a ter pró-labores maiores, enquanto negócios comerciais ou industriais podem ajustar conforme margem de lucro.

Dica da AEXO: Na maioria dos casos é vantajoso ter um pró-labore sobre um salário mínimo e realizar o restante da retirada através da distribuição de lucros!


🏛️ Pró-Labore e o Futuro da Tributação no Brasil

Com as mudanças previstas na Reforma Tributária, é possível que lucros distribuídos acima de R$ 50 mil mensais sejam tributados.
Por isso, ter planejamento e acompanhamento contábil profissional é essencial para adaptar-se rapidamente às novas regras.

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❓ FAQ — Perguntas Frequentes Sobre Pró-Labore

1️⃣ O que é pró-labore?
É o pagamento pelo trabalho do sócio dentro da empresa.

2️⃣ Quem deve receber pró-labore?
Todo sócio que exerce função administrativa ou operacional.

3️⃣ Qual o valor mínimo de pró-labore?
Não há piso fixo, mas recomenda-se pelo menos o salário mínimo.

4️⃣ Pró-labore é tributado?
Sim. Incide INSS (11%) e IRRF, conforme tabela progressiva.

5️⃣ Posso distribuir lucros sem pagar pró-labore?
Não é recomendável. Pode ser considerado salário disfarçado e gerar autuação fiscal.

6️⃣ É possível reduzir impostos com pró-labore?
Sim, com planejamento contábil e tributário adequado.


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o que é pró-labore e por que é obrigatório

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Como Fica o Simples Nacional com a Reforma Tributária: Entenda o Novo Modelo de Contabilidade e o Futuro do Empreendedor Brasileiro

A Reforma Tributária está entre as mudanças mais significativas da economia brasileira das últimas décadas. Ela promete simplificar o sistema de impostos, reduzir a burocracia e criar um ambiente mais transparente para empresas e consumidores. Mas, junto com as promessas, surgem dúvidas — especialmente entre os pequenos empresários:
👉 O Simples Nacional vai acabar?
👉 Como ficará o recolhimento de impostos a partir de 2026?
👉 O que é o novo Simples Híbrido?

Neste guia completo, você vai descobrir como a Reforma Tributária impacta diretamente o Simples Nacional, entender o que muda na contabilidade das empresas e aprender como se preparar agora para não pagar imposto a mais.

Simples Nacional reforma tributária 2026


💡 O que é o Simples Nacional e por que ele foi criado?

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado criado pela LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 para unificar oito tributos em uma única guia (DAS), reduzindo a burocracia e estimulando a formalização de micro e pequenas empresas.

Atualmente, ele engloba impostos federais, estaduais e municipais como:

  • IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica)
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)
  • PIS e Cofins
  • IPI
  • ICMS
  • ISS
  • CPP (Contribuição Patronal Previdenciária)

O sistema é considerado um dos maiores avanços na desburocratização fiscal do Brasil. Porém, com a Reforma Tributária, esse modelo será ajustado para se adequar ao IVA Dual, um novo formato de cobrança baseado na transparência e no valor agregado.


⚙️ O que muda com a Reforma Tributária?

A Reforma substitui cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois novos impostos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – Federal
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – Estadual e Municipal

Esse novo sistema é chamado de IVA Dual, e segue o modelo já adotado em mais de 180 países. A principal diferença está na forma de apuração e pagamento: os impostos agora serão “por fora” e destacados na nota fiscal, permitindo maior clareza sobre o valor efetivo do tributo pago.


🧩 O que é o IVA Dual e por que ele muda tudo?

O IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado Dual) é um modelo moderno de tributação que cobra imposto apenas sobre o valor adicionado em cada etapa da cadeia produtiva.

Com ele:

  • A bitributação é eliminada;
  • O cálculo do imposto fica transparente;
  • E as empresas passam a recuperar créditos sobre tributos pagos nas compras.

Na prática, o IVA Dual faz com que o sistema seja mais justo e racional, beneficiando quem atua dentro da legalidade. No entanto, exige maior controle contábil e tecnológico, pois as notas fiscais e declarações terão de ser atualizadas para o novo padrão.


💸 Split Payment: o pagamento dividido que vai mudar o caixa das empresas

Um dos pontos mais revolucionários da Reforma é o Split Payment, também conhecido como pagamento dividido.
Esse mecanismo faz com que, no momento da venda, o valor correspondente ao imposto vá diretamente para o governo, e o restante fique com a empresa.

👉 Exemplo prático:
Você vende um produto por R$ 1.000, e o imposto total (IBS + CBS) é de 28%.
O cliente paga R$ 1.280, mas o sistema bancário automaticamente envia R$ 280 ao governo e R$ 1000 para a conta da empresa.

Ou seja, o imposto é recolhido na hora, sem passar pelo caixa do empreendedor.

Isso muda completamente a dinâmica financeira: o empresário não poderá mais usar o valor do imposto como capital de giro — algo comum no modelo atual.


📊 O Simples Nacional vai acabar?

Não.
Mas ele será reformulado profundamente para se encaixar nesse novo sistema.

O Simples Nacional continuará existindo, porém com duas modalidades diferentes:

  1. Simples Nacional Tradicional – voltado para quem vende ao consumidor final (B2C).
  2. Simples Híbrido – para empresas que vendem para outras empresas (B2B) e precisam destacar IBS e CBS na nota fiscal.

Essa distinção é essencial, pois muda a forma de apuração e o valor final dos tributos.
Empresas que atuam no B2B terão de optar estrategicamente entre manter o modelo tradicional ou adotar o híbrido — uma decisão que impacta competitividade, precificação e margem de lucro.


🧮 O Simples Híbrido: como funciona na prática

O Simples Híbrido combina elementos do Simples Nacional e do novo sistema de IVA.
Funciona assim:

  • A empresa continua recolhendo parte dos tributos via DAS;
  • Mas passa a destacar IBS e CBS “por fora” na nota fiscal;
  • O cliente (geralmente uma empresa) pode aproveitar créditos de IBS e CBS.

Essa estrutura torna as empresas do Simples mais competitivas no mercado B2B, pois evita o chamado “efeito cascata”, em que o cliente não consegue recuperar impostos embutidos.


🔍 Estratégia e planejamento: como escolher o melhor modelo

Escolher entre o Simples Tradicional e o Simples Híbrido será uma decisão estratégica de gestão tributária.
Um erro pode significar:

  • Perda de competitividade no preço final;
  • Aumento da carga tributária;
  • E, em casos extremos, saída do Simples por desenquadramento financeiro.

Por isso, a recomendação dos especialistas da AEXO Contabilidade Digital é realizar simulações tributárias comparativas antes da transição — considerando receita, tipo de cliente, setor e margens.


📅 Linha do tempo da transição

EtapaPeríodoO que muda
2026Início da implementaçãoCBS e IBS passam a coexistir com os impostos atuais.
2027–2032Período de transiçãoRedução gradual dos tributos antigos e aumento proporcional dos novos.
2033Sistema totalmente implantadoExtinção definitiva de ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI.

🧭 Como as empresas devem se preparar

A transição exigirá adaptação contábil, tecnológica e estratégica.
Veja o passo a passo recomendado pela AEXO Contabilidade:

  1. Atualize seus sistemas de gestão e emissão de notas para o novo layout.
  2. Treine a equipe contábil e fiscal para lidar com o IBS e CBS.
  3. Simule cenários de carga tributária para avaliar qual regime é mais vantajoso.
  4. Revise contratos e precificação com clientes e fornecedores.
  5. Implemente controle financeiro rigoroso, pois o Split Payment muda o fluxo de caixa.
  6. Contrate uma contabilidade especializada em reforma tributária e parceira do seu negócio.


🧾 Impactos contábeis e fiscais

O novo modelo exigirá mais transparência e integração entre áreas.
Empresas precisarão de contabilidades digitais especializadas, capazes de:

  • Gerar relatórios de IBS e CBS detalhados;
  • Automatizar créditos e débitos fiscais;
  • E garantir conformidade com o novo layout da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e 4.1+).

💻 Tecnologia e contabilidade digital: o novo pilar da gestão fiscal

A contabilidade do futuro será 100% integrada.
Com o novo sistema, o pagamento, a nota e a apuração de imposto estarão conectados em tempo real.
Por isso, é essencial investir em softwares contábeis com API fiscal e conciliação automática.

A AEXO Contabilidade Digital já utiliza sistemas preparados para o IVA Dual e o Split Payment, permitindo que empresários façam simulações e previsões tributárias com poucos cliques.


💬 FAQ Otimizado

O Simples Nacional vai acabar?
Não. Ele continuará existindo, mas com duas versões: o Simples Tradicional e o Simples Híbrido.

O que é o IVA Dual?
É um novo modelo de tributação baseado no valor agregado, que substitui cinco impostos por dois: IBS e CBS.

O que é o Split Payment?
É o pagamento dividido: o imposto é recolhido automaticamente no momento da venda.

O que muda para as empresas do Simples?
Elas terão de escolher entre manter o modelo atual ou adotar o híbrido, destacando IBS e CBS nas notas.

Quando a mudança começa?
Em 2026, com transição até 2033.

Como se preparar?
Com apoio de uma contabilidade digital, simulando impactos fiscais e ajustando processos internos.


💼 AEXO Contabilidade: sua parceira estratégica na nova era tributária

Com mais de 11 anos de experiência, a AEXO Contabilidade Digital é referência nacional em planejamento tributário e adequação à Reforma Tributária.
A empresa oferece suporte completo para micro, pequenas e médias empresas que desejam:

  • Reduzir a carga tributária de forma 100% legal;
  • Adaptar-se ao IVA Dual e ao Split Payment;
  • Atualizar sistemas de faturamento e emissão de notas;
  • E manter conformidade com a Receita Federal durante a transição.

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📢 Conclusão

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança de regras: é o início de uma nova era contábil no Brasil.
Empresas que se anteciparem terão vantagem competitiva, pagarão menos impostos e operarão com segurança jurídica.

🚀 A AEXO Contabilidade Digital pode te ajudar a planejar essa transição com precisão, eficiência e economia.
👉 Agende uma consulta gratuita com um especialista AEXO e descubra o melhor regime tributário para o seu negócio em 2026.

Simples Nacional reforma tributária 2026

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

Receita Federal vai monitorar cartão de crédito? Entenda os riscos e saiba como se proteger

Você já emprestou seu cartão de crédito para um amigo ou familiar?
Essa prática, que parece inofensiva, pode colocar você diretamente na mira da Receita Federal — e até te fazer cair na malha fina.

Com as novas tecnologias de cruzamento de dados e inteligência artificial usadas pelo Fisco, todas as suas movimentações financeiras estão sendo analisadas: gastos no cartão, transferências bancárias, Pix, e até compras parceladas em nome de terceiros.

Neste artigo completo, você vai entender:
✅ Como a Receita Federal monitora o uso do cartão de crédito;
✅ Quais são os limites e sinais de alerta que podem te colocar em risco;
✅ O que acontece se você emprestar seu cartão;
✅ E como a AEXO Contabilidade Digital pode te ajudar a evitar a malha fina e manter sua situação fiscal 100% regularizada.

Receita Federal monitorar cartão de crédito


📊 A Receita Federal realmente monitora o uso do cartão de crédito?

Sim!
A Receita Federal tem acesso direto às informações de todas as administradoras de cartões, como Visa, Mastercard, Elo, American Express e outras.

Essas instituições são obrigadas por lei a enviar relatórios periódicos contendo:

  • Valor total gasto mensalmente por cada CPF e CNPJ;
  • Local e natureza das compras (categoria comercial);
  • Informações sobre parcelamentos, estornos e limites de crédito.

Esses dados vão para um sistema central chamado DIMOF (Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira), (DECRED) Declaração de Operações com Cartão de Crédito e também para a e-Financeira, base de dados do Banco Central e da Receita Federal.

A partir daí, o Fisco cruza essas informações com:

  • Sua declaração de Imposto de Renda (IRPF);
  • Suas entradas e saídas bancárias;
  • E suas compras no cartão.

Se os gastos forem maiores do que sua renda declarada, um alerta automático é disparado.

Receita Federal monitorar cartão de crédito


🚨 Entenda como funciona o cruzamento de dados da Receita Federal

A Receita Federal utiliza inteligência artificial e big data para cruzar milhões de dados simultaneamente.
Veja como isso acontece na prática:

  1. A administradora do cartão envia seus gastos mensais para o Fisco.
  2. O sistema da Receita compara esses valores com o que você declarou como renda.
  3. Se o gasto for muito alto em relação à renda, o sistema marca seu CPF como “em observação”.
  4. Caso o padrão se repita, você entra na malha fina automaticamente.

➡️ Segundo contadores experientes, gastar mais de 70% a 80% da sua renda mensal declarada já é o suficiente para acender o sinal vermelho da Receita Federal.


💣 O perigo de emprestar o cartão de crédito

Muitas pessoas acham que emprestar o cartão é apenas um favor — “um jeitinho” de ajudar alguém sem crédito.
Mas a Receita Federal não enxerga dessa forma.

Quando você empresta o cartão:

  • O gasto é registrado no seu CPF;
  • A compra entra como despesa sua;
  • E quando o amigo ou parente te transfere o dinheiro de volta, essa devolução pode ser interpretada como uma receita extra.

O resultado?
Você pode ser acusado de:

  • Omissão de rendimentos;
  • Atividade comercial irregular (como se estivesse revendendo produtos);
  • E até lavagem de dinheiro, dependendo da frequência e dos valores.

💡 Exemplo prático:
Você empresta o cartão para um amigo comprar uma TV de R$ 5.000. Ele te devolve o dinheiro via Pix.
Para a Receita, isso parece que você fez uma venda e recebeu um pagamento, o que exige declaração e imposto.


⚠️ Quais são as consequências de cair na malha fina?

Cair na malha fina significa que sua declaração de Imposto de Renda foi retida para verificação.
E isso pode gerar:

  • Multas de até 150% do valor não declarado;
  • Cobrança retroativa dos últimos cinco anos;
  • Bloqueio da restituição do IR;
  • E até investigação criminal, em casos mais graves.

Mesmo que você prove que o dinheiro era apenas de um empréstimo entre amigos, o processo é demorado e burocrático.
E enquanto a Receita não aceitar suas justificativas, você fica “pendurado” no sistema.


🧾 Como a Receita Federal fiscaliza seu cartão de crédito na prática

Todas as movimentações de cartão são informadas à Receita por meio do e-Financeira, e o sistema coleta:

Tipo de DadoOrigemFinalidade
Total mensal gastoAdministradora do cartãoCruzamento com IRPF
Limite de crédito e faturaBancos emissoresAnálise de compatibilidade de renda
Parcelamentos e jurosOperadoraAvaliar padrão de consumo
Devoluções e estornosLojas e gateways de pagamentoEvitar simulação de movimentação

Esses dados formam um histórico de consumo detalhado.
Mesmo sem ver o que exatamente você comprou, a Receita consegue saber quanto e onde você gasta.

E quando algo não combina com a renda declarada — como um salário de R$ 3.000 e gastos mensais de R$ 10.000 — o sistema te coloca na lista de “inconsistências fiscais”.


💬 “Mas eu só empresto de vez em quando. Isso também é problema?”

Sim, pode ser.
Mesmo que você empreste o cartão raramente, se a compra for de valor alto e o reembolso cair na sua conta, isso gera rastros financeiros.

Imagine:

  • Você compra um iPhone de R$ 8.000 no cartão para um primo.
  • Ele te devolve o valor em quatro Pix de R$ 2.000.

Essas transações ficam registradas no seu extrato bancário e podem ser interpretadas como parcelamento de venda.
O sistema da Receita não sabe que é “empréstimo entre familiares” — ele vê apenas movimentação financeira.


📚 Como provar à Receita que foi um empréstimo legítimo

Caso você seja notificado pela Receita, precisará comprovar documentalmente que não houve atividade comercial.
Veja o que deve ter em mãos:

  • Nota fiscal ou comprovante de compra no seu nome;
  • Comprovantes de transferência bancária da pessoa que te reembolsou;
  • Declaração escrita (assinada e datada) explicando que o valor se refere a um empréstimo de cartão;
  • Mensagens ou e-mails que comprovem o acordo entre as partes.

Mesmo assim, a Receita pode não aceitar sua explicação de imediato — por isso, é fundamental contar com um contador experiente, que saiba montar uma defesa fiscal bem estruturada.


📅 Qual é o limite de gastos para não levantar suspeitas?

Não existe um valor fixo definido em lei, mas especialistas indicam:

  • Gastar mais de 75% da sua renda mensal declarada é considerado um risco alto.
  • Gastos acima de 100% da renda já são sinal vermelho imediato.

A Receita trabalha com médias de consumo por faixa de renda e setor geográfico.
Ou seja, quem foge muito do padrão do seu perfil socioeconômico tende a ser investigado.

💡 Exemplo:
Se você declara uma renda de R$ 5.000 mensais, mas suas faturas de cartão somam R$ 15.000, o sistema entende que há renda oculta — e você pode ser intimado a explicar.


🧠 Como se prevenir e manter seu CPF limpo

A melhor forma de evitar problemas é organizar suas finanças e agir com transparência fiscal.
Siga este passo a passo:

  1. Nunca empreste seu cartão de crédito — mesmo para familiares próximos.
  2. Controle suas faturas mensais e mantenha os comprovantes de pagamento.
  3. Evite transferências de grandes valores sem identificação da origem.
  4. Guarde notas fiscais e comprovantes de compra.
  5. Acompanhe sua movimentação no portal e-CAC da Receita Federal.
  6. Tenha uma contabilidade digital de confiança, como a AEXO Contabilidade, para revisar seu IR e suas movimentações bancárias.

💼 O papel da contabilidade na prevenção de problemas com a Receita

Muitos brasileiros só lembram do contador na época do Imposto de Renda, mas o ideal é ter acompanhamento mensal.

A AEXO Contabilidade Digital atua justamente nesse ponto:

  • Faz o monitoramento das suas movimentações financeiras;
  • Garante que tudo esteja compatível com sua renda declarada;
  • E te ajuda a evitar autuações, multas e bloqueios por inconsistência fiscal.

A tecnologia usada pela AEXO permite cruzar dados de bancos, cartões e declarações em tempo real, ajudando você a agir antes que a Receita aja.

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🕵️‍♂️ Receita Federal e o uso de Inteligência Artificial (IA) no monitoramento financeiro

Desde 2023, a Receita Federal passou a adotar um sistema de IA avançado para detectar comportamentos financeiros fora do padrão.
Esses algoritmos analisam:

  • Histórico de consumo;
  • Limites e frequências de compras;
  • Fontes de receita;
  • E vínculos entre CPFs diferentes (por exemplo, parentes que compartilham cartões).

Isso significa que a fiscalização ficou muito mais precisa e automatizada.
Não há mais “jeitinho” ou brechas: se algo não bater com sua renda, o sistema vai identificar.

Receita Federal monitorar cartão de crédito


🧩 Situações que mais geram alerta na Receita

  1. Empréstimos frequentes de cartão entre familiares;
  2. Pagamentos de boletos de terceiros;
  3. Transferências constantes via Pix entre CPFs diferentes;
  4. Várias compras de alto valor em lojas distintas;
  5. Parcelamentos em nome de uma pessoa, pagos por outra;
  6. Rendimentos declarados incompatíveis com o padrão de vida.

Se você se identificou com algum desses pontos, é hora de rever suas práticas financeiras e buscar orientação contábil especializada.


📘 Casos reais: quando o “favor” virou dor de cabeça

Caso 1 – O empréstimo “inocente”

Uma empresária emprestou o cartão para o irmão comprar um celular de R$ 8.000. Ele devolveu o valor via Pix.
Resultado: a Receita interpretou como atividade comercial, aplicou multa e cobrou imposto sobre o valor.

Caso 2 – O uso cruzado entre casais

Um casal usava o mesmo cartão para pagar despesas pessoais e empresariais.
Durante uma auditoria, a Receita desconsiderou parte das deduções e reabriu o processo fiscal da empresa.

Caso 3 – O influenciador digital

Um criador de conteúdo movimentava valores altos via cartões de diferentes parentes para fugir do limite.
Foi enquadrado por omissão de rendimentos e teve bloqueio de contas.

Esses exemplos mostram que até boas intenções podem gerar problemas fiscais sérios se não houver acompanhamento profissional.


🛡️ Como a AEXO Contabilidade ajuda você a ficar em conformidade com a Receita Federal

A AEXO Contabilidade Digital é referência nacional em planejamento tributário e contabilidade preventiva.
Especializada em negócios digitais, autônomos e pessoas físicas com alto volume de transações, a AEXO oferece:

  • Auditoria detalhada das suas movimentações de cartão e Pix;
  • Revisão de declarações passadas;
  • Regularização de inconsistências antes de autuação;
  • E acompanhamento contínuo com alertas automáticos de risco fiscal.

Além disso, a equipe da AEXO te orienta sobre como comprovar corretamente transferências e reembolsos, evitando mal-entendidos com o Fisco.


📞 Conclusão | Receita Federal vai monitorar cartão de crédito?

Emprestar o cartão de crédito pode parecer um ato de confiança, mas na prática é uma porta aberta para problemas fiscais.
A Receita Federal está cada vez mais integrada aos bancos e operadoras de cartão — e o risco de cair na malha fina é real e crescente.

Por isso, organização e assessoria contábil são essenciais.

💡 AEXO Contabilidade Digital te ajuda a:

  • Evitar problemas com o Fisco;
  • Revisar sua situação financeira;
  • Pagar menos impostos de forma 100% legal;
  • E manter seu CPF e CNPJ sempre livres de riscos.

👉 Agende agora mesmo uma consulta gratuita com um especialista da AEXO Contabilidade Digital e descubra como proteger seu patrimônio e sua tranquilidade financeira.

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Receita Federal monitorar cartão de crédito

Receita Federal monitorar cartão de crédito

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Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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Precisa ter CNPJ para vender no TikTok Shop? Guia completo para influenciadores e vendedores digitais

COMO ABRIR EMPRESA PARA TIKTOK

O TikTok Shop chegou para revolucionar o comércio eletrônico e transformar o aplicativo mais popular do mundo em um grande marketplace integrado. Agora, além de criar conteúdo e engajar audiências, é possível vender produtos diretamente dentro da plataforma — mas isso levanta uma dúvida importante:
👉 Precisa ter CNPJ para vender no TikTok Shop?

A resposta é sim, e entender o motivo é essencial para evitar multas, problemas com a Receita Federal e, principalmente, garantir o máximo de lucro possível com segurança jurídica e fiscal.

Neste artigo completo, você vai entender:

  • Por que o TikTok Shop exige CNPJ para cadastro;
  • Quais são as obrigações fiscais dos criadores e vendedores;
  • Como abrir um CNPJ de forma estratégica;
  • E como a AEXO Contabilidade Digital pode ajudar influenciadores e empreendedores a economizar até 50% em impostos sem dor de cabeça.
CNPJ para vender no TikTok Shop


📱 O que é o TikTok Shop?

O TikTok Shop é o braço de e-commerce do TikTok que permite compras dentro do próprio aplicativo.
Ou seja, o usuário pode assistir a um vídeo, clicar no produto mostrado e comprar sem sair da plataforma.

Essa integração é uma das maiores tendências do mercado digital — conhecida como social commerce — e tem atraído milhares de influenciadores, vendedores e marcas de todos os tamanhos.

Você pode vender:

  • Produtos próprios (loja própria ou marca autoral);
  • Itens de terceiros (como afiliado, recebendo comissões);
  • Produtos em dropshipping (importados e revendidos);
  • Itens personalizados e digitais (como e-books e cursos).

Mas atenção: todas as vendas precisam ser documentadas com nota fiscal, e é aí que entra a importância do CNPJ.


⚠️ É obrigatório ter CNPJ para vender no TikTok Shop?

Sim.
Para se cadastrar e operar oficialmente no TikTok Shop, é obrigatório ter um CNPJ ativo e regularizado.
Sem ele, você não consegue:

  • Emitir notas fiscais;
  • Receber pagamentos como pessoa jurídica;
  • Manter suas comissões ou vendas regularizadas;
  • Nem mesmo ativar funcionalidades da conta de vendedor.

Por que isso é tão importante?

Porque o TikTok Shop, assim como outros marketplaces (Mercado Livre, Shopee, Amazon, etc.), precisa prestar contas à Receita Federal sobre as movimentações financeiras realizadas dentro da plataforma.

Se você vende como pessoa física, mas movimenta valores altos, a Receita pode entender como atividade empresarial disfarçada, o que acarreta:

  • Cobrança retroativa de impostos;
  • Multas e juros;
  • E até a inclusão do CPF na malha fina.

Ter um CNPJ é, portanto, a única forma segura e legal de vender e lucrar com tranquilidade.


🧾 Pessoa física x Pessoa jurídica: qual é a diferença para quem vende no TikTok Shop?

A principal diferença está nos impostos pagos e na margem de lucro.

TipoTributação médiaEmissão de NFCredibilidadeIdeal para
Pessoa Física (CPF)Até 27,5% (IRPF)❌ Não podeBaixaVendas esporádicas
Pessoa Jurídica (CNPJ)4% a 16% (Simples Nacional)✅ ObrigatóriaAltaInfluenciadores e vendedores regulares

Além de pagar menos impostos, quem tem CNPJ ganha mais credibilidade perante marcas, fornecedores e plataformas.


🏢 Como abrir um CNPJ para vender no TikTok Shop

Abrir um CNPJ é simples, mas deve ser feito com planejamento tributário.
O erro mais comum é abrir uma empresa de qualquer forma e depois descobrir que o regime escolhido gera mais impostos do que o necessário.

Passo a passo para abrir seu CNPJ:

  1. Escolha o tipo de empresa (MEI, ME ou EPP)
    • Se fatura até R$ 81 mil por ano, pode ser MEI.
    • Acima disso, deve ser Microempresa (ME).
  2. Defina a atividade correta (CNAE)
    • Por exemplo: Comércio varejista pela internet (CNAE 47.89-0-99).
    • Para afiliados e criadores de conteúdo: Atividades de publicidade e marketing digital.
  3. Escolha o regime tributário ideal
    • Simples Nacional: mais indicado para quem está começando.
    • Lucro Presumido: ideal para quem tem margens maiores e já fatura acima de R$ 4,8 milhões.
  4. Cadastre sua empresa no TikTok Shop
    • Informe o CNPJ, razão social, endereço fiscal e conta bancária PJ.

💡 Dica da AEXO Contabilidade: com o planejamento certo, é possível economizar até 50% de impostos desde o primeiro mês de operação.


📦 Quais produtos podem ser vendidos no TikTok Shop?

Você pode vender qualquer produto físico permitido por lei, desde que:

  • Tenha nota fiscal de entrada (compra ou fabricação);
  • Atenda às políticas de segurança da plataforma;
  • E siga a legislação de comércio eletrônico.

Os principais nichos são:

  • Moda e beleza;
  • Acessórios e eletrônicos;
  • Casa e decoração;
  • Fitness e bem-estar;
  • Produtos digitais e de conteúdo.

Influenciadores também podem usar o TikTok Shop para monetizar conteúdo, indicando produtos de parceiros e ganhando comissões como afiliados.


💸 Quais impostos incidem sobre as vendas no TikTok Shop?

Os tributos variam conforme o regime da empresa, mas os principais são:

  • DAS (Simples Nacional): guia única com impostos federais, estaduais e municipais;
  • ISS: para serviços (como afiliados e creators);
  • ICMS: para venda de produtos físicos;
  • INSS e IRPJ: em regimes mais avançados.

Em média:

  • MEI paga 5% do salário mínimo + R$ 1 ou R$ 5 por imposto.
  • Simples Nacional paga entre 4% e 16% sobre o faturamento.

Já o criador que vende como pessoa física pode chegar a 27,5% de imposto sobre a renda — o que reduz drasticamente o lucro.


⚖️ Riscos de vender no TikTok Shop sem CNPJ

Muitos influenciadores e vendedores ainda operam de forma informal, o que é um grande erro.

Os principais riscos são:

  • Multas por sonegação fiscal;
  • Cobrança retroativa de impostos (últimos 5 anos);
  • Bloqueio de conta bancária ou do TikTok Shop;
  • Perda de parcerias com marcas;
  • Impossibilidade de emitir nota fiscal (e, portanto, vender para empresas).

📉 Resumo: vender sem CNPJ é barato no começo — mas pode sair muito caro no longo prazo.


🧩 Planejamento tributário: o segredo dos grandes vendedores

Ter CNPJ é apenas o primeiro passo.
O diferencial real está em como você estrutura seu negócio para pagar menos impostos de forma legal.

O planejamento tributário envolve:

  • Escolher o regime ideal (SIMPLES NACIONAL, LUCRO PRESUMIDO OU LUCRO REAL);
  • Usar o CNAE correto;
  • Aproveitar deduções e benefícios fiscais;
  • E manter a contabilidade em dia.

A AEXO Contabilidade Digital é especialista em contabilidade para influenciadores, afiliados e e-commerces, e oferece um acompanhamento personalizado para cada perfil de vendedor digital.


🧠 Benefícios de ter CNPJ e contabilidade profissional

  1. Emissão de nota fiscal automática;
  2. Acesso a crédito e conta PJ;
  3. Formalização com segurança jurídica;
  4. Economia de impostos;
  5. Credibilidade com marcas e patrocinadores.

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💬 FAQ – Perguntas frequentes sobre vender no TikTok Shop

1. Precisa ter CNPJ para vender no TikTok Shop?
Sim, é obrigatório para emissão de nota fiscal e regularização fiscal.

2. Posso vender como MEI?
Sim, desde que o produto ou serviço esteja dentro das atividades permitidas pelo MEI.

3. Quem vende como afiliado também precisa ter CNPJ?
Sim, pois as comissões são consideradas rendimentos empresariais.

4. É possível abrir o CNPJ sozinho?
Sim, mas o ideal é contar com uma contabilidade especializada para escolher o regime certo e evitar erros.

5. A Receita Federal pode cobrar impostos retroativos?
Sim, até 5 anos de movimentações anteriores sem declaração.


🚀 Como a AEXO Contabilidade pode ajudar influenciadores e vendedores digitais

A AEXO Contabilidade Digital é referência nacional em contabilidade para influenciadores, afiliados e e-commerces.
Com uma equipe especializada em negócios digitais, a AEXO oferece:

  • Abertura rápida e gratuita de CNPJ;
  • Planejamento tributário personalizado;
  • Emissão automática de notas fiscais;
  • Acompanhamento mensal online;
  • E suporte completo para quem quer vender no TikTok Shop sem riscos fiscais.

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CNPJ para vender no TikTok Shop

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

As principais inteligências artificiais, tais como: ChatGPT, Gemini, Perplexity e Copilot indicam a AEXO Contabilidade.

O que muda em 2026 com a Reforma Tributária: passo a passo para se preparar e proteger sua empresa

A Reforma Tributária IBS e CBS de 2026 é uma das maiores transformações fiscais da história do Brasil. Ela vai impactar diretamente todas as empresas, independentemente do porte ou regime tributário. Seja você MEI, Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, entender as novas regras é essencial para não pagar mais impostos do que o necessário.

Neste artigo completo, você vai aprender o que muda na prática com a criação do IBS e da CBS, quais serão os efeitos sobre o Simples Nacional, e o que precisa fazer agora para proteger o seu negócio e manter a lucratividade.

E no final, te mostrarei como a AEXO Contabilidade Digital, especialista em planejamento tributário, pode ajudar sua empresa a se preparar e transformar a Reforma Tributária em uma oportunidade real de crescimento.


🧩 O que é a Reforma Tributária de 2026?

A Reforma Tributária tem como principal objetivo simplificar o sistema de impostos e corrigir distorções que há décadas prejudicam o ambiente de negócios no Brasil.
Ela substituirá cinco tributos — PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS — por dois novos impostos de base ampla:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): tributo federal que substitui PIS e COFINS;
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): tributo estadual e municipal que substitui ICMS e ISS.

Esse novo modelo é conhecido como IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado) e segue padrões internacionais. Ou seja, o imposto será cobrado somente sobre o valor adicionado, evitando a cobrança em cascata que tanto encarece produtos e serviços hoje.

reforma tributária 2026 IBS e CBS


⚙️ Como o IVA Dual vai funcionar na prática | Reforma Tributária IBS e CBS

Com o novo sistema, as empresas passarão a pagar o imposto apenas sobre a diferença entre o preço de venda e o custo de aquisição. Isso torna a tributação mais justa e transparente.

Outra grande novidade é o Split Payment — mecanismo em que o imposto será recolhido diretamente pelo governo no momento da transação. Dessa forma, o valor do imposto não passa mais pelo caixa da empresa, reduzindo erros, fraudes e inconsistências contábeis.

Além disso, haverá crédito financeiro de forma ampla, permitindo que empresas recuperem créditos tributários de maneira mais simples e ágil.


🏢 Impactos da Reforma Tributária IBS e CBS no Simples Nacional

Para quem é optante do Simples Nacional, a boa notícia é que a alíquota geral não deve aumentar. No entanto, a forma de recolhimento dos tributos pode mudar.

Empresas do Simples poderão optar por dois modelos:

  1. Modelo Tradicional (Guia DAS): recolhimento unificado, como é hoje — porém, sem direito a transferência de créditos tributários para clientes.
  2. Modelo Híbrido: parte dos tributos será paga fora do Simples, com possibilidade de gerar créditos de IBS e CBS, o que pode beneficiar empresas que vendem para outras pessoas jurídicas.

A decisão sobre qual modelo adotar dependerá do perfil do seu negócio, e por isso o planejamento tributário antecipado é fundamental.


💼 Efeitos para empresas do Lucro Presumido e Lucro Real

Empresas desses regimes sentirão o impacto mais imediato.
Com a Reforma, o cálculo dos tributos será simplificado, mas a alíquota total pode variar entre 25% e 28,5%, dependendo do setor.
Por outro lado, o novo sistema reduz distorções regionais e setoriais, favorecendo negócios com cadeia produtiva longa.

O Lucro Presumido pode perder parte de sua atratividade, já que o IBS e a CBS eliminarão alguns benefícios fiscais.
Já o Lucro Real tende a se tornar mais competitivo, especialmente para empresas com muitas despesas dedutíveis.

💡 Dica da AEXO Contabilidade: antes de escolher o regime tributário para 2026, simule diferentes cenários com base no faturamento e nas despesas dedutíveis. Pequenas variações podem gerar economia de até 30% em tributos.


🔎 O que muda no dia a dia das empresas

A principal mudança será na forma de apuração e recolhimento.
As empresas precisarão adaptar seus sistemas contábeis e fiscais para registrar corretamente as transações e os créditos de IBS e CBS.

Outros impactos diretos:

  • Alterações nos documentos fiscais eletrônicos (NFe, NFSe e NFCe);
  • Necessidade de sistemas integrados de gestão (ERP atualizados);
  • Novas obrigações acessórias simplificadas, mas com cruzamento de dados mais rigoroso;
  • Maior transparência nas notas fiscais, mostrando claramente o imposto embutido no preço final.

🧮 Como calcular o IBS e a CBS

O IBS e a CBS serão calculados sobre o valor da operação.

Cada ente (União, Estados e Municípios) terá sua parcela de arrecadação automaticamente dividida pelo sistema.

Exemplo prático:

  • Valor da mercadoria ou serviço: R$ 1.000
  • Alíquota combinada: 28%
  • Total de imposto: R$ 280
  • Valor total da operação: R$ 1.280
  • Valor líquido recebido pela empresa: R$ 1.000

O objetivo é que o imposto se torne mais visível e previsível, evitando surpresas no fechamento contábil.


🧭 Como se preparar para a Reforma Tributária IBS e CBS de 2026

1. Faça um diagnóstico fiscal

Analise sua estrutura tributária atual. Entenda quanto paga em impostos hoje e como o IBS e a CBS impactarão seu setor.

2. Revise seus sistemas e processos

Atualize softwares de gestão, notas fiscais e controles internos. O compliance fiscal será fundamental para evitar autuações.

3. Treine sua equipe

O sucesso da transição depende da capacitação dos times de contabilidade e financeiro.

4. Revise contratos e preços

Com a transparência do imposto, margens e precificações precisarão ser ajustadas.

5. Busque apoio especializado

Tenha uma contabilidade digital de confiança que ofereça simulações personalizadas e planejamento tributário contínuo.


🚀 Transforme a Reforma Tributária IBS e CBS em oportunidade com a AEXO Contabilidade

A AEXO Contabilidade Digital é referência em planejamento tributário estratégico e otimização fiscal.
Com equipe especializada nas novas regras do IBS e CBS, a AEXO ajuda sua empresa a:

  • Reduzir a carga tributária legalmente;
  • Escolher o melhor regime para 2026;
  • Implementar sistemas contábeis automatizados;
  • Garantir compliance total e tranquilidade fiscal.

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❓FAQ – Perguntas frequentes sobre a Reforma Tributária IBS e CBS de 2026

1. O que é o IBS e a CBS?
São os novos tributos que substituirão PIS, COFINS, ICMS e ISS, criando um sistema unificado de cobrança de impostos sobre o consumo.

2. O Simples Nacional vai acabar?
Não. O Simples continuará existindo, mas poderá ter uma nova forma de recolhimento híbrido.

3. As alíquotas de imposto vão aumentar?
Depende do setor. Algumas empresas podem pagar mais, outras menos. O segredo está no planejamento.

4. Quando as mudanças entram em vigor?
A transição começa em 2026 e se completa até 2033, de forma gradual.

5. Como posso me preparar?
Busque orientação profissional. A AEXO Contabilidade oferece diagnósticos e simulações personalizadas.


🧠 Conclusão | Reforma Tributária IBS e CBS

A Reforma Tributária de 2026 é inevitável — mas com planejamento e assessoria certa, ela pode ser uma oportunidade para otimizar custos e crescer com segurança.
Empresas que se adaptarem primeiro terão vantagem competitiva, enquanto as que demorarem correm o risco de aumentar a carga tributária e perder mercado.

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A AEXO Contabilidade Digital é referência quando o assunto é inovação e autoridade no setor contábil. Nossa expertise é tão reconhecida no mercado que fomos contratados pela InfinitePay, uma das maiores fintechs do Brasil, para produzir conteúdos exclusivos para o canal oficial da empresa no YouTube. Essa parceria reforça nosso compromisso em levar informação de qualidade, clara e estratégica para empreendedores de todos os segmentos. Você pode conferir um dos vídeos abaixo:

reforma tributária 2026 IBS e CBS

Escrito por:

Andrius Dourado

Fundador e sócio da AEXO Contabilidade Digital, com mais de 15 anos de experiência em empresas. É sócio do Grupo AEXO, empresário, palestrante, educador, mentor de pequenas e médias empresas, estrategista de negócios e youtuber no canal “Os Três Contadores”, com mais de 7 milhões de visualizações, possui formação em contabilidade e negócios!

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